SlideShare uma empresa Scribd logo
PRINCÍPIO 1 - Respeite a vida, ela deve vir em primeiro lugar. Tem sempre alguém esperando por você!
PRINCÍPIO 2 - Planeje bem antes de iniciar qualquer atividade para evitar imprevistos, porém esteja
preparado para enfrentá-los de forma proativa e segura
PRINCÍPIO 3 – Faça bem feito. Priorize a qualidade sempre. Assim você alcança resultados, satisfaz o
cliente, atua com segurança e cuida do meio ambiente.
PRINCÍPIO 4 – Seja responsável pela sua vida e pela vida dos outros. Cuide, respeite e exerça corretamente
o direito de recusa. Você é o exemplo!
PRINCÍPIO 5 - Transmita confiança, seja positivo e trate todos como você gostaria de ser tratado.
PRINCÍPIO 6 - Compartilhe informação e conhecimento de maneira simples e garanta que todos entenderam
a mensagem.
PRINCÍPIO 7 - Seja inovador, proponha soluções práticas, criativas e seguras.
Bom dia!
MOMENTO ENEL nº 22
ENEL BRASIL
Período: 29 de maio à 04 de junho de 2022
Reforço de Instrução : Içamento e Movimentação de Carga
(Operação Segura)
INTERNAL
OPERAÇÃO SEGURA – ATENÇÃO NA ATIVIDADE
PARA TUDO NA VIDA PRECISAMOS TER ATENÇÃO: SEJA EM SIMPLES ATOS
DO DIA A DIA COMO CAMINHAR, ATRAVESSAR UMA RUA, SINALIZAR UM
VEÍCULO, CONVERSAR COM O CONSUMIDOR, ATÉ A REALIZAÇÃO DE
ATIVIDADES QUE EXIGEM MAIS DE NÓS COMO INTERVIR COM
ELETRICIDADE, OPERAR UM EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE,
MOVIMENTAR UMA CARGA EM VIA MOVIMENTADA OU DEMAIS ATIVIDADES
QUE NECESSITAM DA MÁXIMA ATENÇÃO E CUIDADO.
ESTEJA SEMPRE ATENTO!!
A ATENÇÃO AOS DETALHES DE UM TRABALHO ASSIM COMO UM BOM PLANEJAMENTO,
FAZEM A DIFERENÇA NO RESULTADO DE UMA ATIVIDADE SEGURAMENTE COM QUALIDADE!
CARGA
INTERNAL
 Avalie sempre as condições do terreno a ser realizado o serviço.
 Durante a movimentação de cargas não deve ficar pessoas sob ou sobre a carga.
 Jamais se ausente do equipamento quando o mesmo estiver na condição de operação
 Nunca movimente o veículo se existir cargas suspensas.
CUIDADOS AO OPERAR O EQUIPAMENTO
REFORÇO DE CONCEITOS E PRÁTICAS
PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS
 As alavancas de controle devem ser movidas suavemente para controlar o fluxo
de óleo, evitando assim movimentos bruscos e proporcionando uma maior
segurança na movimentação da carga.
 Esteja sempre atento as pessoas que podem estar próximos a carga ou na área
de movimentação do equipamento.
INTERNAL
 Somente pessoas capacitadas e autorizadas podem operar o equipamento e se o mesmo estive em bom estado de
conservação e uso.
 Antes de cada içamento ou movimentação, realizar a inspeção visual do equipamento guindauto e acessório.
Encontrando quaisquer não conformidades, deve ser paralisado a atividade e informado imediatamente a liderança
para providencias.
 Inspecionar o equipamento e acessórios em busca de corrosão, trincas, rachaduras, deformações, alongamento,
amassamentos, desgaste por abrasão.
 Atentar na identificação das cintas eslingas, cabos de aço e acessórios de fixação, se apresenta capacidade de
carga adequada à movimentação da carga a ser içada.
 Atentar-se aos danos na capa das cintas eslingas. Este dano não pode chegar ao ponto de transpor a capa
expondo os filamentos internos da cinta.
 No momento da
inspeção utilize os
formulários
adequados.
ATENÇÃO!!
INTERNAL
 A movimentação de cargas deverá
ser iniciada e encerrada de forma
lenta e progressiva,
independentemente do equipamento
que esteja sendo utilizado. Durante
o deslocamento deverão ser
evitados movimentos bruscos, tais
como acelerações ou freadas
bruscas;
 O operador nunca deve deixar uma
carga suspensa após o
encerramento do expediente.
CARGA EM MOVIMENTO
