SlideShare uma empresa Scribd logo
O TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA
Pensar no tema trabalho não é tão simples quanto parece. Como definir essa atividade que
depois de tantos anos e em pleno século XXI ainda se fala de trabalho escravo?
Quando falamos de dignidade, falamos de direitos humanos, isso nos remete ao Artigo 1º da
Declaração Universal dos Direitos Humanos que nos diz o seguinte: É expresso que “todas as
pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e
devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”.
O trabalho sempre existiu não caracterizado como temos hoje, mas o homem sempre
trabalhou para sua sobrevivência individual e depois pela sobrevivência do grupo. Com o passar dos
séculos ele foi desenvolvendo suas habilidades e foi conquistando novas descobertas que iam
facilitando sua vida, tudo isso é claro através do trabalho como uma atividade totalmente normal.
O homem estabeleceu-se, criou raízes, desenvolveu seu conhecimento e criou o progresso
que temos hoje. Mas a construção desse progresso foi se formando e se fortalecendo no meio de
uma sociedade de produção, distribuição e lucros. O homem primitivo tinha a preocupação de
produzir para o sustento de sua família, com o passar do tempo à produção foi aumentando gerando
assim o excedente que passou a ser trocado por outros produtos gerando lucro; começa a nascer o
capitalismo.
O capitalismo desvirtuou completamente o sentido poético do trabalho, ou seja, trabalhar pelo
prazer da vida, glorificada em toda sua extensão, e não transforma-lo em uma mercadoria. Para que
vivemos? Vivemos para trabalhar ou trabalhamos para viver?
Com o avanço do capitalismo, se criou uma divisão social no trabalho, o que antes era
realizado em comunhão de produção e divisão igualitária, tornou-se produção individual de bens e
serviços para favorecer uma pequena minoria mais do que a maioria.
Com a revolução industrial e a globalização, associada às novas tecnologias, os seres
humanos foram relegados a outro plano, a vida humana perdia seus valores e dava espaço aos
grandes lucros e dividendos. Passou a se comprar a força do trabalho, o sistema capitalista se move
sob a lógica da diminuição dos custos da produção para poder acumular mais lucro.
A meu ver o capitalismo chega ao fundo do poço quando trata seres humanos como animais
irracionais, escravizando-os para força do trabalho, destruindo sua dignidade humana e
transformando o amor em ódio, tudo em nome de poder e lucro.
“Na complexidade do mundo do trabalho, é preciso pensa-lo por um lado distinto daquele
tratado pelo capitalismo. Não basta buscar uma alternativa dentro da economia de mercado; é
necessária uma alternativa ao mercado capitalista” - (Gilddens, Anthony – sociólogo).
O trabalho precisa ser garantido como um prazer e um bem de vida para todos, que garanta
sua sobrevivência com dignidade, que seja possível sonhar com um mundo novo de igualdade,
solidariedade e amor. Enquanto continuarmos tratando o trabalho como mercadoria, ele
descaracteriza-se em sua essência, diminuindo a dignidade e a criatividade de quem o realiza.
É preciso repensar urgentemente na definição e qualificação do trabalho para o futuro dos
nossos filhos, ou então, o colapso do mercado consumidor destruirá completamente os poucos
valores que ainda nos restam. É preciso mudar a metodologia de bater de frente com o capitalismo,
precisamos encontrar meios de caminhar com ele e aproveitar os pontos positivos revertendo-os a
nosso favor. Criar novas economias A, B e C não vai resolver o problema social econômico do
trabalhador brasileiro, o mais importante é criar mecanismos de melhorar a convivência e
participação desse trabalhador na distribuição da renda do País.
“Precisamos sonhar com outro mundo possível, onde a gente trabalhará para viver em lugar
de viver para trabalhar, onde não se chamará nível de vida ao nível de consumo, onde ninguém
morrerá de fome, porque ninguém morrerá de indigestão...” - (Gilddens, Anthony – sociólogo).
Autor : Rocha Assunção

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Prova de sociologia eo gabarito (1)
Prova de sociologia eo gabarito (1)Prova de sociologia eo gabarito (1)
Prova de sociologia eo gabarito (1)
Atividades Diversas Cláudia
 
Natureza e Cultura
Natureza e CulturaNatureza e Cultura
Natureza e Cultura
José Ferreira Júnior
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Leandro Nazareth Souto
 
Plano de Ensino de Filosofia / 1º ano
Plano de Ensino  de Filosofia   / 1º ano Plano de Ensino  de Filosofia   / 1º ano
Plano de Ensino de Filosofia / 1º ano
Mary Alvarenga
 
