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Renovados na Graça
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Lição 9
30 de agosto de 2026
Coragem para testemunhar:
Paulo diante da multidão
Lições Bíblicas Dominical Adultos
3° Trimestre 2026 CPAD
Título da Revista Dominical:
A Igreja dos Gentios — Da chamada
missionária à consolidação do Evangelho
entre os povos
Comentarista: Wagner Gaby
Classe: Adultos
Slides: Celso Napoleon
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TEXTO ÁUREO
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“Porque hás de ser sua testemunha
para com todos os homens do que
tens visto e ouvido.” (At 22.15).
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VERDADE PRÁTICA
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Todo aquele que teve um encontro real
com Cristo é chamado a testemunhar
dEle com fidelidade, mesmo em meio à
oposição e ao sofrimento.
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LEITURA DIÁRIA
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Segunda — At 22.14,15 Deus chama seus servos para serem
testemunhas fiéis
Terça — At 26.16-18 O testemunho cristão nasce do encontro pessoal
com Cristo
Quarta — At 4.19,20 Não é possível silenciar quem foi alcançado pelo
Evangelho
Quinta — Fp 1.12-14 Deus transforma prisões e adversidades em
oportunidades
Sexta — 2Tm 1.8-12 O testemunho fiel é sustentado pelo poder de
Deus
Sábado — Mt 10.32,33 Confessar Cristo diante dos homens e a
fidelidade cristã
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LEITURA BÍBLICA
EM CLASSE
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 21.27,28,30,31,33,39,40; 22.1-7.
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Atos 21
27 — Quando os sete dias estavam quase a terminar, os judeus
da Ásia, vendo-o no templo, alvoroçaram todo o povo e
lançaram mão dele,
28 — clamando: Varões israelitas, acudi! Este é o homem que
por todas as partes ensina a todos, contra o povo, e contra a lei,
e contra este lugar [...].
30 — E alvoroçou-se toda a cidade, e houve grande concurso
de povo; e, pegando de Paulo, o arrastaram para fora do templo,
e logo as portas se fecharam.
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31 — E, procurando eles matá-lo, chegou ao tribuno da coorte
o aviso de que Jerusalém estava toda em confusão.
33 — Então, aproximando-se o tribuno, o prendeu, e o
mandou atar com duas cadeias, e lhe perguntou quem era e o
que tinha feito.
39 — Mas Paulo lhe disse: Na verdade, eu sou um homem
judeu, cidadão de Tarso, cidade não pouco célebre na Cilícia;
rogo-te, porém, que me permitas falar ao povo.
40 — E, havendo-lho permitido, Paulo, pondo-se em pé nas
escadas, fez sinal com a mão ao povo; e, feito grande silêncio,
falou-lhes em língua hebraica, dizendo:
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Atos 22
1 — Varões irmãos e pais, ouvi agora a minha defesa perante
vós.
2 — (E, quando ouviram falar-lhes em língua hebraica, maior
silêncio guardaram.) E disse:
3 — Quanto a mim, sou varão judeu, nascido em Tarso da
Cilícia, mas criado nesta cidade aos pés de Gamaliel, instruído
conforme a verdade da lei de nossos pais, zeloso para com
Deus, como todos vós hoje sois.
4 — Ora, persegui este Caminho até à morte, prendendo e
metendo em prisões, tanto homens como mulheres,
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5 — como também o sumo sacerdote me é testemunha, e todo
o conselho dos anciãos; e, recebendo destes cartas para os
irmãos, fui a Damasco, para trazer manietados para Jerusalém
aqueles que ali estivessem, a fim de que fossem castigados.
6 — Ora, aconteceu que, indo eu já de caminho e chegando
perto de Damasco, quase ao meio-dia, de repente me rodeou
uma grande luz do céu.
7 — E caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: Saulo, Saulo,
por que me persegues?
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INTRODUÇÃO
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Ao retornar a Jerusalém após a terceira viagem missionária,
Paulo presta relatório aos líderes da igreja e glorifica a Deus
pelo avanço do Evangelho entre judeus e gentios (At 21.19,20).
