SlideShare uma empresa Scribd logo
Geologia Estrutural - FINOM
Zonas de Cisalhamento
Dúctil - ZCD
5.o Período de Eng. de Minas
Prof. Márcio Santos
http://professormarciosantos.blogspot.com.br
/
Zonas de Cisalhamento Dúctil - ZCD
• São o equivalente e
profundo das falhas das
quais, em muitos casos,
elas constituem o
prolongamento natural.
• A principal diferença é que,
nas zonas de cisalhamentonas zonas de cisalhamento
dúctil, o deslocamento
relativo dos blocos não
acontece ao longo de um
plano de ruptura, mas de
uma faixa, mais ou menos
estreita deformada
plasticamente.
• Uma ZCD é uma faixa estreita de rochas,
deformada de maneira plástica, onde o
mecanismo principal da deformação é o
cisalhamento simples (rotacional, não coaxial e
com esforços paralelos à área do corpo), em
regime de deformação plana (estiramento emregime de deformação plana (estiramento em
uma das direções, encurtamento em outra
direção, terceira direção sem deformação),
separando dois compartimentos menos
deformados e que apresentam um
deslocamento relativo.
A) Não rotacional, coaxial e com esforços perpendiculares à área do corpo.
B) Rotacional, não coaxial e com esforços paralelos à área do corpo.

Recomendado para você

Falhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobrasFalhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobras

O documento descreve as principais estruturas geológicas, incluindo dobras, falhas, fraturas e orogêneses. Detalha os tipos de dobras como anticlinal e sinclinal, assim como os tipos de falhas como normal e inversa. Discorre também sobre fraturas, deformações das rochas e a formação de montanhas por processos vulcânicos, erosivos e tectônicos.

falhasdobras
As rochas ígneas
As rochas ígneasAs rochas ígneas
As rochas ígneas

As rochas ígneas: textura, composição, classificação e nomenclatura; rochas ultramáficas, greenstone belts e ofiolitos; basaltos; granitos; pegmatitos; depósitos sulfetados das dorsais oceânicas.

ofiolitosgreenstone beltsrochas ígneas
Geologia estrutural uso da bússola
Geologia estrutural   uso da bússolaGeologia estrutural   uso da bússola
Geologia estrutural uso da bússola

Uso da bússola. Material extraído de video do Prof. Mário Tavares.

bússolaparâmetros em rochageologia estrutural
• ZCD podem ser observadas em qualquer escala, do mm
à escala continental, com rejeitos extremamente
variáveis, podendo atingir centenas de km.
• Existem zonas de cisalhamento em regime extensional,
compressional e transcorrente.
• As terminologias adotadas são as mesmas das falhas
(por exemplo: zona de cisalhamento dúctil transcorrente(por exemplo: zona de cisalhamento dúctil transcorrente
dextral normal, zona de cisalhamento dúctil com
separação normal etc.).
• A nomenclatura dos rejeitos é também idêntica à das
falhas.
As ZCD variam de mm a centenas de km.
• Embora a deformação na
zona de cisalhamento possa
ser homogênea, não é
geralmente o caso e é
possível observar uma
gradação da deformação do
domínio menos deformado
até o domínio mais
deformado.deformado.
• A distribuição da
deformação é geralmente
heterogênea: alternam-se
faixas com intensidades de
deformação extremamente
variáveis, às vezes de
maneira brusca.
Resumo das principais características de uma ZCD
• São zonas tabulares de deformação da crosta.
• Ocorrem em todas as escalas, desde a milimétrica até
aquela cortando toda a crosta e envolvendo centenas de
quilômetros de desligamento.
• Como as falhas, tendem a envolver grande quantidade de
movimentos paralelos ao plano de cisalhamento
(cisalhamento simples), mas também podem ser(cisalhamento simples), mas também podem ser
influenciadas por outros tipos de deformação.
• As ZCD de acentuada deformação plástica desenvolvem
feição milonítica.
• Também como as falhas, podem ser reversas, normais,
transcorrentes ou mostrarem desligamentos oblíquos.
• Tendem a exibir mergulhos menores que as falhas (exceto
as transcorrentes).

Recomendado para você

Os minerais e as suas características
Os minerais e as suas característicasOs minerais e as suas características
Os minerais e as suas características

O documento descreve as características e origens dos minerais. As principais características incluem cor, traço ou risca, brilho, clivagem e dureza. Os minerais podem se formar por processos magmáticos, metamórficos, de sublimação, pneumatolíticos ou a partir de soluções, dependendo das condições geológicas.

Falhas e dobras
Falhas e dobrasFalhas e dobras
Falhas e dobras

O documento discute tipos de falhas e dobras em rochas. Ele descreve três tipos principais de falhas - falhas normais, falhas inversas e falhas de desligamento - e explica como cada uma se forma. O documento também define elementos característicos de dobras como a charneira, os flancos, o plano axial e o eixo, e discute classificações de dobras.

falhas e dobras
Manual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia IManual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia I

1. O documento descreve os conceitos fundamentais da mineralogia e cristalografia, incluindo a definição de minerais, cristais e tipos de malhas cristalinas. 2. Apresenta a história da mineralogia desde os filósofos gregos até os avanços do século XX com técnicas como raios-X e microscopia eletrônica. 3. Explica os conceitos de célula unitária, malhas planas, malhas espaciais e as 14 malhas de Bravais que descrevem a sime

mineralogia
Feições características da ZCD
• A FOLIAÇÃO
• A foliação é a feição fundamental das zonas de
cisalhamento dúctil, conseqüência principalmente da
plasticidade cristalina e da rotação de minerais.
• A foliação na ZCD não difere, basicamente, da
xistosidade desenvolvida na maior parte das rochasxistosidade desenvolvida na maior parte das rochas
metamórficas deformadas.
• A intensidade da deformação, às vezes muito elevada
nestas zonas, pode provocar uma recristalização
dinâmica importante, levando a uma drástica redução do
tamanho dos grãos. Esta xistosidade é, às vezes,
chamada de foliação milonítica.
• Foliação
milonítica
definida pela
forte
recristalização
de quartzo em
feldspato defeldspato de
granitos
deformados da
Faixa Sergipana
(a) e do oeste
Australiano (b).
• Quanto mais
intensa a
deformação, mais o
plano de foliação
(S) se aproxima do
plano de
cisalhamento C
(quando a(quando a
deformação é
pouco intensa, a
foliação, pouco
visível, forma um
ângula de cerca de
35/40º com C).
• A foliação, apesar de
ser uma feição
penetrativa, às vezes
preserva “ilhas” não
deformadas, os pods
de foliação (figura ao
lado). Essas feições
(figura ao lado) são(figura ao lado) são
encontradas em
qualquer escala, da
lãmina delgada até a
escala regional, em
megazonas de
cisalhamento.

