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Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018
HISTOR – Boletim de História
Ano 2 - N° 02 FLORIANÓPOLIS, TERÇA FEIRA, 06 DE FEVEREIRO DE 2018
Página 1
1. Introdução à pesquisa
Tipos de Fontes Históricas
2. Contagem do tempo
Ciência e Religião
3. Cantinho dos famosos
Heródoto
Página 2
1. Primeiros tempos
Paleolítico
2. Algum tempo depois
Civilização
3. Tempo mais recente
Informações que coincidem ao
descobrimento do Brasil
Página 3
1. Curiosidade e diversão
Piadas, cruzadinhas, outros
2. Indicação de leitura e outros
Livros, sites e filmes
3. Utilidade pública
Instituições ligadas à História
PENSAMENTO
“Pesquisar a História é uma homenagem que podemos prestar aos antepassados e um presente que
deixamos para nossos descendentes”
================================================================================
PALAVRA DO EDITOR
Reinicio hoje o Boletim de História, depois de um grande período sem
escrever uma única linha. São muitos os motivos que nos fazem parar por
algum período, de realizar nossos trabalhos, mas estou aqui novamente para
tentar dar continuidade a este trabalho, que me é gratificante, repassando
um pouco do que aprendi ou pesquisei, às pessoas que também partilham
interesses semelhantes.
Grande Abraço a todos!
Viva a História!
Maximiliano Pessôa
Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018
Introdução à pesquisa
Divisões da História
Contagem do tempo
Linha do tempo
Cantinho dos famosos
Pioneiros
TIPOS DE FONTES HISTÓRICAS
Existem vários tipos de História ou
Fontes históricas que nos “apossamos” para
transmitir um pouco do que aconteceu no
mundo, com nossos antepassados e, dentre
elas temos : Oral, escrita, visual (imagem,
som, etc), lembrando que muitas vezes uma
imagens na história vale por mil palavras e
fala por si.
Em relação às Fontes, pode-se
reconstituir a história através de pesquisa em
Fontes históricas, como :
1. Documentos escritos pelos homens do
passado, informando-nos como viveram,
o que faziam, onde moravam, como se
reuniam, como se alimentavam, através
de : correspondências, cartas de doação,
relatos de viajantes, livros, inscrições em
paredes, argila, madeira, manuscritos em
papiro, pergaminhos e papéis).
Chamados documentos básicos.
2. Vestígios ou evidências materiais (restos
de cerâmica, ossos, ruínas, objetos e
utensílios. Graças a eles que
historiadores reconstruíram a época pré-
histórica. Chamadas fontes não escritas.
3. Depoimentos orais das gerações mais
velhas às mais novas (lendas, canções,
narrações, tradições, mitos, costumes,
cultura e superstições). Nelas podemos
encontrar explicações sobre o passado e
a origem de um povo. Deve-se analisar
os relatos, verificando sua veracidade.
Fonte : Autor e Internet
Existem pelo menos duas
maneiras de se contar a existência do
homem e surgimento na terra : a
maneira Científica, os chamados
Evolucionistas e, a maneira
Religiosa, os chamados Criacionistas.
Na Evolucionista, alguns
historiadores começam a contagem
do tempo terrestre há 14 bilhões de
anos, com uma explosão sofrida pela
Terra, que com o tempo, sofreu um
resfriamento e formou as coisas que
temos hoje, como as montanhas, os
rios, lagos, atmosfera, céu, árvores,
animais, etc, etc., tudo isso
demorando milhões de anos para se
“formar” “ acomodar” e se apresentar
da maneira como vemos hoje.
Começando com microorganismos
que evoluíram e formaram os
diversos e diferentes seres de hoje.
Na Criacionista, de acordo com
a Bíblia, Deus criou tudo que existem
acima do Céu e abaixo dele, como
árvores, animais, ar, terra, e que o
homem “Adão” foi criado no sexto
dia da existência de nosso planeta,
então Deus descansou no sétimo dia.
Está criação ou existência também
divergem na opinião de autoridades
ou estudiosos, que dão o início do
mundo entre 5.000 a 4.000 anos,
através da contagem das idades das
pessoas, a partir de Adão (que dizem
viveu em torno de 900 anos, seus
filhos, netos, bisnetos, até uma
determinada época, viviam em torno
deste mesmo período de tempo.
Somente após Noé, os homens
começaram a viver em torno de 120
anos, e hoje variam as épocas ou
períodos de vida do ser humano.
