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DISTRIBUÍDO NOS BAIRROS: SANTA CÂNDIDA, BOA VISTA, BACACHERI, TINGUI, ATUBA, AHÚ, CABRAL, JUVEVÊ E CACHOEIRA
DISTRIBUÍDO NOS BAIRROS: SANTA CÂNDIDA, BOA VISTA, BACACHERI, TINGUI, ATUBA, AHÚ, CABRAL, JUVEVÊ E CACHOEIRA
EDIÇÃO 145 | FEVEREIRO DE 2023 - CURITIBA
BRASILEIRA
INVENTA CHIP
QUE SERÁ NOVA
REVOLUÇÃO DE
TECNOLOGIA
PREFEITURA RESGA-
TA DEZ CÃES E APLI-
CA MULTAS DE R$ 26
MIL POR MAUS TRA-
TOS NO ABRANCHES
E BARREIRINHA
Página 2
Página 5
BANCO TERÁ QUE
DEVOLVER MAIS DE
27 MIL PARA IDOSO
QUE CAIU EM GOLPE
DA FALSA CENTRAL
TELEFÔNICA
Página 4
A MEMÓRIA
CULTURAL E
RELIGIOSA DE
ANTONINA NA
BIBLIOTECA
PÚBLICA DO
PARANÁ
Página 3
azeta
do Santa Cândida
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O J O R N A L Q U E T E M O Q U E FA L A R
CUIDADORA
CUIDADORA
DE IDOSOS
Higiene ● Alimentação ● Remédios ● Interação ● Atividades Lúdica
Cuidar de nossos idosos é preservar
a nossa história é dar qualidade de vida
41 99980-3530 Rua XV de Novembro, 412 - Loja 12 - Centro - Curitiba - PR
SHOPPING QUINZE CENTER
MAIS DE 20 ANOS DE EXPERIÊNCIA
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ABANDONA Página 6
TERMINAL SANTA CÂNDIDA TEM
OBRAS PARA INSTALAÇÃO DE
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Página 6
Foto:
Jose
Fernando
Ogura
SMCS
PAU-DE-TINTA, PAU-BRASIL, BRASIL;
PAU-DE-TINTA, PAU-BRASIL, BRASIL;
A RELEVÂNCIA NA HISTÓRIA DO PAÍS
A RELEVÂNCIA NA HISTÓRIA DO PAÍS
Página 11
Buffet e para viagem,
10 pratos quentes e 5 saladas.
RESTAURANTE
MeuCantinhoRestauranteCuritiba 41 99684-7710
Rua Delegado Miguel Zacarias, 116, Bairro Boa Vista.
CARDÁPIO
DASEMANA
SEGUNDA-FEIRA: ESTROGONOFE
TERÇA-FEIRA: POLENTA COM FRANGO
QUARTA-FEIRA: QUIRERA
QUINTA-FEIRA: CARNE DE PANELA
SEXTA-FEIRA: BUCHINHO
SÁBADO: FEIJOADA COMPLETA
COM FOGÃO A LENHA
azeta
do Santa Cândida
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2 Fevereiro
2023
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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EXPEDIENTE
AS MATÉRIAS ASSINADAS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL
Diretor
Adilson da Costa Moreira
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Diagramação: Ulysses de Melo
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Empresa
Adilson da Costa Moreira
Endereço: Rua Hilário Moro, 526, Tingui.
Colaborador: José Cândido (In memoriam)
Impresso dia: 07 de fevereiro 2023
Departamento Comercial
Johana Choinski
Fone: 41 99211-8943
E-mail: contato@gazetadosantacandida.com.br
adilsongazeta@gmail.com
Tiragem: 5.000 exemplares
Desde que comecei a trabalhar com a ideologia
de que o dinheiro não é tudo na vida, recebo
diversas críticas, dizendo que sou “filhinho de
mamãe”. Cheguei até a receber de uma grande
amiga a resposta de que não preciso do dinheiro.
Pois é, em um mundo capitalista, quem se
preocupa com o próximo é destituído de seu
posto por visões pejorativas e difamatórias, para
que sigam todos a mesma lógica individualista e
horrenda do neoliberalismo.
Quero iniciar afirmando, que sim, tenho uma
posição confortável na sociedade brasileira, sem
histórico de precisar lutar pelo meu sustento,
nunca passei por uma dificuldade, estão todos
corretos quando me dizem isso, mas aí que está,
por que não olhar de outra forma?
Por que não entender que estou aproveitando
do meu privilégio branco, não pegando e doan-
do milhões para uma instituição e não olhando
na cara as pessoas que realmente precisam, pois
isso sim é valorizado pelas pessoas de forma ig-
norante, até porque, sempre escuto: olha que lin-
do, o Neymar doa milhões para instituições de
caridade. E o que ele fez para mudar a situação
das pessoas carentes? Assistencialismo é muito
bonito, até porquê mantém a lógica perversa do
capital.
Mas olhar para mim como um professor que
teve a oportunidade de ter um alto conhecimen-
to cultural, uma formação acadêmica adequada,
podendo passar essa oportunidade para todas as
pessoas, claro, gostaria que fossem todas, mas
sei que há pessoas que nem minhas aulas tem
condições para realizar.
É muito fácil para um professor gabaritado, for-
mado em Letras em uma federal ou universidade
renomada cobrar uns cem reais por mês e nivelar
seus alunos, sem pensar no próximo só dando
aula para pessoas de alta renda, fazendo do en-
sino algo apenas para uma elite que pode pagar
cem reais pela hora de um profissional. Ninguém
vê, que este profissional nada mais faz do que
nivelar seus alunos pela classe social, pensando
no benefício próprio. Sim, benefício próprio.
Chamo de benefício próprio, pois um profes-
sor que cobra cem reais a hora de sua aula, não
precisará de muitos alunos no mês para ter uma
renda de um professor como eu, que cobro ape-
nas trinta, ou seja, além deste professor estar
fazendo do ensino algo para pessoas de até no
máximo uma classe médica alta, ele também está
pensando no seu luxo.