Tópico 3 cidadania e direitos sociais
Tópico 3 cidadania e direitos sociaisTópico 3 cidadania e direitos sociais
Tópico 3 cidadania e direitos sociais
Atividades Diversas Cláudia
 
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe AssunçãoATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
Paulo Alexandre
 
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
Mary Alvarenga
 
Planejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completoPlanejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completo
Rafael Vigentin
 
Estudo dirigido 2º ano - mobilidade social
Estudo dirigido   2º ano - mobilidade socialEstudo dirigido   2º ano - mobilidade social
Estudo dirigido 2º ano - mobilidade social
Sara Sarita
 
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdfINTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
ConsulPereira
 
Senso comum x conhecimento científico
Senso comum x conhecimento científicoSenso comum x conhecimento científico
Senso comum x conhecimento científico
José Antonio Ferreira da Silva
 
Atividades filosofia mito
Atividades filosofia mitoAtividades filosofia mito
Atividades filosofia mito
Atividades Diversas Cláudia
 
Atividade de Filosofia - III bimestre
Atividade de Filosofia - III bimestre Atividade de Filosofia - III bimestre
Atividade de Filosofia - III bimestre
Mary Alvarenga
 
Cp aula 4
Cp aula 4Cp aula 4
Cp aula 4
Maira Conde
 
Politicas publicas atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
Politicas publicas   atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...Politicas publicas   atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
Politicas publicas atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
Atividades Diversas Cláudia
 
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
Karoline Rodrigues de Melo
 
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIAALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
Julhinha Camara
 
Revolução industrial cruzadinha
Revolução industrial cruzadinhaRevolução industrial cruzadinha
Revolução industrial cruzadinha
Atividades Diversas Cláudia
 
Texto filosofia - Indagar
Texto filosofia - Indagar Texto filosofia - Indagar
Texto filosofia - Indagar
Mary Alvarenga
 

Mais procurados (20)

Prova de sociologia eo gabarito (1)
Prova de sociologia eo gabarito (1)Prova de sociologia eo gabarito (1)
Prova de sociologia eo gabarito (1)
 
Natureza e Cultura
Natureza e CulturaNatureza e Cultura
Natureza e Cultura
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
 
Plano de Ensino de Filosofia / 1º ano
Plano de Ensino  de Filosofia   / 1º ano Plano de Ensino  de Filosofia   / 1º ano
Plano de Ensino de Filosofia / 1º ano
 
Tópico 3 cidadania e direitos sociais
Tópico 3 cidadania e direitos sociaisTópico 3 cidadania e direitos sociais
Tópico 3 cidadania e direitos sociais
 
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe AssunçãoATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
ATIVIDADE - INDÚSTRIA CULTURAL - Prof. Noe Assunção
 
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
 
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
Atividades de Filosofia - III bimestre - 2014
 
Planejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completoPlanejamento anual sociologia completo
Planejamento anual sociologia completo
 
Estudo dirigido 2º ano - mobilidade social
Estudo dirigido   2º ano - mobilidade socialEstudo dirigido   2º ano - mobilidade social
Estudo dirigido 2º ano - mobilidade social
 
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdfINTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
INTRODUÇÃO AO MUNDO DO TRABALHO 01.pdf
 
Senso comum x conhecimento científico
Senso comum x conhecimento científicoSenso comum x conhecimento científico
Senso comum x conhecimento científico
 
Atividades filosofia mito
Atividades filosofia mitoAtividades filosofia mito
Atividades filosofia mito
 
Atividade de Filosofia - III bimestre
Atividade de Filosofia - III bimestre Atividade de Filosofia - III bimestre
Atividade de Filosofia - III bimestre
 
Cp aula 4
Cp aula 4Cp aula 4
Cp aula 4
 
Politicas publicas atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
Politicas publicas   atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...Politicas publicas   atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
Politicas publicas atividade interdisciplinar portugues, geografia, ensino ...
 
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
2º Ano - Sociologia: Movimentos Sociais
 
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIAALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
ALIENAÇÃO E IDEOLOGIA
 
Revolução industrial cruzadinha
Revolução industrial cruzadinhaRevolução industrial cruzadinha
Revolução industrial cruzadinha
 
Texto filosofia - Indagar
Texto filosofia - Indagar Texto filosofia - Indagar
Texto filosofia - Indagar
 

Semelhante a O trabalho na construção da dignidade humana

Artigo socied ind-educ
Artigo socied ind-educArtigo socied ind-educ
Artigo socied ind-educ
Andre M. Gonçalves
 
