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Jornal de Campanha SEMPRE PELA MAIA 02
02
Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013
WWW.MAIA2013.PT
A sede de campanha da coligação
«Sempre Pela Maia», sita na Rua
Padre António, junto à câmara mu-
nicipal, foi inaugurada oficialmente
no dia 30 de agosto, pelas 18h30,
perante centenas de apoiantes.
«Esta sede será o ponto de encon-
tro da nossa candidatura com os
maiatos. Esta sede será o local,
além das plataformas digitais, onde
as pessoas nos podem fazer chegar
as suas críticas e sugestões, porque
a opinião das pessoas para nós
conta e é essencial. Esta sede terá
sempre a sua porta aberta a quem
vier por bem e queira dar o seu
contributo para que Maia continue a
ser um concelho líder no panorama
nacional», disse Bragança Fernan-
des.
O presidente da Câmara Municipal
da Maia e recandidato ao cargo
lembrou o discurso efetuado no
momento da apresentação dos can-
didatos da coligação, a 30 de julho.
«Há um mês atrás referi que tínha-
mos pela frente muitas dificuldades,
fruto da conjuntura difícil que o
país está a atravessar. Não esperava
eu que a essas dificuldades ainda se
juntasse uma dificuldade inesper-
ada: a de um pedido de impugna-
ção à minha candidatura pelo
candidato do Partido Socialista». A
este respeito, o autarca afirmou que
não se deixa abalar, «bem pelo con-
trário. Estes ataques desprovidos e
sem nexo dão-me ainda mais força
e maior garra para continuar a tra-
balhar e conseguir, com o vosso
apoio, uma vitória mais expressiva
nas próximas eleições». António
Bragança Fernandes garantiu que
não entrará em «jogos pouco claros
que apenas pretendem confundir as
pessoas. Sempre fiz uma campanha
limpa e assim continuarei a fazer.
Sinto todos os dias que a popu-
lação da Maia está do nosso lado e
que reconhece no nosso trabalho
uma dinâmica ambiciosa e de
vitória».
O recandidato sublinhou também o
facto de ser «importantíssimo con-
tinuar o trabalho realizado até aqui
e fazer da Maia um concelho ainda
mais forte e mais dinâmico, através
de políticas humanistas e de grande
proximidade com as pessoas». Mas
advertiu que a proximidade «não se
consegue nos dois meses anteriores
às eleições», mas é fruto de «muito
trabalho, conhecendo bem a reali-
dade do concelho, as pessoas de
cada freguesia e as muitas que tra-
balham voluntariamente em prol
dos outros nas instituições sociais e
nas coletividades». E esse trabalho,
referiu, é feito «todos os dias».
«Fazemos um trabalho exigente,
com raízes e que está a dar frutos.
Todos os maiatos sabem quem eu
sou, sabem de onde venho e sabem
que podem contar comigo. Todos
os maiatos sabem que para mim,
acima de tudo, está sempre a Maia
e o bem-estar da sua população».
Para que esse trabalho possa ter
uma continuidade, Bragança Fer-
nandes frisou que é necessário
«sensibilizar a população para os
grandes desafios que se perfilam»,
levando-a a «votar em nós, porque
temos os melhores candidatos, os
candidatos mais capazes para con-
tinuar a fazer da Maia a terra onde
nos orgulha viver». «Não podemos
ficar sentados à espera. O nosso
03
JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia
SEMPRE
PELA MAIA
www.maia2013.pt
INAUGURAÇÃO
SEDE DE CAmPANHA
«Por uma vitória
à medida do trabalho realizado»
maior adversário é a abstenção. Por
isso, não me canso de pedir a todos
que mobilizem as vossas gentes
para irem às urnas no dia 29», con-
cluiu.
«Vitória à dimensão do trabalho
realizado»
Virgílio Macedo, presidente da
Comissão Política Distrital do PSD
Porto, marcou presença na abertura
da sede da coligação «Sempre Pela
Maia», que considerou tratar-se de
um «pontapé de saída» para a cam-
panha eleitoral. Uma campanha que
será «forçosamente simples,
forçosamente singela», mas também
«uma campanha com um enorme
coração, porque esse é o ADN do
presidente da câmara e recan-
didato», assegurou.
Num discurso em que teceu rasga-
dos elogios a Bragança Fernandes e
sua à ação autárquica, o líder da dis-
trital do PSD Porto mostrou-se
«convicto» que, no próximo dia 29
de setembro, os maiatos «saberão
reconhecer o trabalho que foi reali-
zado pelo Eng. Bragança Fernandes
e, estou certo, que lhe darão uma
vitória à dimensão desse trabalho»,
pois «merecem continuar a ter como
presidente da câmara um autarca de
eleição, que vive para o seu Municí-
pio 24 horas por dia, 365 dias por
ano».
Mais acrescentou que a Portugal
«fazem falta» homens como Bra-
gança Fernandes. «Se houvesse
mais homens como ele espalhados
pelo nosso país, certamente
seríamos um país mais justo, mais
solidário e mais desenvolvido».
Maioria merecida pela obra feita
António Fernando Gomes de
Oliveira e Silva, candidato à Assem-
bleia Municipal da Maia, em repre-
sentação de Luciano Gomes, que
não pôde estar presente por «mo-
tivos pessoais», afirmou que a candi-
datura «Sempre Pela Maia» se
apresenta aos maiatos para «obter a
maioria». «Pedimos essa maioria
porque consideramos que num pas-
sado muito recente fizemos uma
obra que nos deve orgulhar» e, tam-
bém porque «a melhor forma de
combatermos as medidas que o
Governo se vê forçado a tomar e
que tem prejudicado a vida de tan-
tos e tantos portugueses não é dar
cartões amarelos ao Governo
votando no PS, mas consolidar e
ampliar a maioria que temos na
nossa autarquia», fundamentou.
Equipa de «sucesso»
O presidente da Comissão Política
Concelhia do CDS-PP Maia, José
Eduardo Azevedo, mostrou igual-
mente o seu apoio à equipa «superi-
ormente liderada por Bragança
Fernandes». «Esta equipa já deu
mostras da sua competência, do seu
dinamismo. Esta equipa é constituída
por pessoas de enorme sentido
cívico, que dedicam há largos anos
muito da sua vida à causa pública,
mais concretamente, à nossa Maia e
às suas gentes», aplaudiu.
O líder popular maiato expressou
ainda o desejo de que a candidata à
câmara indicada pelo CDS, Nísia
Martins, seja eleita e possa contribuir
para que o próximo mandato «seja
ainda mais cheio de sucessos e con-
cretizações».
FOTO PANORÂMICA 180 GRAUS
04
Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013
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ÁGUAS SANTAS
A coligação «Sempre Pela Maia» abriu
oficialmente a sede de campanha à
Junta de Freguesia de Águas Santas,
sita na Rua Nova de Moutidos, 20, no
dia 7 de setembro, pelas 19h30.
Uma cerimónia que, nas palavras de
Carlos Vieira, marca o início da
«caminhada rumo à vitória no próximo
dia 29».
Em jeito de balanço do primeiro
mandato à frente da autarquia aquis-
santense, Carlos Vieira destacou a con-
clusão do Centro Cívico. «Durante dois
anos e meio, com menor ou maior difi-
culdade fomos conseguindo transpor
todos os obstáculos que nos foram
surgindo. Primámos pelo rigor e pela
transparência e só por isso terminámos
esta obra sem qualquer desvio orça-
mental. Nem um euro a mais foi gasto»,
sublinhou.
