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GRUPO DE
 ESTUDOS
YVONNE DO
  AMARAL
  PEREIRA
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Francisco Cândido
Xavier e Yvonne do
 Amaral Pereira
na inauguração de
um centro espírita
no Rio de Janeiro.
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
BIOGRAFIA
LIVRO À LUZ DO
  CONSOLADOR
Dados biográficos
   extraídos de
 “Reformador” de
janeiro a fevereiro
     de 1982.
FILIAÇÃO
 Nasci a 24 de dezembro
 de 1906, após um baile
 na residência de minha
  avó materna num sítio
nos arredores da Vila de
 Santa Tereza, município
de Valença, estado do rio
  de janeiro, hoje cidade
    de Rio das Flores.
FILIAÇÃO
 Meus pais eram o
   então pequeno
negociante Manoel
José Pereira (filho)
    e sua esposa
Elizabeth do Amaral
       Pereira.
CRIAÇÃO
  Meu pai era generoso de
       coração, muito
 desinteressados dos bens
de fortuna, e por essa razão
      não pode ser bom
 negociante. Por três vezes
 foi negociante e arruinou-
 se, visto que favorecia os
   fregueses em prejuízo
           próprio
CRIAÇÃO
   De negociante,
portanto, passou a
funcionário público
      até a sua
  desencarnação,
    verificada em
  janeiro de 1935.
Fui criada com muita
   modéstia, mesmo
    pobreza, conheci
  dificuldades de todo
 gênero, coisa que me
 beneficiou muito, pois
bem cedo alheei-me das
 vaidades do mundo e
aprendi a
conformidade com a
   minha humilde
  condição social,
  compreendendo
    também as
 necessidades do
     próximo.
Aprendi, assim, com
meus pais, a servir o
   próximo mais
necessitado do que
nós, pois, em nossa
    casa, eram
  acolhidas com
carinho e respeito,
e até hospedadas,
 pobres criaturas
  destituídas de
  recursos e até
mesmo mendigos,
 alguns dos quais
  foram por eles
 sustentados por
  algum tempo.
Até os 10 anos de idade,
porém, vivi, principalmente,
 sob os cuidados de minha
 avó paterna, em vista das
       anormalidades
 experimentadas em minha
      infância com as
  reminiscências de minha
    passada existência,
anormalidades que não me
  permitiram viver na casa
  paterna devido ao fato de
   minha mãe, rodeada de
 outros filhos, não dispor de
 possibilidades para atender
  aos meus incomodativos
complexos trazidos de outras
            vidas.
A partir dos 10 anos
 habitei com meus pais e
vivi em várias localidades
    do estado de Minas
Gerais, onde acabei de me
   criar, até que com a
 desencarnação de meus
pais, verificada já de volta
   ao Estado do Rio de
          Janeiro,
nosso lar foi desfeito
  e passei a viver em
 companhia de minha
 irmã casada Amália
Pereira Lourenço, com
 pequenos intervalos,
onde, suponho, ficarei
      até a minha
    desencarnação.
INSTRUÇÃO
Ao contrário do que muitos
 amigos supuseram a meu
      respeito, não sou
professora diplomada nem
  fiz outro qualquer curso
     escolar, a não ser o
  primário, fato que, para
   mim, constituiu grande
          provação.
Durante minha juventude um
 funcionário público, como meu
     pai, não tinha condições
 financeiras para fornecer nem
 mesmo um curso normal a um
filho, mesmo porque as escolas
eram raras no interior do Brasil,
  e por isso não me foi possível
  aproveitar a vocação por mim
      trazida do berço para o
    magistério e a literatura.
INSTRUÇÃO RELIGIOSA
   Nasci em ambiente
espírita, por assim dizer,
  e por isso nunca tive
  outra crença senão a
espírita. Meu pai tornou-
 se espírita, embora não
militante, desde antes do
    meu nascimento,
tanto assim que,
logo nos primeiros
dias de minha vida
    terrena, ele
     perguntou,
irreverentemente,
 a um médium de
seu conhecimento:
“pergunta aos espíritos
quem foi esta menina em
 outra existência...” - o
que revela que, já naquele
      tempo, havia a
    curiosidade, ou a
pretensão de sabermos o
  que fomos em outras
         épocas.
O médium concentrou-se e
   respondeu, após alguns
   minutos: - ela teve uma
    existência em que foi
 camponesa na Bélgica...seu
passado foi tumultuoso...” – o
      que mais tarde os
       acontecimentos
        confirmaram.
Recebi, portanto, de meu
   próprio pai as primeiras
lições de doutrina e prática
de Espiritismo e Evangelho.
Ele fazia, já naquele tempo,
     reuniões de estudos
 doutrinários com os filhos,
   semanalmente, o que a
   todos nós solidificou na
      Doutrina Espírita.
Tive professoras
   católicas e até
     freqüentei o
 catecismo, mas não
acatei o ensinamento
  católico, embora
respeitasse a Igreja,
como respeitei todas
     as religiões.
Ao completar os 12 anos de
 idade, meu pai pôs em minhas
 mãos “O Evangelho segundo o
   Espiritismo” e “ O Livro dos
 Espíritos”, de Allan Kardec, os
  quais me acompanharam na
 travessia da vida e que estudo
até agora, sem jamais me cansar
          da sua leitura.
São esses os meus livros
   preferidos de toda a
bibliografia espírita, a par
de “O Livro dos Médiuns”.
Aliás, eu sempre acatei e
 venerei, mesmo, toda a
   obra da Codificação
         Espírita.
Aos 13 anos comecei
a assistir a sessões
     práticas de
Espiritismo, as quais
      muito me
encantavam, pois eu
 via os Espíritos se
   comunicarem,
inclusive Bezerra de
 Menezes e demais
     assistentes
    espirituais.
Fiz assim, um
      grande
 aprendizado de
prática espírita
     desde a
adolescência, o
 qual muito tem
valido aos meus
     variados
desempenhos na
ATIVIDADES
PROFISSIONAS
( À Luz do Consolador)
“fui muito
  habilitada em
      prendas
   domésticas,
   ...bordados,
costuras, pintura,
 flores, crochês,
   rendas, etc.
“ao perder meus
 pais, necessitei
  trabalhar para
viver, ... Trabalhei
  numa casa de
   modas algum
     tempo...”
“mas jamais me
     adaptei aos
   ambientes que
tinha de suportar e
  preferi trabalhar
    em casa, por
   minha própria
       conta.”
2 – ATIVIDADES
      NO
 ESPIRITISMO
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
CAP. 11 – FEDERAÇÃO ESPÍRITA
                BRASILEIRA
   “ A PRIMEIRA VEZ QUE VISITEI A FEB,
 LEVANDO UMA OBRA MEDIÚNICA, ESTA
 NÃO FOI RECEBIDA, NEM MESMO LIDA.
FOI PELO ANO DE 1944, E QUEM RECEBEU,
NO TOPO DA ESCADARIA PRINCIPAL, FOI O
  SR. MANUEL QUINTÃO, NA ÉPOCA UM
 DOS SEUS DIRETORES E EXAMINADORES
DAS OBRAS LITERÁRIAS A ELA CONFIADAS.
QUANDO EXPLIQUEI QUE LEVAVA DOIS
     LIVROS AO EXAME DA FEDERAÇÃO
( ERAM ELES “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”
    E “AMOR E ÓDIO”), AQUELE SENHOR
    CORTOU-ME A PALAVRA, DIZENDO:
- NÃO, NÃO,NÃO, NÃO! AQUI SÓ ENTRAM
  LIVROS MEDIÚNICOS DE CHICO XAVIER.
      ESTOU MUITO OCUPADO, TENHO
   DUZENTOS LIVROS PARA EXAMINAR E
  TRADUZIR E NÃO DISPONHO DE TEMPO
              PARA MAIS...
E VOLTOU A CONVERSAR COM O DR. CARLOS
  IMBASSAHY, COM QUEM FALAVA À MINHA
                 CHEGADA.
     EU, BISONHA, PROVINCIANA, RECÉM-
CHEGADA AO RIO DE JANEIRO, CHOQUEI-ME,
 ATEMORIZADA. DR. CARLOS IMBASSAHY, A
   QUEM EU JÁ CONHECIA E QUE LERA DUAS
         OBRAS MINHAS, INTERVEIO:
- LI UMA DESSAS OBRAS, QUE A MOÇA CITOU
    (“AMOR E ÓDIO”). È OBRA BOA. ASSIM
 COMO OS LIVROS DE ZILDA GAMA SÃO BEM
     RECEBIDOS PELO PÚBLICO, OS DESTA
      MÉDIUM TAMBÉM DEVERÃO SER...
MAS O SR. QUINTÃO NÃO RESPONDEU A ESSA
 INFORMAÇÃO CONCILIATÓRIA E CONTINUOU A
        CONVERSAR COM O SEU AMIGO.
RETIREI-ME SEM ME AGASTAR. EU RECONHECIA A
 MINHA INCAPACIDADE E NÃO INSISTI. ALIÁS, EU
MESMA NÃO SOUBERA COMPREENDER O ENREDO
 DE “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”, ACREDITAVA
  TRATAR-SE DE UMA GRANDE MISTIFICAÇÃO, E
SILENCIEI. EM CHEGANDO À MINHA RESIDÊNCIA,
   TOMEI DE UMA CAIXA DE FÓSFOROS E DOS
   ORIGINAIS DOS DOIS LIVROS E DIRIGI-ME AO
   QUINTAL, A FIM DE QUEIMÁ-LOS, POIS NEM
 MESMO TINHA UM LOCAL CONVENIENTE PARA
                 GUARDÁ-LOS.
MAS, AO RISCAR O FÓSFORO E
APROXIMAR DAS PÁGINAS DA CHAMA VI,
  DE SÚBITO, O BRAÇO E A MÃO DE UM
HOMEM, TRANSPARENTES E LEVEMENTE
     AZULADOS, ESTENDIDOS COMO
 PROTEGENDO AS PÁGINAS, E UMA VOZ
ASSUSTADA, DIZENDO-ME AO OUVIDO: -
         ESPERA! GUARDA-OS!
DE QUE SERIA ESSA VOZ?
MEU CORAÇÃO RECONHECEU-A COMO
  SENDO VIBRAÇÕES DE BEZERRA DE
MENEZES. OBEDECI, TORNEI A GUARDAR
       OS ORIGINAIS, ESPEREI.
ADVIERAM-ME, EM SEGUIDA,
     TERRÍVEIS PROVAÇÕES E
  TESTEMUNHOS PUNGENTES.
SOFRI, LUTEI PENOSAMENTE, DEI
TODOS OS TESTEMUNHOS QUE A
 LEI DE DEUS EXIGIU DE MINHAS
            FORÇAS.
CERTA MANHÃ, PORÉM, APÓS AS
  PRECES E O RECEITUÁRIO PARA
    OS NECESSITADOS QUE ME
 PROCURAVAM, APRESENTOU-SE
      LÉON DENIS DIZENDO:
- VAMOS REFAZER O LIVRO SOBRE
       O SUICÍDIO. ELE ESTÁ
 INCOMPLETO, NÃO PODERÁ SER
     PUBLICADO COMO ESTÁ.
- ESTÁ BEM – RESPONDI – COMEÇÁ-LO-EI
      NA PRÓXIMA SEMANA, VOU-ME
                PREPARAR.
- NÃO! VAMOS COMEÇÁ-LO HOJE, AGORA,
            NESTE MOMENTO!
ENTÃO COMPREENDI QUE O SR. QUINTÃO
      FORA INSPIRADO PELOS AMIGOS
    ESPIRITUAIS PARA NÃO ME RECEBER
  QUANDO O PROCUREI NA FEDERAÇÃO,
  PORQUE, SE AQUELE LIVRO FOSSE LIDO
       POR AQUELA OCASIÃO, SERIA
     IRREMEDIAVELMENTE REJEITADO.
CAMILO, SEU AUTOR ESPIRITUAL,
     NÃO O COMPLETARA
 DEVIDAMENTE, NÃO LHE DERA
 AQUELA FEIÇÃO DOUTRINARIA
   NECESSÁRIA, FEIÇÃO QUE,
 ENTÃO, LÉON DENIS LHE DEU.
UMA VEZ TERMINADA A REVISÃO DA
OBRA, VOLTEI A FEDERAÇÃO, A QUAL EU
  FREQÜENTAVA SEMANALMENTE E ME
DEMORAVA EM PALESTRA DOUTRINÁRIA
COM O CAPITÃO PAIVA, ENTÃO DIRETOR
DA ASSISTÊNCIA AOS NECESSITADOS, SEM
   CONTUDO ME REFERIR AO CASO DOS
 LIVROS. FUI PATERNALMENTE RECEBIDA
        POR ELE, COMO SEMPRE
EXPLIQUEI-LHE O QUE SE PASSAVA E PEDI-
  LHE CONSELHOS. ELE INTERESSOU-SE,
 RECOMENDOU-ME AO DR. WANTUIL DE
   FREITAS, QUE ERA O PRESIDENTE DA
  FEDERAÇÃO DA ÉPOCA. FUI RECEBIDA
      PELO DR. WANTUIL TAMBÉM
 PATERNALMENTE, COMO O FORA PELO
    CAPITÃO PAIVA. E DISSE-ME ELE:
- DOU-LHE OS MEUS PARABÉNS PELO QUE
  ME ESTÁ RELATANDO. PODE TRAZER AS
    OBRAS. SERÃO EXAMINADAS COM
 ATENÇÃO E ESPÍRITO DE FRATERNIDADE.
MAS, PRECISAVAM SER DATILOGRAFADAS
    COM DOIS ESPAÇOS, PARA MAIOR
 COMODIDADE DO EXAME. ORA, EU NÃO
    DISPUNHA DE UMA MÁQUINA DE
 ESCREVER E AINDA MENOS DE DINHEIRO
           PARA COMPRÁ-LA,
E NEM ME PERMITI PEDI-LA EMPRESTADA
   A QUEM QUER QUE FOSSE. GUARDEI
     NOVAMENTE OS ORIGINAIS EM
MANUSCRITO E NÃO TORNEI A VISITAR O
  DR. WANTUIL DE FREITAS, QUE FICARA
 AGUARDANDO A ENTREGA DAS OBRAS.
PASSARAM-SE SETE ANOS ATÉ
    QUE EU OBTIVESSE UMA
  MÁQUINA DE ESCREVER. MEU
   SOBRINHO CÉSAR AUGUSTO
FAVORECEU-MA. ENTÃO, A OBRA
 FOI DATILOGRAFADA E NO ANO
 DE 1955 VOLTEI NOVAMENTE A
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA.
FUI RECEBIDA COM A MESMA
   FRATERNIDADE CRISTÃ E AS
      OBRAS ACEITAS PELOS
EXAMINADORES. EU LEVARA TRÊS
   “NAS TELAS DO INFINITO”, A
  PRIMEIRA A SER PUBLICADA;
 “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA” E
        “AMOR E ÓDIO”.
DESEJO REGISTRAR AQUI A MINHA
    GRATIDÃO E O MEU AMOR PELA
 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA E SUA
DIREÇÃO. FOI ELA A MINHA VERDADEIRA
CASA PATERNA NESTE MUNDO. RECEBI DE
      TODOS OS SEUS DIRIGENTES,
  NOTADAMENTE DO DR. WANTUIL DE
               FREITAS,
DO DR. ARMANDO DE OLIVEIRA ASSIS E
 DO SR. FRANCISCO THIESEN TODAS AS
   ATENÇÕES E CARINHO FRATERNO.
 RESPEITEI-A E AMEI-A SEMPRE E, PARA
  MIM, ELA É REALMENTE, A LEGÍTIMA
REPRESENTANTE DA IGREJA DO ALTO NA
                TERRA.
E AO NOBRE ESPÍRITO MANUEL QUINTÃO
  AGRADEÇO, AINDA NESTE MOMENTO,
NÃO ME TER ATENDIDO NO ANO DE 1944,
     QUANDO PROCUREI A MESMA
    FEDERAÇÃO , LEVANDO OS MEUS
   TRABALHOS AINDA INCOMPLETOS.
SUA RECUSA SALVOU NÃO SÓ “
 MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”, MAS TODA
 A MINHA POSTERIOR OBRA MEDIÚNICA,
POIS, SE ESSE LIVRO FOSSE LIDO NAQUELA
  OCASIÃO, SERIA REJEITADO E EU NÃO
    MAIS CUIDARIA, CERTAMENTE, DE
         LITERATURA MEDIÚNICA.
NO MOMENTO, AGOSTO DE 1973, TUDO
     INDICA QUE NÃO MAIS OBTEREI
      LITERATURA MEDIÚNICA. MEU
COMPROMISSO COM A ESPIRITUALIDADE,
     NESSE SETOR, ESTÁ ENCERRADO.
    PRODUZI, TALVEZ, POUCO PARA A
BIBLIOGRAFIA ESPÍRITA, MAS FI-LO COM O
 MÁXIMO RESPEITO E O MÁXIMO AMOR
   PELA DOUTRINA ESPÍRITA E A MINHA
             MEDIUNIDADE
FOI O QUE PUDE FAZER. E SINTO A
 CONSCIÊNCIA TRANQÜILA E O CORAÇÃO
    CONFIANTE NA JUSTIÇA DE DEUS.
      ENTRETANTO, TRABALHEI EM
  RECEITUÁRIO E CONSELHOS ATÉ 1980.
AOS AMADOS GUIAS ESPIRITUAIS QUE ME
    ASSISTIRAM NOS TRABALHOS QUE
     REALIZEI E ME AMPARARAM NA
    TRAVESSIA DA EXISTÊNCIA, O MEU
  CORAÇÃO AGRADECIDO E REVERENTE.
RIO DE JANEIRO, 7 DE AGOSTO
          DE 1981




