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SERMÃO NA MONTANHA
MATEUS 7. 1-5


Mat 7:1 Não julgueis, para que não sejais julgados (Ver Lc. 6.37)

1. Existem pessoas que fazem juízo sem misericórdia, tendo com base o achar-se
   melhor que os demais.
2. Nem sempre sabemos aplicar a justiça aos nossos julgamentos; muitas vezes
   aplicamos aos outros, o que não queremos para nós mesmos.
3. Existem pessoas que julgam sem a devida verificação dos fatos.
4. É ao julgamento apressado, sem misericórdia, que Jesus está pedindo que não
   se faça; o julgamento justo certamente deve haver.




Mat 7:2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com
   que medis vos medirão a vós.

1. Precisamos agir com cuidado, com cautela e com amor se formos levados a
   julgar alguém.
2. Precisamos nos lembrar que estamos sob a mesma lei, que não é aplicada
   exceções; que estamos sob um mesmo aferidor.
3. A Bíblia é prumo é o metro, é o aferidor, nela está o julgamento pela Palavra de
   Deus.




Mat 7:3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que
   está no teu olho?

   1. O argueiro é a menor parte, é o cisco; a trave é a maior parte, é a coisa que
      pode atrapalhar, é a perda do bom senso.
   2. Reparar e julgar o pecado alheio pode ser uma forma de tentar esconder os
      próprios; só é pecado quando os outros fazem.
2

   3. Outras vezes, somos extremamente severos com pequenas coisas nos
      outros, quando estamos acalentando coisas piores no coração e na prática
      da vida.




Mat 7:4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando
   tens a trave no teu?

   1. Aquele que quer tirar o cisco do olho do outro, entende que ali está a razão
      dos desacertos; o outro é o Acã, que faz com que as coisas não aconteçam
      como deviam acontecer.
   2. Isto acontece quando cuidamos da vida alheia, procurando nela coisas para
      apontar, fazendo-nos parecer mais santos que os demais.




Mat 7:5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o
   argueiro do olho do teu irmão.

   1. “Hipócrita”. Jesus critica aquele que parece uma coisa, mas é outra; aquele
      que se esconde atrás de uma fachada, o fingido.
   2. Não podemos também nos esquecer o quanto um cisco pode perturbar, ser
      um incômodo; mas antes de tratá-lo no outro, precisamos tirar o empecilho
      que nos faz enxergar melhor.
   3. Jesus não está ensinando que não se deva corrigir ou instruir outros irmãos,
      mas que a melhor correção será quando as pessoas não tiverem nada do
      que nos acusar.




Pr. Eli da Rocha Silva
08/02/2012 – Igreja Batista em Jd. Helena – S. Paulo - SP

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Mateus 7.1-5 sermao na montanha

  • 1. 1 SERMÃO NA MONTANHA MATEUS 7. 1-5 Mat 7:1 Não julgueis, para que não sejais julgados (Ver Lc. 6.37) 1. Existem pessoas que fazem juízo sem misericórdia, tendo com base o achar-se melhor que os demais. 2. Nem sempre sabemos aplicar a justiça aos nossos julgamentos; muitas vezes aplicamos aos outros, o que não queremos para nós mesmos. 3. Existem pessoas que julgam sem a devida verificação dos fatos. 4. É ao julgamento apressado, sem misericórdia, que Jesus está pedindo que não se faça; o julgamento justo certamente deve haver. Mat 7:2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. 1. Precisamos agir com cuidado, com cautela e com amor se formos levados a julgar alguém. 2. Precisamos nos lembrar que estamos sob a mesma lei, que não é aplicada exceções; que estamos sob um mesmo aferidor. 3. A Bíblia é prumo é o metro, é o aferidor, nela está o julgamento pela Palavra de Deus. Mat 7:3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? 1. O argueiro é a menor parte, é o cisco; a trave é a maior parte, é a coisa que pode atrapalhar, é a perda do bom senso. 2. Reparar e julgar o pecado alheio pode ser uma forma de tentar esconder os próprios; só é pecado quando os outros fazem.
  • 2. 2 3. Outras vezes, somos extremamente severos com pequenas coisas nos outros, quando estamos acalentando coisas piores no coração e na prática da vida. Mat 7:4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 1. Aquele que quer tirar o cisco do olho do outro, entende que ali está a razão dos desacertos; o outro é o Acã, que faz com que as coisas não aconteçam como deviam acontecer. 2. Isto acontece quando cuidamos da vida alheia, procurando nela coisas para apontar, fazendo-nos parecer mais santos que os demais. Mat 7:5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão. 1. “Hipócrita”. Jesus critica aquele que parece uma coisa, mas é outra; aquele que se esconde atrás de uma fachada, o fingido. 2. Não podemos também nos esquecer o quanto um cisco pode perturbar, ser um incômodo; mas antes de tratá-lo no outro, precisamos tirar o empecilho que nos faz enxergar melhor. 3. Jesus não está ensinando que não se deva corrigir ou instruir outros irmãos, mas que a melhor correção será quando as pessoas não tiverem nada do que nos acusar. Pr. Eli da Rocha Silva 08/02/2012 – Igreja Batista em Jd. Helena – S. Paulo - SP