SlideShare uma empresa Scribd logo
INTRODUÇÃO AO NT
• Um estudo adequado da Bíblia não pode ser feito sem uma
consciência aguda das diferenças nas atitudes e estruturas
políticas, culturais e religiosas que existem entre o Velho e
o Novo Testamentos. Suporse-ia, logicamente, um certo
desenvolvimento durante os 400 anos que decorreram
entre os dois livros; mas as várias mudanças observáveis
devem ser explicadas. É necessário, portanto, voltar-se, na
história, até o tempo entre os dois Testamentos, a fim de
se apreciar mais completamente a situação pressuposta no
Novo Testamento.
Algumas coisas que são aceitas como verdadeiras, no Novo Testamento,
para as quais é necessária uma explicação, são as seguintes:
1. A situação política (domínio romano, as divisões da Palestina).
2. A dispersão judaica (judeus em cada cidade principal do Império
Romano).
3. Uma sociedade urbana.
4. A língua (grego e aramaico; hebraico limitado aos eruditos).
5. Exclusivismo judaico.
6. Ênfase sobre a Tora.
7. O sinédrio.
8. A sinagoga e a escola.
9. Seitas religioso-políticas (saduceus, fariseus, essênios, escribas, zelotes,
herodianos, zadoqueus).
10. Literatura extra-canônica (apócrifos e pseudo-epígrafos).
11. Tradição oral,etc.
A abordagem a ser feita, neste estudo do fundo histórico, será
ao longo de três linhas: a história política, as instituições e as
seitas religiosas, e a literatura do período.
HISTÓRIA
O Velho Testamento encerra-se com os filhos de Israel
sob a dominação dos persas. No Novo Testamento, a Palestina
é subserviente aos romanos. A história política que denota esta
mudança incide em quatro partes: O PERÍODO PERSA, o
PERÍODO GREGO, o PERÍODO MACABEU ou hasmoneu (o
período da independência) e o PERÍODO ROMANO.
O MUNDO ANTIGO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
UMA PEQUENA INTRODUÇÃO
INFORMAÇÕES SOBRE O PERÍODO
INTER-BÍBLICO
• Nenhum estudo do Novo Testamento pode ser completo sem que se tome em
consideração os acontecimentos dos 400 anos que se passaram entre a
profecia de Malaquias e o nascimento do Senhor Jesus.
• Esse período, também é chamado de período Inter-bíblico ou de período
silencioso, é na verdade um período de grande ATUAÇÃO DO NOSSO DEUS NA
HISTÓRIA.
• Deus estava preparando tudo, para que vindo a plenitude do tempo Gl
4.4,5.
O NOVO TESTAMENTO
O SONHO DE NABUCODONOSOR DN 2.24-45
1-PERÍODO PERSA 430 a 331 a. C.
• Os persas dominaram o mundo desde 536 até 331 a. C. Ao contrario do que
fizeram os assírios e babilônios, que retiravam os povos conquistados de sua
terra espalhando-os por regiões do império, os persas procuravam repatriar
estes povos.
• Foi assim que Ciro permitiu aos judeus que voltassem para Jerusalém e
reconstruíssem o Templo ( 2 Cr 36.22,23; Ed 1.1-4). Com isso cumpriu-se a
profecia de Isaías 44, 28; 45.1,13 proclamada 150 anos antes.
• Durante todo este período foi permitido aos judeus observar as ordenanças
religiosas sem INTERFERÊNCIAS.
O NOVO TESTAMENTO
MAPA DO IMPÉRIO PERSA
O NOVO TESTAMENTO
1- PERÍODO PERSA
• Governo da Judéia era exercido pelo sumo sacerdote que prestava conta ao
governo persa. Havia bastante liberdade e autonomia. Por outro lado o cargo
de sumo sacerdote passou a ser político, o que posteriormente gerou muitos
problemas. As lutas para ocupa-lo eram marcadas por inveja, intriga e até
assassinato.
• A Pérsia e o Egito, nessa época passaram a envolver-se em conflitos
constantes, e como a Judéia estava geograficamente situada entre esses dois
impérios, não teve como se eximir de envolvimento. Foi assim que, durante o
reinado de Artaxerxes III, muitos judeus se engajaram numa rebelião contra
os seus dominadores persa, tendo sido deportados(novamente), para
Babilônia ou para as margens do Mar Cáspio.
O NOVO TESTAMENTO
2- O PERÍODO GREGO 331 a 167 a. C.
• Até a segunda metade do IV século a.C. os grandes impérios tinham suas
bases na Ásia ou na África.
• Em 333 a.C. Alexandre da Macedônia, discípulo de Aristóteles
completamente convencido que a cultura grega era a força que iria unificar
o mundo, derrotou os exércitos persas estacionados na Ásia Menor.
• Sua Meta era implantar a cultura helênica, levando o mundo conhecido a
experimentar uma globalização. Em cada país conquistado, determinava a
construção de uma cidade, que deveria servir de modelo para as demais.
Eram construídos bons prédios,
O NOVO TESTAMENTO
2 – O PERÍODO GREGO 331 a 167 a.C.
• Eram construídos bons prédios públicos, um ginásio(para os jogos), um
teatro, etc.
• As pessoas eram estimuladas a adotarem nomes gregos, vestir-se como os
gregos e falar a língua grega. Aos poucos se ia estabelecendo uma língua
mundialmente falada.
• Alexandre tornou-se amigo dos judeus, preservou a cidade de Jerusalém,
permitiu-lhes observar as sua próprias leis e lhes ofereceu facilidades para
se fixarem em Alexandria(construída por ele no Egito em 331.
• Se a idolatria foi a pedra de tropeço no período pré-exílico, a cultura
helênica o foi neste período.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
2-PERÍODO GREGO 331 a 167 a.C.
• Alexandre morreu em 323 a.C. aos 33 anos de idade, na Babilônia. Depois de
vinte anos de lutas incertezas, seus generais ividiram o império em cinco
regiões, mantendo porém a mesma conduta de helenização dos povos.
• A) Lisímaco recebeu a Trácia e a Asia Menor;
• B)Cassandro a Macedônia e a Grécia;
• C)Ptolomeu recebeu o Egito e o norte da África;
• D)Seleuco a Síria e vasta região a leste desta;
• E)Antigo Monoftalmos Judéia e Ásia, depois Ptolomeu I
SUB-PERÍODO GREGO
O NOVO TESTAMENTO
2.1 – SUB-PERÍDO GREGO: OS PTOLOMEUS
• Os judeus viveram em Paz. Os que moravam no Egito construíram sinagogas.
Alexandria foi definida por Ptolomeu I com capital e tornou-se um centro
influente do judaísmo.
• Na época de Ptolomeu II(Filadlefo) 285 a.C. os judeus traduziram para o
grego o V.T. essa tradução ficou conhecida como a Septuaginta.
• Os sumos sacerdotes continuaram governando a terra como no Período
Persa.
• O grande personagem dessa época: o Sumo Sacerdote Simão, o Justo.
O NOVO TESTAMENTO
2.2 SUB-PERÍODO GREGO: OS
SELÊUCIDAS
• Os governadores Sírios são chamados Selêucidas, porque o seu reino
coube a Selêuco. Antioco III o Grande conquistou a Palestina em 198 a.C.
ao vencer Ptolomeu IV na batalha de Panéias.
• Inicialmente os selêucidas permitiram que o Sumo sacerdote continuasse
governando os judeus, de acordo com as leis deles.
• Porém surgiram conflitos entre o partido helenista e os judeus ortodoxo,
o que levou Antíoco IV a nomear um homem que mudou o seu nome de
Josué para Jason.
• Antíoco assumiu uma postura violenta, em 167 a.C. levou consigo o altar
e o candelabro de ouro, e profanou o templo. Construiu um altar ao deus
Zeus, etc.Gerou a revolta dos Macabeus.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
3- PERÍODO MACABEU – 167 A 63 a.C.
• Não demorou muito para que os judeus oprimidos
pelos Selêucidas encontrassem um líder para
defender a sua causa.
• Certo emissário de Antíoco Epifânio