    YVONNE A. PEREIRA
A FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA FOI
FUNDADA NO DIA 2 DE JANEIRO DE 1884, NO
  RIO DE JANEIRO, POR AUGUSTO ELIAS DA
     SILVA. SUA TRAJETÓRIA TEM SIDO
    DEDICADA A SERVIR E A DIFUNDIR A
DOUTRINA CODIFICADA POR ALLAN KARDEC.
  DENTRE OS SEUS PRIMEIROS DIRIGENTES,
 DESTACA-SE A FIGURA DE ADOLFO BEZERRA
 DE MENEZES, QUE ASSUMIU A PRESIDÊNCIA
     EM 3 DE AGOSTO DE 1895 E MUITO
COLABOROU NO ESTABELECIMENTO DE UMA
DIRETRIZ EMINENTEMENTE ESPÍRITA-CRISTÃ
   AO MOVIMENTO ESPÍRITA BRASILEIRO
ATUALMENTE A SEDE DA
FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA
 ESTÁ EM BRASÍLIA, INSTALADA
      EM UM CONJUNTO
    ARQUITETÔNICO DE TRÊS
          EDIFÍCIOS.
COMENTÁRIOS
   O livro espírita tem sua origem no mundo
                     espiritual.
 Os espíritos são extremamente cuidadosos na
               confecção do livro.
  A recepção mediúnica de um livro de moral
    elevada comporta renuncias e sacrifícios,
paciência, persistência e obediência as entidades
superiores que coordenam a produção literária.
   O médium vive mais a vida espiritual que a
   romagem carnal vulgar, sendo-lhe exigido
              renúncias constantes.
  A dedicação é total, não podendo o médium
             “servir a dois senhores”
COMENTÁRIOS
          O NÃO NA VIDA DE YVONNE PEREIRA
 Não a infância normal ( com um mês de idade quase foi
enterrada viva e apresentava constantes crises de choro)
                Não a adolescência usual
                    Não ao casamento
      Não ao magistério, literatura e música (piano)
   Produziu livros, mas sobre influência espiritual, não
              eram portanto de sua autoria
     Não as posses materiais e facilidades financeiras
              Não a saúde e bem-estar físico
  Não ao reconhecimento de sua obra de acordo com a
           qualidade e importância da mesma
  foi recusado seu trabalho em alguns centros espíritas
COMENTÁRIOS
                SIM
           Expiação do passado
Testemunho de superação das tendências
 cultivadas em passadas reencarnações
            Elevação espiritual
    Convivência com a espiritualidade
                 superior
   Produção de obra literária nos mais
      elevados padrões doutrinários
Exemplificação da Doutrina dos Espíritos
 Conquista dos bens que não podem ser
  roubados ou corroídos pela ferrugem
   Reajustamento perante sua própria
               consciência
Aproveitamento do tempo de encarnação
  em diversas atividades no espiritismo
DE CERTA FEITA, CHARLES DECLAROU
 MESMO, VEEMENTE E AUTORITÁRIO
        QUAL ENÉRGICO PAI:
   — ”NÃO DEIXAREI QUE ESQUEÇAS
CERTOS EPISÓDIOS POR TI VIVIDOS NA
ANTERIOR EXISTÊNCIA, PORQUE SERÁ O
  ÚNICO MEIO DE TE FAZER REFLETIR
 PARA A EMENDA DEFINITIVA. NÃO TE
   POUPAREI OS SOFRIMENTOS DAÍ
  ADVINDOS. O QUE PODEREI FAZER É
   AJUDAR-TE A SUPORTÁ-LOS COM
   FIRMEZA DE ÂNIMO, E ISSO EU O
              FAREI.”
À GUISA DE APRESENTAÇÃO

   O PRESENTE VOLUME ENFEIXA UM
  CONJUNTO DE ARTIGOS DA MÉDIUM
     YVONNE DO AMARAL PEREIRA,
      PUBLICADOS NO MENSÁRIO
“REFORMADOR” ENTRE OS ANOS 60 E 80.
    SÃO SUBSTANCIOSAS PEÇAS, SOB
MÚLTIPLOS ASPECTOS VALIOSAS, POIS SE
  ESTRUTURAM , EM SUA CONCEPÇÃO,
NUM EXCELENTE E SEMPRE ATUAL
     CONTEÚDO DOUTRINÁRIO, NA
INEQUÍVOCA INSPIRAÇÃO DOS ESPÍRITOS
   SUPERIORES E NA EXPERIÊNCIA DA
 PRÓPRIA MÉDIUM, SEJA DO PONTO DE
VISTA DA PRÁTICA DO ESPIRITISMO, SEJA
      DO PONTO DE VISTA DO SEU
  CONHECIMENTO DA VIDA E DA ALMA
              HUMANA.
NÃO TEMOS AQUI MEROS EXERCÍCIOS
  LÍTERO-DOUTRINÁRIOS, DE EFICÁCIA
  RESTRITA, LIMITADA NO TEMPO E NO
ESPAÇO E, PORTANTO, DESCARTÁVEIS, O
  QUE, ALIÁS, NÃO JUSTIFICARIA A SUA
   PUBLICAÇÃO. TRATA-SE, MUITO AO
 CONTRÁRIO, DE LIÇÕES PERMANENTES,
     DE VALIDADE DURADOURA E –
     AFIRMAMO-LO SEM QUALQUER
     HESITAÇÃO – OPORTUNÍSSIMAS
MESMO NO PRESENTE MOMENTO DO
   MOVIMENTO ESPÍRITA, QUANDO OS
   CRITÉRIOS SEGUROS QUE O FIZERAM
  FORTE E RESPEITADO NO PASSADO JÁ
VÃO SENDO ESQUECIDOS, SUBSTITUÍDOS
POR PRÁTICAS E CONCEITOS DUVIDOSOS,
 POR PRINCÍPIOS ESTRANHOS À PRÓPRIA
DOUTRINA E, O QUE É MAIS LAMENTÁVEL,
 POR ATITUDES DISTANTES DA ÉTICA QUE
  DEVE PRIMAR ENTRE OS ADEPTOS DO
  CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS.
AS PEÇAS CONCEBIDAS PELA ABENÇOADA
E INSPIRADA PENA DE YVONNE A. PEREIRA
 RESGATAM ESSES CRITÉRIOS, APONTAM-
   NOS COMO O NORTE IDEAL PARA OS
  TRABALHOS DOS ESPÍRITAS, PORQUE A
 FIDELIDADE A ELES FOI O SUSTENTÁCULO
  DA MÉDIUM EM SUA LONGA CARREIRA
DA MAGNA CAUSA DA RESTAURAÇÃO DO
            CRISTIANISMO.
AO LEITOR TAMBÉM CONVÉM SABER QUE
    A MATÉRIA AQUI REPRESENTADA
 APARECEU NO “REFORMADOR” SOB O
 PSEUDÔNIMO FREDERICO FRANCISCO,
   COMO SENTIDA HOMENAGEM DA
   MÉDIUM AO GENIAL COMPOSITOR
POLONÊS FREDERICO FRANCISCO CHOPIN,
  A QUEM ELA SENTIU ESTREITAMENTE
    UNIDA POR LAÇOS AFETIVOS DO
             PASSADO.
A QUEM QUISER SE INTEIRAR DO GRAU DE
    AFEIÇÃO QUE AMBOS – YVONNE E
  CHOPIN – NUTRIAM, UM PELO OUTRO,
   SUGERIMOS A LEITURA DO CAPÍTULO
FREDERICO CHOPIN NA ESPIRITUALIDADE,
 DO LIVRO “DEVASSANDO O INVISÍVEL”,
 ESCRITO POR ELA SOB A INSPIRAÇÃO DE
        SEUS GUIAS ESPIRITUAIS.
QUE O LEITOR BEM APROVEITE O
   PRECIOSO CONTEÚDO DA PRESENTE
OBRA, TRANSFERINDO SUAS LIÇÕES PARA
A CONDUTA DIÁRIA, PARA A PRÁTICA DA
   CELESTE DOUTRINA QUE YVONNE A.
  PEREIRA TANTO AMOU E RESPEITOU.
RIO DE JANEIRO, 14 DEJULHO DE 1997 – A
            EDITORA (FEB)
PSICOGRAFIA - ESCRITA DOS ESPÍRITOS
     PELA MÃO DE UM MÉDIUM.
  PSICÓGRAFO - (DO GREGO - PSIKÉ,
   BORBOLETA, ALMA, E - GRAPHÔ,
    ESCREVO.) – AQUELE QUE FAZ
PSICOGRAFIA; MÉDIUM ESCREVENTE.

       O LIVRO DOS MÉDIUNS
COMENTÁRIOS
Colaborou no resgate dos
critérios que nortearam o
   movimento espírita.
Fiel serva na restauração
     do Cristianismo.
Médium de posturas éticas e
     respeito integral aos
    postulados da Doutrina
            Espírita.
Enfatizou com lógica absoluta a
    necessidade do espírita
  dedicar-se com vontade e
esforço ao estudo da Doutrina
         dos Espíritos.
COMENTÁRIOS
   MODIFICAÇÕES NO
ESPIRITISMO-PERDA DOS
CRITÉRIOS POR PRÁTICAS
      E CONCEITOS
      DUVIDOSOS.
TRANSCREVEMOS ABAIXO UM
      TRECHO DO LIVRO
“ENTREVISTANDO KARDEC” DE
  SUELY CALDAS SCHUBERT,
 QUE TRATA DA ATUALIZAÇÃO
  DO ESPIRITISMO. (PG. 53,
     SEGUNDA PARTE A
        ENTREVISTA )
“MESMO ENTRE OS ESPÍRITAS, ALGUNS
 EXISTEM QUE DEFENDEM O PONTO DE
VISTA QUE A CODIFICAÇÃO DEVERIA SER
  ATUALIZADA, O QUE IMPLICARIA EM
  ALTERAR VÁRIOS DE SEUS TEXTOS. A
NOSSO VER ISSO É MUITO GRAVE, ABRE
 UM PRECEDENTE PERIGOSO, POIS EM
 POUCO TEMPO, DE ATUALIZAÇÃO EM
      ATUALIZAÇÃO, ELA ESTARIA
        DESCARACTERIZADA.
TAL OPINIÃO, A NOSSO VER; REFLETE O
 DESCONHECIMENTO DA PRÓPRIA OBRA,
POIS O QUE SE OBSERVA É QUE ELA ESTÁ
 ADIANTE DO TEMPO. POR OUTRO LADO,
  COMPREENDEMOS QUE AQUELE QUE
 AMA A DOUTRINA PROCURA PRESERVÁ-
  LA, COMO UM VERDADEIRO TESOURO
   QUE NECESSITAMOS RESGUARDAR A
QUALQUER CUSTO. O QUE O SENHOR TEM
    A DIZER A RESPEITO DESSA IDÉIA?”
“HOJE, ESTÃO LANÇADAS DE FORMA
 INABALÁVEL AS BASES DO ESPIRITISMO;
  OS LIVROS ESCRITOS SEM EQUÍVOCO E
     POSTOS AO ALCANCE DE TODAS AS
      INTELIGÊNCIAS SERÃO SEMPRE A
  EXPRESSÃO CLARA E EXATA DO ENSINO
     DOS ESPÍRITOS E O TRANSMITIRÃO
   INTACTO AOS QUE NOS SUCEDEREM.”
(OBRAS PÓSTUMAS, 27 EDIÇÃO, FEB 1995,
                PAG. 253, )
FIDELIDADE DOUTRINÁRIA
          Por

     JOSÉ PASSINI
EM RELAÇÃO À FIDELIDADE
DOUTRINÁRIA, HÁ POSIÇÕES AS MAIS
      VARIADAS ASSUMIDAS
 PELAS PESSOAS. HÁ AQUELAS QUE
 DESEJARIAM HOUVESSE UMA LISTA
    DE OBRAS “CONDENADAS”,
O QUE LHES FACILITARIA A ESCOLHA
 PARA A LEITURA DE INFORMAÇÕES
    SEGURAS, SEM TEREM QUE
     “ESQUENTAR A CABEÇA”.
NO OUTRO EXTREMO, OUTRAS HÁ
QUE REAGEM NEGATIVAMENTE A
          QUALQUER
TIPO DE AVALIAÇÃO OU DE JUÍZO
   FORMULADO SOBRE UMA
PUBLICAÇÃO, TACHANDO TAL ATO
COMO ESTABELECIMENTO DE UM
            INDEX.
DENTRO DESSA PERSPECTIVA, COMO
 ENCONTRAR O PONTO DE EQUILÍBRIO
            ENTRE OS QUE
 QUEREM UM INDEX E UM MANUAL DE
   PROCEDIMENTOS, E AQUELES QUE
ADVOGAM LIBERDADE AMPLA, TOTAL E
IRRESTRITA? AVALIAR SE UMA OBRA OU
 UMA PRÁTICA ESTÁ EM CONSONÂNCIA
 COM OS PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS É
    TAREFA PARA QUEM CONHECE
      REALMENTE A DOUTRINA.
DAÍ,A NECESSIDADE DO ESTUDO, DA
   REFLEXÃO, DA ANÁLISE SERENA E
     DESAPAIXONADA, A FIM DE
QUE SE CHEGUE À CONCLUSÃO DO QUE
 ESTÁ DE ACORDO E DO QUE ESTÁ EM
        CONFRONTO COM AS
VERDADES QUE O ESPIRITISMO ESPOSA.
OS
    MENSAGEIROS
XVIII - INFORMAÇÕES E
 ESCLARECIMENTOS
ANICETO VOLTOU A CONSIDERAR, APÓS
          SILÊNCIO MAIS LONGO:
   — ESTIVE PESSOALMENTE, A SEMANA
  PASSADA, EM “ALVORADA NOVA”, QUE
FICA EM ZONAS MAIS ALTAS, E VIM A SABER
       QUE AVANÇADOS NÚCLEOS DE
ESPIRITUALIDADE SUPERIOR, DOS PLANETAS
      VIZINHOS, DESDE AS PRIMEIRAS
       DECLARAÇÕES DESTA GUERRA,
DETERMINARAM PROVIDÊNCIAS DE MÁXIMA
       VIGILÂNCIA, NAS FRONTEIRAS
    VIBRATÓRIAS MANTIDAS CONOSCO.
ENSINAM-NOS OS VIZINHOS
        BENEMÉRITOS QUE
DEVEMOS SUPORTAR, NOS PRÓPRIOS
  OMBROS, TODA A PRODUÇÃO DE
       MAL QUE LEVARMOS
 A EFEITO. SOMOS, FINALMENTE, A
CASA GRANDE, OBRIGADA A LAVAR A
         ROUPA SUJA NAS
    PRÓPRIAS DEPENDÊNCIAS.
DESOBSESSÃO
Cap. 17 - Iluminação
A ILUMINAÇÃO NO RECINTO SERÁ, SEM
  DÚVIDA, AQUELA DE POTENCIALIDADE
 NORMAL, NA FASE PREPARATÓRIA DAS
  TAREFAS, FAVORECENDO VISTORIAS E
              LEITURAS.
  CONTUDO, ANTES DA PRECE INICIAL, O
DIRIGENTE DA REUNIÃO GRADUARÁ A LUZ
  NO RECINTO, FIXANDO-A EM UMA OU
   DUAS LÂMPADAS, PREFERIVELMENTE
 VERMELHAS, DE CAPACIDADE FRACA, 15
         WATTS, POR EXEMPLO
DE VEZ QUE A PROJEÇÃO DE
RAIOS DEMASIADO INTENSOS
    SOBRE O CONJUNTO
PREJUDICA A FORMAÇÃO DE
  MEDIDAS SOCORRISTAS,
 MENTALIZADAS E DIRIGIDAS
    PELOS INSTRUTORES
       ESPIRITUAIS...
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COMENTÁRIOS:
COMENTÁRIOS:
         LIVRO LIBERTAÇÃO cap. 9
     “AS INTELIGÊNCIAS PERVERTIDAS,
 INCAPAZES DE RECEBER AS VANTAGENS
     CELESTES, TRANSFORMAM-SE EM
      INSTRUMENTOS PASSIVOS DAS
    INTELIGÊNCIAS REBELADAS, QUE SE
   INTERESSAM PELA IGNORÂNCIA DAS
MASSAS, COM LASTIMÁVEL MENOSPREZO
  PELA ESPIRITUALIDADE SUPERIOR QUE
       NOS GOVERNA OS DESTINOS.”
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LIVRO “TESTEMUNHOS DE CHICO XAVIER”,



