O documento discute a gripe, focando na gripe espanhola de 1918 e na gripe suína de 2009. Apresenta informações sobre o vírus influenza, incluindo tipos, transmissão, prevenção e tratamento. Também discute pandemias históricas, grupos de risco e a importância da vacinação.
Esperança de vidaTendência
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1900 1905 1910 1915 1920 1925 1930 1935 1940 1945 1950 1955 1960
e°(0)
Gripe espanhola
Esperança de vida na primeira metade do século XX
Eleito pela segundavez, Rodrigues
Alves não pôde assumir a
Presidência da República, porque
adoeceu gravemente, vindo a
falecer em 18 de janeiro de 1919.
A Gripe Espanhola no Brasil
Vírus Influenza A
Hemaglutinina
(H1-H18)
Neuraminidase
(N1-N11)
Oagente etiológico é o Myxovirus influenzae, ou vírus da gripe. Este subdivide-se nos tipos A,
B e C, sendo que apenas os do tipo A e B apresentam relevância clínica em humanos. O vírus
influenza apresenta altas taxas de mutação, o que resulta freqüentemente na inserção de
novas variantes virais na comunidade, para as quais a população não apresenta imunidade.
São poucas as opções disponíveis para o controle da influenza. Dentre essas, a vacinação
constitui a forma mais eficaz para o controle da doença e de suas complicações.
9.
Evolução natural dasepidemias e pandemias pelo
Influenza A
Nº de casos
HxNy
Imunidade na população
Interpandêmico
Epidêmico
Endêmico
Nº de casos
HqNw
Vigilância Virológica doInfluenza
Atlanta(CDC)
Genebra (OMS)
Belém
(Instituto Evandro Chagas)
Rio de Janeiro
(Fundação Oswaldo Cruz)
São Paulo
(Instituto Adolfo Lutz)
22.
Composição da vacinacontra Influenza
2019
2020
Ministério da Saúde. Informe Técnico da 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza - 2019
• A (H1N1): A/Brisbane/02/2018(H1N1) pdm09-like vírus
• A (H3N2): A/South Australia/34/2019 (H3N2)-like virus
• B/Victoria-lineage: B/Washington/02/2019-like virus
24.
Distribution by agegroup of persons hospitalized with laboratory-confirmed influenza,
United States, 2007 - 2008 winter influenza season and April 15 - August 11, 2009
Grupos de maiorrisco para
Influenza A grave
Ministério da Saúde, 2011.
· Idade: crianças < 2 anos e adultos ≥ 60 anos;
· Portadores de doenças crônicas: pneumopatias; cardiopatias;
nefropatias; hepatopatias; hemoglobinopatias; diabetes mellitus;
obesidade grau 3 (IMC≥40), transtornos da função cognitiva ou do
desenvolvimento neuropsicomotor;
· Imunossuprimidos: portadores de HIV/AIDS, usuários crônicos de
corticóides e outros imunosupressores, transplantados;
· População indígena;
· Usuários de AAS com < 19 anos (risco de Síndrome de Reye).
· Gestação e puerpério até 2 semanas após o parto;
42.
Influenza A (H1N1)na gestação
• Gripe espanhola (1918): 1350
gestantes infectadas, 50% tiveram
pneumonia, 27% foram à óbito.
• EUA, abril-maio 2009: 34 gestantes
infectadas, 6 foram à óbito (17,6%).
• Fatores que elevam o risco de óbito:
idade gestacional avançada;
comorbidades;
retardo no tratamento específico.
Lancet, 374(8): 2009.
Influenza A:
tratamento específico
•Oseltamivir e zanamivir.
• Indicações:
síndrome respiratória aguda grave;
gestação e puerpério;
crianças menores de 2 anos;
presença de comorbidades especiais.
• Início do tratamento: até 48h do início dos sintomas.
Ministério da Saúde, 2009.
45.
Tratamento dos casosgraves
(SRAG)
Suporte ventilatório e hemodinâmico conforme a
necessidade
Prevenção:
uso de equipamentosde proteção individual
CDC. Isolation Precautions, 2007. CDC e WHO, 2009. Ministério da Saúde, 2009.
para anamnese, exame físico e
outros cuidados básicos
para IOT, aspiração traqueal,
broncoscopia