Fazendo uma conta básica, este professor para
receber três mil reais no mês, precisará de no
Uma pesquisa realizada por cientistas da Uni-
versidade de São Paulo (USP) busca desenvolver
uma nova maneira de fabricar memórias com-
putacionais. Conhecidas como memória resis-
tiva (ReRAM), ou simplesmente memristores,
o artifício tecnológico retira a divisão das infor-
mações dos eletrônicos em unidades de arma-
zenamento e memória instantânea. Ou seja, caso
você esteja usando um computador essa tecno-
logia e a energia cair, os documentos, arquivos e
jogos não serão reiniciados.
Basicamente, a ideia proposta por Marina Spar-
voli, pós-doutoranda do Instituto de Física (IF),
pode acabar com o medo mundial de perder os
arquivos não salvos porque o computador desli-
gou repentinamente. Isso porque atualmente os
eletrônicos que usamos durante o dia-a-dia pos-
suem as chamadas memórias de acesso aleatório
(RAM). Ou seja, as informações são perdidas
quando o dispositivo é desligado.
Isso porque, com os memristores, não haverá a
divisão das informações dos eletrônicos em uni-
dade de armazenamento (que não depende de
energia) e memória instantânea (que apaga com
o aparelho desligado).
Para o professor José Fernando Chubaci, super-
visor de Sparvoli, a forma que os memristores
podem ser criados na USP é inédita e podem
ter uma aplicação no mercado internacional nos
próximos 10 a 20 anos.
“A doutora Marina conseguiu criar memórias
DINHEIRO TE VALORIZA? A BRASILEIRA INVENTA CHIP QUE SERÁ
NOVA REVOLUÇÃO DE TECNOLOGIA
mínimo oito alunos, isso se cada aluno tiver ape-
nas uma aula por semana, quatro vezes no mês.
Já eu, com o valor de trinta reais a hora, preciso
de vinte e cinco alunos para poder suprir os mes-
mos gastos.
A mas, professor, você estará se desgastando
muito mais do que o outro. Sim, com certeza.
Digo mais, estarei também muito mais desgasta-
do do que esse professor, com certeza, mas para
mim a ganância de sempre mais e mais, não faz
sentido, me vale mais aproveitar para ajudar a
sustentar o que tenho do que morrer em minhas
ambições sem sentido.
Mas pense por outro lado. Estarei ensinando e
podendo passar o conhecimento que tive o priv-
ilégio de ter para muito mais pessoas do que o
outro professor.
Assim, com esse argumento retiro a visão pejo-
rativa de que não preciso do dinheiro, pois na
suposição, eu preciso para sobreviver o mes-
mo valor que o outro professor, o que muda,
é a quantidade de alunos pelos quais poderei
difundir as aulas e sobretudo, o que é mais im-
portante, posso garantir, que com uma aula por
semana, pagando cento e vinte reais e não qua-
trocentos, estarei dando aula para classes sociais
muito mais baixas do que o professor que cobra
cem a hora.
Vale deixar claro, que com esta escolha, tive que
mudar o sonho de morar na capital paulista para
morar no interior, pois minha renda não com-
portaria viver sozinho onde sempre estive acos-
tumando.
Um professor dá aula para seu próprio luxo ou
para tornar as pessoas cidadãos pensantes? Fica
a dúvida, né?
*Danilo Espindola Catalano é escritor, pesquisa-
dor e professor de espanhol, dedicado a passar a
cultura latino-americana aos seus alunos. Grad-
uado em Sociologia e Política pela Fundação
Escola de Sociologia e Política de São Paulo,
pós-graduado em Metodologia do Ensino da
Língua Espanhola e Especializando em Edu-
cação e Cultura pela Faculdade Latino-ameri-
cana de Ciências Sociais Brasil.
*Danilo Espindola Catalano é escritor, pesquisa-
dor e professor de espanhol, dedicado a passar a
cultura latino-americana aos seus alunos. Grad-
uado em Sociologia e Política pela Fundação
Escola de Sociologia e Política de São Paulo,
pós-graduado em Metodologia do Ensino da
Língua Espanhola e Especializando em Edu-
cação e Cultura pela Faculdade Latino-ameri-
cana de Ciências Sociais Brasil.
resistivas usando grafeno com o Iton, o óxido de
índio-estanho com dopagem de nitrogênio, am-
pliando o espaço de pesquisa na área e trazendo
conhecimento ao nosso laboratório”, disse o do-
cente, ressaltando que o processo normalmente
é feito baseado em dióxido de titânio (TiO2), um
sólido branco que inclusive pode ser tóxico.
Materiais usados:
Uso do grafeno e do ITON é inédito; ITON é
uma variação do óxido de índio e estanho, ITO;
o “N” a mais na sigla é de Nitrogênio.
O grafeno, por sua vez, é uma forma cristalina
plana baseada no carbono, que é um dos elemen-
tos mais abundantes no planeta.
Futuro promissor:
Velocidade incrivelmente maior para PCs e até
para Smartphones.
Menor chance de perda de dados.
Aparelhos ainda mais compactos e leves que os
atuais.
Menor consumo de energia.
Outros pesquisadores contribuíram para o es-
tudo: Ronaldo Mansano e Guilherme Lenz, da
Escola Politécnica da USP, além de Fábio Jorge,
do IFUSP, também estão na patente. O professor
Arturo Sarmiento, da INAOE de Puebla, ajudou
em discussões iniciais do projeto
Um novo tipo de memória foi criado por cientistas da USP e teve o pedido de
registro aceito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial
Imagem:
Pesquisadora
Marina
Sparvoli
–
Foto:
Marcos
Santos
/
Imagens
USP
Imagem:
Freepik.
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3
Fevereiro
2023
Biblioteca
Pública
do
Paraná,
Gzt
Stc
NA APROPRIAÇÃO INDEVIDA DA BANDEIRA
EM ATOS DE REIVINDICAÇÕES, SERÁ QUE OS
‘PATRIOTAS’SABEM SOBRE SEUS SÍMBOLOS E
CONTEÚDOS?
Conforme a constituição e estipulação da legis-
lação especifica do nosso país, a bandeira bra-
sileira foi criada por meio de decreto assinado
pelo presidente provisório que assumiu após
a Proclamação da República, foi implantada
no dia 19 de novembro de 1889, cada item da
bandeira tem um significado distinto. A última
modificação aconteceu em 1992: a bandeira
passou a ter mais quatro estrelas, representan-
do os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e
Rondônia ficando com 27 estrelas por decreto, a
cada novo estado que surgir será mais uma estre-
la na bandeira. No céu do Rio de Janeiro, no dia
15 de novembro de 1889 e nesta configuração es-
trelar deu a posição de cada estrela como a base
na bandeira, existem astrônomos que afirma que
há imprecisões na posição das estrelas ficando
somente a orientação estética.