Contudo, rumores maliciosos levantam suspeitas contra seu
ministério, levando-o a agir com prudência e sensibilidade
pastoral. Em Jerusalém, o apóstolo enfrenta agressões, prisão e
falsas acusações, mas transforma a adversidade em
oportunidade de testemunho, revelando que a fidelidade a
Cristo pode conduzir ao sofrimento, sem jamais silenciar a
verdade do Evangelho.
INTRODUÇÃO
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PALAVRA-CHAVE:
Coragem
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I. A PRISÃO DE PAULO EM
JERUSALÉM
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1. A conspiração dos judeus e a falsa acusação de profanação
do templo (At 21.27-30). Ao ser visto no templo, Paulo foi
violentamente atacado por judeus da Ásia, movidos por ciúme e
ódio (v.27). Eles levantaram acusações falsas, afirmando que o
apóstolo ensinava contra o povo, a Lei e o templo, chegando a
acusá-lo de ter introduzido Trófimo, um gentio, em área sagrada —
algo que nunca ocorreu (vv.28,29). A acusação era irônica, pois
Paulo estava justamente em rito de purificação. A verdade pouco
importava à multidão inflamada, que o arrastou para fora do
templo e tentou matá-lo (v.30). A fidelidade de Paulo mostra que o
servo de Deus pode ser caluniado, mas permanece firme por
confiar naquele em quem crê (2Tm 1.12).
I. A PRISÃO DE PAULO EM JERUSALÉM
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2. A divisão do templo em Jerusalém. O segundo
templo possuía átrios bem definidos: o átrio dos gentios,
aberto a todos (Mt 21.12,13); o átrio das mulheres (Lc
21.1-4); o átrio de Israel, exclusivo aos homens judeus; e
o átrio dos sacerdotes. Uma barreira separava os gentios
das áreas internas, com avisos severos de morte aos que a
transgredissem. Essa estrutura explica a gravidade da
acusação contra Paulo (At 21.28) e revela o quanto a
pureza do templo despertava emoções intensas entre os
judeus.
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3. A intervenção das autoridades romanas (At 21.31-36).
Diante do tumulto, o tribuno romano Cláudio Lísias mobilizou
soldados da fortaleza Antônia e interveio prontamente. Paulo
foi preso e acorrentado a dois soldados, cumprindo a profecia
de Ágabo (At 21.11). A multidão clamava por sua morte,
repetindo o mesmo ódio dirigido a Jesus (Lc 23.18; Jo 19.15).
Contudo, Deus preservou a vida do apóstolo por meio da
autoridade civil, mostrando que a soberania divina atua mesmo
em contextos hostis. A fidelidade a Cristo não isenta do
sofrimento, mas assegura que Deus continua no governo. Preso,
Paulo agora terá novas oportunidades de testemunhar, abrindo
caminho para sua defesa pública diante do povo.
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SINOPSE I
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O apóstolo Paulo é preso injustamente
por causa de uma conspiração, mas Deus
conduz a situação.
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II. A OPORTUNIDADE PARA
TESTEMUNHAR
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1. Paulo pede licença para falar ao povo (At 21.37-40). Mesmo
algemado e cercado por hostilidade, Paulo demonstra equilíbrio
espiritual e lucidez missionária. Em vez de se entregar ao desespero,
pede licença ao tribuno para falar ao povo, transformando a prisão
em oportunidade de testemunho. Ao dirigir-se ao comandante em
grego — língua franca do mundo antigo — surpreende-o,
desfazendo a falsa imagem de um agitador ignorante (At 21.37).
Sua postura revela que um servo cheio do Espírito não perde a
compostura diante da injustiça, mas discerne o tempo de Deus. A
serenidade de Paulo abre espaço para a proclamação do Evangelho,
ensinando que até situações adversas podem ser usadas por Deus
para sua glória.
