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Novo ano  Novo trimestre Novo tema: Os livros poéticos (I) O livro dos Salmos Estudo 01 O valor da poesia na Antiguidade Introdução
A poesia na antiguidade 1) Há registros dela na civilização sumeriana (3000 a.C); 2) Homero (800 a.C) e Heródoto (400 a.C.) seriam os seus precursores no mundo grego; 3) Na Bíblia, Jó (1800 a.C), Moisés (1500 a.C.) e Davi (1.000 a.C);
4) Os salmos foram escritos em cerca de 10 séculos, desde Jó, até os tempos da Restauração; 5) São 150 capítulos com 2461 versículos; 6) Deles cerca de metade são atribuídos a Davi (de  73 a 84, divergem); 7) Os historiadores dizem no entanto, que nem todos foram de autoria direta dele, mas da sua equipe.
8) Outros poemas foram escritos na Bíblia; 9) Só Salomão escreveu milhares deles além dos três livros que deixou  (1Rs 4.32); 10) Nós vamos começar nosso tema,vendo alguns salmos que não constam no livro; 11) O salmo era uma forma do povo de Deus expressar suas emoções diante de Deus; 12) Nesta primeira lição vamos ver alguns deles. A nossa história vai levar-nos:
1) Nesta região da moderna Jerusalém vê-se a estrada que ao centro, conduz os viajantes a Belém da Judéia
Esta hoje, é Belém da  Judéia, a terra que foi o berço dos salmos. Nestas colinas Davi guardava as ovelhas de Jessé
Mais ao norte, estaria Nazaré, a região que foi ocupada por Davi e seus exércitosquando se tornou rei.
Os salmos eram a forma do povo de Deus expressar o seu sentimento diante do Senhor. É num panorama físico e geográfico como este que vemos, que muitos deles serão escritos em função das diversas situações pelas quais o povo de Deus passava, e especialmente o rei-poeta, Davi
O primeiro dos salmos de Davi registrado na Palavra de Deus está contido no segundo livro de Samuel, quando o rei-poeta após alcançar as vitórias que o levaram a unificar o reino de Israel e dar início à constituição da nação de Judá, vai à casa do Senhor, por certo a Tenda da Aliança ainda que ele havia trazido para dentro de Jerusalém que começava a edificar-se, agradece ao Senhor e apresenta a ele o seu anelo maior: a construção do templo de Israel.
2Samuel 7.18-29 18. Então entrou o rei Davi, e sentou-se perante o Senhor, e disse: Quem sou eu, Senhor Jeová, e que é a minha casa, para me teres trazido até aqui? 19. E isso ainda foi pouco aos teus olhos, Senhor Jeová, senão que também falaste da casa do teu servo para tempos distantes; e me tens mostrado gerações futuras, ó Senhor Jeová? 20. Que mais te poderá dizer Davi? pois tu conheces bem o teu servo, ó Senhor Jeová. 21. Por causa da tua palavra, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza, revelando-a ao teu servo.
2Samuel 7.18-29 22. Portanto és grandioso, ó Senhor Jeová, porque ninguém há semelhante a ti, e não há Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos. 23. Que outra nação na terra é semelhante a teu povo Israel, a quem tu, ó Deus, foste resgatar para te ser povo, para te fazeres um nome, e para fazeres a seu favor estas grandes e terríveis coisas para a tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste para ti do Egito, desterrando nações e seus deuses? 24. Assim estabeleceste o teu povo Israel por teu povo para sempre, e tu, Senhor, te fizeste o seu Deus.
2Samuel 7.18-29 25. Agora, pois, ó Senhor Jeová, confirma para sempre a palavra que falaste acerca do teu servo e acerca da sua casa, e faze como tens falado, 26. para que seja engrandecido o teu nome para sempre, e se diga: O Senhor dos exércitos é Deus sobre Israel; e a casa do teu servo será estabelecida diante de ti. 27. Pois tu, Senhor dos exércitos, Deus de Israel, fizeste uma revelação ao teu servo, dizendo: Edificar-te-ei uma casa. Por isso o teu servo se animou a fazer-te esta oração. 28. Agora, pois, Senhor Jeová, tu és Deus, e as tuas palavras são verdade, e tens prometido a teu servo este bem.
2Samuel 7.18-29 29. Sê, pois, agora servido de abençoar a casa do teu   servo, para que subsista para sempre diante de ti; pois tu, ó Senhor Jeová, o disseste; e com a tua bênção a casa do teu servo será abençoada para sempre.
