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jovens com o tema semelhante, com intuito de
aumentar os subsídios para sua lição de adultos do
próximo domingo.
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VOCÊ OU POR INTERNET ESTE LIVRO PARA SUBSIDIAR SUAS LIÇÕES
DESTE TRIMESTRE: “JUSTIÇA E GRAÇA: um estudo da doutrina da
salvação na Carta aos ROMANOS”.
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Ao acessar o blog aproveite para assistir o vídeo com
comentários referente a este arquivo de slides.
OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
1. CONCEITUAR o que é a doutrina da
justificação pela fé;
2. CONSCIENTIZAR-SE de que a Lei e nem
obras meritórias são suficientes para a
justificação;
3. EXPLICAR o porquê Paulo utilizou a figura
de Abraão para esclarecer a doutrina da
justificação pela fé;
4. APLICAR o conteúdo aprendido à sua vida
pessoal.
INTERAÇÃO
• Chegamos ao ponto central da Epístola aos Romanos, a
apresentação da DJF, já indicada em Romanos 1.17.
• Até este momento, Paulo teve o cuidado para demonstrar que o
judeu e o gentio estavam em situação de igualdade. Ele
conscientizou seus destinatários da dependência de uma
alternativa para salvação, de outra forma, estariam condenados.
• No auge da expectativa, apresenta a solução, a salvação somente
é possível por meio do sacrifício de Cristo. Qual o preço então?
• Paulo afirma que o ser humano precisa apenas ter fé e aceitar o
pagamento de sua dívida por Cristo.
• Para comprovar aos judeus, utiliza o maior argumento deles, a
figura de Abraão. Ele era utilizado pelos judeus como modelo da
justificação pelas obras, mas, com base em Gn 15.6, Paulo
demonstra que Abraão não foi justificado pelas obras, mas pela
fé, antes da circuncisão e da lei.
• Com isso, o apresenta como pai de todo aquele que crê como ele,
no Deus do impossível e com poder para ressuscitar (Hb 11.18).
ORIENTAÇÃO
PEDAGÓGICA
JURI SIMULADO.
• Dedicar pelo menos uns 25 minutos de sua aula.
• Os alunos devem ler a parábola do fariseu e do publicano
que se encontra em Lucas 18.9-14.
• Divida a turma em dois grupos, um grupo para defender
os argumentos do fariseu e o outro para defender os
argumentos do publicano.
• Dê uns 5 minutos para os grupos se organizarem e
definirem um representante de cada grupo para defender
(advogado) seu personagem escolhido (fariseu ou
publicano) diante do juiz, que será você professor(a). Dê
oportunidade para cada grupo argumentar e depois
contra-argumentar.
• No final, dê o veredito final, conforme registrado em
Lucas 18.9-14. Aproveite para explorar os conceitos da
doutrina da justificação pela fé.
INTRODUÇÃO
• Nesta lição iremos estudar sobre a doutrina da
justificação pela fé, que foi o grande
fundamento teológico utilizado pelo Lutero na
Reforma Protestante.
• Para nivelar os conhecimentos, de início será:
– a) apresentado os principais conceitos da doutrina da
justificação pela fé;
– b) ratificado a insuficiência da circuncisão e da lei para a
justificação; e
– c) apresentada a figura utilizada por Paulo para explicação
didática da doutrina da justificação pela fé (Abraão).
• Esta lição é muito importante para entender a
Carta aos Romanos.
I – A DOUTRINA DA
JUSTIFICAÇÃO PELA
FÉ (RM 3.21-26)
O que é a doutrina da justificação pela fé?
• A DJF é o cerne da teologia paulina, utilizada
especialmente quando em confronto direto com o
ensino judaico.
• Paulo contra argumenta que basta ao ser humano ter
fé na eficácia do sacrifício de Cristo na cruz para Deus
o declarar justo.
• Paulo adverte os gálatas por desprezar este sacrifício
e misturar a justificação com a santificação, confiando
nas obras de justiça (Gl 1.6,9).
