Lição 6 - A suficiência da Graça na cidade de Corinto
A Suficiência da Graça na Missão de Paulo em Corinto: Perseverança e Proteção Divina.
Estudo bíblico sobre a graça de Deus sustentando Paulo em Corinto, enfrentando oposição, medo e consolidando a igreja entre os gentios.
Lição 6 - A suficiência da Graça na cidade de Corinto
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Renovados na Graça
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Lição 6
9 de agosto de 2026
A suficiência da Graça na
cidade de Corinto
Lições Bíblicas Dominical Adultos
3° Trimestre 2026 CPAD
Título da Revista Dominical:
A Igreja dos Gentios — Da chamada
missionária à consolidação do Evangelho
entre os povos
Comentarista: Wagner Gaby
Classe: Adultos
Slides: Celso Napoleon
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TEXTO ÁUREO
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“Porque eu sou contigo, e ninguém
lançará mão de ti para te fazer mal,
pois tenho muito povo nesta cidade.”
(At 18.10).
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VERDADE PRÁTICA
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A graça de Deus é suficiente para
sustentar o crente em meio às
adversidades.
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LEITURA DIÁRIA
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Segunda — At 18.1-4 A luz do Evangelho resplandece em
ambientes desafiadores
Terça — 1Co 2.3-5 A obra de Deus avança pelo poder do Espírito
Quarta — At 18.5,6 Deus sustenta a missão mesmo diante da
rejeição e da oposição
Quinta — Fp 4.15,16 Na comunhão, a igreja se fortalece e se
mantém viva
Sexta — At 18.9,10 A presença do Senhor nos encoraja a pregar
Sábado — 2Co 12.9 A graça de Deus é o poder divino que se
aperfeiçoa na fraqueza
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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 18.1-11.
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1 — Depois disto, partiu Paulo de Atenas e chegou a Corinto.
2 — E, achando um certo judeu por nome Áquila, natural do Ponto,
que havia pouco tinha vindo da Itália, e Priscila, sua mulher (pois
Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma), se
ajuntou com eles,
3 — e, como era do mesmo ofício, ficou com eles, e trabalhava; pois
tinham por ofício fazer tendas.
4 — E todos os sábados disputava na sinagoga e convencia a judeus e
gregos.
5 — Quando Silas e Timóteo desceram da Macedônia, foi Paulo
impulsionado pela palavra, testificando aos judeus que Jesus era o
Cristo.
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6 — Mas, resistindo e blasfemando eles, sacudiu as vestes e disse-lhes: o
vosso sangue seja sobre a vossa cabeça; eu estou limpo e, desde agora,
parto para os gentios.
7 — E, saindo dali, entrou em casa de um homem chamado Tito Justo,
que servia a Deus e cuja casa estava junto da sinagoga.
8 — E Crispo, principal da sinagoga, creu no Senhor com toda a sua
casa; também muitos dos coríntios, ouvindo-o, creram e foram
batizados.
9 — E disse o Senhor, em visão, a Paulo: Não temas, mas fala e não te
cales;
10 — porque eu sou contigo, e ninguém lançará mão de ti para te fazer
mal, pois tenho muito povo nesta cidade.
11 — E ficou ali um ano e seis meses, ensinando entre eles a palavra de
Deus.
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A fundação da igreja em Corinto, narrada em Atos 18,
revela um momento decisivo da missão cristã, no qual a
graça de Deus se mostra plenamente suficiente em meio
a adversidades intensas. Em uma cidade marcada pela
imoralidade e pelo pluralismo religioso, o apóstolo Paulo
experimenta o sustento divino para perseverar e anunciar
o Evangelho com fidelidade. Este episódio ensina que,
mesmo em contextos desafiadores, a graça do Senhor
capacita seus servos a permanecer firmes e frutíferos.