INTERNAL
 Sempre que for utilizar o equipamento para içar a carga, deve-se extender os
estabilizadores e abaixar as sapatas, de modo a evitar a inclinação lateral do veículo.
 Todos os colaboradores deverão estar atento as partes moveis dos equipamentos. (lanças,
braços, sapatas, e etc).
 Para a movimentação segura de qualquer carga (equipamentos, postes, transformadores e
dentre outros), deve-se respeitar o Centro de Gravidade (equilibrio da carga).
INTERNAL
OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO TIPO GUINDAUTO
Nas operações devem ser utilizados todos os equipamentos de
proteção individual e coletiva previstos atualmente nos procedimentos,
porém deve ser acrescentada a prática do uso, pelo operador do
Guindauto, de banqueta isolante devidamente ensaiada
eletricamente e luvas isolantes de classe 2.
INTERNAL
Nunca permaneça no raio de
ação das lanças ou abaixo da
carga suspensa. Avise o
operador no caso de
necessidade de aproximação.
Ao abrir as lanças dos cilindros
das sapatas, certifique-se que
estes estão dentro do seu
campo de visão, em ambos os
lados do veículo.
Antes de estabilizar o veículo,
examine as condições do solo.
É proibido apoiar o veículo nas
tampas de esgotos ou caixas
de inspeção.
OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO TIPO GUINDAUTO
INTERNAL
Relembrando: Evento GRAVISSIMO – Enel SP
INTERNAL
11
Copyright © 2021 Enel S.p.A. All rights reserved.
INTERNAL
12
Copyright © 2021 Enel S.p.A. All rights reserved.
SAFETY ALERT
07-C-F-2022 – Goias Brasil – May, 5th 2022 – Fatal
Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão
de Uso Pessoal
H&S Global Infrastructure & Networks
INTERNAL
Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal
- 07-C-F-2022 – GI&N Brasil – Goias, 05/05/2022 – Fatal
O Detector de Tensão de Uso Pessoal é um dispositivo que detecta a presença de
pontos energizados na rede através do campo elétrico gerado por eles, avisando
ao usuário sobre à aproximação perigosa deles.
O propósito do dispositivo (Detector de Tensão de Uso Pessoal) é avisar ao usuário
pelos meio auditivo e/ou alarme visual, da proximidade do condutor ou da fonte
energizada, afim de evitar aproximação ou contato (não voluntários).
O Detector de Tensão de Uso Pessoal não substitui
os EPI’s e nem os sistemas de detecção de contato
(acústico e luminoso) na performance de
operações de detecção de tensão
INTERNAL
01 02 03 04 05 06 07 08
Verifique o funcionamento
correto da ferramenta (i.e.
eficiência, condição, bateria
etc.) de acordo com as
prescrições do fabricante.
Sempre realize
todas as atividades
previstas nas
5 Regras de Ouro
Repita o teste de tensão
com o detector de contato
em todos os condutores e
partes metálicas das
estruturas (i.e. postes
metálicos, pontos
condutores de terceiros,
etc.)
Se a tensão for detectada,
a pessoa que executa o
trabalho deve se afastar
das partes energizadas
Conduza uma nova
avaliação de risco e
estabeleça as
medidas de
eliminação de risco
necessárias
Se a eliminação ou
controle do risco não for
possível, o trabalho deve
ser interrompido
permanentemente
(Política de StopWork)
Realize Stop Work
imediatamente
Fique alerta e
identifique as fontes
de tensão junto à
equipe.
09 10
- DECALOGUE para o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal
Mova-se para uma
distância segura,
longe das partes
energizadas
imediatamente
identificadas
Caso não seja possível
eliminar o risco,
estabeleça formas de
gerenciá-lo e
controlá-lo
Confira antes de
iniciar as atividades
Comportamentos corretos durante as atividades em caso de sinal de alerta
Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal
INTERNAL
16

