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O uso das Tecnologias e Mídias na Educação




Mídias na Educação " Resenha Crítica "
RESENHA
FISCHER, Rosa Maria Bueno. Mídia, Máquinas de Imagens e Práticas Pedagógicas.
Revista Brasileira  de   Educação    v.   12    n.   35    maio/ago.    2007

                        Por: Abisai Bastos, Josevânia F. Brandão
                            Leonete Gomes, Marcia de Alencar
                            Silas Nascimento

CREDENCIAIS DA AUTORAROSA MARIA BUENO FISCHER doutora em
Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é professora da
mesma instituição, na qual coordena o Núcleo de Estudos sobre Mídia, Educação e
Subjetividade (NEMES). É pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento
Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1998 e editora da revista Educação &
Realidade. Foi coordenadora do grupo de trabalho (GT) Educação e Comunicação da
ANPEd, em 2005 e 2006. É membro do Comitê Científico da ANPEd (2007).
Publicações recentes: Educação & televisão: fruir e pensar a TV (3. ed., Belo
Horizonte: Autêntica, 2006); Infância, mídia e experiência (In: GURSKI, R.;
DALPIAZ, S.; VERDI, M. S. (Orgs.). Cenas da vida atual. A família, a escola e a
clínica. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2006); Escrita acadêmica: arte de assinar o que se lê (In:
COSTA, Marisa Vorraber; BUJES, Maria Isabel Edelweiss (Orgs.). Caminhos
investigativos III: riscos e possibilidades de pesquisar nas fronteiras. Rio de Janeiro:
DP&A, 2005). Pesquisa em andamento: “Alteridade e cultura midiática: memórias de
juventude”, com financiamento do CNPq. E-mail: rosabfischer@terra.com.b
   NA ocasião do texto resenhado mídia, máquina de imagens e prática pedagógica de
Rosa Maria Bueno Fischer no qual traz um conjunto de idéias que subverte a ordem
estabelecida do uso das novas tecnologias que transformam o comportamento dos
alunos e o modo de vida de todas as pessoas que se adéquam a essa nova forma de
conhecimento , de maneira lúdica está invadindo as salas de aula. O artigo está
dividido em seis subtítulos que vão destrinchando o uso dos novos aparatos
tecnológicos nas unidades escolares e como o uso do mesmo altera de uma forma ou de
outra o aprendizado do aluno.        Para discutir o tema mídia máquinas de imagens e
práticas pedagógicas a autora partiu de três cenas de pessoas diferentes nas quais faz uso
dos sistemas tecnológicos o primeiro tema aborda as novas tecnologias Ou
transformações históricas nos modos de fazer e aprender. E essas transformações forma
no excessivo e acumulo de informações, a velocidade de acesso aos fatos, novo modo
de viver a intimidade e a privacidade, outro modo de compreender o que seria diferente
e miscigenação de linguagens. Lançando quebra de paradigmas no currículo escolar
  Se observarmos bem todos os tópicos anteriores apontam para uma expressão que
temos chamado no domínio das imagens de novas tecnologias. Como bem lembra o
estudioso Philippe Dubois (2004), essa expressão remete invariavelmente, em nosso
tempo a instrumentos técnicos da informática, uma série de recurso que permitem a
fabricação de imagens. Defendendo a necessidade de um movimento incessante do
pensamento no estudo das complexas relações que podem fazer entre mídia e educação.