Recomendado para você

Metamorfismo
MetamorfismoMetamorfismo
Metamorfismo

Este documento discute rochas metamórficas, formadas a partir de outras rochas sob novas condições termodinâmicas. Detalha os principais fatores que determinam o resultado do metamorfismo, incluindo temperatura, pressão, tempo, movimento mecânico e fluídos. Também descreve as alterações mineralógicas e de textura que ocorrem em rochas durante o metamorfismo e como identificar o ambiente em que uma rocha metamórfica se formou.

GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1

O documento apresenta um resumo sobre geologia estrutural, abordando conceitos como estruturas primárias e secundárias, análises geométrica, cinemática e dinâmica de estruturas, bem como exemplos de estruturas comuns em rochas sedimentares e ígneas.

Deformação das rochas
Deformação das rochasDeformação das rochas
Deformação das rochas

A deformação das rochas ocorre devido à aplicação de forças, podendo resultar em dobras ou falhas. Dobras ocorrem quando as rochas se deformam plasticamente sob forças compressivas, adquirindo dobras permanentes. Falhas ocorrem quando há quebra ou deslizamento dos blocos rochosos sob forças distensivas ou de cisalhamento. A análise da deformação das rochas permite reconstituir eventos geológicos passados.

falhasnormaldobras
• AS LINEAÇÕES
• As lineações de
estiramento são uma
das feições mais
características das
zonas de cisalhamento
dúctil. A deformação é
geralmente plana,geralmente plana,
gerando planos lineares
(tectonitos L/S). O
estiramento pode ser
extremamente
importante, registrado
na forma de lineações
minerais e de
alongamento.
• O plano C, ou plano
de cisalhamento,
geralmente não é
materializado, a não
ser nos domínios de
maior intensidade da
deformação onde adeformação onde a
foliação passa a ser
paralela à ZCD,
conforme se observa
na figura ao lado.
• Em certos casos,
como na figura ao
lado, quando a
deformação é
intensa e nos
domínios onde o
ângulo entre S e Cângulo entre S e C
está em torno de
10 a 15º, pequenos
planos de
cisalhamento
paralelos ao plano
C podem aparecer.
• AS DOBRAS
• Nas ZCD, as dobras são
frequentes, mas não
necessárias e nem
rítmicas.
• De maneira geral,
apresentam tendência
em ter seus eixosem ter seus eixos
paralelos ao eixo X do
elipsóide de deformação,
fato evidenciado pelo
paralelismo frenquente
dos eixos de dobras e da
lineação de estiramento.

Recomendado para você

Aula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 ggAula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 gg

As 3 frases são: 1) Rochas ígneas são formadas pelo resfriamento e consolidação do magma na crosta terrestre. 2) Existem diferentes tipos de rochas ígneas classificadas de acordo com sua composição química, textura, local de formação e tamanho de grãos. 3) A classificação leva em conta fatores como teor de sílica, presença de minerais máficos ou félsicos, e se formaram por cristalização em profundidade ou na superfície.

Dobras E Falhas
Dobras E FalhasDobras E Falhas
Dobras E Falhas

Este documento discute como as rochas podem se dobrar ou fraturar sob forças internas ou externas da Terra. Explica que rochas frágeis fraturam facilmente sob baixa pressão e temperatura, enquanto rochas dúcteis se deformam permanentemente sem fraturar sob alta pressão e temperatura. Detalha como essas propriedades se relacionam com a formação de dobras e falhas, e os tipos de tensão envolvidos - como compressão, tração e cisalhamento.

6 dobras e falhas
6   dobras e falhas6   dobras e falhas
6 dobras e falhas

O documento discute a deformação de rochas sob tensão. Apresenta os seguintes pontos principais: 1) Rochas podem se deformar elasticamente ou plasticamente dependendo das condições de pressão, temperatura e composição mineralógica. 2) Deformações incluem falhas (fraturas) em regiões rasas e dobramentos em regiões mais profundas. 3) Vários fatores influenciam o tipo de deformação como temperatura, presença de fluidos e tempo de aplicação da força.

• Em outros
casos,
apresentam
eixos curvos ou
mesmo uma
forma cônica
(dobras em(dobras em
bainha).
• A progressão da deformação faz com que as
dobras, que representam uma heterogeneidade
dificultando a deformação global da ZCD,
tendem a serem recortadas pela própria
evolução da xistosidade, conforme se pode
observar nas imagens seguintes, sobrando
apenas charneiras intrafoliais ou sendoapenas charneiras intrafoliais ou sendo
totalmente eliminadas. É notável que nas ZCD
que apresentam uma deformação
extremamente elevada, as dobras são raras ou
mesmo ausentes.
Geologia estrutural   zonas de cisalhamento dúctil
Esquema das principais feições nas ZCD

Recomendado para você

Deformações nas rochas
Deformações nas rochasDeformações nas rochas
Deformações nas rochas

O documento descreve três tipos principais de deformações em rochas: falhas distensivas, em que um bloco desce em relação ao outro; falhas compressivas, em que um bloco sobe em relação ao outro; e falhas de cisalhamento, em que os blocos se deslocam lateralmente um em relação ao outro.

deformações nas rochasfalhasfalhas inversas
Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1

Material de estudo de Geologia Estrutural para o 5.o Período de Engenharia de Minas - FINOM. Estudo das falhas.

falharepresentação das falhaselementos de falha
11 cartografia geologica
11 cartografia geologica11 cartografia geologica
11 cartografia geologica

1) Cartas geológicas são documentos que sintetizam informações sobre materiais geológicos de uma região, baseadas em levantamentos de campo. 2) Estas cartas representam fenômenos geológicos e história geológica de uma área, utilizando símbolos para rochas, estruturas e idades. 3) Cartas geológicas são usadas para prospecção de recursos naturais, planejamento do uso do solo e identificação de riscos geológicos.

