SlideShare uma empresa Scribd logo
“O papel fundamental da NATO é a salvaguarda da liberdade e da
segurança dos seus países membros, por meios políticos e militares.”
Guerra Fria
• Disputas estratégicas e conflitos
indirectos entre os Estados Unidos e
a União Soviética;
• Final da Segunda Guerra Mundial
(1945) e a extinção da União
Soviética (1991);
• Conflito de ordem política, militar,
tecnológica, económica, social e
ideológica;
• “Fria” porquê?.
Tratado de Bruxelas
• Assinado em 1948 entre a Bélgica,
Países Baixos, Luxemburgo, França e
Reino Unido.
• Pacto de cooperação.
• Propunha uma aliança a nível
económico, social e cultural, e que
pretendia também estabelecer um
sistema de autodefesa colectivo.
• Antecedeu o Pacto do Atlântico
Norte.
ANTECEDENTES
O tratado de Bruxelas e o Bloqueio a Berlim, aumentaram o receio do poder
militar e nuclear da URSS, o que levou à formação de uma nova aliança, que
resultou no Tratado do Atlântico Norte, assinado em Washington, DC em
1949 dando origem à NATO (OTAN- Organização do Tratado do Atlântico
Norte), uma organização político-militar com o apoio e participação dos EUA.
Em contrapartida a União Soviética constituiu uma organização semelhante
porém com os países da Europa Oriental.
A SUA FORMAÇÃO
As duas superpotências passaram a controlar ideológica e
militarmente vastas regiões do globo
 1949 12 países fundadores
NATO: Bélgica (onde tem
sede oficial), Canadá
Dinamarca, França,
Islândia, Itália,
Luxemburgo, Holanda,
Irlanda, Noruega, Portugal,
Reino Unido, EUA.
 1952 Grécia e Turquia.
1955 Alemanha.
 1982 Espanha.
 1999 Republica Checa,
Hungria e Polónia.
 2004 Bulgária, Estónia,
Latvia, Lituânia, Roménia,
Eslováquia, Eslovénia.
 2009 Albânia e Croácia.
MEMBROS
“A adesão à NATO está aberta a qualquer outro Estado europeu em condições de promover os
princípios do presente Tratado e de contribuir para a segurança da área do Atlântico Norte.”
Países membros
Delegações da
Nato
Grupo de
planeamento
nuclear
Comités
subordinados
Conselho do
Norte Atlântico
Secretário Geral
Representantes
militares
Comité militar
Operações do
comando Aliado
(ACO)
Comando aliado
da transformação
ESTRUTURA GERAL
SECRETÁRIO GERAL
Sobre o ataque terrorista em Paris:
“Condeno o ataque terrorista no escritório da revista Charlie Hebdo em
Paris. Estamos em plena solidariedade com o nosso aliado França.
Todos os Aliados da NATO estão juntos na luta contra o terrorismo.
Terrorismo em todas as suas formas e manifestações, que não pode ser
tolerado ou justificado.”
 Esta pessoa, é responsável por conduzir o processo de consulta e
tomada de decisões da Aliança e assegurar que elas são
implementadas. E também é porta-voz chefe da NATO.
 O posto é actualmente ocupado por Jens Stoltenberg, ex-primeiro-
ministro da Noruega.
POLÍTICA – A NATO promove os valores democráticos e incentiva a
consulta e cooperação sobre questões de defesa e segurança para
construir confiança e evitar conflitos.
MILITAR – Caso a vertente diplomática falhar na solução de
problemas, a NATO tem a capacidade militar necessária à execução de
operações para a resolução de crises.
POLÍTICA E MILITAR ALIANÇA
NATO está comprometida com o princípio de que um ataque contra um ou
vários membros é considerado como um ataque contra todos. Este é o
princípio da defesa colectiva, que está consagrado no artigo 5º do Tratado de
Washington.
DEFESA COLECTIVA
A NATO é uma aliança de países da Europa e América do Norte. Existe uma
cooperação no domínio da defesa e segurança, e na condução de operações
multinacionais de gestão de crises.
ELO TRANSATLÂNTICO
A NATO estabelece na Aliança princípios e valores fundamentais, para a
próxima década. Tais como: defesa colectiva, gestão de crises e de segurança
cooperativa.
CONCEITOS ESTRATÉGICOS
Com o final da segunda guerra e do
mundo bipolar a NATO perde em
parte o seu propósito inicial. Então
até aos dias de hoje enfrenta novos
problemas que tenta resolver. Como
por exemplo:
 Conflitos regionais que ameaçam
o resto do mundo;
 Todos os tipos de terrorismo;
 A ofensa dos Direitos do
Homem.
ANÁLISE
A NATO não se restringe ao território dos países-membros nem à
Europa e opera actualmente também na África, no Médio Oriente e no
sul da Ásia.
 Capacidade de intervenção militar em conflitos regionais e mundiais.
 Considerada a policia do mundo.
 Interesses dos países “fortes”.
CRITICA
Em 2005 o Paquistão sofre
um grave terramoto, pedindo
então ajuda à NATO para
apoio humanitária. A
organização acabou por
autorizar o uso das suas
capacidades militares aéreas
para o transporte de ajuda
humanitária e, em seguida,
enviou uma equipa de
engenheiros militares para
ajudarem na reconstrução do
país.
POSITIVO
Terramoto no Paquistãoem 2005
Uma das principais intervenções da
NATO foi a operação militar na
antiga Jugoslávia, em 1999. Nessa
ocasião, tropas foram enviadas para
impedir a tentativa de limpeza étnica
comandada pelo presidente da
Jugoslávia Slobodan Milosevic
contra os albaneses no Kosovo.
Porém, essa acção provocou a morte
de aproximadamente 1,2 mil civis,
além de ter sido realizada sem a
aprovação do Conselho de
Segurança da Organização das
Nações Unidas, sendo considerado
um desrespeito às normas
internacionais.
NEGATIVO
NATO/OTAN