2 soc prov. esp. 2 cham bc 3bi
2 soc    prov. esp. 2 cham bc 3bi2 soc    prov. esp. 2 cham bc 3bi
2 soc prov. esp. 2 cham bc 3bi
Felipe Serra
 
Um projeto popular para o brasil
Um projeto popular para o brasilUm projeto popular para o brasil
Um projeto popular para o brasil
Igor Bulhões
 
Aula o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
Aula  o que é trabalho - Prof. Noe AssunçãoAula  o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
Aula o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
Programa de governo rafael 50 v1
Programa de governo rafael 50 v1Programa de governo rafael 50 v1
Programa de governo rafael 50 v1
Olga Oliveira
 
Aula 1- O que e alienação? Prof. Noe Assunção
Aula 1-  O que e alienação? Prof. Noe AssunçãoAula 1-  O que e alienação? Prof. Noe Assunção
Aula 1- O que e alienação? Prof. Noe Assunção
Prof. Noe Assunção
 
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppto_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
Lurdes Sousa
 
Ciro Marcondes
Ciro MarcondesCiro Marcondes
Ciro Marcondes
Larissa Nunes
 
Carta aberta à Presidente Dilma Roussef
Carta aberta à Presidente Dilma RoussefCarta aberta à Presidente Dilma Roussef
Carta aberta à Presidente Dilma Roussef
Alexandra Machado Costa
 
Alienação e-trabalho
Alienação e-trabalhoAlienação e-trabalho
Alienação e-trabalho
Edirlene Fraga
 
Seminário bioética
Seminário bioéticaSeminário bioética
Seminário bioética
carla fontenele
 
Metamorfoses do trabalho e automação
Metamorfoses do trabalho e automaçãoMetamorfoses do trabalho e automação
Metamorfoses do trabalho e automação
Luciano Sathler
 
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Elisio Estanque
 
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Elisio Estanque
 
Trabalho.ppt
Trabalho.pptTrabalho.ppt
Trabalho.ppt
Igor da Silva
 
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º anoAula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
roberto mosca junior
 
O que realmente é a sociedade (artigo)
O que realmente é a sociedade (artigo)O que realmente é a sociedade (artigo)
O que realmente é a sociedade (artigo)
José Valmir Rosario
 
Artigo
ArtigoArtigo
Artigo
Jusemara
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedade
rblfilos
 
Caminhando para uma economia saudavel
Caminhando para uma economia saudavelCaminhando para uma economia saudavel
Caminhando para uma economia saudavel
vitadenarium
 

Semelhante a O trabalho na construção da dignidade humana (20)

Artigo socied ind-educ
Artigo socied ind-educArtigo socied ind-educ
Artigo socied ind-educ
 
2 soc prov. esp. 2 cham bc 3bi
2 soc    prov. esp. 2 cham bc 3bi2 soc    prov. esp. 2 cham bc 3bi
2 soc prov. esp. 2 cham bc 3bi
 
Um projeto popular para o brasil
Um projeto popular para o brasilUm projeto popular para o brasil
Um projeto popular para o brasil
 
Aula o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
Aula  o que é trabalho - Prof. Noe AssunçãoAula  o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
Aula o que é trabalho - Prof. Noe Assunção
 
Programa de governo rafael 50 v1
Programa de governo rafael 50 v1Programa de governo rafael 50 v1
Programa de governo rafael 50 v1
 
Aula 1- O que e alienação? Prof. Noe Assunção
Aula 1-  O que e alienação? Prof. Noe AssunçãoAula 1-  O que e alienação? Prof. Noe Assunção
Aula 1- O que e alienação? Prof. Noe Assunção
 
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppto_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
o_trabalho_sua_evoluao_e_estatuto_no_ocidente.ppt
 
Ciro Marcondes
Ciro MarcondesCiro Marcondes
Ciro Marcondes
 
Carta aberta à Presidente Dilma Roussef
Carta aberta à Presidente Dilma RoussefCarta aberta à Presidente Dilma Roussef
Carta aberta à Presidente Dilma Roussef
 
Alienação e-trabalho
Alienação e-trabalhoAlienação e-trabalho
Alienação e-trabalho
 
Seminário bioética
Seminário bioéticaSeminário bioética
Seminário bioética
 
Metamorfoses do trabalho e automação
Metamorfoses do trabalho e automaçãoMetamorfoses do trabalho e automação
Metamorfoses do trabalho e automação
 
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
 
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
Opiniao 3 trabalho digno ee+mcs_jul2011
 
Trabalho.ppt
Trabalho.pptTrabalho.ppt
Trabalho.ppt
 
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º anoAula de revisão de conteúdo – 8º ano
Aula de revisão de conteúdo – 8º ano
 
