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ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO CRUZ 
Título: Realismo: espelho da sociedade 
Disciplina: Língua Portuguesa 
Professor: Maria Piedade Teodoro da Silva 
Alunos: Allyne de Matos Alves N° 2 
Bianca Alves dos Santos N° 6 
Letícia Judith Castro Silva N° 27 
Série: 2º ano do ensino médio A 
Jacareí 
2014.
Sumário 
1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................... 3 
2. REALISMO: UMA VISÃO MAIS REALISTA E OBJETIVA.................................................. 4 
2.1. Contexto de produção: aspectos político, econômico e social na Europa e no 
Brasil ...................................................................................................................................... 4 
2.2. Contexto de produção: aspectos literários na Europa e no Brasil ......................... 5 
2.3. Realismo em Portugal ................................................................................................... 6 
Segundo o professor Paulo Azevedo diz que na literatura brasileira o realismo manifestou-se 
principalmente na prosa..................................................................................................... 7 
2.4. Machado de Assis ....................................................................................................... 11 
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................. 13 
4. REFERÊNCIAS .................................................................................................................... 16
1. INTRODUÇÃO 
O Movimento Literário Realismo ocorreu no século XIX na Europa. Escritores e 
artistas, desta época, buscavam uma linguagem literária mais realista para retratar a 
vida cotidiana das pessoas tanto no Brasil como em Portugal. 
Um dos artistas que se destacou pelas suas obras no Brasil é Machado de 
Assis, tendo como exemplo o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, 
publicada em 1881, marco inicial do Movimento Literário Realismo no Brasil sendo 
aplaudido até nos dias de hoje. 
Os objetivos desse artigo é apresentar o contexto de produção desse 
movimento, expor suas características e discutir sobre os autores que se destacam 
no Realismo dando ênfase no grande escritor brasileiro Machado de Assis, por meio 
do seguinte tema que visa abordar as características principais do Realismo em 
Portugal e no Brasil no século XIX. 
Esse artigo não tem como finalidade, então, só a apresentação das 
características do Movimento Literário Realismo no Brasil e em Portugal dentro do 
contexto histórico, cultural e literário desse movimento, como também aprofundar o 
estudo das obras dos principais autores do conhecimento da obra, principalmente, 
Machado de Assis. 
Aguarda-se que, ao final dessa apresentação, que os leitores que tiveram 
contato com esse artigo tenham compreendido a importância do Realismo dando 
ênfase nas principais características do movimento e tendo como conhecimento as 
belíssimas obras machadianas.
2. REALISMO: UMA VISÃO MAIS REALISTA E OBJETIVA 
2.1. Contexto de produção: aspectos político, econômico e social na Europa e 
no Brasil 
O contexto de produção desse movimento, no Brasil e em Portugal, é marcado 
por vários acontecimentos, dentre eles, destacam-se a Segunda Revolução 
Industrial e o Movimento Operário. 
O Realismo surge em meio ao fracasso da Revolução Francesa e de seus 
ideias de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. A sociedade se dividia entre a classe 
operária e a burguesia. Logo mais tarde, em 1848, os comunistas Marx e Engels 
publicam o manifesto que faz apologias à classe operária. 
Uma realidade oposta ao que a sociedade tinha vivido até aquele progresso 
tecnológico: o avanço da energia elétrica, as novas máquinas que facilitavam a vida, 
como o carro, por exemplo. 
Na segunda metade do século XIX, o Brasil passou por mudanças políticas e 
sociais marcantes. O tráfico de escravos foi extinto e a abolição da escravatura 
ocorreu em 1888. A falta de mão-de-obra foi substituída pelo trabalho dos imigrantes 
europeus. 
A economia açucareira estava em decadência, enquanto o eixo econômico 
deslocava-se para o Rio de Janeiro, devido ao crescimento do comércio cafeeiro 
nessa região. 
A evolução na indústria trouxe tecnologia às empreitadas do governo: a primeira 
estrada de ferro foi construída em 1954 que, ligava o Porto de Mauá à raiz da Serra 
da Estrela e, logo depois, a estrada de Ferro Central do Brasil. 