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
Susana Simões
 
Estado novo portugal
Estado novo portugalEstado novo portugal
Estado novo portugal
Teresa Maia
 
Emergência de novos centros de poder
Emergência de novos centros de poderEmergência de novos centros de poder
Emergência de novos centros de poder
Pedro Tomé
 
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
Vítor Santos
 
A europa e o mundo no limiar do séc. xx
A europa e o mundo no limiar do séc. xxA europa e o mundo no limiar do séc. xx
A europa e o mundo no limiar do séc. xx
Lucilia Fonseca
 
Mundo capitalista
Mundo capitalistaMundo capitalista
Mundo capitalista
home
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
Escoladocs
 
Amnistia Internacional
Amnistia InternacionalAmnistia Internacional
Amnistia Internacional
Espaço Emrc
 
Onu
OnuOnu
Ue
UeUe
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
Ilda Bicacro
 
ONU - Organização das Nações Unidas
ONU - Organização das Nações UnidasONU - Organização das Nações Unidas
ONU - Organização das Nações Unidas
Tiago Faisca
 
Contrastes de desenvolvimento (...)
Contrastes de desenvolvimento (...)Contrastes de desenvolvimento (...)
Contrastes de desenvolvimento (...)
Rosária Zamith
 
A Ditadura Salazarista
A Ditadura SalazaristaA Ditadura Salazarista
A Ditadura Salazarista
Carlos Vieira
 
1 globalização
1 globalização1 globalização
1 globalização
manuela3016
 
Construção da União Europeia 12º ano
Construção da União Europeia 12º anoConstrução da União Europeia 12º ano
Construção da União Europeia 12º ano
Daniela Azevedo
 
O papel das organizações internacionais
O papel das organizações internacionaisO papel das organizações internacionais
O papel das organizações internacionais
Bruno Rafael Tavares Sousa
 
A integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeiaA integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeia
Gabriel Cristiano
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
Susana Simões
 
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da DemocraciaPortugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
home
 

Mais procurados (20)

O Estado Novo
O Estado NovoO Estado Novo
O Estado Novo
 
Estado novo portugal
Estado novo portugalEstado novo portugal
Estado novo portugal
 
Emergência de novos centros de poder
Emergência de novos centros de poderEmergência de novos centros de poder
Emergência de novos centros de poder
 
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
8 01 nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
 
