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Lição 6                                                                                                           4 a 11 de agosto
                                            Amigos para sempre (1Ts 2:13–3:13)




Sábado à tarde                                                                                                Ano Bíblico: Is 45–48

VERSO PARA MEMORIZAR: “Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso
Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus santos” (1Ts 3:13).

Leituras da semana: 1Ts 2:13–3:13; Rm 9:1-5; 11:1-12, 24-32; Mt 24:9-22; 10:42

Pensamento-chave: Paulo continuou a elogiar os tessalonicenses pelas coisas boas que viu neles e a encorajá-los em
meio à perseguição que estavam enfrentando.

No texto para a lição desta semana, podemos perceber que, para Paulo, os tessalonicenses não eram apenas membros
da igreja. Eles eram seus amigos. Havia uma profunda ligação emocional entre Paulo e essas pessoas, e o apóstolo
enfatizava esse vínculo enquanto reafirmava o amor que tinha para com eles. Ao mesmo tempo em que eram sinceras,
suas palavras também ajudariam a prepará-los para a crítica que se seguiria em breve.

Paulo começou e terminou essa seção com uma oração. Em certo sentido, a passagem inteira é escrita com a oração em
mente. Subjacente à ênfase na oração estava o desejo de Paulo de que os tessalonicenses fossem irrepreensíveis e
santos (1Ts 3:13; 1Ts 2:19, 20) na segunda vinda de Jesus.

a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda
de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13)

Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua
vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! (1 Ts 2:19-20)

A amizade que Paulo tinha com eles era mais profunda do que as amizades terrenas, pois ultrapassava os limites do
tempo e da história. Paulo almejava passar a eternidade com os crentes de Tessalônica. Em parte, esse desejo era o que
impulsionava, ao longo da carta, sua intensa preocupação em relação às crenças e ao comportamento deles. Paulo
amava essas pessoas e desejava que elas se preparassem para a vinda de Cristo.

Domingo                                                            Ano Bíblico: Is 49–51

O exemplo da Judeia (1Ts 2:13-16)

Ao ler 1 Tessalonicenses 2:13-16 de modo superficial, parece que o texto é um desvio dos temas anteriores: agradar a Deus e
cuidar dos novos crentes (1Ts 2:1-12). Mas o verso 13 continua o tema de como os tessalonicenses responderam aos
apóstolos e ao evangelho que eles levaram para Tessalônica.

13 Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de
nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a
qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes. 14 Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes
imitadores das igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque também padecestes, da parte dos vossos
patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, 15 os quais não somente mataram o Senhor
Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a
ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de irem enchendo sempre a medida de
seus pecados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. (1 Ts 2:13-16)

Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; mas, apesar de
maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos
anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta. Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza,
nem se baseia em dolo; pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho,
assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração. A verdade é que nunca
usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. Também

                            Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros. Embora pudéssemos, como enviados de Cristo,
exigir de vós a nossa manutenção, todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos;
assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a
própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós. Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e
de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus.
Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros,
que credes. E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, exortamos, consolamos e
admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. (1 Ts 2:1-12)

No verso 14, Paulo volta ao tema da imitação. A perseguição em Tessalônica ecoava a perseguição dos cristãos ocorrida
anteriormente na Judeia. Alguns judeus perseguiram cristãos judeus na Judeia, ao passo que vizinhos gentios e judeus se
uniram para perseguir os cristãos de Tessalônica, que em sua maior parte eram gentios. Aqui Paulo mostrou que a
perseguição aos cristãos está ligada a um padrão mais amplo. Os que seguem a Cristo enfrentam oposição e até mesmo
perseguição.

1. Que exemplo devemos imitar no contexto da perseguição aos cristãos? Devemos nutrir ódio contra os
perseguidores? 1Ts 2:14-16

14 Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes imitadores das igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque
também padecestes, da parte dos vossos patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, 15 os
quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são
adversários de todos os homens, a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de
irem enchendo sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. (1 Ts 2:14-16)

Paulo revelou seus sentimentos acerca de determinado grupo de judeus que o perseguiram nos lugares em que passou,
tentando prejudicar seu trabalho evangelístico, semeando discórdia e oposição aos apóstolos. Textos como 1 Tessalonicenses
2:14-16 (veja também Mt 23:29-38) têm sido grosseiramente pervertidos e distorcidos a fim de “justificar” a perseguição ao
povo judeu. Mas esse tipo de aplicação universal vai muito além da intenção de Paulo. Ele estava falando
especificamente sobre as autoridades da Judeia (a palavra traduzida como “judeus” em 1 Tesslonicenses 2:14 também pode
ser traduzida como “da Judeia”), que colaboraram com os romanos na morte de Jesus e que tinham o objetivo de obstruir
a pregação do evangelho, onde e quando pudessem. Na verdade, Paulo parecia estar repetindo o que Jesus já havia dito
sobre os que tentavam matá-Lo (Mt 23:29-36).

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque edificais os sepulcros dos profetas, adornais os túmulos dos justos e
dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas! Assim,
contra vós mesmos, testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais.
Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e
escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade;
para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de
Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas
hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados!
Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o
quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. (Mat. 23:29-38)

Devemos ter em mente que Paulo era judeu. Ele não estava difamando uma inteira classe de pessoas. Jesus era judeu.
Os primeiros discípulos eram judeus. Apenas judeus formavam o núcleo inicial da igreja. No que diz respeito a Paulo, todo
judeu que ele conhecia, como Silas, Barnabé, Timóteo, era potencialmente um amigo para a eternidade (Rm 9:1-5; 11:1-
12, 24-32).

Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência: tenho
grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de
meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne. São israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a glória, as
alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a
carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém! (Rom. 9:1-5)

Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da
descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não
sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os
teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta
divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Assim, pois, também agora, no
tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do
contrário, a graça já não é graça. Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e
os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos
para não ouvir, até ao dia de hoje. E diz Davi: Torne-se-lhes a mesa em laço e armadilha, em tropeço e punição;
escureçam-se-lhes os olhos, para que não vejam, e fiquem para sempre encurvadas as suas costas. Pergunto, pois:
porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios,
para pô-los em ciúmes. Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza
para os gentios, quanto mais a sua plenitude! (Rom. 11:1-12)

Pois, se foste cortado da que, por natureza, era oliveira brava e, contra a natureza, enxertado em boa oliveira, quanto
mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais! Porque não quero, irmãos, que
ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até
que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e
ele apartará de Jacó as impiedades. Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao
evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os
                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Porque assim como vós também, outrora, fostes desobedientes a Deus, mas,
agora, alcançastes misericórdia, à vista da desobediência deles, assim também estes, agora, foram desobedientes, para
que, igualmente, eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida. Porque Deus a todos encerrou na
desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos. (Rom. 11:24-32)

Cada pessoa na Terra é um ser humano “por quem Cristo morreu” (Rm 14:15; 1Co 8:11). O preconceito contra classes de
pessoas não é apropriado para os que vivem ao pé da cruz.

Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não
faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu. (Rom. 14:15)

E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. (1 Cor. 8:11)

É fácil apontar o dedo para a igreja por falhas na maneira de tratar classes de pessoas. E quanto a nós? Quanto
preconceito étnico permanece em nosso coração?

Segunda                                                          Ano Bíblico: Is 52–55

A esperança e a alegria de Paulo (1Ts 2:17-20)

Nos catorze versos que se estendem de 1 Tessalonicenses 2:17 até o capítulo 3:10, Paulo apresentou um relato
cronológico de sua separação dos crentes de Tessalônica. O tema da amizade percorre a passagem. Esses
tessalonicenses não eram apenas membros da comunidade de Paulo, mas verdadeiros amigos. Toda a passagem pulsa
com profunda emoção.

Paulo desejava que todos os seus conselhos e advertências posteriores (apresentados em 1Ts 4; 5) fossem compreendidos
à luz do seu amor e preocupação por eles. E por causa desse amor, ele havia obtido o direito de aconselhar a igreja ali.
Os conselhos são mais bem recebidos quando são fundamentados no amor.

2. Por que Paulo desejava rever os tessalonicenses? O que o impedia? O que podemos aprender com o relato?1Ts 2:17-20

Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho
diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não
somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho. Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou
coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a
nossa glória e a nossa alegria! (1 Ts 2:17-20)

O verbo principal do verso 17 (normalmente traduzido com a ideia de “privar” ou “separar”) tem suas raízes no conceito
de se tornar órfão (“orfanado”, RA). Quando Paulo foi forçado a deixar Tessalônica repentinamente, sentiu tão
profundamente a perda do relacionamento como se seus pais tivessem falecido. Ele queria muito visitar aqueles irmãos
porque sentia muita saudade deles. Eles estavam ausentes em pessoa, mas não no coração. Ele culpou a Satanás por
seu atraso. Suas palavras aqui são outro texto na Bíblia que mostra a realidade do grande conflito.

Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho
diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. (1 Ts 2:17)

O desejo que Paulo tinha de ver os crentes de Tessalônica, no entanto, estava enraizado em algo mais do que apenas
relacionamento cotidiano. O foco estava no fim dos tempos. Paulo aguardava para “apresentá-los” a Jesus após em Sua
segunda vinda. Eles eram a validação do seu ministério por Cristo, sua alegria escatológica e motivo de satisfação! Paulo
queria que no fim houvesse evidência de que sua vida tinha feito diferença na vida dos outros.

O que essa passagem também deve nos mostrar é que precisamos manter nossas prioridades em ordem. Nossa
existência aqui é apenas uma “neblina” (Tg 4:14), mas é uma neblina de alcance eterno. A prioridade de Paulo estava no
que é eterno, no que tem valor e importância duradouros. Afinal, se você realmente pensar sobre o destino deste mundo,
o que realmente importa, a não ser a salvação dos perdidos?

Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo
se dissipa. (Tia. 4:14)

Como tudo o que fazemos nesta vida afeta, de alguma forma, a salvação dos perdidos? Por mais agradável que seja falar
sobre esse ideal, como podemos viver de acordo com ele?

Terça                                                            Ano Bíblico: Is 56–58

A visita do substituto de Timóteo (1Ts 3:1-5)

3. Em que contexto mais amplo Paulo via seus sofrimentos e os dos tessalonicenses? 1Ts 3:1-5; Mt 24:9-22
Paulo estava tão angustiado por estar separado dos tessalonicenses que decidiu abandonar a companhia de Timóteo em
Atenas a fim de obter em primeira mão notícia da situação deles. A saudade intensa que sentia deles o levou a preferir
estar sem Timóteo, em vez de ficar sem notícias dos tessalonicenses.

Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; e enviamos nosso
irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos, a
fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto;
pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso

                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
conhecimento. Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé,
temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. (1 Ts 3:1-5)

Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo,
muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.
E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será
salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.
Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então,
os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e
quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem
naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande
tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias
sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. (Mat. 24:9-22)

Visto que a missão de Timóteo era ser representante, ou substituto de Paulo, o apóstolo fez o possível para reforçar a
autoridade de Timóteo diante da igreja. Timóteo era “irmão” de Paulo, “ministro de Deus” e “colaborador no evangelho.”
Alguns manuscritos gregos chegam a chamar Timóteo de “colaborador de Deus”. Esse seria um grande elogio. Paulo
sabia que a missão seria difícil e fez o possível para abrir o caminho para que Timóteo fosse recebido como se o próprio
Paulo tivesse chegado.

Os versos 3 e 4 nos dão uma ideia do que Paulo teria dito aos tessalonicenses se pudesse visitá-los. A palavra específica
escolhida para descrever seus sofrimentos é típica de passagens do fim dos tempos, como Mateus 24:9-22. A aflição não
deveria ser surpresa. Recebemos advertência sobre isso.

a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto;
pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso
conhecimento. (1 Ts 3:3-4)

Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo,
muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos.
E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será
salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.
Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então,
os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e
quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem
naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande
tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias
sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. (Mat. 24:9-22)

O sofrimento do cristão chama a atenção para os eventos do fim, durante os quais todos os verdadeiros seguidores de
Cristo serão perseguidos (Ap 13:14-17). Quando o sofrimento realmente vier, devemos vê-lo como cumprimento da
profecia e motivo de encorajamento, não de desânimo. O propósito da profecia não é satisfazer nossa curiosidade sobre
o futuro, mas prover uma firme certeza em meio aos desafios que enfrentamos.

Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que
habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar
fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a
imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada
certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a
marca, o nome da besta ou o número do seu nome. (Apoc. 13:14-17)

No verso 5, Paulo revelou que tinha um motivo adicional para enviar Timóteo. Sua preocupação era que as dificuldades
que os tessalonicenses haviam experimentado os levassem a perder a fé e que sua missão em Tessalônica de alguma
forma houvesse sido em vão ou não tivesse resultados.

Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o
Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. (1 Ts 3:5)

Na prática, o que podemos fazer para estar preparados espiritualmente para as provas inevitáveis que a vida nos traz?

Quarta                                                          Ano Bíblico: Is 59–62

O resultado da visita de Timóteo (1Ts 3:6-10)

4. Timóteo foi enviado para encorajar os tessalonicenses. Que aspectos do relatório de Timóteo trouxeram alegria e
encorajamento a Paulo? 1Ts 3:6-8

Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor,
e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós
outros, sim, irmãos, por isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa fé, apesar de todas as nossas privações e
tribulação, porque, agora, vivemos, se é que estais firmados no Senhor. (1 Ts 3:6-8)

O “agora, porém” do verso 6 é muito enfático. Paulo não perdeu tempo, mas logo escreveu aos tessalonicenses. No
instante em que Timóteo lhe deu a notícia, imediatamente começou a escrever 1 Tessalonicenses.


                         Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor,
e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós
outros, (1 Ts 3:6)

5. Qual era a razão da vida de oração de Paulo? O que podemos aprender com seu exemplo? 1Ts 3:9, 10

Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos
por vossa causa, diante do nosso Deus, orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar
as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:9-10)

A ausência de palavras como “sempre” e “sem cessar” (1Ts 1:2) sugere que aqui houve algo novo na alegria e na ação de
graças de Paulo, além da alegria e ação de graças que ele sempre sentia quando orava pelos tessalonicenses. A alegria e
gratidão em 1 Tessalonicenses 3:9, 10 foi uma reação imediata às notícias transmitidas por Timóteo.

Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, (1 Ts 1:2)

9 Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos
por vossa causa, diante do nosso Deus, 10 orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver
pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:9-10)

O que estava faltando em sua fé (1Ts 3:10)? O texto seguinte não diz. Como podemos ver mais tarde, a preocupação de
Paulo em relação à fé dos irmãos era mais prática do que teológica. Os capítulos 4 e 5 indicam que eles precisavam
harmonizar a prática à crença. Embora tivessem amor e fé, e estivessem “firmados no Senhor”, a carta demonstrou
depois que eles ainda tinham um crescimento importante a alcançar.

Por que a oração é tão importante em nossa caminhada com o Senhor? Quanto tempo você dedica à oração? O que sua
resposta lhe diz sobre a importância que você dá a esse assunto? De que forma você pode fortalecer sua vida de oração?

Quinta                                                          Ano Bíblico: Is 63–66

Orações renovadas de Paulo (1Ts 3:11-13)

A segunda vinda de Jesus é um poderoso incentivo para o crescimento espiritual. Cada ato de abuso ou opressão será
levado à justiça. Cada ato de amor ou bondade será reconhecido e recompensado (Mt 10:42). Isso significa que todo ato
nesta vida, não importa quão pequeno, tem um significado no esquema geral das coisas.

E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em
verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. (Mat. 10:42)

Mas para Paulo era igualmente importante que a segunda vinda de Jesus será uma reunião gloriosa de familiares e
amigos, cujos relacionamentos durarão para sempre por causa do que Jesus fez. Os relacionamentos cristãos não têm
data de validade. Eles são projetados para durar para sempre. Essa é a ênfase da lição desta semana.

6. O que Paulo incluiu em suas orações pelos tessalonicenses após a chegada de Timóteo? 1Ts 3:11-13

Ora, o nosso mesmo Deus e Pai, e Jesus, nosso Senhor, dirijam-nos o caminho até vós, e o Senhor vos faça crescer e
aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco, a fim de que seja o
vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor
Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:11-13)

O texto de 1 Tessalonicenses 3:11-13 soa quase como uma bênção no fim de um culto de adoração. Naturalmente, Paulo
desejava voltar a Tessalônica e corrigir as deficiências na fé da igreja (1Ts 3:10). Mas mesmo que não pudesse voltar, ele
ainda podia suplicar a Deus que motivasse e fizesse com que os tessalonicenses desenvolvessem abundante amor, não
apenas entre os irmãos, mas também pelos vizinhos e todos com quem se encontrassem. Esse amor seria um
componente importante do caráter deles quando Jesus voltasse.

orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:10)

Um tanto intrigante é o comentário de Paulo no verso 13, de que Jesus virá “com todos os Seus santos”. A palavra santos
ou sagrados é normalmente aplicada aos seres humanos no Novo Testamento. Por outro lado, os textos sobre a segunda
vinda de Jesus no Novo Testamento normalmente O descrevem como acompanhado por anjos em vez de seres humanos
(Mt 24:30, 31; Mc 8:38; 13:27). Então, quem são os “santos” nesse verso?

a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda
de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13)

Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem
vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta,
os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. (Mat. 24:30-31)

Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho
do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (Mar. 8:38)

E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu.
(Mar. 13:27)

                         Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
A solução para esse problema é reconhecer que, no verso 13, Paulo adotou a linguagem de Zacarias 14:5 e aplicou-a à
segunda vinda de Jesus. Os “santos” no Antigo Testamento são mais bem compreendidos como anjos (Dt 33:2; Dn 7:10). O
Novo Testamento, por outro lado, dá novo significado à palavra santos: Os seres humanos cuja justiça vem de Jesus são
santos. Em 1 Tessalonicenses 3:13, no entanto, Paulo reverte para a definição da palavra santos apresentada pelo Antigo
Testamento: seres angelicais que estão na presença de Deus. Como tais, eles acompanharão Jesus, o Deus-homem,
quando Ele voltar à Terra.