O cabeça de lista por Águas Santas
garantiu ainda que, no próximo
mandato, caso seja eleito, a prioridade
é «ajudar as muitas famílias em dificul-
dade».
A iniciativa contou ainda com a apre-
sentação dos elementos que compõem
a candidatura «Sempre Por Águas San-
tas».
Carlos Vieira
CastElo da Maia
«Levar o Castêlo da Maia para o lugar que
ele bem merece» é o objetivo de Manuel
Azenha, candidato da coligação «Sempre
Pela Maia» à presidência de junta da nova
freguesia, que agrega Avioso Santa Maria,
Avioso São Pedro, Barca, Gemunde e
Gondim.
Na abertura da sede de campanha, sita na
Praça Evaristo da Silva Duarte, 126 (junto
ao Mercado do Castêlo), que decorreu no
dia 22 de agosto, pelas 19h, o candidato
afirmou que «as nossas intenções não são
meras palavras». Como tal, elencou uma
série de propostas a concretizar na
freguesia. Destacam-se a formação de
um «conselho estratégico de freguesias»,
constituído por «todas as forças vivas da
freguesia», no sentido de «aproximar o
mais possível a população de todas as
decisões»; a criação de «jornadas empre-
sariais, através de um gabinete de apoio
ao empreendedorismo, para tanto quanto
possível combater o desemprego»; a cri-
ação de um gabinete de apoio social aos
residentes mais carenciados e de um
banco alimentar, intitulado «Desperdício
Zero».
Também a criação de ciclovias que
liguem o Parque de Avioso e Quinta da
Gruta aos aglomerados residenciais; a re-
qualificação do Monte de Santo Ovídio,
do Monte de Santa Cruz, do Largo da
Capela de Anta, do Centro Cívico e Social
de Gondim, do Rio Almorode, do Mer-
cado do Castêlo e a criação de zonas pe-
donais de segurança na Via Diagonal e
nas imediações dos complexos escolares
e desportivos da freguesia estão no rol
das propostas apresentadas pela lista que
advoga «Sempre Mais Castêlo Para Si».
Manuel Azenha
^
05
JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia
SEMPRE
PELA MAIA
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CIDADE DA MAIA
O Parque dos Maninhos acolheu, no dia 14
de setembro, pelas 18h30, a cerimónia de
apresentação dos candidatos da coli-
gação «Sempre Pela Maia», à Junta de
Freguesia da Cidade da Maia.
Depois de aberta a sede de campanha, no
dia 6, Olga Freire, candidata à presidência
da nova freguesia que agrega Gueifães,
Maia e Vermoim, apresentou a sua equipa
para o que considerou ser um «desafio
histórico», pelo facto de poder ser a
primeira mulher a liderar os destinos de
uma junta no concelho.
No seu discurso, a candidata assumiu o
«compromisso de absoluto respeito pela
diversidade e especificidade territorial,
sócio-económica e histórica de cada uma
das freguesias» e afirmou o propósito de
«Mais Cidade. Mais Proximidade.».
«Propomos mais cidade, porque enten-
demos que a Maia pode ir mais além na
qualidade de vida que proporciona aos
seus habitantes», referiu. Neste aspeto,
Olga Freire destacou a necessidade de re-
qualificação da habitação social do con-
celho, do aumento das áreas de parques e
jardins de proximidade, da requalificação
do Centro Cívico de Gueifães, do fomento
do turismo e da cidadania.
«Propomos mais proximidade, porque es-
tamos convictos que a qualidade de vida
das cidades não se basta com infraestru-
turas, por mais excelentes que elas sejam.
É fundamental ter em conta as pessoas,
fomentando a tranquilidade nas suas
vivências coletivas, alargando horizontes
de futuro aos jovens, promovendo a soli-
dariedade de vizinhança, combatendo a
desumanização do quotidiano e aban-
dono dos mais fragilizados», disse.
Olga Freire
FOLGOSA
A coligação «Sempre Pela Maia» apresen-
tou, no dia 15 de setembro, pelas 11h30, os
candidatos à Junta de Freguesia de Fol-
gosa.
Luís Cândido, cabeça de lista à freguesia,
garantiu que vão ser desenvolvidos
«todos os esforços para merecermos a
vossa confiança e seguirmos o rumo
traçado há oito anos, ou seja, a vitória».
No dia em que foi dado «o pontapé de
saída», a equipa «Sempre Por Folgosa»,
um grupo «sólido e consistente», nas
palavras de Luís Cândido, prometeu «di-
recionar os propósitos para as pessoas,
porque Folgosa precisa de ser mais unida,
mais dinâmica, mais consensual e amiga,
mais solidária e ter as mesmas possibili-
dades de participar em iniciativas para o
bem da nossa população. Por isso, em
Folgosa, não nos vamos poupar a es-
forços».
O autarca disse ainda que vai sempre
«pugnar pelo bem-estar da freguesia de
Folgosa», porque devido ao trabalho já
realizado «Folgosa é hoje uma freguesia
na qual dá gosto viver».
«Apesar da conjuntura e da crise dis-
pomo-nos a continuar a melhorar Fol-
gosa», concluiu.Luís Cândido
06
Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013
WWW.MAIA2013.PT
A PROXIMIDADE
COM OS
MUNÍCIPES É
FEITA
DIARIAMENTE
António Bragança Fernandes, candidato
à Presidência da Câmara Municipal da Maia,
em entrevista.
Jornal: Depois de dois mandatos à
frente da Câmara Municipal da Maia,
quais são as suas principais pro-
postas para os próximos quatro
anos?
Bragança Fernandes (BF): Eu já sou
presidente de câmara há mais de
dois mandatos, estou à frente da au-
tarquia há onze anos. Espero
continuar mais quatro. O povo da
Maia, de certeza, que me vai dar
esta garantia.
Os meus principais projetos são
continuar o que tenho vindo a fazer
até aqui, ou seja, ajudar aqueles que
mais precisam. Temos feito um
grande investimento nas IPSS, no
desporto, nos parques de lazer e no
parque escolar. Isto é um ciclo. Por
exemplo, o ciclo educativo está a
chegar ao fim. Falta-nos apenas
construir dois centros escolares - o
Centro Escolar de Mandim e o Cen-
tro Escolar de Folgosa. Já temos as
candidaturas aprovadas pelo QREN
e as obras vão começar ainda no
final deste ano. Assim ficamos com
todos os edifícios escolares prontos,
e com uma qualidade ao nível eu-
ropeu. A nível nacional estamos à
frente da maior parte dos municí-
pios, em termos de equipamentos
escolares e em termos de procura
escolar. Não é por acaso que
quando abrimos uma escola, ela
praticamente está cheia, enquanto
que em outros municípios vemos es-
colas a fechar.
Relativamente ao setor empresarial,
temos uma boa zona industrial e
uma fantástica oferta de emprego.
Temos o Tecmaia, que é um parque
de ciência e tecnologia, onde estão
sediadas cerca de 70 empresas e
1800 pessoas a trabalhar. Portanto,
quando se faz uma comparação
entre as pessoas que entram e saem
do concelho, a percentagem é prati-
camente igual, o que prova que não
somos um concelho dormitório, mas
sim um concelho empreendedor.
JORNAL: No que diz respeito às
acessibilidades de e para o con-
celho, o que pretende fazer para as
melhorar?