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a OPERAÇÃO SEGURA DE EQUIPAMENTOS TIPO GUINDAUTO - DETECTOR DE TENSÃO PESSOAL.pptx

Segurança com pontes rolantes
Segurança com pontes rolantesSegurança com pontes rolantes
Segurança com pontes rolantes
João Junior
 
Apr canteiro geral de obra
Apr canteiro geral de obraApr canteiro geral de obra
Apr canteiro geral de obra
gabrielmc2
 
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.pptTREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
CESSTNET
 
Os op.guincho-elevador
Os   op.guincho-elevadorOs   op.guincho-elevador
Os op.guincho-elevador
Vivian Piwowarczyk
 
PONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.pptPONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.ppt
Vilson Stollmeier
 
PONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.pptPONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.ppt
Vilson Stollmeier
 
NR01 - APRESENTAÇÃO
NR01 - APRESENTAÇÃONR01 - APRESENTAÇÃO
NR01 - APRESENTAÇÃO
SisConnection
 
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
TerezinhaAmorim7
 
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talhaTreinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
RobertoKennedyVieira
 
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talhaTreinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
Salvador Campos Neto
 
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppttreinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
FlvioSegredo
 
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppttreinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
JTFSERVIOS
 
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptxTreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
rafaelrustiqueli
 
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptxTreinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
ssuser7d6b72
 
Segurança com Pontes Rolantes.ppt
Segurança com Pontes Rolantes.pptSegurança com Pontes Rolantes.ppt
Segurança com Pontes Rolantes.ppt
LuisGomes867866
 
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
LucasSantosBitti
 
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
ewertonbacas
 
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptxnr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
IvoneSobrinho1
 
Treinamento de segurança
Treinamento de segurançaTreinamento de segurança
Treinamento de segurança
Jupira Silva
 
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptxCAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
VandroSoaresPereira1
 

Semelhante a OPERAÇÃO SEGURA DE EQUIPAMENTOS TIPO GUINDAUTO - DETECTOR DE TENSÃO PESSOAL.pptx (20)

Segurança com pontes rolantes
Segurança com pontes rolantesSegurança com pontes rolantes
Segurança com pontes rolantes
 
Apr canteiro geral de obra
Apr canteiro geral de obraApr canteiro geral de obra
Apr canteiro geral de obra
 
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.pptTREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
TREINAMENTO PONTE ROLANDO LIMPA.ppt
 
Os op.guincho-elevador
Os   op.guincho-elevadorOs   op.guincho-elevador
Os op.guincho-elevador
 
PONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.pptPONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.ppt
 
PONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.pptPONTES ROLANTES 004.ppt
PONTES ROLANTES 004.ppt
 
NR01 - APRESENTAÇÃO
NR01 - APRESENTAÇÃONR01 - APRESENTAÇÃO
NR01 - APRESENTAÇÃO
 
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
01 - Treinamento - Op. de Empilhadeira.ppt
 
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talhaTreinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
 
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talhaTreinamento de-ponte-rolante-e-talha
Treinamento de-ponte-rolante-e-talha
 
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppttreinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
 
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppttreinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
treinamento-de-ponte-rolante-e-talha.ppt
 
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptxTreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
TreinamentoNR 11 - Transpaleteira (revisado)(1).pptx
 
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptxTreinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
Treinamento NR 11 - Transpaleteira (revisado).pptx
 
Segurança com Pontes Rolantes.ppt
Segurança com Pontes Rolantes.pptSegurança com Pontes Rolantes.ppt
Segurança com Pontes Rolantes.ppt
 
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
06 - nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
 
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
Treinamento NR 11. empilhadeira.................................
 
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptxnr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
nr12-trein-procedimento-martelete-eletrico.pptx
 
Treinamento de segurança
Treinamento de segurançaTreinamento de segurança
Treinamento de segurança
 
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptxCAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
CAPACITAÇÃO NR35 - Denis.pptx
 

Mais de MarceloRobson4

Atendimento de excelência ao cliente seu patrão
Atendimento de excelência ao cliente seu patrãoAtendimento de excelência ao cliente seu patrão
Atendimento de excelência ao cliente seu patrão
MarceloRobson4
 
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
MarceloRobson4
 
nr-10.ppt
nr-10.pptnr-10.ppt
nr-10.ppt
MarceloRobson4
 
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
MarceloRobson4
 
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
MarceloRobson4
 
Aula NR12.ppt
Aula NR12.pptAula NR12.ppt
Aula NR12.ppt
MarceloRobson4
 

Mais de MarceloRobson4 (6)

Atendimento de excelência ao cliente seu patrão
Atendimento de excelência ao cliente seu patrãoAtendimento de excelência ao cliente seu patrão
Atendimento de excelência ao cliente seu patrão
 
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
 
nr-10.ppt
nr-10.pptnr-10.ppt
nr-10.ppt
 
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
_ RECICLAGEM _ NR 10 _ SEP.pptx
 
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
1-Material de Divulgação IT-08 - WKI-HSEQ-HeS-17-0008-INBR - Trabalho em Altu...
 