A queda da escravidão e do Império criou uma nova realidade no país; a vida 
social e cultural tornou-se mais ativa, ambas influenciadas por ideais europeus: 
liberalismo, socialismo, positivismo, cientificismo, determinismo e evolucionismo. 
Em 1889 foi proclamada a República pelo partido burguês Republicano Paulista 
(PRP), com a posse do primeiro presidente, o Marechal Deodoro da Fonseca e a
literatura reagia contra as propostas românticas com o surgimento do Movimento 
Literário Realismo sob influência do Positivismo. 
O positivismo, chegado da França, era uma corrente filosófica que tinha como 
fundamento analisar a realidade através das observações e das constatações 
racionais. Logo, as produções literárias do Realismo no Brasil, como o próprio nome 
já diz, estão voltadas à realidade brasileira. 
Dessa forma, a produção literária no Realismo surge com temas que norteiam 
os princípios do Positivismo. São características desse período: a reprodução da 
realidade observada; a objetividade no compromisso com a verdade (o autor é 
imparcial), personagens baseados em indivíduos comuns (não há idealização da 
figura humana); as condições sociais e culturais das personagens são expostas; lei 
da causalidade (toda ação tem uma reação); linguagem de fácil entendimento; 
contemporaneidade (exposição do presente) e a preocupação em mostrar 
personagens nos aspectos reais, até mesmo de miséria ( não há idealização da 
realidade). 
2.2. Contexto de produção: aspectos literários na Europa e no Brasil 
Podem-se citar algumas características da literatura realista em oposição às 
românticas: os cenários (focados em centros urbanos); a natureza não era mais 
vista como reflexo dos sentimentos, mas dando ênfase ao ambiente social. 
Veja a seguir algumas diferenças entre o Movimento Literário Romantismo e o 
Realismo: 
Realismo Romantismo 
Distanciamento do narrador Narrador em primeira pessoa 
Valoriza o que se é Valoriza o que se idealiza e se sente 
Crítica direta Crítica indireta 
Objetividade Sentimento à flor da pele 
Textos, algumas vezes, sem censura Textos, geralmente, respeitosos
Imagens reais, sem fantasia Imagens perfeitas, fantasiadas 
Aversão ao amor platônico Amores platônicos 
Mistura épico e lírico nos textos Separação 
Cosmopolita Nacionalista 
O Movimento Literário no Brasil pode ser divido entre os textos em prosa e em 
versos, nas quais se destacam os autores Aluísio Azevedo, Raul Pompéia e 
Machado de Assis. 
2.3. Realismo em Portugal 
O Movimento Literário Realismo português iniciou-se com um enfrentamento 
entre jovens escritores preocupados em retratar a realidade e alguns representantes 
do Movimento Literário Romantismo. 
Em 1860, jovens escritores portugueses adeptos a nova ideia, literatura 
preocupada em retratar a realidade, criticavam o Movimento Literário Romantismo 
pela sua incapacidade de compreender as transformações políticas e os problemas 
decorrentes daquela época. 
Essa busca de uma literatura realista e objetiva tornou-se uma bandeira política 
e estética identificada com os movimentos de mudança que se fazia por toda a 
Europa.
Esse movimento dá ênfase na realidade que a vida nos apresenta. Surgiu o 
aparecimento em textos literários e na pintura, obras que as pessoas anônimas se 
relacionavam entre si, que visam apresentar uma visão anti-idealizada da realidade. 
As obras realistas possuí um forte caráter ideológico, marcado por uma 
linguagem política e de denúncia dos problemas sociais como, por exemplo, a 
miséria, pobreza, exploração e corrupção. Com uma linguagem clara, os artistas e 
escritores e artistas realistas iam diretamente ao foco da questão, reagindo, desta 
forma, ao subjetivismo do romantismo. Uma das correntes do realismo foi o 
naturalismo, onde a objetividade está presente, porém sem o conteúdo ideológico. 