  EMANNUEL DA UM CONSELHO PARA O
  CHICO, QUE ELE ESTUDE AS CARTAS DE
 PAULO, POIS ELAS VEM DAS ESFERAS DO
   MESTRE, E A ESSENCIA ESPIRITUAL É
    IMORTAL E É DIRETA DO CRISTO.
Comentários:



    EMMANUEL
    PÃO NOSSO
NO SERVIÇO CRISTÃO
“PORQUE TODOS DEVEMOS
 COMPARECER ANTE O TRIBUNAL
   DO CRISTO, PARA QUE CADA
   UM RECEBA SEGUNDO O QUE
TIVER FEITO, ESTANDO NO CORPO,
 O BEM OU O MAL.” —PAULO. (2ª
     EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS,
   CAPÍTULO 5, VERSÍCULO 10.)
NÃO FALTA QUEM VEJA NO ESPIRITISMO
  MERO CAMPO DE EXPERIMENTAÇÃO
         FENOMÊNICA, SEM
  QUALQUER SIGNIFICAÇÃO DE ORDEM
      MORAL PARA AS CRIATURAS.
MUITOS APRENDIZES DA CONSOLADORA
DOUTRINA, DESSE MODO, LIMITAM-SE ÀS
INVESTIGAÇÕES DE LABORATÓRIO OU SE
  LIMITAM A DISCUSSÕES FILOSÓFICAS.
É IMPERIOSO RECONHECER, TODAVIA, QUE
   HÁ TANTAS CATEGORIAS DE HOMENS
            DESENCARNADOS,
   QUANTAS SÃO AS DOS ENCARNADOS.
   ENTIDADES DISCUTIDORAS, LEVIANAS,
REBELDES E INCONSTANTES TRANSITAM EM
             TODA PARTE...
...ACREDITAMOS QUE NÃO SE DEVE ATACAR
  OUTRO CÍRCULO DE VIDA, QUANDO NÃO
                 NOS
     ENCONTRAMOS INTERESSADOS EM
  MELHORAR A PERSONALIDADE NAQUELE
          EM QUE RESPIRAMOS.
PASSE
                   )
(À Luz do Consolador
CURAVA
  OBSESSÕES,
PORÉM, SE DEUS
O PERMITIA, NÃO
SÓ NO RECINTO
DOS CENTROS...
ESPÍRITAS, EM
    SESSÕES
 ORGANIZADAS,
MAS TAMBÉM EM
  SERVIÇOS DE
    PASSES,
EM GABINETES
  APROPRIADOS,
 SERVINDO-ME DE
     MÉDIUNS
AUXILIARES, E ATÉ
NA RESIDÊNCIA DOS
    PRÓPRIOS
    DOENTES.
Diariamente
   mantinha um
   significativo
trabalho de passes
   e irradiações
beneficentes onde
quer que residisse.
O
MELHOR
REMÉDIO
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COMENTÁRIOS
         Passe e cura
      Passe e medicina
Esquecimento do passado não é
          completo
 Estudo da Doutrina para auto-
       esclarecimento
      O centro espírita
O LIVRO DOS MÉDIUNS
        CAPÍTULO XIV
        DOS MÉDIUNS
   7. MÉDIUNS CURADORES
176. EIS AQUI AS RESPOSTAS QUE NOS
DERAM OS ESPÍRITOS ÀS PERGUNTAS QUE
 LHES DIRIGIMOS SOBRE ESTE ASSUNTO:
 1ª PODEM CONSIDERAR-SE AS PESSOAS
 DOTADAS DE FORÇA MAGNÉTICA COMO
    FORMANDO UMA VARIEDADE DE
               MÉDIUNS?
         "NÃO HÁ QUE DUVIDAR.”
2ª ENTRETANTO, O MÉDIUM É UM INTERMEDIÁRIO
       ENTRE OS ESPÍRITOS E O HOMEM; ORA, O
 MAGNETIZADOR, HAURINDO EM SI MESMO A FORÇA
      DE QUE SE UTILIZA, NÃO PARECE QUE SEJA
INTERMEDIÁRIO DE NENHUMA POTÊNCIA ESTRANHA.
   "É UM ERRO; A FORÇA MAGNÉTICA RESIDE, SEM
DÚVIDA, NO HOMEM, MAS É AUMENTADA PELA AÇÃO
 DOS ESPÍRITOS QUE ELE CHAMA EM SEU AUXILIO. SE
   MAGNETIZAS COM O PROPÓSITO DE CURAR, POR
   EXEMPLO, E INVOCAS UM BOM ESPÍRITO QUE SE
INTERESSA POR TI E PELO TEU DOENTE, ELE AUMENTA
A TUA FORÇA E A TUA VONTADE, DIRIGE O TEU FLUIDO
       E LHE DÁ AS QUALIDADES NECESSÁRIAS."
“HAVENDO DEUS ENTENDIDO DE
        LANÇAR UM VÉU
SOBRE O PASSADO, É QUE NISSO HÁ
          VANTAGEM.”
    O E.S.E., CAP. V, ITEM 11
O CENTRO
 ESPÍRITA
( DRAMAS DA
 OBSESSÃO)
Um Centro Espírita onde as vibrações dos
   seus frequentadores, encarnados ou
   desencarnados, irradiem de mentes
 respeitosas, de corações fervorosos, de
   aspirações elevadas; onde a palavra
     emitida jamais se desloque para
futilidades e depreciações; onde, em vez
   do gargalhar divertido, se pratique a
prece; em vez do estrépito de aclamações
  e louvores indébitos se emitam forças
   telepáticas à procura de inspirações
                  felizes;
e ainda onde, em vez de cerimônias ou
 passatempos mundanos, cogite o adepto da
    comunhão mental com os seus mortos
   amados ou os seus guias espirituais, um
       Centro assim, fiel observador dos
  dispositivos recomendados de início pelos
    organizadores da filosofia espírita, será
   detentor da confiança da Espiritualidade
 esclarecida, a qual o elevará à dependência
    de organizações modelares do Espaço,
    realizando-se então, em seus recintos,
sublimes empreendimentos, que honrarão os
   seus dirigentes dos dois planos da Vida.
Somente esses, portanto, serão
registrados no Além-Túmulo como casas
 beneficentes, ou templos do Amor e da
    Fraternidade, abalizados para as
   melindrosas experiências espíritas,
 porque os demais, ou seja, aqueles que
  se desviam para normas ou práticas
 extravagantes ou inapropriadas, serão,
 no Espaço, considerados meros clubes
   onde se aglomeram aprendizes do
      Espiritismo em horas de lazer.
PALESTRAS

(À Luz do Consolador)
Falei na tribuna
espírita assistida
 pelos mentores
espirituais do ano
 de 1927 ao ano
     de 1971
só abandonando
 esse setor por
   ordem dos
 mesmos Guias
   Espirituais
Nunca viajei
    para esse
 serviço. Falava
   apenas nas
localidades onde
     residia.
Sólidas amizades
criei e mantive, a
    distância,
  escrevendo e
recebendo cartas.
Estas eram,
  geralmente,
doutrinárias, mas
   fraternas e
     amigas.
orientações
  doutrinárias,
conselhos para a
   solução de
   problemas
    pessoais,
esclarecimentos para
     o bom uso da
     mediunidade.
        Mantive
   correspondência
doutrinária mesmo com
 sacerdotes católicos.
Esse trabalho foi dos
    mais gratos que
desempenhei, dilatou o
círculo de amizades , o
que muito confortou o
 meu coração sempre
  sedento de afeto e
      expansões.
ASSISTÊNCIA
  SOCIAL
 (À Luz do Consolador)
Na localidade de
    Coronel Pacheco
       trabalhei
principalmente no setor
 de assistência social.
No Grêmio
  Espírita de
 Beneficência,
ensinei também
moral cristã as
   crianças.
no rio de Janeiro,
morei em um pequeno
apartamento no bairro
Lins de Vasconcelos.
Havia oferecido minha
colaboração a alguns
  centros espíritas.
Não fui aceita por
nenhum. Organizei um
 Posto Mediuníco em
  minha residência.
 Tirava receitas pela
  manhã e fornecia
       remédios
    gratuitamente.
aplicava injeçõs
  em doentes
    pobres,
costurava para
  eles e nada
    cobrava.
Durante oito anos
 realizei esse trabalho,
atendi a favelados, pois
residia próximo a uma.
  Estabeleci aulas de
 costuras e bordados a
   moças e meninas.
Foram oito anos
de provações e
 testemunhos
   terríveis.
A
 GRANDE
DOUTRINA
  DOS
 FORTES
De quando em vez chegam aos nossos
 ouvidos queixas de irmãos em crença, cuja
 sensibilidade não se conforma com certos
    deslizes praticados por espíritas, que
 parecem não estar à altura da importante
 tarefa confiada pelo Invisível aos adeptos
  da Terceira Revelação. Temos procurado
reconfortar quanto possível esses delicados
   irmãos, chamando-lhes a atenção para
determinados pontos de Doutrina, capazes
  de explicar também essa particularidade
      em torno dos mesmos adeptos.
E isso para que os queixosos não se
     dobrem ao desânimo, fazendo
periclitar a própria fé, o que é sempre
possível aos adeptos que se atenham a
uma fé sorvida no que ouviram outros
     adeptos dizerem, em fez de se
    dedicarem aos livros da legitima
Doutrina Espírita e às observações daí
 conseqüentes, indispensáveis sempre
      à boa instrução de cada um.
O estudo eficiente do Espiritismo
  esclarece de tal forma os aspectos
  gerais da vida, como a situação dos
  espíritas, que, a ele nos dedicando
devidamente, não mais surpresas nem
 vacilações nos chocarão em qualquer
    setor. Seremos então espíritas
preparados para os entrechoques das
   múltiplas facetas da existência...
e saberemos que o Espiritismo e o
próprio Evangelho exigem que, para
servi-los, sejamos realmente fortes,
   capazes de enfrentar quaisquer
 situações difíceis, seja no ardor das
   próprias provações, nas lutas do
   trabalho em geral ou diante das
fraquezas e imperfeições dos irmãos
              em crença.
Meditando sobre o Evangelho, vamos
  observar que, para podermos praticá-lo,
deveremos, acima de tudo, ser vigorosos de
ânimo, corajosos a toda prova. Os primeiros
    discípulos do Nazareno e os primeiros
      cristãos foram espíritos fortes por
  excelência, idealistas audazes, práticos e
 não místicos, caracteres de ação, porque a
   tarefa a realizar seria volumosa demais
   para os ombros de um contemplativo.
Um caráter tíbio, por exemplo, como
  romperia ele com as tradições milenárias
     do Judaísmo ou do Paganismo, para
renovar totalmente as próprias convicções?
 Como enfrentaria, o tímido, a necessidade
   de se curvar à palavra revolucionária de
    Jesus, palavra que arrojaria por terra
    antigos preceitos de domínio e até de
     crueldade, para aceitar a união das
 criaturas através do Amor, quando a força
             era que ditava leis?
E como suportaria o indeciso a
  ordem Divina de compreender
num mendigo, num leproso, numa
pecadora, num publicano ou num
   samaritano o irmão a quem
deveria amar e proteger, quando o
    ódio de casa ou de raça e o
 desprezo pelos pequeninos eram
   recomendações seculares?
Como se haveria o impressionável, sob o
imperativo de morrer pelo amor do Cristo à
  frente da espada dos herodianos ou nas
 arenas do Circos de Roma, dando-se como
repasto às feras? E, sem coragem da própria
    fé – porque a fé é uma expressão de
  coragem -, como poderiam apor as mãos
sobre um endemoninhado, um paralitico ou
um leproso e curá-los em nome do Senhor?
E ainda sem a fortaleza do ânimo,
como acreditariam eles na vitoria
daquela estranha Doutrina saída
    de uma obscura província
  dominada pela águia romana,
    Doutrina que eles próprios
 deveriam espalhar pelo mundo,
  onde só a força, o egoísmo e o
     orgulho lavraram leis? ...
O próprio Jesus, expondo a sua
Grande Doutrina, lanças sentenças
impressionantes, que seriam como
ordenações irretorquíveis, próprias
   para espíritos fortes, que os
    pusilânimes demorariam a
     compreender e aceitar:
- “Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não.
 -“ Aquele que ama a seu pai ou a sua mãe
 mais do que a mim, não e digno de mim. E
aquele que não renunciar a tudo o que tem,
        não pode ser meu discípulo.”
 - “ Em verdade te digo que ninguém pode
    ver o reino de Deus, se não nascer de
                    novo.”
- “ Eu não vim trazer a paz à Terra, mas a
 espada; vim separar de seu pai o homem,
de sua mãe a filha, de sua sogra a nora; e o
homem terá por inimigos os de sua própria
 casa. Vim lançar fogo à Terra e desejo que
               ele se acenda.”
 -“Se o teu olho ou a tua mão te servem de
  escândalo, corta-os e lança-os fora de ti;
porque melhor te é que se perca um ou dois
dos teus membros do que todo o teu corpo
             vá para o inferno.”
-“Se alguém te ferir na face
  direita, oferece também a
  outra; e áquele que tirar a
sua túnica, larga-lhe também
            a capa.”
-“Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos
    têm ódio, e orai pelos que vos perseguem e
                     caluniam.”
   -“ Porque, se vós não amais senão os que vos
        amam, que méritos haveis de ter.”
- “Se a vossa justiça não for maior e mais perfeita
do que a dos escribas e fariseus, não entrareis no
                  reino dos Céus.”
- “Assim, luza a vossa luz diante dos homens, que
 eles vejam as vossas boas obras, e glorifiquem o
           vosso Pai que está nos Céus.”
- “Sede, pois, perfeitos, como vosso Pai
            Celestial é perfeito.”
    São, como vemos, ordens de comando
revolucionário, impelindo paladinos para a
grandiosa batalha de encontrar Deus em si
  próprio! E, se mais não citaremos, será
 porque iríamos longe com a observação.
O Evangelho, pois, se é uma escola
onde aprendemos as doçuras do Amor,
   é onde também encontraremos as
  atitudes corajosas do herói do ideal
     divino. Nas mesmas condições
      encararemos os espíritas. Os
 caracteres fracos, tímidos, indecisos,
    demorarão a se integrarem nos
 embates fornecidos pelo Espiritismo.
Também este é Doutrina para os
fortes, ou seja, para aqueles que,
    em migrações terrenas do
  pretérito, tanto erraram, e no
Além-Túmulo tanto sofreram por
 isso, que agora se dispuseram a
  uma reforma geral do próprio
 caráter através do Espiritismo.
E, com efeito! Combater as próprias
imperfeições diariamente, não ignorando
 que, se o não fizer, desonrará a própria
 Doutrina a que se julgou filiar; socorrer
    necessitados sem possuir recursos
suficientes para o mandato, confiante no
  auxílio do Mestre Nazareno; medicar
 enfermos sem haver cursado Medicina;
subir a uma tribuna diante de assembléia
                numerosa
que espreita pronta para a crítica, a
 fim de defender a Verdade, sabendo
que esse é um dever a que não poderá
     fugir, porque ainda ontem, em
   existências transatas, deprimiu a
mesma Verdade; enfrentar obsessores
 e fazê-los recuar dos abismos do Mal
  para as suaves trilhas do Amor e do
     Perdão, certo de que é apenas
      intérprete das forças do Céu,
, porque não possui virtudes para tão alto feito;
 investigar o Invisível com a própria fé e as forças
do coração, porque sabe não ser anjo nem sábio;
arvorar-se em secretário de entidades aladas para
a produção de compêndios de Moral, de Filosofia
ou de ciências transcendentes, e apresentá-los ao
   mundo impiedoso com suas críticas, não sendo
      escritor e tampouco possuindo diplomas
     universitários; submeter-se à vontade dos
         Mentores Espirituais e executá-los,
 sobrecarregando-se, dia a dia, das mais pesadas
     responsabilidades perante os homens e os
                       Espíritos
ser levado, por amor a Jesus, a perdoar e
  esquecer os ultrajes que se lhe ferem o
coração e conturbam o espírito; renunciar a
cada dia, às vezes até mesmo às mais doces
 aspirações do coração, morrendo para si
   mesmo a fim de ressurgir para Deus,e,
  acima de tudo, filiar-se às falanges dos
   discípulos de Jesus e dos baluartes da
  Terceira Revelação – não será dispor de
  forças supremas na Terra, não será ser
           corajoso por excelência
E convenhamos que é desses tais que Jesus
 precisa agora, como ontem precisou dos
  pecadores, dos mendigos,dos malvistos
 pela sociedade para a propaganda da Sua
Doutrina, únicos indivíduos que, apesar das
 imperfeições que portavam, estiveram à
   altura de compreender e executar os
sacrifícios necessários à difusão da Grande
              Nova que surgia.
Muitos de nós, realmente, ainda não somos
   verdadeiros espíritas nem verdadeiros
   cristãos. Mas também já não seremos
homicidas, nem roubadores, nem traidores,
nem devassos, nem ébrios, nem adúlteros,
  nem suicidas. Observaremos, então, que
 nosso progresso dentro do ensino espírita
 há sido fabuloso, pois ainda ontem fomos
tudo isso, não obstante alguns deslizes que
      mais ou menos ainda praticamos
Devemos, portanto, ver uns nos outros
espíritos valorosos que lutam contra as
próprias imperfeições, sob a redentora
 proteção do Consolador enviado pelo
   Cristo de Deus! Não vejamos em
    nossos irmãos de crença, ainda
  imperfeitos, espíritas indesejáveis,
 mas pupilos de uma Doutrina Celeste,
recém-libertados de terríveis correntes
               malignas.
E se, por nossa vez, nos julgamos
   harmonizados com os esplendores da
Verdade, estendamos até eles nosso afetos,
     auxiliando-os quanto possível a se
   integrarem na verdadeira essência da
Doutrina Espírita, que é poderosa bastante
  para reeducar os necessitados de forças
 renovadoras e de luzes espirituais. E todo
   esse trabalho, que somos chamados a
executar, será labor para espíritos fortes...
porquanto, tal como aconteceu aos
   primeiros discípulos do Nazareno,
também teremos de desenvolver lutas
  árduas para o estabelecimento das
   verdades celestes sobre a Terra –
    supremo ideal daqueles que já
  conseguiram predisposições para a
 comunhão com a Força Suprema do
             Eterno Bem.
DESOBSESSÃO
(Recordações da Mediunidade)
Um dos mais belos
     estudos que o
Espiritismo faculta aos
   seus adeptos é,
 certamente, aquele a
   que os casos de
obsessão nos arrastam.
Temos para nós que esse difícil
  aprendizado, essa importante
 ciência de averiguar obsessões,
obsessores e obsidiados deveria
constituir especialidade entre os
 praticantes do Espiritismo, isto
é, médiuns, presidentes de mesa,
médiuns denominados passistas,
              etc.
Assim como existem
 médicos pediatras,
      oculistas,
neurologistas, etc.,
  também deveriam
   existir espiritas
 especializados nos
casos de tratamento
    de obsessões,
visto que a estes será
    necessária uma
dedicação absoluta a
tal particularidade da
Doutrina, para levar a
bom termo o mandato.
ESPERANTO
( À Luz do Consolador)
meu trabalho de
  correspondência expandiu-se
    ainda através do idioma
   universal – o Esperanto. Fui
esperantista sincera e trabalhei
      por sua propaganda.
    Correspondi-me com um
 esperantista da Polônia – alma
   dedicada, a quem muito me
             afeiçoei.
CURA
      E
 RECEITUÁRIO
HOMEOPÁTICO
  ( À luz do Consolador)
durante 54 anos e meio
    pratiquei curas
  espíritas através do
      receituário
homeopático e passes e
até através de preces.
ATIVIDADES NO
 ESPIRITISMO

