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RRRReeeessssíííídddduuuuoooossss SSSSóóóólllliiiiddddoooossss
CONSUMO 
Ato ou efeito de consumir, gastar as riquezas 
produzidas pela sociedade, com foco naquilo 
que é necessário para a sobrevivência. 
CONSUMISMO 
Ato de consumir produtos e/ou serviços, 
indiscriminadamente, sem noção de que podem 
ser nocivos ou prejudiciais para a nossa saúde 
ou para o ambiente.
• Resultado da Revolução Industrial; 
• Grande e variada oferta de produtos; 
• A oferta excede a procura, o que demanda estratégias 
de marketing para escoar a produção; 
• Preocupação com a felicidade focada no bem-estar 
econômico (valorização do TER em vez do SER).
Moradia, alimentos, roupas, calçados, 
remédios, consumo de água e energia, ensino 
escolar, lazer e assistência à saúde.
Gestão residuos na constr civil e pnrs   apostilha1
A maior parte da poluição gerada no planeta, assim como a 
intensa exploração dos recursos naturais, é causada pelo alto 
nível de consumo de apenas 20% da população mundial.
Você já pensou na quantidade de água que utiliza 
para escovar os dentes, tomar banho, lavar a 
louça, a roupa ou o carro? 
 Você se preocupa em casa e no trabalho em 
reutilizar e reciclar o papel de escrever ou o joga 
diretamente no coletor? 
 Quando vai fazer compras, você adquire apenas 
o necessário ou, por atos compulsivos ou 
sugestões de publicidades, adquire produtos 
supérfluos? 
 Você prepara comida suficiente apenas para o 
consumo, ou faz a mais e depois joga fora?
Você se dá conta de que, se não começar a 
pensar nessas questões, além de consumir 
os recursos naturais do Planeta e 
“enchê-lo” de resíduos, o que vai 
comprometer a vida das gerações futuras, 
esse consumismo desenfreado tem 
também impacto no seu bolso?
Construir sem Destruir 
Será que o 
crescimento 
urbano não pode 
ser de forma 
sustentável? 
Será que não é possivel construir de 
forma mais racional e organizada? 
Uma das questões a considerar é o 
gerenciamento dos resíduos da 
construção.
O QUE É UM RESÍDUO? 
Qualquer saída de material 
indesejável de um 
processo ou atividade, 
previsível ou não.
RESÍDUOS SÓLIDOS ... 
Resíduo sólido ou semi-sólido, 
que resultam de atividades de 
origem industrial, doméstica, 
hospitalar, comercial, agrícola, 
de serviços e varrição.
RESÍDUOS LÍQUIDOS 
Resíduos resultantes de 
processos orgânicos, químicos, 
de decomposição / 
solubilização de resíduos 
sólidos, de condensação de 
vapores etc.
RESÍDUOS GASOSOS 
Os resíduos gasosos são uma mistura 
perigosa de gases residuais, poeira e 
outras pequenas partículas lançadas 
na atmosfera. 
São também aqueles que resultam das 
reações de fermentação aeróbica 
(desenvolvidos na superfície) e 
anaeróbica (nas camadas mais 
profundas).
Impactos Ambientais Adversos 
Alteração da Qualidade do Solo; 
Alteração da Qualidade da Água; 
Alteração da Qualidade do Ar; 
Alteração da Paisagem, fauna e flora.
Lei de Crimes Ambientais 
Art. 3o – As pessoas jurídicas serão 
responsabilizadas administrativa, 
civil e penalmente (...) 
Par. Único. A responsabilidade das 
pessoas jurídicas não exclui a das 
pessoas físicas, autoras, co-autoras 
ou participes do mesmo fato.
Algumas das causas da 
geração dos resíduos 
Produtos produzidos fora da especificação; 
Produtos com data de validade vencida; 
Perdas e vazamento de produtos, bem como 
qualquer material ou equipamento contaminado 
em decorrências destes eventos;
Algumas das causas da 
geração dos resíduos 
Materiais sujos ou contaminados 
resultantes de ações planejadas 
(operação de limpeza, manutenção) 
Resíduos do processo de produção 
(argamassa, madeira, cerâmica...) 
Resíduos de operações 
de controle de poluição / 
descontaminação 
(massa de processo de 
decantação)
PRODUÇÃO LIMPA 
NO PROCESSO 
Conservação de materiais, água e energia; 
Eliminação de materiais tóxicos e perigosos; 
Redução da quantidade e toxidade de todos 
os resíduos, na fonte. 
NO PRODUTO 
Redução do impacto ambiental e dano à saúde 
humana durante o ciclo de vida do produto: extração 
da matéria prima, manufatura, consumo / uso e 
disposição / descarte final.
EQUAÇÃO INDUSTRIAL LINEAR 
MANEJO NÃO 
SUSTENTÁVEL 
MATERIA MANUF. 
PRIMA 
DESCARTE 
CONSUMO 
Resíduos Resíduos 
Resíduos Resíduos 
Paradigma Econômico atual (em mudança) 
•O universo é infinito; 
•O homem é o centro de domínio dos ecossistemas; 
•A vida é aqui e agora: prevalece a economia de mercado; 
•A tecnologia é boa, progressista e resolve os problemas; 
•O governo corrige as imperfeições do livre arbítrio; 
•Transforme a ecologia em economia.
EQUAÇÃO CIRCULAR
GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS 
A atividade do gerenciamento decorre do 
princípio de responsabilidade do gerador 
pelos resíduos originados no seu processo de 
produção, de modo a garantir que eles só 
sejam encaminhados a instalações 
previamente licenciadas. 
Identificação 
dos 
Resíduos 
Caracterização Classificação
CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS 
Por onde começar a 
caracterização? 
Qual a melhor abordagem? 
