SlideShare uma empresa Scribd logo
IMPÉRIO ROMANO
IMPÉRIO ROMANO
O Império Romano
Situação de contorno:
A Astronomia grega teve continuação no
Egito helenístico;
Foi na Alexandria que foram formuladas as
mais importantes teorias astronômicas da
Antiguidade;
Em paralelo, os romanos começaram sua
ascensão, dominando grande parte do
mundo conhecido;
IMPÉRIO ROMANO
Os romanos não criaram grandes teorias
astronômicas sendo essas incorporadas em
partes dos gregos.
Dentro dos romanos destacam-se:
IMPÉRIO ROMANO
Marcus Manilius (século I a.e.c.) – sua obra
Astronomica apresenta uma boa descrição
dos aspectos mais gerais da Astronomia,
porém com foco claro para a Astrologia.
Vitruvius (48 a.e.c. livro IX) – sua obra Os
dez livros de Arquitetura apresenta no nono
livro, a visão da Astronomia romana da
época tendo, tendo como objetivo a
construção de relógio solares
(analema de Vitruvius).
IMPÉRIO ROMANO
Plínio, o Velho (c. 23 – 79 d.e.c.) – inclui um
livro na sua enciclopédia História Natural,
mas não fornece nenhum detalhe sobre
Astronomia quantitativa.
IMPÉRIO ROMANO
Temos então Κλαύδιος Πτολεμαiος
(c. 100 – c. 170 d.e.c.)
Desenvolveu um modelo
do Sistema Solar que
durou cerca de 1.300
anos.
IMPÉRIO ROMANO
Cláudio Ptolomeu – modelo simplificado
IMPÉRIO ROMANO
Essa figura não é do Almagesto
IMPÉRIO ROMANO
Almagesto – imagem do livro
IMPÉRIO ROMANO
Cláudio Ptolomeu – modelo com epiciclos
IMPÉRIO ROMANO
Cláudio Ptolomeu
modelo com epiciclos e equante
Entre Ptolomeu e o século III, em Alexandria,
parece não ter surgido nenhum trabalho
astronômico significativo.
Os estudos agora se voltam do mundo
natural para o mundo do espírito, com o
desenvolvimento do neo-platonismo.
O que resta são apenas comentadores das
obras clássicas como Proclos, Philoponos e
Simplício com algumas ideias originais sem
uma Astronomia sistemática.
IMPÉRIO ROMANO
Cenário dessa época (conforme Kuhn):
Primeira fase do declínio ocidental
da ciência antiga:
Segunda fase do declínio ocidental
da ciência antiga:
Um lento declínio da qualidade e da
quantidade de atividades científicas.
Um desaparecimento lento e
constante do saber tradicional
IMPÉRIO ROMANO
Final do século IV:
- invasão dos hunos na Europa;
- Os cristãos são reconhecidos oficialmente
pelo Império Romano;
- O estudo sobre a natureza começam a ser
criticados e (muitas vezes) desprezados;
IMPÉRIO ROMANO
- Santo Agostinho (354 – 430) nasce na
África romana:
Neoplatonista, maniqueísta e cristão exerce
uma grande influência no pensamento
religioso e popular cristão com a união de
seus pensamentos platônico e das Epístolas
de São Paulo.
Sua preocupação maior seria com a vida que
se levava e as possíveis penas que se
deveria pagar após a morte.
IMPÉRIO ROMANO
- As consequências desses pensamentos
geram conflitos entre pagãos e cristão.
Consequências:
Ano 390: parte da biblioteca de Alexandria foi
queimada por ordem do Bispo Teófilo;
Ano 415: o matemático Hipácio foi
assassinado por uma multidão instigado
(provavelmente) pelo Patriarca Cirilo que
governou a Alexandria por 23 anos;
IMPÉRIO ROMANO
Por fim...
- 476: o último imperador romano, Rômulo
Augusto, foi deposto pelos “bárbaros” sob o
comando de Odoacro.
IMPÉRIO ROMANO
- Em 529, a academia de Platão é fechada e o
pensamento antigo foi esquecido ou
criticado;
- Kosmas Indicopleustes, em 550, defendeu a
ideia de que a Terra era plana negando a
proposta que estivesse suspensa no meio do
Universo.
Essa visão permaneceu até o Renascimento
no meio popular.
IMPÉRIO ROMANO
Seria o fim dos pensamentos
e obras gregas???
IMPÉRIO BIZANTINO
idioma grego ainda se mantinha
vivo e os autores antigos eram lidos.
ÍNDIA
possuíam uma astronomia própria
associada à religião e à astrologia,
com fortes influências mesopotâmicas.
ÍNDIA
Astrolábio
(Planetário de
Alexandria)
A Astronomia no tempo da Idade Média
O motivo de grandes debates:
ordem dos planetas e suas distâncias em
relação à Terra*.
Discussões que não foram abordadas por
Ptolomeu:
- Brilho dos planetas*;
- Trânsitos*;
- Estudo de cometas.
*Ambos para estudar as distâncias dos
planetas em relação à Terra.
IDADE MÉDIA
Trânsito de
Vênus
06 junho 2012
01:29
Pensamentos divididos
Orbes encaixadas uns nos outros
(Ptolomeu) gerou dois tipos de
pensamentos:
IDADE MÉDIA
Pensadores A
Mercúrio e Vênus estavam entre a Lua e o Sol.
(Ptolomáicos)
IDADE MÉDIA
Pensadores B
Mercúrio e Vênus estavam algumas vezes
acima do Sol e outras abaixo dele.
IDADE MÉDIA
Sistema de
Empédocles
(495/490 - 435/430 a.e.c.)
Pensamentos divididos
Século IX – Bede Venerável (Pensador B)
citou Carolus que teria observado Mercúrio
como uma mancha visível no disco do Sol