BF: Vamos continuar a investir e a
pressionar o Governo para abolir as
portagens, vamos continuar a pres-
sionar o Governo para definitiva-
mente, de uma vez por todas, fazer
o desvio à Nacional 14, pois a situ-
ação atual é ridícula. Já ouço falar
que está em PIDAC desde que sou
presidente da câmara, mas o facto é
que a obra não avança. Queria igual-
mente que este Governo (e já o out-
ros) cumprisse com o prometido,
que era dar continuidade do Metro
até à Trofa, ou seja, ainda nos falta
servir cerca de 800 metros de con-
celho, e também a continuação da
linha amarela do Hospital de S. João
até ao centro da Maia. Vamos ainda
beneficiar muitas vias do concelho.
JORNAL: A Maia foi escolhida para
ser Cidade Europeia do Desporto no
próximo ano. O que é que isso sig-
nifica? O que falta fazer neste âm-
bito?
BF: O facto de termos sido sele-
cionados para Cidade Europeia do
Desporto 2014 quer dizer que temos
bons equipamentos, boas coletivi-
dades, boas associações e um fator
fulcral: temos diariamente a praticar
desporto cerca de 13 a 14 mil pes-
soas, entre as quais quatro a cinco
mil são crianças. Estamos a investir
muito na formação. Enquanto as cri-
anças ou jovens estão a praticar
deixam de fazer outras coisas que
não deviam fazer. Estão ocupados, a
jogar futebol, a jogar ténis, ou outra
modalidade que gostam.
Vamos continuar a apoiar as associ-
ações e vamos ainda ajudar a
repavimentar três estádios. Um é o
estádio de Pedrouços que precisa
de relva sintética no campo de
treinos, embora já lá exista um
campo de relva natural. O campo de
treinos do estádio Dr. José Vieira de
Carvalho precisa de ser reformulado
e no estádio do Castêlo da Maia a
relva natural tem que ser trocada
por relva sintética, porque também
aí há milhares de jovens de for-
mação a treinar e que precisam de
um piso que aguente.
Também quero modificar o campo
do Inter de Milheirós, alargá-lo,
construir uns balneários e colocar
relva sintética.
Os restantes, em termos de in-
fraestruturas estão completos, ainda
agora construímos os balneários do
Castêlo e de Folgosa. Portanto,
apesar da nossa recuperação fan-
tástica, em que nós amortizámos
à dívida mais de 60 milhões de
euros nos últimos seis anos, não
parámos com o investimento, con-
tinuamos a dar qualidade de vida e
vamos continuar a fazê-lo, porque o
paradigma autárquico é outro. O
Portugal de hoje já não é o Portugal
de ontem. Hoje para se ser autarca,
como sempre foi, tem que se gostar
das pessoas, estar próximo delas e
ouvi-las repetidamente e não só nos
meses que antecedem as eleições.
JORNAL: A política de proximidade
que tanto fala.
BF: A proximidade com os
munícipes é feita diariamente, e eu
faço-a durante os quatro anos. Não
é por estar em eleições que eu faço
mais ou menos. As minhas rotinas
são exatamente as mesmas: levanto-
me muito cedo, vou ao café, faço os
meus despachos, atendo os meus
munícipes e falo com eles. Durante o
ano, vou a todas as coletividades do
concelho, a qualquer evento que me
convidem, seja uma tomada de
posse, seja um aniversário. Estou lá
para falar com eles e para ouvir as
críticas positivas ou negativas,
porque as coletividades e as associ-
ações do concelho são um pulsar
muito importante da Maia.
JORNAL: E relativamente às Institu-
ições Privadas de Solidariedade So-
cial do concelho?
BF: Estamos a ajudar as IPSS, ce-
dendo terrenos e subsidiando em 50
por cento o valor que não é candi-
datável. Ainda a semana passada
assinámos cinco contratos pro-
grama, em mais de cinco milhões de
euros, em que cedemos terrenos à
ASMAN, à Casa do Professor, à
Banda de Música de Gueifães, à As-
sociação Bom Porto, que trata de
pessoas com autismo e nós vamos
ajudá-los a construir um centro de
tratamento e uma sede social. Por-
tanto, nós estamos permanente-
mente a apoiar aqueles que mais
precisam. É isto que eu
sei fazer e é isto que vou continuar a
fazer.
JORNAL: Quando fala em mais
apoios sociais, a que se refere mais
concretamente?
BF: O Portugal de hoje não é o Por-
tugal de ontem, como referi. Há
muitos jovens desempregados. Hoje
a minha geração, por vezes, tem que
ajudar os filhos e os netos, é esse
apoio social que eu quero fazer. Es-
tamos a ajudar aqueles que traba-
lham, mas cujo rendimento não
chega para pagar as dívidas. Temos
um fundo social para ajudar essas
pessoas. Já está concluída uma can-
tina social que vai brevemente ser
aberta para os trabalhadores da câ-
mara municipal e alargada à popu-
lação que mais precisa, se o clima
social assim o exigir.
Vamos ajudar também os desempre-
gados, com a criação de um gabi-
nete do empreendedorismo no
Tecmaia e outro no Fórum Jovem.
Vão estar nesses locais técnicos mu-
nicipais para ajudar quem queira
criar uma em-
presa. Temos o
levantamento de
todos os terrenos
e armazéns que
estão
disponíveis.
O gabinete
vai igual-
mente infor-
mar e ajudar
as pessoas a
concorrer a
fundos comu-
nitários. Isto
quer dizer
que indo
através do
empreende-
dorismo,
vamos criar
riqueza para o
concelho, vamos criar emprego, para
ajudar aqueles que mais precisam,
sobretudo os jovens que têm que
emigrar, situação inaceitável. Eles
devem estar é aqui, em Portugal,
porque eu já estive muito tempo no
estrangeiro e sei como é difícil viver
longe do nosso país, dos nossos pais
e dos nossos amigos.
JORNAL: Um desejo para este novo
mandato.
BF: Emprego para todos, principal-
mente para os jovens, porque eles
formam-se e não têm emprego. É
por isso que vou lutar: para que os
maiatos tenham cá emprego,
criando esses gabinetes, trazendo
empresas para a Maia. Queria tam-
bém que os nossos comerciantes
tenham saúde, porque é o principal
bem que podemos ter.
JORNAL: A nível eleitoral, quais são
os seus objetivos?
BF: Acho que a população da Maia
conhece-me bem, sabe as minhas
qualidades, sabe que estou sempre
pronto para os atender. Sabe o que
fiz, sabe que poupei no momento
certo, para agora ajudar aqueles que
mais precisam. Se não fizesse os in-
vestimentos que fiz, acho que agora
não teria hipóteses para os fazer.
Repare, nós temos água e sanea-
mento em todo o concelho, temos
transportes, arruamentos, temos a
recolha seletiva por toda a parte, a
contentorização, temos limpeza,
parques de lazer por todo o lado,
temos o maior índice por criança, a
nível nacional, de parques infantis.
Não é em vão que ouço frequente-
mente as pessoas dizerem com
orgulho que são da Maia, que vivem
na Maia.
Os maiatos têm memória. Estou
convencido que os maiatos vão dar-
me uma boa votação na câmara mu-
nicipal.
Publicação na íntegra de entrevista
realizada pelo mais antigo
jornal do Concelho (MaiaHoje).
Foi gentilmente autorizada pelo editor
a sua reprodução.
07
JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia
SEMPRE
PELA MAIA
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08
Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013
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milheirós
O Parque de Calvilhe foi o local escolhido
para a apresentação dos candidatos à
Junta de Freguesia de Milheirós pela coli-
gação «Sempre Pela Maia». Depois da
abertura da sede, a 8 de setembro, Vítor
Fontes, cabeça de lista à presidência da
autarquia milheiroense, apresentou a sua
equipa no dia 14, pelas 20h.
