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Escola Bíblica
                    Comunidade Evangélica Cristo para as Nações


                                   O Cristão e o Feedback


Eis uma afirmação contundente, mais verídica: não há ninguém que viva, tão somente
de forma passiva. Por mais simples que eu você sejamos, pelo menos uma vez na vida
faremos algo, criaremos algo, seremos seres ativos. E esta verdade também é real na
vida dos cristãos. Até mesmo o maior dos “esquenta bancos”, em algum momento da
caminhada, irá realizar algo. E isto pode ser um grande evento na igreja, uma
programação de uma sociedade ou ministério, uma pregação ou até mesmo o simples
ato de levar uma cadeira de plástico de um canto para o outro, ou simplesmente
aconselhar outro irmão. Se na sua vida cristã toda, você nunca fez nada, mais nada
mesmo, então pare de ler esse texto, pois talvez o título de vida cristã não seja
adequado para você. Não fomos resgatados das trevas para vegetar.

Enfim, mas diante de nossas ações, de nossos planos e execuções, devemos sempre
estar preparados para os “feedbacks”, que significa dar retorno, e ter a capacidade de
dar opiniões, críticas e sugestões sobre alguma coisa. Em tudo que formos fazer,
certamente, receberemos varias críticas, de diferentes pessoas, e nós deveremos estar
preparados para discernir quais destas opiniões devem ser motivos de avaliações.
Porém essa tarefa não é fácil, pois muitos irão nos julgar de forma inadequada e
destrutiva. Mas também, devemos ter o cuidado de não destacar as opiniões que não
nos agradam, pois ali pode haver verdade.
Como então, saberemos que tipos de respostas, conselhos, orientações, feedbacks,
devem ser ouvidos e absorvidos, e quais devem ser repelidos ou ignorados? Há bons
conselhos sobre este assunto na Bíblia, nossa regra de fé e prática.

Uma primeira observação importante é essa: não podemos rejeitar as repreensões! Se
tivermos nossa opinião como inquestionável, daremos vazão a nosso coração vaidoso e
orgulho, que se acha superior aos outros. Devemos evitar esta síndrome da
autossuficiência, considerando sempre que podemos estar errado e que nosso irmão
pode nos ajudar corrigindo-nos. O feedback de seu pastor, de um líder, ou de um irmão
confiável é uma oportunidade que Deus dá para que cresçamos. Podemos observar
isto em Provérbios e Eclesiastes:

Provérbios 9. 8 – 9
Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e ele te
amará. Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá
em prudência.

Provérbios 15.12
O homem vaidoso não gosta de quem o corrige; ele nunca pede conselhos aos sábios.

Provérbios 17.10
Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.



                                                                                           1
Professor Daniel de Carvalho Luz
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                    Comunidade Evangélica Cristo para as Nações


Eclesiastes 7.5
Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato

Agora outra questão extremamente relevante é esta: as observações dos impiedosos
devem ser rejeitadas! Não devemos ouvir conselhos, ou feedbacks, de pessoas que se
guiam por convicções antibíblicas. E por mais que isso pareça obvio muitos ainda caem
nesta armadilha, pois até mesmo dentro da igreja encontramos pessoas assim. Este
conselho é primariamente para termos cuidados com opiniões dos “de fora”, mas sem
esquecer nas igrejas também há resquícios de mundanismo e até mesmo o joio.

São exemplos deste tipo de feedbacks: a programação não foi boa porque atraiu poucas
pessoas, precisamos ser mais atrativos. Seu discurso é muito duro e por isso as pessoas são
afastadas, deixe a doutrina de lado, fale só de coisas agradáveis. Ou então, muitas vezes,
são pessoas movidas por inveja, e até mesmo cobiça, que só irão criticar para tentar
atrapalhar a obra de Deus.