Aula NR12.ppt
Aula NR12.pptAula NR12.ppt
Aula NR12.ppt
 

Último

Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Luzia Gabriele
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Falcão Brasil
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Falcão Brasil
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 

OPERAÇÃO SEGURA DE EQUIPAMENTOS TIPO GUINDAUTO - DETECTOR DE TENSÃO PESSOAL.pptx

  • 1. PRINCÍPIO 1 - Respeite a vida, ela deve vir em primeiro lugar. Tem sempre alguém esperando por você! PRINCÍPIO 2 - Planeje bem antes de iniciar qualquer atividade para evitar imprevistos, porém esteja preparado para enfrentá-los de forma proativa e segura PRINCÍPIO 3 – Faça bem feito. Priorize a qualidade sempre. Assim você alcança resultados, satisfaz o cliente, atua com segurança e cuida do meio ambiente. PRINCÍPIO 4 – Seja responsável pela sua vida e pela vida dos outros. Cuide, respeite e exerça corretamente o direito de recusa. Você é o exemplo! PRINCÍPIO 5 - Transmita confiança, seja positivo e trate todos como você gostaria de ser tratado. PRINCÍPIO 6 - Compartilhe informação e conhecimento de maneira simples e garanta que todos entenderam a mensagem. PRINCÍPIO 7 - Seja inovador, proponha soluções práticas, criativas e seguras. Bom dia!
  • 2. MOMENTO ENEL nº 22 ENEL BRASIL Período: 29 de maio à 04 de junho de 2022 Reforço de Instrução : Içamento e Movimentação de Carga (Operação Segura)
  • 3. INTERNAL OPERAÇÃO SEGURA – ATENÇÃO NA ATIVIDADE PARA TUDO NA VIDA PRECISAMOS TER ATENÇÃO: SEJA EM SIMPLES ATOS DO DIA A DIA COMO CAMINHAR, ATRAVESSAR UMA RUA, SINALIZAR UM VEÍCULO, CONVERSAR COM O CONSUMIDOR, ATÉ A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES QUE EXIGEM MAIS DE NÓS COMO INTERVIR COM ELETRICIDADE, OPERAR UM EQUIPAMENTO DE GRANDE PORTE, MOVIMENTAR UMA CARGA EM VIA MOVIMENTADA OU DEMAIS ATIVIDADES QUE NECESSITAM DA MÁXIMA ATENÇÃO E CUIDADO. ESTEJA SEMPRE ATENTO!! A ATENÇÃO AOS DETALHES DE UM TRABALHO ASSIM COMO UM BOM PLANEJAMENTO, FAZEM A DIFERENÇA NO RESULTADO DE UMA ATIVIDADE SEGURAMENTE COM QUALIDADE! CARGA
  • 4. INTERNAL  Avalie sempre as condições do terreno a ser realizado o serviço.  Durante a movimentação de cargas não deve ficar pessoas sob ou sobre a carga.  Jamais se ausente do equipamento quando o mesmo estiver na condição de operação  Nunca movimente o veículo se existir cargas suspensas. CUIDADOS AO OPERAR O EQUIPAMENTO REFORÇO DE CONCEITOS E PRÁTICAS PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS  As alavancas de controle devem ser movidas suavemente para controlar o fluxo de óleo, evitando assim movimentos bruscos e proporcionando uma maior segurança na movimentação da carga.  Esteja sempre atento as pessoas que podem estar próximos a carga ou na área de movimentação do equipamento.
  • 5. INTERNAL  Somente pessoas capacitadas e autorizadas podem operar o equipamento e se o mesmo estive em bom estado de conservação e uso.  Antes de cada içamento ou movimentação, realizar a inspeção visual do equipamento guindauto e acessório. Encontrando quaisquer não conformidades, deve ser paralisado a atividade e informado imediatamente a liderança para providencias.  Inspecionar o equipamento e acessórios em busca de corrosão, trincas, rachaduras, deformações, alongamento, amassamentos, desgaste por abrasão.  Atentar na identificação das cintas eslingas, cabos de aço e acessórios de fixação, se apresenta capacidade de carga adequada à movimentação da carga a ser içada.  Atentar-se aos danos na capa das cintas eslingas. Este dano não pode chegar ao ponto de transpor a capa expondo os filamentos internos da cinta.  No momento da inspeção utilize os formulários adequados. ATENÇÃO!!