A primeira bandeira de nosso país surgiu logo
após a declaração de nossa Independência,
que aconteceu em 1822. As cores da bandeira
foram escolhidas pelo imperador, e o desenho
da bandeira foi executado pelo pintor francês
Jean-Baptiste Debret, que se inspirou nas ban-
deiras utilizadas pelas tropas militares francesas
do período da Revolução Francesa. A bandeira
possuía o fundo verde, um losango amarelo e o
brasão de Armas do Império, que também foi
criado por Debret.
Origem das cores
Com herança os símbolos do estandarte imperi-
al mudam os significados. Também incorporou
a frase “Ordem e Progresso”, que foi inspirada
em um lema do positivismo, corrente filosófica
popular na época.
O positivismo ditava que a ciência era a única
forma de progresso para a sociedade moderna.
A frase original, cunhada pelo positivista Au-
gusto Comte, era “o amor por princípio, a ordem
por baixo e o progresso por cima”.
As cores; verde, amarelo, azul e branco estampa-
das na bandeira, a escolha tem uma relação di-
reta com a história de Portugal. Verde: era a cor
utilizada pelos primeiros povos que habitaram a
Lusitânia, região que corresponde atualmente à
Portugal. A cor também se tornou um símbolo
português durante a luta contra os mouros e pas-
sou a simbolizar liberdade.
Amarelo: fazia parte do brasão de armas de
Portugal, sendo adicionado após a conquista
do Algarve. Além disso, o amarelo também era
uma cor que simbolizava os Habsburgo-Lorena,
dinastia da qual D. Leopoldina (esposa do im-
perador) fazia parte.
Azul e branco: remontam ao Condado Portucale,
do qual surgiu Portugal. As cores desse condado
Estandarte/
Douglas
Fróis/
acervo.
MAE-
Ufpr
A MEMÓRIA CULTURAL E RELIGIOSA DE
ANTONINA NA BIBLIOTECA PÚBLICA DO
PARANÁ
Entrou em cartaz dia 28 de fevereiro, na Bibliote-
ca Pública do Paraná, a exposição Rogai Por Nós,
que apresenta a memória das comunidades fre-
quentadoras das capelas e igrejas do município
histórico de Antonina, no litoral do estado. São
21 estandartes, além de fotos e imagens religio-
sas, organizados por meio de uma parceria entre
o Museu de Arqueologia e Etnologia da Uni-
versidade Federal do Paraná (MAE-UFPR) e o
Grupo Folclórico Boi Barroso. A mostra abre às
14h30, no hall térreo da BPP, e fica disponível
para visitação até o dia 1º de abril. A entrada é
gratuita.
Mostra “Rogai Por Nós” é formada por estand-
artes, fotos e imagens religiosas, organizados por
meio de uma parceria entre o Museu de Arqueo-
logia e Etnologia da UFPR e o Grupo Folclórico
Boi Barroso.
Já apresentada em Antonina e em espaços da
UFPR, Rogai Por Nós busca mostrar que as co-
munidades do entorno de cada capela são parte
fundamental da configuração da cidade como
espaço de memória. A exposição tem curador-
ia da Família Pinto, responsável pelas atividades
do Boi Barroso e conhecida por seu trabalho de
preservação cultural no município, e da profes-
sora Deise Picanço — do projeto Mutirão Mais
Cultura, da UFPR, que desenvolve ações em par-
ceria com associações de moradores de comuni-
dades tradicionais de pescadores, quilombolas,
indígenas, carnavalescos e artesãos.
“Trata-se de um trabalho de pesquisa que revela
não só o caráter religioso de Antonina, mas tam-
bém a riqueza de sua memória afetiva traduzida
pela produção poética, hinos de louvação e oral-
idades presentes em cada estandarte”, diz Ronald
Pinheiro, produtor-executivo da mostra na BPP.
“É uma experiência inconfundível, situada no
fluxo entre o passado e o presente”, completa.
Serviço:
Exposição Rogai Por Nós
28 de fevereiro a 1º de abril, no hall térreo da
Biblioteca Pública do Paraná
Visitação de segunda a sexta, das 8h30 às 20h,
e aos sábados, das 8h30 às 13h
Entrada gratuita
foram escolhidas por D. Henrique da Borgonha.
A Casa de Bragança (a família de dom Pedro
I) remetia a sua marca ao retângulo verde; que
passou a representar nossa natureza. Casa de Lo-
rena (da arquiduquesa dona Leopoldina, esposa
de dom Pedro I) remetia a sua marca ao amarelo,
hoje símbolo da riqueza mineral do país. E o cír-
culo azul era a esfera armilar, também presente
na bandeira portuguesa do Império. Agora, indi-
ca nosso céu estrelado que; indaga ao question-
amento de astrônomos “ no céu daquele 15 de
novembro os astros tinham outra configuração’’.
Conclusão que se tira quando vemos alguém
se agitando ou se enrolando na bandeira prote-
stando nas ruas dizendo ser patriota e luta pelas
cores do Brasil e que jamais será de outra cor.
Cruz credo, como dizia minha avó; esta falta de
consciência e talvez pelo ‘egoelefantismo’ vai na
onda de seu ídolo
PARA EVITAR A MONARQUIA, OS
REPÚBLICANOS MUDARAM OS SIGNIFI-
CADOS DAS CORES
Ao colocar lado a lado a bandeira imperial e re-
publicana, percebe-se muitas coisas em comum.
A presença da esfera no meio, o losango ama-
relo e o retângulo verde. Isso acontece, pois, a
bandeira republicana foi baseada na bandeira
imperial.
O novo regime precisava conquistar o apoio da
população. Mudar um símbolo nacional não se-
ria uma boa forma de conseguir isso. Por isso,
foi preservada a maior quantidade de elemen-
tos possíveis. Para evitar o fortalecimento da
memória da monarquia, os republicanos muda-
ram o significado das cores:
Retângulo verde: deixa de simbolizar os Bra-
ganças para representar as matas brasilei-
ras; losango amarelo: deixa de simbolizar os
Habsburgos para representar o ouro do Brasil;
círculo azul: representa o céu brasileiro no dia
do golpe republicano (15 de novembro de 1889),
cada estrela refere-se a um Estado. Assim, a
quantidade de estrelas variou ao longo dos anos.