Rochas Metamórficas nas ZCD
• Nas zonas de falha, o trituramento de fragmentos da
rocha encaixante pode levar, por processos rúpteis, a
uma forte redução generalizada de granulação e a
formação de rochas características, as rochas
cataclásticas.
• No caso da zona de cisalhamento, a redução da
granulação é decorrente principalmente de processosgranulação é decorrente principalmente de processos
dúcteis, em particular a recristalização dinâmica
(concomitante com o processo de deformação), e se
processa não às custas de fragmentos de rochas, mas
sim de minerais. Esses processos levam à formação de
rochas mais ou menos finas onde alguns restos
arredondados de minerais (às vezes chamados de
clastos, apesar do processo deformacional diferente)
flutuam numa matriz fina foliada.
• Metamorfismo dinâmico (cataclástico) - este tipo de
metamorfismo é caracterizado por pressão elevada e
temperaturas que podem variar de baixas a altas. Está
associado a zonas de falhas ou cisalhamentos, onde
blocos crustais são pressionados uns contra os outros.
A área de abrangência deste tipo de metamorfismo é
função direta da intensidade do falhamento, podendo
afetar rochas de composição e origem distintas. Tiposafetar rochas de composição e origem distintas. Tipos
de rochas formadas: milonitos.
• Milonito: é uma rocha metamórfica bandada ou
laminada na qual a textura original da rocha-mãe é
destruída por intenso cisalhamento dentro de uma zona
falha.
– Origem dinâmica, granulometria fina, cor váriavel,
incluindo cinza, marron e preto.
Geologia estrutural   zonas de cisalhamento dúctil
Rochas nas ZCD, em função da profundidade

Recomendado para você

Tipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentaresTipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentares

O documento classifica e descreve os principais tipos de rochas sedimentares de acordo com sua origem e composição. As rochas sedimentares podem ser terrígenas, formadas por detritos transportados para a bacia; aloquímicas, formadas pelo retrabalhamento de substâncias químicas na bacia; ou ortoquímicas, formadas por precipitação direta na bacia. Dentre as rochas terrígenas, destacam-se arenitos, conglomerados, argilitos e folhelhos. As rochas piroclásticas

Identificando as rochas aula 1
Identificando as rochas   aula 1Identificando as rochas   aula 1
Identificando as rochas aula 1

O documento descreve os quatro grupos principais de rochas que podem ser diferenciados pela granulação e estrutura, e fornece detalhes sobre como identificar rochas sedimentares, ígneas e metamórficas.

Geologia Estrutural Aula 18 fev
Geologia Estrutural   Aula 18 fevGeologia Estrutural   Aula 18 fev
Geologia Estrutural Aula 18 fev

O documento apresenta uma introdução à Geologia Estrutural, definindo estruturas como as formas e articulações internas e externas das rochas, resultantes de deformações causadas por movimentos tectônicos. Apresenta exemplos de estruturas primárias formadas durante a gênese das rochas e estruturas secundárias derivadas de deformações posteriores. Discute também o estudo das deformações em diferentes escalas e condições de pressão e temperatura.

geologia estruturalgeotectônica
Fonte: TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M. de; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F.
(Orgs.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
Geologia estrutural   zonas de cisalhamento dúctil
Referências
• Texto extraído de:
– ARTHAUD, M. Elementos de geologia estrutural. Fortaleza, 1998.
– CARNEIRO, Celso dal Ré et al. Tipos de folilação. DGAE/IG/UNICAMP.
Obtido em: http://www.ige.unicamp.br/site/aulas/87/FOLIACOES.pdf.
– FOSSEN, H. Structural Geology. Deformation: Chapter 2 e-module.
Obtido em:
http://www.rc.unesp.br/igce/petro/estrutural/Geol_Estrutural_Unesp_RC/Li
nks_uteis_files/02%20Deformation.swf.
– Geologia Estrutural. Deformação: conceitos básicos. Obtido em:
http://www3.ufpa.br/larhima/Material_Didatico/Graduacao/Geologia_Estru
tural/Capitulo_2_2007.pdf.
– UNESP. Rochas metamórficas. Acesso:
http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/metamorficas/metamorficas1.ht
ml.
– TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M. de; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F.
(Orgs.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ambientes de Sedimentação e Tempo Geológico
Ambientes de Sedimentação  e Tempo GeológicoAmbientes de Sedimentação  e Tempo Geológico
Ambientes de Sedimentação e Tempo Geológico
Yago Matos
 
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia EstruturalAnálise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
Alesson Guirra
 
Dobras elementos de uma dobra
Dobras   elementos de uma dobraDobras   elementos de uma dobra
Dobras elementos de uma dobra
marciotecsoma
 
Falhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobrasFalhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobras
Leandro Guedes
 
As rochas ígneas
As rochas ígneasAs rochas ígneas
As rochas ígneas
Marcio Santos
 
Geologia estrutural uso da bússola
Geologia estrutural   uso da bússolaGeologia estrutural   uso da bússola
Geologia estrutural uso da bússola
marciotecsoma
 
Os minerais e as suas características
Os minerais e as suas característicasOs minerais e as suas características
Os minerais e as suas características
Catir
 
