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1
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO”
FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS
UNESP - CAMPUS DE ASSIS
MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE HIGIENE
Assis, 2014
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Biblioteca da F.C.L. – Assis – UNESP
M294 Manual de boas práticas de higiene / [Lucinéia dos Santos
(coord.); Andressa Rodrigues Martins da Quinta...[et al]
Assis: Universidade Estadual Paulista “Julio de Mes-
quita Filho”. Faculdade de Ciências e Letras (Campus
de Assis), 2015.
17 p. : il.
ISBN 978-85-66060-11-9
1. Higiene. 2. Saúde. 3. Crianças – Cuidado e higiene.
4. Alimentos – conservação. I. Santos, Lucinéia dos. II.
Quinta, Andressa Rodrigues Martins da.
CDD 614
2
Manual de Boas Práticas de Higiene
Coordenação Técnica:
Lucinéia dos Santos
Redação:
Andressa Rodrigues Martins da Quinta
Camila Motta Bovério
Fernanda Midori Kuroiwa Hashimoto
Luisa Taynara Silvério da Costa
Revisão ortográfica:
Lucilene dos Santos Gonzales
Design Gráfico:
Caio Augusto Silva
Financiamento:
Projeto de Extensão “Boas Práticas de Higiene e Promoção à Saúde”
PROEX: Pró-reitoria de Extensão Universitária da Unesp
3
Este manual de boas práticas de higiene, sob o ponto de vista
do âmbito geral, tem como objetivo instruir e ensinar aos
leitores o que são microrganismos, como são transmitidos e
como evitá-los por meio de boas práticas de higiene.
4
Por isso, hoje, eu, Espuma, irei
explicar a vocês o que fazer para
evitar o contato indesejado com
esses tipos de organismos.
Aposto que você já deve ter ouvido ou falado frases como essas:
“Lave as mãos depois de ir ao banheiro e antes de comer!” ou
“Limpe o seu quarto!” ou “Não jogue lixo no chão!”, dentre várias
outras. Pois é, desde crianças somos instruídos a cuidar da limpeza
de nosso próprio corpo e do ambiente onde vivemos. Muitas vezes
isso parece chato e sem necessidade, e às vezes até acabamos por
não dar atenção a atitudes higiênicas em nosso dia-a-dia. O
problema é que essas atitudes podem fazer grande diferença na
nossa saúde e na das pessoas ao nosso redor.
Afinal, por que lavar as mãos depois de ir ao banheiro? Por que
passar a vassoura na sala? Por que não jogar lixo no chão? Porque
esses atos, quando ignorados, podem ser causa de doenças e
aflições devido à presença de microrganismos em locais sujos e mal
cuidados, que podem se infiltrar em nosso corpo e causar ou
agravar sérios problemas.
Primeiramente, vamos separá-los em grupos, pois existem vários
tipos de microrganismos:
Vírus
São os menores microrganismos que existem,
responsáveis por doenças comuns, como resfriado,
gripe e dor de garganta.
5
Bactérias
São organismos unicelulares (possuem uma única
célula) muito simples e pequenos. Trilhões de
bactérias habitam em nosso organismo e no meio
ambiente, e nem todas transmitem doenças. Mas
devemos tomar cuidado com as bactérias infecciosas
que podem se desenvolver em ambientes propícios e
passarem ao nosso corpo.
Protozoários
Assim como as bactérias, são unicelulares e também
podem ser vetores de várias doenças perigosas, como
a malária.
Fungos
Grupo de organismos que contém desde leveduras até cogumelos,
são responsáveis por grande parte da decomposição da matéria
orgânica. Também podem servir na alimentação, seja como fonte
direta de nutrientes ou na fermentação de vários produtos, como o
vinho, a cerveja e o molho de soja. No entanto, os
fungos também podem causar doenças quando
estão em locais favoráveis ao seu crescimento,
como alimentos em decomposição, locais úmidos e
quentes e, por isso, é sempre bom termos cuidado.
O perigo desses microrganismos é que eles são muito
pequenos, invisíveis a olho nu e podem viver em vários
tipos de ambientes, desde a superfície terrestre até
altitudes elevadas, nas profundezas dos mares e dentro de
outros organismos, em todas as partes do mundo, sendo
resistentes a diferentes temperaturas e ambientes e podendo se
propagar com muita rapidez e facilidade, transformando-se assim
em fontes de doenças.
6
Mas como evitar o contato com esses microrganismos, quando
nem ao menos podemos vê-los?
No chão onde pisamos, no ar em que respiramos, no livro que
lemos, na comida que tanto nos satisfaz, dentro e fora do nosso
próprio corpo existe uma quantidade imensurável de
microrganismos vivendo e se reproduzindo. Muitos deles não
apresentam riscos à nossa saúde, mas outros podem ser perigosos
e causar graves doenças que até podem levar à morte.