Hoje são 27. É interessante lembrar que a estrela
isolada não se trata do distrito federal, mas sim
do Estado do Pará
A frase escrita: a frase escrita na bandeira “Or-
dem e Progresso” refere-se ao lema positivista
“O Amor por princípio, a Ordem por base, e o
Progresso por fim”.
Os elementos referentes à Igreja Católica são re-
movidos da bandeira, já que o republicanismo
tinha como base o Estado Laico. Para além disso,
a bandeira é feita pelos positivistas, eles têm uma
religiosidadeprópriaesãocríticosaocatolicismo.
Adilson Moreira
azeta
do Santa Cândida
O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R
4 Fevereiro
2023
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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Um idoso de 85 anos perdeu mais de R$ 27 mil
após cair no golpe da falsa central telefônica. Ele
acreditou que estava falando com funcionários
de um banco quando, na verdade, se tratavam
de criminosos. Em posse dos dados do idoso,
os golpistas efetuaram saques e pagamentos, de
forma sucessiva, em menos de 24 horas. O idoso
entrou na Justiça e deve receber o valor perdido,
além de uma indenização por danos morais.
O caso ocorreu em novembro de 2021 com um
idoso que mora em Santos, no litoral de São
Paulo. Ele recebeu uma ligação de uma suposta
central de segurança do banco, informando que
haviam identificado movimentações suspeitas
na conta bancária dele. Ele disse à funcionária
que desconhecia as operações.
A atendente orientou o idoso a ligar para o tele-
fone que se encontrava no verso do cartão, para
cancelar as operações. Ao entrar em contato, ele
foi atendido por uma central de atendimento
eletrônico e direcionado a um menu para que
informasse o número do cartão e a respectiva
senha. A atendente fazia as perguntas, e ele con-
firmava os dados.
Um novo atendente, se identificando como se
fosse do setor de cancelamento de operações
do banco, informou ao idoso que ele precisava
solicitar o cancelamento dos referentes cartões.
Para isso, ele deveria cortar o cartão plástico ao
meio, no sentido de inutilizar a tarja magnética,
colocar em um envelope lacrado e endereçado
ao departamento de fraudes de cartões do banco.
O idoso fez todo o procedimento.
No dia seguinte, se dirigiu à agência bancária,
onde descobriu que tinha caído em um golpe.
Em menos de 24 horas, os criminosos efetuaram
saques e pagamentos com o cartão de crédito da
vítima, de forma sucessiva.
“Várias operações de cartões de crédito, uma
atrás da outra. Pagamentos em adegas, lava-rápi-
do, com valores de R$ 4 mil, R$ 5 mil, R$ 7 mil.
Valores muito altos”, explicou o advogado Fabri-
cio Posocco, que defende o idoso.
Sem apoio do banco
Anahi Santos, filha da vítima, falou que o pai não
suspeitou do golpe, a princípio. “Logo no dia se-
guinte, a gente já percebeu que tinha sido um
golpe e já tinham feito o estrago na conta dele.
Foi mais de R$ 27 mil”, conta ela.
A família entrou em contato com o banco, co-
letou todos os documentos e apresentou as ex-
plicações do que havia ocorrido. Segundo ela, a
instituição se negou a cancelar as operações de
saques e pagamentos realizadas pelos crimino-
sos.
“Mesmo nas faturas seguintes, eles poderiam
ter bloqueado e não bloquearam. Falaram que
não era possível porque foi feito diretamente
no estabelecimento e não tinham como inter-
Por não verificar a presença de dolo, a 13ª
Câmara de Direito Criminal do Tribunal de
Justiça de São Paulo acolheu recurso para ab-
solver um catador de recicláveis que foi acusado
de furtar móveis residenciais que estavam em
uma calçada, ao lado de uma lixeira.
Em primeiro grau, o catador foi condenado a um
ano de reclusão, em regime aberto, além do pag-
amento de 10 dias-multa. De acordo com os au-
tos, o réu passou em frente à casa da vítima e en-
controu na calçada uma mesa e quatro bancos,
que estavam ao lado de uma lixeira. Ele colocou
os objetos em seu carrinho e levou para casa.
Após ser reconhecido pelas imagens das câmeras
de segurança da região, o réu foi preso em fla-
grante. A tese defensiva foi de que ele acredita-
va que os móveis haviam sido descartados pelo
proprietário. Mesmo assim, foi condenado pelo
juízo de origem. O TJ-SP, por sua vez, entendeu
que não houve a intenção de cometer o delito e
absolveu o catador.
agir. Eles deixaram o prejuízo no colo dele, sem
nenhum apoio, nenhum acolhimento”, disse ela.
Abalado
Anahi conta que o pai ficou extremamente ab-
alado com a situação. “Ele estava muito con-
strangido, até meio deprimido. Ele se achou
responsável, que foi ingênuo, por ser uma pes-
soa de idade. Eu falei: vamos atrás”. Por isso, a
família entrou na Justiça para tentar recuperar o
valor perdido.
Segundo o advogado do idoso, o banco deveria
estar ciente das movimentações realizadas pelos
golpistas porque claramente destoaram do perfil
de consumo e do padrão financeiro do aposen-
tado.
“O banco tem por força de lei a obrigatoriedade
de poder fazer o monitoramento de operações.
Quando acontece [com] essa velocidade, o ban-
co tem que saber. Existe um sistema de monito-
ramento do banco que analisa o perfil do cliente
e falhou. Além da falha, a guarda dos dados da
pessoa”, falou Posocco.
Sentença
A sentença foi publicada em fevereiro deste ano.
O juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara
Cível de Santos, entendeu que estava nítido o
caráter fraudulento das operações e que o blo-
queio das ações deveria ter sido feito pela central
do banco.
Martinez declarou que a inexistência de débito
referente às compras no cartão de crédito do
idoso. Ele condenou o banco a devolver os va-
lores debitados da conta do idoso e as parcelas
pagas do cartão de crédito, totalizando o valor de
R$ 27.861,02. Além disso, arbitrou uma indeni-
zação no valor R$ 5 mil por danos morais.
