SlideShare uma empresa Scribd logo
4.4 Portugal na segunda
metade do século XIX
Metas Curriculares
1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades
produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX.
2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos
meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos.
3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas
pelos liberais na educação e na justiça.
4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo
rural verificado na segunda metade do século XIX.
Conteúdo Atividade
Portugal na segunda metade do século XIX
Cronologia
Metas Curriculares
5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a
vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade
do século XIX.
6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século
XIX.
Conteúdo Atividade
Portugal na segunda metade do século XIX
Cronologia
Portugal na segunda metade do século XIX
Introdução da máquina a vapor,
na indústria, em Portugal
1821
Primeira carreira Lisboa-Porto
em barco a vapor
1823
Fontes Pereira de Melo, ministro
do Reino, principal responsável
pela modernização de Portugal na
segunda metade do século XIX
1851
Inauguração da primeira linha
férrea (Lisboa-Carregado)
1856
Abolição da escravatura em
todos os territórios portugueses
1869
Inauguração da
iluminação pública
elétrica em Lisboa
1878
Primeiro espetáculo
público de cinema no
Porto
1895
1
As guerras e a independência do Brasil
provocaram uma grave crise na
agricultura, indústria e comércio.
Qual era a situação económica de Portugal após as
Invasões Napoleónicas e a Guerra Civil?
Apesar de grande parte da população
trabalhar na agricultura, muitas terras
não eram cultivadas e usavam-se
instrumentos muito antiquados. Assim, a
produção era fraca e Portugal importava
muitos produtos. Crise da agricultura,
da indústria e do comércio
• Destruição de casas e de campos cultivados.
• Morte de muitas pessoas.
• Gastos elevados em dinheiro.
• Atraso na chegada a Portugal de inventos
aplicados em outros países da Europa.
Invasões Francesas Guerra Civil
1 Como se modernizou a agricultura no período da
Regeneração?
A partir de 1851, período de paz em Portugal,
os governos liberais foram tomando medidas
para modernizar a agricultura:
• Parte das propriedades da nobreza e dos
mosteiros foi vendida a burgueses;
• Os baldios foram entregues a camponeses;
• Introduziram-se adubos químicos e
sementes selecionadas;
• Passou a utilizar-se máquinas agrícolas.
• Acabou o direito de morgadio e o pousio;
Todas estas medidas levaram a que a
produção fosse aumentando.
1 Como se modernizou a agricultura no período da
Regeneração?
Foi graças à máquina a vapor que a
indústria se modernizou, o que trouxe
muitos benefícios à população.
Em Portugal, até 1881, foram instaladas 238
máquinas na indústria; contudo, a produção
continuou a ser insuficiente, obrigando o
país a continuar a importar muitos
produtos.
1 Como se modernizou a indústria?
Produção artesanal Produção mecanizada
Oficina, onde trabalha o
artesão que faz todas as
tarefas.
Fábrica, onde trabalham
muitos operários, cada
um especializado numa
só tarefa.
Ferramentas simples.
Máquina a vapor, que faz
mover várias outras
máquinas.
Fazem-se poucos
produtos, todos
diferentes e com custos
elevados.
Fazem-se muitos
produtos, todos iguais e
mais baratos.
1 Como se modernizou a indústria?
Na segunda metade do século XIX, o número
de fábricas aumentou muito, principalmente
nas zonas de Braga/Porto/Guimarães e
Lisboa/Setúbal/Seixal.
Nestas regiões havia muita mão de obra,
muitos consumidores e, com exceção de Braga
e Guimarães, os portos marítimos facilitavam o
transporte de matérias-primas e de produtos.
1 Quais eram as regiões mais industrializadas de Portugal?
1 Como se desenvolveram os transportes e comunicações na
segunda metade do século XIX?
Os governos liberais mandaram
construir estradas, pontes, linhas de
caminho-de-ferro e túneis. Passou a
utilizar-se a máquina a vapor nos
transportes, tendo surgido o comboio
e o barco a vapor.
Em 1855 já circulava a mala posta na
estrada Lisboa/Porto.
Os correios modernizaram-se com o
aparecimento dos marcos de correio, dos
selos e dos carteiros. Surgiu o telégrafo e o
telefone.
Que meios de comunicação à distância
foram criados ou melhorados?
1
Os novos meios de transporte e de
comunicação facilitaram a mobilidade de
pessoas e a circulação de produtos e de
ideias por todo o país, logo contribuíram
para o desenvolvimento da agricultura,
indústria e comércio.
Construíram-se escolas para alfabetizar a
população; criaram-se liceus nas principais
cidades e dois em Lisboa; fundaram-se
escolas industriais, comerciais e agrícolas.
Que medidas tomaram os governos liberais
para melhorar o ensino?
1
Apesar do analfabetismo ter reduzido um
pouco, grande parte da população continuou
analfabeta, sobretudo as mulheres; por outro
lado, muitas crianças nos campos e nas
cidades não iam à escola, pois tinham de
trabalhar.
Atividade – Meta 1
Invasões Napoleónicas
Independência do Brasil
___________________
Completa o esquema
seguinte:
_________ destruído em parte e mais pobre
Os governos liberais fizeram reformas
- Aumento da _________, embora Portugal
continuasse atrasado comparativamente aos países
europeus mais desenvolvidos.
- Endividamento de Portugal ao ___________.
Guerra Civil
Portugal
Agricultura Indústria
Transportes e meios
de comunicação
Ensino
produção
estrangeiro
Consequências das reformas
feitas pelos governos liberais
2
• Abolição da pena de morte para crimes
políticos (1852);
Que medidas foram tomadas para a defesa dos
Direitos Humanos?
• Abolição da pena de morte para crimes
civis (1867);
• Extinção da escravatura em todos os
territórios portugueses (1869);
• Proibição das penas corporais.
Vamos lá pensar…
Se a pena de morte foi abolida em Portugal
na segunda metade do século XIX, por que
razão ela ainda hoje existe em tantos
países?
2
As melhorias nos transportes e na produção
agrícola e industrial, os progressos na
medicina e na higiene e o período de paz
permitiram que a população aumentasse,
atingindo os cinco milhões de habitantes no
final do século.
Como evoluiu a população portuguesa na
segunda metade do século XIX?
1831 - Descoberta do primeiro anestesiante.
1882 - Descoberta do bacilo da tuberculose.
1885 - Descoberta da vacina contra a raiva.
1893 - Criação da aspirina.
1895 - Realização do primeiro raio-X.
2 Onde aumentou mais a população, no
litoral ou no interior?
A população aumentou mais no litoral,
pois as terras eram mais férteis, havia
portos marítimos, mais indústrias, logo
mais empregos e maior facilidade nas
comunicações.
2
Apesar do desenvolvimento da agricultura,
a produção continuava a ser fraca. Os
camponeses recebiam baixos salários; por
outro lado, a mecanização provocou
despedimentos.
Assim, muitos camponeses abandonaram