O segundo dos salmos de Davi, está registrado em 2Samuel 22, e é um cântico de louvor e gratidão ao Senhor por todas as vitórias que lhe concedeu. Podemos nele verificar a onipotência de Deus em suas sete partes: 1a.) A onipotência graciosa (2 a 7) 2a.) A onipotência grandiosa (8 a 16) 3a.) A onipotência piedosa (17 a 20) 4a.) A onipotência exigente (21 a 27) 5a.) A onipotência justa (28 a 32) 6a.) A onipotência abençoadora (33 a 46) 7a.) O louvor a esta onipotência (47 a 51)
1a.) A onipotência graciosa do Pai (2 a 7) 2. O Senhor é o meu rochedo, a minha fortaleza e o meu libertador. 3. É meu Deus, a minha rocha, nele confiarei; é o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador! da violência tu me livras. 4. Ao Senhor invocarei, pois é digno de louvor; assim serei salvo dos meus inimigos. 5. As ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me atemorizaram. 6. Cordas do Seol me cingiram, laços de morte me envolveram. 7. Na minha angústia invoquei ao Senhor; sim, a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.
2a.)A onipotência grandiosa de Deus (8 a 16) 8. Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram; abalaram-se porque ele se irou. 9. Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca um fogo devorador, que pôs carvões em chamas. 10. Ele abaixou os céus, e desceu; e havia escuridão debaixo dos seus pés. 11. Montou num querubim, e voou; apareceu sobre as asas do vento. 12. E por tendas pôs trevas ao redor de si, ajuntamento de águas, espessas nuvens do céu. 13. Pelo resplendor da sua presença acenderam-se brasas de fogo. 14. Do céu trovejou o Senhor, o Altíssimo fez soar a sua voz. 15. Disparou flechas, e os dissipou; raios, e os desbaratou. 16. Então apareceram as profundezas do mar; os fundamentos do mundo se descobriram, pela repreensão do Senhor, pelo assopro do vento das suas narinas.
3a)A onipotência piedosa do Senhor (17a 20) 17. Estendeu do alto a sua mão e tomou-me; tirou-me das muitas águas. 18. Livrou-me do meu possante inimigo, e daqueles que me odiavam; porque eram fortes demais para mim. 19. Encontraram-me no dia da minha calamidade, porém o Senhor se fez o meu esteio. 20. Conduziu-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.
4a)A onipotência exigente de Deus (21 a 27) 21. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu. 22. Porque guardei os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus. 23. Pois todos os seus preceitos estavam diante de mim, e dos seus estatutos não me desviei. 24.  Fui perfeito para com ele, e guardei-me da minha iniqüidade. 25.  Por isso me retribuiu o Senhor conforme a minha justiça, conforme a minha pureza diante dos seus olhos. 26.  Para com o benigno te mostras benigno; para com o perfeito te mostras perfeito, 27. para com o puro te mostras puro, mas para com o perverso te mostras avesso.
5a.) A onipotência justa (28 a 32) 28. Livrarás o povo que se humilha, mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás. 29. Porque tu, Senhor, és a minha candeia; e o Senhor alumiará as minhas trevas. 30. Pois contigo passarei pelo meio dum esquadrão; com o meu Deus transporei um muro. 31. Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito, e a palavra do Senhor é fiel; é ele o escudo de todos os que nele se refugiam. 32. Pois quem é Deus, senão o Senhor? e quem é rocha, senão o nosso Deus?
6a.) A onipotência abençoadora (33 a 46) 33. Deus é a minha grande fortaleza; e ele torna perfeito o meu caminho. 34. Faz ele os meus pés como os das gazelas, e me põe sobre as minhas alturas. 35. Ele instrui as minhas mãos para a peleja, de modo que os meus braços podem entesar um arco de bronze. 36. Também me deste o escudo da tua salvação, e tua brandura me engrandece. 37. Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos... 44. Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para ser o cabeça das nações; um povo que eu não conhecia me serviu.
7a.) O louvor a esta onipotência (47 a 51) 47. O Senhor vive; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação, 48. o Deus que me deu vingança, e sujeitou povos debaixo de mim, 49. e me tirou dentre os meus inimigos; porque tu me exaltaste sobre os meus adversários; tu me livraste do homem violento. 50. Por isso, ó Senhor, louvar-te-ei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome. 51. Ele dá grande livramento a seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e a sua descendência para sempre.
Conclusões 1. Estamos por iniciar um dos mais belos e profundos percursos que a Palavra de Deus nos oferece; 2. Que saibamos tirar proveito dele; 3. Que os salmos de Davi nos inspirem a como ele, voltar-nos sempre para o nosso Deus, nos momentos mais diferentes do viver. 4. Que as lições deste trimestre nos façam crescer em nossa vida cristã.