a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda
de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13)

Fugireis pelo vale dos meus montes, porque o vale dos montes chegará até Azal; sim, fugireis como fugistes do terremoto
nos dias de Uzias, rei de Judá; então, virá o SENHOR, meu Deus, e todos os santos, com ele. (Zac. 14:5)

Disse, pois: O SENHOR veio do Sinai e lhes alvoreceu de Seir, resplandeceu desde o monte Parã; e veio das miríades de
santos; à sua direita, havia para eles o fogo da lei. (Deut. 33:2)

Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante
dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. (Dan. 7:10)

Sexta                                                           Ano Bíblico: Jr 1–3

Estudo adicional

A chegada de Silas e Timóteo, vindos da Macedônia enquanto Paulo se encontrava em Corinto, alegrou muito o apóstolo.
Trouxeram-lhe ‘boas notícias’ da ‘fé’ e ‘amor’ dos que haviam aceitado a verdade durante a primeira visita dos
mensageiros evangélicos a Tessalônica. O coração de Paulo se comoveu com a mais terna simpatia para com esses
crentes que, em meio às provações e adversidades, se haviam mantido fiéis a Deus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p.
255).

“O coração daquele que recebe a graça de Deus transborda de amor a Deus e àqueles por quem Cristo morreu. O eu não
luta por nenhum reconhecimento. Não ama os outros porque o amam e o agradam, por apreciarem seus méritos, mas
por serem propriedade adquirida de Cristo. Se seus motivos, palavras ou atos são malcompreendidos ou mal-
interpretados, não se ofende mas prossegue na idêntica maneira de proceder. É bondoso e ponderado, humilde no
conceito próprio; contudo é cheio de esperança, sempre confiante na graça e no amor de Deus” (Ellen G. White, Parábolas
de Jesus, p. 101, 102).

Perguntas para reflexão
1. Ellen White usou a expressão “pessoas por quem Cristo morreu”. Essa expressão deve ser aplicada a todos os seres
humanos na Terra ou apenas aos crentes em Cristo? Se Cristo realmente morreu por todos, por que nem todos são
salvos?
2. Qual é a importância do relacionamento anterior quando se trata de aconselhar ou criticar um companheiro cristão? O
que podemos aprender sobre isso com o exemplo de Paulo na lição desta semana? Como isso pode nos ajudar em nosso
ministério em favor dos outros?
3. O amor e preocupação de Paulo pelos crentes de Tessalônica eram muito evidentes. O amor abranda o coração e torna
as pessoas abertas à graça de Deus. Como podemos aprender a amar os outros mais intensamente?

Resumo: Em 1 Tessalonicenses 2:13–3:13, Paulo descreveu os acontecimentos e as emoções do período entre o momento em
que ele foi forçado a deixar Tessalônica e a chegada de Timóteo a Corinto com notícias sobre a igreja. A ênfase central do
capítulo é a profunda ligação de Paulo com os crentes de Tessalônica.

Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós
ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual,
com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes. Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes imitadores das
igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque também padecestes, da parte dos vossos patrícios, as
mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, os quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas,
como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a ponto de nos
impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de irem enchendo sempre a medida de seus pecados.
A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença,
não, porém, do coração, com tanto mais empenho diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. Por isso,
quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho.
Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua
vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! Pelo que, não podendo suportar mais o
cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no
evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos, a fim de que ninguém se inquiete com
estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto; pois, quando ainda estávamos
convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso conhecimento. Foi por isso que, já
não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o Tentador vos
provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-
nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando
muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros, sim, irmãos, por isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa
fé, apesar de todas as nossas privações e tribulação, porque, agora, vivemos, se é que estais firmados no Senhor. Pois
que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por
vossa causa, diante do nosso Deus, orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as
deficiências da vossa fé? Ora, o nosso mesmo Deus e Pai, e Jesus, nosso Senhor, dirijam-nos o caminho até vós, e o
                         Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para
convosco, a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai,
na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 2:13-3:13)

Respostas sugestivas: 1: O exemplo dos cristãos da Judeia e de Tessalônica, que foram perseguidos por seus
compatriotas, mas continuaram evangelizando; devemos perdoar e esperar a ação da ira divina. 2: Ele amava os irmãos;
os tessalonicenses eram sua esperança, alegria e glória; Satanás impediu o caminho do apóstolo; os líderes devem lutar
para estar perto da igreja amada; essa união não é do interesse do inimigo. 3: O contexto do conflito entre Deus e o
tentador, que aflige, persegue e mata os cristãos. 4: As boas notícias sobre a fé e o amor dos irmãos, bem como sua
firmeza no Senhor; e também o desejo deles de rever os apóstolos. 5: Gratidão pela alegria fundamentada na
experiência dos irmãos e o desejo de vê-los pessoalmente, para reparar as deficiências espirituais deles. 6: Pediu que
Deus o dirigisse até os tessalonicenses e que os fizesse crescer no amor, para que o coração deles fosse confirmado em
santidade e isento de culpa na vinda de Jesus.


                                 Resumo da Lição 6 – Amigos para sempre (1Ts 2:13–3:13)


Texto-chave: 1 Tessalonicenses 2:13–3:13

O aluno deverá...
Saber: Que a genuína fé em Cristo produz relacionamentos afetivos e eternos entre os crentes.
Sentir: O encorajamento e apoio que se surgem dos relacionamentos espirituais estreitos.
Fazer: Decidir ter mais determinação em investir tempo na construção de relacionamentos com os irmãos na fé.

Esboço
I. Saber: Chamados para a comunidade
A. O plano de Deus para redimir o mundo sempre foi acompanhado de um convite para que aqueles que desejassem
segui-LO se tornassem parte de Sua comunidade de crentes, não importando se essa comunidade fosse a família de
Abraão, a nação de Israel ou a igreja. O que isso mostra sobre a importância que Deus dá à comunidade dos irmãos?
B. O apóstolo Paulo se refere várias vezes à igreja como o "corpo de Cristo" (Rm 12:3-8; 1Co 12:12-31; Ef 4:1-16). O que essa
metáfora, ou comparação, revela sobre o tipo de relacionamentos que os crentes devem compartilhar?

II. Sentir: A necessidade de comunidade
A. Que exemplos você vê na natureza, na cultura ou no mundo em geral, que indicam que a vida é melhor quando nos
relacionamos com os outros?
B. Quais são as bênçãos de viver em uma comunidade sem obstáculos? Por outro lado, que problemas experimentamos
quando a comunidade é desunida?

III. Fazer: Construindo a comunidade
A. Os relacionamentos em sua igreja são fortes? O que você poderia fazer para fortalecer esses relacionamentos?

Resumo: Para que o cristianismo viva à altura do potencial dado por Deus, deve haver genuína e amorosa comunidade
entre irmãos.

Ciclo do aprendizado

Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: A preocupação de Paulo com o bem-estar espiritual dos crentes em
Tessalônica ilustra os laços de companheirismo e estreita amizade que unem a vida dos seguidores de Deus.
Só para o professor: Na lição desta semana, consideramos histórias e metáforas na Bíblia que destacam a importância
que Deus atribui ao desenvolvimento das comunidades de fé, definidas não apenas pela comunhão com Deus, mas
também pela estreita comunhão e amizade entre Seus seguidores.

Entre 1955 e 1965, um psicólogo americano chamado Harry Harlow realizou uma série de testes de isolamento social em
filhotes de macacos pelo período de até um ano. Os macacos foram separados de suas mães ao nascer e foram
impedidos de desenvolver outros relacionamentos. Os macacos foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo
experimentou um isolamento parcial, crescendo em gaiolas individuais de arame. O segundo grupo, porém,
experimentou isolamento total de qualquer outro ser vivo. Em seguida, em vários momentos, alguns dos macacos em
teste foram apresentados a outros macacos. Os resultados dos testes foram chocantes.

Embora nenhum macaco tenha morrido durante o isolamento, cada um deles desenvolveu graves problemas psicológicos
devido à falta de socialização. Quando os macacos foram colocados em sociedade, eles frequentemente experimentaram
choque emocional, caracterizado por comportamentos como autoagressão, agitar o corpo de um lado para outro e a
incapacidade de formar relações sociais normais. Para alguns, o choque foi tão esmagador que eles se recusaram a
comer e acabaram morrendo. O relatório da autópsia especificou como causa da morte a anorexia emocional.
Dependendo da extensão de seu isolamento, alguns macacos experimentaram uma recuperação limitada, com uma
exceção: os testes determinaram que doze meses de isolamento praticamente eliminaram qualquer chance de
recuperação social (Harry F. Harlow et al., “Total Social Isolation in Monkeys”, Proceedings of the National Academy of
Sciences [“Isolamento Social Total em Macacos”, Anais da Academia Nacional de Ciências], 54.1; 1965, p. 90, 92, 94).