Falhas e dobras
Falhas e dobrasFalhas e dobras
Falhas e dobras
anabela
 
Manual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia IManual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia I
Gabriela Leal
 
Metamorfismo
MetamorfismoMetamorfismo
Metamorfismo
Isabel Lopes
 
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
Camila Brito
 
Deformação das rochas
Deformação das rochasDeformação das rochas
Deformação das rochas
Isabel Lopes
 
Aula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 ggAula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 gg
Mauriceia Santana
 
Dobras E Falhas
Dobras E FalhasDobras E Falhas
Dobras E Falhas
Sérgio Luiz
 
6 dobras e falhas
6   dobras e falhas6   dobras e falhas
6 dobras e falhas
margaridabt
 
Deformações nas rochas
Deformações nas rochasDeformações nas rochas
Deformações nas rochas
Ana Castro
 
Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1
marciotecsoma
 
11 cartografia geologica
11 cartografia geologica11 cartografia geologica
11 cartografia geologica
railano
 
Tipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentaresTipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentares
Géssica Santos
 
Identificando as rochas aula 1
Identificando as rochas   aula 1Identificando as rochas   aula 1
Identificando as rochas aula 1
Marcus Corradini
 

Mais procurados (20)

Ambientes de Sedimentação e Tempo Geológico
Ambientes de Sedimentação  e Tempo GeológicoAmbientes de Sedimentação  e Tempo Geológico
Ambientes de Sedimentação e Tempo Geológico
 
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia EstruturalAnálise Estrutural - Geologia Estrutural
Análise Estrutural - Geologia Estrutural
 
Dobras elementos de uma dobra
Dobras   elementos de uma dobraDobras   elementos de uma dobra
Dobras elementos de uma dobra
 
Falhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobrasFalhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobras
 
As rochas ígneas
As rochas ígneasAs rochas ígneas
As rochas ígneas
 
Geologia estrutural uso da bússola
Geologia estrutural   uso da bússolaGeologia estrutural   uso da bússola
Geologia estrutural uso da bússola
 
Os minerais e as suas características
Os minerais e as suas característicasOs minerais e as suas características
Os minerais e as suas características
 
Falhas e dobras
Falhas e dobrasFalhas e dobras
Falhas e dobras
 
Manual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia IManual de Mineralogia I
Manual de Mineralogia I
 
Metamorfismo
MetamorfismoMetamorfismo
Metamorfismo
 
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
GEOLOGIA ESTRUTURAL- AULA 1
 
Deformação das rochas
Deformação das rochasDeformação das rochas
Deformação das rochas
 
Aula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 ggAula rochas ígneas 2012.2 gg
Aula rochas ígneas 2012.2 gg
 
Dobras E Falhas
Dobras E FalhasDobras E Falhas
Dobras E Falhas
 
6 dobras e falhas
6   dobras e falhas6   dobras e falhas
6 dobras e falhas
 
Deformações nas rochas
Deformações nas rochasDeformações nas rochas
Deformações nas rochas
 
Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1Estudo das Falhas 1
Estudo das Falhas 1
 
11 cartografia geologica
11 cartografia geologica11 cartografia geologica
11 cartografia geologica
 
Tipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentaresTipos de rochas sedimentares
Tipos de rochas sedimentares
 
Identificando as rochas aula 1
Identificando as rochas   aula 1Identificando as rochas   aula 1
Identificando as rochas aula 1
 

Destaque

Geologia Estrutural Aula 18 fev
Geologia Estrutural   Aula 18 fevGeologia Estrutural   Aula 18 fev
Geologia Estrutural Aula 18 fev
marciotecsoma
 
Falhas e Dobras
Falhas e Dobras   Falhas e Dobras
Falhas e Dobras
vialongadt
 
Deriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placasDeriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placas
Cláudia Moura
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
Wagner Andrade
 
Geologia estrutural exercício avaliativo 2
Geologia estrutural   exercício avaliativo 2Geologia estrutural   exercício avaliativo 2
Geologia estrutural exercício avaliativo 2
marciotecsoma
 
Laporan pengenalan alat
Laporan pengenalan alatLaporan pengenalan alat
Laporan pengenalan alat
Nopye Mariki
 
1 fluxo unidimensional - 05-08-2013
1   fluxo unidimensional - 05-08-20131   fluxo unidimensional - 05-08-2013
1 fluxo unidimensional - 05-08-2013
raphaelcava
 
shear zone-mylonites
shear zone-mylonites shear zone-mylonites
shear zone-mylonites
Abzal Alpysbayev
 
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO AORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
Astrid Siachoque
 
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
UFRJ
 
Cap 02 análise de tensões e deformações
Cap 02   análise de tensões e deformaçõesCap 02   análise de tensões e deformações
Cap 02 análise de tensões e deformações
Bianca Alencar
 
Three Types of Fractures
Three Types of FracturesThree Types of Fractures
Three Types of Fractures
bretty10
 
Propriedade dos Minerais
Propriedade dos MineraisPropriedade dos Minerais
Propriedade dos Minerais
Ana Paula Vieira Silva
 
3 fracture types
3 fracture types3 fracture types
3 fracture types
Stacie Hauenstein
 
DeformaçõEs Das Rochas
DeformaçõEs Das RochasDeformaçõEs Das Rochas
DeformaçõEs Das Rochas
Arminda Malho
 
Laporan praktikum 1 pengenalan alat
Laporan praktikum 1 pengenalan alatLaporan praktikum 1 pengenalan alat
Laporan praktikum 1 pengenalan alat
Andi Azizah
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
s1lv1alouro
 
Structure geology basics and applications
Structure geology   basics and applicationsStructure geology   basics and applications
Structure geology basics and applications
DR VINAY KUMAR PANDEY
 
CN: Ocorrência de falhas e dobras
CN: Ocorrência de falhas e dobrasCN: Ocorrência de falhas e dobras
CN: Ocorrência de falhas e dobras
nelsonesim
 