os campos. Uns foram para as maiores
cidades do litoral; outros emigraram,
especialmente para o Brasil.
Por que razão se deu o êxodo rural?
Melhor
alimentação
Melhor
higiene
Melhor
medicina
Crescimento
populacional
Mecanização
Desejo de uma
vida melhor
Desemprego
Êxodo rural Emigração
Que mudanças se deram na sociedade com
o fim da monarquia absoluta?
1
O clero e a nobreza perderam muitos dos
seus privilégios:
• A nobreza passou a pagar impostos e a
deixar de poder exigir trabalho gratuito aos
camponeses;
• As ordens religiosas foram extintas e as suas
terras, conventos e mosteiros entregues ao
Estado;
• Toda a população passou a estar sujeita às
mesmas penas aplicadas pelos tribunais.
Mosteiro de São Bento (Santo Tirso) – entregue
ao Estado em 1834.
Que mudanças se deram na sociedade com
o fim da monarquia absoluta?
1
Por outro lado, a burguesia tornou-se o grupo
social mais importante. Muitos burgueses
enriqueceram graças aos negócios e alguns
passaram a desempenhar cargos importantes
no governo do reino.
O povo dos campos e das cidades manteve as
difíceis condições de vida.
Que mudanças se deram na sociedade com
o fim da monarquia absoluta?
1
Nobreza
Perdeu privilégios e
importância.
Passou a pagar
impostos.
Clero
Perdeu privilégios e
importância.
As ordens religiosas
foram extintas,
passando as suas
terras, conventos e
mosteiros a pertencer
ao Estado.
Burguesia
Tornou-se o grupo
social mais importante.
Muitos burgueses
Enriqueceram com a
indústria, o comércio e
a agricultura.
Povo
Apesar de as leis
serem iguais para
todos, quer o povo dos
campos quer o povo
das cidades continuou
a viver com muitas
dificuldades.
Como viviam os camponeses?3
Grande parte da população portuguesa
continuou a dedicar-se à agricultura e à
criação de gado. Os camponeses viviam em
casas muito pobres e alimentavam-se mal.
Divertiam-se nas festas religiosas, bailes, feiras.
Os cantares que acompanhavam alguns
trabalhos agrícolas, como a desfolhada,
também eram um divertimento.
4
• A água passou a ser, em grande parte,
canalizada, as redes de esgotos foram
ampliadas e passou a existir recolha de lixo;
• As ruas passaram a ser iluminadas,
primeiro a gás e depois a eletricidade;
• Surgiu o policiamento das ruas;
• Apareceram os transportes públicos
puxados por cavalos e depois o carro
elétrico;
Como se modernizaram as principais cidades, com
destaque para Lisboa e Porto?
• Construíram-se tribunais, teatros,
estações de comboio;
• Abriram-se ruas e avenidas, arranjaram-se
jardins públicos.
4 Quais as atividades que predominavam nas cidades?
Grande parte da burguesia vivia nas cidades
de Lisboa e Porto: comerciantes, banqueiros,
industriais, médicos, advogados… Contudo a
maioria da população das cidades pertencia
ao povo.
Destacavam-se as novas profissões como
empregados dos transportes públicos, dos
correios, da companhia de gás e
canalizadores.
Os vendedores ambulantes abasteciam as
cidades ao som de pregões.
Pregões
4 Quais as atividades que predominavam nas cidades?
4
Os burgueses mais ricos viviam em palacetes;
os menos ricos em andares.
Os nobres e os burgueses alimentavam-se
muito bem: carne, peixe, sobremesas, fruta.
O povo comia pão, toucinho, sardinhas e sopa.
Como era a habitação, a alimentação e os
divertimentos nas cidades?
O povo vivia em casas muito pequenas sem
água canalizada e sem esgotos.
4
Nobres e burgueses liam jornais, divertiam-se
nos grandes jardins, onde ouviam música,
conversavam, assistiam a espetáculos teatrais
e a fogo de artifício, iam à ópera e ao circo.
Como era a habitação, a alimentação e os
divertimentos nas cidades?
O povo das cidades convivia nas ruas e
divertia-se em festas religiosas, feiras e
bailes populares.
4
As mulheres nobres e burguesas ricas usavam
vestidos até ao chão, com roda, chapéu, leque
e sombrinha.
Os homens usavam calças, casaco e colete;
sobrecasaca, camisa, laço ou gravata.
Usavam sempre chapéu.
Como era o vestuário das pessoas das cidades?
4
O desenvolvimento da indústria levou ao
aparecimento do proletariado: homens,
mulheres e crianças que trabalhavam nas
fábricas. Trabalhavam em péssimas condições,
tinham horários de trabalho que podiam ir até
às dezasseis horas diárias e habitavam em
bairros sem condições.
Os operários foram-se unindo, tendo surgido
as primeiras associações operárias, as quais
decretaram as primeiras greves com vista a
obterem melhores salários e condições de
trabalho.
Como surgiu o proletariado?
1872 - Primeiro grande movimento de
greves (29 greves).
1886 - Greves dos operários metalúrgicos.
1890 - Primeira comemoração do dia 1 de
Maio, em Lisboa e no Porto.
1891 - Decreto regulamentando o trabalho
das mulheres e dos menores nas
fábricas.
4
Na segunda metade do século XIX,
construíram-se grandes espaços como
estações de caminho-de-ferro, pavilhões
de exposições, fábricas, teatros…
Os novos materiais utilizados nestas
construções foram o vidro e o ferro,
por isso esta arquitetura é chamada
arquitetura do ferro.
O que é a arquitetura do ferro?
Construção do Palácio de Cristal (1861-1865).
4
Destacam-se o teatro de D. Maria II, em
Lisboa; o Palácio da Bolsa, no Porto, e o
Palácio Nacional da Pena, em Sintra.
O que é a arquitetura do ferro?
Alguns destes edifícios apresentam
influências da arquitetura do tempo dos
Romanos, dos Árabes e dos
Descobrimentos.
Atividade – Meta 4
Completa o esquema seguinte:
Mecanização da
agricultura e da indústria
Desenvolvimento
da medicina
Crescimento
populacional
Melhor
higiene
Desemprego
Desejo de
vida melhor
Melhoria dos
transportes
Melhor
alimentação
Êxodo rural Emigração
Cidades mais
industrializadas
Brasil
Atividade – Meta 4
Completa o esquema seguinte:
• Agricultura.
• Pecuária.
A vida quotidiana nos campos
na segunda metade do século XIX
• Pão.
• Sardinhas.
• Azeitonas.
• Carne de porco.
• Sopa de legumes.
• Simples, feito
normalmente
pelas
camponesas.
• Casas pobres e
muito
desconfortáveis.
• Procissões.
• Romarias.
• Bailes.
• Feiras.
• Cantigas
desgarrada.
Atividades Alimentação Vestuário Habitação Divertimentos
Atividade – Meta 4
Completa o esquema seguinte:
• Ruas e avenidas
pavimentadas.
• Iluminação
pública.
Transportes
públicos
«americano»,
«chora»,
«elétrico».
• Arquitetura de
ferro.
Modernização das cidades
Passeios e praças
calcetadas.
• Jardins públicos.
• Água canalizada.
Rede de esgotos.
• Recolha de lixo.•
•
•
Vamos lá pensar…
Será que as ruas, as praças e os largos de
algumas cidades continuaram como na
segunda metade do século XIX ou foram
alteradas? O que mudou? O que continuou?
Covilhã, praça do Município (finais século XIX,
ínicios do século XX) / (atualidade)
Faro, largo Francisco Gomes (final do século XIX /
atualidade).
Guimarães, Praça Toural (finais do século
XIX, inícios do século XX / atualidade).
Porto, estação de Campanhã (final do século XIX /
atualidade).
Viana do Castelo, Praça da República
(final do século XIX / atualidade).