 ( À Luz do Consolador)
centro espírita
  de Lavras
 Secretária e
chefe do posto
  mediúnico
Em Juiz de Fora,
 fui secretária,
 bibliotecária e
vice-presidente
    da “Casa
    Espírita”
Colaboradora na
  Fundação João
de Freitas. Criei a
    biblioteca
 “James Jensen”
Colaborei em vários
 jornais do interior do
   país e também em
“Reformador”, órgão da
  Federação Espírita
    Brasileira, sob o
     pseudônimo de
“Frederico Francisco”,
em homenagem ao meu
 caro amigo espiritual
  Frederico Francisco
         Chopin.
ensinou
  trabalhos
 manuais no
   Instituto
 Profissional
Eugênia Braga
evangelizou
 crianças e fez
 palestras aos
  domingos na
Fundação João
    de Freitas
Em Barra do
Piraí, ensinando
 moral cristã e
participando da
  assistência
     social.
3
MEDIUNIDADE
(Recordações da Mediunidade
    À Luz do Consolador)
3 - MEDIUNIDADE
   A mediunidade
apresentou-se em
 minha vida ainda
    na infância,
  conforme relato
     em o livro
 “Recordações da
  Mediunidade”.
“creio que já
  nasci médium
  desenvolvido,
 pois jamais me
dei ao trabalho de
     procurar
   desenvolver
    faculdades
 medianímicas.”
Vidência
  Audiência
desdobramento
Algumas
  faculdades se
  apresentaram
 ainda em minha
primeira infância:
   a vidência, a
    audição e o
      próprio
 desdobramento
Aos 5 anos eu
já via espíritos
  e com eles
falava, e assim
 continuei até
    os dias
  presentes.
Catalepsia

(À Luz do Consolador)
Com um mês de
   idade, ia sendo
enterrada viva devido
 a um fenômeno de
 catalepsia, “morte
aparente”, que sofri,
  fenômeno que no
 decorrer de minha
existência repetiu-se
    muitas vezes.
PSICOGRAFIA
Como médium
 psicógrafo trabalhei a
   vida inteira, desde
  1926 até 1980, como
  receitista, assistida
    por entidades de
grande elevação, como
  Bezerra de Menezes,
 Bittencourt Sampaio,
Augusto Silva, Charles ,
Roberto de Canalejas e
   outros cujos nomes
      nunca soube .
Os autores
espirituais retiravam
   meu espírito do
   corpo material.
  Levavam-me com
eles para o Além ou
 para o país em que
  se desenrolaria a
        ação...
Conheci, assim,
    algumas
  paisagens do
Mundo Espiritual e
     países
  estrangeiros
   terrenos...
Sentia as
  emoções de
    todas as
 personagens,...
via-me em todas
   as cenas...
 (À Luz do Consolador)
PASSE
 PSICOFONIA
CONSELHEIRA
Fui e até hoje sou
médium conselheiro (ver
 “O Livro dos Médiuns”,
    classificação dos
médiuns), psicoanalista
  e passista, assistida
pelos mesmos Espíritos.
     Como médium de
incorporação não fui da
        classe dos
   sonambúlicos, mas
          falante
(ver “O Livro dos
Médiuns”) e tive
  especialidade
para os casos de
   obsessão e
 suicidas, e um
 longo trabalho
 tenho exercido
   nesse setor .
 (À Luz do consolador)
MATERIALIZAÇÃO
Fui igualmente médium de
       efeitos físicos
(materializações) e cheguei
     a realizar algumas
materializações à revelia de
       minha vontade,
    naturalmente, sem o
desejar, durante sessões do
 gênero a que eu assistia,
 em plena assistência, isto
  é, sem cabina ou outra
   qualquer formalidade.
     ( À Luz do Consolador)
RECEITUÁRIO
   PASSES
 PALESTRAS
A minha maior tarefa
no campo espírita foi
      através da
     mediunidade,
  principalmente no
setor de receituário e
 passes para curas,
  que pratico há 54
  anos. Fui também
   médium orador.
Falei na tribuna
  espírita assistida
   pelos mentores
espirituais do ano de
1927 ao ano de 1971,
44 anos, portanto, só
  abandonado esse
setor por ordem dos
    mesmos Guias
     Espirituais
PREMONIÇÃO

( Devassando o Invisível)
Qualquer
  acontecimento
   grave, feliz ou
  desditoso, é-me
descrito em sonhos
através de quadros
   encenados ou
     parábolas.
PSICOMETRIA


( Devassando o Invisível)
A psicometria é a
  faculdade que o
 médium possui, de
    descrever os
acontecimentos em
    torno de uma
      criatura,
 particularidades,
mesmo, de sua vida,
desde que em
 contato direto
 com um objeto
    ou coisa
 pertencente a
referida pessoa.
Durante o
desprendimento
  parcial fez
  “visitas” a
    animais
 domésticos e
em matadouros
    colheu as
   impressões
  dolorosas de
   surpresa, de
terror e angústia.
Hospedando-se em
   uma chácara
  antiga no rio de
    janeiro não
consegue conciliar
 o sono assistindo
 ali cenas típicas
  da escravatura.
Ainda no Rio de
Janeiro hospedou-
se por oito dias em
     uma casa
construída por um
  velho casal de
     operários
    espanhóis.
Não pode ali
   residir tal a
 intensidade das
 cenas de cenas
de lutas, duelos e
    assaltos .
Apresentada a um
jovem cego pode
ler em sua “aura”
  o seu terrível
    passado de
     inquisidor
     espanhol.
Na cidade de São
 João Del rei era
  frequente ver
  cenas antigas
    pelas ruas.
Na zona da mata
  de MG em uma
propriedade rural
  um minúsculo
ribeiro tornou-se
 repentinamente
   visível um rio
    caudaloso.
RECORDAÇÃO
 DE VIDAS
 PASSADAS
Até os 10 anos de
     idade vivi
  principalmente
 sob os cuidados
   de minha avó
      paterna
Devido as
   anormalidades
experimentadas em
 minha infância com
 as reminiscências
 de minha passada
existência ( À Luz do
    Consolador)
Desde os três anos
de idade, segundo
 informações de
 minha mãe e de
minha avó paterna,
pois com esta vivi
 grande parte da
     infância,
neguei-me a
  reconhecer em
 meus parentes, e
principalmente em
meu pai, aqueles a
 quem eu deveria
    amar com
desprendimento e
     ternura.
Detalhes singulares viviam
 em meus pensamentos por
essa época: Referindo-me à
   «casa de meu pai», eu
  descrevia um saguão que
  me era muito familiar, de
    tijolos de cerâmica,
  coloniais, onde a «minha
carruagem» entrava para eu
      subir ou descer.
      (Recordações da
        Mediunidade)
3.1
PSICOGRAFIA
LIVROS DE
YVONNE DO
   AMARAL
   PEREIRA
MEMÓRIAS DE UM
   SUICIDA

Obra ditada em 1926
 por Camilo Castelo
Branco e completada
por Leon Denis. Só foi
  publicada 30 anos
       depois.
É um libelo contra o
  suicídio; um dos mais
     profundos livros
 espíritas, que descreve
com minúcias o vale dos
   suicidas, no mundo
espiritual e a vida post-
 mortem de um suicida.
NAS TELAS DO
       INFINITO
 O livro apresenta uma
 história narrada pelo
  espírito Bezerra de
Menezes e uma novela
    transmitida pelo
espírito Camilo Castelo
         Branco.
AMOR E ÓDIO

  Romance em torno de um ex-
    discípulo de Kardec e que
 recebeu deste um exemplar de
“O Livro dos Espíritos” na época
  em que este foi lançado. É o
  relato da triste, comovente e
  altruística vida de Gaston de
     Saint-Pierre. Ditada pelo
         espírito Charles.
A TRAGÉDIA DE
   SANTA MARIA
      Romance
emocionante narrado
pelo espírito Bezerra
de Menezes, passado
 em uma fazenda de
   Vassouras, RJ.
DEVASSANDO O INVISÍVEL
 Em estilo atraente, a médium
  Ivone Pereira, narra, sob a
   supervisão de instrutores
espirituais, uma série de fatos
por ela observados e vividos no
    mundo espiritual, ora em
   regiões celestiais, ora em
verdadeiros abismos infernais,
 assim como o fizera Dante na
        Divina Comédia.
RESSURREIÇÃO E VIDA

 Leon Tolstoi nos oferece uma
     obra tocada do mesmo
   humanismo que o inspirara
  quando encarnado. A leitura
   agrada, sobretudo porque o
 autor imprime admirável lavor
literário às histórias que conta,
fazendo-nos voltar às paisagens
e costumes imperantes na velha
       Rússia dos czares.
Três histórias destacam-se: “O
  Sonho de Rafaela”, narra o
  sofrimento de uma mãe que
   perdeu a filha pequena e o
  ensinamento que um sonho
 pode trazer; “O Paralítico de
   Kiev”, mostra a luta de um
nobre para vencer o orgulho; “O
  Segredo da Felicidade”, um
homem nos exemplifica o amor
   incondicional, como único
  caminho para a realização.
NAS VORAGENS DO
      PECADO

 Magnífico romance que
  nos relata a trágica
história da matança dos
huguenotes na “Noite de
São Bartolomeu”, em 23
  de agosto de 1572.
Mostra uma vida passada
   de Ivone Pereira na
 personalidade de Ruth-
Carolina de La Chapelle.
 É o primeiro volume de
   uma trilogia que, de
preferência, deve ser lida
    seqüencialmente.
O CAVALEIRO DE
   NUMIERS

 Segundo volume da
trilogia que mostra a
  nossa médium na
  personalidade de
Berth de Sourmeville.
O DRAMA DA BRETANHA

   Terceiro volume da
 trilogia. Ivone Pereira,
 agora como Andrea de
Guzman, não suporta os
embates e se suicida por
       afogamento.
DRAMAS DA
       OBSESSÃO
  Esta obra mediúnica
  encerra duas novelas
      emocionantes,
educativas e edificantes,
 baseadas na vida real,
 assim como as outras.
   Ditada pelo espírito
  Bezerra de Menezes.
RECORDAÇÕES
DA MEDIUNIDADE
   Confidências e
 reminiscências da
       singular
mediunidade com a
qual trabalhou Ivone
       Pereira.
SUBLIMAÇÃO
Contos ditados pelo Espírito
Leon Tolstoi e pelo espírito
  Charles. Tolstoi explora
   como tema principal o
   suicídio, apontando o
    conceito moral e as
conseqüências de tal gesto
     na vida espiritual.
Diz que sua literatura ao
   tempo em que estava na
 Terra, induziu muitos a este
  ato impensado e agora, na
  vida espiritual, tem meios
para esclarecer os indivíduos
 sobre as conseqüências de
       tal procedimento.
a reencarnação, a lei de causa e
  efeito, o amor ao próximo e a
evolução. Os contos mostram a
   importância da mensagem
  espírita como orientadora da
   ação dos homens para sua
             evolução.
O conto NINA traz mais uma
  reencarnação de Yvonne
             Pereira.
Evangelho aos
   Simples
O Livro de
  Eneida
Contos Amigos
Cânticos do
   Coração
volumes I e II
Pontos
Doutrinários
A Família
 Espírita
À LUZ DO CONSOLADOR

  Em 1997 a FEB (Federação
Espírita Brasileira) lançou esta
 obra que é uma coletânea de
   artigos escritos por Ivone
     Pereira para a revista
“Reformador”, entre os anos 60
  e 80. Neste livro, a médium,
 mostra o vasto conhecimento
que possui sobre o Espiritismo.
3.2
O SOCORRO
   AOS
 SUICIDAS
“ Como suicida, que também
     foste, estarás ligada aos
imperativos das conseqüências
do ato praticado, e uma face de
       tais imperativos é a
   necessidade do socorro aos
 companheiros de infortúnio...”
              Charles
 (Recordações da Mediunidade)
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
4 - GUIAS
ESPIRITUAIS
4 - GUIAS ESPIRITUAIS