Destaque (19)

Geologia Estrutural Aula 18 fev
Geologia Estrutural   Aula 18 fevGeologia Estrutural   Aula 18 fev
Geologia Estrutural Aula 18 fev
 
Falhas e Dobras
Falhas e Dobras   Falhas e Dobras
Falhas e Dobras
 
Deriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placasDeriva continental e tectónica de placas
Deriva continental e tectónica de placas
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
 
Geologia estrutural exercício avaliativo 2
Geologia estrutural   exercício avaliativo 2Geologia estrutural   exercício avaliativo 2
Geologia estrutural exercício avaliativo 2
 
Laporan pengenalan alat
Laporan pengenalan alatLaporan pengenalan alat
Laporan pengenalan alat
 
1 fluxo unidimensional - 05-08-2013
1   fluxo unidimensional - 05-08-20131   fluxo unidimensional - 05-08-2013
1 fluxo unidimensional - 05-08-2013
 
shear zone-mylonites
shear zone-mylonites shear zone-mylonites
shear zone-mylonites
 
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO AORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
ORIGENS E AMBIENTES TECTÔNICOS DE GRANITOS TIPO A
 
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
Metamorfimo e rochas metamorficas (1)
 
Cap 02 análise de tensões e deformações
Cap 02   análise de tensões e deformaçõesCap 02   análise de tensões e deformações
Cap 02 análise de tensões e deformações
 
Three Types of Fractures
Three Types of FracturesThree Types of Fractures
Three Types of Fractures
 
Propriedade dos Minerais
Propriedade dos MineraisPropriedade dos Minerais
Propriedade dos Minerais
 
3 fracture types
3 fracture types3 fracture types
3 fracture types
 
DeformaçõEs Das Rochas
DeformaçõEs Das RochasDeformaçõEs Das Rochas
DeformaçõEs Das Rochas
 
Laporan praktikum 1 pengenalan alat
Laporan praktikum 1 pengenalan alatLaporan praktikum 1 pengenalan alat
Laporan praktikum 1 pengenalan alat
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
 
Structure geology basics and applications
Structure geology   basics and applicationsStructure geology   basics and applications
Structure geology basics and applications
 
CN: Ocorrência de falhas e dobras
CN: Ocorrência de falhas e dobrasCN: Ocorrência de falhas e dobras
CN: Ocorrência de falhas e dobras
 

Semelhante a Geologia estrutural zonas de cisalhamento dúctil

582866 macro estruturas-revisao1a
582866 macro estruturas-revisao1a582866 macro estruturas-revisao1a
582866 macro estruturas-revisao1a
anabela explicaexplica
 
Fundos oceânicos
Fundos oceânicosFundos oceânicos
Fundos oceânicos
Francisca Santos
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
Bárbara Pereira
 
Mapeamento em regiões com poucas exposições
Mapeamento em regiões com poucas exposiçõesMapeamento em regiões com poucas exposições
Mapeamento em regiões com poucas exposições
Marcio Santos
 
Classificação nineral
Classificação nineralClassificação nineral
Classificação nineral
João Nascimento
 
Resumorochasmetamrficas
ResumorochasmetamrficasResumorochasmetamrficas
Resumorochasmetamrficas
Giovani Lucca
 
Falhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobrasFalhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobras
Leandro Guedes
 
Estabilidadede taludes
Estabilidadede taludesEstabilidadede taludes
Estabilidadede taludes
Tamires Sales
 
Drenagem de Taludes
Drenagem de TaludesDrenagem de Taludes
Drenagem de Taludes
camilapasta
 
Estabilidadede taludes
Estabilidadede taludesEstabilidadede taludes
Estabilidadede taludes
Pedro Silva de Souza
 
RELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTALRELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTAL
Conceição Fontolan
 
Aula mineralogia fisica (1)
Aula mineralogia fisica (1)Aula mineralogia fisica (1)
Aula mineralogia fisica (1)
Rakel Angel
 
Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicas
Catir
 
Deformação das Rochas.pptx
Deformação das Rochas.pptxDeformação das Rochas.pptx
Deformação das Rochas.pptx
PedroDinis28
 
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
CarlaPatricia70
 
ConsequêNcias Da TectóNica De Placas
ConsequêNcias Da TectóNica De PlacasConsequêNcias Da TectóNica De Placas
ConsequêNcias Da TectóNica De Placas
Tânia Reis
 
4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra
Victoria Dias
 
4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra
Victoria Dias
 
Geomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvialGeomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvial
jrcruzoficial
 
Aula1 - Megaestruturas
Aula1 - MegaestruturasAula1 - Megaestruturas
Aula1 - Megaestruturas
Leonardo Felipe
 

Semelhante a Geologia estrutural zonas de cisalhamento dúctil (20)

582866 macro estruturas-revisao1a
582866 macro estruturas-revisao1a582866 macro estruturas-revisao1a
582866 macro estruturas-revisao1a
 
Fundos oceânicos
Fundos oceânicosFundos oceânicos
Fundos oceânicos
 
Dobras e falhas
Dobras e falhasDobras e falhas
Dobras e falhas
 
Mapeamento em regiões com poucas exposições
Mapeamento em regiões com poucas exposiçõesMapeamento em regiões com poucas exposições
Mapeamento em regiões com poucas exposições
 
Classificação nineral
Classificação nineralClassificação nineral
Classificação nineral
 
Resumorochasmetamrficas
ResumorochasmetamrficasResumorochasmetamrficas
Resumorochasmetamrficas
 
Falhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobrasFalhas atitude-dobras
Falhas atitude-dobras
 
Estabilidadede taludes
Estabilidadede taludesEstabilidadede taludes
Estabilidadede taludes
 
Drenagem de Taludes
Drenagem de TaludesDrenagem de Taludes
Drenagem de Taludes
 
Estabilidadede taludes
Estabilidadede taludesEstabilidadede taludes
Estabilidadede taludes
 
RELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTALRELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTAL
 
Aula mineralogia fisica (1)
Aula mineralogia fisica (1)Aula mineralogia fisica (1)
Aula mineralogia fisica (1)
 
Paisagens geológicas
Paisagens geológicasPaisagens geológicas
Paisagens geológicas
 
Deformação das Rochas.pptx
Deformação das Rochas.pptxDeformação das Rochas.pptx
Deformação das Rochas.pptx
 
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
6_dinamica_interna_dobras e falhas.pdf
 
ConsequêNcias Da TectóNica De Placas
ConsequêNcias Da TectóNica De PlacasConsequêNcias Da TectóNica De Placas
ConsequêNcias Da TectóNica De Placas
 
4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra
 
4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra4 estrutural-dobra
4 estrutural-dobra
 
Geomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvialGeomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvial
 
Aula1 - Megaestruturas
Aula1 - MegaestruturasAula1 - Megaestruturas
Aula1 - Megaestruturas
 

Mais de marciotecsoma

Hidrologia sustentabilidade dos aquíferos
Hidrologia   sustentabilidade dos aquíferosHidrologia   sustentabilidade dos aquíferos
Hidrologia sustentabilidade dos aquíferos
marciotecsoma
 
Geoquímica do solo aula 6
Geoquímica do solo   aula 6Geoquímica do solo   aula 6
Geoquímica do solo aula 6
marciotecsoma
 
Geoquímica do solo aula 5
Geoquímica do solo   aula 5Geoquímica do solo   aula 5
Geoquímica do solo aula 5
marciotecsoma
 
Impactos sobre os aquiferos
Impactos sobre os aquiferosImpactos sobre os aquiferos
Impactos sobre os aquiferos
marciotecsoma
 
Hidrologia aquíferos
Hidrologia   aquíferosHidrologia   aquíferos
Hidrologia aquíferos
marciotecsoma
 
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa   permeabiliade e infiltraçãoHidrologiqa   permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
marciotecsoma
 
Geoquímica sedimentação e intemperismo
Geoquímica   sedimentação e intemperismoGeoquímica   sedimentação e intemperismo
Geoquímica sedimentação e intemperismo
marciotecsoma
 
Hidrologia permeabilidade
Hidrologia   permeabilidadeHidrologia   permeabilidade
Hidrologia permeabilidade
marciotecsoma
 
Hdrologia aplicada
Hdrologia aplicadaHdrologia aplicada
Hdrologia aplicada
marciotecsoma
 
Hidrologia porosidade
Hidrologia   porosidadeHidrologia   porosidade
Hidrologia porosidade
marciotecsoma
 
Geoquímica - Dispersão Geoquímica
Geoquímica - Dispersão GeoquímicaGeoquímica - Dispersão Geoquímica
Geoquímica - Dispersão Geoquímica
marciotecsoma
 
Geoquímica Distribuição dos elementos químicos
Geoquímica   Distribuição dos elementos químicosGeoquímica   Distribuição dos elementos químicos
Geoquímica Distribuição dos elementos químicos
marciotecsoma
 
Geoquímica Aula 1
Geoquímica   Aula 1Geoquímica   Aula 1
Geoquímica Aula 1
marciotecsoma
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
marciotecsoma
 
Agua subterrânea aquíferos
Agua subterrânea   aquíferosAgua subterrânea   aquíferos
Agua subterrânea aquíferos
marciotecsoma
 
Ação geológica da água subterrânea
Ação geológica da água subterrâneaAção geológica da água subterrânea
Ação geológica da água subterrânea
marciotecsoma
 
Água subterrânea infiltração
Água subterrânea   infiltraçãoÁgua subterrânea   infiltração
Água subterrânea infiltração
marciotecsoma
 
Mapas topográficos e geológicos
Mapas topográficos e geológicosMapas topográficos e geológicos
Mapas topográficos e geológicos
marciotecsoma
 
A geologia de Paracatu - MG
A geologia de Paracatu - MGA geologia de Paracatu - MG
A geologia de Paracatu - MG
marciotecsoma
 
Hidrologia - Água Subterrânea 1
Hidrologia -  Água Subterrânea 1Hidrologia -  Água Subterrânea 1
Hidrologia - Água Subterrânea 1
marciotecsoma
 

Mais de marciotecsoma (20)

Hidrologia sustentabilidade dos aquíferos
Hidrologia   sustentabilidade dos aquíferosHidrologia   sustentabilidade dos aquíferos
Hidrologia sustentabilidade dos aquíferos
 
Geoquímica do solo aula 6
Geoquímica do solo   aula 6Geoquímica do solo   aula 6
Geoquímica do solo aula 6
 
Geoquímica do solo aula 5
Geoquímica do solo   aula 5Geoquímica do solo   aula 5
Geoquímica do solo aula 5
 
Impactos sobre os aquiferos
Impactos sobre os aquiferosImpactos sobre os aquiferos
Impactos sobre os aquiferos
 
Hidrologia aquíferos
Hidrologia   aquíferosHidrologia   aquíferos
Hidrologia aquíferos
 
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa   permeabiliade e infiltraçãoHidrologiqa   permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
 
Geoquímica sedimentação e intemperismo
Geoquímica   sedimentação e intemperismoGeoquímica   sedimentação e intemperismo
Geoquímica sedimentação e intemperismo
 
Hidrologia permeabilidade
Hidrologia   permeabilidadeHidrologia   permeabilidade
Hidrologia permeabilidade
 
Hdrologia aplicada
Hdrologia aplicadaHdrologia aplicada
Hdrologia aplicada
 
Hidrologia porosidade
Hidrologia   porosidadeHidrologia   porosidade
Hidrologia porosidade
 
Geoquímica - Dispersão Geoquímica
Geoquímica - Dispersão GeoquímicaGeoquímica - Dispersão Geoquímica
Geoquímica - Dispersão Geoquímica
 