Afaste-se destas pessoas, não dê ouvidos a elas, pois o nome na lista de membros de
uma igreja, não significa que aquela pessoa é piedosa e nascida de novo. Tenha
discernimento para identificar pessoas assim, pois estas precisam de oração, e não de
aprovação. Seus feedbacks são venenosos e inúteis, como afirmam as escrituras:

Provérbios 12.5-6
Os pensamentos dos justos são retos, mas os conselhos dos ímpios, engano.
As palavras dos ímpios são ciladas para derramar sangue, mas a boca dos retos os livrará.

Salmos 26.4
Não me tenho assentado com homens falsos, nem associo com dissimuladores.

Por fim, um último conselho válido, a palavra de Deus deve ser o termômetro de
validade de qualquer feedback2 Timóteo 3:16. Ela é nosso filtro de todas as
informações, desde uma pregação até mesmo um conselho. Ou seja, sempre corra para
a bíblia, e veja se aquilo que recebeste é coerente com ela. Se for, acate, reflita e cresça.
Se não for? Ignore, olhe para o alvo que é Cristo, e siga em frente, para louvor e glória
do nome Daquele que o arregimentou.




JANELA DE JOHARI

1.       O que é uma janela de Johari

       A Janela de Johari é um instrumento prático para se analisar a maneira como
uma pessoa se relaciona com as outras, em seu grupo de trabalho ou de
relacionamento. Foi criada por dois pesquisadores americanos., e de seus próprios
nomes se deriva o nome que deram a esse modelo: Joseph Luft e Harry Ingham. Esse
modelo foi pela pela primeira vez apresentado por Joseph Luft, “JohariWindow”, in
“Humanrelations training New”,

                                                                                           2
Professor Daniel de Carvalho Luz
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                    Comunidade Evangélica Cristo para as Nações

vol.5, 1961, E.U.A, p.6.A Janela de Johari consiste num quadro composto de quatro
partes, que pode ser visto na figura abaixo:

                      A Janela de Johari


                                                                           EU
                                                      Conhecido para mim    Desconhecido para mim


                                     para os outros
                                                              ÁREA                   ÁREA
                                     Conhecido




                                                              LIVRE                  CEGA
                            OUTROS




                                                              ÁREA
                                     Para os outros
                                     Desconhecido




                                                                                     ÁREA
                                                             OCULTA
                                                                                DESCONHECIDA
                                                           (“fachada”)




                      Escola Bíblica – Comunidade Evangélica Cristo para as Nações                  7




1.1 Duas dimensões básicas

Esse quadro mostra o que se pode chamar o “espaço interpessoal” de uma pessoa no
grupo de trabalho, ou seja, a sua maneira pessoal de relacionar-se com as outras
pessoas. Pode-se ver que essa maneira depende, em relação à informação que a pessoa
tem sobre ela própria, (a) de informações que são conhecidas; e (b) informações que
não são conhecidas pela pessoa. Essa é uma das duas dimensões em que se baseia a
Janela de Johari. A outra dimensão é a fonte dessa informação.

1.2 Quatro Áreas

Isso nos leva a quatro quadrantes ou áreas na janela de Johari, que são explicadas a
seguir:

1.2.1 Área 1- Arena - “Eu Aberto”

Esta área inclui aquelas informações (positivas ou negativas, não importa), que são
conhecidas tanto pela pessoa em questão, quanto pelas outras pessoas. Chama-se
ARENA, porque é onde efetivamente se dá o relacionamento interpessoal produtivo. É
uma área de conhecimento comum, partilhado por todos, sobre a pessoa que está
sendo analisada. Na ARENA ocorre uma efetiva troca de informações; quanto maior é
essa área, mais produtivo e mais útil é o relacionamento, porque é aí que os problemas
são conhecidos e de fato enfrentados, para serem resolvidos de uma vez por todas.