• Quem procura estabelecer sua própria justiça ou
mistura a fé com as obras não alcança a justificação.
• A DJF é o princípio fundamental da reforma.
O aspecto forense da doutrina da justificação
pela fé
• O termo forense = sistema e práticas judiciais .
• No que se refere à justificação pela fé, tem a ver com
o conceito de declaração judicial e envolve não um
tribunal comum, mas o supremo tribunal de Deus.
• Imputação da justiça de Cristo = cerne da justificação
forense. Imagine o ser humano diante do tribunal do
Criador!
• Para Lutero, quem é justificado é “ao mesmo tempo
justo e pecador”.
• A graça tem como centro a cruz de Cristo para onde
tudo se converge e os justificados são perfeitamente
reconciliados.
Jesus e a doutrina da justificação pela fé
• A doutrina da justificação pela fé está presente na
mensagem propagada por Jesus e prática de vida.
• Paulo, que não andou junto com Jesus, demonstra
que compreendeu melhor do qualquer outro
personagem do NT, a mensagem de Jesus.
• Um dos exemplos clássicos é o relato de Jesus e o
ladrão que estava ao seu lado na cruz (Lc 23.43).
• Outro exemplo é a parábola do fariseu e do
samaritano (Lc 18.9-14), que será analisada no
próximo tópico.
II – A INSUFICIÊNCIA
DA LEI E OBRAS PARA
A JUSTIFICAÇÃO (RM
3.27-31; LC 18.9-14)
A justiça do homem é como trapo de imundícia
(v.27-30)
• A justiça inerente do ser humano é insuficiente para a
justificação, considerada como trapos imundícia (Is
64.6; Fp 3.8-9)
• Por isso, se faz necessária uma justiça superior que
está fora do ser humano e que lhe seja atribuída.
• Essa justificação traz como efeito o perdão, a paz com
Deus e a certeza da salvação.
• As boas obras não é a base, mas consequência da
justificação.
• Antes da justificação, Deus é um juiz “irado” que exige
justiça. Após a justificação, inocenta e trata o pecador
como filho.
A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18.9-14).
• Os fariseus observavam os mais rigorosos padrões
legalistas (jejuns, orações, esmolas e outros rituais
que excediam a leis cerimoniais mosaicas).
• O ensino de Jesus chocou seus ouvintes.
• O publicano reconhecia que sua dívida era muito alta
e não tinha condições de pagá-la – roga pela
misericórdia de Deus. Não tentou justificar com obras.
• Por outro lado, o fariseu demonstrou arrogância,
confiando que os jejuns realizados, dízimos e outras
obras consideradas justas, o justificaria diante de
Deus.
A justificação pela fé e a santificação (v. 31).
• O apóstolo tem o cuidado para não ser entendido
como um libertino, sem regras e disciplina.
• A justificação, como já vimos, é imediata, instantânea.
No entanto, uma vez justificado o crente deve manter
sua vida de comunhão e santificação.
• Alguns críticos da Bíblia afirmam que Paulo contradiz
com Tiago, porque este assegura que a fé é
comprovada pelas obras. È um equívoco!
• Enquanto, Paulo fala da justificação (instantânea),
Tiago está falando da santificação (progressiva).
III – ABRAÃO COMO
EXEMPLO DIDÁTICO DA
JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ
(RM 4.1-25)
• Como poderia um judeu com a crença milenar de
que pertencia ao povo escolhido diretamente por
Deus e com direito exclusivo de justificação aceitar a
doutrina da justificação pela fé?
• Paulo precisava buscar no AT um exemplo para
demonstrar que a doutrina da justificação que ele
ensinava não era nenhuma novidade, mas estava
presente na mesma escritura que era venerada pelos
judeus.
• O apóstolo Paulo coloca Abraão acima de todas as
figuras dominantes para o povo judeu e dedica todo
o capítulo quatro para demonstrar que ele é uma
figura adequada para explicar a DJF.