• Judas Macabeu encampou a autoridade sacerdotal
e civil.
O NOVO TESTAMENTO
4-PERÍODO ROMANO 63 a. C.
PERÍODO ROMANO
• 4.1 – Governo Estável
• 4.2-BOAS ESTRADAS E ROTAS MARÍTIMAS
• 4.3-UMA LÍNGUA UNIVERSAL
• 4.4- GRANDE CORRUPÇÃO MORAL
• 4.5 – CONFUSÃO ESPIRITUAL
II-ALGUMAS INSTITUIÇÕES E GRUPOS
IMPORTANTES DO PERÍODO INTER-BÍBLICO
DOS DIAS DO SENHOR JESUS
1- SINAGOGA
• 1. SINAGOGA. Diz a tradição que, tendo perdido a Pátria e o Templo quando da
invasão babilônica, não tendo mais nem rei nem Estado nacional, deportados
para a Babilônia, exilados no Egito (grupo que foi com Jeremias, o profeta), ou
dispersos entre estrangeiros, os judeus passaram a ter sua religião como único
traço de união entre si e, com vistas a manter essa união, foram organizadas as
sinagogas. Estas, portanto, teriam surgido durante o Exílio Babilônico (ou seja,
antes do Período Inter-Bíblico). (Tornou-se costume entre os judeus que onde
quer que houvesse dez famílias judias, estas deveriam unir-se e fundar uma
sinagoga!). Assim, após a destruição do Templo, em 587 a.C., os locais de reunião
para oração e estudo da Escritura se tornaram o centro da vida dos judeus. (Essas
reuniões aconteciam, anteriormente, nos lares - Ez 8.1; 20.1-3). Quando possível,
as sinagogas eram construídas com a face voltada para Jerusalém, no local mais
alto da cidade, e perto da água (usada em certas cerimônias).
O NOVO TESTAMENTO
2-SINÉDRIO
• 2. SINÉDRIO (transcrição de uma palavra grega que significa “assembléia”). Era
a suprema corte dos judeus. É de origem incerta. A primeira referência
documentada, vem do Período dos Selêucidas. Só podiam fazer parte dele
judeus de nascimento. Seus 71 membros exerciam mandato vitalício. Era
presidido pelo sumo sacerdote, que, nos dias de Jesus, era nomeado pelo
governador romano. A jurisdição do Sinédrio limitava-se à Judéia. Dava a
palavra final nos assuntos de interpretação da Lei. Tomava decisões em
questões criminais, sujeitando-as à aprovação do governo romano. O Senhor
Jesus foi levado perante o Sinédrio (Mc 14. 53-55), assim como também os
apóstolos (At 4.15-18; 22.30).
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
3-OS FARISEUS
• Nas tentativas de responder a problemas levantados por religiões intrusas,
muitas idéias dormentes no Velho Testamento foram desenvolvidas e
aumentadas. Entre essas doutrinas desenvolvidas durante esses 400 anos
estão a ressurreição dos mortos, os demônios, os anjos e a esperança
messiânica.
• Eles também colocavam uma forte ênfase sobre a providência divina nos
assuntos do homem.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
4-OS SADUCEUS
• Pode ter vindo da palavra hebraica "zoddikim", que significa "os justos".
Os saduceus gabavam-se de sua fidelidade à letra da lei mosaica, em
contradição à tradição oral. Este era o partido da aristocracia e dos
sacerdotes abastados.
• Eles controlavam o sinédrio e qualquer resquício de poder político que
restava.
• Teologicamente conservadores (diziam),limitavam o cânon à Torah ou
Pentateuco. Rejeitavam as doutrinas da ressurreição, demônios, anjos,
espíritos, e advogavam a vontade livre, em lugar da providência divina.
Este grupo não sobreviveu à Guerra Judaico-Romana de 66-70.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
5-OS ESCRIBAS
• . OS ESCRIBAS. Estritamente falando, estes judeus não constituíam um
partido político, mas eram membros de uma “corporação de profissionais”.
Eram, antes de mais nada, os copistas da Lei. Inicialmente, os escribas
eram sacerdotes (Esdras foi sacerdote e escriba). Considerados autoridades
quanto às Escrituras Sagradas, exerciam função de ensino. Sua linha de
pensamento era semelhante à dos fariseus, com quem aparecem associados
freqüentemente nas páginas do Novo Testamento. O valor do seu trabalho
está na preservação dos escritos divinos, bem como na defesa dos
princípios da Lei. Por outro lado, quando passaram a defender a lei oral*,
passaram a valorizá-la mais do que a escrita (tal como o faziam os fariseus).
Não são mencionados no Quarto Evangelho.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
6-OS ZELOTES
• Os zelotes representavam o desenvolvimento na extrema esquerda
entre os fariseus. Estavam interessados na independência da nação e sua
autonomia, ao ponto de negligenciarem toda outra preocupação.
Segundo Josefo, o fundador foi Judas de Gamala, que iniciou a revolta
sobre o censo da taxação, em 6 d.C. Seu alvo era sacudir o jugo
romano e anunciar o reino messiânico. Eles precipitaram a revolta em
66 d.C, que levou à destruição de Jerusalém em 70. Simão, o zelote, foi
um dos apóstolos.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
7-OS ESSÊNIOS
*Estes representavam o desenvolvimento na extrema direita entre os
fariseus.
*Sendo o elemento mais conservador dos fariseus, eles enfatizavam a
observação minuciosa da lei. Formavam uma comunidade ascética ao redor
do Mar Morto, e viviam uma vida rigidamente devota. *A partir dos
documentos de Qumram, parece que eles aguardavam um messias que
iria combinar as linhagens real e sacerdotal, numa estrutura
escatológica. Este grupo não é mencionado em o Novo Testamento.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
8-OS HERODIANOS
• Os saduceus da extrema esquerda eram conhecidos como os
herodianos. Tirando o nome da família de Herodes, eles baseavam suas
esperanças nacionais nessa família e olhavam para ela com respeito ao
cumprimento das profecias acerca do Messias. Eles surgiram em 6 d.C,
quando Arquelau, filho de Herodes, o Grande, foi deposto, e Augusto
César enviou um procurador, Copônico. Os judeus que favoreciam a
dinastia herodiana eram chamados "herodianos". Este grupo é
mencionado em Mateus 22:16 e Marcos 3:6; 12:13.
O NOVO TESTAMENTO
9-OS SAMARITANOS
• OS SAMARITANOS. Descendentes da união de colonos trazidos
para a Palestina por Sargão, com judeus pobres que
permaneceram após a queda do Reino do Norte. [A Samaria era
parte da região que constituía o Reino do Norte, também chamado
de Israel, após a divisão da nação, nos dias de Roboão, e que foi
tomado pelos assírios em 722 a.C.]. Por algum tempo, cultuaram
num templo erguido no Monte Gerizim, baseando sua religião numa
tradução própria do Pentateuco (2 Rs 17). Os samaritanos eram
monoteístas, observavam a Lei, guardavam as festas judaicas, e
esperavam um Messias. Os judeus não se davam com os
samaritanos (Ne 4.1,2; Jo 4.8).
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
III-PEQUENA CRONOLOGIA DO PERÍODO
INTER-BÍBLICO
Ano (a.C.) Acontecimento
430 Os persas já estão dominando
399 Morre Sócrates
384 Nasce Aristóteles
356 Nasce Alexandre, o Grande
347 Morre Platão
334 a 323 Alexandre realiza suas conquistas
323 Morre Alexandre
306 O reino de Alexandre é dividido
301 Inicia-se o Período dos Ptolomeus
285 Inicia-se a tradução da Septuaginta
198 Os Selêucidas começam a controlar a Palestina
175 Grande perseguição de Epifâneo
168/7 Dá-se a profanação do Templo, por Epifâneo