Pelo Levantamento dos Dados, constando 
das seguintes etapas: 
• Visita detalhada ao setor gerador do resíduo; 
• Identificação do fluxograma de processo; 
•Acompanhamento de operações produtivas; 
• Coleta e análise de amostras.
CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS 
FLUXOGRAMA DE RESÍDUOS 
O fluxo permite a identificação de oportunidades de 
minimização, reutilização e reciclagem de resíduos 
O levantamento dos dados e o fluxograma auxiliam 
no preenchimento do formulário de INVENTÁRIO DE 
RESÍDUOS.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
Por suas características físicas: secos e molhados; 
Por sua composição química: orgânicos e 
inorgânicos; 
Pela sua origem: domiciliar, comercial, entulho da 
construção, público, serviços de saúde, terminais 
de transporte, agrícola, industrial; 
Pelos riscos potenciais ao meio ambiente, segundo 
NBR 10004: 
Classe I – Perigosos; 
Classe IIA – Não inertes; 
Classe IIB – Inertes.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
RESOLUÇÃO Nº 307 – CONAMA 
Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a 
gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as 
ações necessárias de forma a minimizar os impactos 
ambientais. 
Minimizar impactos 
ambientais provenientes 
dos resíduos 
• Define que os geradores dos resíduos devem ser 
responsáveis pelos resíduos gerados; 
• Estimula a gestão integrada de resíduos proporcionando 
benefícios de ordem social, econômica e ambiental.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
CLASSE A: 
São resíduos reutilizáveis e recicláveis 
como agregados: 
Ex: Solo, Alvenaria, Concreto, Argamassas 
e Cerâmicas
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
CLASSE B: 
São resíduos recicláveis para outras 
destinações. 
EX: Plástico, papel, papelão, metais, vidro, 
madeira, gesso, isopor.
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
CLASSE C: 
São resíduos para os quais não foram 
desenvolvidas tecnologias ou aplicações 
economicamente viáveis que permitam a sua 
reciclagem ou recuperação 
Ex: Lã de vidro
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS 
CLASSE D: 
São resíduos perigosos oriundos do 
processo de construção. 
EX: Papel contaminado (cimento, 
argamassa, cal...); 
Rolos, pincéis, brochas, lixas e 
embalagens de produtos 
contaminadas; 
Baterias recarregáveis.
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
Art. 1º Esta Lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo 
sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as 
diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos 
sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e 
do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. 
§ 1º Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou 
jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou 
indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam 
ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos 
sólidos.
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
Hierarquia das ações no manejo de resíduos 
sólidos (Art. 9º) 
A partir de 02/08/2014
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
Produtos obrigados à logística reversa (Art. 33º) 
I. agrotóxicos, seus resíduos e 
embalagens, assim como outros 
produtos cuja embalagem, após o 
uso, constitua resíduo perigoso; 
II. pilhas e baterias; 
III. pneus; 
IV. óleos lubrificantes, seus resíduos e 
embalagens; 
V. lâmpadas fluorescentes, de vapor de 
sódio e mercúrio e de luz mista; 
VI. produtos eletroeletrônicos e seus 
componentes.
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
Produtos obrigados à logística reversa 
Os sistemas de logística reversa serão estendidos a produtos 
comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de 
vidro, e aos demais produtos e embalagens, considerando 
prioritariamente o grau e a extensão do impacto à saúde 
pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados bem como 
sua a viabilidade técnica e econômica. 
(Decreto 7.404/2010 - Art. 17º)
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos 
Perigosos (Cnorp) 
O cadastro é previsto pela Política Nacional de 
Resíduos Sólido, art. 38º, e é de inscrição 
obrigatória para as pessoas jurídicas que 
exerçam atividades de geração e operação de 
resíduos perigosos
Política Nacional de Resíduos Sólidos 
A disposição final ambientalmente adequada 
dos rejeitos, observado o disposto no ¶ 1o do 
art. 9º (recuperação energética de resíduos 
sólidos urbanos), deverá ser implantada em até 
4 (quatro) anos após a data de publicação desta 
Lei (Art. 54º) 
A partir de 02/08/2014
O QUE FAZER?
PGR – Plano de Gerenciamento de 
Resíduos 
art. 21 da Lei nº 12.305, de 2010.
Por que implantar o PGR? 
 Melhoria dos projetos; 
 Melhorias nos processos 
produtivos; 
 Redução dos resíduos gerados; 
 Reuso de resíduos na própria 
obra; 
 Redução de custos da obra; 
 Uma visível melhoria na 
organização e limpeza da obra; 
 Conscientização ambiental dos 
colaboradores; 
 Melhoria da imagem da empresa.
Por que implantar o PGR? 
Dados fornecidos por algumas empresas de Goiânia e DF 
quanto à redução do número de caçambas na obra 
Empresa 
Nº caçambas antes do 
PGR 
Nº caçambas depois 
do PGR 
01 17 09 
02 04 02 
03 13 07
Por que implantar o PGR? 
Dados do SINDUSCON-SP pós implantação 
Empresa A Empresa B Empresa C Empresa D Empresa E 
Tipos de Obra 1 Edf. 
padrão 
médio 
2 Edf. padrão 
alto 
1 Edf. padrão 
alto 
5 Edf. padrão 
médio 
34 residências 
padrão alto 
Etapas 
consideradas 
Fundação à 
Limpeza 
Final 
Estrutura à 
Pintura 
Externa 
Projeto à 
início de 
Pintura 
Fundação à 
Limpeza Final 
Estrutura à 
Pintura 
Externa 
Total Área (m2) 8.003 19.247 5.642 16.606 7.600 
Plástico (m3) 35 88 31 26 35 
Papel (m3) 31 90 96 53 23 
Madeira (m3) 137 248 83 160 
Blocos e 
576 960 160 156 206 
Argamassa m3 
Total (m3) 642 1.275 535 318 424 
Total (m3/m2) 0,08 0,07 0,09 0,02 0,06
Por que implantar o PGR? 