durante 9 dias.
Avicenna – Descreve a passagem de Vênus
sob a forma de uma pequena mancha no
disco solar
(trânsito de Vênus de 24 maio 1032 – 19:28)
IDADE MÉDIA
Afinal...
Qual interesse de estudar o trânsito de
Mercúrio e Vênus?
IDADE MÉDIA
Pensamento medieval:
H1- Se Vênus recebe luz do Sol;
H2- Se Vênus se move entre o Sol e a Terra;
C1- Logo Vênus deveria apresentar fases,
como as da Lua.
A- Por analogia o mesmo ocorre com
Mercúrio.
IDADE MÉDIA
E ELES ACERTARAM???
Como as fases de Vênus e de Mercúrio
– DE FATO –
nunca havia sido observado
a solução foi simples...
OS PLANETAS POSSUEM LUZ PRÓPRIA
Al-Biruji (século XII)
IDADE MÉDIA
IDADE MÉDIA
Mercúrio e Vênus
possuem fases???
Fases de
Mercúrio
01 junho 2013
~17:30
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Com o declínio da cultura islâmica ocorre o
processo de reforço da ciência europeia.
Século XII – marcado pela quantidade
excessiva de traduções de obras científicas
do árabe para o latim.
Renasce nesse momento o retorno à ciência
grega, porém...
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
COM LEVES RETOQUES ÁRABES
ARISTÓTELES EUCLIDES
ARQUIMEDESPTOLOMEU
OUTROS
ÁRABES
O elo perdido entre a
filosofia helênica e a Idade Média
Consequências:
termos árabes “latinizados” no vocabulário
astronômico, como:
ZÊNITE
NADIR
ALTAIR
ALMANAQUE
(anuários)
ALDEBARANBETELGEUSE
EL NATH MIZAR
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
E A OBRA DE PTOLOMEU???
ENTROU EM DESUSO NESSE PERÍODO???
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Século XIII
Entre Tómas de Aquino, Alberto Magno e
tantos outros destaca-se Johannes de
Sacrobosco.
Escreveu uma pequena obra Tratado da
esfera que baseava-se nas obras traduzidas
para o latim referindo-se as ideias de
Ptolomeu e Alfragano descrevendo os
mecanismos celestes.
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Essa obra foi significativa e utilizada
amplamente nas mais importantes
universidades europeias até o século XVII.
Pensamentos dominante da época:
FÍSICA ARISTOTÉLICA COM PRINCÍPIOS
DA ASTRONOMIA PTOLOMAICA
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Segunda metade do século XIII
O Rei Afonso X de Castela (1252-1284) reúne
os astrônomos da corte e ordena a tradução
de vários textos científicos para o
castelhano, além da elaboração de tabelas
astronômicas atualizadas. Essas foram
consideradas as melhores da época
permanecendo até 1483.
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Mas... sempre existem os que não
concordam!!!
Esses, não questionavam os ensinamentos
da Igreja, mas os da ciência aristotélica.
Essa atitude “rebelde” toma maior força a
partir do século XIV e continua até o
Renascimento.
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
Nicolas de Cusa (1401-1464)
De Docta Ignorantia
- Existência de um cosmo perfeito, esférico e
infinito;
- Universo ilimitado sem centro;
- As estrelas estariam distantes uma das
outras e não numa única esfera;
- Todos os corpos seriam formados pelos
mesmos elementos;
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
- A Terra não poderia estar numa posição
central;
- A Terra e os demais astros possuíam
movimento natural;
- A Terra possui um movimento de rotação
em torno do seu eixo (à estudar ainda
pelos especialistas).
RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA
NA EUROPA
ANTES DE COPÉRNICO
Final do século XV – Astronomia europeia se
encontra em forte desenvolvimento. Os
primeiros livros de Astronomia começam a
surgir na década de 1470. Destaque para:
- Corpus Hermeticum – final do sec. XV e
início do sec. XVI. Veneração pela alquimia,
astrologia, magia natural e entre o macro e
microcosmo;
ANTES DE COPÉRNICO
- Tratado da Esfera de Sacrobosco – editado
e reeditado dezenas de vezes com ou sem
comentários;
- Teoria dos Planetas de Georg Peurbach
(1423-1461) – uma análise técnica do modelo
de Ptolomeu.
Do século XV para o século XVI
Surge o “boato” de que a Terra
pudesse estar em movimento
Discussão do
argumento,
contrapondo-lhe
contra-argumentos
Questionamento de
argumentos de novas
ideias
EFEITOS COLATERAIS APRESENTADOS
PELOS CULTOS DA ÉPOCA
ANTES DE COPÉRNICO
OS CULTOS DA ÉPOCA ERAM TREINADOS
PARA “DERRUBAR” NOVAS IDEIAS!!!
ANTES DE COPÉRNICO
Celio Calcagnini (1479-1541)
Um exemplo pré copernicano
A terra se movimenta
Girolamo Fracastoro (1483-1553)
Giovanni Battista Amici (1512-1538)
Tentaram ressuscitar as esferas homocêntricas
Fracastoro = 77 esferas
A DISCUSSÃO ESTÁ ESQUENTANDO!!!
ANTES DE COPÉRNICO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Alfredo volpi
Alfredo volpiAlfredo volpi
Alfredo volpi
Lúcia Marta de Lira
 
