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208. Nenhuma influência exercem os Espíritos dos pais sobre o filho depois do
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“Ao contrário: bem grande influência exercem. Conforme já dissemos, os Espíritos
têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por
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se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.”
Fonte: Livro dos Espíritos – 2ª. Parte – Capítulo IV – Da pluralidade das existências – Parecenças físicas e morais
385. Que é o que motiva a mudança que se opera no caráter do indivíduo em certa idade,
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“É que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra qual era.
“Não conheceis o que a inocência das crianças oculta. Não sabeis o que elas são,
nem o que foram, nem o que serão. Contudo, afeição lhes tendes, as acaricias, como se
fossem parcelas de vós mesmos, a tal ponto que se considera o amor que uma mãe
consagra a seus filhos como o maior amor que um ser possa votar a outro. Donde nasce o
meigo afeto, a terna benevolência que mesmo os estranhos sentem por uma criança?
Sabeis? Não. Pois bem! Vou explicá-lo.”
“As crianças são os seres que Deus manda a novas existências. Para que não lhe
possam imputar excessiva severidade, dá-lhes Ele todos os aspectos da inocência. Ainda
quando se trata de uma criança de maus pendores, cobrem-se-lhe as más ações com a capa
da inconsciência. Essa inocência não constitui superioridade real com relação ao que eram
antes, não. É a imagem do que deveriam ser e, se não o são, o conseqüente castigo
exclusivamente sobre elas recai.
Fonte: Livro dos Espíritos – parte 2ª. – Capitulo VII - Da volta do espírito à vida corporal - A infância
“A infância ainda tem outra utilidade. Os Espíritos só entram na vida corporal para
se aperfeiçoarem, para se melhorarem. A delicadeza da idade infantil os torna brandos,
acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devam fazê-los progredir. Nessa fase é
que se lhes pode reformar os caracteres e reprimir os maus pendores. Tal o dever que Deus
impôs aos pais, missão sagrada de que terão de dar contas.
“Assim, portanto, a infância é não só útil, necessária, indispensável, mas também
conseqüência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.”
Fonte: Livro dos Espíritos
A educação que se dá às gerações é complicada; mas, não lhes esclarece o caminho da
vida; não lhes dá a têmpera necessária para as lutas da existência. O ensino clássico pode
guiar no cultivo, no ornamento da inteligência; não inspira, entretanto, a ação, o amor, a
dedicação. Ainda menos possibilita alcançar uma concepção da vida e do destino que
desenvolva as energias profundas do “eu” e nos oriente os impulsos e os esforços para um
fim elevado. Essa concepção, no entanto, é indispensável a todo ser, a toda sociedade,
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Nossos filhos

  • 1. Nossos Filhos Eduardo Manoel Araujo 30/04/2018 CEPAZ
  • 2. Cenário Patrimônio Moral e Intelectual Espírito Atenção e Meditação Visão e Observação Aparelhagem nova Magnetismo Indutivo Bem ou MalPais Família Escola Sociedade Espelho Recebe Impressões OLEIRO ARGILA
  • 3. Cenário Vaso Vazio Retorno ao convívio para Reajuste Imagens da experiência diária Disciplina Exercício do Bem Demonstração Necessitados com nós Provas, expiações e ensinamentos REGENERAÇÃO Incorpora os reflexos Otimismo e esperança Exemplo Ambiente Orientação Educação Herdeiros de nossas obras Noções de Justiça e Trabalho Fraternidade e Ordem
  • 4. Cenário Tratar como enfeites Gera enganos Deficiencia para a luta Reflexo dominante das inteligências da sombra Gravita para o passado Evitar e temer Que deveria
  • 5. Orientações de Jesus e do Evangelho segundo o Espiritismo Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más. (ESE – CAP. XVII – item 4 –Sede Perfeitos) Após a instrução dos espíritos o Homem de Bem ... Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. Resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. (Mateus 5:16) Vós sois deuses! (Salmo 82) Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. (ESE – CAP. I – item 3 – Não vim destruir a lei) Fazer aos homens tudo que queirais que eles vos façam. (ESE – CAP. XI – item 2 – Amar o próximo como a si mesmo)