    MUITOS ESPÍRITOS, ALÉM DE
  BEZERRA, SECUNDARAM-LHE NA
    GRANDE TAREFA MEDIÚNICA
   REALIZADA, COMO: EURÍPEDES
     BARSANULFO, NA CURA DE
  PARALÍTICOS, DENTRE OUTROS;
    INÁCIO BITTENCOURT QUE,
   JUNTAMENTE COM BEZERRA E
OUTROS, ORIENTAVA O RECEITUÁRIO
          HOMEOPÁTICO
CAMILO CASTELO BRANCO E
    LEON TOLSTOI, AMBOS
    DITANDO-LHES OBRAS
PSICOGRÁFICAS; LÉON DENIS E
   CHOPIN, ORIENTADORES
 PRESTIMOSOS; ROBERTO DE
CANALEJAS, ANTIGO AFETO, E;
   CHARLES, GUIA E PAI DE
      OUTROS TEMPOS.
ESTE ÚLTIMO FOI O QUE MAIS A
 MARCOU, POIS NUTRIAM UMA
  AFEIÇÃO RECÍPROCA QUE
VARAVA A NOITE DOS SÉCULOS,
  UNIDOS POR PROFUNDOS
      LAÇOS DE AMOR.
5 - AMOR E
 DEDICAÇÃO A
DOUTRINA DOS
  ESPÍRITOS
Ao completar os 12 anos de
   idade, meu pai pôs em
 minhas mão “O Evangelho
segundo o Espiritismo” e “
  O Livro dos Espíritos, de
 Allan Kardec, os quais me
     acompanharam na
  travessia da vida e que
   estudo até agora, sem
 jamais me cansar da sua
           leitura.
São esses os meus livros
  preferidos de toda a
 bibliografia espírita, a
   par de “O Livro dos
   Médiuns”. Aliás, eu
sempre acatei e venerei,
 mesmo , toda a obra da
  Codificação Espírita.
 (À Luz do Consolador)
O CADERNO
    DE
  PRECES
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Grupo de estudos yvonne do amaral pereira.pptresumido
Prece de Yvonne Pereira

    OBRIGADA, MEU DEUS, PELA
BENÇÃO DA MEDIUNIDADE QUE ME
CONCEDESTE COMO ENSEJO PARA
A REABILITAÇÃO DO MEU ESPÍRITO
            CULPADO.
   A CHAMA IMACULADA QUE DO
       ALTO ME MANDASTE.
 COM A REVELAÇÃO DOS PONTOS
     DA TUA DOUTRINA, A MIM
CONFIADOS PARA DESENVOLVER E
APLICAR, EU TE DEVOLVO, NO FIM
  DA TAREFA CUMPRIDA, PURA E
     IMACULADA CONFORME A
   RECEBI:AMEI-A E RESPEITEI-A
  SEMPRE,NÃO A ADULTEREI COM
   IDÉIAS PESSOAIS PORQUE ME
RENOVEI COM ELA A FIM DE SERVI-
Prece de Yvonne Pereira


 NÃO A CONSPURQUEI, DELA ME
  SERVINDO PARA INCENTIVO ÀS
    PRÓPRIAS PAIXÕES, NEM
 NEGLIGENCIEI NO SEU CULTIVO
  PARA BENEFÍCIO DO PRÓXIMO,
    PORQUE TODOS OS MEUS
RECURSOS PESSOAIS UTILIZEI NA
        SUA APLICAÇÃO.
 PERDOA, NO ENTANTO, SENHOR,
SE MELHOR NÃO PUDE CUMPRIR O
  DEVER SAGRADO DE SERVI-LA,
  TRANSMITINDO AOS HOMENS E
     AOS ESPÍRITOS MENOS
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QUE ELA PRÓPRIA ME CONCEDEU.