Reflexão da luz
Reflexão da luzReflexão da luz
Reflexão da luz
Franck Lima
 
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
LaudielPadilha
 
Gabarito exercicios1
Gabarito exercicios1Gabarito exercicios1
Gabarito exercicios1
Carlos Alexandre Lemos
 
Fundamentos da óptica geométrica
Fundamentos da óptica geométricaFundamentos da óptica geométrica
Fundamentos da óptica geométrica
Gilvandenys Leite Sales
 
O que é Astronomia?
O que é Astronomia?O que é Astronomia?
O que é Astronomia?
INAPE
 
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serieFisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
comentada
 
14.12.18 Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
14.12.18   Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.01514.12.18   Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
14.12.18 Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
Luiz Francisco Batista Sampaio
 
Questões simulado
Questões simuladoQuestões simulado
Questões simulado
Marcelo Malafaia
 
Exercicios refração com resolução
Exercicios refração com resoluçãoExercicios refração com resolução
Exercicios refração com resolução
Daniel Medeiros
 
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
O mundo da FÍSICA
 
Callister 8tava edition.pdf
Callister 8tava edition.pdfCallister 8tava edition.pdf
Callister 8tava edition.pdf
Everton Costa
 
Radiacao solar
Radiacao solar Radiacao solar
Radiacao solar
Marcos Claudio
 
A lua 9° ano - pet 1- semana 3
A lua    9° ano - pet 1- semana 3A lua    9° ano - pet 1- semana 3
A lua 9° ano - pet 1- semana 3
Silvinha Gericó
 
Física Escalas Termométricas
Física Escalas TermométricasFísica Escalas Termométricas
Física Escalas Termométricas
Wesley Germano Otávio
 
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
Secretaria de Educação do Maranhão e Imagética Consultoria e Design
 
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricasÓptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
Marco Antonio Sanches
 
conssciência ambiental.pdf
conssciência ambiental.pdfconssciência ambiental.pdf
conssciência ambiental.pdf
LucianaGobi
 
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdfARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
Lídia Pereira Silva Souza
 
Radioatividade
RadioatividadeRadioatividade
Radioatividade
Gleicy Almeida
 

Mais procurados (20)

Alfredo volpi
Alfredo volpiAlfredo volpi
Alfredo volpi
 
Reflexão da luz
Reflexão da luzReflexão da luz
Reflexão da luz
 
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
ARTES VISUAIS - Diálogos entre arte e artistas de diversas épocas e lugares (...
 
Gabarito exercicios1
Gabarito exercicios1Gabarito exercicios1
Gabarito exercicios1
 
Fundamentos da óptica geométrica
Fundamentos da óptica geométricaFundamentos da óptica geométrica
Fundamentos da óptica geométrica
 
O que é Astronomia?
O que é Astronomia?O que é Astronomia?
O que é Astronomia?
 
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serieFisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
Fisica resolucao exercicios gabarito cinematica 2011 1_serie
 
14.12.18 Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
14.12.18   Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.01514.12.18   Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
14.12.18 Resolução Comentada - Questão 41 - Etec - 1ºSem - 2.015
 
Questões simulado
Questões simuladoQuestões simulado
Questões simulado
 
Exercicios refração com resolução
Exercicios refração com resoluçãoExercicios refração com resolução
Exercicios refração com resolução
 
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
3° etapa_3° avaliação_Tipo I_3° ano
 
Callister 8tava edition.pdf
Callister 8tava edition.pdfCallister 8tava edition.pdf
Callister 8tava edition.pdf
 
Radiacao solar
Radiacao solar Radiacao solar
Radiacao solar
 
A lua 9° ano - pet 1- semana 3
A lua    9° ano - pet 1- semana 3A lua    9° ano - pet 1- semana 3
A lua 9° ano - pet 1- semana 3
 
Física Escalas Termométricas
Física Escalas TermométricasFísica Escalas Termométricas
Física Escalas Termométricas
 
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
Apostila de Artes Visuais (revisada e ampliada 2014)
 
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricasÓptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
Óptica Geométrica - Estudo das lentes esféricas
 
conssciência ambiental.pdf
conssciência ambiental.pdfconssciência ambiental.pdf
conssciência ambiental.pdf
 
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdfARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
ARTES VISUAIS – Elementos Visuais as cores e as linhas (1).pdf
 