INTRODUÇÃO
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1. Corinto: riqueza material e miséria espiritual. Após deixar
Atenas, Paulo chega a Corinto, capital da província romana da Acaia
desde 27 a.C. A cidade havia superado Atenas em importância política e
comercial, tornando-se um dos maiores centros econômicos do mundo
romano. Cosmopolita e estrategicamente localizada, Corinto reunia
povos de diversas culturas, mas também se destacava por sua profunda
decadência moral. Templos pagãos, especialmente o de Afrodite,
marcavam a vida religiosa da cidade, associando culto e prostituição
ritual. Historiadores antigos relatam a presença de centenas de
prostitutas religiosas ligadas a esse culto. Diante desse cenário
espiritualmente caótico, Paulo chega consciente da complexidade da
missão que o aguardava, anunciando o Evangelho em “fraqueza, e em
temor e em grande tremor” (1Co 2.1-5).
I. PAULO CHEGA A CORINTO (At 18.1-6)
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2. Temor humano e dependência da graça. O apóstolo traz
consigo as marcas das perseguições sofridas em Filipos,
Tessalônica e Bereia (At 16.22-24; 17.5-10,13), além da
constante preocupação pastoral com as igrejas já fundadas (2Co
11.28). A grandiosidade econômica de Corinto contrastava com
sua profunda degradação espiritual, intensificando o peso
emocional da missão. O próprio Paulo reconhece que esteve
entre eles “em fraqueza, e em temor e em grande tremor”
(1Co 2.3). Ainda assim, ele não recua. Sua experiência revela
que o temor humano não anula a chamada divina, mas conduz
o servo a uma dependência mais profunda da graça de Deus,
que se aperfeiçoa na fraqueza (2Co 12.9). 13
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3. O início do ministério e a oposição na sinagoga. Como
era seu costume, Paulo inicia sua obra na sinagoga, anunciando
que Jesus é o Cristo prometido. Nesse período, encontra
Priscila e Áquila, judeus expulsos de Roma pelo decreto do
imperador Cláudio. Trabalhando com eles como fabricante de
tendas, Paulo une sustento próprio e missão, estabelecendo uma
parceria que seria decisiva para a igreja em Corinto (At 18.2,3).
Com a chegada de Silas e Timóteo, trazendo notícias
animadoras e apoio das igrejas da Macedônia, Paulo passa a
dedicar-se integralmente à Palavra (At 18.5). Contudo, a
crescente oposição judaica o impede de continuar na sinagoga,
preparando o caminho para uma nova etapa da missão, agora
fora daquele ambiente religioso. 14
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SINOPSE I
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Paulo anuncia o Evangelho em Corinto,
enfrentando oposição e dependendo da graça.
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1. A casa de Justo e o avanço do Evangelho. Expulso da
sinagoga, Paulo não abandona a cidade. Um gentio temente a
Deus, Tito Justo, oferece sua casa — localizada ao lado da
sinagoga — como novo espaço para a pregação. Essa mudança
estratégica amplia o alcance do Evangelho e confere visibilidade
positiva à nova comunidade cristã. O resultado é expressivo:
muitos coríntios creem, entre eles Crispo, principal da sinagoga,
que aceita a fé juntamente com toda a sua casa (At 18.7,8). O
Evangelho demonstra, mais uma vez, que, quando portas se
fecham, Deus abre novos caminhos para a expansão do Reino.
II. A CONTINUIDADE DA MISSÃO E O
ENCORAJAMENTO DIVINO (At 18.7-11)
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2. O medo do apóstolo e a palavra que fortalece. Apesar
dos frutos visíveis, Paulo enfrenta forte oposição e passa a
temer por sua permanência em Corinto (1Co 2.3). O peso
espiritual da cidade, aliado à hostilidade crescente, fragiliza
emocionalmente o apóstolo. Nesse contexto, o Senhor lhe
aparece em visão e o exorta: “Não temas, mas fala e não
te cales” (At 18.9). Deus reafirma sua presença, promete
proteção e revela que há “muito povo” naquela cidade.
Essa palavra divina não apenas consola, mas reposiciona
Paulo na missão, lembrando-o de que o sucesso da obra não
depende da força humana, mas da fidelidade à chamada.