Os romances realistas tornaram-se instrumentos de crítica ao comportamento 
burguês e às instituições sociais. Muitos escritores românticos começaram a entrar 
para a literatura realista, como Machado de Assis. Segundo o professor Paulo 
Azevedo diz que na literatura brasileira o realismo manifestou-se principalmente na 
prosa 
2.4 Autores representativos do Realismo português e brasileiro 
2.4.1. Eça de Queirós 
Eça de Queirós foi um dos grandes nomes da literatura portuguesa. O escritor 
participou de um período de mudança, em que o romantismo dava lugar ao realismo. 
Na primeira fase da sua carreira, produziu obras com influência romântica. O 
realismo aparece nas narrativas da segunda fase. Na terceira e última, Eça 
apresenta textos mais imaginativos, testando os limites do estilo literário. 
Amor aos pequenos 
- do País da Luz – 
“Amas muito os teus pequeninos, 
não é assim ? 
Ama-os, que bem to merecem; 
mas se lhes queres deixar uma riqueza inigualável, 
que nenhuma outra suplantará, 
educa-os no amor de Deus,
no culto ao bem e no hábito do trabalho. 
Se ficarem pobres de bens terrenos, 
ficarão riquíssimos de virtude.” 
2.4.2. Arthur Azevedo 
Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, filho de David Gonçalves de Azevedo, 
vice-cônsul de Portugal em São Luís, e Emília Amália Pinto de Magalhães, pôde ver, 
na própria casa, uma dramática história de amor. Sua mãe separou-se de um 
comerciante, com quem casara a contragosto, para viver com seu pai com quem 
teve cinco filhos: três meninos e duas meninas. Só puderam se casar após a morte 
do primeiro marido, vítima de febre amarela. 
À minha Noiva 
“Tu és flor; as tuas pétalas 
orvalho lúbrico molha; 
eu sou flor que se desfolha 
no verde chão do jardim." 
Têm por moda agora os líricos 
versos fazer neste estilo... 
— Tu és isso, eu sou aquilo, 
tu és assado, eu assim... 
Às negaças deste gênero, 
Carlotinha, não resisto:
vou dizer que tu és isto, 
que aquilo sou vou dizer; 
tu és um pé de camélia, 
eu sou triste pé de alface, 
tu és a aurora que nasce, 
eu sou fogueira a morrer. 
Tu és a vaga pacífica, 
eu sou a onda encrespada, 
tu és tudo, eu não sou nada, 
nem por descuido doutor; 
tu és de Deus uma lágrima, 
eu sou de suor um pingo, 
eu sou no amor o gardingo, 
tu Hermengarda no amor. 
Os fatos restabeleçam-se, 
ó dona dos pés pequenos: 
eu sou homem — nada menos, 
tu és mulher — nada mais; 
eu sou funcionário público, 
tu minha esposa bem cedo, 
eu sou Artur Azevedo, 
tu és Carlota Morais.”
2.4.3. Adolfo Caminha 
Adolfo Ferreira Caminha nasceu no dia 29 de maio de 1867 em Aracati, no Ceará. 
Sua infância não foi muito tranquila, pois ficou órfão de mãe muito cedo, com apenas 
10 anos, no ano de 1877, mesmo ano em que o Nordeste foi assolado pela seca. 
Após ficar órfão, foi com seus cinco irmãos para Fortaleza, onde teve seus primeiros 
estudos, e seis anos depois, em 1883, foi para o Rio, onde estudou na Escola Naval. 
Devido à instituição ser conservadora e monarquista, lá revelou seus primeiros 
sentimentos republicanos e abolicionistas, chegando ao extremo de, com apenas 17 
anos, fazer um discurso na presença de D. Pedro II, declarando-se contra a 
escravidão e o império. Mesmo assim formou-se na Escola Naval no ano de 1885, 
como guarda-marinha. 