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xixA agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xix
Anabela Sobral
 
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
Pelo Siro
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
Carlos Vaz
 
A modernização das cidades de Portugual
A modernização das cidades de PortugualA modernização das cidades de Portugual
A modernização das cidades de Portugual
Gabriel Gomes
 
Os transportes e as comunicações em portugal no século xix
Os transportes e as comunicações em portugal no século xixOs transportes e as comunicações em portugal no século xix
Os transportes e as comunicações em portugal no século xix
Anabela Sobral
 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIXPortugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIX
martamariafonseca
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
Susana Simões
 
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIXPORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
guestbfbc7a
 
Portugal na 2ª metade do século. XIX
Portugal na 2ª metade do século. XIXPortugal na 2ª metade do século. XIX
Portugal na 2ª metade do século. XIX
Vanda Mata
 
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIIIImpério Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Cátia Botelho
 
Portugal no sec.xix
Portugal no sec.xixPortugal no sec.xix
Portugal no sec.xix
cattonia
 
Império português no século XVIII
Império português no século XVIIIImpério português no século XVIII
Império português no século XVIII
cruchinho
 
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª   a industria na segunda metade do século xixParte 2ª   a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
anabelasilvasobral
 
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .AliceAs comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
alicebernardo
 
O ensino e a população em portugal do século xix
O ensino e a população em portugal do século xixO ensino e a população em portugal do século xix
O ensino e a população em portugal do século xix
anabelasilvasobral
 
Sociedade portuguesa no século XIX
Sociedade portuguesa no século XIXSociedade portuguesa no século XIX
Sociedade portuguesa no século XIX
maria40
 
Teste hgp 4 república
Teste hgp 4 repúblicaTeste hgp 4 república
Teste hgp 4 república
Ana Pereira
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
Jorge Almeida
 
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIVSociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
Catarina Castro
 
Da união ibérica à restauração da independência
Da união ibérica à restauração da independênciaDa união ibérica à restauração da independência
Da união ibérica à restauração da independência
xicao97
 