Radioatividade
RadioatividadeRadioatividade
Radioatividade
 

Destaque

As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
Nefer19
 
O Renascimento - 7º Ano (2016)
O Renascimento  - 7º Ano (2016)O Renascimento  - 7º Ano (2016)
O Renascimento - 7º Ano (2016)
Nefer19
 
Analema de Vitruvius dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
Analema de Vitruvius  dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...Analema de Vitruvius  dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
Analema de Vitruvius dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
Marcos Calil
 
Dietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentosDietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentos
Paulo Vaz
 
Bioquimica metabolismo catabolismo e anabolismo
Bioquimica   metabolismo catabolismo e anabolismoBioquimica   metabolismo catabolismo e anabolismo
Bioquimica metabolismo catabolismo e anabolismo
Adrianne Mendonça
 
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º AnoOs Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Nefer19
 
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica   componentes inorgânicos e orgânicosBioquímica   componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
carreiralopes
 
Evolucionismo x Criacionismo
Evolucionismo x CriacionismoEvolucionismo x Criacionismo
Evolucionismo x Criacionismo
Rafael
 
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante AlighieriMarcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil
 
Guia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalhoGuia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalho
Josué Sampaio
 
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
Nefer19
 
Como a arte começou 2014
Como a arte começou 2014Como a arte começou 2014
Como a arte começou 2014
Andrea Vieira de Souza
 
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos CalilSistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Marcos Calil
 
Localizando Objetos celestes no Stellarium
Localizando Objetos celestes no StellariumLocalizando Objetos celestes no Stellarium
Localizando Objetos celestes no Stellarium
Instituto Iprodesc
 
Brasil Colonial, Imperial E Republicano
Brasil Colonial, Imperial E RepublicanoBrasil Colonial, Imperial E Republicano
Brasil Colonial, Imperial E Republicano
Wellington Oliveira
 
Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Nefer19
 
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Nefer19
 
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
Nefer19
 
Rochas e solos
Rochas e solosRochas e solos
Rochas e solos
Guilherme Ribeiro
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculas
Victor Maciel
 

Destaque (20)

As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
As Regiões do Brasil (7º ANO - 2015)
 
O Renascimento - 7º Ano (2016)
O Renascimento  - 7º Ano (2016)O Renascimento  - 7º Ano (2016)
O Renascimento - 7º Ano (2016)
 
Analema de Vitruvius dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
Analema de Vitruvius  dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...Analema de Vitruvius  dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
Analema de Vitruvius dos relógios solares até o relógio de sol plano horizon...
 
Dietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentosDietética e confecção de alimentos
Dietética e confecção de alimentos
 
Bioquimica metabolismo catabolismo e anabolismo
Bioquimica   metabolismo catabolismo e anabolismoBioquimica   metabolismo catabolismo e anabolismo
Bioquimica metabolismo catabolismo e anabolismo
 
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º AnoOs Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
Os Reinos Bárbaros (2017) - 7º Ano
 
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica   componentes inorgânicos e orgânicosBioquímica   componentes inorgânicos e orgânicos
Bioquímica componentes inorgânicos e orgânicos
 
Evolucionismo x Criacionismo
Evolucionismo x CriacionismoEvolucionismo x Criacionismo
Evolucionismo x Criacionismo
 
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante AlighieriMarcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
Marcos Calil_Luneta_Colegio Dante Alighieri
 
Guia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalhoGuia de análises de acidentes de trabalho
Guia de análises de acidentes de trabalho
 
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
As regiões do Brasil - 7º Ano (2016)
 
Como a arte começou 2014
Como a arte começou 2014Como a arte começou 2014
Como a arte começou 2014
 
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos CalilSistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
Sistema de Mundos dos antigos europeus - Marcos Calil
 
Localizando Objetos celestes no Stellarium
Localizando Objetos celestes no StellariumLocalizando Objetos celestes no Stellarium
Localizando Objetos celestes no Stellarium
 
Brasil Colonial, Imperial E Republicano
Brasil Colonial, Imperial E RepublicanoBrasil Colonial, Imperial E Republicano
Brasil Colonial, Imperial E Republicano
 
Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)Egito Antigo (6º Ano - 2016)
Egito Antigo (6º Ano - 2016)
 
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
Aspectos populacionais do Brasil 4 - 7º Ano (2016)
 
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
As Grandes Navegações - 7º Ano (2017)
 
Rochas e solos
Rochas e solosRochas e solos
Rochas e solos
 
água e biomoléculas
água e biomoléculaságua e biomoléculas
água e biomoléculas
 

Semelhante a História da Astronomia - Roma e Pré Copérnico - Parte 3 de 7

Cláudio Ptolomeu
 Cláudio Ptolomeu Cláudio Ptolomeu
Cláudio Ptolomeu
ssuser1bf4d3
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomia
Alison Martins
 
Filosofia cap. xii a ciencia antiga na +ëpoca imperial
Filosofia cap. xii   a ciencia antiga na +ëpoca imperialFilosofia cap. xii   a ciencia antiga na +ëpoca imperial
Filosofia cap. xii a ciencia antiga na +ëpoca imperial
Josemar Batista Aluno de Eliana Grupo IPÊ-EAD GEST
 