A justificação de Abraão não foi por obras
meritórias, mas um presente divino (v. 1-8).
• Paulo não evita o campo escolhido pelos seus
adversários, ele refreia os judeus que se gloriavam por
serem filhos de Abraão.
• Cita Gn 15.6 para demonstrar que Abraão foi
justificado pela fé e não por qualquer obra efetuada.
• O que foi creditado na conta de Abraão não foi nada
nenhuma obra que ele havia feito, mas unicamente a
fé que ele demonstrou na Palavra de Deus.
• Ele é beneficiado pela imputação da justiça divina e
não pela imputação das transgressões cometidas.
• Um presente de Deus.
A justificação de Abraão não foi por meio da
circuncisão, nem da lei (v. 9-16).
• O período em que Abraão foi declarado justo pela sua
fé na palavra de Deus, conforme descrito em Gênesis
15.6, correspondia a uma época bem anterior à sua
circuncisão.
• Os v.13 a 16 trazem um novo elemento, a antítese
entre a lei e a promessa.
• Esclarece que a lei mosaica foi estabelecida depois da
promessa e justificação de Abraão pela fé (430 anos).
• Abraão foi justificado antes da circuncisão e do
estabelecimento da Lei. Portanto, não serem
requisitos necessários para a justificação.
O exemplo de Abraão demonstra que a justificação
é para todos e por meio de Cristo (v. 17-25).
• Paulo preparou todas as explicações anteriores para
chegar a esse ponto, demonstrar que a justificação de
Abraão está relacionada com Jesus e com sua obra na
cruz.
• Abraão como pai da fé de todo aquele que crê em
Cristo e em sua ressurreição, não somente e
exclusivamente de uma nação (judaica).
• Abraão não foi justificado por obras meritórias, nem
por rituais externos, mas pela fé, inclusive na
ressurreição de seu filho Isaque, conforme Hb 11.18.
• Um protótipo da fé do verdadeiro cristianismo.
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
Nesta lição nos aprendemos que:
1) a justificação pela fé é uma doutrina bíblica
que acertadamente exclui a necessidade de
obras meritórias para a salvação do ser
humano, porém não abre possibilidade para o
antinomismo e precede a santificação.
2) O exemplo de Abraão demonstra, que nem
mesmo ele foi justificado pelas suas obras e
que a fé em Cristo e em sua obra é o único
meio de justificação do(a) pecador(a) e de
livramento da ira futura de Deus.
REFERÊNCIAS
BALL, Charles Fergunson. A vida e os tempos do apóstolo Paulo.
Rio de Janeiro: CPAD, 1998.
BARTH, Karl. Carta aos Romanos: Tradução e comentários
Lindolfo K. Anders. São Paulo: Novo Século, 2003.
BRUCE, F.F. Romanos: introdução e comentário. São Paulo:
Editora Vida Nova, 2004.
CABRAL, Elienai. Mordomia Cristã: aprenda como servir melhor a
Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
CABRAL, Elienai. Romanos: o evangelho da justiça de Deus. 7a
edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2003.
CALVINO, João. Romanos. 2a Edição. São Paulo: Edições
Parakletos, 2001.
GABY, Wagner Tadeu dos Santos. As doenças do Século. Rio de
Janeiro: CPAD, 2008.
GILBERTO, Antônio. O fruto do Espírito: a plenitude de Cristo na
vida do crente. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de Matthew Henry. Tradução:
Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2002 JEREMIAS, Joaquim.
A mensagem central do Novo Testamento. São Paulo: Editora
Academia Cristã, 2005
KASEMANN, Ernest. Perspectivas paulinas. 2a edição. São Paulo:
Teológica, 2003.
KÜMMEL, Werner Georg. Sintese teológica do Novo Testamento.
São Paulo: Teológica, 2003.
LOHSE, E. Contexto e Ambiente do Novo Testamento. 2ª ed. São
Paulo: Paulinas, 2004.