A europa e o mundo no limiar do séc. xx
A europa e o mundo no limiar do séc. xxA europa e o mundo no limiar do séc. xx
A europa e o mundo no limiar do séc. xx
 
Mundo capitalista
Mundo capitalistaMundo capitalista
Mundo capitalista
 
Historia a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumoHistoria a-12-ano-resumo
Historia a-12-ano-resumo
 
Amnistia Internacional
Amnistia InternacionalAmnistia Internacional
Amnistia Internacional
 
Onu
OnuOnu
Onu
 
Ue
UeUe
Ue
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
 
ONU - Organização das Nações Unidas
ONU - Organização das Nações UnidasONU - Organização das Nações Unidas
ONU - Organização das Nações Unidas
 
Contrastes de desenvolvimento (...)
Contrastes de desenvolvimento (...)Contrastes de desenvolvimento (...)
Contrastes de desenvolvimento (...)
 
A Ditadura Salazarista
A Ditadura SalazaristaA Ditadura Salazarista
A Ditadura Salazarista
 
1 globalização
1 globalização1 globalização
1 globalização
 
Construção da União Europeia 12º ano
Construção da União Europeia 12º anoConstrução da União Europeia 12º ano
Construção da União Europeia 12º ano
 
O papel das organizações internacionais
O papel das organizações internacionaisO papel das organizações internacionais
O papel das organizações internacionais
 
A integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeiaA integração de portugal na união europeia
A integração de portugal na união europeia
 
União europeia
União europeiaUnião europeia
União europeia
 
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da DemocraciaPortugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
Portugal. Da Revolução de 25 de Abril à estabilização da Democracia
 

Destaque

NATO
NATONATO
NATO
NATONATO
NATO (North Atlantic Treaty Organization)
NATO (North Atlantic Treaty Organization)NATO (North Atlantic Treaty Organization)
NATO (North Atlantic Treaty Organization)
Soya Odut
 
OTAN
OTANOTAN
Nato
NatoNato
Nato
Ara Lucas
 
Exposicion otan 2
Exposicion otan 2Exposicion otan 2
Exposicion otan 2
sugey52366107
 
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
Rolando Hamblin
 
Otan
OtanOtan
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDADQUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
luisgta5
 
Cems Sesaxeb
Cems  SesaxebCems  Sesaxeb
Cems Sesaxeb
nato
 
Otan (1)
Otan (1)Otan (1)
Otan (1)
Andrés Rojas
 
Organizações Governamentais e Não Governamentais
Organizações Governamentais e Não GovernamentaisOrganizações Governamentais e Não Governamentais
Organizações Governamentais e Não Governamentais
kyzinha
 
Presentacion la otan
Presentacion la otanPresentacion la otan
Presentacion la otan
Alexander Hernandez
 
OTAN/NATO
OTAN/NATOOTAN/NATO
OTAN/NATO
alexandrallen
 
Nato
NatoNato
Nato wps presentation, kiev workshop sa1
Nato wps presentation, kiev workshop sa1Nato wps presentation, kiev workshop sa1
Nato wps presentation, kiev workshop sa1
ddcentr
 
Organización deT tratado Atlántico Norte
Organización deT tratado Atlántico NorteOrganización deT tratado Atlántico Norte
Organización deT tratado Atlántico Norte
Ana Montero
 
Protecção Ambiental em Operações NATO
Protecção Ambiental em Operações NATOProtecção Ambiental em Operações NATO
Protecção Ambiental em Operações NATO
Ambiente - Força Aérea Portuguesa
 
OTAN
OTANOTAN

Destaque (20)

NATO
NATONATO
NATO
 
NATO
NATONATO
NATO
 
NATO (North Atlantic Treaty Organization)
NATO (North Atlantic Treaty Organization)NATO (North Atlantic Treaty Organization)
NATO (North Atlantic Treaty Organization)
 
OTAN
OTANOTAN
OTAN
 
Nato
NatoNato
Nato
 
Exposicion otan 2
Exposicion otan 2Exposicion otan 2
Exposicion otan 2
 
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
Protocolo OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte)
 
Otan
OtanOtan
Otan
 
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDADQUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
QUE ES LA OTAN PARA QUE SIRVE CUAL ES SU RALIDAD
 