Pesquisa realizada em edifícios em 
Salvador sem nenhum trabalho de coleta 
seletiva, a quantidade de entulho retirado é 
em média de 0,13 m3/m2; 
Dados coletados nas empresas que 
implantaram o programa de gestão de 
resíduos este número fica na média de 
0,08 m3/m2.
Educação Ambiental 
• Conceitos sobre o lixo urbano; 
• Gerenciamento dos resíduos sólidos 
gerados nos canteiros de obra e o papel 
de cada um; 
• Desperdício e perdas na obra; 
• Os três R’s: reutilizar, reciclar e 
reaproveitar (Redução de Resíduos na 
Fonte); 
• Coleta seletiva dentro do contexto de 
gerenciamento dos resíduos sólidos da 
construção civil; 
• A classificação dos resíduos de acordo 
com a resolução 307/2002 do CONAMA.
Planejamento e Controle de Materiais 
• Planejamento da aquisição de materiais de 
acordo com o cronograma da obra, 
evitando o estoque de material na obra por 
longos períodos; 
• Cuidado na elaboração da especificação 
dos materiais a serem adquiridos, evitando 
a devolução de material da obra; 
• Cuidado com o manuseio e 
armazenamento dos estoques, evitando 
perda de materiais e conseqüente geração 
de resíduo; 
• Compra do aço já cortado e dobrado; 
• Adoção de escoramento metálico para as 
fôrmas.
Planejamento e Controle de Serviços 
• Realização da compatibilização entre 
os diversos projetos; 
• Acompanhamento da execução dos 
serviços, permitindo que os serviços 
não-conforme sejam identificados 
antes de sua conclusão; 
• Adoção de medidas de preservação 
dos serviços já finalizados de maneira 
a evitar re-trabalho; 
• Paralisação dos serviços somente 
após a utilização completa do material 
disponibilizado, evitando a perda de 
concreto, argamassa, entre outros.
Gestão de Fornecedores 
• Sensibilização dos fornecedores 
para a gestão compromissada de 
resíduos; 
• Estabelecimento de critério 
de seleção e contratação de 
fornecedores de serviço com cláusula explícita de 
atendimento aos processos internos de triagem, 
segregação e destinação adequada de resíduos; 
• Solicitar a Licença Ambiental, para fornecedores de 
materiais, serviços e de coleta de resíduos; 
• Monitoramento e avaliação permanente dos prestadores 
de serviço quanto à resíduo gerado, limpeza do 
ambiente, segregação e destinação adequada dos 
resíduos.
Prevenção da Poluição 
1. Redução ou eliminação da geração 
dos resíduos 
2. Reutilização 
3. Reciclagem 
4. Tratamento 
5. Destinação
Redução e Reutilização 
RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO 
Pilhas e baterias 
recarregáveis 
Seguir recomendação de 
carga do fabricante visando 
aumentar a vida útil. 
Evitar manter aparelhos 
ligados desnecessariamente. 
--- 
Pilhas e baterias não 
recarregáveis [AA, 
AAA, etc] 
Evitar manter aparelhos 
ligados desnecessariamente. 
--- 
Papel A4 e envelopes Utilizar frente e verso 
sempre que possível nos 
documentos. 
Utilizar ao máximo os 
sistemas informatizados, 
evitando impressão. 
Reaproveitar para rascunho 
o papel utilizado em apenas 
um dos lados. 
Reusar envelopes para 
correspondência interna.
RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO 
Lixo sanitário [papel 
toalha] 
Utilizar de preferência duas 
folhas de papel toalha para 
enxugar as mãos. 
--- 
Embalagem de papel 
ou papelão 
Procurar adquirir produtos 
com quantidade reduzida de 
embalagens e/ou que 
utilizem na sua composição 
fontes alternativas, como 
papel/papelão reciclado ou 
produzido com papel 
certificado (produzido a partir 
de áreas de reflorestamento). 
Reutilizar para outra 
finalidade [embalagem, 
armazenamento], quando 
possível. 
Embalagem plástica Procurar comprar produtos 
que tenham menos 
embalagens e/ou que 
utilizem na sua composição 
fontes alternativas (plástico 
100% reciclado ou misto) 
Reutilizar para outra 
finalidade [embalagem, 
armazenamento], quando 
possível. Incentivar o uso de 
Refil. 
Redução e Reutilização
Redução e Reutilização 
RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO 
Papel do tipo 
Priorizar o uso de 
carbono 
formulários que não 
necessitem a utilização de 
carbono para registro de 
informações em várias vias. 
--- 
Lâmpadas 
Fluorescentes 
Sempre que sair das salas 
desligar as lâmpadas. 
--- 
Cartucho, Toner de 
impressora jato de 
tinta ou laser 
Priorizar a impressão no 
modo rascunho. 
Realizar a recarga dos 
cartuchos e toners.
Redução e Reutilização 
RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO 
Isopor, vidro, 
embalagens 
metálicas 
Procurar adquirir produtos 
com quantidade reduzida 
de embalagens, e/ou que 
utilizem na sua composição 
fontes alternativos 
(reciclados, quando 
possível). 
Reutilizar para outra 
finalidade [embalagem, 
armazenamento], quando 
possível. 
Peças e 
equipamentos 
elétricos/de 
informática 
Procurar adquirir aparelhos 
e equipamentos de 
qualidade, para evitar os 
consertos e trocas de peças 
Doar as peças que ainda 
tenham alguma condição 
de uso ou vender para 
empresas especializadas no 
reaproveitamento de 
matéria prima
Destinação dos Resíduos 
1 
• Segregação 
2 
• Coleta 
3 
• Acondicionamento 
4 
• Transporte 
5 
• Destinação
O que é Coleta Seletiva? 