LUTERO, Martin. Comentarios de Martin Lutero: Romanos. Volumen
I. Traducción de Erich Sexauer. Barcelona: Editorial Clie, 1998.
MACARTHUR JR., John et all. Justificação pela fé somente: a marca
da vitalidade espiritual da igreja. São Paulo: Editora Cultura Cristã,
2005.
MOODY. Comentário bíblico Moody: Romanos à Apocalipse. V. 5.
São Paulo: Editora Batista Regular, 2001.
• MURRAY, John. Romanos: comentário bíblico fiel. São Paulo:
Editora Fiel, 2003.
• POHL, Adolf. Carta aos romanos. Curitiba: Editora Evangélica
Esperança, 1999.
• REGA, Lourenço Stelio e BERGMANN, Johannes. Noções do Grego
Bíblico: gramática fundamental. São Paulo: Editora Vida Nova,
2004.
• RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo
Testamento. Tradução de Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro:
CPAD, 2014.
• RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia: uma análise de
Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD,
2012.
• RIDDERBOS, Herman. A teologia do apóstolo Paulo: a obra
definitiva sobre o pensamento do apóstolo dos gentios. São
Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004.
• RONIS, Osvaldo. Geografia bíblica. 3a Edição. Rio de Janeiro:
SEGRAFE, 1978.
• SANDERS, E. P. Paulo, a lei e o povo judeu. São Paulo: Edições
Paulinas, 1990.
• SCHNELLE, Udo. A evolução do pensamento paulino. São
Paulo: Edições Loyola, 1999.
• STOTT, John. Romanos. São Paulo: ABU editora, 2000.
• SCHRAGE, Wolfgang. Ética do Novo Testamento. São Leopoldo:
Sinodal/IEPG, 1994.
• STUHLMACHER, Peter. Lei e graça em Paulo: uma reafirmação
da doutrina da justificação. São Paulo: Vida Nova, 2002.
• TRASK, Thomas E.; GOODALL, Waide I. Um retorno à Vida
Santificada. In: De volta para a Palavra: um chamado à
autoridade da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, P. 187-205.
• ZUCK, Roy B. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro:
CPAD, 2008.
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LBA LIÇÃO 3 - JUSTIFICAÇÃO, SOMENTE PELA FÉ EM JESUS CRISTO

  • 1.
  • 2. Atenção! A seguir será apresentada a lição comentei para os jovens com o tema semelhante, com intuito de aumentar os subsídios para sua lição de adultos do próximo domingo. No trimestre passado, este arquivo de slides elaborado para as lições bíblicas de jovens teve mais de 79.000 acessos.
  • 3.
  • 4. COMPRE NAS LIVRARIAS CPAD OU PARCEIRAS MAIS PRÓXIMA DE VOCÊ OU POR INTERNET ESTE LIVRO PARA SUBSIDIAR SUAS LIÇÕES DESTE TRIMESTRE: “JUSTIÇA E GRAÇA: um estudo da doutrina da salvação na Carta aos ROMANOS”.
  • 5. Pare! Antes de iniciar a lição, favor se inscrever no meu blog “www.natalinodasneves.blogspot.com.br” e nos canais do Youtube e Slideshare, que podem ser acessados pelo próprio blog. Ao acessar o blog aproveite para assistir o vídeo com comentários referente a este arquivo de slides.
  • 7. Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: 1. CONCEITUAR o que é a doutrina da justificação pela fé; 2. CONSCIENTIZAR-SE de que a Lei e nem obras meritórias são suficientes para a justificação; 3. EXPLICAR o porquê Paulo utilizou a figura de Abraão para esclarecer a doutrina da justificação pela fé; 4. APLICAR o conteúdo aprendido à sua vida pessoal.