  • 6. INTERNAL  A movimentação de cargas deverá ser iniciada e encerrada de forma lenta e progressiva, independentemente do equipamento que esteja sendo utilizado. Durante o deslocamento deverão ser evitados movimentos bruscos, tais como acelerações ou freadas bruscas;  O operador nunca deve deixar uma carga suspensa após o encerramento do expediente. CARGA EM MOVIMENTO
  • 7. INTERNAL  Sempre que for utilizar o equipamento para içar a carga, deve-se extender os estabilizadores e abaixar as sapatas, de modo a evitar a inclinação lateral do veículo.  Todos os colaboradores deverão estar atento as partes moveis dos equipamentos. (lanças, braços, sapatas, e etc).  Para a movimentação segura de qualquer carga (equipamentos, postes, transformadores e dentre outros), deve-se respeitar o Centro de Gravidade (equilibrio da carga).
  • 8. INTERNAL OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO TIPO GUINDAUTO Nas operações devem ser utilizados todos os equipamentos de proteção individual e coletiva previstos atualmente nos procedimentos, porém deve ser acrescentada a prática do uso, pelo operador do Guindauto, de banqueta isolante devidamente ensaiada eletricamente e luvas isolantes de classe 2.
  • 9. INTERNAL Nunca permaneça no raio de ação das lanças ou abaixo da carga suspensa. Avise o operador no caso de necessidade de aproximação. Ao abrir as lanças dos cilindros das sapatas, certifique-se que estes estão dentro do seu campo de visão, em ambos os lados do veículo. Antes de estabilizar o veículo, examine as condições do solo. É proibido apoiar o veículo nas tampas de esgotos ou caixas de inspeção. OPERAÇÃO DO EQUIPAMENTO TIPO GUINDAUTO
  • 11. INTERNAL 11 Copyright © 2021 Enel S.p.A. All rights reserved.
  • 12. INTERNAL 12 Copyright © 2021 Enel S.p.A. All rights reserved.
  • 13. SAFETY ALERT 07-C-F-2022 – Goias Brasil – May, 5th 2022 – Fatal Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal H&S Global Infrastructure & Networks
  • 14. INTERNAL Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal - 07-C-F-2022 – GI&N Brasil – Goias, 05/05/2022 – Fatal O Detector de Tensão de Uso Pessoal é um dispositivo que detecta a presença de pontos energizados na rede através do campo elétrico gerado por eles, avisando ao usuário sobre à aproximação perigosa deles. O propósito do dispositivo (Detector de Tensão de Uso Pessoal) é avisar ao usuário pelos meio auditivo e/ou alarme visual, da proximidade do condutor ou da fonte energizada, afim de evitar aproximação ou contato (não voluntários). O Detector de Tensão de Uso Pessoal não substitui os EPI’s e nem os sistemas de detecção de contato (acústico e luminoso) na performance de operações de detecção de tensão
  • 15. INTERNAL 01 02 03 04 05 06 07 08 Verifique o funcionamento correto da ferramenta (i.e. eficiência, condição, bateria etc.) de acordo com as prescrições do fabricante. Sempre realize todas as atividades previstas nas 5 Regras de Ouro Repita o teste de tensão com o detector de contato em todos os condutores e partes metálicas das estruturas (i.e. postes metálicos, pontos condutores de terceiros, etc.) Se a tensão for detectada, a pessoa que executa o trabalho deve se afastar das partes energizadas Conduza uma nova avaliação de risco e estabeleça as medidas de eliminação de risco necessárias Se a eliminação ou controle do risco não for possível, o trabalho deve ser interrompido permanentemente (Política de StopWork) Realize Stop Work imediatamente Fique alerta e identifique as fontes de tensão junto à equipe. 09 10 - DECALOGUE para o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal Mova-se para uma distância segura, longe das partes energizadas imediatamente identificadas Caso não seja possível eliminar o risco, estabeleça formas de gerenciá-lo e controlá-lo Confira antes de iniciar as atividades Comportamentos corretos durante as atividades em caso de sinal de alerta Recomendações sobre o uso do Detector de Tensão de Uso Pessoal