  • 6. Questões que ao tentarmos trabalhar em nós, nos autorizamos a dividir com nossos filhos com propriedade Como apoiar o desenvolvimento consciente deste espírito na sua breve jornada terrena? Como descobrir e valorizar os talentos? Como lidar com as tendências difíceis e os vícios? Como cultivar as virtudes e os valores humanos? Como cultivar as emoções? Como se auto-conhecer, se auto-analisar, se auto-aceitar, se auto-renovar? Recursos espíritas Evangelho no lar Evangelização Atendimento fraterno Estudo do espiritismo e da mediunidade Reunião mediunica Irradiação Passes Oração Meditação Exercício da caridade Trabalho na casa espírita
  • 7. 208. Nenhuma influência exercem os Espíritos dos pais sobre o filho depois do nascimento deste? “Ao contrário: bem grande influência exercem. Conforme já dissemos, os Espíritos têm que contribuir para o progresso uns dos outros. Pois bem, os Espíritos dos pais têm por missão desenvolver os de seus filhos pela educação. Constitui-lhes isso uma tarefa. Tornar- se-ão culpados, se vierem a falir no seu desempenho.” Fonte: Livro dos Espíritos – 2ª. Parte – Capítulo IV – Da pluralidade das existências – Parecenças físicas e morais
  • 8. 385. Que é o que motiva a mudança que se opera no caráter do indivíduo em certa idade, especialmente ao sair da adolescência? É que o Espírito se modifica? “É que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra qual era. “Não conheceis o que a inocência das crianças oculta. Não sabeis o que elas são, nem o que foram, nem o que serão. Contudo, afeição lhes tendes, as acaricias, como se fossem parcelas de vós mesmos, a tal ponto que se considera o amor que uma mãe consagra a seus filhos como o maior amor que um ser possa votar a outro. Donde nasce o meigo afeto, a terna benevolência que mesmo os estranhos sentem por uma criança? Sabeis? Não. Pois bem! Vou explicá-lo.” “As crianças são os seres que Deus manda a novas existências. Para que não lhe possam imputar excessiva severidade, dá-lhes Ele todos os aspectos da inocência. Ainda quando se trata de uma criança de maus pendores, cobrem-se-lhe as más ações com a capa da inconsciência. Essa inocência não constitui superioridade real com relação ao que eram antes, não. É a imagem do que deveriam ser e, se não o são, o conseqüente castigo exclusivamente sobre elas recai. Fonte: Livro dos Espíritos – parte 2ª. – Capitulo VII - Da volta do espírito à vida corporal - A infância
  • 9. “A infância ainda tem outra utilidade. Os Espíritos só entram na vida corporal para se aperfeiçoarem, para se melhorarem. A delicadeza da idade infantil os torna brandos, acessíveis aos conselhos da experiência e dos que devam fazê-los progredir. Nessa fase é que se lhes pode reformar os caracteres e reprimir os maus pendores. Tal o dever que Deus impôs aos pais, missão sagrada de que terão de dar contas. “Assim, portanto, a infância é não só útil, necessária, indispensável, mas também conseqüência natural das leis que Deus estabeleceu e que regem o Universo.” Fonte: Livro dos Espíritos
  • 10. A educação que se dá às gerações é complicada; mas, não lhes esclarece o caminho da vida; não lhes dá a têmpera necessária para as lutas da existência. O ensino clássico pode guiar no cultivo, no ornamento da inteligência; não inspira, entretanto, a ação, o amor, a dedicação. Ainda menos possibilita alcançar uma concepção da vida e do destino que desenvolva as energias profundas do “eu” e nos oriente os impulsos e os esforços para um fim elevado. Essa concepção, no entanto, é indispensável a todo ser, a toda sociedade, porque é o sustentáculo, a consolação suprema nas horas difíceis, a origem das virtudes másculas e das altas inspirações. (Introdução) Fonte: O problema do ser do destino e da dor – Leon Denis