  • 9. • Chegamos ao ponto central da Epístola aos Romanos, a apresentação da DJF, já indicada em Romanos 1.17. • Até este momento, Paulo teve o cuidado para demonstrar que o judeu e o gentio estavam em situação de igualdade. Ele conscientizou seus destinatários da dependência de uma alternativa para salvação, de outra forma, estariam condenados. • No auge da expectativa, apresenta a solução, a salvação somente é possível por meio do sacrifício de Cristo. Qual o preço então? • Paulo afirma que o ser humano precisa apenas ter fé e aceitar o pagamento de sua dívida por Cristo. • Para comprovar aos judeus, utiliza o maior argumento deles, a figura de Abraão. Ele era utilizado pelos judeus como modelo da justificação pelas obras, mas, com base em Gn 15.6, Paulo demonstra que Abraão não foi justificado pelas obras, mas pela fé, antes da circuncisão e da lei. • Com isso, o apresenta como pai de todo aquele que crê como ele, no Deus do impossível e com poder para ressuscitar (Hb 11.18).
  • 11. JURI SIMULADO. • Dedicar pelo menos uns 25 minutos de sua aula. • Os alunos devem ler a parábola do fariseu e do publicano que se encontra em Lucas 18.9-14. • Divida a turma em dois grupos, um grupo para defender os argumentos do fariseu e o outro para defender os argumentos do publicano. • Dê uns 5 minutos para os grupos se organizarem e definirem um representante de cada grupo para defender (advogado) seu personagem escolhido (fariseu ou publicano) diante do juiz, que será você professor(a). Dê oportunidade para cada grupo argumentar e depois contra-argumentar. • No final, dê o veredito final, conforme registrado em Lucas 18.9-14. Aproveite para explorar os conceitos da doutrina da justificação pela fé.
  • 13. • Nesta lição iremos estudar sobre a doutrina da justificação pela fé, que foi o grande fundamento teológico utilizado pelo Lutero na Reforma Protestante. • Para nivelar os conhecimentos, de início será: – a) apresentado os principais conceitos da doutrina da justificação pela fé; – b) ratificado a insuficiência da circuncisão e da lei para a justificação; e – c) apresentada a figura utilizada por Paulo para explicação didática da doutrina da justificação pela fé (Abraão). • Esta lição é muito importante para entender a Carta aos Romanos.
  • 14. I – A DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ (RM 3.21-26)
  • 15. O que é a doutrina da justificação pela fé? • A DJF é o cerne da teologia paulina, utilizada especialmente quando em confronto direto com o ensino judaico. • Paulo contra argumenta que basta ao ser humano ter fé na eficácia do sacrifício de Cristo na cruz para Deus o declarar justo. • Paulo adverte os gálatas por desprezar este sacrifício e misturar a justificação com a santificação, confiando nas obras de justiça (Gl 1.6,9). • Quem procura estabelecer sua própria justiça ou mistura a fé com as obras não alcança a justificação. • A DJF é o princípio fundamental da reforma.
  • 16. O aspecto forense da doutrina da justificação pela fé • O termo forense = sistema e práticas judiciais . • No que se refere à justificação pela fé, tem a ver com o conceito de declaração judicial e envolve não um tribunal comum, mas o supremo tribunal de Deus. • Imputação da justiça de Cristo = cerne da justificação forense. Imagine o ser humano diante do tribunal do Criador! • Para Lutero, quem é justificado é “ao mesmo tempo justo e pecador”. • A graça tem como centro a cruz de Cristo para onde tudo se converge e os justificados são perfeitamente reconciliados.
  • 17. Jesus e a doutrina da justificação pela fé • A doutrina da justificação pela fé está presente na mensagem propagada por Jesus e prática de vida. • Paulo, que não andou junto com Jesus, demonstra que compreendeu melhor do qualquer outro personagem do NT, a mensagem de Jesus. • Um dos exemplos clássicos é o relato de Jesus e o ladrão que estava ao seu lado na cruz (Lc 23.43). • Outro exemplo é a parábola do fariseu e do samaritano (Lc 18.9-14), que será analisada no próximo tópico.
