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"Toda alma esteja sujeita às autoridades
superiores; porque não há autoridade que
não venha de Deus; e as autoridades que
há foram ordenadas por Deus."
Rom 13.1
Deus instituiu autoridades e leis, a fim de
preservar a sociedade humana de uma
depravação total e irreversível.
Gênesis 9.1-13
1 - E abençoou Deus a Noé e a seus filhos e disse-lhes:
frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra.
2 - E será o vosso temor e o vosso pavor sobre todo
animal da terra e sobre toda ave dos céus; tudo o que
se move sobre a terra e todos os peixes do mar na
vossa mão são entregues.
3 - Tudo quanto se move, que é vivente, será para
vosso mantimento; tudo vos tenho dado, como a erva
verde.
4 - A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu
sangue, não comereis.
5 - E certamente requererei o vosso sangue, o sangue
da vossa vida; da mão de todo animal o requererei,
como também da mão do homem e da mão do
irmão de cada um requererei a vida do homem.
6 - Quem derramar o sangue do homem, pelo
homem o seu sangue será derramado; porque Deus
fez o homem conforme a sua imagem.
7 - Mas vós, frutificai e multiplicai-vos; povoai
abundantemente a terra e multiplicai-vos nela.
8 - E falou Deus a Noé e a seus filhos com ele,
dizendo:
9 - E eu, eis que estabeleço o meu concerto convosco,
e com a vossa semente depois de vós,
10 - e com toda alma vivente, que convosco está, de
aves, de reses, e de todo animal da terra convosco;
desde todos que saíram da arca, até todo animal da
terra.
11 - E eu convosco estabeleço o meu concerto, que
não será mais destruída toda carne pelas águas do
dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a
terra.
12 - E disse Deus: Este é o sinal do concerto que
ponho entre mim e vós e entre toda alma vivente,
que está convosco, por gerações eternas.
13 - O meu arco tenho posto na nuvem; este será por
sinal do concerto entre mim e a terra.
Deus fez chover sobre a terra por quarenta dias e
quarenta noites. As águas caíram e brotaram em tal
quantidade, que vieram a prevalecer por quase um
ano. Veio a perecer, assim, toda a primeira civilização
humana.
Enquanto isso, Noé e sua família, na grande arca,
vagavam sobre as águas que, dia a dia, iam
diminuindo até que o chão enxuto apareceu.
Já fora do grande barco,
os sobreviventes
empreendem uma nova
obra civilizatória. E, para
tanto, o patriarca recebe
instruções específicas do
Senhor, a fim de que ele e
seus filhos cumpram-lhe
fielmente a vontade:
edificar uma sociedade
baseada no amor a Deus
e ao próximo.
Uma sociedade que, distanciando-se daquela região,
alcançasse os confins da terra.
Tinha início, naquele momento, o governo humano,
que haveria de perdurar, apesar de tantos dramas e
tragédias, até nossos dias.
Noé e sua família permanecem a bordo da arca por
quase um ano (Gn 7.11; 8.13). Ao deixarem a
embarcação, conscientizam-se de que, de agora em
diante, terão de se deparar com uma realidade
inteiramente nova.
Os animais entraram na arca no dia 10 do mês dois
(7.8,9). A chuva começou sete dias depois (v. 11), e o
volume de água foi aumentando até dia 27 do mês três (v.
12). A arca não toca a terra até dia 17 do mês sete (8.4).
O cume de montanhas é visto no dia 1º do décimo mês (v.
4), e as portas da arca finalmente são abertas em 1º do
mês um (v.13). A terra estava seca o suficiente para Noé e
sua família saírem em 27 do mês dois (v. 14), um ano e
dez dias depois que o dilúvio começou" (RICHARDS,
Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de
Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 10.ed. Rio de
Janeiro: CPAD, 2012, p. 30).
1. Um novo relacionamento com a natureza. Se até
aquele momento o homem havia convivido
harmonicamente com a criação, a partir de agora,
esse relacionamento será bastante traumático. Alerta
o Senhor que os animais, por exemplo, terão medo e
pavor do ser humano (Gn 9.2).
Para combatê-los, haveriam de surgir grandes
caçadores como Ninrode (Gn 10.9). A natureza
deveria ser domada a duras penas, a fim de que o
habitat dos filhos de Noé se fizesse sustentável.