Separação dos resíduos para que eles 
possam ser reciclados ou reutilizados.
Código de Cores para Coleta Seletiva 
Resolução CONAMA 275/01
Reciclagem - Simbologia 
Na dúvida, sempre 
procure o símbolo na 
embalagem do produto. 
Símbolo internacional da 
reciclagem.
O Que é Reciclável 
RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR 
Papel Caixas de Papelão, Caixas de leite longa 
vida, Cartazes, Envelopes, Folhas de 
caderno, Jornais e Revistas, Papéis, 
Brancos, Papel de fax e Rascunhos; 
Azul 
Plásticos Tubos, Copos em geral, Embalagens, 
Garrafas PET, Garrafas plásticas, 
Vasilhames e Sacos; 
Vermelho 
Metais Latas de aço, Latas de alumínio, Sucatas 
de construção civil, Sucatas metálicas em 
geral (não contaminadas); 
Amarelo 
Vidro Garrafas, Copos e restos de vidraças; Verde
RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR 
Resíduo 
Restos de alimentos (refeitório); Marrom 
Orgânico 
Madeira Madeira das formas, Palets e Caixas; Preto 
Entulho Solo, Alvenaria, Concreto, Argamassas e 
Cerâmicas 
----- 
O Que é Reciclável
O Que não é Reciclável 
RESÍDUOS MATERIAIS COR DO COLETOR 
Resíduo não 
Reciclável 
Lã de vidro, Etiqueta adesiva, Fita crepe, 
Guardanapos, Grampos, Esponja de aço, 
Porcelana, Papéis metalizados, Papéis 
sanitários e Tocos de cigarro; 
Cinza
Resíduos Perigosos: Reciclável ou Não 
RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR 
Resíduos 
Perigosos 
ou com 
destinação 
prevista 
em lei 
Óleo usado, material contaminado com 
óleo (latas, estopas, peças). 
Sacos de cimento, argamassa, cal. 
Trinchas, brochas e embalagens 
contaminadas com produtos. 
Lâmpadas fluorescentes. 
Pneus. 
Baterias recarregáveis. 
Equipamentos eletro eletrônicos. 
Laranja 
A identificação 
deverá ser de 
acordo com o 
resíduo e 
destinação final.
Destinação dos Resíduos Sólidos 
 Concreto, alvenarias, argamassa, componentes cerâmicos 
classificados de acordo com o CONAMA 307, como Classe A: são 
reciclados, são depositados em aterro sanitário, em área 
autorizada de reaterro; 
 Solos: São usados para aterro, são vendidos, doados ou 
depositados em locais permitidos ou em obras licenciadas (com 
alvará); 
Madeira: São vendidas ou doadas para queima em fornos da 
indústria cerâmica, com licença ambiental ou para cooperativa 
que utiliza esse material para fabricação de móveis; 
 Plástico e Papel Papelão: São vendidos ou 
doados (de acordo com a quantidade) 
para cooperativas e empresas que fazem 
a reciclagem deste material;
Destinação dos Resíduos Sólidos 
Metais: São vendidos para empresas 
especializadas na comercialização 
destes resíduos para reciclagem; 
 Serragem: Utilização do pó de 
serragem na compostagem de matéria 
orgânica; 
Membranas asfálticas: Negociação 
com fornecedor na contratação para 
devolução das sobras deste e demais 
resíduos de impermeabilização; 
 Instrumentos de aplicação (rolos 
pinceis, brochas, folhas de lixas e etc.): 
São enviados para aterro industrial ou 
incineração;
Destinação dos Resíduos Sólidos 
Gesso: São enviados para reciclagem (gesso reciclado) ou 
reutilização para correção de solo na agricultura (utilização de 
cálcio e enxofre, visto que gesso é sulfato de cálcio (CaSO4)); 
 Saco de cimento, argamassa e cal: Negociação com fornecedor 
para a devolução dos sacos, ou destinar para empresa de 
reciclagem. 
oSacos de cimento limpos (celulose e cimento) podem ser 
destinados para fabricantes de telhas de fibrocimento; 
 Resíduo Orgânico: São enviados para 
coleta pública ou compostagem; 
 Resíduo de vidro: São enviados para 
recicladores licenciados; 
 Resíduos Perigosos: São enviados para o fabricante do produto, 
recicladores licenciados ou aterro industrial;
Destinação dos Resíduos Líquidos 
 Efluentes provenientes de Betoneiras e equipamentos 
pertinentes ao processo de produção de argamassa – 
reutilização da água por meio de tratamento de decantação. 
 Efluentes provenientes da lavagem de ferramentas de pintura - 
são construídos decantadores para lavagem de pincéis e 
materiais de pintura, para reutilização da água. 
 Efluentes provenientes da lavagem de rodas de caminhões - 
reutilização da água por meio de tratamento de decantação. 
 Esgoto e Águas Servidas – são 
destinados para a rede pública de 
esgoto ou fossa séptica, com 
coleta e destinação para ETE.
Benefícios da Reciclagem 
Redução do resíduos a ser destinado em aterros 
sanitários; 
Contribuição para instalação de indústrias 
recicladoras; 
Geração de empregos diretos e indiretos; 
Economia de energia; 
Redução dos índices de poluição; 
Conservação de fontes esgotáveis 
de matéria-prima.
Você sabia? 
Fonte 
Material 
COMLURB UNICEF 
Casca de banana ou laranja 2 anos 
Papel 3 meses 
Papel plastificado 1 a 5 anos 
Madeira pintada 14 anos 
Fralda descartável 600 anos 
Sacos plásticos 30 a 40 anos 
Alumínio 80 a 100 anos 200 a 500 anos 
Vidro Indefinido 4 mil anos
Você sabia? 