  • 18. II – A INSUFICIÊNCIA DA LEI E OBRAS PARA A JUSTIFICAÇÃO (RM 3.27-31; LC 18.9-14)
  • 19. A justiça do homem é como trapo de imundícia (v.27-30) • A justiça inerente do ser humano é insuficiente para a justificação, considerada como trapos imundícia (Is 64.6; Fp 3.8-9) • Por isso, se faz necessária uma justiça superior que está fora do ser humano e que lhe seja atribuída. • Essa justificação traz como efeito o perdão, a paz com Deus e a certeza da salvação. • As boas obras não é a base, mas consequência da justificação. • Antes da justificação, Deus é um juiz “irado” que exige justiça. Após a justificação, inocenta e trata o pecador como filho.
  • 20. A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18.9-14). • Os fariseus observavam os mais rigorosos padrões legalistas (jejuns, orações, esmolas e outros rituais que excediam a leis cerimoniais mosaicas). • O ensino de Jesus chocou seus ouvintes. • O publicano reconhecia que sua dívida era muito alta e não tinha condições de pagá-la – roga pela misericórdia de Deus. Não tentou justificar com obras. • Por outro lado, o fariseu demonstrou arrogância, confiando que os jejuns realizados, dízimos e outras obras consideradas justas, o justificaria diante de Deus.
  • 21. A justificação pela fé e a santificação (v. 31). • O apóstolo tem o cuidado para não ser entendido como um libertino, sem regras e disciplina. • A justificação, como já vimos, é imediata, instantânea. No entanto, uma vez justificado o crente deve manter sua vida de comunhão e santificação. • Alguns críticos da Bíblia afirmam que Paulo contradiz com Tiago, porque este assegura que a fé é comprovada pelas obras. È um equívoco! • Enquanto, Paulo fala da justificação (instantânea), Tiago está falando da santificação (progressiva).
  • 22. III – ABRAÃO COMO EXEMPLO DIDÁTICO DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ (RM 4.1-25)
  • 23. • Como poderia um judeu com a crença milenar de que pertencia ao povo escolhido diretamente por Deus e com direito exclusivo de justificação aceitar a doutrina da justificação pela fé? • Paulo precisava buscar no AT um exemplo para demonstrar que a doutrina da justificação que ele ensinava não era nenhuma novidade, mas estava presente na mesma escritura que era venerada pelos judeus. • O apóstolo Paulo coloca Abraão acima de todas as figuras dominantes para o povo judeu e dedica todo o capítulo quatro para demonstrar que ele é uma figura adequada para explicar a DJF.
  • 24. A justificação de Abraão não foi por obras meritórias, mas um presente divino (v. 1-8). • Paulo não evita o campo escolhido pelos seus adversários, ele refreia os judeus que se gloriavam por serem filhos de Abraão. • Cita Gn 15.6 para demonstrar que Abraão foi justificado pela fé e não por qualquer obra efetuada. • O que foi creditado na conta de Abraão não foi nada nenhuma obra que ele havia feito, mas unicamente a fé que ele demonstrou na Palavra de Deus. • Ele é beneficiado pela imputação da justiça divina e não pela imputação das transgressões cometidas. • Um presente de Deus.
  • 25. A justificação de Abraão não foi por meio da circuncisão, nem da lei (v. 9-16). • O período em que Abraão foi declarado justo pela sua fé na palavra de Deus, conforme descrito em Gênesis 15.6, correspondia a uma época bem anterior à sua circuncisão. • Os v.13 a 16 trazem um novo elemento, a antítese entre a lei e a promessa. • Esclarece que a lei mosaica foi estabelecida depois da promessa e justificação de Abraão pela fé (430 anos). • Abraão foi justificado antes da circuncisão e do estabelecimento da Lei. Portanto, não serem requisitos necessários para a justificação.
  • 26. O exemplo de Abraão demonstra que a justificação é para todos e por meio de Cristo (v. 17-25). • Paulo preparou todas as explicações anteriores para chegar a esse ponto, demonstrar que a justificação de Abraão está relacionada com Jesus e com sua obra na cruz. • Abraão como pai da fé de todo aquele que crê em Cristo e em sua ressurreição, não somente e exclusivamente de uma nação (judaica). • Abraão não foi justificado por obras meritórias, nem por rituais externos, mas pela fé, inclusive na ressurreição de seu filho Isaque, conforme Hb 11.18. • Um protótipo da fé do verdadeiro cristianismo.