É aí que entram as boas práticas de higiene e de cuidado com o
nosso corpo e o ambiente onde vivemos: esses microrganismos
patógenos (causadores de doenças) são atraídos para locais onde
possam sobreviver e se reproduzir:
 Locais com fonte de energia (comida) e proteção.
 Locais sujos, com camadas de gordura, restos de alimentos e
poeira que facilitam o desenvolvimento desses seres vivos.
É aí que está a importância de cuidarmos de nossa higiene:
Se vivermos em locais sujos e mal cuidados, ou se nosso próprio
corpo é assim, estamos convidando bactérias, fungos, protozoários
e vírus a entrarem em contato com nosso corpo, através de uma
mão mal lavada, um ambiente cheio de poeira, um objeto ou local
com restos de comida e assim por diante.
Portanto, venha comigo. Como um sabão limpinho e cheiroso, vou
dar boas dicas de higiene para você manter seu próprio corpo e o
ambiente em que vive em um local limpo e sem a presença de
agentes causadores de doenças!
7
Cuidados com o manuseio, preparo e
armazenamento de alimentos
É importante tomar alguns cuidados ao se manusear e conservar os
alimentos, evitando-se doenças causadas por contaminação
alimentar.
As contaminações comuns podem ser de substâncias químicas,
microrganismos ou resíduos de objetos e insetos.
Para reduzir e impedir os riscos disso acontecer há algumas práticas
que devem ser incorporadas à rotina e transformadas em hábito,
especialmente antes e durante o preparo de alimentos:
 Lavar as mãos adequadamente;
 Evitar tossir e espirrar próximo aos
alimentos;
 Manter animais longe da cozinha;
 Lavar os utensílios domésticos
adequadamente;
 Prender o cabelo se necessário;
 Manter as unhas curtas;
 Manter o ambiente higienizado.
Manter apenas as mãos limpas não basta. É
importante que os alimentos sejam lavados
corretamente, especialmente frutas, verduras e
legumes.
Lave todas as frutas, verduras e legumes
em água corrente.
Dica:
Armazene produtos
de limpeza longe de
alimentos e fora do
alcance de crianças
Lave os alimentos corretamente
8
Frutas
Lave uma por uma, esfregando com uma esponja própria
(especialmente as que são ingeridas com a casca).
Verduras
Lave-as em água corrente, retirando todos os resíduos e deixe por
trinta minutos em uma solução desinfetante. Após esse período,
lave-as novamente em água corrente.
Legumes
Lave os legumes em água corrente e esfregue com uma esponja
(especialmente se forem consumidos com a casca). Em seguida,
deixe em uma solução desinfetante.
Entre as soluções desinfetantes que podem ser usadas estão a
solução de vinagre e a solução de água sanitária:
 Solução de vinagre: Para cada litro de água utilize duas
colheres de sopa de vinagre. Os alimentos podem ser
deixados nessa solução por trinta minutos. Mas atenção, se
contiver larvas, elas não morrerão.
 Solução de água sanitária: Para cada litro de água utiliza
uma colher de sopa de água sanitária. Deixe os alimentos
por quinze minutos. Essa solução elimina bactérias e larvas.
Em seguida lave novamente em água corrente.
Uma medida essencial para se evitar esse tipo de contaminação e o
estrago dos alimentos é observar a sua temperatura de cozimento.
Muitos microrganismos não sobrevivem a temperaturas acima de
65o
C. Enquanto isso, quando em menos de 7o
C, eles não se
reproduzem.
Evite a contaminação por microrganismos
9
Portanto, o ideal é armazenar a comida cozida na geladeira em
refrigeração adequada e fervê-la antes que seja servida.
Além de todos os cuidados com a higiene pessoal e
dos próprios alimentos, manter o ambiente limpo
também é importante.
O local de armazenamento dos alimentos deve ser
limpo, seco, fresco e sem contato com animais e
insetos. Os alimentos devem ser guardados bem fechados.
Após cozida, levar a comida ao refrigerador para
evitar que estrague. Entretanto, o melhor é consumi-
la no menor espaço de tempo possível.
Quando na geladeira, mantenha os alimentos bem
fechados e não deixe um entrar em contato com outro,
especialmente os que ainda não estão cozidos com os que já estão.
 Mantenha a cozinha sempre limpa, sem restos alimentares
no chão, na pia, na mesa ou no fogão;
 Retire sempre o lixo, não deixe acumular, e mantenha os
recipientes fechados;
 Utilize apenas panos de prato limpos; se estiverem sujos,
lave-os;
 Higienize a geladeira e o
freezer duas vezes por mês.
Não deixe restos de comida e
bebida caídos. Verifique seu
bom funcionamento.