Mais procurados (20)

A agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xixA agricultura em portugal no século xix
A agricultura em portugal no século xix
 
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
1261614021 portugal na_segunda_metade_do_seculo_xix
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (1ª parte)
 
A modernização das cidades de Portugual
A modernização das cidades de PortugualA modernização das cidades de Portugual
A modernização das cidades de Portugual
 
Os transportes e as comunicações em portugal no século xix
Os transportes e as comunicações em portugal no século xixOs transportes e as comunicações em portugal no século xix
Os transportes e as comunicações em portugal no século xix
 
Portugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIXPortugal na 2ª metade do século XIX
Portugal na 2ª metade do século XIX
 
Revolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em PortugalRevolução Liberal em Portugal
Revolução Liberal em Portugal
 
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIXPORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
PORTUGAL NA 2ª METADE DO SÉC. XIX
 
Portugal na 2ª metade do século. XIX
Portugal na 2ª metade do século. XIXPortugal na 2ª metade do século. XIX
Portugal na 2ª metade do século. XIX
 
Império Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIIIImpério Português nos séculos XVI a XVIII
Império Português nos séculos XVI a XVIII
 
Portugal no sec.xix
Portugal no sec.xixPortugal no sec.xix
Portugal no sec.xix
 
Império português no século XVIII
Império português no século XVIIIImpério português no século XVIII
Império português no século XVIII
 
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª   a industria na segunda metade do século xixParte 2ª   a industria na segunda metade do século xix
Parte 2ª a industria na segunda metade do século xix
 
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .AliceAs comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
As comunidades agropastoris- 5ºano- Prof .Alice
 
O ensino e a população em portugal do século xix
O ensino e a população em portugal do século xixO ensino e a população em portugal do século xix
O ensino e a população em portugal do século xix
 
Sociedade portuguesa no século XIX
Sociedade portuguesa no século XIXSociedade portuguesa no século XIX
Sociedade portuguesa no século XIX
 
Teste hgp 4 república
Teste hgp 4 repúblicaTeste hgp 4 república
Teste hgp 4 república
 
O Fontismo
O FontismoO Fontismo
O Fontismo
 
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIVSociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
Sociedade Portuguesa dos séculos XIII e XIV
 
Da união ibérica à restauração da independência
Da união ibérica à restauração da independênciaDa união ibérica à restauração da independência
Da união ibérica à restauração da independência
 

Semelhante a Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX

Resumos historia
Resumos historiaResumos historia
Resumos historia
Elisa Dias
 
12 portugalnasegundametadedoseculoxix
12 portugalnasegundametadedoseculoxix12 portugalnasegundametadedoseculoxix
12 portugalnasegundametadedoseculoxix
R C
 
A modernização do reino,... (história 6º ano)
A modernização do reino,... (história 6º ano)A modernização do reino,... (história 6º ano)
A modernização do reino,... (história 6º ano)
inessalgado
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
Luís Ferreira
 
Trabalho ..
Trabalho ..Trabalho ..
Trabalho ..
saramanuelaa
 
995
995995
revolução industrial
revolução industrialrevolução industrial
revolução industrial
Ana Batista
 
revolução agrícola
revolução agrícolarevolução agrícola
revolução agrícola
Ana Batista
 
Revolução industrial
Revolução industrialRevolução industrial
Revolução industrial
Carlos Duarte Castanheira
 
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xixA europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
Maria Nogueira
 
Stc.dotx
Stc.dotxStc.dotx
Stc.dotx
Daniela Costa
 
A segunda metade do século XIX
A segunda metade do século XIXA segunda metade do século XIX
A segunda metade do século XIX
Joao Soares
 
A ModernizaçãO
A ModernizaçãOA ModernizaçãO
A ModernizaçãO
jdlimaaear
 
6º mudancas no campo
6º mudancas no campo6º mudancas no campo
6º mudancas no campo
História
 
Paises de dificil industrialização
Paises de dificil industrializaçãoPaises de dificil industrialização
Paises de dificil industrialização
Dora Alexandra Batista de Sousa Rocha
 
Tentativas de modernização
Tentativas de modernizaçãoTentativas de modernização
Tentativas de modernização
maria40
 
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 ) modulo 2 - cv133a
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 )   modulo 2 - cv133aFicha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 )   modulo 2 - cv133a
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 ) modulo 2 - cv133a
Leonor Alves
 
O ensino e a população em portugal no século xix
O ensino e a população em portugal no século xixO ensino e a população em portugal no século xix
O ensino e a população em portugal no século xix
Anabela Sobral
 
As cidades se c xix final
As cidades se c xix finalAs cidades se c xix final
As cidades se c xix final
José Palma
 
Hist 8 resp
Hist 8 respHist 8 resp
Hist 8 resp
julio2012souto
 

Semelhante a Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX (20)

Resumos historia
Resumos historiaResumos historia
Resumos historia
 
12 portugalnasegundametadedoseculoxix
12 portugalnasegundametadedoseculoxix12 portugalnasegundametadedoseculoxix
12 portugalnasegundametadedoseculoxix
 
A modernização do reino,... (história 6º ano)
A modernização do reino,... (história 6º ano)A modernização do reino,... (história 6º ano)
A modernização do reino,... (história 6º ano)
 
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIXHIS - PORTUGAL NO SEC XIX
HIS - PORTUGAL NO SEC XIX
 
Trabalho ..
Trabalho ..Trabalho ..
Trabalho ..
 