  • 28. Nesta lição nos aprendemos que: 1) a justificação pela fé é uma doutrina bíblica que acertadamente exclui a necessidade de obras meritórias para a salvação do ser humano, porém não abre possibilidade para o antinomismo e precede a santificação. 2) O exemplo de Abraão demonstra, que nem mesmo ele foi justificado pelas suas obras e que a fé em Cristo e em sua obra é o único meio de justificação do(a) pecador(a) e de livramento da ira futura de Deus.
  • 30. BALL, Charles Fergunson. A vida e os tempos do apóstolo Paulo. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. BARTH, Karl. Carta aos Romanos: Tradução e comentários Lindolfo K. Anders. São Paulo: Novo Século, 2003. BRUCE, F.F. Romanos: introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 2004. CABRAL, Elienai. Mordomia Cristã: aprenda como servir melhor a Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. CABRAL, Elienai. Romanos: o evangelho da justiça de Deus. 7a edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. CALVINO, João. Romanos. 2a Edição. São Paulo: Edições Parakletos, 2001. GABY, Wagner Tadeu dos Santos. As doenças do Século. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. GILBERTO, Antônio. O fruto do Espírito: a plenitude de Cristo na vida do crente. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
  • 31. HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de Matthew Henry. Tradução: Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2002 JEREMIAS, Joaquim. A mensagem central do Novo Testamento. São Paulo: Editora Academia Cristã, 2005 KASEMANN, Ernest. Perspectivas paulinas. 2a edição. São Paulo: Teológica, 2003. KÜMMEL, Werner Georg. Sintese teológica do Novo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003. LOHSE, E. Contexto e Ambiente do Novo Testamento. 2ª ed. São Paulo: Paulinas, 2004. LUTERO, Martin. Comentarios de Martin Lutero: Romanos. Volumen I. Traducción de Erich Sexauer. Barcelona: Editorial Clie, 1998. MACARTHUR JR., John et all. Justificação pela fé somente: a marca da vitalidade espiritual da igreja. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2005. MOODY. Comentário bíblico Moody: Romanos à Apocalipse. V. 5. São Paulo: Editora Batista Regular, 2001.
  • 32. • MURRAY, John. Romanos: comentário bíblico fiel. São Paulo: Editora Fiel, 2003. • POHL, Adolf. Carta aos romanos. Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 1999. • REGA, Lourenço Stelio e BERGMANN, Johannes. Noções do Grego Bíblico: gramática fundamental. São Paulo: Editora Vida Nova, 2004. • RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Tradução de Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. • RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. • RIDDERBOS, Herman. A teologia do apóstolo Paulo: a obra definitiva sobre o pensamento do apóstolo dos gentios. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004. • RONIS, Osvaldo. Geografia bíblica. 3a Edição. Rio de Janeiro: SEGRAFE, 1978.
  • 33. • SANDERS, E. P. Paulo, a lei e o povo judeu. São Paulo: Edições Paulinas, 1990. • SCHNELLE, Udo. A evolução do pensamento paulino. São Paulo: Edições Loyola, 1999. • STOTT, John. Romanos. São Paulo: ABU editora, 2000. • SCHRAGE, Wolfgang. Ética do Novo Testamento. São Leopoldo: Sinodal/IEPG, 1994. • STUHLMACHER, Peter. Lei e graça em Paulo: uma reafirmação da doutrina da justificação. São Paulo: Vida Nova, 2002. • TRASK, Thomas E.; GOODALL, Waide I. Um retorno à Vida Santificada. In: De volta para a Palavra: um chamado à autoridade da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, P. 187-205. • ZUCK, Roy B. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.
  • 34. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Contatos: natalino6612@gmail.com (41) 8409 8094