Fonte : Autor e Internet
Heródoto, nasceu em 485 a.C., em
Halicarnasso (hoje Bodrum, Turquia) e faleceu
em 420 a.C.. Geógrafo e historiador grego,
continuador de Hecateu. Antes de Heródoto,
tinham existido crônicas e épicos, que haviam
preservado o conhecimento do passado. Foi o
primeiro não só a gravar o passado, mas a
considerá-lo um problema filosófico ou um
projeto de pesquisa que revelava conhecimento
do comportamento humano. Autor da história da
invasão persa da Grécia nos princípios do século
V a.C., conhecida como As histórias de
Heródoto, reconhecida como nova forma de
literatura pouco depois de ser publicada. Um dos
primeiros historiadores cuja obra sobreviveu até
hoje.
Sua criação deu-lhe o título de "Pai da
História" e a palavra que utilizou para conseguir,
historie, significava "pesquisa", tomou a
conotação atual de "história". escrita entre 450 e
430 a.C., foram posteriormente divididas em 9
livros, intituladas segundo os nomes das musas,
pelos eruditos alexandrinos. Por volta de 445
a.C., fez leituras delas em Atenas. Começam com
introdução do primeiro monarca asiático a
conquistar as cidades-estado gregas, Creso da
Lídia e acabam em 479 a.C. com a expulsão na
batalha de Plateias e o recuo da fronteira do
império persa para a linha costeira da Anatólia.
Foi acusada no velho mundo de influenciável,
imprecisa e plagiária. Pensadores modernos,
dizem que exagerou na extensão das viagens e
fontes. O respeito pelo seu rigor aumentou na
última metade do século, sendo reconhecido não
só como pioneiro na história, mas na etnografia,
antropologia e geografia.
Foi exilado de Halicarnasso após golpe de
estado frustrado contra a dinastia no poder que
estava envolvido, retirando-se para a ilha de
Samos. Desconhece-se se lá morreu. Registou
tradições orais das famílias proeminentes, como a
Alkmaeonidai, à qual Péricles pertencia do lado
materno.
Depois torna-se um logios (recitador de
prosa logai ou histórias) com temas baseados em
batalhas, maravilhas de países distantes e outros
acontecimentos históricos.
Há tradução brasileira feita por Mário da
Gama Kury (Editora da UnB), uma portuguesa de
alguns livros (Editora Edições 70), ambas do
original grego. Em espanhol também.
Fonte : ww.wikipedia.org e outros
Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018
Primeiros tempos
Antes da Escrita
Algum tempo depois
Alguns relatos
Tempos mais recentes
Mais relatos
Antes de falar da Pré-História ou
Pré-Escrita propriamente dita, gostaria de
falar sobre um assunto que acho
interessante, embora esteja mais ligado à
Geografia, e que talvez a maioria dos
cientistas não concordem, pois acho que
as definições dentro da História ou outros
assuntos, sempre são “decididos” por
quem tem mais “influência ou poder
aquisitivo” e pela corrida pelo poder.
Deixando a concorrência de lado,
faço um adendo para falar sobre a
chamada Deriva Continental, em função
das Placas Tectônicas e a formação dos
continentes, que se deu durante as Eras
Pré-Cambriana e Paleozóica
(aproximadamente há 290 milhões de
anos), que formavam um único e
gigantesco continente, também conhecido
como Pangéia, que começa a se separar
em torno de 200 milhões de anos.
Na minha “humilde visão”, pode
explicar quando, onde e como muitos
humanos chegaram a determinadas partes
do planeta e tem tanta semelhança entre si,
nas mais longínquas terras.
Inicialmente dividiu-se em
Gondwana (América do Sul, África,
Austrália e Índia) e Laurásia (América do
Norte, Ásia e Ártico). O mar que os
envolvia chamava-se Pantalassa. Depois
foram se afastamento mais, formando o
que hoje conhecemos como América,
África, Ásia, Oceania, Europa e Antártica.
Deriva continental - A idéia surge
em 1596, com o cartógrafo Abraham
Ortelius, em Thesaurus Geographicus,
onde sugere que os continentes estiveram
unidos, devido a similaridade das costas
da África com as Américas. No mapa
mundi, parecem realmente se encaixar.
Em 1858, o geógrafo, Antonio
Snider-Pellegrini, utilizou o método de
Ortelius para desenhar seu mapa.
Nenhuma prova foi apresentada, além da
semelhança geométrica, a idéia foi
esquecida.
Em 1912, o meteorologista alemão
Alfred Lothar Wegener (01.11.1880,
Berlim - 02.11.1930, Groenlandia),
novamente a sugere, com base nas formas
dos continentes de cada lado do Oceano
Atlântico, que pareciam se encaixar. A
hipótese da deriva tornou-se na Teoria da
tectônica de placas.