Para autora podemos perder de vista que ao escolher a expressão novas tecnologias
estão assumindo uma verdade hegemônica de nosso tempo pela qual se privilegia o
novo pelo novo promovendo apagamentos. Outro apagamento comum nessa discussão
de caráter eminentemente conservador é o que separa em mundos diferentes homens e
máquinas arte e tecnologia como se isso fosse de algum modo possível. Como se
linguagem a aprendizagem da fala da leitura e da escrita, por exemplo, não fossem
também elas tecnologias absolutamente. O importante é sublinhar que todas essas
mídias do rádio a internet á televisão tem um caráter de onipresença tornam-se cada vez
mais essenciais em nossas experiências contemporâneas e assumem características de
produção veiculação consumo e usos específicos em cada lugar do mundo. Na
pesquisa alteridade e cultura midiática: memórias da juventude para citar um exemplo
de como se poderia visualizar o debate aqui proposto, busco marcas de produtos dos
meios de comunicação e da publicidade na historia de jovens estudantes de 15 a 25 anos
sobre sua historia com a cultura do espetáculo, do consumo e das celebridades
narcísicas. É interessante ver que especialmente nos produtos da publicidade sem falar
em um conjunto quase interminável de seriados em geral de origem norte-americana,
encontramos essa recorrência: jovens que se tornam o, ponto de chegada e de desejo
para os mais velhos e para crianças e adolescentes, mas que vem ás volta com um
passado muito recente cujas marcas são dadas por produtos midiáticos diversos. Usando
esse exemplo a autora explicita a preocupação com um recorte especifico de estudo no
caso relações entre memórias mídia e juventude no Brasil. O importante é esse
movimento do presente ao passado e do passado ao presente; Bérgson diz que não se
trata na memória de uma regressão ao passado, mas de um progresso do passado ao
presente. O nosso presente, hoje é feito fortemente de narrativas a que temos acesso por
nossas relações com a internet e a televisão ; é esse presente com todas as suas
metáforas ícones modos de simbolizar nossas experiências mais diversas. A televisão já
se disse tantas vezes é uma grande contadora de historias ela faz-nos retrospectivas a
cada final de ano a cada década e ate de século. Como vivemos na entrada do ano 2000.
A analise de algumas narrativas da mídia, por exemplo, aquelas referentes á vida de um
jogador de futebol ou uma jovem desportista de ginástica olímpica, pode ajudar a
compreender o que diga. Tudo se mescla tudo se confunde. Com uma velocidade e uma
instantaneidade inimagináveis em outros tempos não só temos acesso a informações e
imagens, mas ouvimos e lemos historias transformadas em grandes feitos marcados por
uma adjetivação de excelência onde tudo é super. Cada vez que uma nova tecnologia
de comunicação surge, cada vez que uma nova máquina de imagens se impõe ela chega
como moda e novidade e parece colocar na sombra máquina anteriores em seqüência é
que aconteceu com o surgimento da fotografia do cinema e da televisão. Ou seja,
estudar os processos de produção de materiais audiovisuais as diferentes formas de
recepção e uso das informações narrativas e interpelações de programas de televisão
filmes, vídeos, jogos eletrônicos, corresponderia. A prática eminentemente pedagógica e
indispensável ao professor que atua nestes tempos. O pensamento critica sobre essa
matéria não estaria em simplesmente acompanhar um pretenso progresso evolutivo da
produção e do uso de imagens com tecnologias cada vez mais sofisticadas e os
respectivos problemas com uma possível regressão do artístico e do humano. Estamos
tratando aqui de um problema conceitual da maior importância: crianças hoje se
alfabetizam numa época em que as próprias tecnologias de informação e comunicação
nos forçam a pensar de outra forma o que muitos filósofos e artistas já discutiram há
pelo menos 30 a 40 anos. Mas são essas mesmas tecnologias essas mesmas maquinas de
imagens que fascinam que interpelam com seus produtos as crianças jovens adultos de
todas as idades. Estudá-las na complexidade de todas as relações em jogo de produção e
criação de veiculação e consumo. Para concluir a autora dize que a possibilidade de
operar com os materiais midiáticos nos espaços escolares para além dos conhecidos
exercícios de critica reducionista aos meios de comunicação que parece restringir-se