«Sou recandidato à presidência da junta,
porque tenho muito orgulho no trabalho
que desenvolvi durante estes quatro anos
na minha terra», disse.
Vítor Fontes prometeu defender os
interesses da freguesia «até ao limite das
suas capacidades», pois Milheirós «tem
que manter o rumo» e não pode «regres-
sar ao tempo em que o trabalho e o rigor
eram trocados pelo despesismo».
O autarca sublinhou ainda que não alinha-
rá na «demagogia bacoca de promessas
irrealizáveis», pelo que, nos próximos qua-
tro anos, a aposta é no «Rigor e Di-
namismo». «Queremos rigor, dinamismo e
solidariedade, rigor e dinamismo no em-
prego, na infância e na juventude, rigor e
dinamismo no ambiente e vida ativa, rigor
e dinamismo no desenvolvimento, apos-
tando sempre na educação, no associa-
tivismo, na acessibilidade e mobilidade»,
destacou.
Vítor Fontes
MOREIRA 1. Joaquim António Farinha Bastos
2. Albino Braga da Costa Maia
3. Maria Helena de Freitas Rocha Oliveira
Maia
4. Amadeu Alves de Azevedo
5. Joaquim Augusto da Silva Dias
6. Diana da Conceição da Costa Leal Ra-
malho
7. José Augusto Teixeira Maia Marques
8. Helena do Céu Nascimento Pedroso
9. Joaquim Ferreira Gomes
10. Joaquim Álvaro Maia
11. Alcídia Maria Vinhas Moreira de Castro
12. Diamantino Oliveira da Silva Coelho
13. Hélder Tiago Ferreira Quintas de
Oliveira
Candidatos Suplentes
1. Eduarda Maria Pires Leão Martins
2. Ernesto Francisco Santos Silva
3. Joaquim Carlos Pimenta Moreira da
Silva
4. Joana Rute Ferreira Pires Batista Lopes
5. Manuel Eduardo Ferreira Alves Pinto
6. João Filipe Machado Moreira
7. Maria Lucília Pereira Alves dos Santos
8. Joaquim de Sousa Ribeiro da Silva
9. Maria das Dores de Oliveira Alves Mar-
tins
10. Joaquim Augusto Pereira dos Santos
11. Isabel Maria Gonçalves da Silva
12. Carlos Manuel Salgueiro Tedim
13. Orlanda Maria da Silva Moreira
14. Artur Constantino Ferreira da Silva
15. Laurinda Alves Moreira dos Santos
16. José Emídio Nunes Bessa
17. Carlos Guilherme Ferreira Moreira
09
JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia
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NOGUEIRA E SILVA ESCURA
A coligação «Sempre Pela Maia» abriu ofi-
cialmente a sede de campanha e apresen-
tou os candidatos à Junta de Freguesia de
Nogueira e Silva Escura, a 2 de setembro,
pelas 18h30.
José Sarmento, candidato à presidência
da nova freguesia sob o lema «Um novo
rosto. A mesma proximidade», garantiu
que na sua candidatura «só muda a
liderança, pois o trabalho dedicado e a
bem da nova freguesia e das pessoas,
continuarão a ser feitos com o mesmo
empenho».
Um compromisso que assume, tendo em
conta a mais-valia de conhecer «os
problemas e anseios» da população, na
qualidade de médico da unidade de
saúde de Nogueira. «Sendo presidente da
nova junta de freguesia poderei continuar
a apoiar a população como já o tenho
feito como médico e ainda com mais in-
tensidade».
Se for eleito, José Sarmento promete ter-
minar as obras de beneficiação e «fazer
mais obras», dando «especial atenção aos
problemas sociais que afetam as pessoas
desta nova freguesia».José Sarmento
Pedrouços
No dia 1 de setembro, pelas 19h30, reali-
zou-se a abertura oficial da sede de cam-
panha (sita na Rua Fernando Namora,
348) e a apresentação dos candidatos da
coligação «Sempre Pela Maia» à Junta de
Freguesia de Pedrouços.
Joaquim Araújo, líder da equipa que
promete «Pedrouços em boas mãos»
disse que se apresenta a estas eleições
com «a mesma humildade e simplicidade
de há quatro anos, mas com uma moti-
vação e determinação de poder fazer
ainda melhor».
Porque «todos já conhecem a nossa
maneira de estar e de atuar», a «política
de proximidade» implementada e o «in-
vestimento feito na freguesia em variadís-
simas áreas», o autarca sublinhou que «o
trabalho realizado em Pedrouços reflete
toda a dedicação à nossa terra que não
pode parar, pois queremos uma freguesia
cada vez melhor, construindo bons aces-
sos para que as empresas se possam
instalar, criando assim novos postos de
trabalho, proporcionando aos jovens as
melhores oportunidades».
No próximo mandato, caso «mereça a
confiança dos Pedroucenses», Joaquim
Araújo promete continuar «com o rumo
traçado para a freguesia, fazendo com
que Pedrouços seja uma boa referência
nos variados setores de atividade».
Joaquim Araújo
10
Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013
WWW.MAIA2013.PT
S. PEDRO FINS
A sede de campanha da candidatura da
coligação «Sempre Pela Maia» à Junta de
Freguesia de S. Pedro Fins foi inaugurada,
no dia 12 de setembro, pelas 21h.
Sob o slogan «Honrar o passado. Trabalhar
o futuro!», Alvarinho Cerqueira Sampaio,
cabeça de lista à presidência da junta de
freguesia, disse não se apresentar como
um candidato que dirá aos eleitores aquilo
que eles gostam de ouvir, mas como al-
guém «que lhes mostrará a realidade».
«Serei um defensor dos interesses da
população da freguesia, tal como o fez o
meu antecessor, representando-a sempre
com dignidade e o maior respeito por
todos, independentemente de quaisquer
divergências. Estarei sempre com São
Pedro Fins. Lutarei e tudo farei para dar à
freguesia aquilo que ela merece!», sublinhou.
Para tal, prometeu continuar a aposta «já
iniciada e evidente na Ação Social,
poupando na publicidade para investirmos
diretamente na resolução de problemas
concretos das pessoas»; continuar a «pro-
mover uma rede de voluntariado que en-
volva cidadãos de várias idades e dê
resposta aos problemas sentidos por
todos», continuar a «pugnar pela melhoria
das acessibilidades, concretamente aos
eixos rodoviários existentes e pela constru-
ção de uma Unidade de Saúde, projeto
que se encontra em curso, mas que o atual
contexto financeiro arrefeceu».
«Enfim, iremos manter viva a nossa am-
bição, apresentando propostas e projetos
que mereçam os necessários apoios,
essenciais para o crescimento de S. Pedro
Fins e para a melhoria da qualidade de
vida dos seus cidadãos», concluiu.
Alvarinho Cerqueira Sampaio
VILA NOVA DA TELHA
A coligação PSD/CDS-PP «Sempre Pela
Maia» levou a efeito, no dia 7 de setem-
bro, pelas 16h30, a abertura da sede de
campanha e a cerimónia oficial de apre-
sentação da lista candidata a Vila Nova
da Telha.
Ivo Pinheiro, candidato à presidência da
junta de freguesia, disse que a sua equipa
é «o garante que a freguesia ficará bem
entregue na condução dos seus desti-
nos».
Mais sublinhou que é uma candidatura de
«gente afirmada na sociedade», mas não
«conformada», com «siso e responsabili-
dade política», mas também «irreveren-
te», «aberta e disponível para enfrentar e
dar conveniente resposta aos grandes de-
safios da sociedade atual em rápidas e
constantes mutações».