995
995995
995
 
revolução industrial
revolução industrialrevolução industrial
revolução industrial
 
revolução agrícola
revolução agrícolarevolução agrícola
revolução agrícola
 
Revolução industrial
Revolução industrialRevolução industrial
Revolução industrial
 
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xixA europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
A europa industrial no século xix e portugal na segunda metade do século xix
 
Stc.dotx
Stc.dotxStc.dotx
Stc.dotx
 
A segunda metade do século XIX
A segunda metade do século XIXA segunda metade do século XIX
A segunda metade do século XIX
 
A ModernizaçãO
A ModernizaçãOA ModernizaçãO
A ModernizaçãO
 
6º mudancas no campo
6º mudancas no campo6º mudancas no campo
6º mudancas no campo
 
Paises de dificil industrialização
Paises de dificil industrializaçãoPaises de dificil industrialização
Paises de dificil industrialização
 
Tentativas de modernização
Tentativas de modernizaçãoTentativas de modernização
Tentativas de modernização
 
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 ) modulo 2 - cv133a
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 )   modulo 2 - cv133aFicha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 )   modulo 2 - cv133a
Ficha de trabalho nº4 ( história do comércio 1 ) modulo 2 - cv133a
 
O ensino e a população em portugal no século xix
O ensino e a população em portugal no século xixO ensino e a população em portugal no século xix
O ensino e a população em portugal no século xix
 
As cidades se c xix final
As cidades se c xix finalAs cidades se c xix final
As cidades se c xix final
 
Hist 8 resp
Hist 8 respHist 8 resp
Hist 8 resp
 

Mais de Carlos Vaz

Aulas - sumários 2019-2020
Aulas - sumários 2019-2020Aulas - sumários 2019-2020
Aulas - sumários 2019-2020
Carlos Vaz
 
sumários 2019-2020
sumários 2019-2020sumários 2019-2020
sumários 2019-2020
Carlos Vaz
 
Hgp correção teste 2
Hgp   correção teste 2Hgp   correção teste 2
Hgp correção teste 2
Carlos Vaz
 
Lp5 modelos de escrita - retrato
Lp5   modelos de escrita - retratoLp5   modelos de escrita - retrato
Lp5 modelos de escrita - retrato
Carlos Vaz
 
Constituintes da frase
Constituintes da fraseConstituintes da frase
Constituintes da frase
Carlos Vaz
 
Quantificador
QuantificadorQuantificador
Quantificador
Carlos Vaz
 
Constituintes da frase funções sintaticas
Constituintes da frase funções sintaticasConstituintes da frase funções sintaticas
Constituintes da frase funções sintaticas
Carlos Vaz
 
Tesouro 25 de abril (4)
Tesouro  25 de abril (4)Tesouro  25 de abril (4)
Tesouro 25 de abril (4)
Carlos Vaz
 
O que e a liberdade
O que e a liberdadeO que e a liberdade
O que e a liberdade
Carlos Vaz
 
A liberdade o que e
A liberdade o que eA liberdade o que e
A liberdade o que e
Carlos Vaz
 
B4 a formacao de portugal
B4 a formacao de portugal B4 a formacao de portugal
B4 a formacao de portugal
Carlos Vaz
 
O texto poético
O texto poéticoO texto poético
O texto poético
Carlos Vaz
 
5 o verbo tempo, modo, p. e nº
5 o verbo tempo, modo, p. e nº5 o verbo tempo, modo, p. e nº
5 o verbo tempo, modo, p. e nº
Carlos Vaz
 
A1 o ambiente natural
A1 o ambiente naturalA1 o ambiente natural
A1 o ambiente natural
Carlos Vaz
 
B4 – da união ibérica à restauração
B4 – da união ibérica à restauraçãoB4 – da união ibérica à restauração
B4 – da união ibérica à restauração
Carlos Vaz
 
Império e monarquia absoluta no século xviii
Império e monarquia absoluta no século xviiiImpério e monarquia absoluta no século xviii
Império e monarquia absoluta no século xviii
Carlos Vaz
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
Carlos Vaz
 
Seguranet semana internet segura 2012
Seguranet   semana internet segura 2012Seguranet   semana internet segura 2012
Seguranet semana internet segura 2012
Carlos Vaz
 
Diogo vaz uma noite atribulada
Diogo vaz   uma noite atribuladaDiogo vaz   uma noite atribulada
Diogo vaz uma noite atribulada
Carlos Vaz
 
Diogo vaz uma noite atribulada - com narração
Diogo vaz   uma noite atribulada - com narraçãoDiogo vaz   uma noite atribulada - com narração
Diogo vaz uma noite atribulada - com narração
Carlos Vaz
 

Mais de Carlos Vaz (20)

Aulas - sumários 2019-2020
Aulas - sumários 2019-2020Aulas - sumários 2019-2020
Aulas - sumários 2019-2020
 
sumários 2019-2020
sumários 2019-2020sumários 2019-2020
sumários 2019-2020
 
Hgp correção teste 2
Hgp   correção teste 2Hgp   correção teste 2
Hgp correção teste 2
 
Lp5 modelos de escrita - retrato
Lp5   modelos de escrita - retratoLp5   modelos de escrita - retrato
Lp5 modelos de escrita - retrato
 
Constituintes da frase
Constituintes da fraseConstituintes da frase
Constituintes da frase
 
Quantificador
QuantificadorQuantificador
Quantificador
 
Constituintes da frase funções sintaticas
Constituintes da frase funções sintaticasConstituintes da frase funções sintaticas
Constituintes da frase funções sintaticas
 
Tesouro 25 de abril (4)
Tesouro  25 de abril (4)Tesouro  25 de abril (4)
Tesouro 25 de abril (4)
 