Mantenha o ambiente limpo
Não se
esqueça
10
A higienização é a operação que inclui a limpeza e a desinfecção. A
limpeza consiste em retirar a sujeira de um local (pisos, paredes,
móveis, equipamentos e outros objetos). Deve ser feita sempre
esfregando bem com água e sabão ou detergente, com posterior
enxágue e secagem. Comece sempre a limpeza retirando os
resíduos (a “sujeira grossa”). Isso pode ser feito, por exemplo,
varrendo-se o chão, passando um papel toalha para retirar restos
de comida do fogão e da pia, tirando o pó dos armários. Desse
modo é possível economizar produto e facilitar o resto da limpeza.
Lembre-se que os pisos, paredes, tetos, portas e janelas devem ser
de material liso, resistente, impermeável e lavável, sempre em bom
estado de higiene e conservação.
A desinfecção é o processo de destruição de microrganismos que
causam doenças (vírus, bactérias e fungos), mediante a aplicação
de agentes físicos e químicos.
Os produtos desinfetantes têm a
finalidade de diminuir a carga
microbiana e devem ser registrados
no Ministério da Saúde com
indicação para este fim.
Na limpeza doméstica estão
presentes os produtos químicos, nem sempre utilizados
adequadamente.
O mau uso e armazenamento incorreto
desses produtos podem anular o seu efeito
ou ocasionar problemas de saúde, como
contaminação alimentar. A mistura deles
E para manter toda a casa higienizada?
Leia sempre os
rótulos dos produtos
de limpeza e procure
pelo certificado de
qualidade
11
também pode ser maléfica, podendo gerar compostos tóxicos,
como, por exemplo, a combinação de um multiuso ou limpa-vidros
com água sanitária (mistura de cloro e amônia).
Para evitar esses problemas, é importante estar atento não só na
hora da limpeza, como também na hora de comprar os produtos
saneantes.
A vigilância sanitária garante que os produtos encontrados no
mercado sigam um padrão de qualidade que evite intoxicação
domiciliar. Leia os rótulos com as informações de fabricação,
certificado de qualidade e o modo de usar. Seguir as instruções na
hora de utilizar o produto é importante para evitar os possíveis
efeitos maléficos dos agentes químicos.
Utilize corretamente os produtos de acordo com a sua finalidade.
Veja alguns exemplos de saneantes:
Saneante Funções
Detergente líquido Limpeza de louças e talheres
Detergente em pó e
sabão em pó
Limpeza de roupas
Cera
Brilho e proteção de pisos e
assoalhos
Água sanitária
Desinfetante para pisos, azulejos,
banheiros e cozinhas
Inseticida, repelente
Mata ou afasta insetos do
ambiente
Desinfetante Mata principalmente bactérias
Fonte: Anvisa e Idec – Vigilância Sanitária: Guia didático, 2007.
12
Em seguida, utilize os produtos de acordo com as instruções e a
sua finalidade, sem misturá-los.
Lembre-se de mantê-los fora do alcance de crianças e de animais
domésticos, e não armazená-los no mesmo ambiente de alimentos.
Por fim, não se esqueça de que a área externa de sua casa deve
ser limpa e bem conservada. Não acumule lixo, caixas, garrafas e
outros objetos em desuso que favorecem o aparecimento de
insetos e roedores.
Cuidados de higiene
com as crianças
Como um bom sabonete não posso me esquecer da saúde das
crianças, e dizer que essas são muito frágeis às doenças
infectocontagiosas. Isso ocorre porque o sistema de autodefesa do
corpo da criança, também chamado de “sistema imunológico”,
ainda não está totalmente desenvolvido. Por isso, cuidados
redobrados com a higiene das crianças devem ser tomados em casa,
e especialmente em escolas e creches. Portanto, vamos conhecer
um pouquinho sobre os cuidados de higiene a serem tomados
nesses locais.
Solução de detergente e limpador multiuso: pode ser
usado em azulejos, pisos cerâmicos, granito e mármore.
Limpa-vidros, limpador multiuso, álcool: pode ser usado
em vidros e janelas.
Pano úmido: pode ser usado em tecidos, móveis de madeira
e assoalho de madeira.
13
Boas Práticas de Higiene na Creche/Escola
Na creche/escola, do momento da escovação dos dentes das
crianças à hora das atividades, tudo deve ser planejado pelos
educadores para garantir um ambiente limpo e organizado, dessa
maneira contribuindo para uma rotina de aprendizado e saúde.