majoritariamente a desvelar . Nesse sentido de educação audiovisual imagino que o
cinema tenha muito a acrescentar ao trabalho pedagógico escolar. Quando o filosofo
Alain Badiou fala sobre a pureza e a impureza das imagens cinematográficas mostra-nos
que o cinema é uma arte suja que parte da desordem se faz em meios a problemas de
dinheiro de lucro da lógica do mercado que exige cenários,paisagens,gente,espaços
diferente As novas tecnologias estão assumindo uma verdade hegemônica de nosso
tempo pelo qual se privilegia o novo pelo novo e com uso afirma Pedro Deno (1990)
somos desafiados a inovar, mas com método e perspectiva cientifica somente
construímos novas formas de educar pela vida do questionamento sistemático de nossa
prática pedagógica e ao inovar essas práticas com o novo estamos construindo novos
saberes. Uma vez que poucos se sabe as formas como as crianças e os jovens de hoje se
comunicam e sobre como constroem significados por meio da nova linguagem
praticada com a novas tecnologias. É partido do pressuposto do trabalho em sala de aula
com imagens e mídia o novo aparato tecnológico o autor aborda que quando se
discutem as tais novas tecnologias. A uma discussão sobre o assunto entre mídia
tecnológica e educação e fundamental determinar de que grupos estão falando de que
época e de que região do planeta estamos tratando. A comunidade escolar que não
preparam seus educando para usar esse aparato tecnológico poderá cair em atrito, entre
os alunos, pois o jovem que vão fazer uso da mesma, nos horários para pesquisar é mais
atrativo navegar na internet e/ou os jogos virtuais, uma vez que se não forem preparados
anteriormente pelo professor. Todos os tópicos indicam para uma civilização da era
digital e cheio de imagens, o trabalho com os mesmo veio para confrontar o modelo de
conhecimento e das antigas relações sócias da educação. O texto aponta para uma nova
formula de educação e diferente perspectiva da aprendizagem. Antonio De Las Heras,
educador espanhol, diz que as tecnologias da informação e da comunicação cegam as
escolas “de fora para dentro” GOUVÊA “O professor será mais importante do que
nunca, pois ele precisa se apropriar dessa tecnologia e introduzi-la na sala de aula”. Os
educadores sempre tiveram relação direta com os materiais didáticos como; os livros,
giz, quadro, negro e o papel. E ao longo do tempo mudou muito, o universo de recursos
do docente entrou em expansão. O professor hoje pode não contar com o velho material,
mas encorpou a internet, com seus antigos materiais didáticos trazendo novas
perspectivas para o ensino. A televisão e a internet marcam presença cada vez mais na
sala de aula. Trazendo novas perspectivas para o ensino - aprendizado. Não podemos
esquecer que as tecnologias em sala de aula ela não veio substituir o professor, mas
pode desvalorizar sua presença, veja o exemplo certa professora de geografia dando
aula sobre mapas e uma aluna diz - professora porque eu tenho que aprender isso, se
meu pai tem GPS. Em contra partida o programa TV escola, veio para as unidades
escolares para auxiliar o professor em sala de aula e uma ferramenta enriquecedora
como apoio pedagógico no mundo virtual. Portanto, o novo professor e as novas
maneiras de ensinar mudaram, devemos fazer um elo entre quadro negro, giz, livros, TV
e computador. Os dois últimos reforçam o aprendizado da nova geração dos alunos
internauta. Devem ser de forma integrado. Para que isso aconteça o corpo docente
devem ter uma preparação com o uso das máquinas multi mídias, deixando suas aulas
motivadoras e enriquecidas, assim no futuro próximo possamos ter resultados bons. Pois
o uso da tecnologia em sala de aula, não e um simples passar de filmes ou imagens ou
até mesmo uma pesquisa, envolve todo um contexto que envolve uma organização do
corpo docente. Para tanto, as noticias vêem muna velocidade imensa que não podemos
fechar os olhos para essa nova visão de futuro uma sala toda equipada
tecnologicamente. Pellegrini (2000) diz que trancado na sala dando à mesma aula de
sempre, alheio ao que acontece no restante da escola. . Se o mundo globalizado acendeu
uma nova direção para que todos busquem nova informação, em todas as áreas do
conhecimento, sobretudo a do ensino escolar. Os empregos destes recursos podem
promover     e     aperfeiçoar   a     força    do      processo   do    aprendizado.