O que realmente é a sociedade (artigo)
O que realmente é a sociedade (artigo)O que realmente é a sociedade (artigo)
O que realmente é a sociedade (artigo)
 
Artigo
ArtigoArtigo
Artigo
 
Trabalho e sociedade
Trabalho e sociedadeTrabalho e sociedade
Trabalho e sociedade
 
Caminhando para uma economia saudavel
Caminhando para uma economia saudavelCaminhando para uma economia saudavel
Caminhando para uma economia saudavel
 

Mais de Frederico Marques Sodré

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptxINTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
Frederico Marques Sodré
 
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptxBIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
Frederico Marques Sodré
 
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptxESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
Frederico Marques Sodré
 
Slide Santa Rita do Novo Destino
Slide Santa Rita do Novo DestinoSlide Santa Rita do Novo Destino
Slide Santa Rita do Novo Destino
Frederico Marques Sodré
 
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Frederico Marques Sodré
 
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Frederico Marques Sodré
 
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Frederico Marques Sodré
 
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Frederico Marques Sodré
 
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º AnoCaderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
Frederico Marques Sodré
 
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º AnoCaderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
Frederico Marques Sodré
 
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais  Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
Frederico Marques Sodré
 
Mapa Conceitual República Velha
Mapa Conceitual República VelhaMapa Conceitual República Velha
Mapa Conceitual República Velha
Frederico Marques Sodré
 
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIIIMapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
Frederico Marques Sodré
 
Mapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
Mapa conceitual Absolutismo e MercantilismoMapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
Mapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
Frederico Marques Sodré
 
Era Vargas
Era VargasEra Vargas
Absolutismo e mercantilismo
Absolutismo e mercantilismoAbsolutismo e mercantilismo
Absolutismo e mercantilismo
Frederico Marques Sodré
 
A origem da filosofia
A origem da filosofiaA origem da filosofia
A origem da filosofia
Frederico Marques Sodré
 
Reforma Protestante e Contrarreforma
Reforma Protestante e ContrarreformaReforma Protestante e Contrarreforma
Reforma Protestante e Contrarreforma
Frederico Marques Sodré
 
O Iluminismo
O IluminismoO Iluminismo
O Populismo no Brasil
O Populismo no BrasilO Populismo no Brasil
O Populismo no Brasil
Frederico Marques Sodré
 

Mais de Frederico Marques Sodré (20)

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptxINTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA.pptx
 
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptxBIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
BIODIVERSIDADE - 2ª SÉRIE - BIOLOGIA.pptx
 
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptxESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
ESTADO, NAÇÃO, TERRITÓRIO - 2ª SÉRIE.pptx
 
Slide Santa Rita do Novo Destino
Slide Santa Rita do Novo DestinoSlide Santa Rita do Novo Destino
Slide Santa Rita do Novo Destino
 
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O menino e o foguete - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
 
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
O cabelo da menina - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
 
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
Azizi, o menino viajante - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
 
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
A menina das estrelas - Coleção Leia para Uma Criança - Itaú
 
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º AnoCaderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 7º Ano
 
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º AnoCaderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
Caderno do Futuro Língua Portuguesa 6º Ano
 
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais  Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
Mapa Conceitual Revoltas Regenciais
 
Mapa Conceitual República Velha
Mapa Conceitual República VelhaMapa Conceitual República Velha
Mapa Conceitual República Velha
 
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIIIMapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
Mapa Conceitual Sociedade Francesa XVIII
 
Mapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
Mapa conceitual Absolutismo e MercantilismoMapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
Mapa conceitual Absolutismo e Mercantilismo
 
Era Vargas
Era VargasEra Vargas
Era Vargas
 
Absolutismo e mercantilismo
Absolutismo e mercantilismoAbsolutismo e mercantilismo
Absolutismo e mercantilismo
 
A origem da filosofia
A origem da filosofiaA origem da filosofia
A origem da filosofia
 
Reforma Protestante e Contrarreforma
Reforma Protestante e ContrarreformaReforma Protestante e Contrarreforma
Reforma Protestante e Contrarreforma
 
O Iluminismo
O IluminismoO Iluminismo
O Iluminismo
 
O Populismo no Brasil
O Populismo no BrasilO Populismo no Brasil
O Populismo no Brasil
 

Último

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Mary Alvarenga
 
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
ssuser701e2b
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
MatildeBrites
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
Manuais Formação
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
carlaslr1
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
sthefanydesr
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdfArundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Ana Da Silva Ponce
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
KeilianeOliveira3
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Acrópole - História & Educação
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Luana Neres
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
1000a
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 