A energia economizada com a reciclagem de 
uma garrafa de vidro é suficiente para manter 
acesa uma lâmpada de 100 W durante 4 horas; 
O vidro é 100% reciclável e o Brasil recicla 
cerca de 47% do vidro que produz e consome; 
Na fabricação de 1 ton de papel reciclado são 
necessários 2.000 l de água, enquanto que para 
um papel novo pode chegar a 100.000 l/ton; 
Cada 50 quilos de papel usado transformado 
em papel novo evita que uma árvore seja 
cortada; 
Cada 1.000 Kg de aço reciclado representa uma 
economia de 1.140 Kg de minério de ferro, 454 
Kg de carvão e 18 Kg de cal, com a mesma 
qualidade;
Você sabia? 
O processo de 
reciclagem diminui a 
poluição do ar em 
75%, a poluição da 
água em 35% e 
reduz o consumo de 
energia em 64%.
Mensagem Final 
Só quando a última árvore for 
derrubada, o último peixe for 
morto e o último rio for poluído 
é que o homem perceberá que 
não pode comer dinheiro”. 
(Provérbio Indígena)
Facilitador: 
• Luiz Claudio Moitinho – cmoitinho@cristalconsult.com.br 
www.cristalconsult.com.br 
71 – 3491-6835

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  • 1. GGGGeeeessssttttããããoooo ddddeeee RRRReeeessssíííídddduuuuoooossss nnnnaaaa CCCCoooonnnnssssttttrrrruuuuççççããããoooo CCCCiiiivvvviiiillll PPPPoooollllííííttttiiiiccccaaaa NNNNaaaacccciiiioooonnnnaaaallll ddddeeee RRRReeeessssíííídddduuuuoooossss SSSSóóóólllliiiiddddoooossss
  • 2. CONSUMO Ato ou efeito de consumir, gastar as riquezas produzidas pela sociedade, com foco naquilo que é necessário para a sobrevivência. CONSUMISMO Ato de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejudiciais para a nossa saúde ou para o ambiente.
  • 3. • Resultado da Revolução Industrial; • Grande e variada oferta de produtos; • A oferta excede a procura, o que demanda estratégias de marketing para escoar a produção; • Preocupação com a felicidade focada no bem-estar econômico (valorização do TER em vez do SER).
  • 4. Moradia, alimentos, roupas, calçados, remédios, consumo de água e energia, ensino escolar, lazer e assistência à saúde.
  • 6. A maior parte da poluição gerada no planeta, assim como a intensa exploração dos recursos naturais, é causada pelo alto nível de consumo de apenas 20% da população mundial.
  • 7. Você já pensou na quantidade de água que utiliza para escovar os dentes, tomar banho, lavar a louça, a roupa ou o carro? Você se preocupa em casa e no trabalho em reutilizar e reciclar o papel de escrever ou o joga diretamente no coletor? Quando vai fazer compras, você adquire apenas o necessário ou, por atos compulsivos ou sugestões de publicidades, adquire produtos supérfluos? Você prepara comida suficiente apenas para o consumo, ou faz a mais e depois joga fora?
  • 8. Você se dá conta de que, se não começar a pensar nessas questões, além de consumir os recursos naturais do Planeta e “enchê-lo” de resíduos, o que vai comprometer a vida das gerações futuras, esse consumismo desenfreado tem também impacto no seu bolso?
  • 9. Construir sem Destruir Será que o crescimento urbano não pode ser de forma sustentável? Será que não é possivel construir de forma mais racional e organizada? Uma das questões a considerar é o gerenciamento dos resíduos da construção.
  • 10. O QUE É UM RESÍDUO? Qualquer saída de material indesejável de um processo ou atividade, previsível ou não.
  • 11. RESÍDUOS SÓLIDOS ... Resíduo sólido ou semi-sólido, que resultam de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e varrição.
  • 12. RESÍDUOS LÍQUIDOS Resíduos resultantes de processos orgânicos, químicos, de decomposição / solubilização de resíduos sólidos, de condensação de vapores etc.
  • 13. RESÍDUOS GASOSOS Os resíduos gasosos são uma mistura perigosa de gases residuais, poeira e outras pequenas partículas lançadas na atmosfera. São também aqueles que resultam das reações de fermentação aeróbica (desenvolvidos na superfície) e anaeróbica (nas camadas mais profundas).
  • 14. Impactos Ambientais Adversos Alteração da Qualidade do Solo; Alteração da Qualidade da Água; Alteração da Qualidade do Ar; Alteração da Paisagem, fauna e flora.
  • 15. Lei de Crimes Ambientais Art. 3o – As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente (...) Par. Único. A responsabilidade das pessoas jurídicas não exclui a das pessoas físicas, autoras, co-autoras ou participes do mesmo fato.
  • 16. Algumas das causas da geração dos resíduos Produtos produzidos fora da especificação; Produtos com data de validade vencida; Perdas e vazamento de produtos, bem como qualquer material ou equipamento contaminado em decorrências destes eventos;
  • 17. Algumas das causas da geração dos resíduos Materiais sujos ou contaminados resultantes de ações planejadas (operação de limpeza, manutenção) Resíduos do processo de produção (argamassa, madeira, cerâmica...) Resíduos de operações de controle de poluição / descontaminação (massa de processo de decantação)
  • 18. PRODUÇÃO LIMPA NO PROCESSO Conservação de materiais, água e energia; Eliminação de materiais tóxicos e perigosos; Redução da quantidade e toxidade de todos os resíduos, na fonte. NO PRODUTO Redução do impacto ambiental e dano à saúde humana durante o ciclo de vida do produto: extração da matéria prima, manufatura, consumo / uso e disposição / descarte final.
