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Lei de Causa e Efeito
Pela doutrina, Deus é a inteligência suprema, a causa primária
de todas as coisas.
Ele é o criador do Universo e basta olhar as obras de sua
criação para entender que nada acontece por acaso.
Tudo tem causa e efeito.
“Deus é eterno, imutável, imaterial, único,
todo-poderoso, soberanamente justo e bom.
Criou o Universo, que compreende todos os
seres animados e inanimados, materiais e
imateriais”
Pela Lei de Causa e Efeito , cada criatura, perante a
Providência Divina, controla uma conta própria com débitos e
haveres contabilizados. Seremos responsáveis por todas as
atitudes infelizes perante o nosso semelhante, assim como
seremos credores por todo bem que dispensarmos.
Existe uma rota a qual todos temos que percorrer e Deus
estabeleceu por meio das suas leis avisar nos que
desviamos desse caminho.
Leis a nos alertar sobre os desvios.
Segundo ela, para toda causa existe um efeito.
Ou seja, toda ação gera uma reação.
964 LE – Atua de maneira mais sabia, uma vez violadas
alentam os indivíduos de seu desvio e a necessidade de se
reajustar. Não pune e sim tem o propósito de aperfeiçoar.
• “A cada um será dado segundo as suas obras...” nos
alerta Jesus. Se o tempo é patrimônio comum para todos o
uso bom ou mal que dele fizermos é problema particular de
cada um.
• Jamais percamos a visão da meta superior a que nos
destinamos e, com Jesus, empenhemos nos no culto do
Amor vivo, criando a felicidade para com todas as criaturas,
porque esta mesma felicidade retornará a nós mesmos,
como consequência do nosso esforço cristão.
Para os fatalistas tudo está determinado, estipulado, não se
pode alterar nada.
Para os deterministas as circunstâncias determinaram os
fatos, excluem o acaso e o livre arbítrio.
Nós somos co-criadores de nossa vida dependem de nossa
condição a melhorar ou piorar. Onde entrar a Vontade e o
livre-arbítrio.
Jesus nos trouxe a justiça divina: “Fazei aos homens o que
gostaríeis que eles vos fizessem, pois é nisto que
consistem a lei e os profetas.”
Kardec, em O Livro dos Espíritos, faz as seguintes perguntas
aos Espíritos:
Tem o homem o livre-arbítrio de seus atos?
Resposta: “Pois que tem a liberdade de pensar, tem
igualmente a de obrar. Sem o livre-arbítrio, o homem seria
máquina.”
Do livre-arbítrio goza o homem desde o seu nascimento?
Resposta: “Há liberdade de agir, desde que haja vontade de
fazê-lo. Nas primeiras fases da vida, quase nula é a liberdade,
que se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento
das faculdades. Estando seus pensamentos em concordância
com o que a sua idade reclama, a criança aplica o seu livre-
arbítrio àquilo que lhe é necessário.”
Assim, a lei de causa e efeito aplica o livre-arbítrio.
O homem é livre para fazer suas escolhas e, dessa forma, é
responsável pelas consequências delas.
Tudo que pensamos, dizemos e fazemos tem forma e se
fotografa em nosso campo de energia que ficam
reverberando em nosso campo energético. Até que eu
mude essa forma através de formas e atitudes de energias
boas.
Reencarnação como ferramenta.
Dores atuais não corresponde a causas atuais e sim estão
embasadas em vidas passadas
Evangelho cap. V - Bem aventurados os aflitos.
Arrependimento – expiação – reparação/corrigir -
compensação
Reconhecimento - aceitação – desapego – ação no amor
Livre-arbítrio livre ação de aprender, absorver,
conscientizar
Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a
Lei!
Allan Kardec
Deus sempre nos concede condições de reiniciarmos com
condições de possibilidades, somente Quando nos
recusamos a mudança por outra perspectiva é que a dor
aparece como a grande reparadora de nossas vidas.
A prestação de serviço gera o amor que cobre a multidão
de desatinos.