Havia escrito anteriormente que
aqui veríamos o período que vai do
aparecimento da escrita, cerca de 3.500
a.C, mas na seção anterior terminarei em
8.000 a.C, escreverei aqui a partir disto,
para evitar lacuna de informações,
mesmo sendo um período Pré-Escrita.
Diz-se que nesta época, em torno de
8.000 a.C., o “homem” já vivia de
maneira mais “sedentária” e até
praticavam o que hoje podemos falar
“agricultura”, pois acredita-se que já
conhecia um pouco mais sobre os
vegetais que costumeiramente
encontrava, então começou a criar suas
próprias “hortas” e deve ter utilizado para
a alimentação diária e, o excedente,
guardava para um período adiante,
quando, talvez, não fosse possível
plantar, colher, devido a chuvas, neve,
frio, terra infértil, ou mesmo tendo que se
deslocar, apesar de ser mais sedentário,
por causas externas.
Foi o chamado Homo Hábilis,
nosso ancestral que vivu no período
Entre 8.000 e 7.000 a.C. dá-se o
período conhecido como Mesolítico, e
entre 7.000 a.C. e 5.000 a.C. o Neolítico
ou Idade da Pedra Polída.
Neste período também, o homem
“fabricou” ou utilizou-se da cerâmica
para fabrico de peças para sua utilização
Propõem alguns pesquisadores, que
uma espécie de escrita foi criada por
volta de 5.500 a.C., são as Tábuas
Tartaras descobertas na Romênia.
A partir de 5.000 a.C. entramos no
período chamado Idade dos Metais, até
por volta de 3.500 a.C., quando se tem
notícia mais afirmada da invenção da
Escrita propriamente dita. Diz-se que o
primeiro metal a ser utilizado foi o cobre.
Posteriormente descobriu o estanho
e da fundição destes dois metais, surge o
bronze, produzidos no Egito e
Mesopotâmia, por volta de 3.000 a.C.
Após isso temos indícios do início
da produção do ferro na Ásia, vindo para
outras regiões através da emigração de
tribos indo-europeias (celtas), a partir de
1.200 a.C. chegando à Europa Ocidental,
e indo até a época romana e na
Escandinávia, dos vikings (cerca de
1.000 d.C).
Como na seção anterior, retornei um
pouco no tempo e, com certeza me
prolongarei um pouco mais, nesta parte do
Boletim, também recuarei um pouco mais na
História, bem além de uns poucos anos
anteriores ao 1.500.
Começarei com o ano considerado como
um grande marco divisor na História da
Humanidade, que foi a vinda de Jesus Cristo
à terra.
Entre várias “especulações” que se
fazem, ainda não se chegou num verdadeiro
contexto quanto a data ou ano do nascimento
de Jesus.
As datas variam entre o ano 7 a.C. e 2
a.C.. e comemora-se no dia 25 de dezembro.
A partir de seu nascimento, considerou-
se tudo que veio anteriormente como
datados com a sigla a.C., que significa antes
de Cristo e tudo que ocorreu a partir de seu
nascimento, utiliza-se a sigla d.C., que
significa depois do nascimento de Cristo ou
resumidamente, depois de Cristo.
As periodicidades ou designações dos
estudos históricos foram definidos em :
História Antiga, Média, Moderna,
Contemporânea e, a partir de 1950, em Nova
História ou História do Tempo Presente.
Como já havia mencionado, fugirei
destas nomenclaturas e seguirei padrões
adotados por mim, por períodos bem
diferentes dos da maioria dos Historiadores.
Ano 1 ou Anno Domini (Ano do
Senhor) ou da Era Cristã
O Ano 1 em outros calendários :
Calendário gregoriano 1
Ab urbe condita 754
Calendário armênio N/A
Calendário chinês 2697 – 2698
Calendário judaico 3761 – 3762
Calendários hindus
- Vikram Samvat 56 – 57
- Shaka Samvat N/A
- Kali Yuga 3102 – 3103
Calendário persa 621 BP – 620 BP
Calendário islâmico 640 BH – 639 BH
Calendário rúnico 251
Nesta época o grande “dono do mundo”
era o Império Romano, comandado por Caio
Júlio César (Gaius Iulius Caesar Octavianus
Augustus)(23.09.63 a.C., Roma –19.08.14
d.C., Nuvlana), 16 de janeiro de.27 a.C. até
19 de agosto de.14 d.C., data de sua morte.
Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018
Curiosidade e diversão Indicação de leitura Utilidade pública
Os últimos Neandertais
desapareceram da Península
Ibérica há 37 mil anos
Um estudo liderado por um
investigador português revela que esta
espécie de hominídeo sobreviveu na
Península Ibérica depois do seu
desaparecimento do Centro da Europa
até há 37 mil anos, quando terá sido
“substituída” ou “assimilada” pelas
populações de humanos modernos.