Os golpistas, segundo Posocco, ainda não foram
identificados. O pagamento da indenização tam-
bém ainda não foi realizado, mas Anahi espera
que os valores sejam devolvidos ao pai, que ainda
sofre ao lembrar de toda a situação que passou.
“O banco tem responsabilidade e a gente preci-
sa acioná-los para isso. Não pode deixar como
se fosse a responsabilidade do cliente, única e
exclusivamente. Principalmente, se tratando de
um correntista de tanto tempo, com histórico e
movimentação muito claro, sem nenhum desvio.
Caso aconteça [com alguém], procure seus dire-
itos também”, falou.
Banco
Por meio de nota, o Banco do Brasil informou
que avalia o teor da decisão mencionada e que
somente se manifestará sobre os seus termos nos
autos do processo.
Por Mariane Rossi, g1 Santos
O relator, desembargador J. E. S. Bittencourt
Rodrigues, destacou em seu voto que, apesar da
autoria e materialidade serem indiscutíveis, é
preciso levar em consideração a falta da intenção
de cometer o furto, uma vez que o catador acred-
itava que os objetos haviam sidos descartados.
“O fato de os objetos estarem na calçada, do lado
da lixeira e do poste, bem como ser coletor de
material reciclável é o que milita a favor da ação
equivocada em supor que se tratava de descarte
de lixo”, disse o magistrado, lembrando que não
há modalidade culposa para o crime de furto,
sendo a absolvição a única solução cabível ao
caso.
Assim, diante do quadro probatório, o relator
afirmou que não ficou demonstrado, “de forma
estreme de dúvidas”, o dolo do agente de subtrair
“coisa alheia móvel”, conforme tipifica o artigo
155 do Código Penal. A decisão se deu por una-
nimidade.
Foto:
Arquivo
Pessoal
Casal
de
idosos
foi
vítima
de
golpe
da
falsa
central
telefônica
em
Santos,
SP
Imagem;
divulgação.
O Tribunal do Júri de Curitiba condenou a
25 anos de prisão o homem denunciado pelo
Ministério Público do Paraná pela morte da
ex-esposa em Curitiba em um caso de homicídio
triplamente qualificado. O crime ocorreu no dia
22 de junho de 2021, quando a vítima foi mor-
ta a tiros quando chegava em sua residência, no
bairro Santa Cândida, na capital. Ela deixou três
filhos, de 16, 11 e 9 anos.
Na sessão de julgamento, que teve início na quin-
ta-feira (23) e terminou na noite de sexta-feira
(24), o Conselho de Sentença reconheceu todas
as qualificadoras sustentadas pela Promotoria de
Justiça quando do oferecimento da denúncia: o
fato de ter sido praticado em razão do sexo fem-
inino da vítima (feminicídio), ter sido utilizado
recurso de dissimulação que dificultou sua def-
esa e o motivo torpe (não aceitar que a vítima
estava em um novo relacionamento, com uma
mulher).
Além do ex-marido – apontado como mandante
do crime –, o autor dos disparos foi condenado a
28 anos de prisão, também por homicídio quali-
ficado, e a um ano por fraude processual.
Relembre o caso – A denúncia do Ministério
Público foi proposta em julho de 2021 pela 1ª
Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra
a Vida e teve como base as investigações conduz-
idas pela Polícia Civil, que concluiu que o réu
contratou uma pessoa para matar a ex-esposa.
Assim, foram denunciados o ex-marido, o agres-
sor contratado e um terceiro elemento que, a pe-
dido do responsável pelos tiros, teria apagado do
celular conversas mantidas com o mandante do
homicídio para induzir os peritos e autoridades
judiciais a erro.
Câmeras desligadas – O MPPR sustentou a mo-
tivação de lesbofobia para o crime, na medida
em que, por conta do novo relacionamento da
vítima com uma mulher, o acusado teria passa-
do a “empreender diversos constrangimentos e
problemas”, dificultando o livre acesso dela aos
filhos do casal (alienação parental) e aos bens
adquiridos na constância do casamento (ocul-
tação de bens). “Assim, motivado pela lesbofobia
demonstrada com o inconformismo perante o
novo relacionamento da ofendida […] e munido
de egoísmo ao não acatar às reiteradas decisões
judiciais em prol da devida divisão de bens entre
os ex cônjuges”, o denunciado teria decidido pa-
gar recompensa no valor de R$ 38 mil em troca
da morte da ex-esposa.
Processo nº 0001031-84.2021.8.16.0006
Sem apoio do banco, o idoso entrou na Justiça e deve receber o valor perdido,
além de uma indenização por danos morais.
BANCO TERÁ QUE DEVOLVER MAIS DE 27 MIL
PARA IDOSO QUE CAIU EM GOLPE DA FALSA
CENTRAL TELEFÔNICA
CATADOR DE RECICLÁVEIS É ABSOLVIDO
PELO TJ-SP POR FURTO DE MÓVEIS QUE
ESTAVAM NA CALÇADA
HOMEM QUE MATOU A EX-ESPOSA,
CRIME MOTIVADO POR LESBOFOBIA NO
SANTA CÂNDIDA É CONDENADO A 25 ANOS
DE PRISÃO
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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azeta
do Santa Cândida
O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R
5
Fevereiro
2023
A Rede de Proteção Animal e a Delegacia de
Proteção ao Meio Ambiente, deflagraram oper-
ação em imóveis em que havia suspeita de um
criadouro de cães na região do bairro Abranches,
e de maus tratos a animais no bairro Barreirinha.
A Rede de Proteção Animal da Prefeitura de
Curitiba e a Delegacia de Proteção ao Meio Am-
biente da Polícia Civil (DPMA) deflagraram, na
tarde de hoje, uma operação em dois imóveis
suspeitos de funcionar como criadouro de cães,
no bairro Abranches, e de maus-tratos a animais,
no Barreirinha.
A ação aconteceu após uma série de denúncias
feitas à DPMA e registros de vizinhos pela Cen-
tral 156 e resultou na apreensão de dez animais.
O proprietário do imóvel do Abranches foi mul-
tado em R$ 12 mil, por criação e venda irreg-
ulares e maus-tratos aos animais. No segundo
local, com a constatação de maus-tratos, além
da apreensão, foi aplicada a multa de R$ 14 mil.
