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3. Fenologia
→
Crescimento Desenvolvimento
→
Tamanho
Massa →
Crescimento
Diferenciação
Crescimento
+
Mudanças na forma da planta
3. Fenologia
→
Crescimento
3. Fenologia
→
Desenvolvimento
3. Fenologia
o Ciclo anual
o 2 fases: vegetativa e reprodutiva
o Períodos de desenvolvimento
1. Germinação e emergência
2. Crescimento vegetativo
3. Florescimento
4. Frutificação
5. Maturidade
→
Estádios
fenológicos
Morfologia
3. Fenologia
o Períodos de desenvolvimento
1. Germinação e emergência
2. Crescimento vegetativo
3. Florescimento
4. Frutificação
5. Maturidade
→
Quanto tempo
dura?
Genótipo
x
Ambiente
3. Fenologia
→
Interação genótipo x ambiente?
Resposta do genótipo as condições do
ambiente de cultivo
3. Fenologia
3. Fenologia
→
Aumento ou redução dos períodos de
desenvolvimento e ciclo da cultura
3. Fenologia
→
Genótipo
Toledo x Cascavel
→
Desenvolvimento será igual?
3. Fenologia
→
Qual a importância da fenologia?
1. Momento adequado para utilização de técnicas
de cultivo/insumos
2. Adequação da cultura no ambiente
3. Suporte para pesquisa
3. Fenologia
“Um produtor/técnico que entende como a
planta cresce e se desenvolve, irá compreender
a importância de se utilizar práticas de
produção no momento correto para assegurar
altas produtividades e maior rentabilidade”
3. Fenologia
“O entendimento das etapas de crescimento
e desenvolvimento da planta possibilita a
adoção de práticas culturais adequadas, na
quantidade e/ou no momento mais
propício”
3. Fenologia
→
É importante conhecer como a planta
cresce e se desenvolve?
Técnicas de cultivo/insumos
Adequação da cultura no ambiente
Pesquisa
3. Fenologia
→
Técnicas de cultivo
Insumos
Escala cronológica
Número de dias que a cultura está no campo
3. Fenologia
→
25 DAE é o momento adequado para a
realização da fertilização nitrogenada?
Genótipo (ciclo)
Locais de cultivo
Ano agrícola
Época de semeadura
3. Fenologia
→
O acompanhamento da fenologia da cultura pela
escala cronológica é perigoso!
Técnicas de cultivo/insumos
→
Momentos inadequados
→
Características morfofisiológicas da planta
3. Fenologia
→
Tomada de decisão
Escala fenológica
3. Fenologia
1
2
3
4
5
Descrição dos estádios fenológicos escalas fenológicas
→
Escala de Ritchie et al. (1993)
3. Fenologia
Estádios fenológicos são caracterizados mediante a
morfologia externa da planta
A manifestação
exterior do
processo
reprodutivo é
retardada no
tempo
3. Fenologia
Grau de evolução dos meristemas
reprodutivos
→
Caracterização dos estádios
fenológicos
3. Fenologia
→
Como o desenvolvimento da planta do
milho é controlado
Temperatura
→
Soma Térmica
→
O que é ST? Como é calculada?
3. Fenologia
Soma
térmica
Cálculo período germinação-emergência
T°C base = 10°C
3. Fenologia
Soma
térmica
A Soma térmica
→
Velocidade de
crescimento e
desenvolvimento
3. Fenologia
→
Período de germinação-emergência
Temperatura do solo
→
Crescimento vegetativo-maturação
Temperatura do ar
3. Fenologia
→
Cultivares de milho
890 a 1200 GD
Hiperprecoce: < 790 GD
790 GD < Superprecoce < 830 GD
830 GD < Precoce < 890 GD
Tardio > 890 GD
3. Fenologia
→
Diferença de ciclo entre cultivares
Período vegetativo
→
Cultivar precoce
Menor número de folhas
3. Fenologia
3. Fenologia
→
Fenologia
+
Exigência térmica da cultura
Previsão estádio fenológico
→
Planejamento/tomada de decisão
3. Fenologia
→
Ciclo: 110 - 180 dias
→
Variação: duração dos períodos
Genótipo
Local de cultivo
Ano agrícola
Época de semeadura
3. Fenologia
→
Escala de Ritchie et al. (1993)
Períodos de desenvolvimento
Estádios fenológicos
3. Fenologia
→
Escala de Ritchie et al. (1993)
Ciclo: 2 fases
→
Vegetativo e Reprodutivo
3. Fenologia
o Fase vegetativa: “V”
o Estádios vegetativos: V1 – Vn
o “n”: número de folhas completamente expandidas
(colar)
o “n”: variável conforme genótipo (precoce/tardio) e
ambiente
o Primeiro e último estádios “V”: VE e VT
o Contagem: primeira folha (ovalada)
o Contagem: a partir de V6 (divisão do colmo)
3. Fenologia
→
Pendoamento
Estádios fenológicos identificados com “R”
→
R1 a R6
→
Identificação de estruturas reprodutivas
Consistência e desenvolvimento dos grãos
3. Fenologia
O estádio fenológico, V ou R, só será caracterizado na lavoura quando pelo
menos 50% das plantas apresentarem a característica indicativa do mesmo.
Escala de Ritchie et al. (1993)
3. Fenologia
→
Estádios vegetativos
VE
Semeadura-emergência
H2O
T°C
O2
Como ocorre
a
germinação?
