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Sucessão é importante ?
O plano de
sucessão é um
processo em
gestão de
pessoas que
visa identificar e
desenvolver
potenciais
talentos.
HOJE 85% tem mais de 45 anos
O QUE É SER LIDER?
Capacidade de conduzir um
grupo de pessoas, constituindo
uma equipe que gera
resultados, a liderança é a
habilidade de motivar e
influenciar pessoas, de forma
ética e positiva, de tal forma
que elas contribuam
voluntariamente e com
entusiasmo para alcançar os
objetivos da equipe e da
organização.
O QUE É LIDERANÇA
Liderança consiste no manejo de pessoas e suas
motivações em prol dos objetivos de uma
organização. Envolver saber como inspirá-las e
influenciar suas ações, decisões e comportamentos
direcionando seus esforços a fim de alcançar os
resultados desejados.
Qualquer um
pode ser
lider?
Muitos acham que líder é apenas quem está
comandando, mas pelo contrário, qualquer pessoa
pode ser um líder. Alguém que demonstra liderança
demonstra liderança é aquele que serve de
inspiração a outros, que motiva e se destaca no meio
de muitos.
Qual é o papel do
líder em uma
organização?
O líder tem um papel fundamental
para o crescimento da organização,
mas sua primeira qualidade precisa
ser a compatibilidade com a cultura
organizacional, para que ele exerça
a função com maestria e seja um
bom influenciador de todos os
membros de sua equipe.
Segundo o Sebrae Cultura: É o
resultado de como as pessoas
interagem entre si em um ambiente
e como esse ambiente evolui
baseado nessas interações.
Cultura Macro e Micro - Espíirta
A macrocultura é o que identifica o espírita
em qualquer região do planeta pelos
princípios e valores doutrinários,
apresentados por Allan Kardec.
A microcultura refere-se às peculiaridades
locais e de época, especificamente na cultura
das organizações espíritas. Assim, ainda que
exista uma identidade única do espírita, há
particularidades típicas das culturais locais.
Isso, entretanto, não altera (ou deveria
alterar) a unidade doutrinária, portanto só há
um Espiritismo (e diferentes graus de
maturidade doutrinária)
Lider Espírita e Coerência Doutrinária
• Coerência é um relevante conceito lógico que
implica nexo e uniformidade de um conjunto
de ideias, expressando compatibilidade entre
elementos de um sistema, constituindo um
todo integrado (JAPIASSÚ; MARCONDES,
2008).
• Coerência doutrinária é, assim, a
concordância e demonstração argumentativa
uniforme e prática dos fundamentos de
determinada doutrina.
• Coerência doutrinária espírita é, portanto, o
pleno alinhamento argumentativo e de
práticas com os princípios e valores espíritas
apresentados nas obras de Allan Kardec.
Liderando Voluntários
O voluntário não é remunerado e não têm um interesse
individual em seu trabalho. Voluntários tem valores, e
quando estes valores aderem ao propósito do trabalho
que se engajam entregam seus melhores resultados.
Desta forma, liderar voluntários exige do gestor a
capacidade de ENCANTAR, CONTRIBUIR E PERPETUAR
Encantar o voluntário precisa sempre acreditar que o
que ele está fazendo é maior e mais importante que ele
mesmo
Contribuir nos leva a relação entre os valores do
voluntário e o propósito do trabalho.
Perpetuar remete a perenidade do trabalho. Não
raramente voluntários se engajam durante certos
períodos das suas vidas.
Quais são as principais
atribuições do líder
competente?
• Saber lidar com as pessoas
• Reter os talentos do seu time
• Garantir a produtividade
• Manter um bom clima
organizacional
• Definir metas ambiciosas para
o futuro
Atividade 1 - 10 Min discussão
Vamos escolher 5 voluntários
Na sua visão selecione 2 atribuições mais importantes e por que do líder
competente, listadas anteriormente;
Saber lidar com as pessoas
Reter os talentos do seu
time
Garantir a produtividade
Manter um bom clima
organizacional
Definir metas ambiciosas
para o futuro
O livro os 5 disfunções das
Equipes, de Patrick
Lancioni, retrata de forma
leve e interessante os
principais armadilhas
encontradas em times e
empresas.
Disfunção 1 : Falta de confiança
Confiança é a certeza ,entre seus membros
da equipe, de que todos tem boas intenções
e de que não há motivos para ficar na
defensiva ou ter reservas em relação ao
grupo
A confiança é a base de um verdadeiro
trabalho de equipe. Sem ela, não há
entendimento e nem cumplicidade, logo,
inviabilizando o trabalho. Nesse cenário,
prevalece a falta de debates e troca de ideias
e experiências.