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3. Graça suficiente, perseverança e transição. Fortalecido
pela promessa do Senhor, Paulo permanece em Corinto por um
ano e seis meses, ensinando a Palavra de Deus e consolidando a
igreja (At 18.11). A experiência do apóstolo ensina que sentir
medo não é sinal de fracasso espiritual, mas de oportunidade
para experimentar a suficiência da graça divina. Quando o servo
confia na presença de Deus, o temor é vencido e a missão
prossegue. Contudo, a fidelidade de Paulo não o livraria de
novos conflitos. A consolidação da igreja em Corinto logo
despertaria reações mais intensas, culminando no julgamento
do apóstolo diante do procônsul Gálio, episódio que revelará a
soberania de Deus até mesmo nos tribunais humanos (At
18.12-17). 19
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SINOPSE II
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Deus encoraja Paulo, fortalece a
missão e sustenta a igreja em Corinto.
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III. PAULO DIANTE DE GÁLIO:
A GRAÇA QUE SUSTENTA EM
MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)
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1. A acusação dos judeus e a proteção divina. A oposição
judaica em Corinto não cessou, e Paulo foi levado diante de
Gálio, procônsul da Acaia, sob a acusação de ensinar
“contrariamente à lei” (vv.12,13). Antes mesmo que Paulo se
defendesse, Gálio rejeitou a denúncia, declarando não ser de
sua competência julgar disputas religiosas internas (vv.14,15).
Ao expulsar os acusadores do tribunal, o governador
confirmou, sem o saber, a promessa do Senhor de que ninguém
faria mal ao apóstolo (At 18.9,10). Assim, Deus usou a
autoridade civil para preservar a obra missionária.
III. PAULO DIANTE DE GÁLIO: A GRAÇA QUE
SUSTENTA EM MEIO À OPOSIÇÃO (At 18.12-17)
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2. O espancamento de Sóstenes e o alcance da
graça. Após a decisão de Gálio, Sóstenes, principal da
sinagoga, foi espancado diante do tribunal, sem que o
procônsul interviesse (v.17). Embora o texto não detalhe
as motivações, o episódio revela a instabilidade da
oposição humana. Posteriormente, um Sóstenes é citado
como irmão em Cristo (1Co 1.1), o que sugere uma
possível conversão. Se confirmada, essa transformação
reforça o poder do Evangelho, capaz de alcançar até
mesmo seus opositores.
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3. A suficiência da graça na experiência de Paulo. Em
Corinto, Paulo viveu intensamente a suficiência da graça de
Deus. Em meio a fragilidades, pressões e oposição,
aprendeu que o poder divino se aperfeiçoa na fraqueza (2Co
12.9). A cidade marcada pela decadência tornou-se um
campo fértil para a manifestação da graça. Sustentado pelo
Senhor, Paulo permaneceu ali dezoito meses, e uma igreja
foi estabelecida (At 18.11). Assim, aprendemos que não é a
ausência de lutas, mas a presença da graça, que nos mantém
firmes. Como Paulo, somos chamados a confiar que a graça
de Deus é suficiente para nos sustentar em qualquer
circunstância. 24
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SINOPSE III
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A graça de Deus protege Paulo e
triunfa sobre a oposição em Corinto.
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A experiência de Paulo em Corinto ensina que a missão cristã exige
coragem sustentada pela graça e discernimento para anunciar a
verdade eterna em contextos marcados por profundas mudanças. A
igreja ali não nasceu em terreno favorável, mas foi estabelecida e
fortalecida pela suficiência da graça de Deus. O avanço do
Evangelho não depende de recursos humanos, mas da presença fiel
do Senhor que assegura: “Eu sou contigo”. Que aprendamos hoje
com Corinto a confiar plenamente na graça divina, proclamando o
Evangelho com fidelidade doutrinária, sensibilidade pastoral e amor
genuíno, certos de que a graça de Deus continua sendo suficiente
para sustentar e fazer frutificar a obra em qualquer tempo e lugar.
CONCLUSÃO
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Revisando o conteúdo
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1. Quais características de Corinto representavam um grande desafio
para a missão de Paulo, tanto do ponto de vista moral quanto
espiritual?