Último (20)

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
 
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
LIBRO LAS MANOS NO SON PARA PEGAR-MAESTRA EN PREESCOLAR_organized_rotated (1)...
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
 
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manualUFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
UFCD_8298_Cozinha criativa_índice do manual
 
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdfCaderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
Caderno de Formação_PORTUGUÊS ESTRAN.pdf
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdfEgito antigo resumo - aula de história.pdf
Egito antigo resumo - aula de história.pdf
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdfArundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
Arundhati Roy - O Deus das Pequenas Coisas - ÍNDIA.pdf
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
 
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da AlemanhaUnificação da Itália e a formação da Alemanha
Unificação da Itália e a formação da Alemanha
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
 
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdfPowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
PowerPoint Newton gostava de Ler - Saber em Gel.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 

O trabalho na construção da dignidade humana

  • 1. O TRABALHO NA CONSTRUÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA Pensar no tema trabalho não é tão simples quanto parece. Como definir essa atividade que depois de tantos anos e em pleno século XXI ainda se fala de trabalho escravo? Quando falamos de dignidade, falamos de direitos humanos, isso nos remete ao Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos que nos diz o seguinte: É expresso que “todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade”. O trabalho sempre existiu não caracterizado como temos hoje, mas o homem sempre trabalhou para sua sobrevivência individual e depois pela sobrevivência do grupo. Com o passar dos séculos ele foi desenvolvendo suas habilidades e foi conquistando novas descobertas que iam facilitando sua vida, tudo isso é claro através do trabalho como uma atividade totalmente normal. O homem estabeleceu-se, criou raízes, desenvolveu seu conhecimento e criou o progresso que temos hoje. Mas a construção desse progresso foi se formando e se fortalecendo no meio de uma sociedade de produção, distribuição e lucros. O homem primitivo tinha a preocupação de produzir para o sustento de sua família, com o passar do tempo à produção foi aumentando gerando assim o excedente que passou a ser trocado por outros produtos gerando lucro; começa a nascer o capitalismo. O capitalismo desvirtuou completamente o sentido poético do trabalho, ou seja, trabalhar pelo prazer da vida, glorificada em toda sua extensão, e não transforma-lo em uma mercadoria. Para que vivemos? Vivemos para trabalhar ou trabalhamos para viver? Com o avanço do capitalismo, se criou uma divisão social no trabalho, o que antes era realizado em comunhão de produção e divisão igualitária, tornou-se produção individual de bens e serviços para favorecer uma pequena minoria mais do que a maioria. Com a revolução industrial e a globalização, associada às novas tecnologias, os seres humanos foram relegados a outro plano, a vida humana perdia seus valores e dava espaço aos grandes lucros e dividendos. Passou a se comprar a força do trabalho, o sistema capitalista se move sob a lógica da diminuição dos custos da produção para poder acumular mais lucro. A meu ver o capitalismo chega ao fundo do poço quando trata seres humanos como animais irracionais, escravizando-os para força do trabalho, destruindo sua dignidade humana e transformando o amor em ódio, tudo em nome de poder e lucro. “Na complexidade do mundo do trabalho, é preciso pensa-lo por um lado distinto daquele tratado pelo capitalismo. Não basta buscar uma alternativa dentro da economia de mercado; é necessária uma alternativa ao mercado capitalista” - (Gilddens, Anthony – sociólogo). O trabalho precisa ser garantido como um prazer e um bem de vida para todos, que garanta sua sobrevivência com dignidade, que seja possível sonhar com um mundo novo de igualdade, solidariedade e amor. Enquanto continuarmos tratando o trabalho como mercadoria, ele descaracteriza-se em sua essência, diminuindo a dignidade e a criatividade de quem o realiza. É preciso repensar urgentemente na definição e qualificação do trabalho para o futuro dos nossos filhos, ou então, o colapso do mercado consumidor destruirá completamente os poucos valores que ainda nos restam. É preciso mudar a metodologia de bater de frente com o capitalismo, precisamos encontrar meios de caminhar com ele e aproveitar os pontos positivos revertendo-os a nosso favor. Criar novas economias A, B e C não vai resolver o problema social econômico do trabalhador brasileiro, o mais importante é criar mecanismos de melhorar a convivência e participação desse trabalhador na distribuição da renda do País. “Precisamos sonhar com outro mundo possível, onde a gente trabalhará para viver em lugar de viver para trabalhar, onde não se chamará nível de vida ao nível de consumo, onde ninguém morrerá de fome, porque ninguém morrerá de indigestão...” - (Gilddens, Anthony – sociólogo). Autor : Rocha Assunção