O Neandertal é uma espécie de
hominídeo que viveu na Europa e Ásia
Central no Plistocénico. A descoberta
de restos do esqueleto de uma criança
de homem moderno com traços de
Homo neanderthalensis perto de Leiria
com 30 mil anos - conhecida como o
“Menino do Lapedo” - levou o
português João Zilhão a sugerir que os
últimos Neandertais terão sobrevivido
na Península Ibérica além dos da
Europa Central e Ásia.
O território ibérico teria
funcionado como refúgio climático
depois do desaparecimento das
populações do centro da Europa,
hipótese amplamente aceita, mas
necessita determinar a época em que
esses ibéricos desapareceram, algures
entre há 34 mil e 38 mil anos.
Outra teoria formulada na
descoberta de indícios do uso do fogo
por Neandertais em Gibraltar, sugere
que podem ter sobrevivido no Estreito
até há 28 000 anos.
A população ibérica terá
persistido cerca de 5;000 anos além da
data do seu desaparecimento na
Europa central, num território que
apresentava um clima temperado e que
com o regresso das condições mais
frias “permitiu a expansão das
populações de grandes herbívoros e
dos seus caçadores (…) e os últimos
Neandertais passaram pelos mesmos
processos de assimilação ou
substituição que passaram os que se
extinguiram na Europa cinco milénios
antes”, conclui João Zilhão, citado pela
Europa Press
Fonte :
http://passadocurioso.blogspot.com/2011
/10/os-ultimos-neandertais-
desapareceram-da.html
Livros
BELISÁRIO, Adriano. Gênio Negro.
CARDONE, Monique. A origem e o destino dos
livros. Paraty
HÖRNER, Erik. O fazer-se da historiografia
brasileira
MARUTTI, Mauri Daniel. Correntes
Historiográficas
MENDES, André Oliva Teixeira. O que é
História, para você?.
Sites
http://revistas.udesc.br/tempoeargumento
http://www.coc.fiocruz.br/comunicacao/index.ph
p
www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/
anteriores/edicao43/materia02/)
http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?g
o=detalhe&id=3195 - A origem e o destino dos
livros - Monique Cardone, de Paraty
http://www.ibge.gov.br/brasil500/index2.html -
brasil 500 anos de
http://www.historia.uff.br/artig.php - acesso em
22.03.2012 - 15:17
http://www.historiaecultura.pro.br/cienciaeprecon
ceito/frame.htm - 22.03.2012 - 15;29
Filmes
Grécia Antiga e helenística
– 300 (2006) - Relato da Batalha das Termópilas,
na qual o Rei Leônidas e 300 espartanos lutaram
até a morte contra Xerxes e seu exército persa.
Enfrentando dificuldades insuperáveis, o
sacrifício desses homens levou toda a Grécia a se
unir contra o inimigo persa, traçando um marco
no caminho para a democracia
Cleópatra – Filme sobre o Egito. leópatra é uma
das mulheres mais importantes da história e
imortalizou a atriz Elizabeth Taylor nesse papel.
O filme conta um pouco mais sobre a história
dessa mulher que detinha grande poder, vários
homens aos seus pés e muitas joias.
– Alexandre (2004) - Recriação da história de
Alexandre, o Grande, que no quarto século antes
de Cristo havia conquistado a Grécia, a Pérsia, o
Afeganistão e a Índia - ou seja, 90% do "Mundo
Conhecido" até então.
Instituições
Instituto Histórico e Geográfico Paraibano
- IHGP
Rua Barão do Abiaí, 64 - CEP.: 58.013-080 -
Centro, João Pessoa-PB - Fone/Fax: 83 3222-
0513 – Site na internet: www.ihgp.net – E-
mail: faleconosco@ihgp.net
Arquivo Histórico do Município de
Florianópolis
Praça XV de Novembro, 180 · (48) 3228-6821
Arquivo Histórico Municipal de
Florianópolis
Av. Mauro Ramos, 224
Arquivo Público Estadual de Florianópolis
R. Duque de Caxias, 261 · (48) 3665-6226
Casa da Alfândega
Feira de artesanato tradicional da região em
um prédio histórico de estilo neoclássico.