Sob o slogan «Sempre Por Vila Nova da
Telha», Ivo Manuel Pinheiro garantiu que
«sabemos bem o que queremos para a
nossa terra e pretendemos iniciar aqui um
rumo novo, eivado de modernidade e de
sentido de futuro. Um rumo de
responsabilidade e de proximidade para
com toda a população da nossa fregue-
sia».
Ivo Manuel Pinheiro
11
JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia
SEMPRE
PELA MAIA
www.maia2013.pt
Momentos Sempre Pela Maia
Um mar de gente para apoiar
Bragança Fernandes
Maia terra de modernidade,
à frente do seu tempo
Silva Peneda é uma das figuras nacionais maiatas
que apoia esta candidatura.
Bragança Fernandes
e Vírgilio Macedo, líder da Distrital do PSD Porto.
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  • 2. 02 Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013 WWW.MAIA2013.PT A sede de campanha da coligação «Sempre Pela Maia», sita na Rua Padre António, junto à câmara mu- nicipal, foi inaugurada oficialmente no dia 30 de agosto, pelas 18h30, perante centenas de apoiantes. «Esta sede será o ponto de encon- tro da nossa candidatura com os maiatos. Esta sede será o local, além das plataformas digitais, onde as pessoas nos podem fazer chegar as suas críticas e sugestões, porque a opinião das pessoas para nós conta e é essencial. Esta sede terá sempre a sua porta aberta a quem vier por bem e queira dar o seu contributo para que Maia continue a ser um concelho líder no panorama nacional», disse Bragança Fernan- des. O presidente da Câmara Municipal da Maia e recandidato ao cargo lembrou o discurso efetuado no momento da apresentação dos can- didatos da coligação, a 30 de julho. «Há um mês atrás referi que tínha- mos pela frente muitas dificuldades, fruto da conjuntura difícil que o país está a atravessar. Não esperava eu que a essas dificuldades ainda se juntasse uma dificuldade inesper- ada: a de um pedido de impugna- ção à minha candidatura pelo candidato do Partido Socialista». A este respeito, o autarca afirmou que não se deixa abalar, «bem pelo con- trário. Estes ataques desprovidos e sem nexo dão-me ainda mais força e maior garra para continuar a tra- balhar e conseguir, com o vosso apoio, uma vitória mais expressiva nas próximas eleições». António Bragança Fernandes garantiu que não entrará em «jogos pouco claros que apenas pretendem confundir as pessoas. Sempre fiz uma campanha limpa e assim continuarei a fazer. Sinto todos os dias que a popu- lação da Maia está do nosso lado e que reconhece no nosso trabalho uma dinâmica ambiciosa e de vitória». O recandidato sublinhou também o facto de ser «importantíssimo con- tinuar o trabalho realizado até aqui e fazer da Maia um concelho ainda mais forte e mais dinâmico, através de políticas humanistas e de grande proximidade com as pessoas». Mas advertiu que a proximidade «não se consegue nos dois meses anteriores às eleições», mas é fruto de «muito trabalho, conhecendo bem a reali- dade do concelho, as pessoas de cada freguesia e as muitas que tra- balham voluntariamente em prol dos outros nas instituições sociais e nas coletividades». E esse trabalho, referiu, é feito «todos os dias». «Fazemos um trabalho exigente, com raízes e que está a dar frutos. Todos os maiatos sabem quem eu sou, sabem de onde venho e sabem que podem contar comigo. Todos os maiatos sabem que para mim, acima de tudo, está sempre a Maia e o bem-estar da sua população». Para que esse trabalho possa ter uma continuidade, Bragança Fer- nandes frisou que é necessário «sensibilizar a população para os grandes desafios que se perfilam», levando-a a «votar em nós, porque temos os melhores candidatos, os candidatos mais capazes para con- tinuar a fazer da Maia a terra onde nos orgulha viver». «Não podemos ficar sentados à espera. O nosso
  • 3. 03 JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia SEMPRE PELA MAIA www.maia2013.pt INAUGURAÇÃO SEDE DE CAmPANHA «Por uma vitória à medida do trabalho realizado» maior adversário é a abstenção. Por isso, não me canso de pedir a todos que mobilizem as vossas gentes para irem às urnas no dia 29», con- cluiu. «Vitória à dimensão do trabalho realizado» Virgílio Macedo, presidente da Comissão Política Distrital do PSD Porto, marcou presença na abertura da sede da coligação «Sempre Pela Maia», que considerou tratar-se de um «pontapé de saída» para a cam- panha eleitoral. Uma campanha que será «forçosamente simples, forçosamente singela», mas também «uma campanha com um enorme coração, porque esse é o ADN do presidente da câmara e recan- didato», assegurou. Num discurso em que teceu rasga- dos elogios a Bragança Fernandes e sua à ação autárquica, o líder da dis- trital do PSD Porto mostrou-se «convicto» que, no próximo dia 29 de setembro, os maiatos «saberão reconhecer o trabalho que foi reali- zado pelo Eng. Bragança Fernandes e, estou certo, que lhe darão uma vitória à dimensão desse trabalho», pois «merecem continuar a ter como presidente da câmara um autarca de eleição, que vive para o seu Municí- pio 24 horas por dia, 365 dias por ano». Mais acrescentou que a Portugal «fazem falta» homens como Bra- gança Fernandes. «Se houvesse mais homens como ele espalhados pelo nosso país, certamente seríamos um país mais justo, mais solidário e mais desenvolvido». Maioria merecida pela obra feita António Fernando Gomes de Oliveira e Silva, candidato à Assem- bleia Municipal da Maia, em repre- sentação de Luciano Gomes, que não pôde estar presente por «mo- tivos pessoais», afirmou que a candi- datura «Sempre Pela Maia» se apresenta aos maiatos para «obter a maioria». «Pedimos essa maioria porque consideramos que num pas- sado muito recente fizemos uma obra que nos deve orgulhar» e, tam- bém porque «a melhor forma de combatermos as medidas que o Governo se vê forçado a tomar e que tem prejudicado a vida de tan- tos e tantos portugueses não é dar cartões amarelos ao Governo votando no PS, mas consolidar e ampliar a maioria que temos na nossa autarquia», fundamentou. Equipa de «sucesso» O presidente da Comissão Política Concelhia do CDS-PP Maia, José Eduardo Azevedo, mostrou igual- mente o seu apoio à equipa «superi- ormente liderada por Bragança Fernandes». «Esta equipa já deu mostras da sua competência, do seu dinamismo. Esta equipa é constituída por pessoas de enorme sentido cívico, que dedicam há largos anos muito da sua vida à causa pública, mais concretamente, à nossa Maia e às suas gentes», aplaudiu. O líder popular maiato expressou ainda o desejo de que a candidata à câmara indicada pelo CDS, Nísia Martins, seja eleita e possa contribuir para que o próximo mandato «seja ainda mais cheio de sucessos e con- cretizações». FOTO PANORÂMICA 180 GRAUS