167 Matatias e seus filhos se rebelam contra Epifânio
164 Os Macabeus conquistam Jerusalém
63 Pompeu toma Jerusalém
40 Antipas é apontado rei dos judeus
37 Herodes, o Grande, é apontado rei da Judéia
17 Herodes, o Grande, começa a reconstrução do Templo
4 Nascimento do SENHOR JESUS CRISTO
IV-PRINCÍPIOS BÁSICOS DO PENSAMENTO
JUDAICO NOS DIAS DO SENHOR JESUS
• É importante destacar, ainda, alguns dos princípios básicos que norteavam – ou
fundamentavam – o pensamento do povo judeu (de modo geral) nos dias do Senhor
Jesus:
•
• 1. convicção absoluta de que há um só Deus;
•
• 2. convicção absoluta de que esse Deus, que é único, os escolhera para ser o Seu
povo particular;
•
• 3. super-valorização da “pureza ritual” (o que comer, como comer, lavar-se,
circuncisão, guarda do sábado, etc). Para o judeu daqueles dias, idéias e convicções
teológicas não eram tão importantes quanto uma vida de obediência aos padrões de
pureza ritual;
•
IV-PRINCÍPIOS BÁSICOS DO PENSAMENTO
JUDAICO NOS DIAS DO SENHOR JESUS
• 4. convicção absoluta de que Deus lhes dera aquela terra – a Palestina –
e essa terra deveria lhes pertencer para sempre. E Jerusalém era o único
lugar onde se poderia adorar ao SENHOR de modo aceitável. Cabia,
portanto, a eles, os judeus, a responsabilidade de, como único povo
escolhido de Deus, defender a Terra Santa;
•
• 5. esperança generalizada de que Deus enviaria um Escolhido – o
MESSIAS – que viria libertar o Seu povo (também escolhido) das garras do
domínio estrangeiro, estabelecendo a paz universal e mantendo
Jerusalém como centro da verdadeira adoração.
V-OITO RAZÕES PELAS QUAIS OS LÍDERES
JUDEUS SE OPUSERAM AO SENHOR JESUS
• Finalizando esta parte introdutória, gostaria de apresentar oito possíveis razões que
elucidam o antagonismo dos líderes judeus para com o Senhor Jesus:
•
• 01. Inveja . Ele era aceito prontamente pelas pessoas, e multidões chegavam a viajar
para ouvi-Lo!
• 02. Seu comportamento social antipreconceituoso. Ele Se associava a pessoas
erradas (samaritanos, publicanos, pecadores).
• 03. Suas atitudes “fora do padrão”. Ele simplificava a Lei e rejeitava regras humanas
de interpretação.
• 04. Por não ter recebido uma educação formal. Ele não tinha credenciais humanas
que Lhe conferissem autoridade em assuntos religiosos.
• 05. Seu poder. Ele fazia sinais e maravilhas que eram inquestionáveis, e ninguém
conseguia imitar!
V-OITO RAZÕES PELAS QUAIS OS LÍDERES
JUDEUS SE OPUSERAM AO SENHOR JESUS
• 06. O embaraço que lhes causava. Ele vencia debates, citando as Escrituras
com absoluta maestria, e os expunha ao ridículo de sua própria condição. Ele Se
apresentava como o Messias, e não havia como refutá-Lo!
• 07. Sua autoridade. Os rabinos daqueles dias tinham o hábito de citarem-se
uns aos outros, ou de citarem ensinamentos rabínicos do passado. O Senhor
Jesus jamais fez isso! Ele sempre falava com base nas Escrituras, -
reconhecendo que a autoridade delas era final e não estava aberta a discussão –
ou com base na Sua própria autoridade inerente, iniciando suas falas com
expressões do tipo Em verdade, em verdade vos digo, consciente de que o
que dizia tinha a aprovação do Pai. No geral, as pessoas percebiam isso, e
testemunhavam dizendo: “Jamais alguém falou como este homem” (Jo 7.46).
• 08. A maneira como Ele tratava o pecado. Mostrava que a justiça de Deus só
pode ser aplicada a corações arrependidos, e não a corações satisfeitos consigo
mesmos, que se baseavam em sua religiosidade e auto-justiça.
VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA
PALESTINA
• A extensão do território da Palestina, se compararmos com a do imenso território
brasileiro, é insignificante: mede cerca de 80 km em sua largura máxima (sentido
oeste-leste) por 240 km de comprimento (sentido sul-norte). De acordo com suas
características, podemos dividi-lo em cinco regiões longitudinais a partir do
Mediterrâneo e indo em direção ao Jordão (sentido oeste-leste):
•
• 1. a planície costeira;
• 2. as campinas (também chamadas de Sefelá);
• 3. a cadeia central de montanhas;
• 4. o deserto;
• 5. o vale do Jordão (à leste do vale do Jordão fica a cadeia oriental de
montanhas).
•
O NOVO TESTAMENTO
VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA
PALESTINA
• É interessante notar que, apesar de tudo ser tão próximo, há mudanças mui profundas
entre uma região e outra, especialmente no que diz respeito ao clima. Assim, pode-se
encontrar neve num lugar, enquanto a alguns poucos quilômetros sente-se o sol brilhar com
toda a sua força e calor!
•
• Nos dias do Senhor Jesus esse território compreendia vários distritos administrativos,
governados todos eles pelos romanos. A oeste do Jordão havia três distritos:
•
• 1. ao norte, a GALILÉIA, em cuja planície de Genezaré (à beira do lago do mesmo nome)
havia abundante produção de frutas e legumes durante o ano todo;
• 2. no centro, a SAMARIA, região montanhosa onde eram criados grandes rebanhos de
cabras e ovelhas, e com planícies férteis onde se produzia frutas e grãos de toda espécie;
• 3. ao sul, a JUDÉIA, cujo lado ocidental (planície costeira e campinas) é também
extremamente fértil, contrastando com o lado oriental, formado especialmente pelo inóspito e
estéril deserto da Judéia. Era na Judéia que ficava situada Jerusalém*.
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA PALESTINA
• Já a leste do Jordão, havia:
•
• 1. um conjunto de pequenos distritos governados por Herodes Filipe,
filho de Herodes, o Grande. Esses distritos eram: Batanéia, Traconites,
Auranites, Gaulanites e a região de Panéias, cidade reconstruída por
Herodes Filipe e que recebeu o nome de Cesaréia de Filipe (foi lá que o
Senhor Jesus ouviu a confissão de Pedro a respeito da Sua divindade – Mt
16.13-28);
• 2. a região extensa, formada por dez cidades gregas “quase” autônomas,
chamada DECÁPOLIS, muito conhecida na antiguidade pela produção de
derivados de leite. Foi lá que o Senhor Jesus libertou um endemoninhado
(Mc 5.1-20);
VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA
PALESTINA
• 3. e a PERÉIA que, juntamente com a Galiléia, foi governada por
Herodes Antipas. Na maior parte, um grande deserto. Mesmo assim,
havia regiões férteis onde se cultivavam oliveiras, parreiras e palmeiras.
Segundo o historiador Josefo, João Batista foi aprisionado e morto lá, na
cidade fortificada de Maquero, onde Herodes Antipas tinha um dos seus
palácios.
•
• Quanto à hidrografia, vamos citar apenas o mais importante: ao norte,
o Mar da Galiléia; ao sul, o Mar Morto (o lugar natural de menor
altitude em todo o planeta – cerca de 400 metros abaixo do nível do
mar!); e o rio Jordão, que nasce nas montanhas ao norte, atravessa o
Mar da Galiléia, e vai desaguar na região sul, no Mar Morto
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
VII- OS LIVROS DO NOVO
TESTAMENTO
VIII- VISÃO PANORÂMICA DE CADA LIVRO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO
O NOVO TESTAMENTO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