  • 19. EQUAÇÃO INDUSTRIAL LINEAR MANEJO NÃO SUSTENTÁVEL MATERIA MANUF. PRIMA DESCARTE CONSUMO Resíduos Resíduos Resíduos Resíduos Paradigma Econômico atual (em mudança) •O universo é infinito; •O homem é o centro de domínio dos ecossistemas; •A vida é aqui e agora: prevalece a economia de mercado; •A tecnologia é boa, progressista e resolve os problemas; •O governo corrige as imperfeições do livre arbítrio; •Transforme a ecologia em economia.
  • 21. GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS A atividade do gerenciamento decorre do princípio de responsabilidade do gerador pelos resíduos originados no seu processo de produção, de modo a garantir que eles só sejam encaminhados a instalações previamente licenciadas. Identificação dos Resíduos Caracterização Classificação
  • 22. CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS Por onde começar a caracterização? Qual a melhor abordagem? Pelo Levantamento dos Dados, constando das seguintes etapas: • Visita detalhada ao setor gerador do resíduo; • Identificação do fluxograma de processo; •Acompanhamento de operações produtivas; • Coleta e análise de amostras.
  • 23. CARACTERIZAÇÃO DE RESÍDUOS FLUXOGRAMA DE RESÍDUOS O fluxo permite a identificação de oportunidades de minimização, reutilização e reciclagem de resíduos O levantamento dos dados e o fluxograma auxiliam no preenchimento do formulário de INVENTÁRIO DE RESÍDUOS.
  • 24. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Por suas características físicas: secos e molhados; Por sua composição química: orgânicos e inorgânicos; Pela sua origem: domiciliar, comercial, entulho da construção, público, serviços de saúde, terminais de transporte, agrícola, industrial; Pelos riscos potenciais ao meio ambiente, segundo NBR 10004: Classe I – Perigosos; Classe IIA – Não inertes; Classe IIB – Inertes.
  • 25. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS RESOLUÇÃO Nº 307 – CONAMA Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações necessárias de forma a minimizar os impactos ambientais. Minimizar impactos ambientais provenientes dos resíduos • Define que os geradores dos resíduos devem ser responsáveis pelos resíduos gerados; • Estimula a gestão integrada de resíduos proporcionando benefícios de ordem social, econômica e ambiental.
  • 26. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS CLASSE A: São resíduos reutilizáveis e recicláveis como agregados: Ex: Solo, Alvenaria, Concreto, Argamassas e Cerâmicas
  • 27. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS CLASSE B: São resíduos recicláveis para outras destinações. EX: Plástico, papel, papelão, metais, vidro, madeira, gesso, isopor.
  • 28. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS CLASSE C: São resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação Ex: Lã de vidro
  • 29. CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS CLASSE D: São resíduos perigosos oriundos do processo de construção. EX: Papel contaminado (cimento, argamassa, cal...); Rolos, pincéis, brochas, lixas e embalagens de produtos contaminadas; Baterias recarregáveis.
  • 30. Política Nacional de Resíduos Sólidos Art. 1º Esta Lei institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis. § 1º Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos.
  • 31. Política Nacional de Resíduos Sólidos Hierarquia das ações no manejo de resíduos sólidos (Art. 9º) A partir de 02/08/2014
  • 32. Política Nacional de Resíduos Sólidos Produtos obrigados à logística reversa (Art. 33º) I. agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso; II. pilhas e baterias; III. pneus; IV. óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; V. lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; VI. produtos eletroeletrônicos e seus componentes.
  • 33. Política Nacional de Resíduos Sólidos Produtos obrigados à logística reversa Os sistemas de logística reversa serão estendidos a produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens, considerando prioritariamente o grau e a extensão do impacto à saúde pública e ao meio ambiente dos resíduos gerados bem como sua a viabilidade técnica e econômica. (Decreto 7.404/2010 - Art. 17º)
  • 34. Política Nacional de Resíduos Sólidos Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos (Cnorp) O cadastro é previsto pela Política Nacional de Resíduos Sólido, art. 38º, e é de inscrição obrigatória para as pessoas jurídicas que exerçam atividades de geração e operação de resíduos perigosos
  • 35. Política Nacional de Resíduos Sólidos A disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, observado o disposto no ¶ 1o do art. 9º (recuperação energética de resíduos sólidos urbanos), deverá ser implantada em até 4 (quatro) anos após a data de publicação desta Lei (Art. 54º) A partir de 02/08/2014
  • 37. PGR – Plano de Gerenciamento de Resíduos art. 21 da Lei nº 12.305, de 2010.
  • 38. Por que implantar o PGR? Melhoria dos projetos; Melhorias nos processos produtivos; Redução dos resíduos gerados; Reuso de resíduos na própria obra; Redução de custos da obra; Uma visível melhoria na organização e limpeza da obra; Conscientização ambiental dos colaboradores; Melhoria da imagem da empresa.
  • 39. Por que implantar o PGR? Dados fornecidos por algumas empresas de Goiânia e DF quanto à redução do número de caçambas na obra Empresa Nº caçambas antes do PGR Nº caçambas depois do PGR 01 17 09 02 04 02 03 13 07
  • 40. Por que implantar o PGR? Dados do SINDUSCON-SP pós implantação Empresa A Empresa B Empresa C Empresa D Empresa E Tipos de Obra 1 Edf. padrão médio 2 Edf. padrão alto 1 Edf. padrão alto 5 Edf. padrão médio 34 residências padrão alto Etapas consideradas Fundação à Limpeza Final Estrutura à Pintura Externa Projeto à início de Pintura Fundação à Limpeza Final Estrutura à Pintura Externa Total Área (m2) 8.003 19.247 5.642 16.606 7.600 Plástico (m3) 35 88 31 26 35 Papel (m3) 31 90 96 53 23 Madeira (m3) 137 248 83 160 Blocos e 576 960 160 156 206 Argamassa m3 Total (m3) 642 1.275 535 318 424 Total (m3/m2) 0,08 0,07 0,09 0,02 0,06
  • 41. Por que implantar o PGR? Pesquisa realizada em edifícios em Salvador sem nenhum trabalho de coleta seletiva, a quantidade de entulho retirado é em média de 0,13 m3/m2; Dados coletados nas empresas que implantaram o programa de gestão de resíduos este número fica na média de 0,08 m3/m2.