  • 4. 04 Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013 WWW.MAIA2013.PT ÁGUAS SANTAS A coligação «Sempre Pela Maia» abriu oficialmente a sede de campanha à Junta de Freguesia de Águas Santas, sita na Rua Nova de Moutidos, 20, no dia 7 de setembro, pelas 19h30. Uma cerimónia que, nas palavras de Carlos Vieira, marca o início da «caminhada rumo à vitória no próximo dia 29». Em jeito de balanço do primeiro mandato à frente da autarquia aquis- santense, Carlos Vieira destacou a con- clusão do Centro Cívico. «Durante dois anos e meio, com menor ou maior difi- culdade fomos conseguindo transpor todos os obstáculos que nos foram surgindo. Primámos pelo rigor e pela transparência e só por isso terminámos esta obra sem qualquer desvio orça- mental. Nem um euro a mais foi gasto», sublinhou. O cabeça de lista por Águas Santas garantiu ainda que, no próximo mandato, caso seja eleito, a prioridade é «ajudar as muitas famílias em dificul- dade». A iniciativa contou ainda com a apre- sentação dos elementos que compõem a candidatura «Sempre Por Águas San- tas». Carlos Vieira CastElo da Maia «Levar o Castêlo da Maia para o lugar que ele bem merece» é o objetivo de Manuel Azenha, candidato da coligação «Sempre Pela Maia» à presidência de junta da nova freguesia, que agrega Avioso Santa Maria, Avioso São Pedro, Barca, Gemunde e Gondim. Na abertura da sede de campanha, sita na Praça Evaristo da Silva Duarte, 126 (junto ao Mercado do Castêlo), que decorreu no dia 22 de agosto, pelas 19h, o candidato afirmou que «as nossas intenções não são meras palavras». Como tal, elencou uma série de propostas a concretizar na freguesia. Destacam-se a formação de um «conselho estratégico de freguesias», constituído por «todas as forças vivas da freguesia», no sentido de «aproximar o mais possível a população de todas as decisões»; a criação de «jornadas empre- sariais, através de um gabinete de apoio ao empreendedorismo, para tanto quanto possível combater o desemprego»; a cri- ação de um gabinete de apoio social aos residentes mais carenciados e de um banco alimentar, intitulado «Desperdício Zero». Também a criação de ciclovias que liguem o Parque de Avioso e Quinta da Gruta aos aglomerados residenciais; a re- qualificação do Monte de Santo Ovídio, do Monte de Santa Cruz, do Largo da Capela de Anta, do Centro Cívico e Social de Gondim, do Rio Almorode, do Mer- cado do Castêlo e a criação de zonas pe- donais de segurança na Via Diagonal e nas imediações dos complexos escolares e desportivos da freguesia estão no rol das propostas apresentadas pela lista que advoga «Sempre Mais Castêlo Para Si». Manuel Azenha ^
  • 5. 05 JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia SEMPRE PELA MAIA www.maia2013.pt CIDADE DA MAIA O Parque dos Maninhos acolheu, no dia 14 de setembro, pelas 18h30, a cerimónia de apresentação dos candidatos da coli- gação «Sempre Pela Maia», à Junta de Freguesia da Cidade da Maia. Depois de aberta a sede de campanha, no dia 6, Olga Freire, candidata à presidência da nova freguesia que agrega Gueifães, Maia e Vermoim, apresentou a sua equipa para o que considerou ser um «desafio histórico», pelo facto de poder ser a primeira mulher a liderar os destinos de uma junta no concelho. No seu discurso, a candidata assumiu o «compromisso de absoluto respeito pela diversidade e especificidade territorial, sócio-económica e histórica de cada uma das freguesias» e afirmou o propósito de «Mais Cidade. Mais Proximidade.». «Propomos mais cidade, porque enten- demos que a Maia pode ir mais além na qualidade de vida que proporciona aos seus habitantes», referiu. Neste aspeto, Olga Freire destacou a necessidade de re- qualificação da habitação social do con- celho, do aumento das áreas de parques e jardins de proximidade, da requalificação do Centro Cívico de Gueifães, do fomento do turismo e da cidadania. «Propomos mais proximidade, porque es- tamos convictos que a qualidade de vida das cidades não se basta com infraestru- turas, por mais excelentes que elas sejam. É fundamental ter em conta as pessoas, fomentando a tranquilidade nas suas vivências coletivas, alargando horizontes de futuro aos jovens, promovendo a soli- dariedade de vizinhança, combatendo a desumanização do quotidiano e aban- dono dos mais fragilizados», disse. Olga Freire FOLGOSA A coligação «Sempre Pela Maia» apresen- tou, no dia 15 de setembro, pelas 11h30, os candidatos à Junta de Freguesia de Fol- gosa. Luís Cândido, cabeça de lista à freguesia, garantiu que vão ser desenvolvidos «todos os esforços para merecermos a vossa confiança e seguirmos o rumo traçado há oito anos, ou seja, a vitória». No dia em que foi dado «o pontapé de saída», a equipa «Sempre Por Folgosa», um grupo «sólido e consistente», nas palavras de Luís Cândido, prometeu «di- recionar os propósitos para as pessoas, porque Folgosa precisa de ser mais unida, mais dinâmica, mais consensual e amiga, mais solidária e ter as mesmas possibili- dades de participar em iniciativas para o bem da nossa população. Por isso, em Folgosa, não nos vamos poupar a es- forços». O autarca disse ainda que vai sempre «pugnar pelo bem-estar da freguesia de Folgosa», porque devido ao trabalho já realizado «Folgosa é hoje uma freguesia na qual dá gosto viver». «Apesar da conjuntura e da crise dis- pomo-nos a continuar a melhorar Fol- gosa», concluiu.Luís Cândido
  • 6. 06 Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013 WWW.MAIA2013.PT A PROXIMIDADE COM OS MUNÍCIPES É FEITA DIARIAMENTE António Bragança Fernandes, candidato à Presidência da Câmara Municipal da Maia, em entrevista. Jornal: Depois de dois mandatos à frente da Câmara Municipal da Maia, quais são as suas principais pro- postas para os próximos quatro anos? Bragança Fernandes (BF): Eu já sou presidente de câmara há mais de dois mandatos, estou à frente da au- tarquia há onze anos. Espero continuar mais quatro. O povo da Maia, de certeza, que me vai dar esta garantia. Os meus principais projetos são continuar o que tenho vindo a fazer até aqui, ou seja, ajudar aqueles que mais precisam. Temos feito um grande investimento nas IPSS, no desporto, nos parques de lazer e no parque escolar. Isto é um ciclo. Por exemplo, o ciclo educativo está a chegar ao fim. Falta-nos apenas construir dois centros escolares - o Centro Escolar de Mandim e o Cen- tro Escolar de Folgosa. Já temos as candidaturas aprovadas pelo QREN e as obras vão começar ainda no final deste ano. Assim ficamos com todos os edifícios escolares prontos, e com uma qualidade ao nível eu- ropeu. A nível nacional estamos à frente da maior parte dos municí- pios, em termos de equipamentos escolares e em termos de procura escolar. Não é por acaso que quando abrimos uma escola, ela praticamente está cheia, enquanto que em outros municípios vemos es- colas a fechar. Relativamente ao setor empresarial, temos uma boa zona industrial e uma fantástica oferta de emprego. Temos o Tecmaia, que é um parque de ciência e tecnologia, onde estão sediadas cerca de 70 empresas e 1800 pessoas a trabalhar. Portanto, quando se faz uma comparação entre as pessoas que entram e saem do concelho, a percentagem é prati- camente igual, o que prova que não somos um concelho dormitório, mas sim um concelho empreendedor. JORNAL: No que diz respeito às acessibilidades de e para o con- celho, o que pretende fazer para as melhorar? BF: Vamos continuar a investir e a pressionar o Governo para abolir as portagens, vamos continuar a pres- sionar o Governo para definitiva- mente, de uma vez por todas, fazer o desvio à Nacional 14, pois a situ- ação atual é ridícula. Já ouço falar que está em PIDAC desde que sou presidente da câmara, mas o facto é que a obra não avança. Queria igual- mente que este Governo (e já o out- ros) cumprisse com o prometido, que era dar continuidade do Metro até à Trofa, ou seja, ainda nos falta servir cerca de 800 metros de con- celho, e também a continuação da linha amarela do Hospital de S. João até ao centro da Maia. Vamos ainda beneficiar muitas vias do concelho. JORNAL: A Maia foi escolhida para ser Cidade Europeia do Desporto no próximo ano. O que é que isso sig- nifica? O que falta fazer neste âm- bito? BF: O facto de termos sido sele-