Cosmopolita e estrategicamente localizada, Corinto reunia povos de diversas
culturas, mas também se destacava por sua profunda decadência moral.
Templos pagãos, especialmente o de Afrodite, marcavam a vida religiosa da
cidade, associando culto e prostituição ritual.
2. De que maneira o contexto cultural e religioso de Corinto
intensificavam o peso emocional da missão?
A grandiosidade econômica de Corinto contrastava com sua profunda
degradação espiritual, intensificando o peso emocional da missão. O próprio
Paulo reconhece que esteve entre eles “em fraqueza, temor e grande
tremor” (1Co 2.3).
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3. Como a parceria entre Paulo, Priscila e Áquila foi
decisiva para a igreja em Corinto?
Trabalhando com eles como fabricante de tendas, Paulo une
sustento próprio e missão, estabelecendo uma parceria que
seria decisiva para a igreja em Corinto (At 18.2,3).
4. Após Paulo ser expulso da sinagoga e dar continuidade
ao trabalho missionário na casa de Tito Justo, quais foram
os resultados dessa mudança estratégica?
Essa mudança amplia o alcance do Evangelho. O resultado foi
expressivo: muitos coríntios creem, entre eles Crispo, principal
da sinagoga, que aceita a fé juntamente com toda a sua casa (At
18.7,8).
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5. Como o julgamento de Paulo diante de Gaio
evidenciou a soberania de Deus no
cumprimento da promessa divina feita ao
apóstolo em Corinto?
Ao expulsar os acusadores do tribunal, o
governador confirmou, sem o saber, a promessa do
Senhor de que ninguém faria mal ao apóstolo (At
18.9,10), e Deus usou a autoridade civil para
preservar a obra missionária.
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CPAD; GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios — Da chamada
missionária à consolidação do Evangelho entre os povos. Rio de
Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), 2026. 96
p. (Lições Bíblicas Dominical Adultos, 3o
Trimestre 2026).
EDINBURGH SCRIPTURE. KJV Pew Bible. Nashville, TN: Thomas
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GORODOVITS, David. Tanah completo. São Paulo, SP: Sefer, 2018.
KAPLAN, Aryeh (ORG.). Bíblia Antigo Testamento: A Torá Viva -
Os cinco livros de Moisés e as Haftarot: uma tradução baseada em
fontes judaicas tradicionais, com comentários, introdução, mapas,
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Maayanot, 2000.
Referências
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LEE, Hyun-Gyu; STOKER, David. Gospel Art Book. Hillerød,
Denmark: LDS Org, 2008.
MAIMÔNIDES, Moisés. Guia dos perplexos: obra completa. São
Paulo: Sefer, 2017.
SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (ORG.). Bíblia De Estudo
Pentecostal - Almeida Revista e Corrigida. 6a ed. Rio de Janeiro, RJ:
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SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (org.). Bíblia De Estudo
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THOMAS NELSON PUBLISHERS. The Holy Bible. authorized
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Thomas Nelson Publishers, 2016.
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LIÇÕES:
Lição 1 - O chamado para os gentios
Lição 2 - A porta da fé se abre entre os gentios
Lição 3 - A Graça que alcança todas as Nações
Lição 4 - O Espírito que nos guia para além das
fronteiras
Lição 5 - Cristo entre os filósofos: o Deus desconhecido
se revela
Lição 6 - A suficiência da Graça na cidade de Corinto
Lição 7 - Quando o Espírito sopra em Éfeso
Lição 8 - Despedida em Éfeso: entre lágrimas e alertas
Lição 9 - Coragem para testemunhar: Paulo diante da
multidão
Lição 10 - Uma esperança inabalável perante os
poderosos
Lição 11 - Entre tempestades e promessas
Lição 12 - O Evangelho chega ao coração do Império
Lição 13 - A Missão continua em nós 32
EBD - Escola Bíblica
Dominical
Lições Bíblicas Dominical Adultos
3° Trimestre 2026 CPAD
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A Igreja dos Gentios — Da chamada
missionária à consolidação do Evangelho
entre os povos
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