Embora os testes realizados pelo Dr. Harlow sejam certamente inquietantes, os resultados não devem ser tão
surpreendentes. A história da criação deixa claro que Deus colocou em todas as Suas criaturas – seres humanos, aves e
animais – a necessidade de relacionamento e comunhão de uns com os outros.


                            Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
Pense nisto: Depois de criar Adão, Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18). Por que os
relacionamentos são tão importantes? Por que não era bom que Adão estivesse sozinho?

Compreensão

Comentário Bíblico

I. O destruidor da comunidade (Recapitule com a classe 1Ts 2:17-20.)

Segundo Lucas, o ministério de Paulo em Tessalônica teve um fim abrupto quando as acusações de um grupo de judeus
furiosos incitaram as autoridades locais a expulsar Paulo de Tessalônica. Em sua carta aos Tessalonicenses, Paulo se
refere a esse evento, mas ele o encara de uma perspectiva diferente. A origem do problema que estava impedindo o
retorno de Paulo a Tessalônica não era uma lei da cidade ou um grupo de judeus enfurecidos. Não, segundo Paulo, o
problema foi devido às obras de Satanás. Ele era a fonte principal por trás de todos esses eventos. Embora Paulo se refira
a Satanás apenas algumas vezes em suas cartas, sua referência aqui é importante porque aponta para o grande conflito
que está sendo travado nos bastidores da história da Terra. Em particular, vemos aqui os esforços de Satanás para
impedir a vida em comunidade entre os seguidores de Deus.

Desde a criação dos seres humanos, Satanás tem planejado e conspirado para arruinar o plano de Deus de que Seu povo
vivesse em uma comunidade unida e sem obstáculos para com Ele e para com os semelhantes. Ele teve sucesso no
início colocando Adão e Eva contra Deus e contra o outro. E desde aquele fatídico dia no Éden, Satanás tem procurado
minar o plano de Deus de restaurar os relacionamentos quebrados. Visto que Satanás sabe que, quando os seguidores de
Deus se unem há um tremendo poder para o bem, não deve ser nenhuma surpresa que Satanás trabalhe arduamente
para causar separação, divisão, alienação e hostilidade entre o povo de Deus. Claro, Satanás não deve receber toda a
culpa por isso. Desde que o pecado afeta toda a humanidade, muitas vezes estamos dispostos a promover os planos do
maligno mesmo sem o seu impulso.

Pense nisto: Que histórias bíblicas destacam a tentativa incansável de Satanás para minar e destruir os relacionamentos
entre os seguidores de Deus? Nessas histórias, como a graça de Deus atua para reparar e curar o que está quebrado?

II. O desejo de companheirismo (Recapitule com a classe 1Ts 3:1-13.)

Você já se sentiu isolado e sozinho no meio de um grupo de pessoas que você não conhecia ou no qual não se sentia
confortável, e desejou ter pelo menos um grande amigo para lhe fazer companhia? Parece que o apóstolo Paulo se sentiu
assim em Atenas, depois de decidir enviar Timóteo de volta a Tessalônica para verificar como estavam os novos
conversos. Embora seja difícil relacionar todos os eventos de Atos com os de 1 Tessalonicenses, parece que, quando
Timóteo partiu para Tessalônica, Silas ainda não havia se encontrado com Paulo. Esse encontro não ocorreria até que
Paulo chegasse a Corinto algum tempo depois (At 17:15; 18:5). Isso significa que Paulo mais uma vez estava sozinho em
uma cidade idólatra, privado de qualquer companhia cristã, uma situação da qual ele particularmente não apreciava ( At
17:16). Por mais desconfortável que fosse essa situação para Paulo, ele estava disposto a fazer um sacrifício, desejando
ouvir notícias sobre seus amigos de Tessalônica.

Paulo queria que Timóteo fizesse três coisas por ele, três coisas que, aliás, deveriam ocorrer em todo relacionamento
cristão. Primeiro, Paulo queria que Timóteo confirmasse e exortasse (1Ts 3:2) os tessalonicenses em sua fé. A palavra
traduzida porconfirmar significa "tornar firme” ou “sustentar”. A palavra exortar significa literalmente encorajar uma
pessoa, caminhando ao lado dela para apoiá-la. Uma vez que Paulo não podia viajar para Tessalônica, ele queria que
Timóteo fizesse o que ele mesmo gostaria desesperadamente de fazer. Ele queria que Timóteo falasse palavras de
encorajamento e apoio que ajudassem os novos crentes a se manter na fé em Jesus durante os tempos difíceis que
enfrentavam. Mais do que isso, Paulo também queria que Timóteo verificasse detalhes pessoais sobre a situação deles. O
que havia acontecido na ausência de Paulo? Eles estavam conseguindo resistir? Como eles estavam lidando com as
tentações? Fortalecer, apoiar e se preocupar com as experiências de vida dos outros: esses são três dos blocos
fundamentais para construir os relacionamentos que Deus deseja que Seus seguidores experimentem.

Pense nisto: As relações fortes e encorajadoras entre os crentes fazem parte do plano de Deus para vencer o poder do
pecado no mundo e em nossa vida. O que torna esses relacionamentos tão poderosos?

Aplicação

Perguntas para reflexão
1. Que exemplos bíblicos ilustram os relacionamentos espirituais duradouros que Deus deseja que Seu povo
experimente?
2. O que podemos aprender sobre os relacionamentos experimentados por Paulo a partir das saudações pessoais e dos
nomes de indivíduos no capítulo 16 de Romanos? Enquanto examina essa lista, observe o quanto puder o gênero, etnia e
ocupação de cada indivíduo listado.
3. Com base nos comentários de Paulo em 1 Tessalonicenses 3:11-13, qual deve ser o objetivo final dos relacionamentos entre
os crentes?

Perguntas de aplicação
1. Embora Paulo tenha passado grande parte de sua vida na estrada, as listas de nomes de pessoas espalhadas ao longo
de suas cartas indicam que ele tinha uma estreito relacionamento pessoal com todos os tipos de pessoas. Quantas
pessoas você "realmente" conhece em sua igreja? O que você pode fazer para conhecer melhor as pessoas?
2. O comentário de Paulo em 1 Tessalonicenses 3:10 indica que a oração pelos nossos amigos é outro elemento essencial no
tipo de relacionamento que Deus deseja que tenhamos com os irmãos. Por quem você está orando na sua igreja? A
oração tem aumentado sua fé, bem como a fé e a vida espiritual das pessoas por quem você ora?
                          Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
3. O que você poderia fazer em sua igreja para incentivar o desenvolvimento de fortes relacionamentos cristãos entre os
membros da igreja?

Criatividade

Atividade: Compartilhe com a classe a seguinte parte do famoso poema escrito por John Donne (1572-1631), intitulado
"Nenhum Homem é uma Ilha". Depois de ler o poema, pergunte à classe o que o poema diz sobre vida, morte e
comunidade. Com base na lição desta semana, o autor vai longe demais no que ele afirma, ou a sua perspectiva está no
caminho certo?

"A Igreja é… universal, e assim são todas as suas ações. Tudo o que ela faz pertence a todos. Quando uma criança é
batizada, essa ação diz respeito a mim, pois essa criança se torna ligada ao mesmo corpo do qual sou membro,
enxertada no corpo do qual Cristo é a cabeça.
E quando a igreja sepulta um homem, essa ação também diz respeito a mim: toda a humanidade provém de um autor, e
forma uma única obra… Nenhum homem é uma ilha; completa em si mesma. Todo homem é um pedaço do continente,
uma parte da terra. Se um torrão é arrastado pelo mar, a Europa fica diminuída, como se uma península fosse levada.
Como se fosse a propriedade de teu amigo ou a tua própria: a morte de qualquer homem me torna reduzido, porque faço
parte da humanidade. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti” (John Donne, Devotions
Upon Emergent Occasions [Devoções em Ocasiões Emergentes]; Ann Arbor Paperbacks: The University of Michigan Press,
1959, p. 107-109).