  • 7. cionados para Cidade Europeia do Desporto 2014 quer dizer que temos bons equipamentos, boas coletivi- dades, boas associações e um fator fulcral: temos diariamente a praticar desporto cerca de 13 a 14 mil pes- soas, entre as quais quatro a cinco mil são crianças. Estamos a investir muito na formação. Enquanto as cri- anças ou jovens estão a praticar deixam de fazer outras coisas que não deviam fazer. Estão ocupados, a jogar futebol, a jogar ténis, ou outra modalidade que gostam. Vamos continuar a apoiar as associ- ações e vamos ainda ajudar a repavimentar três estádios. Um é o estádio de Pedrouços que precisa de relva sintética no campo de treinos, embora já lá exista um campo de relva natural. O campo de treinos do estádio Dr. José Vieira de Carvalho precisa de ser reformulado e no estádio do Castêlo da Maia a relva natural tem que ser trocada por relva sintética, porque também aí há milhares de jovens de for- mação a treinar e que precisam de um piso que aguente. Também quero modificar o campo do Inter de Milheirós, alargá-lo, construir uns balneários e colocar relva sintética. Os restantes, em termos de in- fraestruturas estão completos, ainda agora construímos os balneários do Castêlo e de Folgosa. Portanto, apesar da nossa recuperação fan- tástica, em que nós amortizámos à dívida mais de 60 milhões de euros nos últimos seis anos, não parámos com o investimento, con- tinuamos a dar qualidade de vida e vamos continuar a fazê-lo, porque o paradigma autárquico é outro. O Portugal de hoje já não é o Portugal de ontem. Hoje para se ser autarca, como sempre foi, tem que se gostar das pessoas, estar próximo delas e ouvi-las repetidamente e não só nos meses que antecedem as eleições. JORNAL: A política de proximidade que tanto fala. BF: A proximidade com os munícipes é feita diariamente, e eu faço-a durante os quatro anos. Não é por estar em eleições que eu faço mais ou menos. As minhas rotinas são exatamente as mesmas: levanto- me muito cedo, vou ao café, faço os meus despachos, atendo os meus munícipes e falo com eles. Durante o ano, vou a todas as coletividades do concelho, a qualquer evento que me convidem, seja uma tomada de posse, seja um aniversário. Estou lá para falar com eles e para ouvir as críticas positivas ou negativas, porque as coletividades e as associ- ações do concelho são um pulsar muito importante da Maia. JORNAL: E relativamente às Institu- ições Privadas de Solidariedade So- cial do concelho? BF: Estamos a ajudar as IPSS, ce- dendo terrenos e subsidiando em 50 por cento o valor que não é candi- datável. Ainda a semana passada assinámos cinco contratos pro- grama, em mais de cinco milhões de euros, em que cedemos terrenos à ASMAN, à Casa do Professor, à Banda de Música de Gueifães, à As- sociação Bom Porto, que trata de pessoas com autismo e nós vamos ajudá-los a construir um centro de tratamento e uma sede social. Por- tanto, nós estamos permanente- mente a apoiar aqueles que mais precisam. É isto que eu sei fazer e é isto que vou continuar a fazer. JORNAL: Quando fala em mais apoios sociais, a que se refere mais concretamente? BF: O Portugal de hoje não é o Por- tugal de ontem, como referi. Há muitos jovens desempregados. Hoje a minha geração, por vezes, tem que ajudar os filhos e os netos, é esse apoio social que eu quero fazer. Es- tamos a ajudar aqueles que traba- lham, mas cujo rendimento não chega para pagar as dívidas. Temos um fundo social para ajudar essas pessoas. Já está concluída uma can- tina social que vai brevemente ser aberta para os trabalhadores da câ- mara municipal e alargada à popu- lação que mais precisa, se o clima social assim o exigir. Vamos ajudar também os desempre- gados, com a criação de um gabi- nete do empreendedorismo no Tecmaia e outro no Fórum Jovem. Vão estar nesses locais técnicos mu- nicipais para ajudar quem queira criar uma em- presa. Temos o levantamento de todos os terrenos e armazéns que estão disponíveis. O gabinete vai igual- mente infor- mar e ajudar as pessoas a concorrer a fundos comu- nitários. Isto quer dizer que indo através do empreende- dorismo, vamos criar riqueza para o concelho, vamos criar emprego, para ajudar aqueles que mais precisam, sobretudo os jovens que têm que emigrar, situação inaceitável. Eles devem estar é aqui, em Portugal, porque eu já estive muito tempo no estrangeiro e sei como é difícil viver longe do nosso país, dos nossos pais e dos nossos amigos. JORNAL: Um desejo para este novo mandato. BF: Emprego para todos, principal- mente para os jovens, porque eles formam-se e não têm emprego. É por isso que vou lutar: para que os maiatos tenham cá emprego, criando esses gabinetes, trazendo empresas para a Maia. Queria tam- bém que os nossos comerciantes tenham saúde, porque é o principal bem que podemos ter. JORNAL: A nível eleitoral, quais são os seus objetivos? BF: Acho que a população da Maia conhece-me bem, sabe as minhas qualidades, sabe que estou sempre pronto para os atender. Sabe o que fiz, sabe que poupei no momento certo, para agora ajudar aqueles que mais precisam. Se não fizesse os in- vestimentos que fiz, acho que agora não teria hipóteses para os fazer. Repare, nós temos água e sanea- mento em todo o concelho, temos transportes, arruamentos, temos a recolha seletiva por toda a parte, a contentorização, temos limpeza, parques de lazer por todo o lado, temos o maior índice por criança, a nível nacional, de parques infantis. Não é em vão que ouço frequente- mente as pessoas dizerem com orgulho que são da Maia, que vivem na Maia. Os maiatos têm memória. Estou convencido que os maiatos vão dar- me uma boa votação na câmara mu- nicipal. Publicação na íntegra de entrevista realizada pelo mais antigo jornal do Concelho (MaiaHoje). Foi gentilmente autorizada pelo editor a sua reprodução. 07 JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia SEMPRE PELA MAIA www.maia2013.pt