Endereço: Alfândega - R. Conselheiro Mafra,
141 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-000
Horário: Fechado ⋅ Abre às 09:00
Telefone : (48) 3665-6097
Casa da Memória
Endereço: R. Padre Miguelinho, 58 - Centro,
Florianópolis - SC, 88010-102
Horário: Segunda às 13:00
Telefone : (48) 3333-1322
Ministério da Educação
http://portal.mec.gov.br/
Portal Turístico
Endereço: R. Ten. Silveira, 60 - Centro,
Florianópolis - SC, 88010-102
Horário : Aberto a partir das 06:00
Telefone : (48) 3367-8005
Palácio Cruz e Sousa
Antigo Palácio Rosado, sede do Museu
Histórico de Santa Catarina desde 1986
Localizado na Praça XV de Novembro
esquina com Rua Tenente Silveira, 60 -
Centro, Florianópolis - SC, 88010-102
Horário: Abre às 10:00
Telefone: (48) 3665-6363

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  • 1. Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018 HISTOR – Boletim de História Ano 2 - N° 02 FLORIANÓPOLIS, TERÇA FEIRA, 06 DE FEVEREIRO DE 2018 Página 1 1. Introdução à pesquisa Tipos de Fontes Históricas 2. Contagem do tempo Ciência e Religião 3. Cantinho dos famosos Heródoto Página 2 1. Primeiros tempos Paleolítico 2. Algum tempo depois Civilização 3. Tempo mais recente Informações que coincidem ao descobrimento do Brasil Página 3 1. Curiosidade e diversão Piadas, cruzadinhas, outros 2. Indicação de leitura e outros Livros, sites e filmes 3. Utilidade pública Instituições ligadas à História PENSAMENTO “Pesquisar a História é uma homenagem que podemos prestar aos antepassados e um presente que deixamos para nossos descendentes” ================================================================================ PALAVRA DO EDITOR Reinicio hoje o Boletim de História, depois de um grande período sem escrever uma única linha. São muitos os motivos que nos fazem parar por algum período, de realizar nossos trabalhos, mas estou aqui novamente para tentar dar continuidade a este trabalho, que me é gratificante, repassando um pouco do que aprendi ou pesquisei, às pessoas que também partilham interesses semelhantes. Grande Abraço a todos! Viva a História! Maximiliano Pessôa
  • 2. Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018 Introdução à pesquisa Divisões da História Contagem do tempo Linha do tempo Cantinho dos famosos Pioneiros TIPOS DE FONTES HISTÓRICAS Existem vários tipos de História ou Fontes históricas que nos “apossamos” para transmitir um pouco do que aconteceu no mundo, com nossos antepassados e, dentre elas temos : Oral, escrita, visual (imagem, som, etc), lembrando que muitas vezes uma imagens na história vale por mil palavras e fala por si. Em relação às Fontes, pode-se reconstituir a história através de pesquisa em Fontes históricas, como : 1. Documentos escritos pelos homens do passado, informando-nos como viveram, o que faziam, onde moravam, como se reuniam, como se alimentavam, através de : correspondências, cartas de doação, relatos de viajantes, livros, inscrições em paredes, argila, madeira, manuscritos em papiro, pergaminhos e papéis). Chamados documentos básicos. 2. Vestígios ou evidências materiais (restos de cerâmica, ossos, ruínas, objetos e utensílios. Graças a eles que historiadores reconstruíram a época pré- histórica. Chamadas fontes não escritas. 3. Depoimentos orais das gerações mais velhas às mais novas (lendas, canções, narrações, tradições, mitos, costumes, cultura e superstições). Nelas podemos encontrar explicações sobre o passado e a origem de um povo. Deve-se analisar os relatos, verificando sua veracidade. Fonte : Autor e Internet Existem pelo menos duas maneiras de se contar a existência do homem e surgimento na terra : a maneira Científica, os chamados Evolucionistas e, a maneira Religiosa, os chamados Criacionistas. Na Evolucionista, alguns historiadores começam a contagem do tempo terrestre há 14 bilhões de anos, com uma explosão sofrida pela Terra, que com o tempo, sofreu um resfriamento e formou as coisas que temos hoje, como as montanhas, os rios, lagos, atmosfera, céu, árvores, animais, etc, etc., tudo isso demorando milhões de anos para se “formar” “ acomodar” e se apresentar da maneira como vemos hoje. Começando com microorganismos que evoluíram e formaram os diversos e diferentes seres de hoje. Na Criacionista, de acordo com a Bíblia, Deus criou tudo que existem acima do Céu e abaixo dele, como árvores, animais, ar, terra, e