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O Valor da Poesia na Antiguidade

  • 1. Novo ano Novo trimestre Novo tema: Os livros poéticos (I) O livro dos Salmos Estudo 01 O valor da poesia na Antiguidade Introdução
  • 2. A poesia na antiguidade 1) Há registros dela na civilização sumeriana (3000 a.C); 2) Homero (800 a.C) e Heródoto (400 a.C.) seriam os seus precursores no mundo grego; 3) Na Bíblia, Jó (1800 a.C), Moisés (1500 a.C.) e Davi (1.000 a.C);
  • 3. 4) Os salmos foram escritos em cerca de 10 séculos, desde Jó, até os tempos da Restauração; 5) São 150 capítulos com 2461 versículos; 6) Deles cerca de metade são atribuídos a Davi (de 73 a 84, divergem); 7) Os historiadores dizem no entanto, que nem todos foram de autoria direta dele, mas da sua equipe.
  • 4. 8) Outros poemas foram escritos na Bíblia; 9) Só Salomão escreveu milhares deles além dos três livros que deixou (1Rs 4.32); 10) Nós vamos começar nosso tema,vendo alguns salmos que não constam no livro; 11) O salmo era uma forma do povo de Deus expressar suas emoções diante de Deus; 12) Nesta primeira lição vamos ver alguns deles. A nossa história vai levar-nos:
  • 5. 1) Nesta região da moderna Jerusalém vê-se a estrada que ao centro, conduz os viajantes a Belém da Judéia
  • 6. Esta hoje, é Belém da Judéia, a terra que foi o berço dos salmos. Nestas colinas Davi guardava as ovelhas de Jessé
  • 7. Mais ao norte, estaria Nazaré, a região que foi ocupada por Davi e seus exércitosquando se tornou rei.
  • 8. Os salmos eram a forma do povo de Deus expressar o seu sentimento diante do Senhor. É num panorama físico e geográfico como este que vemos, que muitos deles serão escritos em função das diversas situações pelas quais o povo de Deus passava, e especialmente o rei-poeta, Davi
  • 9. O primeiro dos salmos de Davi registrado na Palavra de Deus está contido no segundo livro de Samuel, quando o rei-poeta após alcançar as vitórias que o levaram a unificar o reino de Israel e dar início à constituição da nação de Judá, vai à casa do Senhor, por certo a Tenda da Aliança ainda que ele havia trazido para dentro de Jerusalém que começava a edificar-se, agradece ao Senhor e apresenta a ele o seu anelo maior: a construção do templo de Israel.
  • 10. 2Samuel 7.18-29 18. Então entrou o rei Davi, e sentou-se perante o Senhor, e disse: Quem sou eu, Senhor Jeová, e que é a minha casa, para me teres trazido até aqui? 19. E isso ainda foi pouco aos teus olhos, Senhor Jeová, senão que também falaste da casa do teu servo para tempos distantes; e me tens mostrado gerações futuras, ó Senhor Jeová? 20. Que mais te poderá dizer Davi? pois tu conheces bem o teu servo, ó Senhor Jeová. 21. Por causa da tua palavra, e segundo o teu coração, fizeste toda esta grandeza, revelando-a ao teu servo.
  • 11. 2Samuel 7.18-29 22. Portanto és grandioso, ó Senhor Jeová, porque ninguém há semelhante a ti, e não há Deus senão tu só, segundo tudo o que temos ouvido com os nossos ouvidos. 23. Que outra nação na terra é semelhante a teu povo Israel, a quem tu, ó Deus, foste resgatar para te ser povo, para te fazeres um nome, e para fazeres a seu favor estas grandes e terríveis coisas para a tua terra, diante do teu povo, que tu resgataste para ti do Egito, desterrando nações e seus deuses? 24. Assim estabeleceste o teu povo Israel por teu povo para sempre, e tu, Senhor, te fizeste o seu Deus.
  • 12. 2Samuel 7.18-29 25. Agora, pois, ó Senhor Jeová, confirma para sempre a palavra que falaste acerca do teu servo e acerca da sua casa, e faze como tens falado, 26. para que seja engrandecido o teu nome para sempre, e se diga: O Senhor dos exércitos é Deus sobre Israel; e a casa do teu servo será estabelecida diante de ti. 27. Pois tu, Senhor dos exércitos, Deus de Israel, fizeste uma revelação ao teu servo, dizendo: Edificar-te-ei uma casa. Por isso o teu servo se animou a fazer-te esta oração. 28. Agora, pois, Senhor Jeová, tu és Deus, e as tuas palavras são verdade, e tens prometido a teu servo este bem.
  • 13. 2Samuel 7.18-29 29. Sê, pois, agora servido de abençoar a casa do teu servo, para que subsista para sempre diante de ti; pois tu, ó Senhor Jeová, o disseste; e com a tua bênção a casa do teu servo será abençoada para sempre.