Hipógea
3. Fenologia
4 a 5 dias (> 15 dias)
Crescimento mais lento das raízes primárias
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
→
Estádios vegetativos
VE
Semeadura-emergência
→
Componente de rendimento
→
Número de plantas por unidade de área
3. Fenologia
o Ponto de crescimento abaixo do solo
o Lenta elongação do colmo
o Paralisação do crescimento das raízes seminais
o Crescimento intenso das raízes nodulares
o Definição do n° de folhas e espigas
o Definição da produção potencial
V3
3. Fenologia
Fonte: Autor e Iowa State University
3. Fenologia
Diferenciação das espigas em V3
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
o Ponto de crescimento e pendão acima da superfície do solo
o Grande incremento na elongação do colmo
- diâmetro e comprimento
o Desenvolvimento de perfilhos
- prejudica a cultura e a produtividade?
o Definição do úmero de fileiras de grãos por espiga (número par)
- V6-V8
o Perda das folhas do baixeiro
V6
3. Fenologia
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: do autor e Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Espigas visíveis na planta
o Todos os nós possuem potencial para produzir espigas
- Quantas espigas uma planta é capaz de formar?
o Produção de 1 ou 2 espigas
o Rápido crescimento do pendão
o Colmo continua o alongamento (entrenós)
o Aumento da taxa de desenvolvimento dos órgãos
florais
V9
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: Dirceu Gassen
3. Fenologia
o Definição do número de óvulos (grãos potenciais)
o Definição do tamanho da espiga
- Espiga maior: maior n° de óvulos
o Formação das raízes adventícias
o Alta taxa de crescimento do colmo, pendão e
espiga superior
V12
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
→
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Início do estádio mais crítico de determinação da
produção
o Espiga superior com maior desenvolvimento que
as demais
o Crescimento dos estilos-estigmas na espiga
o Extremidades da espiga e pendão visíveis na
planta
V15
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Estilos-estigmas dos óvulos da base da espiga
iniciam o alongamento
o Raízes adventícias continuam o crescimento
o Crescimento acelerado da espiga
V18
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Pendão completamente
visível
o Estilos-estigmas ainda não
emergidos
o Pendão emerge 2 a 4
dias antes que os estilos-
estigmas
- protândria
VT
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
o Planta atinge a altura máxima
o Inicia a polinização
- O que é?
- Quanto tempo dura?
o Durante a polinização os
estilos-estigmas devem emergir
o A polinização garante a
formação do grão?
VT
Fonte: University of Missouri
3. Fenologia
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
→
Estádios reprodutivos
R
R1, R2, R3: grãos do meio da espiga
→
R5 e R6: todos os grãos da espiga
3. Fenologia
o Estilos-estigmas visíveis
o Em média: 3 dias para que todos os estilos-estigmas
sejam expostos e polinizados na espiga
o Após polinização: média de 24 horas para a
fertilização
- demora para fertilização: extensão do cabelo
- interferência do tempo
o Determina o número de óvulos fertilizados - produção
R1 - florescimento
3. Fenologia
o Óvulos brancos
o Material interno é claro e possui pouco fluido
o Óvulos envoltos pelas páleas, lemas e glumas
o O embrião ainda não é visível (foi fertilizado?)
o Colheita de minimilho
R1 - florescimento
3. Fenologia
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
o Grãos brancos externamente
o Semelhante a “bolhas d’água”
o Alto teor de água e baixo teor de
açúcares
o Baixo incremento de M.S.
o Alta atividade mitótica (embrião e
endosperma)
R2 - grão leitoso
Fonte: Purdue University
3. Fenologia
o Espiga próxima do tamanho máximo
o Estilos-estigmas iniciam secagem (escurecidos)
o Armazenamento de CHO no colmo
o Grãos com 85% de água – redução até colheita
R2 - grão leitoso
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
o Grão com coloração externa amarela, fluido interno pastosa
o Divisões mitóticas encerradas expansão celular
o Rápido acúmulo de M.S. (enchimento de grãos)
- translocação de açúcares do colmo para os grãos
- amido (ganho de peso)
R3 - grão pastoso
→
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
o Definição da densidade dos grãos
o Crescimento acelerado do embrião
o Cabelos estão marrons e secos
o Grãos com 80% de água
o Colheita do milho verde
R3 - grão pastoso
Fonte: Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Continuo acúmulo de amido nos grãos
o Embrião totalmente diferenciado no grão
o 50% a 75% M.S. do grão acumulada
o Grãos com 70% de água
R4 - grão farináceo
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Secagem dos grãos (ponta para base)
- formação camada branca e dura de amido
o Grãos com 55% de água
o Aparecimento do dente (depende do tipo de grão)
o Produção de silagem: colheita em R5
o ideal: > 35% matéria seca planta inteira
R5 - grão farináceo-duro
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
o Máxima massa seca, germinação e vigor
o Linha de leite avançou até o sabugo
o Formação da camada negra (ponta-base)
- final do crescimento do grão
o Senescência das folhas
o Grãos com 30% a 35% de água
- colheita: 15% a 28% de água
R6 - maturidade fisiológica
3. Fenologia
Fonte: Purdue e Iowa State University
3. Fenologia
Fancelli (1986) e Iowa State University Extension (1993)