Sobre o assunto, declara o apóstolo Paulo: "Porque
sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e
suporta angústias até agora" (Rm 8.22 - ARA). No
Milênio, porém, tal situação será revertida (Is 11.6).
Por enquanto, todos jazemos sob um pesado
cativeiro.
2. Uma nova dieta. Se antes do Dilúvio todos
dispunham de uma dieta vegetal rica e farta, agora
teriam de complementá-la com nutrientes animais.
Todavia, deveriam abster-se do sangue (Gn 9.4).
Semelhante recomendação fariam os apóstolos em
Jerusalém (At 15.19,20).
3. A bênção
divina. Reconstruir a
sociedade humana era
tarefa nada fácil. Noé e
sua família teriam de
recomeçar um processo
civilizatório que, por causa
da grande inundação,
perdera quase dois mil
anos de invenções,
descobertas e avanços
tecnológicos.
Nessa empreitada, o patriarca e seus filhos
necessitariam da plenitude da bênção divina. Bem-
aventurando-os, ordena-lhes o Senhor: "Mas vós,
frutificai e multiplicai-vos; povoai abundantemente a
terra e multiplicai-vos nela" (Gn 9.7).
Não demoraria muito, conforme veremos nas
próximas lições, para que o homem voltasse a
progredir e a ocupar os mais remotos continentes.
Antes do Dilúvio, não
havia chuva. Um vapor
regava a terra. A partir
de agora, porém,
haveria de cair
regularmente sobre a
terra, como sinal da
bênção divina (Mt
5.45). A pergunta,
todavia, era inevitável:
"E se viesse outro
dilúvio?"
1. Um novo pacto com a
humanidade. Visando
acalmar-lhes o espírito,
promete-lhes o Senhor: o
mundo não voltará a ser
destruído por uma nova
inundação. Sem essa
promessa, a descendência
de Noé teria desperdiçado
seus esforços na
construção de arcas,
torres e barragens.
Em sua misericórdia, o Senhor promete: "E eu
convosco estabeleço o meu concerto, que não será
mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e
que não haverá mais dilúvio para destruir a terra" (Gn
9.11).
2. O sinal do pacto noético. A fim
de que a humanidade se
lembrasse da misericórdia de
Deus, após cada chuva, o Senhor
torna-lhes bem visível o seu
pacto: "O meu arco tenho posto
na nuvem; este será por sinal do
concerto entre mim e a terra. E
acontecerá que, quando eu
trouxer nuvens sobre a terra,
aparecerá o arco nas nuvens" (Gn
9.13,14).
O arco de Deus, seria um fenômeno tão novo como a
chuva regular. Vendo-o a cada chuvarada, os
descendentes de Noé poderiam repousar nos
cuidados divinos.
Uma nova civilização estava prestes a recomeçar. Mas,
para que alcançasse plenamente os seus objetivos,
era imperioso que ela se formasse sob o império das
leis. Por esse motivo, Deus institui o governo humano.
1. O governo humano. Teologicamente, o governo
humano é a instituição estabelecida por Deus, logo
após o Dilúvio, através da qual o Senhor delega ao
homem não somente a governança do planeta, como
também a administração da justiça (Rm 13.1).
Essa instituição, sem a qual a civilização humana seria
inviável, pode ser sumariada nesta única sentença
divina: "Quem derramar o sangue do homem, pelo
homem o seu sangue será derramado; porque Deus
fez o homem conforme a sua imagem" (Gn 9.6).
O Senhor Jesus, ao ratificar esse princípio, foi enfático
ao realçar o lado benevolente e amoroso que deveria
reger o governo humano: "Portanto, tudo o que vós
quereis que os homens vos façam, fazei-lho também
vós, porque esta é a lei e os profetas" (Mt 7.12).
2. O aperfeiçoamento do
governo humano. Israel teve em
vários períodos de sua história,
alguns governos que chegaram a
ser perfeitos. Haja vista o reinado
de Ezequias (2 Cr 29.1,2). Aliás,
esses homens procuraram
cumprir a Lei de Moisés, porque
sabiam que nenhum reino poderá
ser construído anarquicamente.
Dessa forma, Noé e seus descendentes, sob as novas
regras baixadas pelo Senhor, puderam dar
continuidade a história humana, apesar das lacunas
deixadas pelo Dilúvio.