  • 14. O segundo dos salmos de Davi, está registrado em 2Samuel 22, e é um cântico de louvor e gratidão ao Senhor por todas as vitórias que lhe concedeu. Podemos nele verificar a onipotência de Deus em suas sete partes: 1a.) A onipotência graciosa (2 a 7) 2a.) A onipotência grandiosa (8 a 16) 3a.) A onipotência piedosa (17 a 20) 4a.) A onipotência exigente (21 a 27) 5a.) A onipotência justa (28 a 32) 6a.) A onipotência abençoadora (33 a 46) 7a.) O louvor a esta onipotência (47 a 51)
  • 15. 1a.) A onipotência graciosa do Pai (2 a 7) 2. O Senhor é o meu rochedo, a minha fortaleza e o meu libertador. 3. É meu Deus, a minha rocha, nele confiarei; é o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador! da violência tu me livras. 4. Ao Senhor invocarei, pois é digno de louvor; assim serei salvo dos meus inimigos. 5. As ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me atemorizaram. 6. Cordas do Seol me cingiram, laços de morte me envolveram. 7. Na minha angústia invoquei ao Senhor; sim, a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.
  • 16. 2a.)A onipotência grandiosa de Deus (8 a 16) 8. Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram; abalaram-se porque ele se irou. 9. Das suas narinas subiu fumaça, e da sua boca um fogo devorador, que pôs carvões em chamas. 10. Ele abaixou os céus, e desceu; e havia escuridão debaixo dos seus pés. 11. Montou num querubim, e voou; apareceu sobre as asas do vento. 12. E por tendas pôs trevas ao redor de si, ajuntamento de águas, espessas nuvens do céu. 13. Pelo resplendor da sua presença acenderam-se brasas de fogo. 14. Do céu trovejou o Senhor, o Altíssimo fez soar a sua voz. 15. Disparou flechas, e os dissipou; raios, e os desbaratou. 16. Então apareceram as profundezas do mar; os fundamentos do mundo se descobriram, pela repreensão do Senhor, pelo assopro do vento das suas narinas.
  • 17. 3a)A onipotência piedosa do Senhor (17a 20) 17. Estendeu do alto a sua mão e tomou-me; tirou-me das muitas águas. 18. Livrou-me do meu possante inimigo, e daqueles que me odiavam; porque eram fortes demais para mim. 19. Encontraram-me no dia da minha calamidade, porém o Senhor se fez o meu esteio. 20. Conduziu-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque tinha prazer em mim.
  • 18. 4a)A onipotência exigente de Deus (21 a 27) 21. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu. 22. Porque guardei os caminhos do Senhor, e não me apartei impiamente do meu Deus. 23. Pois todos os seus preceitos estavam diante de mim, e dos seus estatutos não me desviei. 24. Fui perfeito para com ele, e guardei-me da minha iniqüidade. 25. Por isso me retribuiu o Senhor conforme a minha justiça, conforme a minha pureza diante dos seus olhos. 26. Para com o benigno te mostras benigno; para com o perfeito te mostras perfeito, 27. para com o puro te mostras puro, mas para com o perverso te mostras avesso.
  • 19. 5a.) A onipotência justa (28 a 32) 28. Livrarás o povo que se humilha, mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás. 29. Porque tu, Senhor, és a minha candeia; e o Senhor alumiará as minhas trevas. 30. Pois contigo passarei pelo meio dum esquadrão; com o meu Deus transporei um muro. 31. Quanto a Deus, o seu caminho é perfeito, e a palavra do Senhor é fiel; é ele o escudo de todos os que nele se refugiam. 32. Pois quem é Deus, senão o Senhor? e quem é rocha, senão o nosso Deus?
  • 20. 6a.) A onipotência abençoadora (33 a 46) 33. Deus é a minha grande fortaleza; e ele torna perfeito o meu caminho. 34. Faz ele os meus pés como os das gazelas, e me põe sobre as minhas alturas. 35. Ele instrui as minhas mãos para a peleja, de modo que os meus braços podem entesar um arco de bronze. 36. Também me deste o escudo da tua salvação, e tua brandura me engrandece. 37. Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus artelhos... 44. Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para ser o cabeça das nações; um povo que eu não conhecia me serviu.
  • 21. 7a.) O louvor a esta onipotência (47 a 51) 47. O Senhor vive; bendita seja a minha rocha, e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação, 48. o Deus que me deu vingança, e sujeitou povos debaixo de mim, 49. e me tirou dentre os meus inimigos; porque tu me exaltaste sobre os meus adversários; tu me livraste do homem violento. 50. Por isso, ó Senhor, louvar-te-ei entre as nações, e entoarei louvores ao teu nome. 51. Ele dá grande livramento a seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e a sua descendência para sempre.
  • 22. Conclusões 1. Estamos por iniciar um dos mais belos e profundos percursos que a Palavra de Deus nos oferece; 2. Que saibamos tirar proveito dele; 3. Que os salmos de Davi nos inspirem a como ele, voltar-nos sempre para o nosso Deus, nos momentos mais diferentes do viver. 4. Que as lições deste trimestre nos façam crescer em nossa vida cristã.