II. A OPORTUNIDADE PARA TESTEMUNHAR
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2. O uso da língua hebraica para ganhar atenção (At
22.1,2). Ao iniciar sua defesa, Paulo fala em hebraico — mais
especificamente o aramaico, língua profundamente valorizada
pelos judeus da Palestina. Esse gesto estabelece imediata
conexão cultural e identidade com os ouvintes, levando a
multidão a guardar maior silêncio (At 22.2). Assim como
Estêvão (At 7.2), Paulo se dirige a eles como “irmãos e pais”,
demonstrando respeito e pertencimento. A escolha do idioma
não é casual, mas estratégica: revela sensibilidade cultural e
sabedoria missionária. O cristão aprende que a verdade do
Evangelho deve ser comunicada com clareza e discernimento,
respeitando o contexto e a linguagem do público (1Co 9.20-22).
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3. Coragem para testemunhar em meio à hostilidade (At
22.3-5). Diante da multidão enfurecida, Paulo narra com
coragem sua história: formação judaica, zelo religioso e
perseguição à Igreja. Ele não suaviza o passado nem esconde o
chamado recebido, mesmo sabendo que mencionar sua missão
entre os gentios provocaria nova reação violenta (At 22.21,22).
Sua fidelidade ao testemunho o leva a enfrentar risco pessoal,
mas também a recorrer legitimamente à sua cidadania romana,
evitando açoites injustos (At 22.25-29). Paulo ensina que cada
crise pode se tornar ocasião para glorificar a Cristo. O Espírito
Santo concede ousadia para testemunhar, mesmo em ambientes
hostis, preparando o caminho para novas oportunidades de
defesa do Evangelho diante das autoridades. 21
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SINOPSE II
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Preso, Paulo transforma defesa em
oportunidade de testemunho.
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III. O PODER DO
TESTEMUNHO PESSOAL
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1. A vida de Paulo antes da conversão (At 22.3-5). Paulo inicia
seu testemunho lembrando quem era antes de encontrar Cristo.
Judeu zeloso, formado em Jerusalém aos pés de Gamaliel, um dos
mestres mais respeitados do judaísmo (At 5.34), ele fora instruído
rigorosamente na Lei de seus pais. Diante dos judeus, apresenta-se
como alguém irrepreensível quanto ao zelo religioso (Fp 3.4-6),
embora esse zelo estivesse equivocado por carecer de verdadeiro
conhecimento espiritual (Rm 10.2). Seu passado inclui a
perseguição violenta à Igreja, a quem combatia “até à morte” (At
9.2). Ao recordar essa fase, Paulo demonstra que a religiosidade
sem Cristo pode produzir dureza, perseguição e cegueira espiritual.
III. O PODER DO TESTEMUNHO PESSOAL
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2. O encontro com Cristo no caminho de Damasco
(At 22.6-11). A narrativa avança para o ponto decisivo de
sua vida: o encontro pessoal com o Cristo ressurreto. Ao
meio-dia, uma luz vinda do céu o envolve, lança-o por
terra e revela Jesus como o Senhor (At 9.3-6; 26.13-15).
A experiência transforma radicalmente sua trajetória.
Paulo deixa claro que sua conversão não foi fruto de
persuasão humana, mas da intervenção soberana de
Deus. O testemunho confirma que a verdadeira força da
Igreja nasce do encontro real com Cristo, que ilumina,
confronta e redireciona vidas. 25
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3. Sua missão como servo e testemunha de Cristo (At 22.12-
29). A conversão de Paulo veio acompanhada de chamado e
missão. Por meio de Ananias — homem piedoso e respeitado
entre os judeus (At 9.10-17) — Paulo recebe confirmação divina
para ser testemunha de Cristo, especialmente entre os gentios (At
9.15). Ao mencionar sua missão, a oposição se intensifica, mas o
apóstolo não recua. Seu testemunho mostra que quem foi
alcançado pela graça não pode silenciar. Assim, aprendemos que
Deus transforma o passado em instrumento de testemunho e usa
vidas rendidas para anunciar sua salvação, mesmo diante da
rejeição. O testemunho pessoal continua sendo uma das mais
poderosas ferramentas do Evangelho para glorificar a Cristo e
alcançar corações. 26
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SINOPSE III
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O testemunho pessoal revela a graça
e confirma a missão.