Assim, selecionamos hábitos simples, porém importantes, que
precisam fazer parte do dia a dia de alunos e profissionais
responsáveis por creches e escolas:
Os funcionários devem realizar hábitos adequados, como:
 Banho diariamente;
 Escovar os dentes;
 Lavar as mãos ao chegar ao trabalho, antes de
preparar os alimentos, de alimentar as crianças
e das refeições; após cuidar das crianças, ao
tocar em objetos sujos, após o uso do banheiro,
limpeza de um local, remover lixos e resíduos,
tossir, espirrar e/ou assoar o nariz; ao cuidar de
ferimentos;
 Conservar as unhas limpas, curtas e
preferencialmente sem esmaltes;
 Lavar a cabeça frequentemente e pentear bem os cabelos;
 Manter os cabelos, de preferência, curtos ou presos;
 Usar uniforme ou avental de cor clara e limpo;
 Manter a carteira de vacinação atualizada;
 Não atuar na instituição quando apresentarem doenças
infectocontagiosas, devendo permanecer afastados do trabalho
durante o período de transmissibilidade.
Saúde e Higiene dos Funcionários
14
 Manter as mãos das crianças limpas;
 Cada criança deve ter a sua toalha e seus produtos de higiene
(sabonete, principalmente), contendo identificação nominal, para
evitar a transmissão de doenças;
 Os cabelos das crianças sejam lavados regularmente e, para
penteá-los, o ideal é que cada uma tenha o seu próprio pente;
 A roupa suja seja colocada em sacos plásticos e devolvida para
casa;
 O corte das unhas das crianças pode ser orientado para que as
mães/responsáveis o façam em casa;
 A rotina de higiene bucal é muito importante;
 É fundamental higienizar os dentes depois das
refeições e antes de dormir para remover e
evitar a nova formação da placa de bactérias
que provoca a cárie;
 A escova deve ser trocada assim que for
verificado o desgaste das cerdas, comprometendo a qualidade da
escovação;
 É importante que haja um registro diário das condições de saúde
das crianças.
Dicas para Troca de Fraldas
 Todo material necessário para a troca deve estar
à mão para que não se deixe a criança sozinha na
bancada;
 Lave a pele com água e sabão;
 Enxágue e seque bem para evitar assaduras;
 Coloque a fralda limpa;
 Evite que a criança manipule a fralda suja ou a pele com fezes.
Saúde e Higiene das Crianças
15
Até mais amigo! Espero que tenha
gostado de saber um pouco mais
sobre os hábitos de higiene que irão
garantir a saúde de todos.
A saúde
 O descarte da fralda suja em saco plástico
fechado, acondicionado em recipiente para
lixo, com tampa acionada por pedal,
exclusivo para este fim;
 O lixo com as fraldas descartáveis deve ser
retirado antes que fique cheio, para evitar o
mau cheiro e para que possa ser fechado e transportado com
facilidade e segurança para a área externa de lixo;
 Acondicione o lixo em sacos plásticos resistentes;
 Conserve os sacos de lixo em lixeiras de plástico ou de metal,
que facilitam a limpeza;
 A lixeira deve ter tampa acionada por pedal (para impedir o
contato manual), permanecendo sempre fechada.
ANVISA E IDEC. Vigilância Sanitária: guia didático. 2007.
BOGUS, C.M. et al. Cuidados oferecidos pelas creches: percepções de mães e
educadoras. Rev. Nutr., v. 20, n.5, p. 499-514, set./out., 2007.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Vigilância sanitária:
alimentos, medicamentos, produtos e serviços de interesse à saúde: guia didático.
Brasília, 2007. 97 p.
Acondicionamento e Destino do Lixo
Referências
16
BRASIL. Ministério da Saúde. AIDPI Atenção Integrada às Doenças
Prevalentes na Infância: curso de capacitação: tratar a criança: módulo 4.
2.ed. rev. Brasília, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento
de Vigilância Epidemiológica. Manual de aconselhamento em hepatites
virais. Brasília, Ministério da Saúde, 2005. 52 p. (Série A. Normas e Manuais
Técnicos)
CARTILHA do manipulador de alimentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Senac Nacional,
2000. (Qualidade e Segurança Alimentar) Programa Alimentos Seguros - Mesa.
Convênio PAS Integrado.CNC/CNI/SENAI/SESI/SEBRAE/SESC/SENAC/ANVISA.
CUIDADOS na lavagem dos alimentos. Disponível em:
http://www.unimedvsf.com.br/secao_clientes/dica.php?id=95>. Acesso em: 20
out. 2013.
DALFITO, Daiana. Limpeza eficiente e sem risco: especialistas dão dicas de
como "faxinar". Disponível em: http://mulher.uol.com.br/casa-e-
decoracao/noticias/redacao/2011/07/14/limpeza-eficiente-e-sem-risco-
especialistas-dao-dicas-de-como-faxinar.htm. Acesso em: 19 out. 2013.
NESTI, M.M.M.; GOLDBAUL, M. As creches e pré-escolas e as doenças
transmissíveis. J Pediatr., v. 83, n.4, p. 289-312, 2007.
SÃO PAULO (SP). Prefeitura. Manual de Sanitização. Atualização do Capítulo.