O governo humano é uma instituição divina. Foi
deixado pelo Senhor, objetivando levar a civilização a
cumprir os seus objetivos, até que o seu Reino seja
instaurado entre nós através de Jesus Cristo, seu
Filho.
Enquanto isso, todos somos exortados a obedecer aos
mandatários e governantes, desde que estes não
baixem leis que contrariem a Palavra de Deus, que
está acima de todas as legislações humanas. Por isso,
eis o nosso texto áureo: " Mais importa obedecer a
Deus do que aos homens" (At 5.29).

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O inicio do governo humano

  • 1.
  • 2. "Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus." Rom 13.1
  • 3. Deus instituiu autoridades e leis, a fim de preservar a sociedade humana de uma depravação total e irreversível.
  • 4. Gênesis 9.1-13 1 - E abençoou Deus a Noé e a seus filhos e disse-lhes: frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra. 2 - E será o vosso temor e o vosso pavor sobre todo animal da terra e sobre toda ave dos céus; tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar na vossa mão são entregues. 3 - Tudo quanto se move, que é vivente, será para vosso mantimento; tudo vos tenho dado, como a erva verde. 4 - A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
  • 5. 5 - E certamente requererei o vosso sangue, o sangue da vossa vida; da mão de todo animal o requererei, como também da mão do homem e da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem. 6 - Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem. 7 - Mas vós, frutificai e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra e multiplicai-vos nela.
  • 6. 8 - E falou Deus a Noé e a seus filhos com ele, dizendo: 9 - E eu, eis que estabeleço o meu concerto convosco, e com a vossa semente depois de vós, 10 - e com toda alma vivente, que convosco está, de aves, de reses, e de todo animal da terra convosco; desde todos que saíram da arca, até todo animal da terra. 11 - E eu convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra.
  • 7. 12 - E disse Deus: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós e entre toda alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. 13 - O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal do concerto entre mim e a terra.
  • 8. Deus fez chover sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites. As águas caíram e brotaram em tal quantidade, que vieram a prevalecer por quase um ano. Veio a perecer, assim, toda a primeira civilização humana.
  • 9. Enquanto isso, Noé e sua família, na grande arca, vagavam sobre as águas que, dia a dia, iam diminuindo até que o chão enxuto apareceu.
  • 10. Já fora do grande barco, os sobreviventes empreendem uma nova obra civilizatória. E, para tanto, o patriarca recebe instruções específicas do Senhor, a fim de que ele e seus filhos cumpram-lhe fielmente a vontade: edificar uma sociedade baseada no amor a Deus e ao próximo.
  • 11. Uma sociedade que, distanciando-se daquela região, alcançasse os confins da terra. Tinha início, naquele momento, o governo humano, que haveria de perdurar, apesar de tantos dramas e tragédias, até nossos dias.
  • 12. Noé e sua família permanecem a bordo da arca por quase um ano (Gn 7.11; 8.13). Ao deixarem a embarcação, conscientizam-se de que, de agora em diante, terão de se deparar com uma realidade inteiramente nova.
  • 13. Os animais entraram na arca no dia 10 do mês dois (7.8,9). A chuva começou sete dias depois (v. 11), e o volume de água foi aumentando até dia 27 do mês três (v. 12). A arca não toca a terra até dia 17 do mês sete (8.4). O cume de montanhas é visto no dia 1º do décimo mês (v. 4), e as portas da arca finalmente são abertas em 1º do mês um (v.13). A terra estava seca o suficiente para Noé e sua família saírem em 27 do mês dois (v. 14), um ano e dez dias depois que o dilúvio começou" (RICHARDS, Lawrence O. Guia do Leitor da Bíblia: Uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. 10.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 30).
  • 14. 1. Um novo relacionamento com a natureza. Se até aquele momento o homem havia convivido harmonicamente com a criação, a partir de agora, esse relacionamento será bastante traumático. Alerta o Senhor que os animais, por exemplo, terão medo e pavor do ser humano (Gn 9.2).
  • 15. Para combatê-los, haveriam de surgir grandes caçadores como Ninrode (Gn 10.9). A natureza deveria ser domada a duras penas, a fim de que o habitat dos filhos de Noé se fizesse sustentável.