  • 8. 08 Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013 WWW.MAIA2013.PT milheirós O Parque de Calvilhe foi o local escolhido para a apresentação dos candidatos à Junta de Freguesia de Milheirós pela coli- gação «Sempre Pela Maia». Depois da abertura da sede, a 8 de setembro, Vítor Fontes, cabeça de lista à presidência da autarquia milheiroense, apresentou a sua equipa no dia 14, pelas 20h. «Sou recandidato à presidência da junta, porque tenho muito orgulho no trabalho que desenvolvi durante estes quatro anos na minha terra», disse. Vítor Fontes prometeu defender os interesses da freguesia «até ao limite das suas capacidades», pois Milheirós «tem que manter o rumo» e não pode «regres- sar ao tempo em que o trabalho e o rigor eram trocados pelo despesismo». O autarca sublinhou ainda que não alinha- rá na «demagogia bacoca de promessas irrealizáveis», pelo que, nos próximos qua- tro anos, a aposta é no «Rigor e Di- namismo». «Queremos rigor, dinamismo e solidariedade, rigor e dinamismo no em- prego, na infância e na juventude, rigor e dinamismo no ambiente e vida ativa, rigor e dinamismo no desenvolvimento, apos- tando sempre na educação, no associa- tivismo, na acessibilidade e mobilidade», destacou. Vítor Fontes MOREIRA 1. Joaquim António Farinha Bastos 2. Albino Braga da Costa Maia 3. Maria Helena de Freitas Rocha Oliveira Maia 4. Amadeu Alves de Azevedo 5. Joaquim Augusto da Silva Dias 6. Diana da Conceição da Costa Leal Ra- malho 7. José Augusto Teixeira Maia Marques 8. Helena do Céu Nascimento Pedroso 9. Joaquim Ferreira Gomes 10. Joaquim Álvaro Maia 11. Alcídia Maria Vinhas Moreira de Castro 12. Diamantino Oliveira da Silva Coelho 13. Hélder Tiago Ferreira Quintas de Oliveira Candidatos Suplentes 1. Eduarda Maria Pires Leão Martins 2. Ernesto Francisco Santos Silva 3. Joaquim Carlos Pimenta Moreira da Silva 4. Joana Rute Ferreira Pires Batista Lopes 5. Manuel Eduardo Ferreira Alves Pinto 6. João Filipe Machado Moreira 7. Maria Lucília Pereira Alves dos Santos 8. Joaquim de Sousa Ribeiro da Silva 9. Maria das Dores de Oliveira Alves Mar- tins 10. Joaquim Augusto Pereira dos Santos 11. Isabel Maria Gonçalves da Silva 12. Carlos Manuel Salgueiro Tedim 13. Orlanda Maria da Silva Moreira 14. Artur Constantino Ferreira da Silva 15. Laurinda Alves Moreira dos Santos 16. José Emídio Nunes Bessa 17. Carlos Guilherme Ferreira Moreira
  • 9. 09 JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia SEMPRE PELA MAIA www.maia2013.pt NOGUEIRA E SILVA ESCURA A coligação «Sempre Pela Maia» abriu ofi- cialmente a sede de campanha e apresen- tou os candidatos à Junta de Freguesia de Nogueira e Silva Escura, a 2 de setembro, pelas 18h30. José Sarmento, candidato à presidência da nova freguesia sob o lema «Um novo rosto. A mesma proximidade», garantiu que na sua candidatura «só muda a liderança, pois o trabalho dedicado e a bem da nova freguesia e das pessoas, continuarão a ser feitos com o mesmo empenho». Um compromisso que assume, tendo em conta a mais-valia de conhecer «os problemas e anseios» da população, na qualidade de médico da unidade de saúde de Nogueira. «Sendo presidente da nova junta de freguesia poderei continuar a apoiar a população como já o tenho feito como médico e ainda com mais in- tensidade». Se for eleito, José Sarmento promete ter- minar as obras de beneficiação e «fazer mais obras», dando «especial atenção aos problemas sociais que afetam as pessoas desta nova freguesia».José Sarmento Pedrouços No dia 1 de setembro, pelas 19h30, reali- zou-se a abertura oficial da sede de cam- panha (sita na Rua Fernando Namora, 348) e a apresentação dos candidatos da coligação «Sempre Pela Maia» à Junta de Freguesia de Pedrouços. Joaquim Araújo, líder da equipa que promete «Pedrouços em boas mãos» disse que se apresenta a estas eleições com «a mesma humildade e simplicidade de há quatro anos, mas com uma moti- vação e determinação de poder fazer ainda melhor». Porque «todos já conhecem a nossa maneira de estar e de atuar», a «política de proximidade» implementada e o «in- vestimento feito na freguesia em variadís- simas áreas», o autarca sublinhou que «o trabalho realizado em Pedrouços reflete toda a dedicação à nossa terra que não pode parar, pois queremos uma freguesia cada vez melhor, construindo bons aces- sos para que as empresas se possam instalar, criando assim novos postos de trabalho, proporcionando aos jovens as melhores oportunidades». No próximo mandato, caso «mereça a confiança dos Pedroucenses», Joaquim Araújo promete continuar «com o rumo traçado para a freguesia, fazendo com que Pedrouços seja uma boa referência nos variados setores de atividade». Joaquim Araújo
  • 10. 10 Sempre Pela Maia AUTÁRQUICAS 2013 WWW.MAIA2013.PT S. PEDRO FINS A sede de campanha da candidatura da coligação «Sempre Pela Maia» à Junta de Freguesia de S. Pedro Fins foi inaugurada, no dia 12 de setembro, pelas 21h. Sob o slogan «Honrar o passado. Trabalhar o futuro!», Alvarinho Cerqueira Sampaio, cabeça de lista à presidência da junta de freguesia, disse não se apresentar como um candidato que dirá aos eleitores aquilo que eles gostam de ouvir, mas como al- guém «que lhes mostrará a realidade». «Serei um defensor dos interesses da população da freguesia, tal como o fez o meu antecessor, representando-a sempre com dignidade e o maior respeito por todos, independentemente de quaisquer divergências. Estarei sempre com São Pedro Fins. Lutarei e tudo farei para dar à freguesia aquilo que ela merece!», sublinhou. Para tal, prometeu continuar a aposta «já iniciada e evidente na Ação Social, poupando na publicidade para investirmos diretamente na resolução de problemas concretos das pessoas»; continuar a «pro- mover uma rede de voluntariado que en- volva cidadãos de várias idades e dê resposta aos problemas sentidos por todos», continuar a «pugnar pela melhoria das acessibilidades, concretamente aos eixos rodoviários existentes e pela constru- ção de uma Unidade de Saúde, projeto que se encontra em curso, mas que o atual contexto financeiro arrefeceu». «Enfim, iremos manter viva a nossa am- bição, apresentando propostas e projetos que mereçam os necessários apoios, essenciais para o crescimento de S. Pedro Fins e para a melhoria da qualidade de vida dos seus cidadãos», concluiu. Alvarinho Cerqueira Sampaio VILA NOVA DA TELHA A coligação PSD/CDS-PP «Sempre Pela Maia» levou a efeito, no dia 7 de setem- bro, pelas 16h30, a abertura da sede de campanha e a cerimónia oficial de apre- sentação da lista candidata a Vila Nova da Telha. Ivo Pinheiro, candidato à presidência da junta de freguesia, disse que a sua equipa é «o garante que a freguesia ficará bem entregue na condução dos seus desti- nos». Mais sublinhou que é uma candidatura de «gente afirmada na sociedade», mas não «conformada», com «siso e responsabili- dade política», mas também «irreveren- te», «aberta e disponível para enfrentar e dar conveniente resposta aos grandes de- safios da sociedade atual em rápidas e constantes mutações». Sob o slogan «Sempre Por Vila Nova da Telha», Ivo Manuel Pinheiro garantiu que «sabemos bem o que queremos para a nossa terra e pretendemos iniciar aqui um rumo novo, eivado de modernidade e de sentido de futuro. Um rumo de responsabilidade e de proximidade para com toda a população da nossa fregue- sia». Ivo Manuel Pinheiro
  • 11. 11 JORNAL DE CAMPANHA DA CANDIDATURA Sempre pela maia SEMPRE PELA MAIA www.maia2013.pt Momentos Sempre Pela Maia Um mar de gente para apoiar Bragança Fernandes Maia terra de modernidade, à frente do seu tempo Silva Peneda é uma das figuras nacionais maiatas que apoia esta candidatura. Bragança Fernandes e Vírgilio Macedo, líder da Distrital do PSD Porto.