In:________. Ações Educativas e Preventivas no Controle das Doenças
Contagiosas na Creche. Política de Creches, Ações Educativas e Preven-
tivas de Saúde. São Paulo: Secretaria Municipal de Assistência Social, 2000.
SALUS PAULISTA. Saúde e nutrição em creches e Centros de educação
infantil: módulo 4. 2. ed. São Paulo: Salus Paulista, 2004.
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MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE HIGIENE.pdf

  • 1. 1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS UNESP - CAMPUS DE ASSIS MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE HIGIENE Assis, 2014
  • 2. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca da F.C.L. – Assis – UNESP M294 Manual de boas práticas de higiene / [Lucinéia dos Santos (coord.); Andressa Rodrigues Martins da Quinta...[et al] Assis: Universidade Estadual Paulista “Julio de Mes- quita Filho”. Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Assis), 2015. 17 p. : il. ISBN 978-85-66060-11-9 1. Higiene. 2. Saúde. 3. Crianças – Cuidado e higiene. 4. Alimentos – conservação. I. Santos, Lucinéia dos. II. Quinta, Andressa Rodrigues Martins da. CDD 614
  • 3. 2 Manual de Boas Práticas de Higiene Coordenação Técnica: Lucinéia dos Santos Redação: Andressa Rodrigues Martins da Quinta Camila Motta Bovério Fernanda Midori Kuroiwa Hashimoto Luisa Taynara Silvério da Costa Revisão ortográfica: Lucilene dos Santos Gonzales Design Gráfico: Caio Augusto Silva Financiamento: Projeto de Extensão “Boas Práticas de Higiene e Promoção à Saúde” PROEX: Pró-reitoria de Extensão Universitária da Unesp
  • 4. 3 Este manual de boas práticas de higiene, sob o ponto de vista do âmbito geral, tem como objetivo instruir e ensinar aos leitores o que são microrganismos, como são transmitidos e como evitá-los por meio de boas práticas de higiene.
  • 5. 4 Por isso, hoje, eu, Espuma, irei explicar a vocês o que fazer para evitar o contato indesejado com esses tipos de organismos. Aposto que você já deve ter ouvido ou falado frases como essas: “Lave as mãos depois de ir ao banheiro e antes de comer!” ou “Limpe o seu quarto!” ou “Não jogue lixo no chão!”, dentre várias outras. Pois é, desde crianças somos instruídos a cuidar da limpeza de nosso próprio corpo e do ambiente onde vivemos. Muitas vezes isso parece chato e sem necessidade, e às vezes até acabamos por não dar atenção a atitudes higiênicas em nosso dia-a-dia. O problema é que essas atitudes podem fazer grande diferença na nossa saúde e na das pessoas ao nosso redor. Afinal, por que lavar as mãos depois de ir ao banheiro? Por que passar a vassoura na sala? Por que não jogar lixo no chão? Porque esses atos, quando ignorados, podem ser causa de doenças e aflições devido à presença de microrganismos em locais sujos e mal cuidados, que podem se infiltrar em nosso corpo e causar ou agravar sérios problemas. Primeiramente, vamos separá-los em grupos, pois existem vários tipos de microrganismos: Vírus São os menores microrganismos que existem, responsáveis por doenças comuns, como resfriado, gripe e dor de garganta.
  • 6. 5 Bactérias São organismos unicelulares (possuem uma única célula) muito simples e pequenos. Trilhões de bactérias habitam em nosso organismo e no meio ambiente, e nem todas transmitem doenças. Mas devemos tomar cuidado com as bactérias infecciosas que podem se desenvolver em ambientes propícios e passarem ao nosso corpo. Protozoários Assim como as bactérias, são unicelulares e também podem ser vetores de várias doenças perigosas, como a malária. Fungos Grupo de organismos que contém desde leveduras até cogumelos, são responsáveis por grande parte da decomposição da matéria orgânica. Também podem servir na alimentação, seja como fonte direta de nutrientes ou na fermentação de vários produtos, como o vinho, a cerveja e o molho de soja. No entanto, os fungos também podem causar doenças quando estão em locais favoráveis ao seu crescimento, como alimentos em decomposição, locais úmidos e quentes e, por isso, é sempre bom termos cuidado. O perigo desses microrganismos é que eles são muito pequenos, invisíveis a olho nu e podem viver em vários tipos de ambientes, desde a superfície terrestre até altitudes elevadas, nas profundezas dos mares e dentro de outros organismos, em todas as partes do mundo, sendo resistentes a diferentes temperaturas e ambientes e podendo se propagar com muita rapidez e facilidade, transformando-se assim em fontes de doenças.