32. O Profeta Ezequiel
32. O Profeta Ezequiel32. O Profeta Ezequiel
32. O Profeta Ezequiel
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
15. O Livro de I Reis
15. O Livro de I Reis15. O Livro de I Reis
15. O Livro de I Reis
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
Panorama do AT - Josué
Panorama do AT - JosuéPanorama do AT - Josué
Panorama do AT - Josué
Respirando Deus
 
1. período interbíblico
1. período interbíblico1. período interbíblico
1. período interbíblico
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - Introdução
Respirando Deus
 
Livros Históricos
Livros  HistóricosLivros  Históricos
Livros Históricos
Moisés Sampaio
 
Carta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
Carta à Igreja de Filadélfia no ApocalipseCarta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
Carta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
O cânon do novo testamento
O cânon do novo testamentoO cânon do novo testamento
O cânon do novo testamento
Bruno Cesar Santos de Sousa
 
7 selos do apocalipse
7 selos do apocalipse7 selos do apocalipse
7 selos do apocalipse
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
Geografia biblica slide
Geografia biblica slideGeografia biblica slide
Geografia biblica slide
André Rocha
 
7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
História da Igreja #6
História da Igreja #6História da Igreja #6
História da Igreja #6
Respirando Deus
 
Panorama do AT - Oseias
Panorama do AT - OseiasPanorama do AT - Oseias
Panorama do AT - Oseias
Respirando Deus
 
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja PerseguidaAula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
Adriano Pascoa
 
Panorama do AT - Números
Panorama do AT - NúmerosPanorama do AT - Números
Panorama do AT - Números
Respirando Deus
 
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
RODRIGO FERREIRA
 
O livro de juízes
O livro de juízesO livro de juízes
O livro de juízes
mbrandao7
 
Panorama do NT - Lucas
Panorama do NT - LucasPanorama do NT - Lucas
Panorama do NT - Lucas
Respirando Deus
 
Carta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
Carta à Igreja de Laodiceia no ApocalipseCarta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
Carta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 

Mais procurados (20)

32. O Profeta Ezequiel
32. O Profeta Ezequiel32. O Profeta Ezequiel
32. O Profeta Ezequiel
 
15. O Livro de I Reis
15. O Livro de I Reis15. O Livro de I Reis
15. O Livro de I Reis
 
Panorama do AT - Josué
Panorama do AT - JosuéPanorama do AT - Josué
Panorama do AT - Josué
 
1. período interbíblico
1. período interbíblico1. período interbíblico
1. período interbíblico
 
3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus3. O Evangelho Segundo Mateus
3. O Evangelho Segundo Mateus
 
Panorama do NT - Introdução
Panorama do NT - IntroduçãoPanorama do NT - Introdução
Panorama do NT - Introdução
 
Livros Históricos
Livros  HistóricosLivros  Históricos
Livros Históricos
 
Carta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
Carta à Igreja de Filadélfia no ApocalipseCarta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
Carta à Igreja de Filadélfia no Apocalipse
 
O cânon do novo testamento
O cânon do novo testamentoO cânon do novo testamento
O cânon do novo testamento
 
7 selos do apocalipse
7 selos do apocalipse7 selos do apocalipse
7 selos do apocalipse
 
Geografia biblica slide
Geografia biblica slideGeografia biblica slide
Geografia biblica slide
 
7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos7. atos dos apóstolos
7. atos dos apóstolos
 
História da Igreja #6
História da Igreja #6História da Igreja #6
História da Igreja #6
 
Panorama do AT - Oseias
Panorama do AT - OseiasPanorama do AT - Oseias
Panorama do AT - Oseias
 
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja PerseguidaAula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
Aula 2 - Segundo Período - A Igreja Perseguida
 
Panorama do AT - Números
Panorama do AT - NúmerosPanorama do AT - Números
Panorama do AT - Números
 
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
2 aula Profetas Menores Amós e Obadias
 
O livro de juízes
O livro de juízesO livro de juízes
O livro de juízes
 
Panorama do NT - Lucas
Panorama do NT - LucasPanorama do NT - Lucas
Panorama do NT - Lucas
 
Carta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
Carta à Igreja de Laodiceia no ApocalipseCarta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
Carta à Igreja de Laodiceia no Apocalipse
 

Destaque

Introdução ao Estudo do NT
Introdução ao Estudo do NTIntrodução ao Estudo do NT
Introdução ao Estudo do NT
Ricardo Gondim
 
Promessas de Deus
Promessas de DeusPromessas de Deus
Promessas de Deus
cspsferraz
 
PNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
PNT 002- Período Intertestamentário - PrólogoPNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
PNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
Ricardo Inacio Dondoni
 
Panorama do NT - Atos
Panorama do NT - AtosPanorama do NT - Atos
Panorama do NT - Atos
Respirando Deus
 
Introdução ao Novo testamento
Introdução ao Novo testamentoIntrodução ao Novo testamento
Introdução ao Novo testamento
João Áquila Lima Dos Santos
 
Panorama do novo testamento
Panorama do novo testamentoPanorama do novo testamento
Panorama do novo testamento
Jeane Kátia
 
Dicionário internacional do antigo testamento completo
Dicionário internacional do antigo testamento completoDicionário internacional do antigo testamento completo
Dicionário internacional do antigo testamento completo
Magaly Costa
 
2. introdução ao novo testamento
2.  introdução ao novo testamento2.  introdução ao novo testamento
2. introdução ao novo testamento
Igreja Presbiteriana de Dourados
 
Dicionário de estudos bíblicos
Dicionário de estudos bíblicosDicionário de estudos bíblicos
Dicionário de estudos bíblicos
Jeronimo Nunes
 

Destaque (9)

Introdução ao Estudo do NT
Introdução ao Estudo do NTIntrodução ao Estudo do NT
Introdução ao Estudo do NT
 
Promessas de Deus
Promessas de DeusPromessas de Deus
Promessas de Deus
 
PNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
PNT 002- Período Intertestamentário - PrólogoPNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
PNT 002- Período Intertestamentário - Prólogo
 
Panorama do NT - Atos
Panorama do NT - AtosPanorama do NT - Atos
Panorama do NT - Atos
 
Introdução ao Novo testamento
Introdução ao Novo testamentoIntrodução ao Novo testamento
Introdução ao Novo testamento
 
Panorama do novo testamento
Panorama do novo testamentoPanorama do novo testamento
Panorama do novo testamento
 
Dicionário internacional do antigo testamento completo
Dicionário internacional do antigo testamento completoDicionário internacional do antigo testamento completo
Dicionário internacional do antigo testamento completo
 
2. introdução ao novo testamento
2.  introdução ao novo testamento2.  introdução ao novo testamento
2. introdução ao novo testamento
 
Dicionário de estudos bíblicos
Dicionário de estudos bíblicosDicionário de estudos bíblicos
Dicionário de estudos bíblicos
 

Semelhante a O NOVO TESTAMENTO

IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
Rubens Sohn
 
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptxAULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
josericardo76515
 
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTOAPOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
Eli Vieira
 
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdfEstudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
Márcio Azevedo
 
Domínio das nações sobre israel
Domínio das nações sobre israelDomínio das nações sobre israel
Domínio das nações sobre israel
Geversom Sousa
 