1.2.2 Área 2- Ponto Cego – “Eu Cego”

Esta é a área de informações sobre a pessoa que é desconhecida por ela mesma,
embora seja conhecida pelas outras pessoas (a expressão “ponto cego”, quando de
dirige um automóvel e o auto que vinha atrás ultrapassa o nosso, indica aquele ponto
em que, por um momento, não podemos vê-lo nem pelo espelho retrovisor, nem pelo
espelho lateral e nem mesmo voltando a cabeça para trás).

O Ponto Cego é, portanto, aquilo que os outros vêem em nós, e que nós mesmos não
somos capazes de ver. Representa uma desvantagem no relacionamento com as outras

                                                                                                        3
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                    Comunidade Evangélica Cristo para as Nações

pessoas, porque, quanto mais não conseguimos perceber tais pontos, quanto mais não
conseguimos perceber porque as outras pessoas agem de determinadas maneiras em
relação a nós.

1.2.3 Área 3- Fachada – “Eu Secreto”

        A Fachada é uma parte de nós que apresentamos publicamente e que, no
entanto, esconde algo por trás. É nessa parte da Janela de Johari que estão as
informações sobre nós mesmos que conhecemos, mas que não damos a conhecer aos
outros. É onde, portanto, ficamos na defensiva. Frequentemente temos dificuldades
em mostrar certas informações sobre nós, ou porque nos sentimos vulneráveis demais
se os outros as conhecerem, ou porque nos envergonhamos delas, ou por muitas
outras razões. A Fachada, como o Ponto Cego, representa também uma área em que a
eficácia do nosso relacionamento interpessoal está diminuída.

1.2.4 Área 4- Desconhecido – “Eu Desconhecido”

         Esta área é ao mesmo tempo desconhecida por nós mesmos e pelas outras
pessoas. Pode incluir qualquer tipo de dados, aquilo que ainda não foi explorado em
nós, que permanece latente ou inconsciente em nós. É provável que, como essa área
inclui a maior parte das informações sobre nós mesmos, crescer frequentemente possa
se referir como “desvendar a área do DESCONHECIDO”.

       É claro que essa área 4 pode ser descoberta e trazida à luz. Podemos, assim,
ampliar a Arena, aumentando nossa produtividade interpessoal.