A chefe da Rede de Proteção Animal, Sueli Sa-
saoka, lembrou que a lei 13.914/2011 proíbe a
criação e disciplina o comércio de animais de es-
timação no município de Curitiba. “O comércio
precisa ter a liberação de funcionamento com o
alvará da atividade e indicar o criadouro de ori-
gem fora do município”, reforçou.
Comprar animais de estabelecimentos regular-
izados e fiscalizados pelo município é mais uma
garantia de que não houve maus-tratos. Os ani-
mais não podem ficar expostos por mais de seis
horas e devem ser comercializados com micro-
chip para que possam receber as informações
dos responsáveis.
Futura adoção
Os cães resgatados agora ficam sob responsab-
ilidade da ONG Projeto Ajudei como fiel de-
positária. Com o fim dos prazos do processo
administrativo, poderão seguir para adoção re-
sponsável.
Animal doméstico exige responsabilidade. Por
isso, antes de assumir a tutela de um é impor-
tante que:
Esteja certo de que todos da família concordam.
Prepare-se para ficar com ele por muito tempo
(12 anos, dependendo da espécie).
Assuma a responsabilidade pelo conforto e
bem-estar do seu animal de estimação, garantin-
do alimentação, saúde, higiene, lazer e atividades
apropriadas ao crescimento.
Planeje o que fará com o animal quando não
estiver em casa ou viajar.
Certifique-se de que existem recursos necessári-
os para mantê-lo. O carinho, a alegria e a com-
panhia compensam os cuidados com o animal
de estimação. Se você está pronto para ter o seu,
prefira adota do que comprar.
PREFEITURA RESGATA DEZ CÃES
E APLICA MULTAS DE
R$ 26 MIL POR MAUS TRATOS
NO ABRANCHES E BARREIRINHA
Imagem:
divulgação.
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do Santa Cândida
O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R
6 Fevereiro
2023
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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Com o avanço constante da tecnologia e do uso
dos recursos naturais, a preocupação com a
preservação do meio ambiente também cresce, a
gestão do prefeito está avante no uso de recursos
limpos, gerando, energias renováveis e promov-
endo o desenvolvimento de forma sustentável;
desde os primeiros dias de sua gestão o prefeito
pauta a responsabilidade ambiental e a economia
sustentável para Curitiba.
O Curitiba Mais Energia, programa da Prefei-
tura de Curitiba que tem como objetivo ampliar
o uso de fontes renováveis e menos poluentes
na cidade, avança com as obras no terminal do
Santa Cândida. Equipes trabalham no reforço da
estrutura que vai receber 900 módulos fotovolta-
icos para geração de energia elétrica.
De acordo com o diretor de eficiência Energética
e Geração de Energias Renováveis da Secretaria
Municipal do Meio Ambiente, João Carlos Fer-
nandes, a previsão é que as obras estejam final-
izadas em cerca de seis meses.
“A partir desse prazo, o sistema entra em op-
eração e passa a injetar a energia produzida
na rede da Companhia Paranaense de Energia
Elétrica (Copel), e será compensada nos prédios
do município, o que, além de sustentabilidade,
representa economia aos cofres públicos”, lem-
bra o diretor.
Assim do Santa Cândida, outros dois terminais
de ônibus devem se tornar usinas de energia so-
lar em breve: o do Boqueirão, que já tem o can-
teiro de obras montado; e o do Pinheirinho, em
fase final de licitação.
O programa Curitiba Mais Energia já contem-
plou com painéis o Palácio 29 de Março, o Salão
de Atos do Parque Barigui e a Galeria das Qua-
tro Estações do Jardim Botânico. Além da CGH
Nicolau Klüppel, que gera energia a partir da
queda d’água do Parque Barigui.
A entrega da Pirâmide Solar do Caximba, pre-
vista para o aniversário de Curitiba, em 29 de
março, também faz parte das ações do programa.
E há planos de licitar a instalação de módulos fo-
tovoltaicos também na rodoferroviária de Curitiba.
De acordo com a Polícia Militar (PM), a batida
foi no fim da tarde. Segundo a tabela Fipe, o car-
ro é avaliado em cerca de R$ 2 milhões. Segundo
a Policia Militar, o carro bateu contra uma lixei-
ra, que tinha base de concreto e estava instalada
na calçada de uma casa. Uma Ferrari 458 ficou
Por não verificar a presença de dolo, a 13ª
Câmara de Direito Criminal do Tribunal de
Justiça de São Paulo acolheu recurso para ab-
solver um catador de recicláveis que foi acusado
de furtar móveis residenciais que estavam em
uma calçada, ao lado de uma lixeira.
Em primeiro grau, o catador foi condenado a um
ano de reclusão, em regime aberto, além do pag-
amento de 10 dias-multa. De acordo com os au-
tos, o réu passou em frente à casa da vítima e en-
controu na calçada uma mesa e quatro bancos,
que estavam ao lado de uma lixeira. Ele colocou
os objetos em seu carrinho e levou para casa.
Após ser reconhecido pelas imagens das câmeras
de segurança da região, o réu foi preso em fla-
grante. A tese defensiva foi de que ele acredita-
va que os móveis haviam sido descartados pelo
proprietário. Mesmo assim, foi condenado pelo
juízo de origem. O TJ-SP, por sua vez, entendeu
que não houve a intenção de cometer o delito e
absolveu o catador.
Município de Colombo oferece atrações cul-
turais históricas da imigração italiana e gas-
tronômia e muitas aventuras nas propriedades
rurais e vinícolas, são mais de 20 anos do tur-
ismo rural com o Circuito Italiano de Turismo
Rural
Com quase 100 anos de história, a Casa de Cul-
tura do município de Colombo está ganhando
um novo telhado. Isso faz parte dos serviços
de reforma que o espaço receberá neste ano de
2023.
A troca do telhado, madeiramento e calhas é só
o início dos serviços de reforma que estão sendo
Com todos os projetos em funcionamento, a
Prefeitura terá uma economia estimada de 60%
na fatura de energia elétrica dos prédios públi-
cos municipais. “Precisamos lembrar também
que, além dos investimentos em infraestrutura, o
município promoveu treinamentos em eficiência
energética para o uso mais sustentável dos recur-
sos”, comentou Fernandes.
