O documento descreve a Guerra dos Farrapos (1835-1845) no Rio Grande do Sul, com foco na participação de escravos negros. Relata-se que escravos considerados problemáticos eram enviados para o Rio Grande como punição e que as charqueadas funcionavam como estabelecimentos penitenciários. Também aborda a controvérsia sobre o Massacre de Porongos em 1844, quando tropas imperiais atacaram escravos que lutavam pelos farrapos sob promessa de liberdade.