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
isabelrorig
 
Aula 02- A história da astronomia (mundo antigo) -
Aula 02-  A história da astronomia  (mundo antigo) -Aula 02-  A história da astronomia  (mundo antigo) -
Aula 02- A história da astronomia (mundo antigo) -
Universidade Federal de Goiás- UFG
 
Astronomia.pptx
Astronomia.pptxAstronomia.pptx
Astronomia.pptx
stenio medeiros
 
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na AntigüidadeAstronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Nuricel Aguilera
 
O homem e o universo
O homem e o universoO homem e o universo
O homem e o universo
wilkerfis
 
O homem e o universo
O homem e o universoO homem e o universo
O homem e o universo
wilkerfis
 
Nicolau copernico
Nicolau copernicoNicolau copernico
Nicolau copernico
Vítor Santos
 
Apresentação geografia 5º período
Apresentação geografia 5º períodoApresentação geografia 5º período
Apresentação geografia 5º período
Sylvia Christiane
 
Euclides - Valter e Carlos
Euclides - Valter e CarlosEuclides - Valter e Carlos
Euclides - Valter e Carlos
Alberto Casaca
 
A astrologia nas grandes civilizações
A astrologia nas grandes civilizaçõesA astrologia nas grandes civilizações
A astrologia nas grandes civilizações
Fábio Mascarenhas
 
4 as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
4   as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica4   as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
4 as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
Octavio Silvério de Souza Vieira Neto
 
Geo Geral Texto 02
Geo Geral   Texto 02Geo Geral   Texto 02
Geo Geral Texto 02
Marcelo Goulart
 
Teorias para a organização do Universo
Teorias para a organização do UniversoTeorias para a organização do Universo
Teorias para a organização do Universo
Catir
 
O Velho Modelo De Mundo
O Velho Modelo De MundoO Velho Modelo De Mundo
O Velho Modelo De Mundo
Gui Cadorim
 
Slides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
Slides Simpósio 'Astrologia e TransdisciplinaridadeSlides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
Slides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
Espaço Astrológico
 
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
mariagrave
 
História do Universo
História do UniversoHistória do Universo
História do Universo
eleni.oliveira
 

Semelhante a História da Astronomia - Roma e Pré Copérnico - Parte 3 de 7 (20)

Cláudio Ptolomeu
 Cláudio Ptolomeu Cláudio Ptolomeu
Cláudio Ptolomeu
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomia
 
Filosofia cap. xii a ciencia antiga na +ëpoca imperial
Filosofia cap. xii   a ciencia antiga na +ëpoca imperialFilosofia cap. xii   a ciencia antiga na +ëpoca imperial
Filosofia cap. xii a ciencia antiga na +ëpoca imperial
 
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
Quem foi ptolomeu e quais suas contribuições à trigonometria
 
Aula 02- A história da astronomia (mundo antigo) -
Aula 02-  A história da astronomia  (mundo antigo) -Aula 02-  A história da astronomia  (mundo antigo) -
Aula 02- A história da astronomia (mundo antigo) -
 
Astronomia.pptx
Astronomia.pptxAstronomia.pptx
Astronomia.pptx
 
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na AntigüidadeAstronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
Astronomia 1 - A astronomia na Antigüidade
 
O homem e o universo
O homem e o universoO homem e o universo
O homem e o universo
 
O homem e o universo
O homem e o universoO homem e o universo
O homem e o universo
 
Nicolau copernico
Nicolau copernicoNicolau copernico
Nicolau copernico
 
Apresentação geografia 5º período
Apresentação geografia 5º períodoApresentação geografia 5º período
Apresentação geografia 5º período
 
Euclides - Valter e Carlos
Euclides - Valter e CarlosEuclides - Valter e Carlos
Euclides - Valter e Carlos
 
A astrologia nas grandes civilizações
A astrologia nas grandes civilizaçõesA astrologia nas grandes civilizações
A astrologia nas grandes civilizações
 
4 as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
4   as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica4   as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
4 as revoluções da modernidade - agrícola, religiosa e científica
 
Geo Geral Texto 02
Geo Geral   Texto 02Geo Geral   Texto 02
Geo Geral Texto 02
 
Teorias para a organização do Universo
Teorias para a organização do UniversoTeorias para a organização do Universo
Teorias para a organização do Universo
 
O Velho Modelo De Mundo
O Velho Modelo De MundoO Velho Modelo De Mundo
O Velho Modelo De Mundo
 
Slides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
Slides Simpósio 'Astrologia e TransdisciplinaridadeSlides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
Slides Simpósio 'Astrologia e Transdisciplinaridade
 
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
19 fichageo1-teorias-de-organizacao-do-universo
 
História do Universo
História do UniversoHistória do Universo
História do Universo
 