Durante a movimentação de trabalhadores no
terminal do Santa Cândida para o reforço das
estruturas, os usuários precisarão ter atenção
a possíveis interdições em algumas áreas, que
estarão devidamente isoladas e sinalizadas. No
momento, não há interferência no acesso e,
sempre que isso for necessário, a população será
avisada com antecedência.
Outro cuidado que vem sendo tomado é a ex-
ecução de serviços que causem mais transtornos
apenas fora do horário de pico.
parcialmente destruída, chamando a atenção de
curiosos.A dona da residência onde o aciden-
te aconteceu acionou a polícia, mas quando as
equipes chegaram ao local o condutor e o veículo
não estavam mais lá.
O relator, desembargador J. E. S. Bittencourt
Rodrigues, destacou em seu voto que, apesar da
autoria e materialidade serem indiscutíveis, é
preciso levar em consideração a falta da intenção
de cometer o furto, uma vez que o catador acred-
itava que os objetos haviam sidos descartados.
“O fato de os objetos estarem na calçada, do lado
da lixeira e do poste, bem como ser coletor de
material reciclável é o que milita a favor da ação
equivocada em supor que se tratava de descarte
de lixo”, disse o magistrado, lembrando que não
há modalidade culposa para o crime de furto,
sendo a absolvição a única solução cabível ao
caso.
Assim, diante do quadro probatório, o relator
afirmou que não ficou demonstrado, “de forma
estreme de dúvidas”, o dolo do agente de subtrair
“coisa alheia móvel”, conforme tipifica o artigo
155 do Código Penal. A decisão se deu por una-
nimidade.
realizados. No espaço será trocado o piso, reparo
das rachaduras e por fim o espaço ganhará uma
nova pintura.
A Casa é um patrimônio histórico da cidade, re-
sponsável por manter o acervo cultural do mu-
nicípio e atender ao público diariamente.
Além disso, o espaço também recebe exposições
de trabalhos de artistas da cidade de tempos em
tempos.
A reforma visa trazer melhorias e manter em
boas condições a Casa de Cultura que carrega
muitas histórias de Colombo
Preparação
para
os
futuros
painéis
fotovoltaicos
no
Terminal
Sta.
Cândida.
Foto:
Levy
Ferreira/SMCS
Programa Curitiba Mais Energia no Santa Cândida Foto: Levy Ferreira/SMCS
Foto:
Jefferson
Jaremtchuk
Imagem:
divulgação.
TERMINAL SANTA CÂNDIDA TEM OBRAS
PARA INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES
CARRO DE R$ 2 MILHÕES EM FRENTE
DESTRUIDA EM LIXEIRA E POSTE,
NO SANTA CÂNDIDA
CATADOR DE RECICLÁVEIS É ABSOLVIDO
PELO TJ-SP POR FURTO DE MÓVEIS QUE
ESTAVAM NA CALÇADA
PATRIMÔNIO HISTÓRICO MAIS ANTIGO
DA CIDADE DE COLOMBO, CASA DA
CULTURA PASSA POR REVITALIZAÇÃO
Polícia foi acionada, mas quando chegou ao local, motorista e carro não
estavam mais lá. Acidente aconteceu no bairro Santa Cândida,
fato ocorrido no dia 18 de fevereiro.
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azeta
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7
Fevereiro
2023
Neste dia 28 de fevereiro, Rafael Greca confere
o andamento das obras da primeira etapa do
Complexo do Tarumã, no viaduto da Avenida
Vitor Ferreira do Amaral, que está sendo alar-
gado para receber duas novas estações de ônibus
(Tarumã e Victor do Amaral), propiciar a ampli-
ação da integração do transporte coletivo e mel-
horar as condições no trânsito local.
As intervenções incluem a requalificação de vias
do entorno e das praças públicas Cova da Iria e
Mauro Ferreira, além de novo paisagismo e ilu-
minação. Os serviços são coordenados pela Sec-
retaria Municipal de Obras Públicas.
“A ideia é fazer no viaduto o novo terminal de
transportes da região do Tarumã, com esta-
cas cravadas que vão ampliar a estrutura viária
de maneira a permitir a linha expressa sobre a
Linha Verde e a transposição da Avenida Vitor
Ferreira do Amaral sem a necessidade de escav-
ação. Vamos ter orgulho dessa obra que ficará
pronta ao longo do meu mandato”, disse Greca.
Setran orienta motoristas em novos bloqueios de
trânsito para as obras do Complexo do Tarumã
O prefeito esteve no local acompanhado do
secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo
Araújo Rodrigues, do superintendente da Trail
Infraestrutura, Luiz Eduardo Guerra, do ger-
ente de contrato da Trail, Antônio Carlos Costa
Marques. A empreiteira foi a vencedora da lici-
tação para a execução da obra cujo valor do con-
trato é de R$ 92,8 milhões.
Também participaram da inspeção o diretor do
Departamento de Pavimentação da Smop, Lívio
O gim, destilado à base de zimbro e de cereais,
é a base de coquetéis com a cara do verão, como
gim-tônica. Mas a bebida destilada ainda tem a
produção incipiente no Brasil e, na maior parte
dos casos, é feita por homens. A curitibana Thais
Romfeld de Lima, 34 anos, quebrou a regra. Ela
percebeu o potencial da bebida e decidiu desen-
volver sua própria marca. Assim, tornou-se a
primeira mulher produtora de gim do Brasil.
Para chegar à produção do Route Gin, criado
em 2019 e produzido no município de Colombo,
Thais trocou uma carreira de sucesso no Direito
pelos desbravamentos no mundo do microem-
preendedorismo. Nessa jornada, contou com o
apoio do programa Bom Negócio da Prefeitura
de Curitiba, realizado pelo Vale do Pinhão.
“Faço o gim até com o pé nas costas, mas eu
precisava pensar no crescimento da empresa.
O Bom Negócio foi essencial para eu projetar
custos, precificar o produto e, principalmente,
ampliar meus contatos comerciais. Três meses
depois do programa, eu já tinha dobrado meu
lucro”, conta Thais.
Foram dois anos de preparação para entrar no
mercado. Entre 2020 e 2021, cuidou da definição
da receita autoral, na produção artesanal da
bebida, na montagem da estrutura na área rural
de Colombo para instalar o alambique de cobre,
na regularização e aprovação técnica do produto.