que o homem “Adão” foi criado no sexto dia da existência de nosso planeta, então Deus descansou no sétimo dia. Está criação ou existência também divergem na opinião de autoridades ou estudiosos, que dão o início do mundo entre 5.000 a 4.000 anos, através da contagem das idades das pessoas, a partir de Adão (que dizem viveu em torno de 900 anos, seus filhos, netos, bisnetos, até uma determinada época, viviam em torno deste mesmo período de tempo. Somente após Noé, os homens começaram a viver em torno de 120 anos, e hoje variam as épocas ou períodos de vida do ser humano. Fonte : Autor e Internet Heródoto, nasceu em 485 a.C., em Halicarnasso (hoje Bodrum, Turquia) e faleceu em 420 a.C.. Geógrafo e historiador grego, continuador de Hecateu. Antes de Heródoto, tinham existido crônicas e épicos, que haviam preservado o conhecimento do passado. Foi o primeiro não só a gravar o passado, mas a considerá-lo um problema filosófico ou um projeto de pesquisa que revelava conhecimento do comportamento humano. Autor da história da invasão persa da Grécia nos princípios do século V a.C., conhecida como As histórias de Heródoto, reconhecida como nova forma de literatura pouco depois de ser publicada. Um dos primeiros historiadores cuja obra sobreviveu até hoje. Sua criação deu-lhe o título de "Pai da História" e a palavra que utilizou para conseguir, historie, significava "pesquisa", tomou a conotação atual de "história". escrita entre 450 e 430 a.C., foram posteriormente divididas em 9 livros, intituladas segundo os nomes das musas, pelos eruditos alexandrinos. Por volta de 445 a.C., fez leituras delas em Atenas. Começam com introdução do primeiro monarca asiático a conquistar as cidades-estado gregas, Creso da Lídia e acabam em 479 a.C. com a expulsão na batalha de Plateias e o recuo da fronteira do império persa para a linha costeira da Anatólia. Foi acusada no velho mundo de influenciável, imprecisa e plagiária. Pensadores modernos, dizem que exagerou na extensão das viagens e fontes. O respeito pelo seu rigor aumentou na última metade do século, sendo reconhecido não só como pioneiro na história, mas na etnografia, antropologia e geografia. Foi exilado de Halicarnasso após golpe de estado frustrado contra a dinastia no poder que estava envolvido, retirando-se para a ilha de Samos. Desconhece-se se lá morreu. Registou tradições orais das famílias proeminentes, como a Alkmaeonidai, à qual Péricles pertencia do lado materno. Depois torna-se um logios (recitador de prosa logai ou histórias) com temas baseados em batalhas, maravilhas de países distantes e outros acontecimentos históricos. Há tradução brasileira feita por Mário da Gama Kury (Editora da UnB), uma portuguesa de alguns livros (Editora Edições 70), ambas do original grego. Em espanhol também. Fonte : ww.wikipedia.org e outros
  • 3. Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018 Primeiros tempos Antes da Escrita Algum tempo depois Alguns relatos Tempos mais recentes Mais relatos Antes de falar da Pré-História ou Pré-Escrita propriamente dita, gostaria de falar sobre um assunto que acho interessante, embora esteja mais ligado à Geografia, e que talvez a maioria dos cientistas não concordem, pois acho que as definições dentro da História ou outros assuntos, sempre são “decididos” por quem tem mais “influência ou poder aquisitivo” e pela corrida pelo poder. Deixando a concorrência de lado, faço um adendo para falar sobre a chamada Deriva Continental, em função das Placas Tectônicas e a formação dos continentes, que se deu durante as Eras Pré-Cambriana e Paleozóica (aproximadamente há 290 milhões de anos), que formavam um único e gigantesco continente, também conhecido como Pangéia, que começa a se separar em torno de 200 milhões de anos. Na minha “humilde visão”, pode explicar quando, onde e como muitos humanos chegaram a determinadas partes do planeta e tem tanta semelhança entre si, nas mais longínquas terras. Inicialmente dividiu-se em Gondwana (América do Sul, África, Austrália e Índia) e Laurásia (América do Norte, Ásia e Ártico). O mar que os envolvia chamava-se Pantalassa. Depois foram se afastamento mais, formando o que hoje conhecemos como América, África, Ásia, Oceania, Europa e Antártica. Deriva continental - A idéia surge em 1596, com o cartógrafo Abraham Ortelius, em Thesaurus Geographicus, onde sugere que os