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Amigos para sempre I Tess. 2:13-3:13

  • 1. Lição 6 4 a 11 de agosto Amigos para sempre (1Ts 2:13–3:13) Sábado à tarde Ano Bíblico: Is 45–48 VERSO PARA MEMORIZAR: “Que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os Seus santos” (1Ts 3:13). Leituras da semana: 1Ts 2:13–3:13; Rm 9:1-5; 11:1-12, 24-32; Mt 24:9-22; 10:42 Pensamento-chave: Paulo continuou a elogiar os tessalonicenses pelas coisas boas que viu neles e a encorajá-los em meio à perseguição que estavam enfrentando. No texto para a lição desta semana, podemos perceber que, para Paulo, os tessalonicenses não eram apenas membros da igreja. Eles eram seus amigos. Havia uma profunda ligação emocional entre Paulo e essas pessoas, e o apóstolo enfatizava esse vínculo enquanto reafirmava o amor que tinha para com eles. Ao mesmo tempo em que eram sinceras, suas palavras também ajudariam a prepará-los para a crítica que se seguiria em breve. Paulo começou e terminou essa seção com uma oração. Em certo sentido, a passagem inteira é escrita com a oração em mente. Subjacente à ênfase na oração estava o desejo de Paulo de que os tessalonicenses fossem irrepreensíveis e santos (1Ts 3:13; 1Ts 2:19, 20) na segunda vinda de Jesus. a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13) Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! (1 Ts 2:19-20) A amizade que Paulo tinha com eles era mais profunda do que as amizades terrenas, pois ultrapassava os limites do tempo e da história. Paulo almejava passar a eternidade com os crentes de Tessalônica. Em parte, esse desejo era o que impulsionava, ao longo da carta, sua intensa preocupação em relação às crenças e ao comportamento deles. Paulo amava essas pessoas e desejava que elas se preparassem para a vinda de Cristo. Domingo Ano Bíblico: Is 49–51 O exemplo da Judeia (1Ts 2:13-16) Ao ler 1 Tessalonicenses 2:13-16 de modo superficial, parece que o texto é um desvio dos temas anteriores: agradar a Deus e cuidar dos novos crentes (1Ts 2:1-12). Mas o verso 13 continua o tema de como os tessalonicenses responderam aos apóstolos e ao evangelho que eles levaram para Tessalônica. 13 Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes. 14 Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes imitadores das igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque também padecestes, da parte dos vossos patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, 15 os quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de irem enchendo sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. (1 Ts 2:13-16) Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; mas, apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta. Pois a nossa exortação não procede de engano, nem de impureza, nem se baseia em dolo; pelo contrário, visto que fomos aprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração. A verdade é que nunca usamos de linguagem de bajulação, como sabeis, nem de intuitos gananciosos. Deus disto é testemunha. Também Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 2. jamais andamos buscando glória de homens, nem de vós, nem de outros. Embora pudéssemos, como enviados de Cristo, exigir de vós a nossa manutenção, todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos; assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós. Porque, vos recordais, irmãos, do nosso labor e fadiga; e de como, noite e dia labutando para não vivermos à custa de nenhum de vós, vos proclamamos o evangelho de Deus. Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros, que credes. E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós, exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. (1 Ts 2:1-12) No verso 14, Paulo volta ao tema da imitação. A perseguição em Tessalônica ecoava a perseguição dos cristãos ocorrida anteriormente na Judeia. Alguns judeus perseguiram cristãos judeus na Judeia, ao passo que vizinhos gentios e judeus se uniram para perseguir os cristãos de Tessalônica, que em sua maior parte eram gentios. Aqui Paulo mostrou que a perseguição aos cristãos está ligada a um padrão mais amplo. Os que seguem a Cristo enfrentam oposição e até mesmo perseguição. 1. Que exemplo devemos imitar no contexto da perseguição aos cristãos? Devemos nutrir ódio contra os perseguidores? 1Ts 2:14-16 14 Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes imitadores das igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque também padecestes, da parte dos vossos patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, 15 os quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de irem enchendo sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. (1 Ts 2:14-16) Paulo revelou seus sentimentos acerca de determinado grupo de judeus que o perseguiram nos lugares em que passou, tentando prejudicar seu trabalho evangelístico, semeando discórdia e oposição aos apóstolos. Textos como 1 Tessalonicenses 2:14-16 (veja também Mt 23:29-38) têm sido grosseiramente pervertidos e distorcidos a fim de “justificar” a perseguição ao povo judeu. Mas esse tipo de aplicação universal vai muito além da intenção de Paulo. Ele estava falando especificamente sobre as autoridades da Judeia (a palavra traduzida como “judeus” em 1 Tesslonicenses 2:14 também pode ser traduzida como “da Judeia”), que colaboraram com os romanos na morte de Jesus e que tinham o objetivo de obstruir a pregação do evangelho, onde e quando pudessem. Na verdade, Paulo parecia estar repetindo o que Jesus já havia dito sobre os que tentavam matá-Lo (Mt 23:29-36). Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque edificais os sepulcros dos profetas, adornais os túmulos dos justos e dizeis: Se tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas! Assim, contra vós mesmos, testificais que sois filhos dos que mataram os profetas. Enchei vós, pois, a medida de vossos pais. Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno? Por isso, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas. A uns matareis e crucificareis; a outros açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que sobre vós recaia todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, a quem matastes entre o santuário e o altar. Em verdade vos digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração. Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta. (Mat. 23:29-38) Devemos ter em mente que Paulo era judeu. Ele não estava difamando uma inteira classe de pessoas. Jesus era judeu. Os primeiros discípulos eram judeus. Apenas judeus formavam o núcleo inicial da igreja. No que diz respeito a Paulo, todo judeu que ele conhecia, como Silas, Barnabé, Timóteo, era potencialmente um amigo para a eternidade (Rm 9:1-5; 11:1- 12, 24-32). Digo a verdade em Cristo, não minto, testemunhando comigo, no Espírito Santo, a minha própria consciência: tenho grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas, segundo a carne. São israelitas. Pertence-lhes a adoção e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas; deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém! (Rom. 9:1-5) Pergunto, pois: terá Deus, porventura, rejeitado o seu povo? De modo nenhum! Porque eu também sou israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, a quem de antemão conheceu. Ou não sabeis o que a Escritura refere a respeito de Elias, como insta perante Deus contra Israel, dizendo: Senhor, mataram os teus profetas, arrasaram os teus altares, e só eu fiquei, e procuram tirar-me a vida. Que lhe disse, porém, a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens, que não dobraram os joelhos diante de Baal. Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça. Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir, até ao dia de hoje. E diz Davi: Torne-se-lhes a mesa em laço e armadilha, em tropeço e punição; escureçam-se-lhes os olhos, para que não vejam, e fiquem para sempre encurvadas as suas costas. Pergunto, pois: porventura, tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum! Mas, pela sua transgressão, veio a salvação aos gentios, para pô-los em ciúmes. Ora, se a transgressão deles redundou em riqueza para o mundo, e o seu abatimento, em riqueza para os gentios, quanto mais a sua plenitude! (Rom. 11:1-12) Pois, se foste cortado da que, por natureza, era oliveira brava e, contra a natureza, enxertado em boa oliveira, quanto mais não serão enxertados na sua própria oliveira aqueles que são ramos naturais! Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não sejais presumidos em vós mesmos): que veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E, assim, todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador e ele apartará de Jacó as impiedades. Esta é a minha aliança com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao evangelho, são eles inimigos por vossa causa; quanto, porém, à eleição, amados por causa dos patriarcas; porque os Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 3. dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Porque assim como vós também, outrora, fostes desobedientes a Deus, mas, agora, alcançastes misericórdia, à vista da desobediência deles, assim também estes, agora, foram desobedientes, para que, igualmente, eles alcancem misericórdia, à vista da que vos foi concedida. Porque Deus a todos encerrou na desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos. (Rom. 11:24-32) Cada pessoa na Terra é um ser humano “por quem Cristo morreu” (Rm 14:15; 1Co 8:11). O preconceito contra classes de pessoas não é apropriado para os que vivem ao pé da cruz. Se, por causa de comida, o teu irmão se entristece, já não andas segundo o amor fraternal. Por causa da tua comida, não faças perecer aquele a favor de quem Cristo morreu. (Rom. 14:15) E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. (1 Cor. 8:11) É fácil apontar o dedo para a igreja por falhas na maneira de tratar classes de pessoas. E quanto a nós? Quanto preconceito étnico permanece em nosso coração? Segunda Ano Bíblico: Is 52–55 A esperança e a alegria de Paulo (1Ts 2:17-20) Nos catorze versos que se estendem de 1 Tessalonicenses 2:17 até o capítulo 3:10, Paulo apresentou um relato cronológico de sua separação dos crentes de Tessalônica. O tema da amizade percorre a passagem. Esses tessalonicenses não eram apenas membros da comunidade de Paulo, mas verdadeiros amigos. Toda a passagem pulsa com profunda emoção. Paulo desejava que todos os seus conselhos e advertências posteriores (apresentados em 1Ts 4; 5) fossem compreendidos à luz do seu amor e preocupação por eles. E por causa desse amor, ele havia obtido o direito de aconselhar a igreja ali. Os conselhos são mais bem recebidos quando são fundamentados no amor. 2. Por que Paulo desejava rever os tessalonicenses? O que o impedia? O que podemos aprender com o relato?1Ts 2:17-20 Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho. Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! (1 Ts 2:17-20) O verbo principal do verso 17 (normalmente traduzido com a ideia de “privar” ou “separar”) tem suas raízes no conceito de se tornar órfão (“orfanado”, RA). Quando Paulo foi forçado a deixar Tessalônica repentinamente, sentiu tão profundamente a perda do relacionamento como se seus pais tivessem falecido. Ele queria muito visitar aqueles irmãos porque sentia muita saudade deles. Eles estavam ausentes em pessoa, mas não no coração. Ele culpou a Satanás por seu atraso. Suas palavras aqui são outro texto na Bíblia que mostra a realidade do grande conflito. Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. (1 Ts 2:17) O desejo que Paulo tinha de ver os crentes de Tessalônica, no entanto, estava enraizado em algo mais do que apenas relacionamento cotidiano. O foco estava no fim dos tempos. Paulo aguardava para “apresentá-los” a Jesus após em Sua segunda vinda. Eles eram a validação do seu ministério por Cristo, sua alegria escatológica e motivo de satisfação! Paulo queria que no fim houvesse evidência de que sua vida tinha feito diferença na vida dos outros. O que essa passagem também deve nos mostrar é que precisamos manter nossas prioridades em ordem. Nossa existência aqui é apenas uma “neblina” (Tg 4:14), mas é uma neblina de alcance eterno. A prioridade de Paulo estava no que é eterno, no que tem valor e importância duradouros. Afinal, se você realmente pensar sobre o destino deste mundo, o que realmente importa, a não ser a salvação dos perdidos? Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. (Tia. 4:14) Como tudo o que fazemos nesta vida afeta, de alguma forma, a salvação dos perdidos? Por mais agradável que seja falar sobre esse ideal, como podemos viver de acordo com ele? Terça Ano Bíblico: Is 56–58 A visita do substituto de Timóteo (1Ts 3:1-5) 3. Em que contexto mais amplo Paulo via seus sofrimentos e os dos tessalonicenses? 1Ts 3:1-5; Mt 24:9-22 Paulo estava tão angustiado por estar separado dos tessalonicenses que decidiu abandonar a companhia de Timóteo em Atenas a fim de obter em primeira mão notícia da situação deles. A saudade intensa que sentia deles o levou a preferir estar sem Timóteo, em vez de ficar sem notícias dos tessalonicenses. Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos, a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto; pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 4. conhecimento. Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. (1 Ts 3:1-5) Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. (Mat. 24:9-22) Visto que a missão de Timóteo era ser representante, ou substituto de Paulo, o apóstolo fez o possível para reforçar a autoridade de Timóteo diante da igreja. Timóteo era “irmão” de Paulo, “ministro de Deus” e “colaborador no evangelho.” Alguns manuscritos gregos chegam a chamar Timóteo de “colaborador de Deus”. Esse seria um grande elogio. Paulo sabia que a missão seria difícil e fez o possível para abrir o caminho para que Timóteo fosse recebido como se o próprio Paulo tivesse chegado. Os versos 3 e 4 nos dão uma ideia do que Paulo teria dito aos tessalonicenses se pudesse visitá-los. A palavra específica escolhida para descrever seus sofrimentos é típica de passagens do fim dos tempos, como Mateus 24:9-22. A aflição não deveria ser surpresa. Recebemos advertência sobre isso. a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto; pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso conhecimento. (1 Ts 3:3-4) Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo. E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim. Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes; quem estiver sobre o eirado não desça a tirar de casa alguma coisa; e quem estiver no campo não volte atrás para buscar a sua capa. Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado; porque nesse tempo haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. (Mat. 24:9-22) O sofrimento do cristão chama a atenção para os eventos do fim, durante os quais todos os verdadeiros seguidores de Cristo serão perseguidos (Ap 13:14-17). Quando o sofrimento realmente vier, devemos vê-lo como cumprimento da profecia e motivo de encorajamento, não de desânimo. O propósito da profecia não é satisfazer nossa curiosidade sobre o futuro, mas prover uma firme certeza em meio aos desafios que enfrentamos. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. (Apoc. 13:14-17) No verso 5, Paulo revelou que tinha um motivo adicional para enviar Timóteo. Sua preocupação era que as dificuldades que os tessalonicenses haviam experimentado os levassem a perder a fé e que sua missão em Tessalônica de alguma forma houvesse sido em vão ou não tivesse resultados. Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. (1 Ts 3:5) Na prática, o que podemos fazer para estar preparados espiritualmente para as provas inevitáveis que a vida nos traz? Quarta Ano Bíblico: Is 59–62 O resultado da visita de Timóteo (1Ts 3:6-10) 4. Timóteo foi enviado para encorajar os tessalonicenses. Que aspectos do relatório de Timóteo trouxeram alegria e encorajamento a Paulo? 1Ts 3:6-8 Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros, sim, irmãos, por isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa fé, apesar de todas as nossas privações e tribulação, porque, agora, vivemos, se é que estais firmados no Senhor. (1 Ts 3:6-8) O “agora, porém” do verso 6 é muito enfático. Paulo não perdeu tempo, mas logo escreveu aos tessalonicenses. No instante em que Timóteo lhe deu a notícia, imediatamente começou a escrever 1 Tessalonicenses. Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 5. Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo-nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros, (1 Ts 3:6) 5. Qual era a razão da vida de oração de Paulo? O que podemos aprender com seu exemplo? 1Ts 3:9, 10 Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por vossa causa, diante do nosso Deus, orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:9-10) A ausência de palavras como “sempre” e “sem cessar” (1Ts 1:2) sugere que aqui houve algo novo na alegria e na ação de graças de Paulo, além da alegria e ação de graças que ele sempre sentia quando orava pelos tessalonicenses. A alegria e gratidão em 1 Tessalonicenses 3:9, 10 foi uma reação imediata às notícias transmitidas por Timóteo. Damos, sempre, graças a Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, (1 Ts 1:2) 9 Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por vossa causa, diante do nosso Deus, 10 orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:9-10) O que estava faltando em sua fé (1Ts 3:10)? O texto seguinte não diz. Como podemos ver mais tarde, a preocupação de Paulo em relação à fé dos irmãos era mais prática do que teológica. Os capítulos 4 e 5 indicam que eles precisavam harmonizar a prática à crença. Embora tivessem amor e fé, e estivessem “firmados no Senhor”, a carta demonstrou depois que eles ainda tinham um crescimento importante a alcançar. Por que a oração é tão importante em nossa caminhada com o Senhor? Quanto tempo você dedica à oração? O que sua resposta lhe diz sobre a importância que você dá a esse assunto? De que forma você pode fortalecer sua vida de oração? Quinta Ano Bíblico: Is 63–66 Orações renovadas de Paulo (1Ts 3:11-13) A segunda vinda de Jesus é um poderoso incentivo para o crescimento espiritual. Cada ato de abuso ou opressão será levado à justiça. Cada ato de amor ou bondade será reconhecido e recompensado (Mt 10:42). Isso significa que todo ato nesta vida, não importa quão pequeno, tem um significado no esquema geral das coisas. E quem der a beber, ainda que seja um copo de água fria, a um destes pequeninos, por ser este meu discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão. (Mat. 10:42) Mas para Paulo era igualmente importante que a segunda vinda de Jesus será uma reunião gloriosa de familiares e amigos, cujos relacionamentos durarão para sempre por causa do que Jesus fez. Os relacionamentos cristãos não têm data de validade. Eles são projetados para durar para sempre. Essa é a ênfase da lição desta semana. 6. O que Paulo incluiu em suas orações pelos tessalonicenses após a chegada de Timóteo? 