O que e a liberdade
O que e a liberdadeO que e a liberdade
O que e a liberdade
 
A liberdade o que e
A liberdade o que eA liberdade o que e
A liberdade o que e
 
B4 a formacao de portugal
B4 a formacao de portugal B4 a formacao de portugal
B4 a formacao de portugal
 
O texto poético
O texto poéticoO texto poético
O texto poético
 
5 o verbo tempo, modo, p. e nº
5 o verbo tempo, modo, p. e nº5 o verbo tempo, modo, p. e nº
5 o verbo tempo, modo, p. e nº
 
A1 o ambiente natural
A1 o ambiente naturalA1 o ambiente natural
A1 o ambiente natural
 
B4 – da união ibérica à restauração
B4 – da união ibérica à restauraçãoB4 – da união ibérica à restauração
B4 – da união ibérica à restauração
 
Império e monarquia absoluta no século xviii
Império e monarquia absoluta no século xviiiImpério e monarquia absoluta no século xviii
Império e monarquia absoluta no século xviii
 
C3 portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
C3   portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)C3   portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
C3 portugal na segunda metade do século xix (2ª parte)
 
Seguranet semana internet segura 2012
Seguranet   semana internet segura 2012Seguranet   semana internet segura 2012
Seguranet semana internet segura 2012
 
Diogo vaz uma noite atribulada
Diogo vaz   uma noite atribuladaDiogo vaz   uma noite atribulada
Diogo vaz uma noite atribulada
 
Diogo vaz uma noite atribulada - com narração
Diogo vaz   uma noite atribulada - com narraçãoDiogo vaz   uma noite atribulada - com narração
Diogo vaz uma noite atribulada - com narração
 

Último

Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
marcos oliveira
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdfAtividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
sesiomzezao
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 

Último (20)

Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
Folha de Atividades (Virei Super-Herói! Projeto de Edição de Fotos) com Grade...
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdfAtividade Análise literária O GUARANI.pdf
Atividade Análise literária O GUARANI.pdf
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 

