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O Comércio à
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Planisfério de Baptista Aguesa (c. 1543)
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As viagens marítimas dos portugueses e espanhóis permitiram a descoberta de novos territórios e
puseram em contacto povos que até então se desconheciam. Desses contactos resultou a abertura de
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Goa a várias ilhas do sudeste asiático, à
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Pacífico;
http://ireneses.files.wordpress.com/2012/05/16th_century_portuguese_spanish_trade_routes.png
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um papel preponderante porque, ao invés das outras,
dá lugar a um comércio de massas... a pimenta, só por
si, excede em quantidade todas as outras especiarias
consideradas conjuntamente.”
Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrimentos
e a Economia Mundial, Lisboa, 1983
Gravura dos finais do séc. XVI representando alguns dos novos
produtos que os portugueses encontraram no Oriente: ananás,
caju e manga.
Principais produtos do comércio intercontinental
(séc. XVI)
As novas rotas proporcionaram a circulação de
produtos e permitiram um intercâmbio de
plantas e culturas agrícolas entre os continentes.
A viagem das plantas
In Atlas de Botanica, Antonio Xavier Pereira Coutinho, Companhia Nacional Editora, 1808
PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE AMERICANO: MILHO/ANANÁS/FEIJÃO
PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE AMERICANO: BATATA / TABACO
In COMPÊNDIO DE BOTÂNICA PARA O 2º CICLO LICEAL, SEOMARA DA COSTA PRIMO, PÁGS. 97 e 179
In Atlas de Botanica, Antonio Xavier Pereira Coutinho,
Companhia Nacional Editora, 1808
PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE ASIÁTICO
 Coqueiro
 Cana de açúcar
 Especiarias
 Chá
 Arroz
 Algodão
 Café
”Esperavam-se as notícias de Portugal sobre a
chegada das suas caravelas, e aguardava-se
uma tal notícia com medo e apreensão [...].
Na feira alemã de Veneza, há muito poucos
negócios. E isto porque os Alemães não
querem comprar a altos preços correntes [...]
dado a pequena quantidade de especiarias
que se encontram em Veneza. [...] E, na
verdade, havia muito menos trocas do que se
poderia ter previsto. E isto provinha do facto
de os alemães não comprarem de imediato o
que necessitavam; porque não sabiam que
especiarias seriam trazidas pelas caravelas
portuguesas.”
Diário de um mercador veneziano, 1508, em
Les Mémoires de l´Europe, Paris, 1972
As rotas do comércio com
Antuérpia
Com a abertura das novas rotas comerciais, Lisboa e Sevilha tornaram-se importantes centros
económicos: Lisboa recebia o ouro africano, as especiarias orientais e o açúcar da Madeira e S. Tomé;
Sevilha recebia a prata e o ouro da América.
Antuérpia (Flandres) era o centro distribuidor desses
produtos para a Europa e era onde os países ibéricos se
abasteciam dos produtos que consumiam ou
transportavam para o Oriente e para a América
Para organizar o comércio colonial foram criados dois organismos :
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O COMÉRCIO À ESCALA MUNDIAL
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Rota do Cabo Rota de Manila
nomeadamente:
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deram início à
Lisboa Sevilha Antuérpia
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originando
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Rota do Extremo Oriente
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praticavam uma onde era feita a
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Os hábitos alimentares europeus alteraram-se com a generalização do uso de especiarias, açúcar,
com a introdução do feijão, do tomate e de outros alimentos.
O consumo de tabaco, do café e do chá passaram a fazer parte dos hábitos europeus.
Nova moda: Os tecidos (algodão e seda) transformaram o modo de vestir dos mais ricos que
também tinham acesso a objetos de luxo: porcelanas, móveis, perfumes, etc.
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trabalhos muito diversificados.
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A entrada de metais preciosos provocou um aumento da cunhagem e da circulação da moeda,
bem como uma acentuada subida de preços.
Alterações no quotidiano:
Não me temo de Castela
donde inda guerra não soa;
mas temo-me de Lisboa,
que, ao cheiro desta canela,
o Reino nos despovoa.
Sá de Miranda
A população começa a sentir-se atraída pelo Oriente e ambiciona lá viver;
A expansão Ibérica possibilitou o intercâmbio de culturas e a miscigenação. O contato
entre europeus, africanos, ameríndios e orientais permitiu uma troca de
conhecimentos, hábitos, costumes, língua, religiões... Todos estes povos beneficiaram
do processo de aculturação.
A MULTICULTURALIDADE NOS SÉCULOS XV E XVI
Durante a formação dos Impérios
Peninsulares verificaram-se
intercâmbios e interinfluências entre
dominadores e dominados. Tratou-se
de um período de um forte encontro
de culturas.