No Banho 
“Ninfas do bosque, Náiades formosas, 
Sátiros, Faunos, vinde vê-la agora, 
Nua, no banho, esta ideal senhora, 
Que em beleza e frescura excede as rosas. 
Vinde todos depressa!... Ei-la que cora, 
Ei-la que solta as tranças graciosas 
Sobre as espáduas níveas, capitosas... 
Ei-la que treme à loura luz da aurora... 
Tinge-se o céu de cores purpurinas, 
O sol desponta; as tímidas boninas 
Mostram à luz os cálices dourados. 
Vede-as, Ninfas, agora: os nacarados 
Lábios, os seios túmidos, nevados, 
Segredam coisas ideais, divinas.”
2.5. Machado de Assis: Representante do Realismo no Brasil 
Realismo no Brasil tem como marco inicial a publicação da obra Memórias 
póstumas de Brás Cubas publicado em 1881, de Machado de Assis. 
O Realismo encontrou no Brasil uma realidade objetiva do cotidiano das 
pessoas, dentro desse contexto surge um dos mais importantes escritores de nossa 
literatura: Machado de Assis (1839 – 1908). 
Nascido na cidade do Rio de Janeiro, era mestiço e de origem humilde. Cresceu 
sob os cuidados da madrasta Maria Inês, pois assim como a mãe, a portuguesa 
Maria Leopoldina, seu pai, o mulato Francisco José de Assis, morreu cedo. Apesar 
de ter frequentado escola pública e começado a trabalhar desde cedo, alcançou boa 
posição como funcionário público, cargo que lhe proporcionou uma tranquilidade 
financeira. Casado com Carolina Xavier de Novais, Machado dedicou-se à literatura 
e produziu a melhor prosa brasileira do século XIX. O escritor escreveu cerca de 
duzentos contos. 
Os romances e contos anteriores à década de 1880 revelam influências 
românticas, assim como em “Ressurreição”, “A mão e a luva”, “Helena”, “Iaiá 
Garcia”, “Contos Fluminenses” e “Histórias da meia-noite”. 
Assis revela-se mais maduro a partir da publicação de “Memórias póstumas de 
Brás Cubas”. Essa marca a segunda etapa de sua produção. O escritor desenvolve
uma ironia feroz, retrata um humor velado e amargo em relação àquilo que retrata. 
Nessa nova fase incluem-se os romances “Quincas Borba”, “Dom Casmurro”, “Esaú 
e Jacó”, “A cartomante” e “Memorial de Aires”. 
Machado de Assis produziu uma obra inovadora, que vem conquistando várias 
gerações de leitores tornando-se atual até nos dias de hoje. 
A seguir leia um poema “No ato” do grande escritor, Machado de Assis: 
“O poeta chegara ao alto da montanha, 
E quando ia a descer a vertente do oeste, 
Viu uma cousa estranha, 
Uma figura má. 
Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste, 
Ao gracioso Ariel, que de baixo o acompanha, 
Num tom medroso e agreste 
Pergunta o que será. 
Como se perde no ar um som festivo e doce, 
Ou bem como se fosse 
Um pensamento vão, 
Ariel se desfez sem lhe dar mais resposta. 
Para descer a encosta 
O outro lhe deu a mão.”
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Com esse artigo aprendemos mais sobre o Movimento Literário Realismo, tanto 
no Brasil quanto em Portugal. Podemos compreender onde e como nasce esse 
movimento, alguns representantes e suas respectivas obras. Fora proposto que nós 
fizéssemos um artigo pelo qual aprenderíamos e mostraríamos o que entendemos 
para os seguintes leitores. 
Então, como podemos entender, o Movimento Literário Realismo deixa de lado 
a perspectiva romântica e passa a dar ênfase a realidade que a vida nos apresenta 
como uma visão mais objetiva. 