Hgp6 4.4 - Portugal na segunda metade do século XIX

  • 1. 4.4 Portugal na segunda metade do século XIX
  • 2. Metas Curriculares 1. Conhecer e compreender o processo de modernização das atividades produtivas portuguesas na segunda metade do século XIX. 2. Conhecer o desenvolvimento das vias de comunicação e dos meios de transporte operado pela Regeneração e os seus efeitos. 3. Conhecer e compreender o alcance das medidas tomadas pelos liberais na educação e na justiça. 4. Conhecer e compreender o aumento da população e o êxodo rural verificado na segunda metade do século XIX. Conteúdo Atividade Portugal na segunda metade do século XIX Cronologia
  • 3. Metas Curriculares 5. Conhecer e compreender as características da sociedade e a vida quotidiana nas cidades e nos campos na segunda metade do século XIX. 6. Conhecer as características da arte da segunda metade do século XIX. Conteúdo Atividade Portugal na segunda metade do século XIX Cronologia
  • 4. Portugal na segunda metade do século XIX Introdução da máquina a vapor, na indústria, em Portugal 1821 Primeira carreira Lisboa-Porto em barco a vapor 1823 Fontes Pereira de Melo, ministro do Reino, principal responsável pela modernização de Portugal na segunda metade do século XIX 1851 Inauguração da primeira linha férrea (Lisboa-Carregado) 1856 Abolição da escravatura em todos os territórios portugueses 1869 Inauguração da iluminação pública elétrica em Lisboa 1878 Primeiro espetáculo público de cinema no Porto 1895
  • 5. 1 As guerras e a independência do Brasil provocaram uma grave crise na agricultura, indústria e comércio. Qual era a situação económica de Portugal após as Invasões Napoleónicas e a Guerra Civil? Apesar de grande parte da população trabalhar na agricultura, muitas terras não eram cultivadas e usavam-se instrumentos muito antiquados. Assim, a produção era fraca e Portugal importava muitos produtos. Crise da agricultura, da indústria e do comércio • Destruição de casas e de campos cultivados. • Morte de muitas pessoas. • Gastos elevados em dinheiro. • Atraso na chegada a Portugal de inventos aplicados em outros países da Europa. Invasões Francesas Guerra Civil
  • 6. 1 Como se modernizou a agricultura no período da Regeneração? A partir de 1851, período de paz em Portugal, os governos liberais foram tomando medidas para modernizar a agricultura: • Parte das propriedades da nobreza e dos mosteiros foi vendida a burgueses; • Os baldios foram entregues a camponeses; • Introduziram-se adubos químicos e sementes selecionadas; • Passou a utilizar-se máquinas agrícolas. • Acabou o direito de morgadio e o pousio; Todas estas medidas levaram a que a produção fosse aumentando.
  • 7. 1 Como se modernizou a agricultura no período da Regeneração?
  • 8. Foi graças à máquina a vapor que a indústria se modernizou, o que trouxe muitos benefícios à população. Em Portugal, até 1881, foram instaladas 238 máquinas na indústria; contudo, a produção continuou a ser insuficiente, obrigando o país a continuar a importar muitos produtos. 1 Como se modernizou a indústria? Produção artesanal Produção mecanizada Oficina, onde trabalha o artesão que faz todas as tarefas. Fábrica, onde trabalham muitos operários, cada um especializado numa só tarefa. Ferramentas simples. Máquina a vapor, que faz mover várias outras máquinas. Fazem-se poucos produtos, todos diferentes e com custos elevados. Fazem-se muitos produtos, todos iguais e mais baratos.
  • 9. 1 Como se modernizou a indústria?
  • 10. Na segunda metade do século XIX, o número de fábricas aumentou muito, principalmente nas zonas de Braga/Porto/Guimarães e Lisboa/Setúbal/Seixal. Nestas regiões havia muita mão de obra, muitos consumidores e, com exceção de Braga e Guimarães, os portos marítimos facilitavam o transporte de matérias-primas e de produtos. 1 Quais eram as regiões mais industrializadas de Portugal?
  • 11. 1 Como se desenvolveram os transportes e comunicações na segunda metade do século XIX? Os governos liberais mandaram construir estradas, pontes, linhas de caminho-de-ferro e túneis. Passou a utilizar-se a máquina a vapor nos transportes, tendo surgido o comboio e o barco a vapor. Em 1855 já circulava a mala posta na estrada Lisboa/Porto.
  • 12. Os correios modernizaram-se com o aparecimento dos marcos de correio, dos selos e dos carteiros. Surgiu o telégrafo e o telefone. Que meios de comunicação à distância foram criados ou melhorados? 1 Os novos meios de transporte e de comunicação facilitaram a mobilidade de pessoas e a circulação de produtos e de ideias por todo o país, logo contribuíram para o desenvolvimento da agricultura, indústria e comércio.
  • 13. Construíram-se escolas para alfabetizar a população; criaram-se liceus nas principais cidades e dois em Lisboa; fundaram-se escolas industriais, comerciais e agrícolas. Que medidas tomaram os governos liberais para melhorar o ensino? 1 Apesar do analfabetismo ter reduzido um pouco, grande parte da população continuou analfabeta, sobretudo as mulheres; por outro lado, muitas crianças nos campos e nas cidades não iam à escola, pois tinham de trabalhar.
  • 14. Atividade – Meta 1 Invasões Napoleónicas Independência do Brasil ___________________ Completa o esquema seguinte: _________ destruído em parte e mais pobre Os governos liberais fizeram reformas - Aumento da _________, embora Portugal continuasse atrasado comparativamente aos países europeus mais desenvolvidos. - Endividamento de Portugal ao ___________. Guerra Civil Portugal Agricultura Indústria Transportes e meios de comunicação Ensino produção estrangeiro Consequências das reformas feitas pelos governos liberais
  • 15. 2 • Abolição da pena de morte para crimes políticos (1852); Que medidas foram tomadas para a defesa dos Direitos Humanos? • Abolição da pena de morte para crimes civis (1867); • Extinção da escravatura em todos os territórios portugueses (1869); • Proibição das penas corporais.
  • 16. Vamos lá pensar… Se a pena de morte foi abolida em Portugal na segunda metade do século XIX, por que razão ela ainda hoje existe em tantos países?
  • 17. 2 As melhorias nos transportes e na produção agrícola e industrial, os progressos na medicina e na higiene e o período de paz permitiram que a população aumentasse, atingindo os cinco milhões de habitantes no final do século. Como evoluiu a população portuguesa na segunda metade do século XIX? 1831 - Descoberta do primeiro anestesiante. 1882 - Descoberta do bacilo da tuberculose. 1885 - Descoberta da vacina contra a raiva. 1893 - Criação da aspirina. 1895 - Realização do primeiro raio-X.
  • 18. 2 Onde aumentou mais a população, no litoral ou no interior? A população aumentou mais no litoral, pois as terras eram mais férteis, havia portos marítimos, mais indústrias, logo mais empregos e maior facilidade nas comunicações.