Características de equipes com falta de confiança
• Escondem suas fraquezas e seus erros uns dos
outros.
• Hesitam em pedir ajuda ou dar feedbacks.
• Hesitam em oferecer ajuda a pessoas que atuam
fora de suas áreas de responsabilidade.
• Tiram conclusões precipitadas sobre as intenções
e aptidões dos outros.
• Não reconhecem nem exploram as experiências
e habilidades uns dos outros
• Perdem tempo e energia controlando o próprio
comportamento, para causar boa impressão.
• Guardam mágoas.
Papel do Lider
Mais importante para o Lider é
estimular a construção da
confiança, para conseguir precisa
ser o primeiro a se abrir a
mostrar as suas vulnerabilidades.
Isso exige coragem, pois estas
demostrações devem ser
verdadeiras e jamais ensaiadas.
Atividade 2 tempo
15 min
Cada pessoa escreve num papel 3
frases, onde 2 devem ser verdades
sobre ela e 1 deve ser uma mentira;
Após isso cada uma lê as 3 frases, e as
outras pessoas tentam adivinhar qual é
a mentira.
Nesta situação não contamos quem
acertou mais, o intuito era apenas se
divertir um pouco 😉
Disfunção 2 : Medo do conflito
“Relacionamentos duradouros
dependem de conflitos produtivos
para evoluir. Isso vale para
amizades em geral, casamentos,
paternidade e negócios. Mas um
bom conflito não significa ganhar
um debate, e sim ouvir
atentamente as ideias da outra
pessoa e considerar o ponto de
vista dela.”
“Medo do conflito construtivo está
intimamente ligado à falta de
confiança. O que ocorre, de fato, é
que a maioria das pessoas evita o
conflito em nome da harmonia do
grupo. Mas o que colhem com
isso é tensão.”
Características de equipes que fogem dos conflitos
• Têm reuniões chatas e cansativas.
• Criam ambientes onde prevalece a política de ataques
pessoais.
• Ignoram assuntos controversos mas que são relevantes para
o sucesso do time.
• Não exploram todas as opiniões e perspectivas dos
integrantes da equipe.
Papel do Lider
• Lider precisa compreender que pode deixar os membros da
equipe discutirem quando estas discussões (conflitos) são
saudáveis.
• Deve deixar que o desfecho ocorra de forma natural
• Grande desafio que o líder seja uma referencia de
comportamento adequado quando um conflito saudável
• Quando as discussões que são necessárias e produtivas são
evitadas o líder causa a disfunção
Disfunção 3: Falta de
comprometimento
“O compromisso ampara-se
nas duas disfunções
anteriores. Ou seja, você
precisa de confiança para
produzir conflitos
produtivos. E os conflitos
produtivos abrem
possibilidades para que as
pessoas se comprometam
com clareza e aceitação.”
Resultado: incapacidade de
assimilar o que ficou decidido
Disfunção 3: Características de
equipes que não se comprometem
• Criam ambiguidade entre seus integrantes.
• Perdem oportunidades por causa de análises excessivas e demora
desnecessária.
• Estimulam a falta de confiança e o medo de errar.
• Revisitam discussões e decisões inúmeras vezes.
• Estimulam questionamentos entre seus integrantes.
Papel do Lider
Comprometimento é o resultado de duas coisas: Clareza e Adesão.
Devemos buscar o CONSENTIMENTO e não CONSENSO, isso só é
possivel se todas as opiniões forem ouvidas e pesadas.
Clareza traz a capacidade da equipe entender o o plano de ação
Lider tem que se sentir à vontade diante a pespectiva de tomar
uma decisão que posso ser errada ao longo do tempo, revendo-a.
Lider precisa aderir as decisões do grupo
Não pode “supervalorizar” a Certeza e Consenso
Disfunção 4:
Evitar
responsabilizar
os outros
“Quando alcançamos clareza e
aceitação, é então que devemos nos
responsabilizar pelo que fazemos, por
altos padrões de desempenho e
comportamento. E, por mais simples
que pareça, a maioria dos lideres odeia
fazê-lo, principalmente, quando se
trata do comportamento de um
colega”.
Uma vez decidido o objetivo coletivo,
as pessoas devem responsabilizar uns
aos outros para que não haja desvios.