Interbiblico2.pptx
Interbiblico2.pptxInterbiblico2.pptx
Interbiblico2.pptx
EderPereira35
 
Aula1
Aula1Aula1
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e HistóricoA Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
Gustavo Zimmermann
 
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdfNTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
ErlandsonBarbosa
 
Apostila do nt
Apostila do ntApostila do nt
Apostila do nt
Leandro Schuck
 
Bíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamentoBíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamento
ilton2
 
Bíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamentoBíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamento
ilton1
 
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkkDOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
vinicius252017
 
Aula 1 A Igreja Apostólica
Aula 1 A Igreja ApostólicaAula 1 A Igreja Apostólica
Aula 1 A Igreja Apostólica
Marcia oliveira
 
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptxevangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
vinicius252017
 
Historia da igreja aula 1
Historia da igreja aula 1Historia da igreja aula 1
Historia da igreja aula 1
Lisanro Cronje
 
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptxevangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
Tiago Silva
 
os hebreus
os  hebreusos  hebreus
os hebreus
Gean Bonatto
 
O egito antigo prof nélia
O egito antigo prof néliaO egito antigo prof nélia
O egito antigo prof nélia
historiando
 
STNB-NT1-M1
STNB-NT1-M1STNB-NT1-M1
STNB-NT1-M1
Milton JB Sobreiro
 

Semelhante a O NOVO TESTAMENTO (20)

IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
IBADEP MÉDIO - HISTÓRIA DE ISRAEL AULA 4
 
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptxAULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
AULA 1 INTRODUÇÃO AO NOVO TESTAMENTO_.pptx
 
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTOAPOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
APOSTILA DO NOVO TESTAMENTO
 
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdfEstudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
Estudo_HF_50_Int_novo_testamento (1).pdf
 
Domínio das nações sobre israel
Domínio das nações sobre israelDomínio das nações sobre israel
Domínio das nações sobre israel
 
Interbiblico2.pptx
Interbiblico2.pptxInterbiblico2.pptx
Interbiblico2.pptx
 
Aula1
Aula1Aula1
Aula1
 
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e HistóricoA Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
A Bíblia (Aula 9): Livros Bibliográficos e Histórico
 
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdfNTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
NTI-_EVANGELHOS_E_ATOS[1].pdf
 
Apostila do nt
Apostila do ntApostila do nt
Apostila do nt
 
Bíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamentoBíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamento
 
Bíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamentoBíblia – antigo testamento
Bíblia – antigo testamento
 
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkkDOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
DOC-20240224-WA0013..pptxokkkkkkkkkkkkkk
 
Aula 1 A Igreja Apostólica
Aula 1 A Igreja ApostólicaAula 1 A Igreja Apostólica
Aula 1 A Igreja Apostólica
 
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptxevangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
 
Historia da igreja aula 1
Historia da igreja aula 1Historia da igreja aula 1
Historia da igreja aula 1
 
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptxevangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
evangelhossinticosaula1-130527234747-phpapp02 (1).pptx
 
os hebreus
os  hebreusos  hebreus
os hebreus
 
O egito antigo prof nélia
O egito antigo prof néliaO egito antigo prof nélia
O egito antigo prof nélia
 
STNB-NT1-M1
STNB-NT1-M1STNB-NT1-M1
STNB-NT1-M1
 

Mais de Eli Vieira

A mensagem da seca
A mensagem da secaA mensagem da seca
A mensagem da seca
Eli Vieira
 
Catecismo maior-de-westminster
Catecismo maior-de-westminsterCatecismo maior-de-westminster
Catecismo maior-de-westminster
Eli Vieira
 
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
Eli Vieira
 
Credo dos apóstolos
Credo dos apóstolosCredo dos apóstolos
Credo dos apóstolos
Eli Vieira
 
Os propósitos da providência no sofrimento do crente
Os propósitos da providência no sofrimento do crenteOs propósitos da providência no sofrimento do crente
Os propósitos da providência no sofrimento do crente
Eli Vieira
 
O chamado à cidade
O chamado à cidadeO chamado à cidade
O chamado à cidade
Eli Vieira
 
Igreja centrada
Igreja  centradaIgreja  centrada
Igreja centrada
Eli Vieira
 
Leonard ravenhil
Leonard ravenhilLeonard ravenhil
Leonard ravenhil
Eli Vieira
 
Estudos na confissão de fé de westminster
Estudos na confissão de fé de westminsterEstudos na confissão de fé de westminster
Estudos na confissão de fé de westminster
Eli Vieira
 
A diferença que jesus faz na família
A diferença que jesus faz na famíliaA diferença que jesus faz na família
A diferença que jesus faz na família
Eli Vieira
 
AS OBRAS DA CRIAÇÃO
AS OBRAS DA CRIAÇÃOAS OBRAS DA CRIAÇÃO
AS OBRAS DA CRIAÇÃO
Eli Vieira
 
OS DECRETOS DE DEUS
OS DECRETOS DE DEUSOS DECRETOS DE DEUS
OS DECRETOS DE DEUS
Eli Vieira
 
ESTUDO NO BREVE CATECISMO
ESTUDO NO BREVE CATECISMOESTUDO NO BREVE CATECISMO
ESTUDO NO BREVE CATECISMO
Eli Vieira
 

Mais de Eli Vieira (13)

A mensagem da seca
A mensagem da secaA mensagem da seca
A mensagem da seca
 
Catecismo maior-de-westminster
Catecismo maior-de-westminsterCatecismo maior-de-westminster
Catecismo maior-de-westminster
 
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
Hernandesdiaslopes.com.br prontos a morrer não a pecar-1
 
Credo dos apóstolos
Credo dos apóstolosCredo dos apóstolos
Credo dos apóstolos
 
Os propósitos da providência no sofrimento do crente
Os propósitos da providência no sofrimento do crenteOs propósitos da providência no sofrimento do crente
Os propósitos da providência no sofrimento do crente
 
O chamado à cidade
O chamado à cidadeO chamado à cidade
O chamado à cidade
 
Igreja centrada
Igreja  centradaIgreja  centrada
Igreja centrada
 
Leonard ravenhil
Leonard ravenhilLeonard ravenhil
Leonard ravenhil
 
Estudos na confissão de fé de westminster
Estudos na confissão de fé de westminsterEstudos na confissão de fé de westminster
Estudos na confissão de fé de westminster
 
A diferença que jesus faz na família
A diferença que jesus faz na famíliaA diferença que jesus faz na família
A diferença que jesus faz na família
 
AS OBRAS DA CRIAÇÃO
AS OBRAS DA CRIAÇÃOAS OBRAS DA CRIAÇÃO
AS OBRAS DA CRIAÇÃO
 
OS DECRETOS DE DEUS
OS DECRETOS DE DEUSOS DECRETOS DE DEUS
OS DECRETOS DE DEUS
 
ESTUDO NO BREVE CATECISMO
ESTUDO NO BREVE CATECISMOESTUDO NO BREVE CATECISMO
ESTUDO NO BREVE CATECISMO
 

Último

12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
PIB Penha
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
PIB Penha
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
PIB Penha
 
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
PIB Penha
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
PIB Penha
 
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
Sammis Reachers
 
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICAINTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
AlineGoulartSchneide
 
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdfDiscipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
LEILANEGOUVEIA1
 
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
adamasatoshi
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
PIB Penha
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
PIB Penha
 
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
PIB Penha
 
Oração Da Família
Oração Da FamíliaOração Da Família
Oração Da Família
Nilson Almeida
 
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdfApostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
PatriciaTanureNutril
 
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdfmetafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
GuilhermeCerqueira17
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Ricardo Azevedo
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
Nilson Almeida
 

Último (17)

12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
 
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
 
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
 
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICAINTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
INTRODUÇÃO À HERMENÊUTICA BÍBLICA | INTERPRETAÇÃO BÍBLICA
 
