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A GUERRA DOS FARRAPOS 1835-1845
Carga de Cavalaria  - Guilherme Litran (1893)
Mappa do Theatro da Guerra na Província do Rio Grande - 1839
A pecuária e o charque
 
Escravidão no Rio Grande do Sul RELATOS DE VIAJANTES EUROPEUS – SÉCULO XIX “ De tempo muito remoto, e quase desde a sua descoberta,  o Rio Grande tem sido considerado como uma espécie de purgatório dos negros ; até a explosão da guerra civil, quando um negro das outras províncias do Brasil manifestava alguma disposição viciosa,  Rio Grande era o destino que se lhe infligia como um castigo ; e ainda há pouco, quase todos os dias, os periódicos da corte ofereciam negros para vender, com a condição expressa de serem exportados para o Rio Grande” (166-167).  “ Uma charqueada bem administrada é um estabelecimento penitenciário ” (168)   DREYS, Nicolau. Notícia descritiva da Província do Rio Grande de São Pedro do Sul. Porto Alegre: IEL, 1961. “ Era de uso remeter para São Pedro, provindo de outras partes do Brasil, os escravos considerados incorrigíveis , e é certo que por aqui encontrei não só mais escravos como maus senhores". LUCCOCK, John. Notas sobre o Rio de Janeiro e partes meridionais do Brasil. São Paulo: Livraria Martins, 1945
Fonte: Museu Júlio de Castilhos – Porto Alegre
Bento Gonçalves Líderes Farroupilhas
Giuseppe Garibaldi  Anita  Garibaldi   David  Canabarro
Carga de lança
Uniformes farroupilhas  Soldado Farroupilha   Oficial  Farroupilha
Armas da Guerra dos Farrapos
Lanças
 
A participação do negro na Farroupilha
COMO ERAM ARREGIMENTADOS O QUE FAZIAM QUANTOS ERAM ABOLICIONISMO – NAO CONSENSUAL FARRAPOS ESCRAVISTAS (BENTO – 53 ESCRAVOS)
 
Antônio Ribeiro – Corneteiro de Bento Gonçalves durante a Revolução Farroupilha e peão da fazenda deste (foto do final do século XIX)
Estância da família de Bento Gonçalves (Camaquã/Cristal)
 
A Controvérsia do Massacre de Porongos O EVENTO: O Massacre de Porongos, também denominado Surpresa, Batalha ou Traição de Porongos, consistiu num ataque das tropas imperiais, lideradas pelo Coronel Francisco Pedro de Abreu, o “Moringue”, ao corpo de Lanceiros Negros, composto por escravos que lutavam sob a promessa de liberdade, comandados pelo General Davi Canabarro. Tal embate ocorreu nas imediações do Cerro de Porongos, município de Pinheiro Machado na atualidade, mas na época pertencente à cidade de Piratini, em 14/11/1844.  Controvérsia: surpresa ou traição?
Carta de Porongos e localização de Pinheiro Machado/RS
[...] No conflito poupe o sangue Brasileiro, quanto puder, particularmente da gente branca da província [...] [...] Todo o segredo é indispensável nesta ocasião e eu confio no seu zelo e discernimento que não abusará deste importante segredo. Deus vos Guarde. Quartel General da Presidência do Comando em Chefe do Exército, em marcha nas imediações de Bagé. 9 de novembro de 1844. Barão de Caxias. Reservadíssimo. Ilmo. Sr. Regule V. Sa. suas marchas de maneira que no dia 14 às 2 horas da madrugada possa atacar a força ao mando de Canabarro, que estará neste dia no Serro dos Porongos. Não receie da infantaria inimiga, pois ela há de receber ordem de um Ministro e de seu General-em-chefe para entregar o cartuchame sobre [sic] pretexto de desconfiança dela
Cerro de Porongos – Pinheiro Machado/RS
Casamento Dona Santinha – a direita Seu Quinca PINHEIRO MACHADO
Gaúchos peões em Porongos
Seu Gerci – neto de escravos da região de Porongos
Memórias da presença negra região
Senzala e grilhão da região  sul do Estado
Sociabilidade negra na região CTG Clareira na Mata – Caçapava do Sul Clube União Democrata – Pinheiro Machado Clube Carnavalesco Filhos da Lua
CTG Clareira na Mata – Caçapava do Sul Associativismo Negro
Sociabilidade negra
Apropriações de Porongos na atualidade MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS: Pinturas Esculturas Produções teatrais Músicas e poesias
Atelier Raízes d’África – Porto Alegre
 
Musical sobre Lanceiros Negros
Cavalgada Consciência Negra Grupo Lanceiros Negros Contemporâneos
Acampamento Farroupilha  Parque Harmonia - Porto Alegre
Caçapava do Sul Porto Alegre Parque Farroupilha
Memorial Lanceiros – Cerro de Porongos
Produtos elaborados Propiciar que o público interessado (populações locais, movimento negro, escolas, pesquisadores e universidades) se apropriem dos resultados das pesquisas. E também que a comunidade negra do Rio Grande do Sul, especialmente da região de Porongos, se identifique com a História do estado que até então pouco espaço lhes conferiu. Livro (caderno) :  diálogo entre história e memória atinente ao Massacre de Porongos. Imagens e referências bibliográficas básicas Banners : exposição itinerantes DVD : com 2 documentários Guia de referências históricas Massacre de Porongos (cdrom) : referências de fontes e bibliografia, além de imagens.