O realismo foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas 
do século XIX na Europa, Entre 1850 e 1900. Os integrantes desse movimento 
repudiaram a artificialidade do neoclassicismo e do romantismo, pois sentiam a 
necessidade de retratar a vida, os problemas e os costumes das classes média e 
baixa não inspirada em modelos do passado. O movimento manifestou-se também 
na escultura e na arquitetura. Esse trabalho sobre o realismo nos despertou 
bastantes curiosidades sobre aquelas épocas, curiosidades que já tínhamos,
descobrimos muitas coisas interessantes sobre o realismo, aprendemos também 
sobre oque se passava na aquela época, na aqueles movimentos.
4. REFERÊNCIAS

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Movimento Literário Realismo

  • 1. ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOÃO CRUZ Título: Realismo: espelho da sociedade Disciplina: Língua Portuguesa Professor: Maria Piedade Teodoro da Silva Alunos: Allyne de Matos Alves N° 2 Bianca Alves dos Santos N° 6 Letícia Judith Castro Silva N° 27 Série: 2º ano do ensino médio A Jacareí 2014.
  • 2. Sumário 1. INTRODUÇÃO ....................................................................................................................... 3 2. REALISMO: UMA VISÃO MAIS REALISTA E OBJETIVA.................................................. 4 2.1. Contexto de produção: aspectos político, econômico e social na Europa e no Brasil ...................................................................................................................................... 4 2.2. Contexto de produção: aspectos literários na Europa e no Brasil ......................... 5 2.3. Realismo em Portugal ................................................................................................... 6 Segundo o professor Paulo Azevedo diz que na literatura brasileira o realismo manifestou-se principalmente na prosa..................................................................................................... 7 2.4. Machado de Assis ....................................................................................................... 11 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................................. 13 4. REFERÊNCIAS .................................................................................................................... 16
  • 3. 1. INTRODUÇÃO O Movimento Literário Realismo ocorreu no século XIX na Europa. Escritores e artistas, desta época, buscavam uma linguagem literária mais realista para retratar a vida cotidiana das pessoas tanto no Brasil como em Portugal. Um dos artistas que se destacou pelas suas obras no Brasil é Machado de Assis, tendo como exemplo o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, publicada em 1881, marco inicial do Movimento Literário Realismo no Brasil sendo aplaudido até nos dias de hoje. Os objetivos desse artigo é apresentar o contexto de produção desse movimento, expor suas características e discutir sobre os autores que se destacam no Realismo dando ênfase no grande escritor brasileiro Machado de Assis, por meio do seguinte tema que visa abordar as características principais do Realismo em Portugal e no Brasil no século XIX. Esse artigo não tem como finalidade, então, só a apresentação das características do Movimento Literário Realismo no Brasil e em Portugal dentro do contexto histórico, cultural e literário desse movimento, como também aprofundar o estudo das obras dos principais autores do conhecimento da obra, principalmente, Machado de Assis. Aguarda-se que, ao final dessa apresentação, que os leitores que tiveram contato com esse artigo tenham compreendido a importância do Realismo dando ênfase nas principais características do movimento e tendo como conhecimento as belíssimas obras machadianas.