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  • 1. GRUPO DE ESTUDOS YVONNE DO AMARAL PEREIRA
  • 6. Francisco Cândido Xavier e Yvonne do Amaral Pereira na inauguração de um centro espírita no Rio de Janeiro.
  • 10. LIVRO À LUZ DO CONSOLADOR Dados biográficos extraídos de “Reformador” de janeiro a fevereiro de 1982.
  • 11. FILIAÇÃO Nasci a 24 de dezembro de 1906, após um baile na residência de minha avó materna num sítio nos arredores da Vila de Santa Tereza, município de Valença, estado do rio de janeiro, hoje cidade de Rio das Flores.
  • 12. FILIAÇÃO Meus pais eram o então pequeno negociante Manoel José Pereira (filho) e sua esposa Elizabeth do Amaral Pereira.
  • 13. CRIAÇÃO Meu pai era generoso de coração, muito desinteressados dos bens de fortuna, e por essa razão não pode ser bom negociante. Por três vezes foi negociante e arruinou- se, visto que favorecia os fregueses em prejuízo próprio
  • 14. CRIAÇÃO De negociante, portanto, passou a funcionário público até a sua desencarnação, verificada em janeiro de 1935.
  • 15. Fui criada com muita modéstia, mesmo pobreza, conheci dificuldades de todo gênero, coisa que me beneficiou muito, pois bem cedo alheei-me das vaidades do mundo e
  • 16. aprendi a conformidade com a minha humilde condição social, compreendendo também as necessidades do próximo.
  • 17. Aprendi, assim, com meus pais, a servir o próximo mais necessitado do que nós, pois, em nossa casa, eram acolhidas com carinho e respeito,
  • 18. e até hospedadas, pobres criaturas destituídas de recursos e até mesmo mendigos, alguns dos quais foram por eles sustentados por algum tempo.
  • 19. Até os 10 anos de idade, porém, vivi, principalmente, sob os cuidados de minha avó paterna, em vista das anormalidades experimentadas em minha infância com as reminiscências de minha passada existência,
  • 20. anormalidades que não me permitiram viver na casa paterna devido ao fato de minha mãe, rodeada de outros filhos, não dispor de possibilidades para atender aos meus incomodativos complexos trazidos de outras vidas.
  • 21. A partir dos 10 anos habitei com meus pais e vivi em várias localidades do estado de Minas Gerais, onde acabei de me criar, até que com a desencarnação de meus pais, verificada já de volta ao Estado do Rio de Janeiro,
  • 22. nosso lar foi desfeito e passei a viver em companhia de minha irmã casada Amália Pereira Lourenço, com pequenos intervalos, onde, suponho, ficarei até a minha desencarnação.
  • 23. INSTRUÇÃO Ao contrário do que muitos amigos supuseram a meu respeito, não sou professora diplomada nem fiz outro qualquer curso escolar, a não ser o primário, fato que, para mim, constituiu grande provação.
  • 24. Durante minha juventude um funcionário público, como meu pai, não tinha condições financeiras para fornecer nem mesmo um curso normal a um filho, mesmo porque as escolas eram raras no interior do Brasil, e por isso não me foi possível aproveitar a vocação por mim trazida do berço para o magistério e a literatura.
  • 25. INSTRUÇÃO RELIGIOSA Nasci em ambiente espírita, por assim dizer, e por isso nunca tive outra crença senão a espírita. Meu pai tornou- se espírita, embora não militante, desde antes do meu nascimento,
  • 26. tanto assim que, logo nos primeiros dias de minha vida terrena, ele perguntou, irreverentemente, a um médium de seu conhecimento:
  • 27. “pergunta aos espíritos quem foi esta menina em outra existência...” - o que revela que, já naquele tempo, havia a curiosidade, ou a pretensão de sabermos o que fomos em outras épocas.
  • 28. O médium concentrou-se e respondeu, após alguns minutos: - ela teve uma existência em que foi camponesa na Bélgica...seu passado foi tumultuoso...” – o que mais tarde os acontecimentos confirmaram.
  • 29. Recebi, portanto, de meu próprio pai as primeiras lições de doutrina e prática de Espiritismo e Evangelho. Ele fazia, já naquele tempo, reuniões de estudos doutrinários com os filhos, semanalmente, o que a todos nós solidificou na Doutrina Espírita.
  • 30. Tive professoras católicas e até freqüentei o catecismo, mas não acatei o ensinamento católico, embora respeitasse a Igreja, como respeitei todas as religiões.
  • 31. Ao completar os 12 anos de idade, meu pai pôs em minhas mãos “O Evangelho segundo o Espiritismo” e “ O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, os quais me acompanharam na travessia da vida e que estudo até agora, sem jamais me cansar da sua leitura.
  • 32. São esses os meus livros preferidos de toda a bibliografia espírita, a par de “O Livro dos Médiuns”. Aliás, eu sempre acatei e venerei, mesmo, toda a obra da Codificação Espírita.
  • 33. Aos 13 anos comecei a assistir a sessões práticas de Espiritismo, as quais muito me encantavam, pois eu via os Espíritos se comunicarem, inclusive Bezerra de Menezes e demais assistentes espirituais.
  • 34. Fiz assim, um grande aprendizado de prática espírita desde a adolescência, o qual muito tem valido aos meus variados desempenhos na
  • 36. “fui muito habilitada em prendas domésticas, ...bordados, costuras, pintura, flores, crochês, rendas, etc.
  • 37. “ao perder meus pais, necessitei trabalhar para viver, ... Trabalhei numa casa de modas algum tempo...”
  • 38. “mas jamais me adaptei aos ambientes que tinha de suportar e preferi trabalhar em casa, por minha própria conta.”
  • 39. 2 – ATIVIDADES NO ESPIRITISMO
  • 41. CAP. 11 – FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA “ A PRIMEIRA VEZ QUE VISITEI A FEB, LEVANDO UMA OBRA MEDIÚNICA, ESTA NÃO FOI RECEBIDA, NEM MESMO LIDA. FOI PELO ANO DE 1944, E QUEM RECEBEU, NO TOPO DA ESCADARIA PRINCIPAL, FOI O SR. MANUEL QUINTÃO, NA ÉPOCA UM DOS SEUS DIRETORES E EXAMINADORES DAS OBRAS LITERÁRIAS A ELA CONFIADAS.
  • 42. QUANDO EXPLIQUEI QUE LEVAVA DOIS LIVROS AO EXAME DA FEDERAÇÃO ( ERAM ELES “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA” E “AMOR E ÓDIO”), AQUELE SENHOR CORTOU-ME A PALAVRA, DIZENDO: - NÃO, NÃO,NÃO, NÃO! AQUI SÓ ENTRAM LIVROS MEDIÚNICOS DE CHICO XAVIER. ESTOU MUITO OCUPADO, TENHO DUZENTOS LIVROS PARA EXAMINAR E TRADUZIR E NÃO DISPONHO DE TEMPO PARA MAIS...
  • 43. E VOLTOU A CONVERSAR COM O DR. CARLOS IMBASSAHY, COM QUEM FALAVA À MINHA CHEGADA. EU, BISONHA, PROVINCIANA, RECÉM- CHEGADA AO RIO DE JANEIRO, CHOQUEI-ME, ATEMORIZADA. DR. CARLOS IMBASSAHY, A QUEM EU JÁ CONHECIA E QUE LERA DUAS OBRAS MINHAS, INTERVEIO: - LI UMA DESSAS OBRAS, QUE A MOÇA CITOU (“AMOR E ÓDIO”). È OBRA BOA. ASSIM COMO OS LIVROS DE ZILDA GAMA SÃO BEM RECEBIDOS PELO PÚBLICO, OS DESTA MÉDIUM TAMBÉM DEVERÃO SER...
  • 44. MAS O SR. QUINTÃO NÃO RESPONDEU A ESSA INFORMAÇÃO CONCILIATÓRIA E CONTINUOU A CONVERSAR COM O SEU AMIGO. RETIREI-ME SEM ME AGASTAR. EU RECONHECIA A MINHA INCAPACIDADE E NÃO INSISTI. ALIÁS, EU MESMA NÃO SOUBERA COMPREENDER O ENREDO DE “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”, ACREDITAVA TRATAR-SE DE UMA GRANDE MISTIFICAÇÃO, E SILENCIEI. EM CHEGANDO À MINHA RESIDÊNCIA, TOMEI DE UMA CAIXA DE FÓSFOROS E DOS ORIGINAIS DOS DOIS LIVROS E DIRIGI-ME AO QUINTAL, A FIM DE QUEIMÁ-LOS, POIS NEM MESMO TINHA UM LOCAL CONVENIENTE PARA GUARDÁ-LOS.
  • 45. MAS, AO RISCAR O FÓSFORO E APROXIMAR DAS PÁGINAS DA CHAMA VI, DE SÚBITO, O BRAÇO E A MÃO DE UM HOMEM, TRANSPARENTES E LEVEMENTE AZULADOS, ESTENDIDOS COMO PROTEGENDO AS PÁGINAS, E UMA VOZ ASSUSTADA, DIZENDO-ME AO OUVIDO: - ESPERA! GUARDA-OS!
  • 46. DE QUE SERIA ESSA VOZ? MEU CORAÇÃO RECONHECEU-A COMO SENDO VIBRAÇÕES DE BEZERRA DE MENEZES. OBEDECI, TORNEI A GUARDAR OS ORIGINAIS, ESPEREI.
  • 47. ADVIERAM-ME, EM SEGUIDA, TERRÍVEIS PROVAÇÕES E TESTEMUNHOS PUNGENTES. SOFRI, LUTEI PENOSAMENTE, DEI TODOS OS TESTEMUNHOS QUE A LEI DE DEUS EXIGIU DE MINHAS FORÇAS.
  • 48. CERTA MANHÃ, PORÉM, APÓS AS PRECES E O RECEITUÁRIO PARA OS NECESSITADOS QUE ME PROCURAVAM, APRESENTOU-SE LÉON DENIS DIZENDO: - VAMOS REFAZER O LIVRO SOBRE O SUICÍDIO. ELE ESTÁ INCOMPLETO, NÃO PODERÁ SER PUBLICADO COMO ESTÁ.
  • 49. - ESTÁ BEM – RESPONDI – COMEÇÁ-LO-EI NA PRÓXIMA SEMANA, VOU-ME PREPARAR. - NÃO! VAMOS COMEÇÁ-LO HOJE, AGORA, NESTE MOMENTO! ENTÃO COMPREENDI QUE O SR. QUINTÃO FORA INSPIRADO PELOS AMIGOS ESPIRITUAIS PARA NÃO ME RECEBER QUANDO O PROCUREI NA FEDERAÇÃO, PORQUE, SE AQUELE LIVRO FOSSE LIDO POR AQUELA OCASIÃO, SERIA IRREMEDIAVELMENTE REJEITADO.
  • 50. CAMILO, SEU AUTOR ESPIRITUAL, NÃO O COMPLETARA DEVIDAMENTE, NÃO LHE DERA AQUELA FEIÇÃO DOUTRINARIA NECESSÁRIA, FEIÇÃO QUE, ENTÃO, LÉON DENIS LHE DEU.
  • 51. UMA VEZ TERMINADA A REVISÃO DA OBRA, VOLTEI A FEDERAÇÃO, A QUAL EU FREQÜENTAVA SEMANALMENTE E ME DEMORAVA EM PALESTRA DOUTRINÁRIA COM O CAPITÃO PAIVA, ENTÃO DIRETOR DA ASSISTÊNCIA AOS NECESSITADOS, SEM CONTUDO ME REFERIR AO CASO DOS LIVROS. FUI PATERNALMENTE RECEBIDA POR ELE, COMO SEMPRE
  • 52. EXPLIQUEI-LHE O QUE SE PASSAVA E PEDI- LHE CONSELHOS. ELE INTERESSOU-SE, RECOMENDOU-ME AO DR. WANTUIL DE FREITAS, QUE ERA O PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DA ÉPOCA. FUI RECEBIDA PELO DR. WANTUIL TAMBÉM PATERNALMENTE, COMO O FORA PELO CAPITÃO PAIVA. E DISSE-ME ELE:
  • 53. - DOU-LHE OS MEUS PARABÉNS PELO QUE ME ESTÁ RELATANDO. PODE TRAZER AS OBRAS. SERÃO EXAMINADAS COM ATENÇÃO E ESPÍRITO DE FRATERNIDADE. MAS, PRECISAVAM SER DATILOGRAFADAS COM DOIS ESPAÇOS, PARA MAIOR COMODIDADE DO EXAME. ORA, EU NÃO DISPUNHA DE UMA MÁQUINA DE ESCREVER E AINDA MENOS DE DINHEIRO PARA COMPRÁ-LA,
  • 54. E NEM ME PERMITI PEDI-LA EMPRESTADA A QUEM QUER QUE FOSSE. GUARDEI NOVAMENTE OS ORIGINAIS EM MANUSCRITO E NÃO TORNEI A VISITAR O DR. WANTUIL DE FREITAS, QUE FICARA AGUARDANDO A ENTREGA DAS OBRAS.
  • 55. PASSARAM-SE SETE ANOS ATÉ QUE EU OBTIVESSE UMA MÁQUINA DE ESCREVER. MEU SOBRINHO CÉSAR AUGUSTO FAVORECEU-MA. ENTÃO, A OBRA FOI DATILOGRAFADA E NO ANO DE 1955 VOLTEI NOVAMENTE A FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA.
  • 56. FUI RECEBIDA COM A MESMA FRATERNIDADE CRISTÃ E AS OBRAS ACEITAS PELOS EXAMINADORES. EU LEVARA TRÊS “NAS TELAS DO INFINITO”, A PRIMEIRA A SER PUBLICADA; “MEMÓRIAS DE UM SUICIDA” E “AMOR E ÓDIO”.
  • 57. DESEJO REGISTRAR AQUI A MINHA GRATIDÃO E O MEU AMOR PELA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA E SUA DIREÇÃO. FOI ELA A MINHA VERDADEIRA CASA PATERNA NESTE MUNDO. RECEBI DE TODOS OS SEUS DIRIGENTES, NOTADAMENTE DO DR. WANTUIL DE FREITAS,
  • 58. DO DR. ARMANDO DE OLIVEIRA ASSIS E DO SR. FRANCISCO THIESEN TODAS AS ATENÇÕES E CARINHO FRATERNO. RESPEITEI-A E AMEI-A SEMPRE E, PARA MIM, ELA É REALMENTE, A LEGÍTIMA REPRESENTANTE DA IGREJA DO ALTO NA TERRA.
  • 59. E AO NOBRE ESPÍRITO MANUEL QUINTÃO AGRADEÇO, AINDA NESTE MOMENTO, NÃO ME TER ATENDIDO NO ANO DE 1944, QUANDO PROCUREI A MESMA FEDERAÇÃO , LEVANDO OS MEUS TRABALHOS AINDA INCOMPLETOS.
  • 60. SUA RECUSA SALVOU NÃO SÓ “ MEMÓRIAS DE UM SUICIDA”, MAS TODA A MINHA POSTERIOR OBRA MEDIÚNICA, POIS, SE ESSE LIVRO FOSSE LIDO NAQUELA OCASIÃO, SERIA REJEITADO E EU NÃO MAIS CUIDARIA, CERTAMENTE, DE LITERATURA MEDIÚNICA.
  • 61. NO MOMENTO, AGOSTO DE 1973, TUDO INDICA QUE NÃO MAIS OBTEREI LITERATURA MEDIÚNICA. MEU COMPROMISSO COM A ESPIRITUALIDADE, NESSE SETOR, ESTÁ ENCERRADO. PRODUZI, TALVEZ, POUCO PARA A BIBLIOGRAFIA ESPÍRITA, MAS FI-LO COM O MÁXIMO RESPEITO E O MÁXIMO AMOR PELA DOUTRINA ESPÍRITA E A MINHA MEDIUNIDADE
  • 62. FOI O QUE PUDE FAZER. E SINTO A CONSCIÊNCIA TRANQÜILA E O CORAÇÃO CONFIANTE NA JUSTIÇA DE DEUS. ENTRETANTO, TRABALHEI EM RECEITUÁRIO E CONSELHOS ATÉ 1980. AOS AMADOS GUIAS ESPIRITUAIS QUE ME ASSISTIRAM NOS TRABALHOS QUE REALIZEI E ME AMPARARAM NA TRAVESSIA DA EXISTÊNCIA, O MEU CORAÇÃO AGRADECIDO E REVERENTE.
  • 63. RIO DE JANEIRO, 7 DE AGOSTO DE 1981 YVONNE A. PEREIRA
  • 64. A FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA FOI FUNDADA NO DIA 2 DE JANEIRO DE 1884, NO RIO DE JANEIRO, POR AUGUSTO ELIAS DA SILVA. SUA TRAJETÓRIA TEM SIDO DEDICADA A SERVIR E A DIFUNDIR A DOUTRINA CODIFICADA POR ALLAN KARDEC. DENTRE OS SEUS PRIMEIROS DIRIGENTES, DESTACA-SE A FIGURA DE ADOLFO BEZERRA DE MENEZES, QUE ASSUMIU A PRESIDÊNCIA EM 3 DE AGOSTO DE 1895 E MUITO COLABOROU NO ESTABELECIMENTO DE UMA DIRETRIZ EMINENTEMENTE ESPÍRITA-CRISTÃ AO MOVIMENTO ESPÍRITA BRASILEIRO
  • 65. ATUALMENTE A SEDE DA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA ESTÁ EM BRASÍLIA, INSTALADA EM UM CONJUNTO ARQUITETÔNICO DE TRÊS EDIFÍCIOS.
  • 66. COMENTÁRIOS O livro espírita tem sua origem no mundo espiritual. Os espíritos são extremamente cuidadosos na confecção do livro. A recepção mediúnica de um livro de moral elevada comporta renuncias e sacrifícios, paciência, persistência e obediência as entidades superiores que coordenam a produção literária. O médium vive mais a vida espiritual que a romagem carnal vulgar, sendo-lhe exigido renúncias constantes. A dedicação é total, não podendo o médium “servir a dois senhores”
  • 67. COMENTÁRIOS O NÃO NA VIDA DE YVONNE PEREIRA Não a infância normal ( com um mês de idade quase foi enterrada viva e apresentava constantes crises de choro) Não a adolescência usual Não ao casamento Não ao magistério, literatura e música (piano) Produziu livros, mas sobre influência espiritual, não eram portanto de sua autoria Não as posses materiais e facilidades financeiras Não a saúde e bem-estar físico Não ao reconhecimento de sua obra de acordo com a qualidade e importância da mesma foi recusado seu trabalho em alguns centros espíritas
  • 68. COMENTÁRIOS SIM Expiação do passado Testemunho de superação das tendências cultivadas em passadas reencarnações Elevação espiritual Convivência com a espiritualidade superior Produção de obra literária nos mais elevados padrões doutrinários
  • 69. Exemplificação da Doutrina dos Espíritos Conquista dos bens que não podem ser roubados ou corroídos pela ferrugem Reajustamento perante sua própria consciência Aproveitamento do tempo de encarnação em diversas atividades no espiritismo
  • 70. DE CERTA FEITA, CHARLES DECLAROU MESMO, VEEMENTE E AUTORITÁRIO QUAL ENÉRGICO PAI: — ”NÃO DEIXAREI QUE ESQUEÇAS CERTOS EPISÓDIOS POR TI VIVIDOS NA ANTERIOR EXISTÊNCIA, PORQUE SERÁ O ÚNICO MEIO DE TE FAZER REFLETIR PARA A EMENDA DEFINITIVA. NÃO TE POUPAREI OS SOFRIMENTOS DAÍ ADVINDOS. O QUE PODEREI FAZER É AJUDAR-TE A SUPORTÁ-LOS COM FIRMEZA DE ÂNIMO, E ISSO EU O FAREI.”
  • 71. À GUISA DE APRESENTAÇÃO O PRESENTE VOLUME ENFEIXA UM CONJUNTO DE ARTIGOS DA MÉDIUM YVONNE DO AMARAL PEREIRA, PUBLICADOS NO MENSÁRIO “REFORMADOR” ENTRE OS ANOS 60 E 80. SÃO SUBSTANCIOSAS PEÇAS, SOB MÚLTIPLOS ASPECTOS VALIOSAS, POIS SE ESTRUTURAM , EM SUA CONCEPÇÃO,
  • 72. NUM EXCELENTE E SEMPRE ATUAL CONTEÚDO DOUTRINÁRIO, NA INEQUÍVOCA INSPIRAÇÃO DOS ESPÍRITOS SUPERIORES E NA EXPERIÊNCIA DA PRÓPRIA MÉDIUM, SEJA DO PONTO DE VISTA DA PRÁTICA DO ESPIRITISMO, SEJA DO PONTO DE VISTA DO SEU CONHECIMENTO DA VIDA E DA ALMA HUMANA.
  • 73. NÃO TEMOS AQUI MEROS EXERCÍCIOS LÍTERO-DOUTRINÁRIOS, DE EFICÁCIA RESTRITA, LIMITADA NO TEMPO E NO ESPAÇO E, PORTANTO, DESCARTÁVEIS, O QUE, ALIÁS, NÃO JUSTIFICARIA A SUA PUBLICAÇÃO. TRATA-SE, MUITO AO CONTRÁRIO, DE LIÇÕES PERMANENTES, DE VALIDADE DURADOURA E – AFIRMAMO-LO SEM QUALQUER HESITAÇÃO – OPORTUNÍSSIMAS
  • 74. MESMO NO PRESENTE MOMENTO DO MOVIMENTO ESPÍRITA, QUANDO OS CRITÉRIOS SEGUROS QUE O FIZERAM FORTE E RESPEITADO NO PASSADO JÁ VÃO SENDO ESQUECIDOS, SUBSTITUÍDOS POR PRÁTICAS E CONCEITOS DUVIDOSOS, POR PRINCÍPIOS ESTRANHOS À PRÓPRIA DOUTRINA E, O QUE É MAIS LAMENTÁVEL, POR ATITUDES DISTANTES DA ÉTICA QUE DEVE PRIMAR ENTRE OS ADEPTOS DO CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS.
  • 75. AS PEÇAS CONCEBIDAS PELA ABENÇOADA E INSPIRADA PENA DE YVONNE A. PEREIRA RESGATAM ESSES CRITÉRIOS, APONTAM- NOS COMO O NORTE IDEAL PARA OS TRABALHOS DOS ESPÍRITAS, PORQUE A FIDELIDADE A ELES FOI O SUSTENTÁCULO DA MÉDIUM EM SUA LONGA CARREIRA DA MAGNA CAUSA DA RESTAURAÇÃO DO CRISTIANISMO.
  • 76. AO LEITOR TAMBÉM CONVÉM SABER QUE A MATÉRIA AQUI REPRESENTADA APARECEU NO “REFORMADOR” SOB O PSEUDÔNIMO FREDERICO FRANCISCO, COMO SENTIDA HOMENAGEM DA MÉDIUM AO GENIAL COMPOSITOR POLONÊS FREDERICO FRANCISCO CHOPIN, A QUEM ELA SENTIU ESTREITAMENTE UNIDA POR LAÇOS AFETIVOS DO PASSADO.
  • 77. A QUEM QUISER SE INTEIRAR DO GRAU DE AFEIÇÃO QUE AMBOS – YVONNE E CHOPIN – NUTRIAM, UM PELO OUTRO, SUGERIMOS A LEITURA DO CAPÍTULO FREDERICO CHOPIN NA ESPIRITUALIDADE, DO LIVRO “DEVASSANDO O INVISÍVEL”, ESCRITO POR ELA SOB A INSPIRAÇÃO DE SEUS GUIAS ESPIRITUAIS.