Não esperemos o reconhecimento daqueles a qual
ajudamos, porque nem sempre a reação vem da mesma
pessoa, mas por outros, pela vida e pelas coisas que
acontecem conosco.
“A vida de alguma maneira cobra aquela reparação. Em um
dado momento, aquilo que subtraímos de alguém, a vida
irá subtrair de nós. É a típica lei de ação e reação ou de
Causa e Efeito”.
“Em resumo, causa e efeito: eu fico irritado por algo que o outro
me fez, e sem afetá-lo eu fico com raiva e dou um murro na
parede, até esmurrar eu sou livre para escolher, depois que eu
golpeio dois dedos da minha mão sofrem fraturas nada mais eu
posso fazer. Terei que passar pelos efeitos naturais que a vida
me oferece, ou seja, a recuperação não sou eu quem
determino, eu passo a responder pela reação da vida.
Isso é a lei de causa e efeito, eu escolho, depois sou obrigado
a assumir”,
“Isso pode ocorrer em funções de experiências anteriores em
que nós não soubemos aproveitar como lição, então dentro de
nós, no inconsciente, existe aquela lacuna que deve ser
aprendida, alterada, modificada. A vida lança experiências para
que possamos lutar, aprender e expressão motivações de
transformações”.
“O contexto da coletividade nós vemos, por exemplo, hoje a
questão do prejuízos em diversos setores: segurança, saúde
pública, economia, tudo isso representa experiências coletivas
que necessitam paciência, fraternidade, aprimoramente para
que nós possamos de alguma maneira ajudar os outros. O
problema é que nós não sabemos nos amar, nos ajudar.
Então, Deus permite que aconteça certas limitações, certos
freios, para que nós aprendemos na escassez ajudar o
próximo”.
A causa vem de nós, e o efeito vem deles, mas no momento
em que eles provocam aquele efeito passam a gerar uma
causa para si, e isso, vira uma bola de neve”.
Ex.:
Essa mesma lei, permite a atenuação de nossas faltas
quando realizamos a nossa transformação moral,
eliminando antigos vícios e vivenciando os postulados
cristãos. A atitude cristã, consegue desintegrar as energias
negativas que existem em nossa alma causadas pelas
iniquidades realizadas no passado. Esse mecanismo de
ação e reação acontece sem a necessidade de fiscalização
por parte do mundo espiritual, pois as reencarnações e as
desencarnações, de modo geral, obedecem simplesmente
à lei de causa e efeito. Há princípios biogenéticos
orientando o mundo das formas vivas ao ensejo do
renascimento físico (Obreiros da vida eterna, cap. XI, André
Luiz e Chico Xavier). Somente as grandes dores, os
acontecimentos importantes, capazes de influenciar na
nossa evolução moral, são previstos (Livro dos Espíritos,
questão 859-a, Allan Kardec). É o caso da morte, quando
somos submetidos, de uma maneira absoluta, à inevitável
lei da fatalidade, porque não podemos fugir ao decreto que
fixa o termo de nossa existência, nem ao gênero de morte
que deve interromper o curso da vida (Allan Kardec, op.
cit., questão 872). O espírito Luís IX (guia espiritual da
França), em resposta às várias perguntas estabelecidas
por Allan Kardec (Revista Espírita, março de 1858), sobre
morte acidentais, esclarece que antes de encarnar-se, o
espírito tem conhecimento de todas as fases de sua
existência; quando estas fases têm um caráter
fundamental, conserva ele uma espécie de impressão em
seu foro íntimo, e tal impressão, despertando quando o
momento se aproxima, torna-se pressentimento. É o
instinto de seu destino que o conduz à experiência
necessária. Essa compreensão da justiça divina, em que
Deus é amor e não pune a nenhum de seus filhos,
corrigindo-nos como um Pai zeloso e oferecendo inúmeras
oportunidades de remissão de nossas faltas, além de nos
consolar frente aos desafios inerentes ao processo
evolutivo, serve de incentivo para superarmos as nossas
limitações morais e seguirmos os ensinamentos de Jesus.