Mais de Instituto Iprodesc

Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
Tabela efemerides astronomicas outubro 2020Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas julho 2020
Tabela efemerides astronomicas julho 2020Tabela efemerides astronomicas julho 2020
Tabela efemerides astronomicas julho 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas junho 2020
Tabela efemerides astronomicas junho 2020Tabela efemerides astronomicas junho 2020
Tabela efemerides astronomicas junho 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas maio 2020
Tabela efemerides astronomicas maio 2020Tabela efemerides astronomicas maio 2020
Tabela efemerides astronomicas maio 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas abril 2020
Tabela efemerides astronomicas abril 2020Tabela efemerides astronomicas abril 2020
Tabela efemerides astronomicas abril 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela efemerides astronomicas marco 2020
Tabela efemerides astronomicas marco 2020Tabela efemerides astronomicas marco 2020
Tabela efemerides astronomicas marco 2020
Instituto Iprodesc
 
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
Instituto Iprodesc
 
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
Instituto Iprodesc
 
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemérides Astronômicas Novembro 2019
Efemérides Astronômicas Novembro 2019Efemérides Astronômicas Novembro 2019
Efemérides Astronômicas Novembro 2019
Instituto Iprodesc
 
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
Instituto Iprodesc
 
50 anos homem à Lua
50 anos homem à Lua50 anos homem à Lua
50 anos homem à Lua
Instituto Iprodesc
 
Efemerides Astronomicas Agosto 2019
Efemerides Astronomicas Agosto 2019Efemerides Astronomicas Agosto 2019
Efemerides Astronomicas Agosto 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemerides astronomicas maio 2019
Efemerides astronomicas maio 2019Efemerides astronomicas maio 2019
Efemerides astronomicas maio 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemérides Astronômicas Abril 2019
Efemérides Astronômicas Abril 2019Efemérides Astronômicas Abril 2019
Efemérides Astronômicas Abril 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemérides astronômicas fevereiro 2019
Efemérides astronômicas fevereiro 2019Efemérides astronômicas fevereiro 2019
Efemérides astronômicas fevereiro 2019
Instituto Iprodesc
 
Efemerides astronomicas dezembro 2018
Efemerides astronomicas dezembro 2018Efemerides astronomicas dezembro 2018
Efemerides astronomicas dezembro 2018
Instituto Iprodesc
 

Mais de Instituto Iprodesc (20)

Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
Tabela efemerides astronomicas outubro 2020Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
Tabela efemerides astronomicas outubro 2020
 
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
Tabela efemerides astronomicas setembro 2020
 
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
Tabela efemerides astronomicas agosto 2020
 
Tabela efemerides astronomicas julho 2020
Tabela efemerides astronomicas julho 2020Tabela efemerides astronomicas julho 2020
Tabela efemerides astronomicas julho 2020
 
Tabela efemerides astronomicas junho 2020
Tabela efemerides astronomicas junho 2020Tabela efemerides astronomicas junho 2020
Tabela efemerides astronomicas junho 2020
 
Tabela efemerides astronomicas maio 2020
Tabela efemerides astronomicas maio 2020Tabela efemerides astronomicas maio 2020
Tabela efemerides astronomicas maio 2020
 
Tabela efemerides astronomicas abril 2020
Tabela efemerides astronomicas abril 2020Tabela efemerides astronomicas abril 2020
Tabela efemerides astronomicas abril 2020
 
Tabela efemerides astronomicas marco 2020
Tabela efemerides astronomicas marco 2020Tabela efemerides astronomicas marco 2020
Tabela efemerides astronomicas marco 2020
 
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
Tabela Efemerides Astronômicas Fevereiro 2020
 
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
Efemérides Astronômicas Janeiro 2020
 
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
Efemerides Astronomicas Dezembro 2019
 
Efemérides Astronômicas Novembro 2019
Efemérides Astronômicas Novembro 2019Efemérides Astronômicas Novembro 2019
Efemérides Astronômicas Novembro 2019
 
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS – OUTUBRO 2019
 
50 anos homem à Lua
50 anos homem à Lua50 anos homem à Lua
50 anos homem à Lua
 
Efemerides Astronomicas Agosto 2019
Efemerides Astronomicas Agosto 2019Efemerides Astronomicas Agosto 2019
Efemerides Astronomicas Agosto 2019
 
Efemerides astronomicas maio 2019
Efemerides astronomicas maio 2019Efemerides astronomicas maio 2019
Efemerides astronomicas maio 2019
 
Efemérides Astronômicas Abril 2019
Efemérides Astronômicas Abril 2019Efemérides Astronômicas Abril 2019
Efemérides Astronômicas Abril 2019
 
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
Efemérides Astronômicas Fevereiro 2019
 
Efemérides astronômicas fevereiro 2019
Efemérides astronômicas fevereiro 2019Efemérides astronômicas fevereiro 2019
Efemérides astronômicas fevereiro 2019
 
Efemerides astronomicas dezembro 2018
Efemerides astronomicas dezembro 2018Efemerides astronomicas dezembro 2018
Efemerides astronomicas dezembro 2018
 

Último

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 

Último (20)