  • 7. 6 Mas como evitar o contato com esses microrganismos, quando nem ao menos podemos vê-los? No chão onde pisamos, no ar em que respiramos, no livro que lemos, na comida que tanto nos satisfaz, dentro e fora do nosso próprio corpo existe uma quantidade imensurável de microrganismos vivendo e se reproduzindo. Muitos deles não apresentam riscos à nossa saúde, mas outros podem ser perigosos e causar graves doenças que até podem levar à morte. É aí que entram as boas práticas de higiene e de cuidado com o nosso corpo e o ambiente onde vivemos: esses microrganismos patógenos (causadores de doenças) são atraídos para locais onde possam sobreviver e se reproduzir:  Locais com fonte de energia (comida) e proteção.  Locais sujos, com camadas de gordura, restos de alimentos e poeira que facilitam o desenvolvimento desses seres vivos. É aí que está a importância de cuidarmos de nossa higiene: Se vivermos em locais sujos e mal cuidados, ou se nosso próprio corpo é assim, estamos convidando bactérias, fungos, protozoários e vírus a entrarem em contato com nosso corpo, através de uma mão mal lavada, um ambiente cheio de poeira, um objeto ou local com restos de comida e assim por diante. Portanto, venha comigo. Como um sabão limpinho e cheiroso, vou dar boas dicas de higiene para você manter seu próprio corpo e o ambiente em que vive em um local limpo e sem a presença de agentes causadores de doenças!
  • 8. 7 Cuidados com o manuseio, preparo e armazenamento de alimentos É importante tomar alguns cuidados ao se manusear e conservar os alimentos, evitando-se doenças causadas por contaminação alimentar. As contaminações comuns podem ser de substâncias químicas, microrganismos ou resíduos de objetos e insetos. Para reduzir e impedir os riscos disso acontecer há algumas práticas que devem ser incorporadas à rotina e transformadas em hábito, especialmente antes e durante o preparo de alimentos:  Lavar as mãos adequadamente;  Evitar tossir e espirrar próximo aos alimentos;  Manter animais longe da cozinha;  Lavar os utensílios domésticos adequadamente;  Prender o cabelo se necessário;  Manter as unhas curtas;  Manter o ambiente higienizado. Manter apenas as mãos limpas não basta. É importante que os alimentos sejam lavados corretamente, especialmente frutas, verduras e legumes. Lave todas as frutas, verduras e legumes em água corrente. Dica: Armazene produtos de limpeza longe de alimentos e fora do alcance de crianças Lave os alimentos corretamente
  • 9. 8 Frutas Lave uma por uma, esfregando com uma esponja própria (especialmente as que são ingeridas com a casca). Verduras Lave-as em água corrente, retirando todos os resíduos e deixe por trinta minutos em uma solução desinfetante. Após esse período, lave-as novamente em água corrente. Legumes Lave os legumes em água corrente e esfregue com uma esponja (especialmente se forem consumidos com a casca). Em seguida, deixe em uma solução desinfetante. Entre as soluções desinfetantes que podem ser usadas estão a solução de vinagre e a solução de água sanitária:  Solução de vinagre: Para cada litro de água utilize duas colheres de sopa de vinagre. Os alimentos podem ser deixados nessa solução por trinta minutos. Mas atenção, se contiver larvas, elas não morrerão.  Solução de água sanitária: Para cada litro de água utiliza uma colher de sopa de água sanitária. Deixe os alimentos por quinze minutos. Essa solução elimina bactérias e larvas. Em seguida lave novamente em água corrente. Uma medida essencial para se evitar esse tipo de contaminação e o estrago dos alimentos é observar a sua temperatura de cozimento. Muitos microrganismos não sobrevivem a temperaturas acima de 65o C. Enquanto isso, quando em menos de 7o C, eles não se reproduzem. Evite a contaminação por microrganismos
  • 10. 9 Portanto, o ideal é armazenar a comida cozida na geladeira em refrigeração adequada e fervê-la antes que seja servida. Além de todos os cuidados com a higiene pessoal e dos próprios alimentos, manter o ambiente limpo também é importante. O local de armazenamento dos alimentos deve ser limpo, seco, fresco e sem contato com animais e insetos. Os alimentos devem ser guardados bem fechados. Após cozida, levar a comida ao refrigerador para evitar que estrague. Entretanto, o melhor é consumi- la no menor espaço de tempo possível. Quando na geladeira, mantenha os alimentos bem fechados e não deixe um entrar em contato com outro, especialmente os que ainda não estão cozidos com os que já estão.  Mantenha a cozinha sempre limpa, sem restos alimentares no chão, na pia, na mesa ou no fogão;  Retire sempre o lixo, não deixe acumular, e mantenha os recipientes fechados;  Utilize apenas panos de prato limpos; se estiverem sujos, lave-os;  Higienize a geladeira e o freezer duas vezes por mês. Não deixe restos de comida e bebida caídos. Verifique seu bom funcionamento. Mantenha o ambiente limpo Não se esqueça
