Ir para o conteúdo principal
Açailândia - MA
2024
Acadêmicos
Ediglê Bezerra de Lima Pinheiro
Erizonete Moura Lima
Jakeliny Oliveira Pontes de Jesus
Maria Sandy de Souza
Rosimeire Silva Oliveira
Açailândia - MA
2024
Sumário
Biografia.....................................................................0
4
Obras..........................................................................05
A escrava (1887)....................................................... 06
Referências.................................................................0
8
Biografia
• Maria Firmina dos Reis nasceu em 11 de março de 1822, na Ilha de São
Luís, no Maranhão. Sua mãe, Leonor Filipa dos Reis, era branca e seu
pai, negro. Maria foi registrada somente três anos depois do seu
nascimento, em 1825, e tinha em seu documento o nome de outro
homem como seu pai. Maria Firmina foi também professora, passando
em um concurso público para preencher a vaga de docente no ensino
primário da cidade de Guimarães-MA. O fato ocorreu quando ela tinha
25 anos, em 1847. Maria Firmina viveu até 1917, quando faleceu aos 95
anos na cidade de Guimarães (MA).
Obras
• Sua obra consiste em uma novela indianista chamada Gupeva
(1861), o livro de poesias Cantos à beira-mar (1871), o conto A
escrava (1887), além de composições musicais. Seu livro mais
conhecido é Úrsula, romance abolicionista de 1859.
• O conto começa em um salão onde pessoas discutem a escravidão. Uma
mulher abolicionista manifesta sua indignação contra essa prática,
destacando seus impactos morais e sociais. Ela narra um episódio que
presenciou, ilustrando a crueldade do sistema escravocrata.
Enquanto contemplava a natureza, a narradora é interrompida por Joana,
uma escrava fugida, assustada e desesperada, que se esconde em uma
moita. Logo em seguida, surge o feitor, violento e cruel, em busca de
Joana, ameaçando-a. A narradora o engana, indicando um caminho errado
e afastando-o da fugitiva.
A escrava (1887)
• Mais tarde, Gabriel, o filho de Joana, também fugido, aparece em busca
da mãe. Ele narra sua angústia e os maus-tratos sofridos por ambos. A
narradora decide ajudar, oferecendo abrigo e cuidados à escrava
debilitada. Com o auxílio de seus criados, transporta Joana para sua casa,
enquanto Gabriel manifesta profundo amor e gratidão.
A narrativa culmina com a morte de Joana, símbolo da crueldade
escravocrata, enquanto a protagonista confronta o senhor Tavares,
reafirmando sua proteção a Gabriel e sua oposição ao sistema.
• O conto começa em um salão onde pessoas discutem a escravidão. Uma
mulher abolicionista manifesta sua indignação contra essa prática,
destacando seus impactos morais e sociais. Durante a conversa, ela
menciona como a falta de empatia pelo próximo perpetua a opressão, e
compartilha sua experiência com uma escrava surda chamada Joana,
ilustrando a crueldade do sistema escravocrata. Enquanto contemplava a
natureza em uma tarde tranquila, a narradora percebe movimento em uma
moita próxima.
Adaptação
• Ao se aproximar, encontra Joana, uma mulher escrava fugida, assustada e
desesperada. Ao tentar se comunicar, a narradora nota que Joana não ouve
suas palavras, mas responde com gestos e expressões faciais intensas. A
narradora, que conhece a língua de sinais, começa a se comunicar com
Joana, ganhando sua confiança ao sinalizar que está ali para ajudar.
Poucos minutos depois, o silêncio é rompido pela chegada do feitor,
violento e cruel, que grita ameaças enquanto procura pela fugitiva. Joana,
tremendo, sinaliza rapidamente para a narradora sua história de
sofrimento, usando sinais que revelam a brutalidade de sua vida como
escrava.
• A narradora, em um ato de coragem, engana o feitor ao indicar um
caminho errado e o afasta dali, permitindo que Joana continue escondida.
Mais tarde, Gabriel, o filho de Joana, também fugido, aparece, chamando
pela mãe. Ele, diferentemente dela, é ouvinte, mas utiliza sinais básicos
para se comunicar com Joana. Ele narra para a narradora os maus-tratos
que ambos sofreram e implora por ajuda. Ao ver a conexão entre mãe e
filho, a narradora decide intervir, oferecendo abrigo e cuidados à escrava
debilitada. Ela sinaliza para Joana que está segura e, com a ajuda de seus
criados, transporta Joana para sua casa.
• Durante os dias seguintes, a narradora e Joana desenvolvem um
vínculo profundo. Elas se comunicam em sinais, e Joana compartilha
sua história com detalhes: as barreiras que enfrentava como mulher
surda em um sistema que a via apenas como propriedade. Gabriel
também manifesta seu amor pela mãe e gratidão à narradora, que
continua cuidando deles.
A narrativa culmina com a morte de Joana, que, debilitada pelos anos
de maus-tratos, não resiste. A narradora, profundamente abalada,
confronta o senhor Tavares, reafirmando sua oposição ao sistema
escravocrata e protegendo Gabriel, garantindo que ele terá uma
chance de viver livre, honrando a memória de sua mãe.
Referências
BRASIL ESCOLA. Maria Firmina dos Reis. Disponível em:
https://brasilescola.uol.com.br/literatura/maria-firmina-dos-reis.htm. Acesso em: 27 nov. 2024.
LITERAFRO. Maria Firmina dos Reis. Disponível em:
http://www.letras.ufmg.br/literafro/autoras/322-maria-firmina-dos-reis. Acesso em: 27 nov.
2024.
E-BIOGRAFIA. Maria Firmina dos Reis. Disponível em:
https://www.ebiografia.com/maria_firmina_dos_reis/. Acesso em: 27 nov. 2024.
Açailândia - MA
2024
Obrigado!