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 

História da Astronomia - Roma e Pré Copérnico - Parte 3 de 7

  • 3. O Império Romano Situação de contorno: A Astronomia grega teve continuação no Egito helenístico; Foi na Alexandria que foram formuladas as mais importantes teorias astronômicas da Antiguidade; Em paralelo, os romanos começaram sua ascensão, dominando grande parte do mundo conhecido; IMPÉRIO ROMANO
  • 4. Os romanos não criaram grandes teorias astronômicas sendo essas incorporadas em partes dos gregos. Dentro dos romanos destacam-se: IMPÉRIO ROMANO
  • 5. Marcus Manilius (século I a.e.c.) – sua obra Astronomica apresenta uma boa descrição dos aspectos mais gerais da Astronomia, porém com foco claro para a Astrologia. Vitruvius (48 a.e.c. livro IX) – sua obra Os dez livros de Arquitetura apresenta no nono livro, a visão da Astronomia romana da época tendo, tendo como objetivo a construção de relógio solares (analema de Vitruvius). IMPÉRIO ROMANO
  • 6. Plínio, o Velho (c. 23 – 79 d.e.c.) – inclui um livro na sua enciclopédia História Natural, mas não fornece nenhum detalhe sobre Astronomia quantitativa. IMPÉRIO ROMANO
  • 7. Temos então Κλαύδιος Πτολεμαiος (c. 100 – c. 170 d.e.c.) Desenvolveu um modelo do Sistema Solar que durou cerca de 1.300 anos. IMPÉRIO ROMANO
  • 8. Cláudio Ptolomeu – modelo simplificado IMPÉRIO ROMANO Essa figura não é do Almagesto
  • 10. IMPÉRIO ROMANO Cláudio Ptolomeu – modelo com epiciclos
  • 11. IMPÉRIO ROMANO Cláudio Ptolomeu modelo com epiciclos e equante
  • 12. Entre Ptolomeu e o século III, em Alexandria, parece não ter surgido nenhum trabalho astronômico significativo. Os estudos agora se voltam do mundo natural para o mundo do espírito, com o desenvolvimento do neo-platonismo. O que resta são apenas comentadores das obras clássicas como Proclos, Philoponos e Simplício com algumas ideias originais sem uma Astronomia sistemática. IMPÉRIO ROMANO
  • 13. Cenário dessa época (conforme Kuhn): Primeira fase do declínio ocidental da ciência antiga: Segunda fase do declínio ocidental da ciência antiga: Um lento declínio da qualidade e da quantidade de atividades científicas. Um desaparecimento lento e constante do saber tradicional IMPÉRIO ROMANO
  • 14. Final do século IV: - invasão dos hunos na Europa; - Os cristãos são reconhecidos oficialmente pelo Império Romano; - O estudo sobre a natureza começam a ser criticados e (muitas vezes) desprezados; IMPÉRIO ROMANO
  • 15. - Santo Agostinho (354 – 430) nasce na África romana: Neoplatonista, maniqueísta e cristão exerce uma grande influência no pensamento religioso e popular cristão com a união de seus pensamentos platônico e das Epístolas de São Paulo. Sua preocupação maior seria com a vida que se levava e as possíveis penas que se deveria pagar após a morte. IMPÉRIO ROMANO
  • 16. - As consequências desses pensamentos geram conflitos entre pagãos e cristão. Consequências: Ano 390: parte da biblioteca de Alexandria foi queimada por ordem do Bispo Teófilo; Ano 415: o matemático Hipácio foi assassinado por uma multidão instigado (provavelmente) pelo Patriarca Cirilo que governou a Alexandria por 23 anos; IMPÉRIO ROMANO
  • 17. Por fim... - 476: o último imperador romano, Rômulo Augusto, foi deposto pelos “bárbaros” sob o comando de Odoacro. IMPÉRIO ROMANO
  • 18. - Em 529, a academia de Platão é fechada e o pensamento antigo foi esquecido ou criticado; - Kosmas Indicopleustes, em 550, defendeu a ideia de que a Terra era plana negando a proposta que estivesse suspensa no meio do Universo. Essa visão permaneceu até o Renascimento no meio popular. IMPÉRIO ROMANO
  • 19. Seria o fim dos pensamentos e obras gregas??? IMPÉRIO BIZANTINO idioma grego ainda se mantinha vivo e os autores antigos eram lidos. ÍNDIA possuíam uma astronomia própria associada à religião e à astrologia, com fortes influências mesopotâmicas.
  • 21. A Astronomia no tempo da Idade Média O motivo de grandes debates: ordem dos planetas e suas distâncias em relação à Terra*. Discussões que não foram abordadas por Ptolomeu: - Brilho dos planetas*; - Trânsitos*; - Estudo de cometas. *Ambos para estudar as distâncias dos planetas em relação à Terra. IDADE MÉDIA Trânsito de Vênus 06 junho 2012 01:29
  • 22. Pensamentos divididos Orbes encaixadas uns nos outros (Ptolomeu) gerou dois tipos de pensamentos: IDADE MÉDIA
  • 23. Pensadores A Mercúrio e Vênus estavam entre a Lua e o Sol. (Ptolomáicos) IDADE MÉDIA
  • 24. Pensadores B Mercúrio e Vênus estavam algumas vezes acima do Sol e outras abaixo dele. IDADE MÉDIA Sistema de Empédocles (495/490 - 435/430 a.e.c.)