  • 11. 10 A higienização é a operação que inclui a limpeza e a desinfecção. A limpeza consiste em retirar a sujeira de um local (pisos, paredes, móveis, equipamentos e outros objetos). Deve ser feita sempre esfregando bem com água e sabão ou detergente, com posterior enxágue e secagem. Comece sempre a limpeza retirando os resíduos (a “sujeira grossa”). Isso pode ser feito, por exemplo, varrendo-se o chão, passando um papel toalha para retirar restos de comida do fogão e da pia, tirando o pó dos armários. Desse modo é possível economizar produto e facilitar o resto da limpeza. Lembre-se que os pisos, paredes, tetos, portas e janelas devem ser de material liso, resistente, impermeável e lavável, sempre em bom estado de higiene e conservação. A desinfecção é o processo de destruição de microrganismos que causam doenças (vírus, bactérias e fungos), mediante a aplicação de agentes físicos e químicos. Os produtos desinfetantes têm a finalidade de diminuir a carga microbiana e devem ser registrados no Ministério da Saúde com indicação para este fim. Na limpeza doméstica estão presentes os produtos químicos, nem sempre utilizados adequadamente. O mau uso e armazenamento incorreto desses produtos podem anular o seu efeito ou ocasionar problemas de saúde, como contaminação alimentar. A mistura deles E para manter toda a casa higienizada? Leia sempre os rótulos dos produtos de limpeza e procure pelo certificado de qualidade
  • 12. 11 também pode ser maléfica, podendo gerar compostos tóxicos, como, por exemplo, a combinação de um multiuso ou limpa-vidros com água sanitária (mistura de cloro e amônia). Para evitar esses problemas, é importante estar atento não só na hora da limpeza, como também na hora de comprar os produtos saneantes. A vigilância sanitária garante que os produtos encontrados no mercado sigam um padrão de qualidade que evite intoxicação domiciliar. Leia os rótulos com as informações de fabricação, certificado de qualidade e o modo de usar. Seguir as instruções na hora de utilizar o produto é importante para evitar os possíveis efeitos maléficos dos agentes químicos. Utilize corretamente os produtos de acordo com a sua finalidade. Veja alguns exemplos de saneantes: Saneante Funções Detergente líquido Limpeza de louças e talheres Detergente em pó e sabão em pó Limpeza de roupas Cera Brilho e proteção de pisos e assoalhos Água sanitária Desinfetante para pisos, azulejos, banheiros e cozinhas Inseticida, repelente Mata ou afasta insetos do ambiente Desinfetante Mata principalmente bactérias Fonte: Anvisa e Idec – Vigilância Sanitária: Guia didático, 2007.
  • 13. 12 Em seguida, utilize os produtos de acordo com as instruções e a sua finalidade, sem misturá-los. Lembre-se de mantê-los fora do alcance de crianças e de animais domésticos, e não armazená-los no mesmo ambiente de alimentos. Por fim, não se esqueça de que a área externa de sua casa deve ser limpa e bem conservada. Não acumule lixo, caixas, garrafas e outros objetos em desuso que favorecem o aparecimento de insetos e roedores. Cuidados de higiene com as crianças Como um bom sabonete não posso me esquecer da saúde das crianças, e dizer que essas são muito frágeis às doenças infectocontagiosas. Isso ocorre porque o sistema de autodefesa do corpo da criança, também chamado de “sistema imunológico”, ainda não está totalmente desenvolvido. Por isso, cuidados redobrados com a higiene das crianças devem ser tomados em casa, e especialmente em escolas e creches. Portanto, vamos conhecer um pouquinho sobre os cuidados de higiene a serem tomados nesses locais. Solução de detergente e limpador multiuso: pode ser usado em azulejos, pisos cerâmicos, granito e mármore. Limpa-vidros, limpador multiuso, álcool: pode ser usado em vidros e janelas. Pano úmido: pode ser usado em tecidos, móveis de madeira e assoalho de madeira.