Geoquímica Distribuição dos elementos químicos
Geoquímica   Distribuição dos elementos químicosGeoquímica   Distribuição dos elementos químicos
Geoquímica Distribuição dos elementos químicos
 
Geoquímica Aula 1
Geoquímica   Aula 1Geoquímica   Aula 1
Geoquímica Aula 1
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
 
Agua subterrânea aquíferos
Agua subterrânea   aquíferosAgua subterrânea   aquíferos
Agua subterrânea aquíferos
 
Ação geológica da água subterrânea
Ação geológica da água subterrâneaAção geológica da água subterrânea
Ação geológica da água subterrânea
 
Água subterrânea infiltração
Água subterrânea   infiltraçãoÁgua subterrânea   infiltração
Água subterrânea infiltração
 
Mapas topográficos e geológicos
Mapas topográficos e geológicosMapas topográficos e geológicos
Mapas topográficos e geológicos
 
A geologia de Paracatu - MG
A geologia de Paracatu - MGA geologia de Paracatu - MG
A geologia de Paracatu - MG
 
Hidrologia - Água Subterrânea 1
Hidrologia -  Água Subterrânea 1Hidrologia -  Água Subterrânea 1
Hidrologia - Água Subterrânea 1
 

Último

Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
mozalgebrista
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Mary Alvarenga
 
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
Pr Davi Passos - Estudos Bíblicos
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
marcos oliveira
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Mary Alvarenga
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LucliaMartins5
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
beathrizalves131
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
IsaiasJohaneSimango
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Mary Alvarenga
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Mary Alvarenga
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Luzia Gabriele
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
marcos oliveira
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 

Último (20)

Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
Resolução do Exame de Biologia UEM - 2008.
 
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.Atividade Dias dos Pais -  Meu Pai, Razão da Minha História.
Atividade Dias dos Pais - Meu Pai, Razão da Minha História.
 
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
(45-ESTUDO - LUCAS) A EPIRITUALIDADE DE JESUS
 
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdfoficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
oficia de construção de recursos para aluno DI.pdf
 
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
Texto e atividade -  Fontes alternativas de energiaTexto e atividade -  Fontes alternativas de energia
Texto e atividade - Fontes alternativas de energia
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdfLEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
LEMBRANCINHA Para-MENSAGEM de -FERIAS.pdf
 
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdfOficina de bases de dados - Dimensions.pdf
Oficina de bases de dados - Dimensions.pdf
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docxPlano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
Plano Analitico de Psicopedagogia -11 Classe- II Trimestre - 2024_014203.docx
 
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.Caça-palavras e cruzadinha -  Encontros consonantais.
Caça-palavras e cruzadinha - Encontros consonantais.
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.Texto e atividade -  O que fazemos com a água que usamos.
Texto e atividade - O que fazemos com a água que usamos.
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsxSe A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
Se A Música É O Alimento do Amor Não Parem de Tocar Luzia Gabriele.ppsx
 
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdfTrabalho Colaborativo na educação especial.pdf
Trabalho Colaborativo na educação especial.pdf
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 