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Entre Portugueses e Africanos
desenvolveram-se interinfluências
culturais. No domínio religioso,
fizeram-se muitas conversões de
populações indígenas ao Cristianismo.
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populações.
No que diz respeito ao Oriente, onde existiam civilizações mais desenvolvidas, os Portugueses
receberam mais influências culturais, nos domínios da literatura, das ciências, das artes decorativas
e até dos hábitos alimentares.
A. Martins Janeira, O impacto português sobre a
civilização japonesa, Lisboa, 1970
Os Portugueses tentaram a evangelizar populações asiáticas sobretudo através de missionários
jesuítas. Para além disso, desenvolveram uma política de promoção de casamentos entre
Portugueses e Indianas. Daí, poder-se afirmar que houve uma miscigenação de culturas.
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século XVI)
Jovens indianas conversando com fidalgo
português (desenho colorido do século XVI)
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a adquirir os hábitos e costumes dos outros.
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O comercio à escala mundial

  • 2. Percurso da viagem de circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães e concluída por Sebastião Elcano Planisfério de Baptista Aguesa (c. 1543) Fernão de Magalhães Sebastião Elcano
  • 3. As rotas comerciais na Idade Média Até ao início do séc. XVI, as cidades italianas (Génova e Veneza) foram importantes centros de comércio. Eram elas que abasteciam a Europa de especiarias e mercadorias orientais que os muçulmanos iam buscar à Índia pela Rota do Levante.
  • 4. Grandes viagens dos descobrimentos nos sécs. XV e XVI
  • 5. “Os portugueses criaram uma economia à escala do globo.” Jacques le Goff As viagens marítimas dos portugueses e espanhóis permitiram a descoberta de novos territórios e puseram em contacto povos que até então se desconheciam. Desses contactos resultou a abertura de importantes rotas do comércio intercontinental. As rotas do comércio intercontinental
  • 6. As novas rotas do comércio intercontinental Rotas atlânticas: Faziam a ligação entre Lisboa, África e Brasil; entre Cádis (Sevilha) e os territórios espanhóis da América Central e do Sul; Rota do Cabo: punha a Europa em contacto com o Oriente através da ligação Lisboa – Goa (contornando o continente africano); Rotas do Extremo Oriente: Ligavam Goa a várias ilhas do sudeste asiático, à China e ao Japão; Rota de Manila: estabelecia a ligação entre Manila (Filipinas) e Acapulco (México) através do Oceano Pacífico; http://ireneses.files.wordpress.com/2012/05/16th_century_portuguese_spanish_trade_routes.png
  • 7. ”Entre as especiarias, a pimenta desempenhou sempre um papel preponderante porque, ao invés das outras, dá lugar a um comércio de massas... a pimenta, só por si, excede em quantidade todas as outras especiarias consideradas conjuntamente.” Vitorino Magalhães Godinho, Os descobrimentos e a Economia Mundial, Lisboa, 1983 Gravura dos finais do séc. XVI representando alguns dos novos produtos que os portugueses encontraram no Oriente: ananás, caju e manga. Principais produtos do comércio intercontinental (séc. XVI) As novas rotas proporcionaram a circulação de produtos e permitiram um intercâmbio de plantas e culturas agrícolas entre os continentes.