  • 14. 13 Boas Práticas de Higiene na Creche/Escola Na creche/escola, do momento da escovação dos dentes das crianças à hora das atividades, tudo deve ser planejado pelos educadores para garantir um ambiente limpo e organizado, dessa maneira contribuindo para uma rotina de aprendizado e saúde. Assim, selecionamos hábitos simples, porém importantes, que precisam fazer parte do dia a dia de alunos e profissionais responsáveis por creches e escolas: Os funcionários devem realizar hábitos adequados, como:  Banho diariamente;  Escovar os dentes;  Lavar as mãos ao chegar ao trabalho, antes de preparar os alimentos, de alimentar as crianças e das refeições; após cuidar das crianças, ao tocar em objetos sujos, após o uso do banheiro, limpeza de um local, remover lixos e resíduos, tossir, espirrar e/ou assoar o nariz; ao cuidar de ferimentos;  Conservar as unhas limpas, curtas e preferencialmente sem esmaltes;  Lavar a cabeça frequentemente e pentear bem os cabelos;  Manter os cabelos, de preferência, curtos ou presos;  Usar uniforme ou avental de cor clara e limpo;  Manter a carteira de vacinação atualizada;  Não atuar na instituição quando apresentarem doenças infectocontagiosas, devendo permanecer afastados do trabalho durante o período de transmissibilidade. Saúde e Higiene dos Funcionários
  • 15. 14  Manter as mãos das crianças limpas;  Cada criança deve ter a sua toalha e seus produtos de higiene (sabonete, principalmente), contendo identificação nominal, para evitar a transmissão de doenças;  Os cabelos das crianças sejam lavados regularmente e, para penteá-los, o ideal é que cada uma tenha o seu próprio pente;  A roupa suja seja colocada em sacos plásticos e devolvida para casa;  O corte das unhas das crianças pode ser orientado para que as mães/responsáveis o façam em casa;  A rotina de higiene bucal é muito importante;  É fundamental higienizar os dentes depois das refeições e antes de dormir para remover e evitar a nova formação da placa de bactérias que provoca a cárie;  A escova deve ser trocada assim que for verificado o desgaste das cerdas, comprometendo a qualidade da escovação;  É importante que haja um registro diário das condições de saúde das crianças. Dicas para Troca de Fraldas  Todo material necessário para a troca deve estar à mão para que não se deixe a criança sozinha na bancada;  Lave a pele com água e sabão;  Enxágue e seque bem para evitar assaduras;  Coloque a fralda limpa;  Evite que a criança manipule a fralda suja ou a pele com fezes. Saúde e Higiene das Crianças
  • 16. 15 Até mais amigo! Espero que tenha gostado de saber um pouco mais sobre os hábitos de higiene que irão garantir a saúde de todos. A saúde  O descarte da fralda suja em saco plástico fechado, acondicionado em recipiente para lixo, com tampa acionada por pedal, exclusivo para este fim;  O lixo com as fraldas descartáveis deve ser retirado antes que fique cheio, para evitar o mau cheiro e para que possa ser fechado e transportado com facilidade e segurança para a área externa de lixo;  Acondicione o lixo em sacos plásticos resistentes;  Conserve os sacos de lixo em lixeiras de plástico ou de metal, que facilitam a limpeza;  A lixeira deve ter tampa acionada por pedal (para impedir o contato manual), permanecendo sempre fechada. ANVISA E IDEC. Vigilância Sanitária: guia didático. 2007. BOGUS, C.M. et al. Cuidados oferecidos pelas creches: percepções de mães e educadoras. Rev. Nutr., v. 20, n.5, p. 499-514, set./out., 2007. BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Vigilância sanitária: alimentos, medicamentos, produtos e serviços de interesse à saúde: guia didático. Brasília, 2007. 97 p. Acondicionamento e Destino do Lixo Referências
  • 17. 16 BRASIL. Ministério da Saúde. AIDPI Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância: curso de capacitação: tratar a criança: módulo 4. 2.ed. rev. Brasília, 2003. (Série F. Comunicação e Educação em Saúde). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de aconselhamento em hepatites virais. Brasília, Ministério da Saúde, 2005. 52 p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos) CARTILHA do manipulador de alimentos. 2. ed. Rio de Janeiro: Senac Nacional, 2000. (Qualidade e Segurança Alimentar) Programa Alimentos Seguros - Mesa. Convênio PAS Integrado.CNC/CNI/SENAI/SESI/SEBRAE/SESC/SENAC/ANVISA. CUIDADOS na lavagem dos alimentos. Disponível em: http://www.unimedvsf.com.br/secao_clientes/dica.php?id=95>. Acesso em: 20 out. 2013. DALFITO, Daiana. Limpeza eficiente e sem risco: especialistas dão dicas de como "faxinar". Disponível em: http://mulher.uol.com.br/casa-e- decoracao/noticias/redacao/2011/07/14/limpeza-eficiente-e-sem-risco- especialistas-dao-dicas-de-como-faxinar.htm. Acesso em: 19 out. 2013. NESTI, M.M.M.; GOLDBAUL, M. As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis. J Pediatr., v. 83, n.4, p. 289-312, 2007. SÃO PAULO (SP). Prefeitura. Manual de Sanitização. Atualização do Capítulo. In:________. Ações Educativas e Preventivas no Controle das Doenças Contagiosas na Creche. Política de Creches, Ações Educativas e Preven- tivas de Saúde. São Paulo: Secretaria Municipal de Assistência Social, 2000. SALUS PAULISTA. Saúde e nutrição em creches e Centros de educação infantil: módulo 4. 2. ed. São Paulo: Salus Paulista, 2004.