Cems Sesaxeb
Cems  SesaxebCems  Sesaxeb
Cems Sesaxeb
 
Otan (1)
Otan (1)Otan (1)
Otan (1)
 
Organizações Governamentais e Não Governamentais
Organizações Governamentais e Não GovernamentaisOrganizações Governamentais e Não Governamentais
Organizações Governamentais e Não Governamentais
 
Presentacion la otan
Presentacion la otanPresentacion la otan
Presentacion la otan
 
Nato
NatoNato
Nato
 
OTAN/NATO
OTAN/NATOOTAN/NATO
OTAN/NATO
 
Nato
NatoNato
Nato
 
Nato wps presentation, kiev workshop sa1
Nato wps presentation, kiev workshop sa1Nato wps presentation, kiev workshop sa1
Nato wps presentation, kiev workshop sa1
 
Organización deT tratado Atlántico Norte
Organización deT tratado Atlántico NorteOrganización deT tratado Atlántico Norte
Organización deT tratado Atlántico Norte
 
Protecção Ambiental em Operações NATO
Protecção Ambiental em Operações NATOProtecção Ambiental em Operações NATO
Protecção Ambiental em Operações NATO
 
OTAN
OTANOTAN
OTAN
 

Semelhante a NATO/OTAN

Um problema mundial chamado Nato
Um problema mundial chamado NatoUm problema mundial chamado Nato
Um problema mundial chamado Nato
GRAZIA TANTA
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
GeografiaC
 
1.1.1 onu
1.1.1 onu1.1.1 onu
1.1.1 onu
idalecia cardoso
 
Guerra Fria.pdf
Guerra Fria.pdfGuerra Fria.pdf
Guerra Fria.pdf
ANA CLÁUDIA OLIVEIRA
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
GeografiaC
 
A inserção de portugal em diferentes espaços
A inserção de portugal em diferentes espaçosA inserção de portugal em diferentes espaços
A inserção de portugal em diferentes espaços
martinsgeopaula
 
Organização das Nações Unidas
Organização das Nações UnidasOrganização das Nações Unidas
Organização das Nações Unidas
Marcelo Lima
 
Ordem geopolítica e econômica
Ordem geopolítica e econômicaOrdem geopolítica e econômica
Ordem geopolítica e econômica
Oberlania Alves
 
O mundo saído da 2ª guerra mundial
O mundo saído da 2ª guerra mundialO mundo saído da 2ª guerra mundial
O mundo saído da 2ª guerra mundial
José Palma
 
O mundo após a 2ª guerra mundial
O mundo após a 2ª guerra mundialO mundo após a 2ª guerra mundial
O mundo após a 2ª guerra mundial
Daniel Coelho
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
GeografiaC
 
Newsletter dgpdn novembro 2012
Newsletter dgpdn   novembro 2012Newsletter dgpdn   novembro 2012
Newsletter dgpdn novembro 2012
DefesaDGPDN
 
A UE Na Cena Mundial
A UE Na Cena MundialA UE Na Cena Mundial
A UE Na Cena Mundial
Rubina Vieira
 
Uniao europeia
Uniao europeiaUniao europeia
Uniao europeia
Virgínia Soares
 
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
Ana Cristina F
 
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
csm-minionu2013
 
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºanoModulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
CludiaBelluschiCosta
 
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
Nivea Neves
 
Organizações em que se integra Portugal
Organizações em que se integra PortugalOrganizações em que se integra Portugal
Organizações em que se integra Portugal
jonaspp94
 
Organismos internacionais e regiões europeias
Organismos internacionais e regiões europeiasOrganismos internacionais e regiões europeias
Organismos internacionais e regiões europeias
Idalina Leite
 

Semelhante a NATO/OTAN (20)

Um problema mundial chamado Nato
Um problema mundial chamado NatoUm problema mundial chamado Nato
Um problema mundial chamado Nato
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
 
1.1.1 onu
1.1.1 onu1.1.1 onu
1.1.1 onu
 
Guerra Fria.pdf
Guerra Fria.pdfGuerra Fria.pdf
Guerra Fria.pdf
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
 
A inserção de portugal em diferentes espaços
A inserção de portugal em diferentes espaçosA inserção de portugal em diferentes espaços
A inserção de portugal em diferentes espaços
 