  • 16. Sobre o assunto, declara o apóstolo Paulo: "Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora" (Rm 8.22 - ARA). No Milênio, porém, tal situação será revertida (Is 11.6). Por enquanto, todos jazemos sob um pesado cativeiro.
  • 17. 2. Uma nova dieta. Se antes do Dilúvio todos dispunham de uma dieta vegetal rica e farta, agora teriam de complementá-la com nutrientes animais. Todavia, deveriam abster-se do sangue (Gn 9.4). Semelhante recomendação fariam os apóstolos em Jerusalém (At 15.19,20).
  • 18. 3. A bênção divina. Reconstruir a sociedade humana era tarefa nada fácil. Noé e sua família teriam de recomeçar um processo civilizatório que, por causa da grande inundação, perdera quase dois mil anos de invenções, descobertas e avanços tecnológicos.
  • 19. Nessa empreitada, o patriarca e seus filhos necessitariam da plenitude da bênção divina. Bem- aventurando-os, ordena-lhes o Senhor: "Mas vós, frutificai e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra e multiplicai-vos nela" (Gn 9.7).
  • 20. Não demoraria muito, conforme veremos nas próximas lições, para que o homem voltasse a progredir e a ocupar os mais remotos continentes.
  • 21. Antes do Dilúvio, não havia chuva. Um vapor regava a terra. A partir de agora, porém, haveria de cair regularmente sobre a terra, como sinal da bênção divina (Mt 5.45). A pergunta, todavia, era inevitável: "E se viesse outro dilúvio?"
  • 22. 1. Um novo pacto com a humanidade. Visando acalmar-lhes o espírito, promete-lhes o Senhor: o mundo não voltará a ser destruído por uma nova inundação. Sem essa promessa, a descendência de Noé teria desperdiçado seus esforços na construção de arcas, torres e barragens.
  • 23. Em sua misericórdia, o Senhor promete: "E eu convosco estabeleço o meu concerto, que não será mais destruída toda carne pelas águas do dilúvio e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra" (Gn 9.11).
  • 24. 2. O sinal do pacto noético. A fim de que a humanidade se lembrasse da misericórdia de Deus, após cada chuva, o Senhor torna-lhes bem visível o seu pacto: "O meu arco tenho posto na nuvem; este será por sinal do concerto entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens" (Gn 9.13,14).
  • 25. O arco de Deus, seria um fenômeno tão novo como a chuva regular. Vendo-o a cada chuvarada, os descendentes de Noé poderiam repousar nos cuidados divinos.
  • 26. Uma nova civilização estava prestes a recomeçar. Mas, para que alcançasse plenamente os seus objetivos, era imperioso que ela se formasse sob o império das leis. Por esse motivo, Deus institui o governo humano.
  • 27. 1. O governo humano. Teologicamente, o governo humano é a instituição estabelecida por Deus, logo após o Dilúvio, através da qual o Senhor delega ao homem não somente a governança do planeta, como também a administração da justiça (Rm 13.1).
  • 28. Essa instituição, sem a qual a civilização humana seria inviável, pode ser sumariada nesta única sentença divina: "Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem" (Gn 9.6).
  • 29. O Senhor Jesus, ao ratificar esse princípio, foi enfático ao realçar o lado benevolente e amoroso que deveria reger o governo humano: "Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas" (Mt 7.12).
  • 30. 2. O aperfeiçoamento do governo humano. Israel teve em vários períodos de sua história, alguns governos que chegaram a ser perfeitos. Haja vista o reinado de Ezequias (2 Cr 29.1,2). Aliás, esses homens procuraram cumprir a Lei de Moisés, porque sabiam que nenhum reino poderá ser construído anarquicamente.
  • 31. Dessa forma, Noé e seus descendentes, sob as novas regras baixadas pelo Senhor, puderam dar continuidade a história humana, apesar das lacunas deixadas pelo Dilúvio.
  • 32. O governo humano é uma instituição divina. Foi deixado pelo Senhor, objetivando levar a civilização a cumprir os seus objetivos, até que o seu Reino seja instaurado entre nós através de Jesus Cristo, seu Filho.
  • 33. Enquanto isso, todos somos exortados a obedecer aos mandatários e governantes, desde que estes não baixem leis que contrariem a Palavra de Deus, que está acima de todas as legislações humanas. Por isso, eis o nosso texto áureo: " Mais importa obedecer a Deus do que aos homens" (At 5.29).