Ter medo de assumir essa postura
mostra o quanto uma equipe está
desestruturada.
Disfunção 4 :
Evita
responsabilizar
uns aos outros
Cria ressentimento entre os
integrantes que possuem diferentes
padrões de desempenho
Estumila a mediucridade
Perde prazos
Coloca sobre o ombro do lider o fardo
injusto de ser a única fonte de
disciplina
Papel do
Lider
Estimular e permitir que a equipe discuta
e responsabilize uns aos outros tendo a
certeza que este é o principal mecanismo
para um chamar a atenção dos outros
Deve criar a cultura de um responsabilizar
o outro, deixando que cada um seja a
propria fonte de diciplina.
Lider se torna arbitro decisivo em alguma
situações e isso deve acontecer pouco
Disfunção 5:
falta de
atenção aos
resultados
Quando os integrantes de uma
equipe evitam responsabilizar os
outros, a tendência é priorizar o
reconhecimento individual,
reduzindo o foco no sucesso
coletivo. Nesse caso, os prejuízos
aparecem, é claro, nos
resultados da equipe.
Questões com o ego,
visibilidade ou reconhecimento
podem motivar uma atitude
individualista, quando somada
às outras disfunções apontadas.
Logo, todos devem adotar um
conjunto de objetivos comuns e
usá-los para tomar decisões
coletivas todos os dias.
Disfunção
5: falta de
atenção
aos
resultados
• Características de equipes que
evitam responsabilizar os outros
• Ficam estagnadas e não crescem.
• Não conseguem acompanhar e/ou
vencer os concorrentes.
• Perdem os funcionários focados em
realizações.
• Incentivam os membros da equipe a
se concentrarem em suas próprias
carreiras e objetivos individuais.
Apesar de parecer algo simples, o sucesso da equipe depende de um alto grau de
disciplina e persistência, o que poucos times são capazes de reunir.
LM> Segunda parte — Das
manifestações espíritas > Capítulo XXIX
— Das reuniões e das sociedades
espíritas
Uma sociedade, onde aqueles sentimentos se
achassem partilhados por todos, onde os seus
componentes se reunissem com o propósito de
se instruírem pelos ensinos dos Espíritos e não
na expectativa de presenciarem coisas mais ou
menos interessantes, ou para fazer cada um
que a sua opinião prevaleça, seria não só viável,
mas também indissolúvel.
Lider-Liderança- Espírita

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  • 1.
  • 2. Sucessão é importante ? O plano de sucessão é um processo em gestão de pessoas que visa identificar e desenvolver potenciais talentos. HOJE 85% tem mais de 45 anos
  • 3. O QUE É SER LIDER? Capacidade de conduzir um grupo de pessoas, constituindo uma equipe que gera resultados, a liderança é a habilidade de motivar e influenciar pessoas, de forma ética e positiva, de tal forma que elas contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançar os objetivos da equipe e da organização.
  • 4. O QUE É LIDERANÇA Liderança consiste no manejo de pessoas e suas motivações em prol dos objetivos de uma organização. Envolver saber como inspirá-las e influenciar suas ações, decisões e comportamentos direcionando seus esforços a fim de alcançar os resultados desejados.
  • 5. Qualquer um pode ser lider? Muitos acham que líder é apenas quem está comandando, mas pelo contrário, qualquer pessoa pode ser um líder. Alguém que demonstra liderança demonstra liderança é aquele que serve de inspiração a outros, que motiva e se destaca no meio de muitos.
  • 6. Qual é o papel do líder em uma organização? O líder tem um papel fundamental para o crescimento da organização, mas sua primeira qualidade precisa ser a compatibilidade com a cultura organizacional, para que ele exerça a função com maestria e seja um bom influenciador de todos os membros de sua equipe. Segundo o Sebrae Cultura: É o resultado de como as pessoas interagem entre si em um ambiente e como esse ambiente evolui baseado nessas interações.
