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MEDIÇÃO DE
EMISSÃO
ACÚSTICA EM
ROLAMENTOS
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RMSAccelerationinG-s
Frequency in H z
220/ - D CI/R AS P FUN DO K 338 500m V
220060301 -V 2H ROLAMEN TO IN FER IOR
0 5 10 15 20
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Max Amp
.0176
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Medição de emissão acústica em rolamentos

  • 2. Técnicas de deteção de avarias em chumaceiras vibração 45% outros %4 Emissão acústica %3 fluorescência 3% binário %6 Velocidade de rotação 6% temperatura 10% Análise de óleos 23 %
  • 3. 3 Emissão acústica – o que é? Frequências típicas – 20 KHZ a 1 MHZ
  • 4. 4 Tipos de fenómenos que geram emissão acústica em rolamentos Os sensores de AE são capazes de detetar uma ampla variedade de processos, dos quais os mais frequentemente encontrados são: • Fricção (por exemplo, deslizamento de metal) • Impactos (por exemplo, como elementos rolantes passam por irregularidades superficiais) • Esmagamento de partículas (por exemplo, de entrada de poeira ou detritos de desgaste)
  • 5. Caso Prático - Metodologia de Monitorização Convencional Medição de Vibrações – Medição de PeakVue ® ROLAMENTO INFERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM) Óleo de Lubrificação contaminado c/lixívia Óleo de Lubrificação contaminado c/lixívia Figura 1 – Gráfico de Tendência do parâmetro PeakVue As medições do parâmetros PeakVue revelam sensibilidade para alterações na condição de lubrificação do rolamento. Todavia, uma vez reposta a condição de lubrificação, os valores medidos não mostraram alterações motivadas pela degradação do estado do rolamento.
  • 6. RMSAccelerationinG-s Frequency in H z 220/ - D CI/R AS P FUN DO K 338 500m V 220060301 -V 2H ROLAMEN TO IN FER IOR 0 5 10 15 20 0 0.010 Max Amp .0176 13-S et-12 04-S et-12 30-A go-12 23-A go-12 16-A go-12 14-A go-12 01-A go-12 17-Jul-12 02-Jul-12 15-Jun-12 04-Jun-12 16-Mai-12 02-Mai-12 16-A br-12 04-A br-12 15-Mar-12 01-Mar-12 22-Fev -12 Caso Prático -Metodologia de Monitorização Convencional Medição de Vibrações – Medição de PeakVue ® ROLAMENTO INFERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM) Óleo de Lubrificação contaminado c/lixívia Figura 2 – Espectros de PeakVue registados nas diversas inspecções efectuadas Os espectros de PeakVue mostram uma alteração significativa nas medições efectuadas com o óleo contaminado. No entanto, nas medições efectuadas com as condições de lubrificação repostas não se identificam alterações que possam ser relacionadas com a degradação do rolamento.
  • 7. Caso Prático - Nova Abordagem para Monitorização Medição de Emissões Acústicas ROLAMENTO INFERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM) Gráfico de Tendência do parâmetro Distress® e do parâmetro dB medido no rolamento inferior. Após Descontaminação do Óleo de Lubrificação Óleo de Lubrificação contaminado c/lixívia Após substituição rolamentos e veio
  • 8. Caso Prático - Nova Abordagem para Monitorização Medição de Emissões Acústicas ROLAMENTO SUPERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM) Gráfico de Tendência do parâmetro Distress® e do parâmetro dB medido no rolamento superior. Após Descontaminação do Óleo de Lubrificação Óleo de Lubrificação contaminado c/lixívia Após substituição rolamentos e veio
  • 9. Caso Prático - Medição de Emissões Acústicas ROLAMENTO INFERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM)
  • 10. Caso Prático - Medição de Emissões Acústicas ROLAMENTO INFERIOR – Muito Baixas RPM´s (≈ 5 RPM)
  • 11. Caso Prático - Medição de Emissões Acústicas Conclusões: • A metodologia convencional utilizada para a monitorização da condição dos rolamentos do Raspador de Fundo (muito baixas RPM´s), revelou-se sensível na alteração da condição de lubrificação dos mesmos. No entanto, a mesma não revelou alterações de padrão que se pudessem relacionar com a degradação do rolamento. • A Medição de Emissões Acústicas revelou-se nesta aplicação, sensível na alteração da condição de lubrificação dos rolamentos (Gráfico do parâmetro dB) e também, indiciadora da degradação do rolamento (Gráfico do parâmetro Distress®. • A detecção antecipada permitiu a programação da intervenção. • A não detecção desta anomalia poderia implicar uma imobilização não programada da instalação por um período nunca inferior 12 horas.