  • 25. Pensamentos divididos Século IX – Bede Venerável (Pensador B) citou Carolus que teria observado Mercúrio como uma mancha visível no disco do Sol durante 9 dias. Avicenna – Descreve a passagem de Vênus sob a forma de uma pequena mancha no disco solar (trânsito de Vênus de 24 maio 1032 – 19:28) IDADE MÉDIA
  • 26. Afinal... Qual interesse de estudar o trânsito de Mercúrio e Vênus? IDADE MÉDIA
  • 27. Pensamento medieval: H1- Se Vênus recebe luz do Sol; H2- Se Vênus se move entre o Sol e a Terra; C1- Logo Vênus deveria apresentar fases, como as da Lua. A- Por analogia o mesmo ocorre com Mercúrio. IDADE MÉDIA
  • 28. E ELES ACERTARAM??? Como as fases de Vênus e de Mercúrio – DE FATO – nunca havia sido observado a solução foi simples... OS PLANETAS POSSUEM LUZ PRÓPRIA Al-Biruji (século XII) IDADE MÉDIA
  • 29. IDADE MÉDIA Mercúrio e Vênus possuem fases??? Fases de Mercúrio 01 junho 2013 ~17:30
  • 30. RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA Com o declínio da cultura islâmica ocorre o processo de reforço da ciência europeia. Século XII – marcado pela quantidade excessiva de traduções de obras científicas do árabe para o latim. Renasce nesse momento o retorno à ciência grega, porém...
  • 31. RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA COM LEVES RETOQUES ÁRABES ARISTÓTELES EUCLIDES ARQUIMEDESPTOLOMEU OUTROS ÁRABES O elo perdido entre a filosofia helênica e a Idade Média
  • 32. Consequências: termos árabes “latinizados” no vocabulário astronômico, como: ZÊNITE NADIR ALTAIR ALMANAQUE (anuários) ALDEBARANBETELGEUSE EL NATH MIZAR RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 33. E A OBRA DE PTOLOMEU??? ENTROU EM DESUSO NESSE PERÍODO??? RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 34. Século XIII Entre Tómas de Aquino, Alberto Magno e tantos outros destaca-se Johannes de Sacrobosco. Escreveu uma pequena obra Tratado da esfera que baseava-se nas obras traduzidas para o latim referindo-se as ideias de Ptolomeu e Alfragano descrevendo os mecanismos celestes. RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 35. Essa obra foi significativa e utilizada amplamente nas mais importantes universidades europeias até o século XVII. Pensamentos dominante da época: FÍSICA ARISTOTÉLICA COM PRINCÍPIOS DA ASTRONOMIA PTOLOMAICA RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 36. Segunda metade do século XIII O Rei Afonso X de Castela (1252-1284) reúne os astrônomos da corte e ordena a tradução de vários textos científicos para o castelhano, além da elaboração de tabelas astronômicas atualizadas. Essas foram consideradas as melhores da época permanecendo até 1483. RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 37. Mas... sempre existem os que não concordam!!! Esses, não questionavam os ensinamentos da Igreja, mas os da ciência aristotélica. Essa atitude “rebelde” toma maior força a partir do século XIV e continua até o Renascimento. RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 38. Nicolas de Cusa (1401-1464) De Docta Ignorantia - Existência de um cosmo perfeito, esférico e infinito; - Universo ilimitado sem centro; - As estrelas estariam distantes uma das outras e não numa única esfera; - Todos os corpos seriam formados pelos mesmos elementos; RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 39. - A Terra não poderia estar numa posição central; - A Terra e os demais astros possuíam movimento natural; - A Terra possui um movimento de rotação em torno do seu eixo (à estudar ainda pelos especialistas). RENASCIMENTO DA ASTRONOMIA NA EUROPA
  • 40. ANTES DE COPÉRNICO Final do século XV – Astronomia europeia se encontra em forte desenvolvimento. Os primeiros livros de Astronomia começam a surgir na década de 1470. Destaque para: - Corpus Hermeticum – final do sec. XV e início do sec. XVI. Veneração pela alquimia, astrologia, magia natural e entre o macro e microcosmo;
  • 41. ANTES DE COPÉRNICO - Tratado da Esfera de Sacrobosco – editado e reeditado dezenas de vezes com ou sem comentários; - Teoria dos Planetas de Georg Peurbach (1423-1461) – uma análise técnica do modelo de Ptolomeu.
  • 42. Do século XV para o século XVI Surge o “boato” de que a Terra pudesse estar em movimento Discussão do argumento, contrapondo-lhe contra-argumentos Questionamento de argumentos de novas ideias EFEITOS COLATERAIS APRESENTADOS PELOS CULTOS DA ÉPOCA ANTES DE COPÉRNICO
  • 43. OS CULTOS DA ÉPOCA ERAM TREINADOS PARA “DERRUBAR” NOVAS IDEIAS!!! ANTES DE COPÉRNICO
  • 44. Celio Calcagnini (1479-1541) Um exemplo pré copernicano A terra se movimenta Girolamo Fracastoro (1483-1553) Giovanni Battista Amici (1512-1538) Tentaram ressuscitar as esferas homocêntricas Fracastoro = 77 esferas A DISCUSSÃO ESTÁ ESQUENTANDO!!! ANTES DE COPÉRNICO