  • 7. Cultura Macro e Micro - Espíirta A macrocultura é o que identifica o espírita em qualquer região do planeta pelos princípios e valores doutrinários, apresentados por Allan Kardec. A microcultura refere-se às peculiaridades locais e de época, especificamente na cultura das organizações espíritas. Assim, ainda que exista uma identidade única do espírita, há particularidades típicas das culturais locais. Isso, entretanto, não altera (ou deveria alterar) a unidade doutrinária, portanto só há um Espiritismo (e diferentes graus de maturidade doutrinária)
  • 8. Lider Espírita e Coerência Doutrinária • Coerência é um relevante conceito lógico que implica nexo e uniformidade de um conjunto de ideias, expressando compatibilidade entre elementos de um sistema, constituindo um todo integrado (JAPIASSÚ; MARCONDES, 2008). • Coerência doutrinária é, assim, a concordância e demonstração argumentativa uniforme e prática dos fundamentos de determinada doutrina. • Coerência doutrinária espírita é, portanto, o pleno alinhamento argumentativo e de práticas com os princípios e valores espíritas apresentados nas obras de Allan Kardec.
  • 9. Liderando Voluntários O voluntário não é remunerado e não têm um interesse individual em seu trabalho. Voluntários tem valores, e quando estes valores aderem ao propósito do trabalho que se engajam entregam seus melhores resultados. Desta forma, liderar voluntários exige do gestor a capacidade de ENCANTAR, CONTRIBUIR E PERPETUAR Encantar o voluntário precisa sempre acreditar que o que ele está fazendo é maior e mais importante que ele mesmo Contribuir nos leva a relação entre os valores do voluntário e o propósito do trabalho. Perpetuar remete a perenidade do trabalho. Não raramente voluntários se engajam durante certos períodos das suas vidas.
  • 10. Quais são as principais atribuições do líder competente? • Saber lidar com as pessoas • Reter os talentos do seu time • Garantir a produtividade • Manter um bom clima organizacional • Definir metas ambiciosas para o futuro
  • 11. Atividade 1 - 10 Min discussão Vamos escolher 5 voluntários Na sua visão selecione 2 atribuições mais importantes e por que do líder competente, listadas anteriormente; Saber lidar com as pessoas Reter os talentos do seu time Garantir a produtividade Manter um bom clima organizacional Definir metas ambiciosas para o futuro
  • 12. O livro os 5 disfunções das Equipes, de Patrick Lancioni, retrata de forma leve e interessante os principais armadilhas encontradas em times e empresas.
  • 13. Disfunção 1 : Falta de confiança Confiança é a certeza ,entre seus membros da equipe, de que todos tem boas intenções e de que não há motivos para ficar na defensiva ou ter reservas em relação ao grupo A confiança é a base de um verdadeiro trabalho de equipe. Sem ela, não há entendimento e nem cumplicidade, logo, inviabilizando o trabalho. Nesse cenário, prevalece a falta de debates e troca de ideias e experiências.
  • 14. Características de equipes com falta de confiança • Escondem suas fraquezas e seus erros uns dos outros. • Hesitam em pedir ajuda ou dar feedbacks. • Hesitam em oferecer ajuda a pessoas que atuam fora de suas áreas de responsabilidade. • Tiram conclusões precipitadas sobre as intenções e aptidões dos outros. • Não reconhecem nem exploram as experiências e habilidades uns dos outros • Perdem tempo e energia controlando o próprio comportamento, para causar boa impressão. • Guardam mágoas.
  • 15. Papel do Lider Mais importante para o Lider é estimular a construção da confiança, para conseguir precisa ser o primeiro a se abrir a mostrar as suas vulnerabilidades. Isso exige coragem, pois estas demostrações devem ser verdadeiras e jamais ensaiadas.
  • 16.
  • 17. Atividade 2 tempo 15 min Cada pessoa escreve num papel 3 frases, onde 2 devem ser verdades sobre ela e 1 deve ser uma mentira; Após isso cada uma lê as 3 frases, e as outras pessoas tentam adivinhar qual é a mentira. Nesta situação não contamos quem acertou mais, o intuito era apenas se divertir um pouco 😉
  • 18.
  • 19. Disfunção 2 : Medo do conflito “Relacionamentos duradouros dependem de conflitos produtivos para evoluir. Isso vale para amizades em geral, casamentos, paternidade e negócios. Mas um bom conflito não significa ganhar um debate, e sim ouvir atentamente as ideias da outra pessoa e considerar o ponto de vista dela.” “Medo do conflito construtivo está intimamente ligado à falta de confiança. O que ocorre, de fato, é que a maioria das pessoas evita o conflito em nome da harmonia do grupo. Mas o que colhem com isso é tensão.”
  • 20. Características de equipes que fogem dos conflitos • Têm reuniões chatas e cansativas. • Criam ambientes onde prevalece a política de ataques pessoais. • Ignoram assuntos controversos mas que são relevantes para o sucesso do time. • Não exploram todas as opiniões e perspectivas dos integrantes da equipe.