  • 78. QUE O LEITOR BEM APROVEITE O PRECIOSO CONTEÚDO DA PRESENTE OBRA, TRANSFERINDO SUAS LIÇÕES PARA A CONDUTA DIÁRIA, PARA A PRÁTICA DA CELESTE DOUTRINA QUE YVONNE A. PEREIRA TANTO AMOU E RESPEITOU. RIO DE JANEIRO, 14 DEJULHO DE 1997 – A EDITORA (FEB)
  • 79. PSICOGRAFIA - ESCRITA DOS ESPÍRITOS PELA MÃO DE UM MÉDIUM. PSICÓGRAFO - (DO GREGO - PSIKÉ, BORBOLETA, ALMA, E - GRAPHÔ, ESCREVO.) – AQUELE QUE FAZ PSICOGRAFIA; MÉDIUM ESCREVENTE. O LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 80. COMENTÁRIOS Colaborou no resgate dos critérios que nortearam o movimento espírita. Fiel serva na restauração do Cristianismo.
  • 81. Médium de posturas éticas e respeito integral aos postulados da Doutrina Espírita. Enfatizou com lógica absoluta a necessidade do espírita dedicar-se com vontade e esforço ao estudo da Doutrina dos Espíritos.
  • 82. COMENTÁRIOS MODIFICAÇÕES NO ESPIRITISMO-PERDA DOS CRITÉRIOS POR PRÁTICAS E CONCEITOS DUVIDOSOS.
  • 83. TRANSCREVEMOS ABAIXO UM TRECHO DO LIVRO “ENTREVISTANDO KARDEC” DE SUELY CALDAS SCHUBERT, QUE TRATA DA ATUALIZAÇÃO DO ESPIRITISMO. (PG. 53, SEGUNDA PARTE A ENTREVISTA )
  • 84. “MESMO ENTRE OS ESPÍRITAS, ALGUNS EXISTEM QUE DEFENDEM O PONTO DE VISTA QUE A CODIFICAÇÃO DEVERIA SER ATUALIZADA, O QUE IMPLICARIA EM ALTERAR VÁRIOS DE SEUS TEXTOS. A NOSSO VER ISSO É MUITO GRAVE, ABRE UM PRECEDENTE PERIGOSO, POIS EM POUCO TEMPO, DE ATUALIZAÇÃO EM ATUALIZAÇÃO, ELA ESTARIA DESCARACTERIZADA.
  • 85. TAL OPINIÃO, A NOSSO VER; REFLETE O DESCONHECIMENTO DA PRÓPRIA OBRA, POIS O QUE SE OBSERVA É QUE ELA ESTÁ ADIANTE DO TEMPO. POR OUTRO LADO, COMPREENDEMOS QUE AQUELE QUE AMA A DOUTRINA PROCURA PRESERVÁ- LA, COMO UM VERDADEIRO TESOURO QUE NECESSITAMOS RESGUARDAR A QUALQUER CUSTO. O QUE O SENHOR TEM A DIZER A RESPEITO DESSA IDÉIA?”
  • 86. “HOJE, ESTÃO LANÇADAS DE FORMA INABALÁVEL AS BASES DO ESPIRITISMO; OS LIVROS ESCRITOS SEM EQUÍVOCO E POSTOS AO ALCANCE DE TODAS AS INTELIGÊNCIAS SERÃO SEMPRE A EXPRESSÃO CLARA E EXATA DO ENSINO DOS ESPÍRITOS E O TRANSMITIRÃO INTACTO AOS QUE NOS SUCEDEREM.” (OBRAS PÓSTUMAS, 27 EDIÇÃO, FEB 1995, PAG. 253, )
  • 87. FIDELIDADE DOUTRINÁRIA Por JOSÉ PASSINI
  • 88. EM RELAÇÃO À FIDELIDADE DOUTRINÁRIA, HÁ POSIÇÕES AS MAIS VARIADAS ASSUMIDAS PELAS PESSOAS. HÁ AQUELAS QUE DESEJARIAM HOUVESSE UMA LISTA DE OBRAS “CONDENADAS”, O QUE LHES FACILITARIA A ESCOLHA PARA A LEITURA DE INFORMAÇÕES SEGURAS, SEM TEREM QUE “ESQUENTAR A CABEÇA”.
  • 89. NO OUTRO EXTREMO, OUTRAS HÁ QUE REAGEM NEGATIVAMENTE A QUALQUER TIPO DE AVALIAÇÃO OU DE JUÍZO FORMULADO SOBRE UMA PUBLICAÇÃO, TACHANDO TAL ATO COMO ESTABELECIMENTO DE UM INDEX.
  • 90. DENTRO DESSA PERSPECTIVA, COMO ENCONTRAR O PONTO DE EQUILÍBRIO ENTRE OS QUE QUEREM UM INDEX E UM MANUAL DE PROCEDIMENTOS, E AQUELES QUE ADVOGAM LIBERDADE AMPLA, TOTAL E IRRESTRITA? AVALIAR SE UMA OBRA OU UMA PRÁTICA ESTÁ EM CONSONÂNCIA COM OS PRINCÍPIOS DOUTRINÁRIOS É TAREFA PARA QUEM CONHECE REALMENTE A DOUTRINA.
  • 91. DAÍ,A NECESSIDADE DO ESTUDO, DA REFLEXÃO, DA ANÁLISE SERENA E DESAPAIXONADA, A FIM DE QUE SE CHEGUE À CONCLUSÃO DO QUE ESTÁ DE ACORDO E DO QUE ESTÁ EM CONFRONTO COM AS VERDADES QUE O ESPIRITISMO ESPOSA.
  • 92. OS MENSAGEIROS XVIII - INFORMAÇÕES E ESCLARECIMENTOS
  • 93. ANICETO VOLTOU A CONSIDERAR, APÓS SILÊNCIO MAIS LONGO: — ESTIVE PESSOALMENTE, A SEMANA PASSADA, EM “ALVORADA NOVA”, QUE FICA EM ZONAS MAIS ALTAS, E VIM A SABER QUE AVANÇADOS NÚCLEOS DE ESPIRITUALIDADE SUPERIOR, DOS PLANETAS VIZINHOS, DESDE AS PRIMEIRAS DECLARAÇÕES DESTA GUERRA, DETERMINARAM PROVIDÊNCIAS DE MÁXIMA VIGILÂNCIA, NAS FRONTEIRAS VIBRATÓRIAS MANTIDAS CONOSCO.
  • 94. ENSINAM-NOS OS VIZINHOS BENEMÉRITOS QUE DEVEMOS SUPORTAR, NOS PRÓPRIOS OMBROS, TODA A PRODUÇÃO DE MAL QUE LEVARMOS A EFEITO. SOMOS, FINALMENTE, A CASA GRANDE, OBRIGADA A LAVAR A ROUPA SUJA NAS PRÓPRIAS DEPENDÊNCIAS.
  • 95. DESOBSESSÃO Cap. 17 - Iluminação
  • 96. A ILUMINAÇÃO NO RECINTO SERÁ, SEM DÚVIDA, AQUELA DE POTENCIALIDADE NORMAL, NA FASE PREPARATÓRIA DAS TAREFAS, FAVORECENDO VISTORIAS E LEITURAS. CONTUDO, ANTES DA PRECE INICIAL, O DIRIGENTE DA REUNIÃO GRADUARÁ A LUZ NO RECINTO, FIXANDO-A EM UMA OU DUAS LÂMPADAS, PREFERIVELMENTE VERMELHAS, DE CAPACIDADE FRACA, 15 WATTS, POR EXEMPLO
  • 97. DE VEZ QUE A PROJEÇÃO DE RAIOS DEMASIADO INTENSOS SOBRE O CONJUNTO PREJUDICA A FORMAÇÃO DE MEDIDAS SOCORRISTAS, MENTALIZADAS E DIRIGIDAS PELOS INSTRUTORES ESPIRITUAIS...
  • 108. COMENTÁRIOS: LIVRO LIBERTAÇÃO cap. 9 “AS INTELIGÊNCIAS PERVERTIDAS, INCAPAZES DE RECEBER AS VANTAGENS CELESTES, TRANSFORMAM-SE EM INSTRUMENTOS PASSIVOS DAS INTELIGÊNCIAS REBELADAS, QUE SE INTERESSAM PELA IGNORÂNCIA DAS MASSAS, COM LASTIMÁVEL MENOSPREZO PELA ESPIRITUALIDADE SUPERIOR QUE NOS GOVERNA OS DESTINOS.”
  • 110. LIVRO “TESTEMUNHOS DE CHICO XAVIER”, EMANNUEL DA UM CONSELHO PARA O CHICO, QUE ELE ESTUDE AS CARTAS DE PAULO, POIS ELAS VEM DAS ESFERAS DO MESTRE, E A ESSENCIA ESPIRITUAL É IMORTAL E É DIRETA DO CRISTO.
  • 111. Comentários: EMMANUEL PÃO NOSSO NO SERVIÇO CRISTÃO
  • 112. “PORQUE TODOS DEVEMOS COMPARECER ANTE O TRIBUNAL DO CRISTO, PARA QUE CADA UM RECEBA SEGUNDO O QUE TIVER FEITO, ESTANDO NO CORPO, O BEM OU O MAL.” —PAULO. (2ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 5, VERSÍCULO 10.)
  • 113. NÃO FALTA QUEM VEJA NO ESPIRITISMO MERO CAMPO DE EXPERIMENTAÇÃO FENOMÊNICA, SEM QUALQUER SIGNIFICAÇÃO DE ORDEM MORAL PARA AS CRIATURAS. MUITOS APRENDIZES DA CONSOLADORA DOUTRINA, DESSE MODO, LIMITAM-SE ÀS INVESTIGAÇÕES DE LABORATÓRIO OU SE LIMITAM A DISCUSSÕES FILOSÓFICAS.
  • 114. É IMPERIOSO RECONHECER, TODAVIA, QUE HÁ TANTAS CATEGORIAS DE HOMENS DESENCARNADOS, QUANTAS SÃO AS DOS ENCARNADOS. ENTIDADES DISCUTIDORAS, LEVIANAS, REBELDES E INCONSTANTES TRANSITAM EM TODA PARTE...
  • 115. ...ACREDITAMOS QUE NÃO SE DEVE ATACAR OUTRO CÍRCULO DE VIDA, QUANDO NÃO NOS ENCONTRAMOS INTERESSADOS EM MELHORAR A PERSONALIDADE NAQUELE EM QUE RESPIRAMOS.
  • 116. PASSE ) (À Luz do Consolador
  • 117. CURAVA OBSESSÕES, PORÉM, SE DEUS O PERMITIA, NÃO SÓ NO RECINTO DOS CENTROS...
  • 118. ESPÍRITAS, EM SESSÕES ORGANIZADAS, MAS TAMBÉM EM SERVIÇOS DE PASSES,
  • 119. EM GABINETES APROPRIADOS, SERVINDO-ME DE MÉDIUNS AUXILIARES, E ATÉ NA RESIDÊNCIA DOS PRÓPRIOS DOENTES.
  • 120. Diariamente mantinha um significativo trabalho de passes e irradiações beneficentes onde quer que residisse.
  • 133. COMENTÁRIOS Passe e cura Passe e medicina Esquecimento do passado não é completo Estudo da Doutrina para auto- esclarecimento O centro espírita
  • 134. O LIVRO DOS MÉDIUNS CAPÍTULO XIV DOS MÉDIUNS 7. MÉDIUNS CURADORES
  • 135. 176. EIS AQUI AS RESPOSTAS QUE NOS DERAM OS ESPÍRITOS ÀS PERGUNTAS QUE LHES DIRIGIMOS SOBRE ESTE ASSUNTO: 1ª PODEM CONSIDERAR-SE AS PESSOAS DOTADAS DE FORÇA MAGNÉTICA COMO FORMANDO UMA VARIEDADE DE MÉDIUNS? "NÃO HÁ QUE DUVIDAR.”
  • 136. 2ª ENTRETANTO, O MÉDIUM É UM INTERMEDIÁRIO ENTRE OS ESPÍRITOS E O HOMEM; ORA, O MAGNETIZADOR, HAURINDO EM SI MESMO A FORÇA DE QUE SE UTILIZA, NÃO PARECE QUE SEJA INTERMEDIÁRIO DE NENHUMA POTÊNCIA ESTRANHA. "É UM ERRO; A FORÇA MAGNÉTICA RESIDE, SEM DÚVIDA, NO HOMEM, MAS É AUMENTADA PELA AÇÃO DOS ESPÍRITOS QUE ELE CHAMA EM SEU AUXILIO. SE MAGNETIZAS COM O PROPÓSITO DE CURAR, POR EXEMPLO, E INVOCAS UM BOM ESPÍRITO QUE SE INTERESSA POR TI E PELO TEU DOENTE, ELE AUMENTA A TUA FORÇA E A TUA VONTADE, DIRIGE O TEU FLUIDO E LHE DÁ AS QUALIDADES NECESSÁRIAS."
  • 137. “HAVENDO DEUS ENTENDIDO DE LANÇAR UM VÉU SOBRE O PASSADO, É QUE NISSO HÁ VANTAGEM.” O E.S.E., CAP. V, ITEM 11
  • 138. O CENTRO ESPÍRITA ( DRAMAS DA OBSESSÃO)
  • 139. Um Centro Espírita onde as vibrações dos seus frequentadores, encarnados ou desencarnados, irradiem de mentes respeitosas, de corações fervorosos, de aspirações elevadas; onde a palavra emitida jamais se desloque para futilidades e depreciações; onde, em vez do gargalhar divertido, se pratique a prece; em vez do estrépito de aclamações e louvores indébitos se emitam forças telepáticas à procura de inspirações felizes;
  • 140. e ainda onde, em vez de cerimônias ou passatempos mundanos, cogite o adepto da comunhão mental com os seus mortos amados ou os seus guias espirituais, um Centro assim, fiel observador dos dispositivos recomendados de início pelos organizadores da filosofia espírita, será detentor da confiança da Espiritualidade esclarecida, a qual o elevará à dependência de organizações modelares do Espaço, realizando-se então, em seus recintos, sublimes empreendimentos, que honrarão os seus dirigentes dos dois planos da Vida.
  • 141. Somente esses, portanto, serão registrados no Além-Túmulo como casas beneficentes, ou templos do Amor e da Fraternidade, abalizados para as melindrosas experiências espíritas, porque os demais, ou seja, aqueles que se desviam para normas ou práticas extravagantes ou inapropriadas, serão, no Espaço, considerados meros clubes onde se aglomeram aprendizes do Espiritismo em horas de lazer.
  • 142. PALESTRAS (À Luz do Consolador)
  • 143. Falei na tribuna espírita assistida pelos mentores espirituais do ano de 1927 ao ano de 1971
  • 144. só abandonando esse setor por ordem dos mesmos Guias Espirituais
  • 145. Nunca viajei para esse serviço. Falava apenas nas localidades onde residia.
  • 146. Sólidas amizades criei e mantive, a distância, escrevendo e recebendo cartas.
  • 147. Estas eram, geralmente, doutrinárias, mas fraternas e amigas.
  • 148. orientações doutrinárias, conselhos para a solução de problemas pessoais,
  • 149. esclarecimentos para o bom uso da mediunidade. Mantive correspondência doutrinária mesmo com sacerdotes católicos.
  • 150. Esse trabalho foi dos mais gratos que desempenhei, dilatou o círculo de amizades , o que muito confortou o meu coração sempre sedento de afeto e expansões.
  • 151. ASSISTÊNCIA SOCIAL (À Luz do Consolador)
  • 152. Na localidade de Coronel Pacheco trabalhei principalmente no setor de assistência social.
  • 153. No Grêmio Espírita de Beneficência, ensinei também moral cristã as crianças.
  • 154. no rio de Janeiro, morei em um pequeno apartamento no bairro Lins de Vasconcelos. Havia oferecido minha colaboração a alguns centros espíritas.
  • 155. Não fui aceita por nenhum. Organizei um Posto Mediuníco em minha residência. Tirava receitas pela manhã e fornecia remédios gratuitamente.
  • 156. aplicava injeçõs em doentes pobres, costurava para eles e nada cobrava.
  • 157. Durante oito anos realizei esse trabalho, atendi a favelados, pois residia próximo a uma. Estabeleci aulas de costuras e bordados a moças e meninas.
  • 158. Foram oito anos de provações e testemunhos terríveis.
  • 159. A GRANDE DOUTRINA DOS FORTES
  • 160. De quando em vez chegam aos nossos ouvidos queixas de irmãos em crença, cuja sensibilidade não se conforma com certos deslizes praticados por espíritas, que parecem não estar à altura da importante tarefa confiada pelo Invisível aos adeptos da Terceira Revelação. Temos procurado reconfortar quanto possível esses delicados irmãos, chamando-lhes a atenção para determinados pontos de Doutrina, capazes de explicar também essa particularidade em torno dos mesmos adeptos.
  • 161. E isso para que os queixosos não se dobrem ao desânimo, fazendo periclitar a própria fé, o que é sempre possível aos adeptos que se atenham a uma fé sorvida no que ouviram outros adeptos dizerem, em fez de se dedicarem aos livros da legitima Doutrina Espírita e às observações daí conseqüentes, indispensáveis sempre à boa instrução de cada um.
  • 162. O estudo eficiente do Espiritismo esclarece de tal forma os aspectos gerais da vida, como a situação dos espíritas, que, a ele nos dedicando devidamente, não mais surpresas nem vacilações nos chocarão em qualquer setor. Seremos então espíritas preparados para os entrechoques das múltiplas facetas da existência...
  • 163. e saberemos que o Espiritismo e o próprio Evangelho exigem que, para servi-los, sejamos realmente fortes, capazes de enfrentar quaisquer situações difíceis, seja no ardor das próprias provações, nas lutas do trabalho em geral ou diante das fraquezas e imperfeições dos irmãos em crença.
  • 164. Meditando sobre o Evangelho, vamos observar que, para podermos praticá-lo, deveremos, acima de tudo, ser vigorosos de ânimo, corajosos a toda prova. Os primeiros discípulos do Nazareno e os primeiros cristãos foram espíritos fortes por excelência, idealistas audazes, práticos e não místicos, caracteres de ação, porque a tarefa a realizar seria volumosa demais para os ombros de um contemplativo.
  • 165. Um caráter tíbio, por exemplo, como romperia ele com as tradições milenárias do Judaísmo ou do Paganismo, para renovar totalmente as próprias convicções? Como enfrentaria, o tímido, a necessidade de se curvar à palavra revolucionária de Jesus, palavra que arrojaria por terra antigos preceitos de domínio e até de crueldade, para aceitar a união das criaturas através do Amor, quando a força era que ditava leis?
  • 166. E como suportaria o indeciso a ordem Divina de compreender num mendigo, num leproso, numa pecadora, num publicano ou num samaritano o irmão a quem deveria amar e proteger, quando o ódio de casa ou de raça e o desprezo pelos pequeninos eram recomendações seculares?
  • 167. Como se haveria o impressionável, sob o imperativo de morrer pelo amor do Cristo à frente da espada dos herodianos ou nas arenas do Circos de Roma, dando-se como repasto às feras? E, sem coragem da própria fé – porque a fé é uma expressão de coragem -, como poderiam apor as mãos sobre um endemoninhado, um paralitico ou um leproso e curá-los em nome do Senhor?
  • 168. E ainda sem a fortaleza do ânimo, como acreditariam eles na vitoria daquela estranha Doutrina saída de uma obscura província dominada pela águia romana, Doutrina que eles próprios deveriam espalhar pelo mundo, onde só a força, o egoísmo e o orgulho lavraram leis? ...
  • 169. O próprio Jesus, expondo a sua Grande Doutrina, lanças sentenças impressionantes, que seriam como ordenações irretorquíveis, próprias para espíritos fortes, que os pusilânimes demorariam a compreender e aceitar:
  • 170. - “Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. -“ Aquele que ama a seu pai ou a sua mãe mais do que a mim, não e digno de mim. E aquele que não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo.” - “ Em verdade te digo que ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo.”
  • 171. - “ Eu não vim trazer a paz à Terra, mas a espada; vim separar de seu pai o homem, de sua mãe a filha, de sua sogra a nora; e o homem terá por inimigos os de sua própria casa. Vim lançar fogo à Terra e desejo que ele se acenda.” -“Se o teu olho ou a tua mão te servem de escândalo, corta-os e lança-os fora de ti; porque melhor te é que se perca um ou dois dos teus membros do que todo o teu corpo vá para o inferno.”
  • 172. -“Se alguém te ferir na face direita, oferece também a outra; e áquele que tirar a sua túnica, larga-lhe também a capa.”
  • 173. -“Amai a vossos inimigos, fazei bem aos que vos têm ódio, e orai pelos que vos perseguem e caluniam.” -“ Porque, se vós não amais senão os que vos amam, que méritos haveis de ter.” - “Se a vossa justiça não for maior e mais perfeita do que a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos Céus.” - “Assim, luza a vossa luz diante dos homens, que eles vejam as vossas boas obras, e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus.”
  • 174. - “Sede, pois, perfeitos, como vosso Pai Celestial é perfeito.” São, como vemos, ordens de comando revolucionário, impelindo paladinos para a grandiosa batalha de encontrar Deus em si próprio! E, se mais não citaremos, será porque iríamos longe com a observação.
  • 175. O Evangelho, pois, se é uma escola onde aprendemos as doçuras do Amor, é onde também encontraremos as atitudes corajosas do herói do ideal divino. Nas mesmas condições encararemos os espíritas. Os caracteres fracos, tímidos, indecisos, demorarão a se integrarem nos embates fornecidos pelo Espiritismo.
  • 176. Também este é Doutrina para os fortes, ou seja, para aqueles que, em migrações terrenas do pretérito, tanto erraram, e no Além-Túmulo tanto sofreram por isso, que agora se dispuseram a uma reforma geral do próprio caráter através do Espiritismo.