1Ts 3:11-13 Ora, o nosso mesmo Deus e Pai, e Jesus, nosso Senhor, dirijam-nos o caminho até vós, e o Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco, a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:11-13) O texto de 1 Tessalonicenses 3:11-13 soa quase como uma bênção no fim de um culto de adoração. Naturalmente, Paulo desejava voltar a Tessalônica e corrigir as deficiências na fé da igreja (1Ts 3:10). Mas mesmo que não pudesse voltar, ele ainda podia suplicar a Deus que motivasse e fizesse com que os tessalonicenses desenvolvessem abundante amor, não apenas entre os irmãos, mas também pelos vizinhos e todos com quem se encontrassem. Esse amor seria um componente importante do caráter deles quando Jesus voltasse. orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? (1 Ts 3:10) Um tanto intrigante é o comentário de Paulo no verso 13, de que Jesus virá “com todos os Seus santos”. A palavra santos ou sagrados é normalmente aplicada aos seres humanos no Novo Testamento. Por outro lado, os textos sobre a segunda vinda de Jesus no Novo Testamento normalmente O descrevem como acompanhado por anjos em vez de seres humanos (Mt 24:30, 31; Mc 8:38; 13:27). Então, quem são os “santos” nesse verso? a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13) Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória. E ele enviará os seus anjos, com grande clangor de trombeta, os quais reunirão os seus escolhidos, dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus. (Mat. 24:30-31) Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (Mar. 8:38) E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até à extremidade do céu. (Mar. 13:27) Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 6. A solução para esse problema é reconhecer que, no verso 13, Paulo adotou a linguagem de Zacarias 14:5 e aplicou-a à segunda vinda de Jesus. Os “santos” no Antigo Testamento são mais bem compreendidos como anjos (Dt 33:2; Dn 7:10). O Novo Testamento, por outro lado, dá novo significado à palavra santos: Os seres humanos cuja justiça vem de Jesus são santos. Em 1 Tessalonicenses 3:13, no entanto, Paulo reverte para a definição da palavra santos apresentada pelo Antigo Testamento: seres angelicais que estão na presença de Deus. Como tais, eles acompanharão Jesus, o Deus-homem, quando Ele voltar à Terra. a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 3:13) Fugireis pelo vale dos meus montes, porque o vale dos montes chegará até Azal; sim, fugireis como fugistes do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá; então, virá o SENHOR, meu Deus, e todos os santos, com ele. (Zac. 14:5) Disse, pois: O SENHOR veio do Sinai e lhes alvoreceu de Seir, resplandeceu desde o monte Parã; e veio das miríades de santos; à sua direita, havia para eles o fogo da lei. (Deut. 33:2) Um rio de fogo manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam, e miríades de miríades estavam diante dele; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros. (Dan. 7:10) Sexta Ano Bíblico: Jr 1–3 Estudo adicional A chegada de Silas e Timóteo, vindos da Macedônia enquanto Paulo se encontrava em Corinto, alegrou muito o apóstolo. Trouxeram-lhe ‘boas notícias’ da ‘fé’ e ‘amor’ dos que haviam aceitado a verdade durante a primeira visita dos mensageiros evangélicos a Tessalônica. O coração de Paulo se comoveu com a mais terna simpatia para com esses crentes que, em meio às provações e adversidades, se haviam mantido fiéis a Deus” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 255). “O coração daquele que recebe a graça de Deus transborda de amor a Deus e àqueles por quem Cristo morreu. O eu não luta por nenhum reconhecimento. Não ama os outros porque o amam e o agradam, por apreciarem seus méritos, mas por serem propriedade adquirida de Cristo. Se seus motivos, palavras ou atos são malcompreendidos ou mal- interpretados, não se ofende mas prossegue na idêntica maneira de proceder. É bondoso e ponderado, humilde no conceito próprio; contudo é cheio de esperança, sempre confiante na graça e no amor de Deus” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 101, 102). Perguntas para reflexão 1. Ellen White usou a expressão “pessoas por quem Cristo morreu”. Essa expressão deve ser aplicada a todos os seres humanos na Terra ou apenas aos crentes em Cristo? Se Cristo realmente morreu por todos, por que nem todos são salvos? 2. Qual é a importância do relacionamento anterior quando se trata de aconselhar ou criticar um companheiro cristão? O que podemos aprender sobre isso com o exemplo de Paulo na lição desta semana? Como isso pode nos ajudar em nosso ministério em favor dos outros? 3. O amor e preocupação de Paulo pelos crentes de Tessalônica eram muito evidentes. O amor abranda o coração e torna as pessoas abertas à graça de Deus. Como podemos aprender a amar os outros mais intensamente? Resumo: Em 1 Tessalonicenses 2:13–3:13, Paulo descreveu os acontecimentos e as emoções do período entre o momento em que ele foi forçado a deixar Tessalônica e a chegada de Timóteo a Corinto com notícias sobre a igreja. A ênfase central do capítulo é a profunda ligação de Paulo com os crentes de Tessalônica. Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes. Tanto é assim, irmãos, que vos tornastes imitadores das igrejas de Deus existentes na Judéia em Cristo Jesus; porque também padecestes, da parte dos vossos patrícios, as mesmas coisas que eles, por sua vez, sofreram dos judeus, os quais não somente mataram o Senhor Jesus e os profetas, como também nos perseguiram, e não agradam a Deus, e são adversários de todos os homens, a ponto de nos impedirem de falar aos gentios para que estes sejam salvos, a fim de irem enchendo sempre a medida de seus pecados. A ira, porém, sobreveio contra eles, definitivamente. Ora, nós, irmãos, orfanados, por breve tempo, de vossa presença, não, porém, do coração, com tanto mais empenho diligenciamos, com grande desejo, ir ver-vos pessoalmente. Por isso, quisemos ir até vós (pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas); contudo, Satanás nos barrou o caminho. Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós? Sim, vós sois realmente a nossa glória e a nossa alegria! Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas; e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos, a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto; pois, quando ainda estávamos convosco, predissemos que íamos ser afligidos, o que, de fato, aconteceu e é do vosso conhecimento. Foi por isso que, já não me sendo possível continuar esperando, mandei indagar o estado da vossa fé, temendo que o Tentador vos provasse, e se tornasse inútil o nosso labor. Agora, porém, com o regresso de Timóteo, vindo do vosso meio, trazendo- nos boas notícias da vossa fé e do vosso amor, e, ainda, de que sempre guardais grata lembrança de nós, desejando muito ver-nos, como, aliás, também nós a vós outros, sim, irmãos, por isso, fomos consolados acerca de vós, pela vossa fé, apesar de todas as nossas privações e tribulação, porque, agora, vivemos, se é que estais firmados no Senhor. Pois que ações de graças podemos tributar a Deus no tocante a vós outros, por toda a alegria com que nos regozijamos por vossa causa, diante do nosso Deus, orando noite e dia, com máximo empenho, para vos ver pessoalmente e reparar as deficiências da vossa fé? Ora, o nosso mesmo Deus e Pai, e Jesus, nosso Senhor, dirijam-nos o caminho até vós, e o Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 7. Senhor vos faça crescer e aumentar no amor uns para com os outros e para com todos, como também nós para convosco, a fim de que seja o vosso coração confirmado em santidade, isento de culpa, na presença de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus, com todos os seus santos. (1 Ts 2:13-3:13) Respostas sugestivas: 1: O exemplo dos cristãos da Judeia e de Tessalônica, que foram perseguidos por seus compatriotas, mas continuaram evangelizando; devemos perdoar e esperar a ação da ira divina. 2: Ele amava os irmãos; os tessalonicenses eram sua esperança, alegria e glória; Satanás impediu o caminho do apóstolo; os líderes devem lutar para estar perto da igreja amada; essa união não é do interesse do inimigo. 3: O contexto do conflito entre Deus e o tentador, que aflige, persegue e mata os cristãos. 4: As boas notícias sobre a fé e o amor dos irmãos, bem como sua firmeza no Senhor; e também o desejo deles de rever os apóstolos. 5: Gratidão pela alegria fundamentada na experiência dos irmãos e o desejo de vê-los pessoalmente, para reparar as deficiências espirituais deles. 6: Pediu que Deus o dirigisse até os tessalonicenses e que os fizesse crescer no amor, para que o coração deles fosse confirmado em santidade e isento de culpa na vinda de Jesus. Resumo da Lição 6 – Amigos para sempre (1Ts 2:13–3:13) Texto-chave: 1 Tessalonicenses 2:13–3:13 O aluno deverá... Saber: Que a genuína fé em Cristo produz relacionamentos afetivos e eternos entre os crentes. Sentir: O encorajamento e apoio que se surgem dos relacionamentos espirituais estreitos. Fazer: Decidir ter mais determinação em investir tempo na construção de relacionamentos com os irmãos na fé. Esboço I. Saber: Chamados para a comunidade A. O plano de Deus para redimir o mundo sempre foi acompanhado de um convite para que aqueles que desejassem segui-LO se tornassem parte de Sua comunidade de crentes, não importando se essa comunidade fosse a família de Abraão, a nação de Israel ou a igreja. O que isso mostra sobre a importância que Deus dá à comunidade dos irmãos? B. O apóstolo Paulo se refere várias vezes à igreja como o "corpo de Cristo" (Rm 12:3-8; 1Co 12:12-31; Ef 4:1-16). O que essa metáfora, ou comparação, revela sobre o tipo de relacionamentos que os crentes devem compartilhar? II. Sentir: A necessidade de comunidade A. Que exemplos você vê na natureza, na cultura ou no mundo em geral, que indicam que a vida é melhor quando nos relacionamos com os outros? B. Quais são as bênçãos de viver em uma comunidade sem obstáculos? Por outro lado, que problemas experimentamos quando a comunidade é desunida? III. Fazer: Construindo a comunidade A. Os relacionamentos em sua igreja são fortes? O que você poderia fazer para fortalecer esses relacionamentos? Resumo: Para que o cristianismo viva à altura do potencial dado por Deus, deve haver genuína e amorosa comunidade entre irmãos. Ciclo do aprendizado Motivação Conceito-chave para o crescimento espiritual: A preocupação de Paulo com