  • 21. Papel do Lider • Lider precisa compreender que pode deixar os membros da equipe discutirem quando estas discussões (conflitos) são saudáveis. • Deve deixar que o desfecho ocorra de forma natural • Grande desafio que o líder seja uma referencia de comportamento adequado quando um conflito saudável • Quando as discussões que são necessárias e produtivas são evitadas o líder causa a disfunção
  • 22.
  • 23. Disfunção 3: Falta de comprometimento “O compromisso ampara-se nas duas disfunções anteriores. Ou seja, você precisa de confiança para produzir conflitos produtivos. E os conflitos produtivos abrem possibilidades para que as pessoas se comprometam com clareza e aceitação.” Resultado: incapacidade de assimilar o que ficou decidido
  • 24. Disfunção 3: Características de equipes que não se comprometem • Criam ambiguidade entre seus integrantes. • Perdem oportunidades por causa de análises excessivas e demora desnecessária. • Estimulam a falta de confiança e o medo de errar. • Revisitam discussões e decisões inúmeras vezes. • Estimulam questionamentos entre seus integrantes.
  • 25. Papel do Lider Comprometimento é o resultado de duas coisas: Clareza e Adesão. Devemos buscar o CONSENTIMENTO e não CONSENSO, isso só é possivel se todas as opiniões forem ouvidas e pesadas. Clareza traz a capacidade da equipe entender o o plano de ação Lider tem que se sentir à vontade diante a pespectiva de tomar uma decisão que posso ser errada ao longo do tempo, revendo-a. Lider precisa aderir as decisões do grupo Não pode “supervalorizar” a Certeza e Consenso
  • 26.
  • 27. Disfunção 4: Evitar responsabilizar os outros “Quando alcançamos clareza e aceitação, é então que devemos nos responsabilizar pelo que fazemos, por altos padrões de desempenho e comportamento. E, por mais simples que pareça, a maioria dos lideres odeia fazê-lo, principalmente, quando se trata do comportamento de um colega”. Uma vez decidido o objetivo coletivo, as pessoas devem responsabilizar uns aos outros para que não haja desvios. Ter medo de assumir essa postura mostra o quanto uma equipe está desestruturada.
  • 28. Disfunção 4 : Evita responsabilizar uns aos outros Cria ressentimento entre os integrantes que possuem diferentes padrões de desempenho Estumila a mediucridade Perde prazos Coloca sobre o ombro do lider o fardo injusto de ser a única fonte de disciplina
  • 29. Papel do Lider Estimular e permitir que a equipe discuta e responsabilize uns aos outros tendo a certeza que este é o principal mecanismo para um chamar a atenção dos outros Deve criar a cultura de um responsabilizar o outro, deixando que cada um seja a propria fonte de diciplina. Lider se torna arbitro decisivo em alguma situações e isso deve acontecer pouco
  • 30.
  • 31. Disfunção 5: falta de atenção aos resultados Quando os integrantes de uma equipe evitam responsabilizar os outros, a tendência é priorizar o reconhecimento individual, reduzindo o foco no sucesso coletivo. Nesse caso, os prejuízos aparecem, é claro, nos resultados da equipe. Questões com o ego, visibilidade ou reconhecimento podem motivar uma atitude individualista, quando somada às outras disfunções apontadas. Logo, todos devem adotar um conjunto de objetivos comuns e usá-los para tomar decisões coletivas todos os dias.
  • 32. Disfunção 5: falta de atenção aos resultados • Características de equipes que evitam responsabilizar os outros • Ficam estagnadas e não crescem. • Não conseguem acompanhar e/ou vencer os concorrentes. • Perdem os funcionários focados em realizações. • Incentivam os membros da equipe a se concentrarem em suas próprias carreiras e objetivos individuais.
  • 33. Apesar de parecer algo simples, o sucesso da equipe depende de um alto grau de disciplina e persistência, o que poucos times são capazes de reunir.
  • 34. LM> Segunda parte — Das manifestações espíritas > Capítulo XXIX — Das reuniões e das sociedades espíritas Uma sociedade, onde aqueles sentimentos se achassem partilhados por todos, onde os seus componentes se reunissem com o propósito de se instruírem pelos ensinos dos Espíritos e não na expectativa de presenciarem coisas mais ou menos interessantes, ou para fazer cada um que a sua opinião prevaleça, seria não só viável, mas também indissolúvel.