  • 4. 2. REALISMO: UMA VISÃO MAIS REALISTA E OBJETIVA 2.1. Contexto de produção: aspectos político, econômico e social na Europa e no Brasil O contexto de produção desse movimento, no Brasil e em Portugal, é marcado por vários acontecimentos, dentre eles, destacam-se a Segunda Revolução Industrial e o Movimento Operário. O Realismo surge em meio ao fracasso da Revolução Francesa e de seus ideias de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. A sociedade se dividia entre a classe operária e a burguesia. Logo mais tarde, em 1848, os comunistas Marx e Engels publicam o manifesto que faz apologias à classe operária. Uma realidade oposta ao que a sociedade tinha vivido até aquele progresso tecnológico: o avanço da energia elétrica, as novas máquinas que facilitavam a vida, como o carro, por exemplo. Na segunda metade do século XIX, o Brasil passou por mudanças políticas e sociais marcantes. O tráfico de escravos foi extinto e a abolição da escravatura ocorreu em 1888. A falta de mão-de-obra foi substituída pelo trabalho dos imigrantes europeus. A economia açucareira estava em decadência, enquanto o eixo econômico deslocava-se para o Rio de Janeiro, devido ao crescimento do comércio cafeeiro nessa região. A evolução na indústria trouxe tecnologia às empreitadas do governo: a primeira estrada de ferro foi construída em 1954 que, ligava o Porto de Mauá à raiz da Serra da Estrela e, logo depois, a estrada de Ferro Central do Brasil. A queda da escravidão e do Império criou uma nova realidade no país; a vida social e cultural tornou-se mais ativa, ambas influenciadas por ideais europeus: liberalismo, socialismo, positivismo, cientificismo, determinismo e evolucionismo. Em 1889 foi proclamada a República pelo partido burguês Republicano Paulista (PRP), com a posse do primeiro presidente, o Marechal Deodoro da Fonseca e a
  • 5. literatura reagia contra as propostas românticas com o surgimento do Movimento Literário Realismo sob influência do Positivismo. O positivismo, chegado da França, era uma corrente filosófica que tinha como fundamento analisar a realidade através das observações e das constatações racionais. Logo, as produções literárias do Realismo no Brasil, como o próprio nome já diz, estão voltadas à realidade brasileira. Dessa forma, a produção literária no Realismo surge com temas que norteiam os princípios do Positivismo. São características desse período: a reprodução da realidade observada; a objetividade no compromisso com a verdade (o autor é imparcial), personagens baseados em indivíduos comuns (não há idealização da figura humana); as condições sociais e culturais das personagens são expostas; lei da causalidade (toda ação tem uma reação); linguagem de fácil entendimento; contemporaneidade (exposição do presente) e a preocupação em mostrar personagens nos aspectos reais, até mesmo de miséria ( não há idealização da realidade). 2.2. Contexto de produção: aspectos literários na Europa e no Brasil Podem-se citar algumas características da literatura realista em oposição às românticas: os cenários (focados em centros urbanos); a natureza não era mais vista como reflexo dos sentimentos, mas dando ênfase ao ambiente social. Veja a seguir algumas diferenças entre o Movimento Literário Romantismo e o Realismo: Realismo Romantismo Distanciamento do narrador Narrador em primeira pessoa Valoriza o que se é Valoriza o que se idealiza e se sente Crítica direta Crítica indireta Objetividade Sentimento à flor da pele Textos, algumas vezes, sem censura Textos, geralmente, respeitosos
  • 6. Imagens reais, sem fantasia Imagens perfeitas, fantasiadas Aversão ao amor platônico Amores platônicos Mistura épico e lírico nos textos Separação Cosmopolita Nacionalista O Movimento Literário no Brasil pode ser divido entre os textos em prosa e em versos, nas quais se destacam os autores Aluísio Azevedo, Raul Pompéia e Machado de Assis. 2.3. Realismo em Portugal O Movimento Literário Realismo português iniciou-se com um enfrentamento entre jovens escritores preocupados em retratar a realidade e alguns representantes do Movimento Literário Romantismo. Em 1860, jovens escritores portugueses adeptos a nova ideia, literatura preocupada em retratar a realidade, criticavam o Movimento Literário Romantismo pela sua incapacidade de compreender as transformações políticas e os problemas decorrentes daquela época. Essa busca de uma literatura realista e objetiva tornou-se uma bandeira política e estética identificada com os movimentos de mudança que se fazia por toda a Europa.