                                                                                 4
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O cristão e o feedback

  • 1. Escola Bíblica Comunidade Evangélica Cristo para as Nações O Cristão e o Feedback Eis uma afirmação contundente, mais verídica: não há ninguém que viva, tão somente de forma passiva. Por mais simples que eu você sejamos, pelo menos uma vez na vida faremos algo, criaremos algo, seremos seres ativos. E esta verdade também é real na vida dos cristãos. Até mesmo o maior dos “esquenta bancos”, em algum momento da caminhada, irá realizar algo. E isto pode ser um grande evento na igreja, uma programação de uma sociedade ou ministério, uma pregação ou até mesmo o simples ato de levar uma cadeira de plástico de um canto para o outro, ou simplesmente aconselhar outro irmão. Se na sua vida cristã toda, você nunca fez nada, mais nada mesmo, então pare de ler esse texto, pois talvez o título de vida cristã não seja adequado para você. Não fomos resgatados das trevas para vegetar. Enfim, mas diante de nossas ações, de nossos planos e execuções, devemos sempre estar preparados para os “feedbacks”, que significa dar retorno, e ter a capacidade de dar opiniões, críticas e sugestões sobre alguma coisa. Em tudo que formos fazer, certamente, receberemos varias críticas, de diferentes pessoas, e nós deveremos estar preparados para discernir quais destas opiniões devem ser motivos de avaliações. Porém essa tarefa não é fácil, pois muitos irão nos julgar de forma inadequada e destrutiva. Mas também, devemos ter o cuidado de não destacar as opiniões que não nos agradam, pois ali pode haver verdade. Como então, saberemos que tipos de respostas, conselhos, orientações, feedbacks, devem ser ouvidos e absorvidos, e quais devem ser repelidos ou ignorados? Há bons conselhos sobre este assunto na Bíblia, nossa regra de fé e prática. Uma primeira observação importante é essa: não podemos rejeitar as repreensões! Se tivermos nossa opinião como inquestionável, daremos vazão a nosso coração vaidoso e orgulho, que se acha superior aos outros. Devemos evitar esta síndrome da autossuficiência, considerando sempre que podemos estar errado e que nosso irmão pode nos ajudar corrigindo-nos. O feedback de seu pastor, de um líder, ou de um irmão confiável é uma oportunidade que Deus dá para que cresçamos. Podemos observar isto em Provérbios e Eclesiastes: Provérbios 9. 8 – 9 Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e ele te amará. Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência. Provérbios 15.12 O homem vaidoso não gosta de quem o corrige; ele nunca pede conselhos aos sábios. Provérbios 17.10 Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato. 1 Professor Daniel de Carvalho Luz
  • 2. Escola Bíblica Comunidade Evangélica Cristo para as Nações Eclesiastes 7.5 Melhor é ouvir a repreensão do sábio do que ouvir a canção do insensato Agora outra questão extremamente relevante é esta: as observações dos impiedosos devem ser rejeitadas! Não devemos ouvir conselhos, ou feedbacks, de pessoas que se guiam por convicções antibíblicas. E por mais que isso pareça obvio muitos ainda caem nesta armadilha, pois até mesmo dentro da igreja encontramos pessoas assim. Este conselho é primariamente para termos cuidados com opiniões dos “de fora”, mas sem esquecer nas igrejas também há resquícios de mundanismo e até mesmo o joio. São exemplos deste tipo de feedbacks: a programação não foi boa porque atraiu poucas pessoas, precisamos ser mais atrativos. Seu discurso é muito duro e por isso as pessoas são afastadas, deixe a doutrina de lado, fale só de coisas agradáveis. Ou então, muitas vezes, são pessoas movidas por inveja, e até mesmo cobiça, que só irão criticar para tentar atrapalhar a obra de Deus. Afaste-se destas pessoas, não dê ouvidos a elas, pois o nome na lista de membros de uma igreja, não significa que aquela pessoa é piedosa e nascida de novo. Tenha discernimento para identificar pessoas assim, pois estas precisam de oração, e não de aprovação. Seus feedbacks são venenosos e inúteis, como afirmam as escrituras: Provérbios 12.5-6 Os pensamentos dos justos são retos, mas os conselhos dos ímpios, engano. As palavras dos ímpios são ciladas para derramar sangue, mas a boca dos retos os livrará. Salmos 26.4 Não me tenho assentado com homens falsos, nem associo com dissimuladores. Por fim, um último conselho válido, a palavra de Deus deve ser o termômetro de validade de qualquer feedback2 Timóteo 3:16. Ela é nosso filtro de todas as