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdfDiscipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
 
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
Revista Juvenis 10 - Aluno (1).pdf free .
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
 
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
 
Oração Da Família
Oração Da FamíliaOração Da Família
Oração Da Família
 
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdfApostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
Apostila Caracteristica Seres-Estelares.pdf
 
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdfmetafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
 

O NOVO TESTAMENTO

  • 1. INTRODUÇÃO AO NT • Um estudo adequado da Bíblia não pode ser feito sem uma consciência aguda das diferenças nas atitudes e estruturas políticas, culturais e religiosas que existem entre o Velho e o Novo Testamentos. Suporse-ia, logicamente, um certo desenvolvimento durante os 400 anos que decorreram entre os dois livros; mas as várias mudanças observáveis devem ser explicadas. É necessário, portanto, voltar-se, na história, até o tempo entre os dois Testamentos, a fim de se apreciar mais completamente a situação pressuposta no Novo Testamento.
  • 2. Algumas coisas que são aceitas como verdadeiras, no Novo Testamento, para as quais é necessária uma explicação, são as seguintes: 1. A situação política (domínio romano, as divisões da Palestina). 2. A dispersão judaica (judeus em cada cidade principal do Império Romano). 3. Uma sociedade urbana. 4. A língua (grego e aramaico; hebraico limitado aos eruditos). 5. Exclusivismo judaico. 6. Ênfase sobre a Tora. 7. O sinédrio. 8. A sinagoga e a escola. 9. Seitas religioso-políticas (saduceus, fariseus, essênios, escribas, zelotes, herodianos, zadoqueus). 10. Literatura extra-canônica (apócrifos e pseudo-epígrafos). 11. Tradição oral,etc.
  • 3. A abordagem a ser feita, neste estudo do fundo histórico, será ao longo de três linhas: a história política, as instituições e as seitas religiosas, e a literatura do período. HISTÓRIA O Velho Testamento encerra-se com os filhos de Israel sob a dominação dos persas. No Novo Testamento, a Palestina é subserviente aos romanos. A história política que denota esta mudança incide em quatro partes: O PERÍODO PERSA, o PERÍODO GREGO, o PERÍODO MACABEU ou hasmoneu (o período da independência) e o PERÍODO ROMANO.
  • 8. O NOVO TESTAMENTO UMA PEQUENA INTRODUÇÃO
  • 9. INFORMAÇÕES SOBRE O PERÍODO INTER-BÍBLICO • Nenhum estudo do Novo Testamento pode ser completo sem que se tome em consideração os acontecimentos dos 400 anos que se passaram entre a profecia de Malaquias e o nascimento do Senhor Jesus. • Esse período, também é chamado de período Inter-bíblico ou de período silencioso, é na verdade um período de grande ATUAÇÃO DO NOSSO DEUS NA HISTÓRIA. • Deus estava preparando tudo, para que vindo a plenitude do tempo Gl 4.4,5.
  • 11. O SONHO DE NABUCODONOSOR DN 2.24-45
  • 12. 1-PERÍODO PERSA 430 a 331 a. C. • Os persas dominaram o mundo desde 536 até 331 a. C. Ao contrario do que fizeram os assírios e babilônios, que retiravam os povos conquistados de sua terra espalhando-os por regiões do império, os persas procuravam repatriar estes povos. • Foi assim que Ciro permitiu aos judeus que voltassem para Jerusalém e reconstruíssem o Templo ( 2 Cr 36.22,23; Ed 1.1-4). Com isso cumpriu-se a profecia de Isaías 44, 28; 45.1,13 proclamada 150 anos antes. • Durante todo este período foi permitido aos judeus observar as ordenanças religiosas sem INTERFERÊNCIAS.
  • 16. 1- PERÍODO PERSA • Governo da Judéia era exercido pelo sumo sacerdote que prestava conta ao governo persa. Havia bastante liberdade e autonomia. Por outro lado o cargo de sumo sacerdote passou a ser político, o que posteriormente gerou muitos problemas. As lutas para ocupa-lo eram marcadas por inveja, intriga e até assassinato. • A Pérsia e o Egito, nessa época passaram a envolver-se em conflitos constantes, e como a Judéia estava geograficamente situada entre esses dois impérios, não teve como se eximir de envolvimento. Foi assim que, durante o reinado de Artaxerxes III, muitos judeus se engajaram numa rebelião contra os seus dominadores persa, tendo sido deportados(novamente), para Babilônia ou para as margens do Mar Cáspio.
  • 18. 2- O PERÍODO GREGO 331 a 167 a. C. • Até a segunda metade do IV século a.C. os grandes impérios tinham suas bases na Ásia ou na África. • Em 333 a.C. Alexandre da Macedônia, discípulo de Aristóteles completamente convencido que a cultura grega era a força que iria unificar o mundo, derrotou os exércitos persas estacionados na Ásia Menor. • Sua Meta era implantar a cultura helênica, levando o mundo conhecido a experimentar uma globalização. Em cada país conquistado, determinava a construção de uma cidade, que deveria servir de modelo para as demais. Eram construídos bons prédios,
  • 20. 2 – O PERÍODO GREGO 331 a 167 a.C. • Eram construídos bons prédios públicos, um ginásio(para os jogos), um teatro, etc. • As pessoas eram estimuladas a adotarem nomes gregos, vestir-se como os gregos e falar a língua grega. Aos poucos se ia estabelecendo uma língua mundialmente falada. • Alexandre tornou-se amigo dos judeus, preservou a cidade de Jerusalém, permitiu-lhes observar as sua próprias leis e lhes ofereceu facilidades para se fixarem em Alexandria(construída por ele no Egito em 331. • Se a idolatria foi a pedra de tropeço no período pré-exílico, a cultura helênica o foi neste período.
  • 23. 2-PERÍODO GREGO 331 a 167 a.C. • Alexandre morreu em 323 a.C. aos 33 anos de idade, na Babilônia. Depois de vinte anos de lutas incertezas, seus generais ividiram o império em cinco regiões, mantendo porém a mesma conduta de helenização dos povos. • A) Lisímaco recebeu a Trácia e a Asia Menor; • B)Cassandro a Macedônia e a Grécia; • C)Ptolomeu recebeu o Egito e o norte da África; • D)Seleuco a Síria e vasta região a leste desta; • E)Antigo Monoftalmos Judéia e Ásia, depois Ptolomeu I
  • 26. 2.1 – SUB-PERÍDO GREGO: OS PTOLOMEUS • Os judeus viveram em Paz. Os que moravam no Egito construíram sinagogas. Alexandria foi definida por Ptolomeu I com capital e tornou-se um centro influente do judaísmo. • Na época de Ptolomeu II(Filadlefo) 285 a.C. os judeus traduziram para o grego o V.T. essa tradução ficou conhecida como a Septuaginta. • Os sumos sacerdotes continuaram governando a terra como no Período Persa. • O grande personagem dessa época: o Sumo Sacerdote Simão, o Justo.
  • 28. 2.2 SUB-PERÍODO GREGO: OS SELÊUCIDAS • Os governadores Sírios são chamados Selêucidas, porque o seu reino coube a Selêuco. Antioco III o Grande conquistou a Palestina em 198 a.C. ao vencer Ptolomeu IV na batalha de Panéias. • Inicialmente os selêucidas permitiram que o Sumo sacerdote continuasse governando os judeus, de acordo com as leis deles. • Porém surgiram conflitos entre o partido helenista e os judeus ortodoxo, o que levou Antíoco IV a nomear um homem que mudou o seu nome de Josué para Jason. • Antíoco assumiu uma postura violenta, em 167 a.C. levou consigo o altar e o candelabro de ouro, e profanou o templo. Construiu um altar ao deus Zeus, etc.Gerou a revolta dos Macabeus.