  • 42. Educação Ambiental • Conceitos sobre o lixo urbano; • Gerenciamento dos resíduos sólidos gerados nos canteiros de obra e o papel de cada um; • Desperdício e perdas na obra; • Os três R’s: reutilizar, reciclar e reaproveitar (Redução de Resíduos na Fonte); • Coleta seletiva dentro do contexto de gerenciamento dos resíduos sólidos da construção civil; • A classificação dos resíduos de acordo com a resolução 307/2002 do CONAMA.
  • 43. Planejamento e Controle de Materiais • Planejamento da aquisição de materiais de acordo com o cronograma da obra, evitando o estoque de material na obra por longos períodos; • Cuidado na elaboração da especificação dos materiais a serem adquiridos, evitando a devolução de material da obra; • Cuidado com o manuseio e armazenamento dos estoques, evitando perda de materiais e conseqüente geração de resíduo; • Compra do aço já cortado e dobrado; • Adoção de escoramento metálico para as fôrmas.
  • 44. Planejamento e Controle de Serviços • Realização da compatibilização entre os diversos projetos; • Acompanhamento da execução dos serviços, permitindo que os serviços não-conforme sejam identificados antes de sua conclusão; • Adoção de medidas de preservação dos serviços já finalizados de maneira a evitar re-trabalho; • Paralisação dos serviços somente após a utilização completa do material disponibilizado, evitando a perda de concreto, argamassa, entre outros.
  • 45. Gestão de Fornecedores • Sensibilização dos fornecedores para a gestão compromissada de resíduos; • Estabelecimento de critério de seleção e contratação de fornecedores de serviço com cláusula explícita de atendimento aos processos internos de triagem, segregação e destinação adequada de resíduos; • Solicitar a Licença Ambiental, para fornecedores de materiais, serviços e de coleta de resíduos; • Monitoramento e avaliação permanente dos prestadores de serviço quanto à resíduo gerado, limpeza do ambiente, segregação e destinação adequada dos resíduos.
  • 46. Prevenção da Poluição 1. Redução ou eliminação da geração dos resíduos 2. Reutilização 3. Reciclagem 4. Tratamento 5. Destinação
  • 47. Redução e Reutilização RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO Pilhas e baterias recarregáveis Seguir recomendação de carga do fabricante visando aumentar a vida útil. Evitar manter aparelhos ligados desnecessariamente. --- Pilhas e baterias não recarregáveis [AA, AAA, etc] Evitar manter aparelhos ligados desnecessariamente. --- Papel A4 e envelopes Utilizar frente e verso sempre que possível nos documentos. Utilizar ao máximo os sistemas informatizados, evitando impressão. Reaproveitar para rascunho o papel utilizado em apenas um dos lados. Reusar envelopes para correspondência interna.
  • 48. RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO Lixo sanitário [papel toalha] Utilizar de preferência duas folhas de papel toalha para enxugar as mãos. --- Embalagem de papel ou papelão Procurar adquirir produtos com quantidade reduzida de embalagens e/ou que utilizem na sua composição fontes alternativas, como papel/papelão reciclado ou produzido com papel certificado (produzido a partir de áreas de reflorestamento). Reutilizar para outra finalidade [embalagem, armazenamento], quando possível. Embalagem plástica Procurar comprar produtos que tenham menos embalagens e/ou que utilizem na sua composição fontes alternativas (plástico 100% reciclado ou misto) Reutilizar para outra finalidade [embalagem, armazenamento], quando possível. Incentivar o uso de Refil. Redução e Reutilização
  • 49. Redução e Reutilização RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO Papel do tipo Priorizar o uso de carbono formulários que não necessitem a utilização de carbono para registro de informações em várias vias. --- Lâmpadas Fluorescentes Sempre que sair das salas desligar as lâmpadas. --- Cartucho, Toner de impressora jato de tinta ou laser Priorizar a impressão no modo rascunho. Realizar a recarga dos cartuchos e toners.
  • 50. Redução e Reutilização RESÍDUO REDUÇÃO REUTILIZAÇÃO Isopor, vidro, embalagens metálicas Procurar adquirir produtos com quantidade reduzida de embalagens, e/ou que utilizem na sua composição fontes alternativos (reciclados, quando possível). Reutilizar para outra finalidade [embalagem, armazenamento], quando possível. Peças e equipamentos elétricos/de informática Procurar adquirir aparelhos e equipamentos de qualidade, para evitar os consertos e trocas de peças Doar as peças que ainda tenham alguma condição de uso ou vender para empresas especializadas no reaproveitamento de matéria prima
  • 51. Destinação dos Resíduos 1 • Segregação 2 • Coleta 3 • Acondicionamento 4 • Transporte 5 • Destinação
  • 52. O que é Coleta Seletiva? Separação dos resíduos para que eles possam ser reciclados ou reutilizados.
  • 53. Código de Cores para Coleta Seletiva Resolução CONAMA 275/01
  • 54. Reciclagem - Simbologia Na dúvida, sempre procure o símbolo na embalagem do produto. Símbolo internacional da reciclagem.