  • 177. E, com efeito! Combater as próprias imperfeições diariamente, não ignorando que, se o não fizer, desonrará a própria Doutrina a que se julgou filiar; socorrer necessitados sem possuir recursos suficientes para o mandato, confiante no auxílio do Mestre Nazareno; medicar enfermos sem haver cursado Medicina; subir a uma tribuna diante de assembléia numerosa
  • 178. que espreita pronta para a crítica, a fim de defender a Verdade, sabendo que esse é um dever a que não poderá fugir, porque ainda ontem, em existências transatas, deprimiu a mesma Verdade; enfrentar obsessores e fazê-los recuar dos abismos do Mal para as suaves trilhas do Amor e do Perdão, certo de que é apenas intérprete das forças do Céu,
  • 179. , porque não possui virtudes para tão alto feito; investigar o Invisível com a própria fé e as forças do coração, porque sabe não ser anjo nem sábio; arvorar-se em secretário de entidades aladas para a produção de compêndios de Moral, de Filosofia ou de ciências transcendentes, e apresentá-los ao mundo impiedoso com suas críticas, não sendo escritor e tampouco possuindo diplomas universitários; submeter-se à vontade dos Mentores Espirituais e executá-los, sobrecarregando-se, dia a dia, das mais pesadas responsabilidades perante os homens e os Espíritos
  • 180. ser levado, por amor a Jesus, a perdoar e esquecer os ultrajes que se lhe ferem o coração e conturbam o espírito; renunciar a cada dia, às vezes até mesmo às mais doces aspirações do coração, morrendo para si mesmo a fim de ressurgir para Deus,e, acima de tudo, filiar-se às falanges dos discípulos de Jesus e dos baluartes da Terceira Revelação – não será dispor de forças supremas na Terra, não será ser corajoso por excelência
  • 181. E convenhamos que é desses tais que Jesus precisa agora, como ontem precisou dos pecadores, dos mendigos,dos malvistos pela sociedade para a propaganda da Sua Doutrina, únicos indivíduos que, apesar das imperfeições que portavam, estiveram à altura de compreender e executar os sacrifícios necessários à difusão da Grande Nova que surgia.
  • 182. Muitos de nós, realmente, ainda não somos verdadeiros espíritas nem verdadeiros cristãos. Mas também já não seremos homicidas, nem roubadores, nem traidores, nem devassos, nem ébrios, nem adúlteros, nem suicidas. Observaremos, então, que nosso progresso dentro do ensino espírita há sido fabuloso, pois ainda ontem fomos tudo isso, não obstante alguns deslizes que mais ou menos ainda praticamos
  • 183. Devemos, portanto, ver uns nos outros espíritos valorosos que lutam contra as próprias imperfeições, sob a redentora proteção do Consolador enviado pelo Cristo de Deus! Não vejamos em nossos irmãos de crença, ainda imperfeitos, espíritas indesejáveis, mas pupilos de uma Doutrina Celeste, recém-libertados de terríveis correntes malignas.
  • 184. E se, por nossa vez, nos julgamos harmonizados com os esplendores da Verdade, estendamos até eles nosso afetos, auxiliando-os quanto possível a se integrarem na verdadeira essência da Doutrina Espírita, que é poderosa bastante para reeducar os necessitados de forças renovadoras e de luzes espirituais. E todo esse trabalho, que somos chamados a executar, será labor para espíritos fortes...
  • 185. porquanto, tal como aconteceu aos primeiros discípulos do Nazareno, também teremos de desenvolver lutas árduas para o estabelecimento das verdades celestes sobre a Terra – supremo ideal daqueles que já conseguiram predisposições para a comunhão com a Força Suprema do Eterno Bem.
  • 187. Um dos mais belos estudos que o Espiritismo faculta aos seus adeptos é, certamente, aquele a que os casos de obsessão nos arrastam.
  • 188. Temos para nós que esse difícil aprendizado, essa importante ciência de averiguar obsessões, obsessores e obsidiados deveria constituir especialidade entre os praticantes do Espiritismo, isto é, médiuns, presidentes de mesa, médiuns denominados passistas, etc.
  • 189. Assim como existem médicos pediatras, oculistas, neurologistas, etc., também deveriam existir espiritas especializados nos casos de tratamento de obsessões,
  • 190. visto que a estes será necessária uma dedicação absoluta a tal particularidade da Doutrina, para levar a bom termo o mandato.
  • 191. ESPERANTO ( À Luz do Consolador)
  • 192. meu trabalho de correspondência expandiu-se ainda através do idioma universal – o Esperanto. Fui esperantista sincera e trabalhei por sua propaganda. Correspondi-me com um esperantista da Polônia – alma dedicada, a quem muito me afeiçoei.
  • 193. CURA E RECEITUÁRIO HOMEOPÁTICO ( À luz do Consolador)
  • 194. durante 54 anos e meio pratiquei curas espíritas através do receituário homeopático e passes e até através de preces.
  • 195. ATIVIDADES NO ESPIRITISMO ( À Luz do Consolador)
  • 196. centro espírita de Lavras Secretária e chefe do posto mediúnico
  • 197. Em Juiz de Fora, fui secretária, bibliotecária e vice-presidente da “Casa Espírita”
  • 198. Colaboradora na Fundação João de Freitas. Criei a biblioteca “James Jensen”
  • 199. Colaborei em vários jornais do interior do país e também em “Reformador”, órgão da Federação Espírita Brasileira, sob o pseudônimo de “Frederico Francisco”, em homenagem ao meu caro amigo espiritual Frederico Francisco Chopin.
  • 200. ensinou trabalhos manuais no Instituto Profissional Eugênia Braga
  • 201. evangelizou crianças e fez palestras aos domingos na Fundação João de Freitas
  • 202. Em Barra do Piraí, ensinando moral cristã e participando da assistência social.
  • 204. 3 - MEDIUNIDADE A mediunidade apresentou-se em minha vida ainda na infância, conforme relato em o livro “Recordações da Mediunidade”.
  • 205. “creio que já nasci médium desenvolvido, pois jamais me dei ao trabalho de procurar desenvolver faculdades medianímicas.”
  • 207. Algumas faculdades se apresentaram ainda em minha primeira infância: a vidência, a audição e o próprio desdobramento
  • 208. Aos 5 anos eu já via espíritos e com eles falava, e assim continuei até os dias presentes.
  • 209. Catalepsia (À Luz do Consolador)
  • 210. Com um mês de idade, ia sendo enterrada viva devido a um fenômeno de catalepsia, “morte aparente”, que sofri, fenômeno que no decorrer de minha existência repetiu-se muitas vezes.
  • 212. Como médium psicógrafo trabalhei a vida inteira, desde 1926 até 1980, como receitista, assistida por entidades de grande elevação, como Bezerra de Menezes, Bittencourt Sampaio, Augusto Silva, Charles , Roberto de Canalejas e outros cujos nomes nunca soube .
  • 213. Os autores espirituais retiravam meu espírito do corpo material. Levavam-me com eles para o Além ou para o país em que se desenrolaria a ação...
  • 214. Conheci, assim, algumas paisagens do Mundo Espiritual e países estrangeiros terrenos...
  • 215. Sentia as emoções de todas as personagens,... via-me em todas as cenas... (À Luz do Consolador)
  • 217. Fui e até hoje sou médium conselheiro (ver “O Livro dos Médiuns”, classificação dos médiuns), psicoanalista e passista, assistida pelos mesmos Espíritos. Como médium de incorporação não fui da classe dos sonambúlicos, mas falante
  • 218. (ver “O Livro dos Médiuns”) e tive especialidade para os casos de obsessão e suicidas, e um longo trabalho tenho exercido nesse setor . (À Luz do consolador)
  • 220. Fui igualmente médium de efeitos físicos (materializações) e cheguei a realizar algumas materializações à revelia de minha vontade, naturalmente, sem o desejar, durante sessões do gênero a que eu assistia, em plena assistência, isto é, sem cabina ou outra qualquer formalidade. ( À Luz do Consolador)
  • 221. RECEITUÁRIO PASSES PALESTRAS
  • 222. A minha maior tarefa no campo espírita foi através da mediunidade, principalmente no setor de receituário e passes para curas, que pratico há 54 anos. Fui também médium orador.
  • 223. Falei na tribuna espírita assistida pelos mentores espirituais do ano de 1927 ao ano de 1971, 44 anos, portanto, só abandonado esse setor por ordem dos mesmos Guias Espirituais
  • 225. Qualquer acontecimento grave, feliz ou desditoso, é-me descrito em sonhos através de quadros encenados ou parábolas.
  • 227. A psicometria é a faculdade que o médium possui, de descrever os acontecimentos em torno de uma criatura, particularidades, mesmo, de sua vida,
  • 228. desde que em contato direto com um objeto ou coisa pertencente a referida pessoa.
  • 229. Durante o desprendimento parcial fez “visitas” a animais domésticos e
  • 230. em matadouros colheu as impressões dolorosas de surpresa, de terror e angústia.
  • 231. Hospedando-se em uma chácara antiga no rio de janeiro não consegue conciliar o sono assistindo ali cenas típicas da escravatura.
  • 232. Ainda no Rio de Janeiro hospedou- se por oito dias em uma casa construída por um velho casal de operários espanhóis.
  • 233. Não pode ali residir tal a intensidade das cenas de cenas de lutas, duelos e assaltos .
  • 234. Apresentada a um jovem cego pode ler em sua “aura” o seu terrível passado de inquisidor espanhol.
  • 235. Na cidade de São João Del rei era frequente ver cenas antigas pelas ruas.
  • 236. Na zona da mata de MG em uma propriedade rural um minúsculo ribeiro tornou-se repentinamente visível um rio caudaloso.
  • 238. Até os 10 anos de idade vivi principalmente sob os cuidados de minha avó paterna
  • 239. Devido as anormalidades experimentadas em minha infância com as reminiscências de minha passada existência ( À Luz do Consolador)
  • 240. Desde os três anos de idade, segundo informações de minha mãe e de minha avó paterna, pois com esta vivi grande parte da infância,
  • 241. neguei-me a reconhecer em meus parentes, e principalmente em meu pai, aqueles a quem eu deveria amar com desprendimento e ternura.
  • 242. Detalhes singulares viviam em meus pensamentos por essa época: Referindo-me à «casa de meu pai», eu descrevia um saguão que me era muito familiar, de tijolos de cerâmica, coloniais, onde a «minha carruagem» entrava para eu subir ou descer. (Recordações da Mediunidade)
  • 244. LIVROS DE YVONNE DO AMARAL PEREIRA
  • 245. MEMÓRIAS DE UM SUICIDA Obra ditada em 1926 por Camilo Castelo Branco e completada por Leon Denis. Só foi publicada 30 anos depois.
  • 246. É um libelo contra o suicídio; um dos mais profundos livros espíritas, que descreve com minúcias o vale dos suicidas, no mundo espiritual e a vida post- mortem de um suicida.
  • 247. NAS TELAS DO INFINITO O livro apresenta uma história narrada pelo espírito Bezerra de Menezes e uma novela transmitida pelo espírito Camilo Castelo Branco.
  • 248. AMOR E ÓDIO Romance em torno de um ex- discípulo de Kardec e que recebeu deste um exemplar de “O Livro dos Espíritos” na época em que este foi lançado. É o relato da triste, comovente e altruística vida de Gaston de Saint-Pierre. Ditada pelo espírito Charles.
  • 249. A TRAGÉDIA DE SANTA MARIA Romance emocionante narrado pelo espírito Bezerra de Menezes, passado em uma fazenda de Vassouras, RJ.
  • 250. DEVASSANDO O INVISÍVEL Em estilo atraente, a médium Ivone Pereira, narra, sob a supervisão de instrutores espirituais, uma série de fatos por ela observados e vividos no mundo espiritual, ora em regiões celestiais, ora em verdadeiros abismos infernais, assim como o fizera Dante na Divina Comédia.
  • 251. RESSURREIÇÃO E VIDA Leon Tolstoi nos oferece uma obra tocada do mesmo humanismo que o inspirara quando encarnado. A leitura agrada, sobretudo porque o autor imprime admirável lavor literário às histórias que conta, fazendo-nos voltar às paisagens e costumes imperantes na velha Rússia dos czares.
  • 252. Três histórias destacam-se: “O Sonho de Rafaela”, narra o sofrimento de uma mãe que perdeu a filha pequena e o ensinamento que um sonho pode trazer; “O Paralítico de Kiev”, mostra a luta de um nobre para vencer o orgulho; “O Segredo da Felicidade”, um homem nos exemplifica o amor incondicional, como único caminho para a realização.
  • 253. NAS VORAGENS DO PECADO Magnífico romance que nos relata a trágica história da matança dos huguenotes na “Noite de São Bartolomeu”, em 23 de agosto de 1572.
  • 254. Mostra uma vida passada de Ivone Pereira na personalidade de Ruth- Carolina de La Chapelle. É o primeiro volume de uma trilogia que, de preferência, deve ser lida seqüencialmente.
  • 255. O CAVALEIRO DE NUMIERS Segundo volume da trilogia que mostra a nossa médium na personalidade de Berth de Sourmeville.
  • 256. O DRAMA DA BRETANHA Terceiro volume da trilogia. Ivone Pereira, agora como Andrea de Guzman, não suporta os embates e se suicida por afogamento.
  • 257. DRAMAS DA OBSESSÃO Esta obra mediúnica encerra duas novelas emocionantes, educativas e edificantes, baseadas na vida real, assim como as outras. Ditada pelo espírito Bezerra de Menezes.
  • 258. RECORDAÇÕES DA MEDIUNIDADE Confidências e reminiscências da singular mediunidade com a qual trabalhou Ivone Pereira.
  • 259. SUBLIMAÇÃO Contos ditados pelo Espírito Leon Tolstoi e pelo espírito Charles. Tolstoi explora como tema principal o suicídio, apontando o conceito moral e as conseqüências de tal gesto na vida espiritual.
  • 260. Diz que sua literatura ao tempo em que estava na Terra, induziu muitos a este ato impensado e agora, na vida espiritual, tem meios para esclarecer os indivíduos sobre as conseqüências de tal procedimento.
  • 261. a reencarnação, a lei de causa e efeito, o amor ao próximo e a evolução. Os contos mostram a importância da mensagem espírita como orientadora da ação dos homens para sua evolução. O conto NINA traz mais uma reencarnação de Yvonne Pereira.
  • 262. Evangelho aos Simples
  • 263. O Livro de Eneida
  • 265. Cânticos do Coração volumes I e II
  • 268. À LUZ DO CONSOLADOR Em 1997 a FEB (Federação Espírita Brasileira) lançou esta obra que é uma coletânea de artigos escritos por Ivone Pereira para a revista “Reformador”, entre os anos 60 e 80. Neste livro, a médium, mostra o vasto conhecimento que possui sobre o Espiritismo.
  • 269. 3.2 O SOCORRO AOS SUICIDAS
  • 270. “ Como suicida, que também foste, estarás ligada aos imperativos das conseqüências do ato praticado, e uma face de tais imperativos é a necessidade do socorro aos companheiros de infortúnio...” Charles (Recordações da Mediunidade)
  • 273. 4 - GUIAS ESPIRITUAIS MUITOS ESPÍRITOS, ALÉM DE BEZERRA, SECUNDARAM-LHE NA GRANDE TAREFA MEDIÚNICA REALIZADA, COMO: EURÍPEDES BARSANULFO, NA CURA DE PARALÍTICOS, DENTRE OUTROS; INÁCIO BITTENCOURT QUE, JUNTAMENTE COM BEZERRA E OUTROS, ORIENTAVA O RECEITUÁRIO HOMEOPÁTICO
  • 274. CAMILO CASTELO BRANCO E LEON TOLSTOI, AMBOS DITANDO-LHES OBRAS PSICOGRÁFICAS; LÉON DENIS E CHOPIN, ORIENTADORES PRESTIMOSOS; ROBERTO DE CANALEJAS, ANTIGO AFETO, E; CHARLES, GUIA E PAI DE OUTROS TEMPOS.
  • 275. ESTE ÚLTIMO FOI O QUE MAIS A MARCOU, POIS NUTRIAM UMA AFEIÇÃO RECÍPROCA QUE VARAVA A NOITE DOS SÉCULOS, UNIDOS POR PROFUNDOS LAÇOS DE AMOR.
  • 276. 5 - AMOR E DEDICAÇÃO A DOUTRINA DOS ESPÍRITOS
  • 277. Ao completar os 12 anos de idade, meu pai pôs em minhas mão “O Evangelho segundo o Espiritismo” e “ O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, os quais me acompanharam na travessia da vida e que estudo até agora, sem jamais me cansar da sua leitura.
  • 278. São esses os meus livros preferidos de toda a bibliografia espírita, a par de “O Livro dos Médiuns”. Aliás, eu sempre acatei e venerei, mesmo , toda a obra da Codificação Espírita. (À Luz do Consolador)
  • 279. O CADERNO DE PRECES
  • 283. Prece de Yvonne Pereira OBRIGADA, MEU DEUS, PELA BENÇÃO DA MEDIUNIDADE QUE ME CONCEDESTE COMO ENSEJO PARA A REABILITAÇÃO DO MEU ESPÍRITO CULPADO. A CHAMA IMACULADA QUE DO ALTO ME MANDASTE. COM A REVELAÇÃO DOS PONTOS DA TUA DOUTRINA, A MIM CONFIADOS PARA DESENVOLVER E APLICAR, EU TE DEVOLVO, NO FIM DA TAREFA CUMPRIDA, PURA E IMACULADA CONFORME A RECEBI:AMEI-A E RESPEITEI-A SEMPRE,NÃO A ADULTEREI COM IDÉIAS PESSOAIS PORQUE ME RENOVEI COM ELA A FIM DE SERVI-
  • 284. Prece de Yvonne Pereira NÃO A CONSPURQUEI, DELA ME SERVINDO PARA INCENTIVO ÀS PRÓPRIAS PAIXÕES, NEM NEGLIGENCIEI NO SEU CULTIVO PARA BENEFÍCIO DO PRÓXIMO, PORQUE TODOS OS MEUS RECURSOS PESSOAIS UTILIZEI NA SUA APLICAÇÃO. PERDOA, NO ENTANTO, SENHOR, SE MELHOR NÃO PUDE CUMPRIR O DEVER SAGRADO DE SERVI-LA, TRANSMITINDO AOS HOMENS E AOS ESPÍRITOS MENOS ESCLARECIDOS DO QUE EU O BEM QUE ELA PRÓPRIA ME CONCEDEU.