continentes estiveram unidos, devido a similaridade das costas da África com as Américas. No mapa mundi, parecem realmente se encaixar. Em 1858, o geógrafo, Antonio Snider-Pellegrini, utilizou o método de Ortelius para desenhar seu mapa. Nenhuma prova foi apresentada, além da semelhança geométrica, a idéia foi esquecida. Em 1912, o meteorologista alemão Alfred Lothar Wegener (01.11.1880, Berlim - 02.11.1930, Groenlandia), novamente a sugere, com base nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar. A hipótese da deriva tornou-se na Teoria da tectônica de placas. Havia escrito anteriormente que aqui veríamos o período que vai do aparecimento da escrita, cerca de 3.500 a.C, mas na seção anterior terminarei em 8.000 a.C, escreverei aqui a partir disto, para evitar lacuna de informações, mesmo sendo um período Pré-Escrita. Diz-se que nesta época, em torno de 8.000 a.C., o “homem” já vivia de maneira mais “sedentária” e até praticavam o que hoje podemos falar “agricultura”, pois acredita-se que já conhecia um pouco mais sobre os vegetais que costumeiramente encontrava, então começou a criar suas próprias “hortas” e deve ter utilizado para a alimentação diária e, o excedente, guardava para um período adiante, quando, talvez, não fosse possível plantar, colher, devido a chuvas, neve, frio, terra infértil, ou mesmo tendo que se deslocar, apesar de ser mais sedentário, por causas externas. Foi o chamado Homo Hábilis, nosso ancestral que vivu no período Entre 8.000 e 7.000 a.C. dá-se o período conhecido como Mesolítico, e entre 7.000 a.C. e 5.000 a.C. o Neolítico ou Idade da Pedra Polída. Neste período também, o homem “fabricou” ou utilizou-se da cerâmica para fabrico de peças para sua utilização Propõem alguns pesquisadores, que uma espécie de escrita foi criada por volta de 5.500 a.C., são as Tábuas Tartaras descobertas na Romênia. A partir de 5.000 a.C. entramos no período chamado Idade dos Metais, até por volta de 3.500 a.C., quando se tem notícia mais afirmada da invenção da Escrita propriamente dita. Diz-se que o primeiro metal a ser utilizado foi o cobre. Posteriormente descobriu o estanho e da fundição destes dois metais, surge o bronze, produzidos no Egito e Mesopotâmia, por volta de 3.000 a.C. Após isso temos indícios do início da produção do ferro na Ásia, vindo para outras regiões através da emigração de tribos indo-europeias (celtas), a partir de 1.200 a.C. chegando à Europa Ocidental, e indo até a época romana e na Escandinávia, dos vikings (cerca de 1.000 d.C). Como na seção anterior, retornei um pouco no tempo e, com certeza me prolongarei um pouco mais, nesta parte do Boletim, também recuarei um pouco mais na História, bem além de uns poucos anos anteriores ao 1.500. Começarei com o ano considerado como um grande marco divisor na História da Humanidade, que foi a vinda de Jesus Cristo à terra. Entre várias “especulações” que se fazem, ainda não se chegou num verdadeiro contexto quanto a data ou ano do nascimento de Jesus. As datas variam entre o ano 7 a.C. e 2 a.C.. e comemora-se no dia 25 de dezembro. A partir de seu nascimento, considerou- se tudo que veio anteriormente como datados com a sigla a.C., que significa antes de Cristo e tudo que ocorreu a partir de seu nascimento, utiliza-se a sigla d.C., que significa depois do nascimento de Cristo ou resumidamente, depois de Cristo. As periodicidades ou designações dos estudos históricos foram definidos em : História Antiga, Média, Moderna, Contemporânea e, a partir de 1950, em Nova História ou História do Tempo Presente. Como já havia mencionado, fugirei destas nomenclaturas e seguirei padrões adotados por mim, por períodos bem diferentes dos da maioria dos Historiadores. Ano 1 ou Anno Domini (Ano do Senhor) ou da Era Cristã O Ano 1 em outros calendários : Calendário gregoriano 1 Ab urbe condita 754 Calendário armênio N/A Calendário chinês 2697 – 2698 Calendário judaico 3761 – 3762 Calendários hindus - Vikram Samvat 56 – 57 - Shaka Samvat N/A - Kali Yuga 3102 – 3103 Calendário persa 621 BP – 620 BP Calendário islâmico 640 BH – 639 BH Calendário rúnico 251 Nesta época o grande “dono do mundo” era o Império Romano, comandado por Caio Júlio César (Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus)(23.09.63 a.C., Roma –19.08.14 d.C., Nuvlana), 16 de janeiro de.27 a.C. até 19 de agosto de.14 d.C., data de sua morte.