  • 19. 2 Apesar do desenvolvimento da agricultura, a produção continuava a ser fraca. Os camponeses recebiam baixos salários; por outro lado, a mecanização provocou despedimentos. Assim, muitos camponeses abandonaram os campos. Uns foram para as maiores cidades do litoral; outros emigraram, especialmente para o Brasil. Por que razão se deu o êxodo rural? Melhor alimentação Melhor higiene Melhor medicina Crescimento populacional Mecanização Desejo de uma vida melhor Desemprego Êxodo rural Emigração
  • 20. Que mudanças se deram na sociedade com o fim da monarquia absoluta? 1 O clero e a nobreza perderam muitos dos seus privilégios: • A nobreza passou a pagar impostos e a deixar de poder exigir trabalho gratuito aos camponeses; • As ordens religiosas foram extintas e as suas terras, conventos e mosteiros entregues ao Estado; • Toda a população passou a estar sujeita às mesmas penas aplicadas pelos tribunais. Mosteiro de São Bento (Santo Tirso) – entregue ao Estado em 1834.
  • 21. Que mudanças se deram na sociedade com o fim da monarquia absoluta? 1 Por outro lado, a burguesia tornou-se o grupo social mais importante. Muitos burgueses enriqueceram graças aos negócios e alguns passaram a desempenhar cargos importantes no governo do reino. O povo dos campos e das cidades manteve as difíceis condições de vida.
  • 22. Que mudanças se deram na sociedade com o fim da monarquia absoluta? 1 Nobreza Perdeu privilégios e importância. Passou a pagar impostos. Clero Perdeu privilégios e importância. As ordens religiosas foram extintas, passando as suas terras, conventos e mosteiros a pertencer ao Estado. Burguesia Tornou-se o grupo social mais importante. Muitos burgueses Enriqueceram com a indústria, o comércio e a agricultura. Povo Apesar de as leis serem iguais para todos, quer o povo dos campos quer o povo das cidades continuou a viver com muitas dificuldades.
  • 23. Como viviam os camponeses?3 Grande parte da população portuguesa continuou a dedicar-se à agricultura e à criação de gado. Os camponeses viviam em casas muito pobres e alimentavam-se mal. Divertiam-se nas festas religiosas, bailes, feiras. Os cantares que acompanhavam alguns trabalhos agrícolas, como a desfolhada, também eram um divertimento.
  • 24. 4 • A água passou a ser, em grande parte, canalizada, as redes de esgotos foram ampliadas e passou a existir recolha de lixo; • As ruas passaram a ser iluminadas, primeiro a gás e depois a eletricidade; • Surgiu o policiamento das ruas; • Apareceram os transportes públicos puxados por cavalos e depois o carro elétrico; Como se modernizaram as principais cidades, com destaque para Lisboa e Porto? • Construíram-se tribunais, teatros, estações de comboio; • Abriram-se ruas e avenidas, arranjaram-se jardins públicos.
  • 25. 4 Quais as atividades que predominavam nas cidades? Grande parte da burguesia vivia nas cidades de Lisboa e Porto: comerciantes, banqueiros, industriais, médicos, advogados… Contudo a maioria da população das cidades pertencia ao povo. Destacavam-se as novas profissões como empregados dos transportes públicos, dos correios, da companhia de gás e canalizadores. Os vendedores ambulantes abasteciam as cidades ao som de pregões. Pregões
  • 26. 4 Quais as atividades que predominavam nas cidades?
  • 27. 4 Os burgueses mais ricos viviam em palacetes; os menos ricos em andares. Os nobres e os burgueses alimentavam-se muito bem: carne, peixe, sobremesas, fruta. O povo comia pão, toucinho, sardinhas e sopa. Como era a habitação, a alimentação e os divertimentos nas cidades? O povo vivia em casas muito pequenas sem água canalizada e sem esgotos.
  • 28. 4 Nobres e burgueses liam jornais, divertiam-se nos grandes jardins, onde ouviam música, conversavam, assistiam a espetáculos teatrais e a fogo de artifício, iam à ópera e ao circo. Como era a habitação, a alimentação e os divertimentos nas cidades? O povo das cidades convivia nas ruas e divertia-se em festas religiosas, feiras e bailes populares.
  • 29. 4 As mulheres nobres e burguesas ricas usavam vestidos até ao chão, com roda, chapéu, leque e sombrinha. Os homens usavam calças, casaco e colete; sobrecasaca, camisa, laço ou gravata. Usavam sempre chapéu. Como era o vestuário das pessoas das cidades?
  • 30. 4 O desenvolvimento da indústria levou ao aparecimento do proletariado: homens, mulheres e crianças que trabalhavam nas fábricas. Trabalhavam em péssimas condições, tinham horários de trabalho que podiam ir até às dezasseis horas diárias e habitavam em bairros sem condições. Os operários foram-se unindo, tendo surgido as primeiras associações operárias, as quais decretaram as primeiras greves com vista a obterem melhores salários e condições de trabalho. Como surgiu o proletariado? 1872 - Primeiro grande movimento de greves (29 greves). 1886 - Greves dos operários metalúrgicos. 1890 - Primeira comemoração do dia 1 de Maio, em Lisboa e no Porto. 1891 - Decreto regulamentando o trabalho das mulheres e dos menores nas fábricas.
  • 31. 4 Na segunda metade do século XIX, construíram-se grandes espaços como estações de caminho-de-ferro, pavilhões de exposições, fábricas, teatros… Os novos materiais utilizados nestas construções foram o vidro e o ferro, por isso esta arquitetura é chamada arquitetura do ferro. O que é a arquitetura do ferro? Construção do Palácio de Cristal (1861-1865).
  • 32. 4 Destacam-se o teatro de D. Maria II, em Lisboa; o Palácio da Bolsa, no Porto, e o Palácio Nacional da Pena, em Sintra. O que é a arquitetura do ferro? Alguns destes edifícios apresentam influências da arquitetura do tempo dos Romanos, dos Árabes e dos Descobrimentos.
  • 33. Atividade – Meta 4 Completa o esquema seguinte: Mecanização da agricultura e da indústria Desenvolvimento da medicina Crescimento populacional Melhor higiene Desemprego Desejo de vida melhor Melhoria dos transportes Melhor alimentação Êxodo rural Emigração Cidades mais industrializadas Brasil
  • 34. Atividade – Meta 4 Completa o esquema seguinte: • Agricultura. • Pecuária. A vida quotidiana nos campos na segunda metade do século XIX • Pão. • Sardinhas. • Azeitonas. • Carne de porco. • Sopa de legumes. • Simples, feito normalmente pelas camponesas. • Casas pobres e muito desconfortáveis. • Procissões. • Romarias. • Bailes. • Feiras. • Cantigas desgarrada. Atividades Alimentação Vestuário Habitação Divertimentos
  • 35. Atividade – Meta 4 Completa o esquema seguinte: • Ruas e avenidas pavimentadas. • Iluminação pública. Transportes públicos «americano», «chora», «elétrico». • Arquitetura de ferro. Modernização das cidades Passeios e praças calcetadas. • Jardins públicos. • Água canalizada. Rede de esgotos. • Recolha de lixo.• • •
  • 36. Vamos lá pensar… Será que as ruas, as praças e os largos de algumas cidades continuaram como na segunda metade do século XIX ou foram alteradas? O que mudou? O que continuou? Covilhã, praça do Município (finais século XIX, ínicios do século XX) / (atualidade) Faro, largo Francisco Gomes (final do século XIX / atualidade). Guimarães, Praça Toural (finais do século XIX, inícios do século XX / atualidade). Porto, estação de Campanhã (final do século XIX / atualidade). Viana do Castelo, Praça da República (final do século XIX / atualidade).