o bem-estar espiritual dos crentes em Tessalônica ilustra os laços de companheirismo e estreita amizade que unem a vida dos seguidores de Deus. Só para o professor: Na lição desta semana, consideramos histórias e metáforas na Bíblia que destacam a importância que Deus atribui ao desenvolvimento das comunidades de fé, definidas não apenas pela comunhão com Deus, mas também pela estreita comunhão e amizade entre Seus seguidores. Entre 1955 e 1965, um psicólogo americano chamado Harry Harlow realizou uma série de testes de isolamento social em filhotes de macacos pelo período de até um ano. Os macacos foram separados de suas mães ao nascer e foram impedidos de desenvolver outros relacionamentos. Os macacos foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo experimentou um isolamento parcial, crescendo em gaiolas individuais de arame. O segundo grupo, porém, experimentou isolamento total de qualquer outro ser vivo. Em seguida, em vários momentos, alguns dos macacos em teste foram apresentados a outros macacos. Os resultados dos testes foram chocantes. Embora nenhum macaco tenha morrido durante o isolamento, cada um deles desenvolveu graves problemas psicológicos devido à falta de socialização. Quando os macacos foram colocados em sociedade, eles frequentemente experimentaram choque emocional, caracterizado por comportamentos como autoagressão, agitar o corpo de um lado para outro e a incapacidade de formar relações sociais normais. Para alguns, o choque foi tão esmagador que eles se recusaram a comer e acabaram morrendo. O relatório da autópsia especificou como causa da morte a anorexia emocional. Dependendo da extensão de seu isolamento, alguns macacos experimentaram uma recuperação limitada, com uma exceção: os testes determinaram que doze meses de isolamento praticamente eliminaram qualquer chance de recuperação social (Harry F. Harlow et al., “Total Social Isolation in Monkeys”, Proceedings of the National Academy of Sciences [“Isolamento Social Total em Macacos”, Anais da Academia Nacional de Ciências], 54.1; 1965, p. 90, 92, 94). Embora os testes realizados pelo Dr. Harlow sejam certamente inquietantes, os resultados não devem ser tão surpreendentes. A história da criação deixa claro que Deus colocou em todas as Suas criaturas – seres humanos, aves e animais – a necessidade de relacionamento e comunhão de uns com os outros. Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 8. Pense nisto: Depois de criar Adão, Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18). Por que os relacionamentos são tão importantes? Por que não era bom que Adão estivesse sozinho? Compreensão Comentário Bíblico I. O destruidor da comunidade (Recapitule com a classe 1Ts 2:17-20.) Segundo Lucas, o ministério de Paulo em Tessalônica teve um fim abrupto quando as acusações de um grupo de judeus furiosos incitaram as autoridades locais a expulsar Paulo de Tessalônica. Em sua carta aos Tessalonicenses, Paulo se refere a esse evento, mas ele o encara de uma perspectiva diferente. A origem do problema que estava impedindo o retorno de Paulo a Tessalônica não era uma lei da cidade ou um grupo de judeus enfurecidos. Não, segundo Paulo, o problema foi devido às obras de Satanás. Ele era a fonte principal por trás de todos esses eventos. Embora Paulo se refira a Satanás apenas algumas vezes em suas cartas, sua referência aqui é importante porque aponta para o grande conflito que está sendo travado nos bastidores da história da Terra. Em particular, vemos aqui os esforços de Satanás para impedir a vida em comunidade entre os seguidores de Deus. Desde a criação dos seres humanos, Satanás tem planejado e conspirado para arruinar o plano de Deus de que Seu povo vivesse em uma comunidade unida e sem obstáculos para com Ele e para com os semelhantes. Ele teve sucesso no início colocando Adão e Eva contra Deus e contra o outro. E desde aquele fatídico dia no Éden, Satanás tem procurado minar o plano de Deus de restaurar os relacionamentos quebrados. Visto que Satanás sabe que, quando os seguidores de Deus se unem há um tremendo poder para o bem, não deve ser nenhuma surpresa que Satanás trabalhe arduamente para causar separação, divisão, alienação e hostilidade entre o povo de Deus. Claro, Satanás não deve receber toda a culpa por isso. Desde que o pecado afeta toda a humanidade, muitas vezes estamos dispostos a promover os planos do maligno mesmo sem o seu impulso. Pense nisto: Que histórias bíblicas destacam a tentativa incansável de Satanás para minar e destruir os relacionamentos entre os seguidores de Deus? Nessas histórias, como a graça de Deus atua para reparar e curar o que está quebrado? II. O desejo de companheirismo (Recapitule com a classe 1Ts 3:1-13.) Você já se sentiu isolado e sozinho no meio de um grupo de pessoas que você não conhecia ou no qual não se sentia confortável, e desejou ter pelo menos um grande amigo para lhe fazer companhia? Parece que o apóstolo Paulo se sentiu assim em Atenas, depois de decidir enviar Timóteo de volta a Tessalônica para verificar como estavam os novos conversos. Embora seja difícil relacionar todos os eventos de Atos com os de 1 Tessalonicenses, parece que, quando Timóteo partiu para Tessalônica, Silas ainda não havia se encontrado com Paulo. Esse encontro não ocorreria até que Paulo chegasse a Corinto algum tempo depois (At 17:15; 18:5). Isso significa que Paulo mais uma vez estava sozinho em uma cidade idólatra, privado de qualquer companhia cristã, uma situação da qual ele particularmente não apreciava ( At 17:16). Por mais desconfortável que fosse essa situação para Paulo, ele estava disposto a fazer um sacrifício, desejando ouvir notícias sobre seus amigos de Tessalônica. Paulo queria que Timóteo fizesse três coisas por ele, três coisas que, aliás, deveriam ocorrer em todo relacionamento cristão. Primeiro, Paulo queria que Timóteo confirmasse e exortasse (1Ts 3:2) os tessalonicenses em sua fé. A palavra traduzida porconfirmar significa "tornar firme” ou “sustentar”. A palavra exortar significa literalmente encorajar uma pessoa, caminhando ao lado dela para apoiá-la. Uma vez que Paulo não podia viajar para Tessalônica, ele queria que Timóteo fizesse o que ele mesmo gostaria desesperadamente de fazer. Ele queria que Timóteo falasse palavras de encorajamento e apoio que ajudassem os novos crentes a se manter na fé em Jesus durante os tempos difíceis que enfrentavam. Mais do que isso, Paulo também queria que Timóteo verificasse detalhes pessoais sobre a situação deles. O que havia acontecido na ausência de Paulo? Eles estavam conseguindo resistir? Como eles estavam lidando com as tentações? Fortalecer, apoiar e se preocupar com as experiências de vida dos outros: esses são três dos blocos fundamentais para construir os relacionamentos que Deus deseja que Seus seguidores experimentem. Pense nisto: As relações fortes e encorajadoras entre os crentes fazem parte do plano de Deus para vencer o poder do pecado no mundo e em nossa vida. O que torna esses relacionamentos tão poderosos? Aplicação Perguntas para reflexão 1. Que exemplos bíblicos ilustram os relacionamentos espirituais duradouros que Deus deseja que Seu povo experimente? 2. O que podemos aprender sobre os relacionamentos experimentados por Paulo a partir das saudações pessoais e dos nomes de indivíduos no capítulo 16 de Romanos? Enquanto examina essa lista, observe o quanto puder o gênero, etnia e ocupação de cada indivíduo listado. 3. Com base nos comentários de Paulo em 1 Tessalonicenses 3:11-13, qual deve ser o objetivo final dos relacionamentos entre os crentes? Perguntas de aplicação 1. Embora Paulo tenha passado grande parte de sua vida na estrada, as listas de nomes de pessoas espalhadas ao longo de suas cartas indicam que ele tinha uma estreito relacionamento pessoal com todos os tipos de pessoas. Quantas pessoas você "realmente" conhece em sua igreja? O que você pode fazer para conhecer melhor as pessoas? 2. O comentário de Paulo em 1 Tessalonicenses 3:10 indica que a oração pelos nossos amigos é outro elemento essencial no tipo de relacionamento que Deus deseja que tenhamos com os irmãos. Por quem você está orando na sua igreja? A oração tem aumentado sua fé, bem como a fé e a vida espiritual das pessoas por quem você ora? Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com
  • 9. 3. O que você poderia fazer em sua igreja para incentivar o desenvolvimento de fortes relacionamentos cristãos entre os membros da igreja? Criatividade Atividade: Compartilhe com a classe a seguinte parte do famoso poema escrito por John Donne (1572-1631), intitulado "Nenhum Homem é uma Ilha". Depois de ler o poema, pergunte à classe o que o poema diz sobre vida, morte e comunidade. Com base na lição desta semana, o autor vai longe demais no que ele afirma, ou a sua perspectiva está no caminho certo? "A Igreja é… universal, e assim são todas as suas ações. Tudo o que ela faz pertence a todos. Quando uma criança é batizada, essa ação diz respeito a mim, pois essa criança se torna ligada ao mesmo corpo do qual sou membro, enxertada no corpo do qual Cristo é a cabeça. E quando a igreja sepulta um homem, essa ação também diz respeito a mim: toda a humanidade provém de um autor, e forma uma única obra… Nenhum homem é uma ilha; completa em si mesma. Todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra. Se um torrão é arrastado pelo mar, a Europa fica diminuída, como se uma península fosse levada. Como se fosse a propriedade de teu amigo ou a tua própria: a morte de qualquer homem me torna reduzido, porque faço parte da humanidade. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti” (John Donne, Devotions Upon Emergent Occasions [Devoções em Ocasiões Emergentes]; Ann Arbor Paperbacks: The University of Michigan Press, 1959, p. 107-109). Pedidos, Dúvidas, Críticas, Sugestões: Gerson G. Ramos. e-mail: ramos@advir.com