Organização das Nações Unidas
Organização das Nações UnidasOrganização das Nações Unidas
Organização das Nações Unidas
 
Ordem geopolítica e econômica
Ordem geopolítica e econômicaOrdem geopolítica e econômica
Ordem geopolítica e econômica
 
O mundo saído da 2ª guerra mundial
O mundo saído da 2ª guerra mundialO mundo saído da 2ª guerra mundial
O mundo saído da 2ª guerra mundial
 
O mundo após a 2ª guerra mundial
O mundo após a 2ª guerra mundialO mundo após a 2ª guerra mundial
O mundo após a 2ª guerra mundial
 
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
A Política Externa e de Segurança Comum (PESC)
 
Newsletter dgpdn novembro 2012
Newsletter dgpdn   novembro 2012Newsletter dgpdn   novembro 2012
Newsletter dgpdn novembro 2012
 
A UE Na Cena Mundial
A UE Na Cena MundialA UE Na Cena Mundial
A UE Na Cena Mundial
 
Uniao europeia
Uniao europeiaUniao europeia
Uniao europeia
 
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
(12º ano lh2 3 1º t 2º p 2011-12)
 
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
Guia CSFuturista - Conselho de Segurança Futurista (2017)
 
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºanoModulo 8 e 9 historia A 12ºano
Modulo 8 e 9 historia A 12ºano
 
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
9º-HIS-4ª-quinzena-2º-corte-pdf-1.pdf
 
Organizações em que se integra Portugal
Organizações em que se integra PortugalOrganizações em que se integra Portugal
Organizações em que se integra Portugal
 
Organismos internacionais e regiões europeias
Organismos internacionais e regiões europeiasOrganismos internacionais e regiões europeias
Organismos internacionais e regiões europeias
 

Último

Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantililSEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
menesabi
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
Ligia Galvão
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Falcão Brasil
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
Faga1939
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
marcos oliveira
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
FLAVIOROBERTOGOUVEA
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Mary Alvarenga
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
IsaiasJohaneSimango
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantililSEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
SEQUÊNCIA NÃO ME TOCA, SEU BOBOCA, Violência sexual infantilil
 
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptxIV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
IV Jornada Nacional Tableau - Apresentações.pptx
 
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
Relatório de Atividades 2009 CENSIPAM
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
A EDUCAÇÃO COM A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E AS DEFICIÊNCIAS DE SUA APLICAÇÃO N...
 
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptxSlides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
Slides Lição 2, CPAD, O Livro de Rute, 3Tr24.pptx
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptxA perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
A perspectiva colaborativa e as novas práticas de inclusão. (1).pptx
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
 