  • 7. Esse movimento dá ênfase na realidade que a vida nos apresenta. Surgiu o aparecimento em textos literários e na pintura, obras que as pessoas anônimas se relacionavam entre si, que visam apresentar uma visão anti-idealizada da realidade. As obras realistas possuí um forte caráter ideológico, marcado por uma linguagem política e de denúncia dos problemas sociais como, por exemplo, a miséria, pobreza, exploração e corrupção. Com uma linguagem clara, os artistas e escritores e artistas realistas iam diretamente ao foco da questão, reagindo, desta forma, ao subjetivismo do romantismo. Uma das correntes do realismo foi o naturalismo, onde a objetividade está presente, porém sem o conteúdo ideológico. Os romances realistas tornaram-se instrumentos de crítica ao comportamento burguês e às instituições sociais. Muitos escritores românticos começaram a entrar para a literatura realista, como Machado de Assis. Segundo o professor Paulo Azevedo diz que na literatura brasileira o realismo manifestou-se principalmente na prosa 2.4 Autores representativos do Realismo português e brasileiro 2.4.1. Eça de Queirós Eça de Queirós foi um dos grandes nomes da literatura portuguesa. O escritor participou de um período de mudança, em que o romantismo dava lugar ao realismo. Na primeira fase da sua carreira, produziu obras com influência romântica. O realismo aparece nas narrativas da segunda fase. Na terceira e última, Eça apresenta textos mais imaginativos, testando os limites do estilo literário. Amor aos pequenos - do País da Luz – “Amas muito os teus pequeninos, não é assim ? Ama-os, que bem to merecem; mas se lhes queres deixar uma riqueza inigualável, que nenhuma outra suplantará, educa-os no amor de Deus,
  • 8. no culto ao bem e no hábito do trabalho. Se ficarem pobres de bens terrenos, ficarão riquíssimos de virtude.” 2.4.2. Arthur Azevedo Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo, filho de David Gonçalves de Azevedo, vice-cônsul de Portugal em São Luís, e Emília Amália Pinto de Magalhães, pôde ver, na própria casa, uma dramática história de amor. Sua mãe separou-se de um comerciante, com quem casara a contragosto, para viver com seu pai com quem teve cinco filhos: três meninos e duas meninas. Só puderam se casar após a morte do primeiro marido, vítima de febre amarela. À minha Noiva “Tu és flor; as tuas pétalas orvalho lúbrico molha; eu sou flor que se desfolha no verde chão do jardim." Têm por moda agora os líricos versos fazer neste estilo... — Tu és isso, eu sou aquilo, tu és assado, eu assim... Às negaças deste gênero, Carlotinha, não resisto:
  • 9. vou dizer que tu és isto, que aquilo sou vou dizer; tu és um pé de camélia, eu sou triste pé de alface, tu és a aurora que nasce, eu sou fogueira a morrer. Tu és a vaga pacífica, eu sou a onda encrespada, tu és tudo, eu não sou nada, nem por descuido doutor; tu és de Deus uma lágrima, eu sou de suor um pingo, eu sou no amor o gardingo, tu Hermengarda no amor. Os fatos restabeleçam-se, ó dona dos pés pequenos: eu sou homem — nada menos, tu és mulher — nada mais; eu sou funcionário público, tu minha esposa bem cedo, eu sou Artur Azevedo, tu és Carlota Morais.”
  • 10. 2.4.3. Adolfo Caminha Adolfo Ferreira Caminha nasceu no dia 29 de maio de 1867 em Aracati, no Ceará. Sua infância não foi muito tranquila, pois ficou órfão de mãe muito cedo, com apenas 10 anos, no ano de 1877, mesmo ano em que o Nordeste foi assolado pela seca. Após ficar órfão, foi com seus cinco irmãos para Fortaleza, onde teve seus primeiros estudos, e seis anos depois, em 1883, foi para o Rio, onde estudou na Escola Naval. Devido à instituição ser conservadora e monarquista, lá revelou seus primeiros sentimentos republicanos e abolicionistas, chegando ao extremo de, com apenas 17 anos, fazer um discurso na presença de D. Pedro II, declarando-se contra a escravidão e o império. Mesmo assim formou-se na Escola Naval no ano de 1885, como guarda-marinha. No Banho “Ninfas do bosque, Náiades formosas, Sátiros, Faunos, vinde vê-la agora, Nua, no banho, esta ideal senhora, Que em beleza e frescura excede as rosas. Vinde todos depressa!... Ei-la que cora, Ei-la que solta as tranças graciosas Sobre as espáduas níveas, capitosas... Ei-la que treme à loura luz da aurora... Tinge-se o céu de cores purpurinas, O sol desponta; as tímidas boninas Mostram à luz os cálices dourados. Vede-as, Ninfas, agora: os nacarados Lábios, os seios túmidos, nevados, Segredam coisas ideais, divinas.”