Geologia estrutural zonas de cisalhamento dúctil

  • 1. Geologia Estrutural - FINOM Zonas de Cisalhamento Dúctil - ZCD 5.o Período de Eng. de Minas Prof. Márcio Santos http://professormarciosantos.blogspot.com.br /
  • 2. Zonas de Cisalhamento Dúctil - ZCD • São o equivalente e profundo das falhas das quais, em muitos casos, elas constituem o prolongamento natural. • A principal diferença é que, nas zonas de cisalhamentonas zonas de cisalhamento dúctil, o deslocamento relativo dos blocos não acontece ao longo de um plano de ruptura, mas de uma faixa, mais ou menos estreita deformada plasticamente.
  • 3. • Uma ZCD é uma faixa estreita de rochas, deformada de maneira plástica, onde o mecanismo principal da deformação é o cisalhamento simples (rotacional, não coaxial e com esforços paralelos à área do corpo), em regime de deformação plana (estiramento emregime de deformação plana (estiramento em uma das direções, encurtamento em outra direção, terceira direção sem deformação), separando dois compartimentos menos deformados e que apresentam um deslocamento relativo.
  • 4. A) Não rotacional, coaxial e com esforços perpendiculares à área do corpo. B) Rotacional, não coaxial e com esforços paralelos à área do corpo.
  • 5. • ZCD podem ser observadas em qualquer escala, do mm à escala continental, com rejeitos extremamente variáveis, podendo atingir centenas de km. • Existem zonas de cisalhamento em regime extensional, compressional e transcorrente. • As terminologias adotadas são as mesmas das falhas (por exemplo: zona de cisalhamento dúctil transcorrente(por exemplo: zona de cisalhamento dúctil transcorrente dextral normal, zona de cisalhamento dúctil com separação normal etc.). • A nomenclatura dos rejeitos é também idêntica à das falhas.
  • 6. As ZCD variam de mm a centenas de km.
  • 7. • Embora a deformação na zona de cisalhamento possa ser homogênea, não é geralmente o caso e é possível observar uma gradação da deformação do domínio menos deformado até o domínio mais deformado.deformado. • A distribuição da deformação é geralmente heterogênea: alternam-se faixas com intensidades de deformação extremamente variáveis, às vezes de maneira brusca.
  • 8. Resumo das principais características de uma ZCD • São zonas tabulares de deformação da crosta. • Ocorrem em todas as escalas, desde a milimétrica até aquela cortando toda a crosta e envolvendo centenas de quilômetros de desligamento. • Como as falhas, tendem a envolver grande quantidade de movimentos paralelos ao plano de cisalhamento (cisalhamento simples), mas também podem ser(cisalhamento simples), mas também podem ser influenciadas por outros tipos de deformação. • As ZCD de acentuada deformação plástica desenvolvem feição milonítica. • Também como as falhas, podem ser reversas, normais, transcorrentes ou mostrarem desligamentos oblíquos. • Tendem a exibir mergulhos menores que as falhas (exceto as transcorrentes).
  • 9. Feições características da ZCD • A FOLIAÇÃO • A foliação é a feição fundamental das zonas de cisalhamento dúctil, conseqüência principalmente da plasticidade cristalina e da rotação de minerais. • A foliação na ZCD não difere, basicamente, da xistosidade desenvolvida na maior parte das rochasxistosidade desenvolvida na maior parte das rochas metamórficas deformadas. • A intensidade da deformação, às vezes muito elevada nestas zonas, pode provocar uma recristalização dinâmica importante, levando a uma drástica redução do tamanho dos grãos. Esta xistosidade é, às vezes, chamada de foliação milonítica.
  • 10. • Foliação milonítica definida pela forte recristalização de quartzo em feldspato defeldspato de granitos deformados da Faixa Sergipana (a) e do oeste Australiano (b).
  • 11. • Quanto mais intensa a deformação, mais o plano de foliação (S) se aproxima do plano de cisalhamento C (quando a(quando a deformação é pouco intensa, a foliação, pouco visível, forma um ângula de cerca de 35/40º com C).
  • 12. • A foliação, apesar de ser uma feição penetrativa, às vezes preserva “ilhas” não deformadas, os pods de foliação (figura ao lado). Essas feições (figura ao lado) são(figura ao lado) são encontradas em qualquer escala, da lãmina delgada até a escala regional, em megazonas de cisalhamento.
  • 13. • AS LINEAÇÕES • As lineações de estiramento são uma das feições mais características das zonas de cisalhamento dúctil. A deformação é geralmente plana,geralmente plana, gerando planos lineares (tectonitos L/S). O estiramento pode ser extremamente importante, registrado na forma de lineações minerais e de alongamento.
  • 14. • O plano C, ou plano de cisalhamento, geralmente não é materializado, a não ser nos domínios de maior intensidade da deformação onde adeformação onde a foliação passa a ser paralela à ZCD, conforme se observa na figura ao lado.
  • 15. • Em certos casos, como na figura ao lado, quando a deformação é intensa e nos domínios onde o ângulo entre S e Cângulo entre S e C está em torno de 10 a 15º, pequenos planos de cisalhamento paralelos ao plano C podem aparecer.
  • 16. • AS DOBRAS • Nas ZCD, as dobras são frequentes, mas não necessárias e nem rítmicas. • De maneira geral, apresentam tendência em ter seus eixosem ter seus eixos paralelos ao eixo X do elipsóide de deformação, fato evidenciado pelo paralelismo frenquente dos eixos de dobras e da lineação de estiramento.
  • 17. • Em outros casos, apresentam eixos curvos ou mesmo uma forma cônica (dobras em(dobras em bainha).
  • 18. • A progressão da deformação faz com que as dobras, que representam uma heterogeneidade dificultando a deformação global da ZCD, tendem a serem recortadas pela própria evolução da xistosidade, conforme se pode observar nas imagens seguintes, sobrando apenas charneiras intrafoliais ou sendoapenas charneiras intrafoliais ou sendo totalmente eliminadas. É notável que nas ZCD que apresentam uma deformação extremamente elevada, as dobras são raras ou mesmo ausentes.
  • 20. Esquema das principais feições nas ZCD
  • 21. Rochas Metamórficas nas ZCD • Nas zonas de falha, o trituramento de fragmentos da rocha encaixante pode levar, por processos rúpteis, a uma forte redução generalizada de granulação e a formação de rochas características, as rochas cataclásticas. • No caso da zona de cisalhamento, a redução da granulação é decorrente principalmente de processosgranulação é decorrente principalmente de processos dúcteis, em particular a recristalização dinâmica (concomitante com o processo de deformação), e se processa não às custas de fragmentos de rochas, mas sim de minerais. Esses processos levam à formação de rochas mais ou menos finas onde alguns restos arredondados de minerais (às vezes chamados de clastos, apesar do processo deformacional diferente) flutuam numa matriz fina foliada.
  • 22. • Metamorfismo dinâmico (cataclástico) - este tipo de metamorfismo é caracterizado por pressão elevada e temperaturas que podem variar de baixas a altas. Está associado a zonas de falhas ou cisalhamentos, onde blocos crustais são pressionados uns contra os outros. A área de abrangência deste tipo de metamorfismo é função direta da intensidade do falhamento, podendo afetar rochas de composição e origem distintas. Tiposafetar rochas de composição e origem distintas. Tipos de rochas formadas: milonitos. • Milonito: é uma rocha metamórfica bandada ou laminada na qual a textura original da rocha-mãe é destruída por intenso cisalhamento dentro de uma zona falha. – Origem dinâmica, granulometria fina, cor váriavel, incluindo cinza, marron e preto.
  • 24. Rochas nas ZCD, em função da profundidade
  • 25. Fonte: TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M. de; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. (Orgs.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.
  • 27. Referências • Texto extraído de: – ARTHAUD, M. Elementos de geologia estrutural. Fortaleza, 1998. – CARNEIRO, Celso dal Ré et al. Tipos de folilação. DGAE/IG/UNICAMP. Obtido em: http://www.ige.unicamp.br/site/aulas/87/FOLIACOES.pdf. – FOSSEN, H. Structural Geology. Deformation: Chapter 2 e-module. Obtido em: http://www.rc.unesp.br/igce/petro/estrutural/Geol_Estrutural_Unesp_RC/Li nks_uteis_files/02%20Deformation.swf. – Geologia Estrutural. Deformação: conceitos básicos. Obtido em: http://www3.ufpa.br/larhima/Material_Didatico/Graduacao/Geologia_Estru tural/Capitulo_2_2007.pdf. – UNESP. Rochas metamórficas. Acesso: http://www.rc.unesp.br/museudpm/rochas/metamorficas/metamorficas1.ht ml. – TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M. C. M. de; FAIRCHILD, T. R.; TAIOLI, F. (Orgs.) Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000.