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
 
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2017 CENSIPAM.pdf
 

NATO/OTAN

  • 1. “O papel fundamental da NATO é a salvaguarda da liberdade e da segurança dos seus países membros, por meios políticos e militares.”
  • 2. Guerra Fria • Disputas estratégicas e conflitos indirectos entre os Estados Unidos e a União Soviética; • Final da Segunda Guerra Mundial (1945) e a extinção da União Soviética (1991); • Conflito de ordem política, militar, tecnológica, económica, social e ideológica; • “Fria” porquê?. Tratado de Bruxelas • Assinado em 1948 entre a Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, França e Reino Unido. • Pacto de cooperação. • Propunha uma aliança a nível económico, social e cultural, e que pretendia também estabelecer um sistema de autodefesa colectivo. • Antecedeu o Pacto do Atlântico Norte. ANTECEDENTES
  • 3. O tratado de Bruxelas e o Bloqueio a Berlim, aumentaram o receio do poder militar e nuclear da URSS, o que levou à formação de uma nova aliança, que resultou no Tratado do Atlântico Norte, assinado em Washington, DC em 1949 dando origem à NATO (OTAN- Organização do Tratado do Atlântico Norte), uma organização político-militar com o apoio e participação dos EUA. Em contrapartida a União Soviética constituiu uma organização semelhante porém com os países da Europa Oriental. A SUA FORMAÇÃO
  • 4. As duas superpotências passaram a controlar ideológica e militarmente vastas regiões do globo
  • 5.  1949 12 países fundadores NATO: Bélgica (onde tem sede oficial), Canadá Dinamarca, França, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Irlanda, Noruega, Portugal, Reino Unido, EUA.  1952 Grécia e Turquia. 1955 Alemanha.  1982 Espanha.  1999 Republica Checa, Hungria e Polónia.  2004 Bulgária, Estónia, Latvia, Lituânia, Roménia, Eslováquia, Eslovénia.  2009 Albânia e Croácia. MEMBROS “A adesão à NATO está aberta a qualquer outro Estado europeu em condições de promover os princípios do presente Tratado e de contribuir para a segurança da área do Atlântico Norte.”
  • 6. Países membros Delegações da Nato Grupo de planeamento nuclear Comités subordinados Conselho do Norte Atlântico Secretário Geral Representantes militares Comité militar Operações do comando Aliado (ACO) Comando aliado da transformação ESTRUTURA GERAL
  • 7. SECRETÁRIO GERAL Sobre o ataque terrorista em Paris: “Condeno o ataque terrorista no escritório da revista Charlie Hebdo em Paris. Estamos em plena solidariedade com o nosso aliado França. Todos os Aliados da NATO estão juntos na luta contra o terrorismo. Terrorismo em todas as suas formas e manifestações, que não pode ser tolerado ou justificado.”  Esta pessoa, é responsável por conduzir o processo de consulta e tomada de decisões da Aliança e assegurar que elas são implementadas. E também é porta-voz chefe da NATO.  O posto é actualmente ocupado por Jens Stoltenberg, ex-primeiro- ministro da Noruega.
  • 8. POLÍTICA – A NATO promove os valores democráticos e incentiva a consulta e cooperação sobre questões de defesa e segurança para construir confiança e evitar conflitos. MILITAR – Caso a vertente diplomática falhar na solução de problemas, a NATO tem a capacidade militar necessária à execução de operações para a resolução de crises. POLÍTICA E MILITAR ALIANÇA
  • 9. NATO está comprometida com o princípio de que um ataque contra um ou vários membros é considerado como um ataque contra todos. Este é o princípio da defesa colectiva, que está consagrado no artigo 5º do Tratado de Washington. DEFESA COLECTIVA
  • 10. A NATO é uma aliança de países da Europa e América do Norte. Existe uma cooperação no domínio da defesa e segurança, e na condução de operações multinacionais de gestão de crises. ELO TRANSATLÂNTICO
  • 11. A NATO estabelece na Aliança princípios e valores fundamentais, para a próxima década. Tais como: defesa colectiva, gestão de crises e de segurança cooperativa. CONCEITOS ESTRATÉGICOS
  • 12. Com o final da segunda guerra e do mundo bipolar a NATO perde em parte o seu propósito inicial. Então até aos dias de hoje enfrenta novos problemas que tenta resolver. Como por exemplo:  Conflitos regionais que ameaçam o resto do mundo;  Todos os tipos de terrorismo;  A ofensa dos Direitos do Homem. ANÁLISE A NATO não se restringe ao território dos países-membros nem à Europa e opera actualmente também na África, no Médio Oriente e no sul da Ásia.
  • 13.  Capacidade de intervenção militar em conflitos regionais e mundiais.  Considerada a policia do mundo.  Interesses dos países “fortes”. CRITICA
  • 14. Em 2005 o Paquistão sofre um grave terramoto, pedindo então ajuda à NATO para apoio humanitária. A organização acabou por autorizar o uso das suas capacidades militares aéreas para o transporte de ajuda humanitária e, em seguida, enviou uma equipa de engenheiros militares para ajudarem na reconstrução do país. POSITIVO Terramoto no Paquistãoem 2005
  • 15. Uma das principais intervenções da NATO foi a operação militar na antiga Jugoslávia, em 1999. Nessa ocasião, tropas foram enviadas para impedir a tentativa de limpeza étnica comandada pelo presidente da Jugoslávia Slobodan Milosevic contra os albaneses no Kosovo. Porém, essa acção provocou a morte de aproximadamente 1,2 mil civis, além de ter sido realizada sem a aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, sendo considerado um desrespeito às normas internacionais. NEGATIVO