informações, desde uma pregação até mesmo um conselho. Ou seja, sempre corra para a bíblia, e veja se aquilo que recebeste é coerente com ela. Se for, acate, reflita e cresça. Se não for? Ignore, olhe para o alvo que é Cristo, e siga em frente, para louvor e glória do nome Daquele que o arregimentou. JANELA DE JOHARI 1. O que é uma janela de Johari A Janela de Johari é um instrumento prático para se analisar a maneira como uma pessoa se relaciona com as outras, em seu grupo de trabalho ou de relacionamento. Foi criada por dois pesquisadores americanos., e de seus próprios nomes se deriva o nome que deram a esse modelo: Joseph Luft e Harry Ingham. Esse modelo foi pela pela primeira vez apresentado por Joseph Luft, “JohariWindow”, in “Humanrelations training New”, 2 Professor Daniel de Carvalho Luz
  • 3. Escola Bíblica Comunidade Evangélica Cristo para as Nações vol.5, 1961, E.U.A, p.6.A Janela de Johari consiste num quadro composto de quatro partes, que pode ser visto na figura abaixo: A Janela de Johari EU Conhecido para mim Desconhecido para mim para os outros ÁREA ÁREA Conhecido LIVRE CEGA OUTROS ÁREA Para os outros Desconhecido ÁREA OCULTA DESCONHECIDA (“fachada”) Escola Bíblica – Comunidade Evangélica Cristo para as Nações 7 1.1 Duas dimensões básicas Esse quadro mostra o que se pode chamar o “espaço interpessoal” de uma pessoa no grupo de trabalho, ou seja, a sua maneira pessoal de relacionar-se com as outras pessoas. Pode-se ver que essa maneira depende, em relação à informação que a pessoa tem sobre ela própria, (a) de informações que são conhecidas; e (b) informações que não são conhecidas pela pessoa. Essa é uma das duas dimensões em que se baseia a Janela de Johari. A outra dimensão é a fonte dessa informação. 1.2 Quatro Áreas Isso nos leva a quatro quadrantes ou áreas na janela de Johari, que são explicadas a seguir: 1.2.1 Área 1- Arena - “Eu Aberto” Esta área inclui aquelas informações (positivas ou negativas, não importa), que são conhecidas tanto pela pessoa em questão, quanto pelas outras pessoas. Chama-se ARENA, porque é onde efetivamente se dá o relacionamento interpessoal produtivo. É uma área de conhecimento comum, partilhado por todos, sobre a pessoa que está sendo analisada. Na ARENA ocorre uma efetiva troca de informações; quanto maior é essa área, mais produtivo e mais útil é o relacionamento, porque é aí que os problemas são conhecidos e de fato enfrentados, para serem resolvidos de uma vez por todas. 1.2.2 Área 2- Ponto Cego – “Eu Cego” Esta é a área de informações sobre a pessoa que é desconhecida por ela mesma, embora seja conhecida pelas outras pessoas (a expressão “ponto cego”, quando de dirige um automóvel e o auto que vinha atrás ultrapassa o nosso, indica aquele ponto em que, por um momento, não podemos vê-lo nem pelo espelho retrovisor, nem pelo espelho lateral e nem mesmo voltando a cabeça para trás). O Ponto Cego é, portanto, aquilo que os outros vêem em nós, e que nós mesmos não somos capazes de ver. Representa uma desvantagem no relacionamento com as outras 3 Professor Daniel de Carvalho Luz
  • 4. Escola Bíblica Comunidade Evangélica Cristo para as Nações pessoas, porque, quanto mais não conseguimos perceber tais pontos, quanto mais não conseguimos perceber porque as outras pessoas agem de determinadas maneiras em relação a nós. 1.2.3 Área 3- Fachada – “Eu Secreto” A Fachada é uma parte de nós que apresentamos publicamente e que, no entanto, esconde algo por trás. É nessa parte da Janela de Johari que estão as informações sobre nós mesmos que conhecemos, mas que não damos a conhecer aos outros. É onde, portanto, ficamos na defensiva. Frequentemente temos dificuldades em mostrar certas informações sobre nós, ou porque nos sentimos vulneráveis demais se os outros as conhecerem, ou porque nos envergonhamos delas, ou por muitas outras razões. A Fachada, como o Ponto Cego, representa também uma área em que a eficácia do nosso relacionamento interpessoal está diminuída. 1.2.4 Área 4- Desconhecido – “Eu Desconhecido” Esta área é ao mesmo tempo desconhecida por nós mesmos e pelas outras pessoas. Pode incluir qualquer tipo de dados, aquilo que ainda não foi explorado em nós, que permanece latente ou inconsciente em nós. É provável que, como essa área inclui a maior parte das informações sobre nós mesmos, crescer frequentemente possa se referir como “desvendar a área do DESCONHECIDO”. É claro que essa área 4 pode ser descoberta e trazida à luz. Podemos, assim, ampliar a Arena, aumentando nossa produtividade interpessoal. 4 Professor Daniel de Carvalho Luz