  • 55. O Que é Reciclável RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR Papel Caixas de Papelão, Caixas de leite longa vida, Cartazes, Envelopes, Folhas de caderno, Jornais e Revistas, Papéis, Brancos, Papel de fax e Rascunhos; Azul Plásticos Tubos, Copos em geral, Embalagens, Garrafas PET, Garrafas plásticas, Vasilhames e Sacos; Vermelho Metais Latas de aço, Latas de alumínio, Sucatas de construção civil, Sucatas metálicas em geral (não contaminadas); Amarelo Vidro Garrafas, Copos e restos de vidraças; Verde
  • 56. RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR Resíduo Restos de alimentos (refeitório); Marrom Orgânico Madeira Madeira das formas, Palets e Caixas; Preto Entulho Solo, Alvenaria, Concreto, Argamassas e Cerâmicas ----- O Que é Reciclável
  • 57. O Que não é Reciclável RESÍDUOS MATERIAIS COR DO COLETOR Resíduo não Reciclável Lã de vidro, Etiqueta adesiva, Fita crepe, Guardanapos, Grampos, Esponja de aço, Porcelana, Papéis metalizados, Papéis sanitários e Tocos de cigarro; Cinza
  • 58. Resíduos Perigosos: Reciclável ou Não RESÍDUOS O QUE RECICLAR COR DO COLETOR Resíduos Perigosos ou com destinação prevista em lei Óleo usado, material contaminado com óleo (latas, estopas, peças). Sacos de cimento, argamassa, cal. Trinchas, brochas e embalagens contaminadas com produtos. Lâmpadas fluorescentes. Pneus. Baterias recarregáveis. Equipamentos eletro eletrônicos. Laranja A identificação deverá ser de acordo com o resíduo e destinação final.
  • 59. Destinação dos Resíduos Sólidos Concreto, alvenarias, argamassa, componentes cerâmicos classificados de acordo com o CONAMA 307, como Classe A: são reciclados, são depositados em aterro sanitário, em área autorizada de reaterro; Solos: São usados para aterro, são vendidos, doados ou depositados em locais permitidos ou em obras licenciadas (com alvará); Madeira: São vendidas ou doadas para queima em fornos da indústria cerâmica, com licença ambiental ou para cooperativa que utiliza esse material para fabricação de móveis; Plástico e Papel Papelão: São vendidos ou doados (de acordo com a quantidade) para cooperativas e empresas que fazem a reciclagem deste material;
  • 60. Destinação dos Resíduos Sólidos Metais: São vendidos para empresas especializadas na comercialização destes resíduos para reciclagem; Serragem: Utilização do pó de serragem na compostagem de matéria orgânica; Membranas asfálticas: Negociação com fornecedor na contratação para devolução das sobras deste e demais resíduos de impermeabilização; Instrumentos de aplicação (rolos pinceis, brochas, folhas de lixas e etc.): São enviados para aterro industrial ou incineração;
  • 61. Destinação dos Resíduos Sólidos Gesso: São enviados para reciclagem (gesso reciclado) ou reutilização para correção de solo na agricultura (utilização de cálcio e enxofre, visto que gesso é sulfato de cálcio (CaSO4)); Saco de cimento, argamassa e cal: Negociação com fornecedor para a devolução dos sacos, ou destinar para empresa de reciclagem. oSacos de cimento limpos (celulose e cimento) podem ser destinados para fabricantes de telhas de fibrocimento; Resíduo Orgânico: São enviados para coleta pública ou compostagem; Resíduo de vidro: São enviados para recicladores licenciados; Resíduos Perigosos: São enviados para o fabricante do produto, recicladores licenciados ou aterro industrial;
  • 62. Destinação dos Resíduos Líquidos Efluentes provenientes de Betoneiras e equipamentos pertinentes ao processo de produção de argamassa – reutilização da água por meio de tratamento de decantação. Efluentes provenientes da lavagem de ferramentas de pintura - são construídos decantadores para lavagem de pincéis e materiais de pintura, para reutilização da água. Efluentes provenientes da lavagem de rodas de caminhões - reutilização da água por meio de tratamento de decantação. Esgoto e Águas Servidas – são destinados para a rede pública de esgoto ou fossa séptica, com coleta e destinação para ETE.
  • 63. Benefícios da Reciclagem Redução do resíduos a ser destinado em aterros sanitários; Contribuição para instalação de indústrias recicladoras; Geração de empregos diretos e indiretos; Economia de energia; Redução dos índices de poluição; Conservação de fontes esgotáveis de matéria-prima.
  • 64. Você sabia? Fonte Material COMLURB UNICEF Casca de banana ou laranja 2 anos Papel 3 meses Papel plastificado 1 a 5 anos Madeira pintada 14 anos Fralda descartável 600 anos Sacos plásticos 30 a 40 anos Alumínio 80 a 100 anos 200 a 500 anos Vidro Indefinido 4 mil anos
  • 65. Você sabia? A energia economizada com a reciclagem de uma garrafa de vidro é suficiente para manter acesa uma lâmpada de 100 W durante 4 horas; O vidro é 100% reciclável e o Brasil recicla cerca de 47% do vidro que produz e consome; Na fabricação de 1 ton de papel reciclado são necessários 2.000 l de água, enquanto que para um papel novo pode chegar a 100.000 l/ton; Cada 50 quilos de papel usado transformado em papel novo evita que uma árvore seja cortada; Cada 1.000 Kg de aço reciclado representa uma economia de 1.140 Kg de minério de ferro, 454 Kg de carvão e 18 Kg de cal, com a mesma qualidade;
  • 66. Você sabia? O processo de reciclagem diminui a poluição do ar em 75%, a poluição da água em 35% e reduz o consumo de energia em 64%.
  • 67. Mensagem Final Só quando a última árvore for derrubada, o último peixe for morto e o último rio for poluído é que o homem perceberá que não pode comer dinheiro”. (Provérbio Indígena)
  • 68. Facilitador: • Luiz Claudio Moitinho – cmoitinho@cristalconsult.com.br www.cristalconsult.com.br 71 – 3491-6835