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O Império Português no século XVI e Lisboa Quinhentista
No Império Português do século XVI,
cruzavam-se as seguintes rotas comerciais:
• rotas do Atlântico (rota triangular entre
Portugal, costa ocidental de África e Brasil;
rotas da Madeira e dos Açores);
• rotas vindas do Extremo Oriente para a Índia
(Goa, Cochim) e, depois, para Lisboa através
da rota do Cabo.
Através destas rotas, chegavam a Lisboa numerosas riquezas tais como ouro e
escravos de África, açúcar da Madeira e de São-tomé e Príncipe, pau-brasil e
açúcar do Brasil, especiarias da Índia e produtos orientais. Lisboa tornou-se um
importante centro de negócios e uma cidade cosmopolita, onde barcos de toda a
Europa carregavam mercadorias.
Lisboa tornou-se numa cidade europeia importante por causa do comercio. Tem
espaços onde se poderia adquirir produtos de todas as partes do mundo: Rua orla
dos Mercadores, Casa da India, Zona Ribeira das Naus.
Lisboa cresceu em direção ao Rio Tejo e tornou-se uma cidade muito importante:
era chamada RAINHA DO OCEANO.
D. Manuel I controlava todo o comércio marítimo e mudou a sua residência do
Castelo de S. Jorge para um novo palácio, situado junto ao rio Tejo, chamado Paço
da Ribeira. A expansão marítima vai influenciar uma nova forma de viver em
sociedade. Vai desenvolver as ciências, (Geografia, Botânica, Matemática
Medicina) e inspirar obras de literatura e arte.
Na arte surge em Portugal um estilo único – Arte
Manuelina.
No reinado de D. Manuel (1495-1521), construíram-se belos
monumentos como a Torre de Belém e o Mosteiro dos
Jerónimos, em Lisboa.
A arquitetura manuelina caracteriza-se por utilizar estruturas
do gótico final (arcos e exuberantes abóbadas de ogivas),
decoração inspirada nos Descobrimentos (cordas, redes,
algas) e símbolos nacionais (cruz de Cristo e esfera armilar).

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