Referencias BibliograficaRevista TV Escola: Tecnologia na educação;Pátio Revista
Pedagogica;Carta na Escols:A ciências do tempo:Fischer, Rosa Maria Bueno: Artigo
Mídia, máquina de imagens e prática pedagógica

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  • 1. O uso das Tecnologias e Mídias na Educação Mídias na Educação " Resenha Crítica " RESENHA FISCHER, Rosa Maria Bueno. Mídia, Máquinas de Imagens e Práticas Pedagógicas. Revista Brasileira de Educação v. 12 n. 35 maio/ago. 2007 Por: Abisai Bastos, Josevânia F. Brandão Leonete Gomes, Marcia de Alencar Silas Nascimento CREDENCIAIS DA AUTORAROSA MARIA BUENO FISCHER doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é professora da mesma instituição, na qual coordena o Núcleo de Estudos sobre Mídia, Educação e Subjetividade (NEMES). É pesquisadora do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde 1998 e editora da revista Educação & Realidade. Foi coordenadora do grupo de trabalho (GT) Educação e Comunicação da ANPEd, em 2005 e 2006. É membro do Comitê Científico da ANPEd (2007). Publicações recentes: Educação & televisão: fruir e pensar a TV (3. ed., Belo Horizonte: Autêntica, 2006); Infância, mídia e experiência (In: GURSKI, R.; DALPIAZ, S.; VERDI, M. S. (Orgs.). Cenas da vida atual. A família, a escola e a clínica. Ijuí: Ed. UNIJUÍ, 2006); Escrita acadêmica: arte de assinar o que se lê (In: COSTA, Marisa Vorraber; BUJES, Maria Isabel Edelweiss (Orgs.). Caminhos investigativos III: riscos e possibilidades de pesquisar nas fronteiras. Rio de Janeiro: DP&A, 2005). Pesquisa em andamento: “Alteridade e cultura midiática: memórias de juventude”, com financiamento do CNPq. E-mail: rosabfischer@terra.com.b NA ocasião do texto resenhado mídia, máquina de imagens e prática pedagógica de Rosa Maria Bueno Fischer no qual traz um conjunto de idéias que subverte a ordem estabelecida do uso das novas tecnologias que transformam o comportamento dos alunos e o modo de vida de todas as pessoas que se adéquam a essa nova forma de conhecimento , de maneira lúdica está invadindo as salas de aula. O artigo está dividido em seis subtítulos que vão destrinchando o uso dos novos aparatos tecnológicos nas unidades escolares e como o uso do mesmo altera de uma forma ou de outra o aprendizado do aluno. Para discutir o tema mídia máquinas de imagens e práticas pedagógicas a autora partiu de três cenas de pessoas diferentes nas quais faz uso dos sistemas tecnológicos o primeiro tema aborda as novas tecnologias Ou transformações históricas nos modos de fazer e aprender. E essas transformações forma no excessivo e acumulo de informações, a velocidade de acesso aos fatos, novo modo de viver a intimidade e a privacidade, outro modo de compreender o que seria diferente e miscigenação de linguagens. Lançando quebra de paradigmas no currículo escolar Se observarmos bem todos os tópicos anteriores apontam para uma expressão que temos chamado no domínio das imagens de novas tecnologias. Como bem lembra o estudioso Philippe Dubois (2004), essa expressão remete invariavelmente, em nosso tempo a instrumentos técnicos da informática, uma série de recurso que permitem a fabricação de imagens. Defendendo a necessidade de um movimento incessante do pensamento no estudo das complexas relações que podem fazer entre mídia e educação. Para autora podemos perder de vista que ao escolher a expressão novas tecnologias
  • 2. estão assumindo uma verdade hegemônica de nosso tempo pela qual se privilegia o novo pelo novo promovendo apagamentos. Outro apagamento comum nessa discussão de caráter eminentemente conservador é o que separa em mundos diferentes homens e máquinas arte e tecnologia como se isso fosse de algum modo possível. Como se linguagem a aprendizagem da fala da leitura e da escrita, por exemplo, não fossem também elas tecnologias absolutamente. O importante é sublinhar que todas essas mídias do rádio a internet á televisão tem um caráter de onipresença tornam-se cada vez mais essenciais em nossas experiências contemporâneas e assumem características de produção veiculação consumo e usos