  • 4. Histor – Boletim de História - Ano 2 - N° 02 Florianópolis, Terça feira, 06 de Fevereiro de 2018 Curiosidade e diversão Indicação de leitura Utilidade pública Os últimos Neandertais desapareceram da Península Ibérica há 37 mil anos Um estudo liderado por um investigador português revela que esta espécie de hominídeo sobreviveu na Península Ibérica depois do seu desaparecimento do Centro da Europa até há 37 mil anos, quando terá sido “substituída” ou “assimilada” pelas populações de humanos modernos. O Neandertal é uma espécie de hominídeo que viveu na Europa e Ásia Central no Plistocénico. A descoberta de restos do esqueleto de uma criança de homem moderno com traços de Homo neanderthalensis perto de Leiria com 30 mil anos - conhecida como o “Menino do Lapedo” - levou o português João Zilhão a sugerir que os últimos Neandertais terão sobrevivido na Península Ibérica além dos da Europa Central e Ásia. O território ibérico teria funcionado como refúgio climático depois do desaparecimento das populações do centro da Europa, hipótese amplamente aceita, mas necessita determinar a época em que esses ibéricos desapareceram, algures entre há 34 mil e 38 mil anos. Outra teoria formulada na descoberta de indícios do uso do fogo por Neandertais em Gibraltar, sugere que podem ter sobrevivido no Estreito até há 28 000 anos. A população ibérica terá persistido cerca de 5;000 anos além da data do seu desaparecimento na Europa central, num território que apresentava um clima temperado e que com o regresso das condições mais frias “permitiu a expansão das populações de grandes herbívoros e dos seus caçadores (…) e os últimos Neandertais passaram pelos mesmos processos de assimilação ou substituição que passaram os que se extinguiram na Europa cinco milénios antes”, conclui João Zilhão, citado pela Europa Press Fonte : http://passadocurioso.blogspot.com/2011 /10/os-ultimos-neandertais- desapareceram-da.html Livros BELISÁRIO, Adriano. Gênio Negro. CARDONE, Monique. A origem e o destino dos livros. Paraty HÖRNER, Erik. O fazer-se da historiografia brasileira MARUTTI, Mauri Daniel. Correntes Historiográficas MENDES, André Oliva Teixeira. O que é História, para você?. Sites http://revistas.udesc.br/tempoeargumento http://www.coc.fiocruz.br/comunicacao/index.ph p www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/ anteriores/edicao43/materia02/) http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?g o=detalhe&id=3195 - A origem e o destino dos livros - Monique Cardone, de Paraty http://www.ibge.gov.br/brasil500/index2.html - brasil 500 anos de http://www.historia.uff.br/artig.php - acesso em 22.03.2012 - 15:17 http://www.historiaecultura.pro.br/cienciaeprecon ceito/frame.htm - 22.03.2012 - 15;29 Filmes Grécia Antiga e helenística – 300 (2006) - Relato da Batalha das Termópilas, na qual o Rei Leônidas e 300 espartanos lutaram até a morte contra Xerxes e seu exército persa. Enfrentando dificuldades insuperáveis, o sacrifício desses homens levou toda a Grécia a se unir contra o inimigo persa, traçando um marco no caminho para a democracia Cleópatra – Filme sobre o Egito. leópatra é uma das mulheres mais importantes da história e imortalizou a atriz Elizabeth Taylor nesse papel. O filme conta um pouco mais sobre a história dessa mulher que detinha grande poder, vários homens aos seus pés e muitas joias. – Alexandre (2004) - Recriação da história de Alexandre, o Grande, que no quarto século antes de Cristo havia conquistado a Grécia, a Pérsia, o Afeganistão e a Índia - ou seja, 90% do "Mundo Conhecido" até então. Instituições Instituto Histórico e Geográfico Paraibano - IHGP Rua Barão do Abiaí, 64 - CEP.: 58.013-080 - Centro, João Pessoa-PB - Fone/Fax: 83 3222- 0513 – Site na internet: www.ihgp.net – E- mail: faleconosco@ihgp.net Arquivo Histórico do Município de Florianópolis Praça XV de Novembro, 180 · (48) 3228-6821 Arquivo Histórico Municipal de Florianópolis Av. Mauro Ramos, 224 Arquivo Público Estadual de Florianópolis R. Duque de Caxias, 261 · (48) 3665-6226 Casa da Alfândega Feira de artesanato tradicional da região em um prédio histórico de estilo neoclássico. Endereço: Alfândega - R. Conselheiro Mafra, 141 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-000 Horário: Fechado ⋅ Abre às 09:00 Telefone : (48) 3665-6097 Casa da Memória Endereço: R. Padre Miguelinho, 58 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-102 Horário: Segunda às 13:00 Telefone : (48) 3333-1322 Ministério da Educação http://portal.mec.gov.br/ Portal Turístico Endereço: R. Ten. Silveira, 60 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-102 Horário : Aberto a partir das 06:00 Telefone : (48) 3367-8005 Palácio Cruz e Sousa Antigo Palácio Rosado, sede do Museu Histórico de Santa Catarina desde 1986 Localizado na Praça XV de Novembro esquina com Rua Tenente Silveira, 60 - Centro, Florianópolis - SC, 88010-102 Horário: Abre às 10:00 Telefone: (48) 3665-6363