  • 8. A viagem das plantas
  • 9. In Atlas de Botanica, Antonio Xavier Pereira Coutinho, Companhia Nacional Editora, 1808 PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE AMERICANO: MILHO/ANANÁS/FEIJÃO
  • 10. PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE AMERICANO: BATATA / TABACO In COMPÊNDIO DE BOTÂNICA PARA O 2º CICLO LICEAL, SEOMARA DA COSTA PRIMO, PÁGS. 97 e 179
  • 11. In Atlas de Botanica, Antonio Xavier Pereira Coutinho, Companhia Nacional Editora, 1808 PLANTAS ORIGINÁRIAS DO CONTINENTE ASIÁTICO  Coqueiro  Cana de açúcar  Especiarias  Chá  Arroz  Algodão  Café
  • 12. ”Esperavam-se as notícias de Portugal sobre a chegada das suas caravelas, e aguardava-se uma tal notícia com medo e apreensão [...]. Na feira alemã de Veneza, há muito poucos negócios. E isto porque os Alemães não querem comprar a altos preços correntes [...] dado a pequena quantidade de especiarias que se encontram em Veneza. [...] E, na verdade, havia muito menos trocas do que se poderia ter previsto. E isto provinha do facto de os alemães não comprarem de imediato o que necessitavam; porque não sabiam que especiarias seriam trazidas pelas caravelas portuguesas.” Diário de um mercador veneziano, 1508, em Les Mémoires de l´Europe, Paris, 1972 As rotas do comércio com Antuérpia Com a abertura das novas rotas comerciais, Lisboa e Sevilha tornaram-se importantes centros económicos: Lisboa recebia o ouro africano, as especiarias orientais e o açúcar da Madeira e S. Tomé; Sevilha recebia a prata e o ouro da América. Antuérpia (Flandres) era o centro distribuidor desses produtos para a Europa e era onde os países ibéricos se abasteciam dos produtos que consumiam ou transportavam para o Oriente e para a América
  • 13. Para organizar o comércio colonial foram criados dois organismos : Casa da Índia Casa de Contratación de Índias Lisboa Sevilha Organização do comércio intercontinental
  • 14. O COMÉRCIO À ESCALA MUNDIAL Expansão ibérica Mundialização da economia Novas rotas do comércio intercontinental América Rotas Atlânticas Importantes centros económicos Produtos Rota do Cabo Rota de Manila nomeadamente: através das quais circulavam África Ásia deram início à Lisboa Sevilha Antuérpia Política de transporte Redistribuição dos produtos originando para como - Ouro - Escravos - Marfim -Malagueta A Rota do Extremo Oriente - Especiarias - Tecidos de luxo - Porcelanas - Pedras preciosas - Perfumes - Metais preciosos - Batata, Tomate - Milho maís - Frutos tropicais -Tabaco praticavam uma onde era feita a abriu
  • 15. Os hábitos alimentares europeus alteraram-se com a generalização do uso de especiarias, açúcar, com a introdução do feijão, do tomate e de outros alimentos. O consumo de tabaco, do café e do chá passaram a fazer parte dos hábitos europeus. Nova moda: Os tecidos (algodão e seda) transformaram o modo de vestir dos mais ricos que também tinham acesso a objetos de luxo: porcelanas, móveis, perfumes, etc. Os europeus, particularmente os portugueses, tinham muitos escravos que desempenhavam trabalhos muito diversificados. Repercussões da circulação de produtos no quotidiano europeu A entrada de metais preciosos provocou um aumento da cunhagem e da circulação da moeda, bem como uma acentuada subida de preços. Alterações no quotidiano:
  • 16.
  • 17. Não me temo de Castela donde inda guerra não soa; mas temo-me de Lisboa, que, ao cheiro desta canela, o Reino nos despovoa. Sá de Miranda A população começa a sentir-se atraída pelo Oriente e ambiciona lá viver; A expansão Ibérica possibilitou o intercâmbio de culturas e a miscigenação. O contato entre europeus, africanos, ameríndios e orientais permitiu uma troca de conhecimentos, hábitos, costumes, língua, religiões... Todos estes povos beneficiaram do processo de aculturação.
  • 18. A MULTICULTURALIDADE NOS SÉCULOS XV E XVI Durante a formação dos Impérios Peninsulares verificaram-se intercâmbios e interinfluências entre dominadores e dominados. Tratou-se de um período de um forte encontro de culturas. A evangelização de populações indígenas em África Entre Portugueses e Africanos desenvolveram-se interinfluências culturais. No domínio religioso, fizeram-se muitas conversões de populações indígenas ao Cristianismo. Também desenvolveram a transmissão da língua portuguesa para essas populações.
  • 19. No que diz respeito ao Oriente, onde existiam civilizações mais desenvolvidas, os Portugueses receberam mais influências culturais, nos domínios da literatura, das ciências, das artes decorativas e até dos hábitos alimentares. A. Martins Janeira, O impacto português sobre a civilização japonesa, Lisboa, 1970
  • 20. Os Portugueses tentaram a evangelizar populações asiáticas sobretudo através de missionários jesuítas. Para além disso, desenvolveram uma política de promoção de casamentos entre Portugueses e Indianas. Daí, poder-se afirmar que houve uma miscigenação de culturas. Missionários jesuítas no Japão (pormenor de biombo japonês do século XVI) Jovens indianas conversando com fidalgo português (desenho colorido do século XVI)
  • 21. A aculturação: Processo através do qual um grupo contacta com uma cultura diferente e começa a adquirir os hábitos e costumes dos outros. A assimilação: Apropriação de costumes e hábitos de outros. O intercâmbio: Troca de experiências, valores, objetos e costumes entre diferentes culturas. A expansão ultramarina tornou possível: Com a expansão ultramarina o comercio passou a realizar-se à escala mundial e tornou possível a construção de sociedades multiculturais. A miscigenação: Mistura de raças e culturas.