específicos em cada lugar do mundo. Na pesquisa alteridade e cultura midiática: memórias da juventude para citar um exemplo de como se poderia visualizar o debate aqui proposto, busco marcas de produtos dos meios de comunicação e da publicidade na historia de jovens estudantes de 15 a 25 anos sobre sua historia com a cultura do espetáculo, do consumo e das celebridades narcísicas. É interessante ver que especialmente nos produtos da publicidade sem falar em um conjunto quase interminável de seriados em geral de origem norte-americana, encontramos essa recorrência: jovens que se tornam o, ponto de chegada e de desejo para os mais velhos e para crianças e adolescentes, mas que vem ás volta com um passado muito recente cujas marcas são dadas por produtos midiáticos diversos. Usando esse exemplo a autora explicita a preocupação com um recorte especifico de estudo no caso relações entre memórias mídia e juventude no Brasil. O importante é esse movimento do presente ao passado e do passado ao presente; Bérgson diz que não se trata na memória de uma regressão ao passado, mas de um progresso do passado ao presente. O nosso presente, hoje é feito fortemente de narrativas a que temos acesso por nossas relações com a internet e a televisão ; é esse presente com todas as suas metáforas ícones modos de simbolizar nossas experiências mais diversas. A televisão já se disse tantas vezes é uma grande contadora de historias ela faz-nos retrospectivas a cada final de ano a cada década e ate de século. Como vivemos na entrada do ano 2000. A analise de algumas narrativas da mídia, por exemplo, aquelas referentes á vida de um jogador de futebol ou uma jovem desportista de ginástica olímpica, pode ajudar a compreender o que diga. Tudo se mescla tudo se confunde. Com uma velocidade e uma instantaneidade inimagináveis em outros tempos não só temos acesso a informações e imagens, mas ouvimos e lemos historias transformadas em grandes feitos marcados por uma adjetivação de excelência onde tudo é super. Cada vez que uma nova tecnologia de comunicação surge, cada vez que uma nova máquina de imagens se impõe ela chega como moda e novidade e parece colocar na sombra máquina anteriores em seqüência é que aconteceu com o surgimento da fotografia do cinema e da televisão. Ou seja, estudar os processos de produção de materiais audiovisuais as diferentes formas de recepção e uso das informações narrativas e interpelações de programas de televisão filmes, vídeos, jogos eletrônicos, corresponderia. A prática eminentemente pedagógica e indispensável ao professor que atua nestes tempos. O pensamento critica sobre essa matéria não estaria em simplesmente acompanhar um pretenso progresso evolutivo da produção e do uso de imagens com tecnologias cada vez mais sofisticadas e os respectivos problemas com uma possível regressão do artístico e do humano. Estamos tratando aqui de um problema conceitual da maior importância: crianças hoje se alfabetizam numa época em que as próprias tecnologias de informação e comunicação nos forçam a pensar de outra forma o que muitos filósofos e artistas já discutiram há pelo menos 30 a 40 anos. Mas são essas mesmas tecnologias essas mesmas maquinas de imagens que fascinam que interpelam com seus produtos as crianças jovens adultos de todas as idades. Estudá-las na complexidade de todas as relações em jogo de produção e criação de veiculação e consumo. Para concluir a autora dize que a possibilidade de
  • 3. operar com os materiais midiáticos nos espaços escolares para além dos conhecidos exercícios de critica reducionista aos meios de comunicação que parece restringir-se majoritariamente a desvelar . Nesse sentido de educação audiovisual imagino que o cinema tenha muito a acrescentar ao trabalho pedagógico escolar. Quando o filosofo Alain Badiou fala sobre a pureza e a impureza das imagens cinematográficas mostra-nos que o cinema é uma arte suja que parte da desordem se faz em meios a problemas de dinheiro de lucro da lógica do mercado que exige cenários,paisagens,gente,espaços diferente As novas tecnologias estão assumindo uma