  • 31. 3- PERÍODO MACABEU – 167 A 63 a.C. • Não demorou muito para que os judeus oprimidos pelos Selêucidas encontrassem um líder para defender a sua causa. • Certo emissário de Antíoco Epifânio • Judas Macabeu encampou a autoridade sacerdotal e civil.
  • 34. PERÍODO ROMANO • 4.1 – Governo Estável • 4.2-BOAS ESTRADAS E ROTAS MARÍTIMAS • 4.3-UMA LÍNGUA UNIVERSAL • 4.4- GRANDE CORRUPÇÃO MORAL • 4.5 – CONFUSÃO ESPIRITUAL
  • 35. II-ALGUMAS INSTITUIÇÕES E GRUPOS IMPORTANTES DO PERÍODO INTER-BÍBLICO DOS DIAS DO SENHOR JESUS
  • 36. 1- SINAGOGA • 1. SINAGOGA. Diz a tradição que, tendo perdido a Pátria e o Templo quando da invasão babilônica, não tendo mais nem rei nem Estado nacional, deportados para a Babilônia, exilados no Egito (grupo que foi com Jeremias, o profeta), ou dispersos entre estrangeiros, os judeus passaram a ter sua religião como único traço de união entre si e, com vistas a manter essa união, foram organizadas as sinagogas. Estas, portanto, teriam surgido durante o Exílio Babilônico (ou seja, antes do Período Inter-Bíblico). (Tornou-se costume entre os judeus que onde quer que houvesse dez famílias judias, estas deveriam unir-se e fundar uma sinagoga!). Assim, após a destruição do Templo, em 587 a.C., os locais de reunião para oração e estudo da Escritura se tornaram o centro da vida dos judeus. (Essas reuniões aconteciam, anteriormente, nos lares - Ez 8.1; 20.1-3). Quando possível, as sinagogas eram construídas com a face voltada para Jerusalém, no local mais alto da cidade, e perto da água (usada em certas cerimônias).
  • 38. 2-SINÉDRIO • 2. SINÉDRIO (transcrição de uma palavra grega que significa “assembléia”). Era a suprema corte dos judeus. É de origem incerta. A primeira referência documentada, vem do Período dos Selêucidas. Só podiam fazer parte dele judeus de nascimento. Seus 71 membros exerciam mandato vitalício. Era presidido pelo sumo sacerdote, que, nos dias de Jesus, era nomeado pelo governador romano. A jurisdição do Sinédrio limitava-se à Judéia. Dava a palavra final nos assuntos de interpretação da Lei. Tomava decisões em questões criminais, sujeitando-as à aprovação do governo romano. O Senhor Jesus foi levado perante o Sinédrio (Mc 14. 53-55), assim como também os apóstolos (At 4.15-18; 22.30).
  • 41. 3-OS FARISEUS • Nas tentativas de responder a problemas levantados por religiões intrusas, muitas idéias dormentes no Velho Testamento foram desenvolvidas e aumentadas. Entre essas doutrinas desenvolvidas durante esses 400 anos estão a ressurreição dos mortos, os demônios, os anjos e a esperança messiânica. • Eles também colocavam uma forte ênfase sobre a providência divina nos assuntos do homem.
  • 45. 4-OS SADUCEUS • Pode ter vindo da palavra hebraica "zoddikim", que significa "os justos". Os saduceus gabavam-se de sua fidelidade à letra da lei mosaica, em contradição à tradição oral. Este era o partido da aristocracia e dos sacerdotes abastados. • Eles controlavam o sinédrio e qualquer resquício de poder político que restava. • Teologicamente conservadores (diziam),limitavam o cânon à Torah ou Pentateuco. Rejeitavam as doutrinas da ressurreição, demônios, anjos, espíritos, e advogavam a vontade livre, em lugar da providência divina. Este grupo não sobreviveu à Guerra Judaico-Romana de 66-70.
  • 50. 5-OS ESCRIBAS • . OS ESCRIBAS. Estritamente falando, estes judeus não constituíam um partido político, mas eram membros de uma “corporação de profissionais”. Eram, antes de mais nada, os copistas da Lei. Inicialmente, os escribas eram sacerdotes (Esdras foi sacerdote e escriba). Considerados autoridades quanto às Escrituras Sagradas, exerciam função de ensino. Sua linha de pensamento era semelhante à dos fariseus, com quem aparecem associados freqüentemente nas páginas do Novo Testamento. O valor do seu trabalho está na preservação dos escritos divinos, bem como na defesa dos princípios da Lei. Por outro lado, quando passaram a defender a lei oral*, passaram a valorizá-la mais do que a escrita (tal como o faziam os fariseus). Não são mencionados no Quarto Evangelho.
  • 54. 6-OS ZELOTES • Os zelotes representavam o desenvolvimento na extrema esquerda entre os fariseus. Estavam interessados na independência da nação e sua autonomia, ao ponto de negligenciarem toda outra preocupação. Segundo Josefo, o fundador foi Judas de Gamala, que iniciou a revolta sobre o censo da taxação, em 6 d.C. Seu alvo era sacudir o jugo romano e anunciar o reino messiânico. Eles precipitaram a revolta em 66 d.C, que levou à destruição de Jerusalém em 70. Simão, o zelote, foi um dos apóstolos.
  • 57. 7-OS ESSÊNIOS *Estes representavam o desenvolvimento na extrema direita entre os fariseus. *Sendo o elemento mais conservador dos fariseus, eles enfatizavam a observação minuciosa da lei. Formavam uma comunidade ascética ao redor do Mar Morto, e viviam uma vida rigidamente devota. *A partir dos documentos de Qumram, parece que eles aguardavam um messias que iria combinar as linhagens real e sacerdotal, numa estrutura escatológica. Este grupo não é mencionado em o Novo Testamento.
  • 61. 8-OS HERODIANOS • Os saduceus da extrema esquerda eram conhecidos como os herodianos. Tirando o nome da família de Herodes, eles baseavam suas esperanças nacionais nessa família e olhavam para ela com respeito ao cumprimento das profecias acerca do Messias. Eles surgiram em 6 d.C, quando Arquelau, filho de Herodes, o Grande, foi deposto, e Augusto César enviou um procurador, Copônico. Os judeus que favoreciam a dinastia herodiana eram chamados "herodianos". Este grupo é mencionado em Mateus 22:16 e Marcos 3:6; 12:13.
  • 63. 9-OS SAMARITANOS • OS SAMARITANOS. Descendentes da união de colonos trazidos para a Palestina por Sargão, com judeus pobres que permaneceram após a queda do Reino do Norte. [A Samaria era parte da região que constituía o Reino do Norte, também chamado de Israel, após a divisão da nação, nos dias de Roboão, e que foi tomado pelos assírios em 722 a.C.]. Por algum tempo, cultuaram num templo erguido no Monte Gerizim, baseando sua religião numa tradução própria do Pentateuco (2 Rs 17). Os samaritanos eram monoteístas, observavam a Lei, guardavam as festas judaicas, e esperavam um Messias. Os judeus não se davam com os samaritanos (Ne 4.1,2; Jo 4.8).
