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Jornalismo
Especializado
Prof.: Ms. Laércio Torres de Góes
Jornalismo Científico
 Produção científica x Produção
jornalística
 Diferenças de linguagem e
finalidade
 Cientista: almeja um público
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Jornalismo Científico
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Jornalismo Científico
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Jornalismo Científico
 Não é só ciência e tecnologia.
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Relacionamento com as fontes
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imprensa.
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publicada.
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sociedade.
Relacionamento com as fontes
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comunidade acadêmica.
Relacionamento com as fontes
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questionamento.
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científicos:
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 Carta de Belo Horizonte (1992): Encontro
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Referências
OLIVEIRA, Fabíola de. Jornalismo
Científico. São Paulo: Contexto,
2007.

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Jornalismo científico

  • 2. Jornalismo Científico  Produção científica x Produção jornalística  Diferenças de linguagem e finalidade  Cientista: almeja um público específico, restrito e especializado.  Jornalista: almeja atingir o grande público.
  • 3. Jornalismo Científico  Texto científico: segue normas rígidas de padronização e normatização universais.  Texto jornalístico: coloquial, ameno, atraente, objetivo e simples.  Produção científica é resultado não raro de anos de investigação.  Produção jornalística é rápida e efêmera.
  • 4. Jornalismo Científico  Trabalho científico: normalmente encontra amplos espaços para publicação nas revistas especializadas, permitindo texto prolixo.  Texto jornalístico: limitado em espaços cada vez mais restritos, portanto, deve ser enxuto, sintético.  Ciência busca conhecer a realidade por meio do entendimento das coisas.  Jornalismo usa a informação científica para interpretar o conhecimento da realidade.
  • 5. Jornalismo Científico  Jornalismo científico requer:  Bom conhecimento de técnicas de redação;  Familiaridade com os procedimentos da pesquisa científica;  Conhecimentos de história da ciência, de política científica e tecnológica;  Atualização constante sobre os avanços da ciência;  Contato permanente com as fontes (comunidade científica).
  • 6. Jornalismo Científico  O uso e abuso de metalinguagem para aproximar o público leigo das informações científicas.  Uso de princípios do método científico em muito se assemelha à prática de bom jornalismo.  Definir tema (assunto), elaborar hipóteses (pauta), coletar dados (entrevistas com as fontes), testar hipóteses (checar as informações), priorizar os dados (hierarquia das informações), escrever o trabalho (matéria) e publicar.
  • 7. Jornalismo Científico  Não é só ciência e tecnologia.  Ferramenta de trabalho: ajuda a entender os fenômenos sociais e a interpretar as causas e consequências dos fatos de interesse jornalístico.  Euclides da Cunha: Os Sertões  Visão mais sistêmica e contextualizada dos fatos noticiosos.  Voz do especialista
  • 8. Relacionamento com as fontes  O jornalista não deve ter medo de perguntar e admitir que não sabe.  Visão estereotipada da ciência: buscar maior rigor quanto à validade.  Falta de abordagem mais criteriosa leva à publicação de informações equivocadas e à visão estereotipada da ciências.
  • 9. Relacionamento com as fontes  Tipos de cientistas:  Cientista torre de marfim: odeia falar com a imprensa.  Cientista São Tomé: quer ver a matéria antes de publicada.  Cientista socialite: quer aparecer a todo custo.  Cientista bom samaritano: desejo de transmitir ao público a importância de seu trabalho para a sociedade.
  • 10. Relacionamento com as fontes  Oficialismo excessivo das fontes (agências governamentais).  Ouvir os dois lados: fontes alternativas.  Checagem de informações (resultados de pesquisas).  Não divulgar nenhum fato científico sem antes vê-la publicada em períodico indexado e reconhecido pela comunidade acadêmica.
  • 11. Relacionamento com as fontes  Manter ligados o senso crítico e a capacidade de questionamento.  Cobertura de congressos e simpósios científicos:  Assistir as palestras, ler os anais com resumos ou trabalhos completos em linguagem científica.  Entrevistas com os pesquisadores.
  • 12. Relacionamento com as fontes  Instituições científicas – assessores de imprensa – pontos de apoio.  Divulgar ciência é acima de tudo ação política.  “Os interesses políticos e econômicos são imensos na área de C&T, assim a manipulação da informação é sempre um risco a ser considerado”.  Valorização do noticiário internacional em detrimento da cobertura nacional.
  • 13. Mercado de trabalho  Limitação da cobertura científica nos grandes jornais brasileiros.  Revistas especializadas: Superinteressante (Abril), Galileu (Globo) e Scientific American.
  • 14. Mercado de trabalho  TV: Canal Futura, TV Escola, Globo Ciência.  Trabalho nas assessorias de imprensa nas instituições de pesquisa. Ex.: Fapesp e Fapesb.
  • 15. Mercado de trabalho  Dificuldades:  Falta de cultura científica no país.  Interesse dos estudantes de jornalismo e das instituições de ensino.  Falta de investimento em publicações científicas.  A maioria das fontes não assimilou a importância da divulgação de seu trabalho ao grande público.
  • 16. Ética  Carta de Belo Horizonte (1992): Encontro Internacional de Imprensa, Meio Ambiente e Desenvolvimento (GreenPress):  Princípios para o jornalismo ambiental (científico):  Livre acesso a fontes de informação;  Divulgação da pluralidade de pontos de vista;  Comprometimento com a qualidade de vida do planeta.
  • 17. Referências OLIVEIRA, Fabíola de. Jornalismo Científico. São Paulo: Contexto, 2007.