verdade hegemônica de nosso tempo pelo qual se privilegia o novo pelo novo e com uso afirma Pedro Deno (1990) somos desafiados a inovar, mas com método e perspectiva cientifica somente construímos novas formas de educar pela vida do questionamento sistemático de nossa prática pedagógica e ao inovar essas práticas com o novo estamos construindo novos saberes. Uma vez que poucos se sabe as formas como as crianças e os jovens de hoje se comunicam e sobre como constroem significados por meio da nova linguagem praticada com a novas tecnologias. É partido do pressuposto do trabalho em sala de aula com imagens e mídia o novo aparato tecnológico o autor aborda que quando se discutem as tais novas tecnologias. A uma discussão sobre o assunto entre mídia tecnológica e educação e fundamental determinar de que grupos estão falando de que época e de que região do planeta estamos tratando. A comunidade escolar que não preparam seus educando para usar esse aparato tecnológico poderá cair em atrito, entre os alunos, pois o jovem que vão fazer uso da mesma, nos horários para pesquisar é mais atrativo navegar na internet e/ou os jogos virtuais, uma vez que se não forem preparados anteriormente pelo professor. Todos os tópicos indicam para uma civilização da era digital e cheio de imagens, o trabalho com os mesmo veio para confrontar o modelo de conhecimento e das antigas relações sócias da educação. O texto aponta para uma nova formula de educação e diferente perspectiva da aprendizagem. Antonio De Las Heras, educador espanhol, diz que as tecnologias da informação e da comunicação cegam as escolas “de fora para dentro” GOUVÊA “O professor será mais importante do que nunca, pois ele precisa se apropriar dessa tecnologia e introduzi-la na sala de aula”. Os educadores sempre tiveram relação direta com os materiais didáticos como; os livros, giz, quadro, negro e o papel. E ao longo do tempo mudou muito, o universo de recursos do docente entrou em expansão. O professor hoje pode não contar com o velho material, mas encorpou a internet, com seus antigos materiais didáticos trazendo novas perspectivas para o ensino. A televisão e a internet marcam presença cada vez mais na sala de aula. Trazendo novas perspectivas para o ensino - aprendizado. Não podemos esquecer que as tecnologias em sala de aula ela não veio substituir o professor, mas pode desvalorizar sua presença, veja o exemplo certa professora de geografia dando aula sobre mapas e uma aluna diz - professora porque eu tenho que aprender isso, se meu pai tem GPS. Em contra partida o programa TV escola, veio para as unidades escolares para auxiliar o professor em sala de aula e uma ferramenta enriquecedora como apoio pedagógico no mundo virtual. Portanto, o novo professor e as novas maneiras de ensinar mudaram, devemos fazer um elo entre quadro negro, giz, livros, TV e computador. Os dois últimos reforçam o aprendizado da nova geração dos alunos internauta. Devem ser de forma integrado. Para que isso aconteça o corpo docente devem ter uma preparação com o uso das máquinas multi mídias, deixando suas aulas motivadoras e enriquecidas, assim no futuro próximo possamos ter resultados bons. Pois o uso da tecnologia em sala de aula, não e um simples passar de filmes ou imagens ou até mesmo uma pesquisa, envolve todo um contexto que envolve uma organização do corpo docente. Para tanto, as noticias vêem muna velocidade imensa que não podemos fechar os olhos para essa nova visão de futuro uma sala toda equipada
  • 4. tecnologicamente. Pellegrini (2000) diz que trancado na sala dando à mesma aula de sempre, alheio ao que acontece no restante da escola. . Se o mundo globalizado acendeu uma nova direção para que todos busquem nova informação, em todas as áreas do conhecimento, sobretudo a do ensino escolar. Os empregos destes recursos podem promover e aperfeiçoar a força do processo do aprendizado. Referencias BibliograficaRevista TV Escola: Tecnologia na educação;Pátio Revista Pedagogica;Carta na Escols:A ciências do tempo:Fischer, Rosa Maria Bueno: Artigo Mídia, máquina de imagens e prática pedagógica