  • 66. III-PEQUENA CRONOLOGIA DO PERÍODO INTER-BÍBLICO Ano (a.C.) Acontecimento 430 Os persas já estão dominando 399 Morre Sócrates 384 Nasce Aristóteles 356 Nasce Alexandre, o Grande 347 Morre Platão 334 a 323 Alexandre realiza suas conquistas 323 Morre Alexandre 306 O reino de Alexandre é dividido 301 Inicia-se o Período dos Ptolomeus 285 Inicia-se a tradução da Septuaginta 198 Os Selêucidas começam a controlar a Palestina 175 Grande perseguição de Epifâneo 168/7 Dá-se a profanação do Templo, por Epifâneo 167 Matatias e seus filhos se rebelam contra Epifânio 164 Os Macabeus conquistam Jerusalém 63 Pompeu toma Jerusalém 40 Antipas é apontado rei dos judeus 37 Herodes, o Grande, é apontado rei da Judéia 17 Herodes, o Grande, começa a reconstrução do Templo 4 Nascimento do SENHOR JESUS CRISTO
  • 67. IV-PRINCÍPIOS BÁSICOS DO PENSAMENTO JUDAICO NOS DIAS DO SENHOR JESUS • É importante destacar, ainda, alguns dos princípios básicos que norteavam – ou fundamentavam – o pensamento do povo judeu (de modo geral) nos dias do Senhor Jesus: • • 1. convicção absoluta de que há um só Deus; • • 2. convicção absoluta de que esse Deus, que é único, os escolhera para ser o Seu povo particular; • • 3. super-valorização da “pureza ritual” (o que comer, como comer, lavar-se, circuncisão, guarda do sábado, etc). Para o judeu daqueles dias, idéias e convicções teológicas não eram tão importantes quanto uma vida de obediência aos padrões de pureza ritual; •
  • 68. IV-PRINCÍPIOS BÁSICOS DO PENSAMENTO JUDAICO NOS DIAS DO SENHOR JESUS • 4. convicção absoluta de que Deus lhes dera aquela terra – a Palestina – e essa terra deveria lhes pertencer para sempre. E Jerusalém era o único lugar onde se poderia adorar ao SENHOR de modo aceitável. Cabia, portanto, a eles, os judeus, a responsabilidade de, como único povo escolhido de Deus, defender a Terra Santa; • • 5. esperança generalizada de que Deus enviaria um Escolhido – o MESSIAS – que viria libertar o Seu povo (também escolhido) das garras do domínio estrangeiro, estabelecendo a paz universal e mantendo Jerusalém como centro da verdadeira adoração.
  • 69. V-OITO RAZÕES PELAS QUAIS OS LÍDERES JUDEUS SE OPUSERAM AO SENHOR JESUS • Finalizando esta parte introdutória, gostaria de apresentar oito possíveis razões que elucidam o antagonismo dos líderes judeus para com o Senhor Jesus: • • 01. Inveja . Ele era aceito prontamente pelas pessoas, e multidões chegavam a viajar para ouvi-Lo! • 02. Seu comportamento social antipreconceituoso. Ele Se associava a pessoas erradas (samaritanos, publicanos, pecadores). • 03. Suas atitudes “fora do padrão”. Ele simplificava a Lei e rejeitava regras humanas de interpretação. • 04. Por não ter recebido uma educação formal. Ele não tinha credenciais humanas que Lhe conferissem autoridade em assuntos religiosos. • 05. Seu poder. Ele fazia sinais e maravilhas que eram inquestionáveis, e ninguém conseguia imitar!
  • 70. V-OITO RAZÕES PELAS QUAIS OS LÍDERES JUDEUS SE OPUSERAM AO SENHOR JESUS • 06. O embaraço que lhes causava. Ele vencia debates, citando as Escrituras com absoluta maestria, e os expunha ao ridículo de sua própria condição. Ele Se apresentava como o Messias, e não havia como refutá-Lo! • 07. Sua autoridade. Os rabinos daqueles dias tinham o hábito de citarem-se uns aos outros, ou de citarem ensinamentos rabínicos do passado. O Senhor Jesus jamais fez isso! Ele sempre falava com base nas Escrituras, - reconhecendo que a autoridade delas era final e não estava aberta a discussão – ou com base na Sua própria autoridade inerente, iniciando suas falas com expressões do tipo Em verdade, em verdade vos digo, consciente de que o que dizia tinha a aprovação do Pai. No geral, as pessoas percebiam isso, e testemunhavam dizendo: “Jamais alguém falou como este homem” (Jo 7.46). • 08. A maneira como Ele tratava o pecado. Mostrava que a justiça de Deus só pode ser aplicada a corações arrependidos, e não a corações satisfeitos consigo mesmos, que se baseavam em sua religiosidade e auto-justiça.
  • 71. VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA PALESTINA • A extensão do território da Palestina, se compararmos com a do imenso território brasileiro, é insignificante: mede cerca de 80 km em sua largura máxima (sentido oeste-leste) por 240 km de comprimento (sentido sul-norte). De acordo com suas características, podemos dividi-lo em cinco regiões longitudinais a partir do Mediterrâneo e indo em direção ao Jordão (sentido oeste-leste): • • 1. a planície costeira; • 2. as campinas (também chamadas de Sefelá); • 3. a cadeia central de montanhas; • 4. o deserto; • 5. o vale do Jordão (à leste do vale do Jordão fica a cadeia oriental de montanhas). •
  • 73. VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA PALESTINA • É interessante notar que, apesar de tudo ser tão próximo, há mudanças mui profundas entre uma região e outra, especialmente no que diz respeito ao clima. Assim, pode-se encontrar neve num lugar, enquanto a alguns poucos quilômetros sente-se o sol brilhar com toda a sua força e calor! • • Nos dias do Senhor Jesus esse território compreendia vários distritos administrativos, governados todos eles pelos romanos. A oeste do Jordão havia três distritos: • • 1. ao norte, a GALILÉIA, em cuja planície de Genezaré (à beira do lago do mesmo nome) havia abundante produção de frutas e legumes durante o ano todo; • 2. no centro, a SAMARIA, região montanhosa onde eram criados grandes rebanhos de cabras e ovelhas, e com planícies férteis onde se produzia frutas e grãos de toda espécie; • 3. ao sul, a JUDÉIA, cujo lado ocidental (planície costeira e campinas) é também extremamente fértil, contrastando com o lado oriental, formado especialmente pelo inóspito e estéril deserto da Judéia. Era na Judéia que ficava situada Jerusalém*.
  • 85. VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA PALESTINA • Já a leste do Jordão, havia: • • 1. um conjunto de pequenos distritos governados por Herodes Filipe, filho de Herodes, o Grande. Esses distritos eram: Batanéia, Traconites, Auranites, Gaulanites e a região de Panéias, cidade reconstruída por Herodes Filipe e que recebeu o nome de Cesaréia de Filipe (foi lá que o Senhor Jesus ouviu a confissão de Pedro a respeito da Sua divindade – Mt 16.13-28); • 2. a região extensa, formada por dez cidades gregas “quase” autônomas, chamada DECÁPOLIS, muito conhecida na antiguidade pela produção de derivados de leite. Foi lá que o Senhor Jesus libertou um endemoninhado (Mc 5.1-20);
  • 86. VI-UM POUCO DA GEOGRAFIA DA PALESTINA • 3. e a PERÉIA que, juntamente com a Galiléia, foi governada por Herodes Antipas. Na maior parte, um grande deserto. Mesmo assim, havia regiões férteis onde se cultivavam oliveiras, parreiras e palmeiras. Segundo o historiador Josefo, João Batista foi aprisionado e morto lá, na cidade fortificada de Maquero, onde Herodes Antipas tinha um dos seus palácios. • • Quanto à hidrografia, vamos citar apenas o mais importante: ao norte, o Mar da Galiléia; ao sul, o Mar Morto (o lugar natural de menor altitude em todo o planeta – cerca de 400 metros abaixo do nível do mar!); e o rio Jordão, que nasce nas montanhas ao norte, atravessa o Mar da Galiléia, e vai desaguar na região sul, no Mar Morto
  • 89. VII- OS LIVROS DO NOVO TESTAMENTO
  • 90. VIII- VISÃO PANORÂMICA DE CADA LIVRO