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A prisão não silenciou Paulo; tornou-se um púlpito
providencial. Em meio à injustiça e à oposição, Deus
transformou a perseguição em oportunidade para o
testemunho do Evangelho. A fidelidade do apóstolo
revela que nenhuma circunstância escapa ao governo
divino. Assim, aprendemos que provações podem se
tornar instrumentos da graça, quando escolhemos
permanecer firmes e testemunhar de Cristo, mesmo em
cenários adversos.
CONCLUSÃO
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Revisando o conteúdo
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1. De que maneira Paulo foi violentamente atacado por
judeus da Ásia, movidos por ciúme e ódio?
Eles levantaram acusações falsas, afirmando que o apóstolo
ensinava contra o povo, a Lei e o templo, chegando a acusá-lo de
ter introduzido Trófimo, um gentio, em área sagrada - algo que
nunca ocorreu (vv.28,29).
2. Como Paulo demonstrou equilíbrio e sabedoria ao pedir
licença para falar ao povo, mesmo estando preso pelas
autoridades romanas?
Em vez de se entregar ao desespero, pede licença ao tribuno para
falar ao povo, transformando a prisão em oportunidade de
testemunho.
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3. Por que o uso da língua hebraica (aramaico) foi
decisivo para que Paulo conseguisse a atenção e o silêncio
da multidão?
Esse gesto estabelece imediata conexão cultural e identidade
com os ouvintes, levando a multidão a guardar maior silêncio
(At 22.2).
4. De que maneira Paulo descreve sua vida antes da
conversão para estabelecer credibilidade diante dos
judeus?
Diante da multidão enfurecida, Paulo narra com coragem sua
história: formação judaica, zelo religioso e perseguição à Igreja.
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5. O que nos mostra o testemunho do apóstolo,
ao mencionar sua missão e não recuar, mesmo
quando a oposição se intensifica?
Seu testemunho mostra que quem foi alcançado
pela graça não pode silenciar. Assim, aprendemos
que Deus transforma o passado em instrumento de
testemunho e usa vidas rendidas para anunciar sua
salvação.
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CPAD; GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios — Da chamada
missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), 2026. 96
p. (Lições Bíblicas Dominical Adultos, 3o
Trimestre 2026).
EDINBURGH SCRIPTURE. KJV Pew Bible. Nashville, TN: Thomas
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GORODOVITS, David. Tanah completo. São Paulo, SP: Sefer, 2018.
KAPLAN, Aryeh (ORG.). Bíblia Antigo Testamento: A Torá Viva -
Os cinco livros de Moisés e as Haftarot: uma tradução baseada em
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Referências
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LEE, Hyun-Gyu; STOKER, David. Gospel Art Book. Hillerød,
Denmark: LDS Org, 2008.
MAIMÔNIDES, Moisés. Guia dos perplexos: obra completa. São
Paulo: Sefer, 2017.
SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (ORG.). Bíblia De Estudo
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Thomas Nelson Publishers, 2016.
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LIÇÕES:
Lição 1 - O chamado para os gentios
Lição 2 - A porta da fé se abre entre os gentios
Lição 3 - A Graça que alcança todas as Nações
Lição 4 - O Espírito que nos guia para além das
fronteiras
Lição 5 - Cristo entre os filósofos: o Deus desconhecido
se revela
Lição 6 - A suficiência da Graça na cidade de Corinto
Lição 7 - Quando o Espírito sopra em Éfeso
Lição 8 - Despedida em Éfeso: entre lágrimas e alertas
Lição 9 - Coragem para testemunhar: Paulo diante da
multidão
Lição 10 - Uma esperança inabalável perante os
poderosos
Lição 11 - Entre tempestades e promessas
Lição 12 - O Evangelho chega ao coração do Império
Lição 13 - A Missão continua em nós 34
EBD - Escola Bíblica
Dominical
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missionária à consolidação do Evangelho
entre os povos
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