  • 11. 2.5. Machado de Assis: Representante do Realismo no Brasil Realismo no Brasil tem como marco inicial a publicação da obra Memórias póstumas de Brás Cubas publicado em 1881, de Machado de Assis. O Realismo encontrou no Brasil uma realidade objetiva do cotidiano das pessoas, dentro desse contexto surge um dos mais importantes escritores de nossa literatura: Machado de Assis (1839 – 1908). Nascido na cidade do Rio de Janeiro, era mestiço e de origem humilde. Cresceu sob os cuidados da madrasta Maria Inês, pois assim como a mãe, a portuguesa Maria Leopoldina, seu pai, o mulato Francisco José de Assis, morreu cedo. Apesar de ter frequentado escola pública e começado a trabalhar desde cedo, alcançou boa posição como funcionário público, cargo que lhe proporcionou uma tranquilidade financeira. Casado com Carolina Xavier de Novais, Machado dedicou-se à literatura e produziu a melhor prosa brasileira do século XIX. O escritor escreveu cerca de duzentos contos. Os romances e contos anteriores à década de 1880 revelam influências românticas, assim como em “Ressurreição”, “A mão e a luva”, “Helena”, “Iaiá Garcia”, “Contos Fluminenses” e “Histórias da meia-noite”. Assis revela-se mais maduro a partir da publicação de “Memórias póstumas de Brás Cubas”. Essa marca a segunda etapa de sua produção. O escritor desenvolve
  • 12. uma ironia feroz, retrata um humor velado e amargo em relação àquilo que retrata. Nessa nova fase incluem-se os romances “Quincas Borba”, “Dom Casmurro”, “Esaú e Jacó”, “A cartomante” e “Memorial de Aires”. Machado de Assis produziu uma obra inovadora, que vem conquistando várias gerações de leitores tornando-se atual até nos dias de hoje. A seguir leia um poema “No ato” do grande escritor, Machado de Assis: “O poeta chegara ao alto da montanha, E quando ia a descer a vertente do oeste, Viu uma cousa estranha, Uma figura má. Então, volvendo o olhar ao subtil, ao celeste, Ao gracioso Ariel, que de baixo o acompanha, Num tom medroso e agreste Pergunta o que será. Como se perde no ar um som festivo e doce, Ou bem como se fosse Um pensamento vão, Ariel se desfez sem lhe dar mais resposta. Para descer a encosta O outro lhe deu a mão.”
  • 13. 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS Com esse artigo aprendemos mais sobre o Movimento Literário Realismo, tanto no Brasil quanto em Portugal. Podemos compreender onde e como nasce esse movimento, alguns representantes e suas respectivas obras. Fora proposto que nós fizéssemos um artigo pelo qual aprenderíamos e mostraríamos o que entendemos para os seguintes leitores. Então, como podemos entender, o Movimento Literário Realismo deixa de lado a perspectiva romântica e passa a dar ênfase a realidade que a vida nos apresenta como uma visão mais objetiva. O realismo foi um movimento artístico e literário surgido nas últimas décadas do século XIX na Europa, Entre 1850 e 1900. Os integrantes desse movimento repudiaram a artificialidade do neoclassicismo e do romantismo, pois sentiam a necessidade de retratar a vida, os problemas e os costumes das classes média e baixa não inspirada em modelos do passado. O movimento manifestou-se também na escultura e na arquitetura. Esse trabalho sobre o realismo nos despertou bastantes curiosidades sobre aquelas épocas, curiosidades que já tínhamos,
  • 14. descobrimos muitas coisas interessantes sobre o realismo, aprendemos também sobre oque se passava na aquela época, na aqueles movimentos.
  • 15.