Em 2022, a Route Gin acelerou: com uma pro-
dução de 50 garrafas a cada lote, iniciou as ven-
das em feiras e via internet, diretamente ao con-
sumidor. O gim produzido por Thais também
está na carta de drinks de nove bares de Curitiba
e da Ilha do Mel.
Petterle Neto, e a engenheira e fiscal da obra,
Manuela Marqueño.
Iniciada em 25 de janeiro, a partir da interdição
da passagem de veículos sob o viaduto, a obra
está na etapa de cravação das 152 estacas metáli-
cas (76 em cada um dos lados) necessárias à
fundação e ampliação da estrutura viária.
Os pilares têm em média 19 metros de compri-
mento e começaram a ser cravados no lado norte
do viaduto, na lateral da CCV Veículos. Até o
fim da manhã desta quarta-feira, 32 estacas já
haviam sido fixadas. O trabalho se estenderá ao
longo das próximas semanas.
Para que as estacas sejam cravadas no local foi
necessário fazer o bloqueio total do viaduto, nos
lados sul e norte.
O diretor da CCV Veículos, Mário Veiga, foi ao
encontro do prefeito para ressaltar a importân-
cia da obra que vai provocar o desenvolvimento
da região. “Entendemos que é uma intervenção
necessária para o progresso da região, da cidade
e até dos municípios vizinhos”, disse Veiga.
A execução da obra impactou na rotina dos fun-
cionários e clientes do estabelecimento. “Sabe-
mos que podemos contar com o apoio da Pre-
feitura para minimizar a alteração das rotinas,
especialmente no trânsito, que com a conclusão
da obra ficará muito melhor”, completou.
Para quem circula pela região, a orientação da
Prefeitura é ficar atento aos boletins informati-
vos sobre o andamento da obra, novos desvios
e bloqueios e seguir as orientações de segurança
nas imediações dos canteiros e das atividades
“Ver a evolução de cada participante do Bom
Negócio é uma grande alegria porque, além de
transformarem a própria história, promovem o
desenvolvimento do seu entorno. A história da
Route Gin tem muito do Vale do Pinhão: mostra
o empreender feminino e que extrapolou Curi-
tiba, beneficiando também a Região Metropoli-
tana”, destaca a coordenadora do Programa Bom
Negócio na Agência Curitiba de Desenvolvi-
mento e Inovação, Daniela Vitório Del Puente.
Lugar de mulher é ...
Quando decidiu que lugar de mulher também é
na destilaria, Thais decidiu começar do começo:
aprender como é feito o gim. No primeiro cur-
so para destilar a bebida, era a única mulher. A
maioria masculina, por vezes, intimida, ela diz,
mas não o suficiente para desmotivá-la.
“Senti algumas resistências por ser mulher neste
meio. Nas negociações, quando meu marido
vai junto negociar a distribuição dos lotes com
outros homens, flui melhor, embora quem saiba
tudo sobre o produto seja eu”, contra a microem-
preendedora.
Para que outras não passem por isso, ela tem
priorizado parcerias femininas: são mulheres as
suas representantes comerciais e a responsável
técnica do produto.
Sabor local e sustentável
A marca paranaense de gim aposta na sustent-
abilidade ambiental e no uso de produtos locais
Foto:
Pedro
Ribas/SMCS
Curitibana
Thais
Romfeld
de
Lima,
primeira
mulher
produtora
de
gim
do
país.
Curitiba.
Foto:
Ricardo
Marajó/SMCS.
COMPLEXO TARUMÃ VAI
AMPLIAR INTEGRAÇÃO DO
TRANSPORTE COLETIVO;
RAFAEL GRECA VISTORIA OBRAS
PRIMEIRA MULHER PRODUTORA
DE GIM DO PAÍS É DE CURITIBA E
TEVE APOIO DO BOM NEGÓCIO
de máquinas e operários. Em caso de dúvida, é
possível entrar em contato pela Central 156, pelo
WhatsApp 41 99876-2903 ou com a Adminis-
tração Regional mais próxima.
Paralelamente aos trabalhos para ampliar o via-
duto acontecem obras nas vias que vão formar as
alças de acesso ao viaduto.
Equipes executam serviços de drenagem e terra-
planagem nas ruas Bandeirantes Dias Cortes, no
trecho compreendido desde a Linha Verde até
a Avenida Affonso Penna, também contempla-
da com as melhorias. As duas vias estão sendo
preparadas para receber a nova pavimentação
em 340 metros de extensão.
Rodrigo Araújo Rodrigues, secretário municipal
de Obras Pùblicas, destaca uma série de outras
melhorias que acontecem no Tarumã, a partir do
Programa Asfalto Novo, de revitalização da mal-
ha viária da cidade. “Estamos requalificando 11
para se sedimentar e expandir no mercado.
A produtora incluiu a mexerica e o limão rosa
na receita para ter um saber mais intimista e de
qualidade e que identifique a região onde foi
produzido. Seu gim também leva o obrigatório
zimbro, coentro, angélica, alcaçuz, pimenta Ja-
maica, jasmim e cardamomo.
A água usada vem do Aquífero Karst e tem baixo
teor de impurezas, facilitando a filtragem, o que
contribui para a qualidade do produto final.
A produção sustentável é outro diferencial. Thais
e o marido, João Rafael Bernardelli Gouveia, 42
anos, criaram um sistema de resfriamento que
reutiliza a água, evitando desperdícios.
Os resíduos sólidos estão sendo testados como
compostagem e os líquidos têm descarte correto.
Os clientes também podem retornar as garrafas
de vidro, que passam por um processo de higie-
nização específico e podem ser reaproveitadas.
O favorito da rainha
ruas da região, assegurando 4.169 metros de as-
falto novo para melhorar os caminhos de quem
circula pelo bairro”, disse Rodrigues.
São obras a partir da reciclagem do antigo antipó
desgastado pela ação do tempo e que estão alca-
nçando as ruas Frei Orlando, General Polli Coel-
ho, Maria Ficinska, Olga Graleska de Oliveira
Lima, Jacob Bertinato, Alexandre de Gusmão,
Raul Joaquim Quadros Gomes, Nagib Daher,
Presidente Epitácio Pessoa, Monte Castelo e
Affonso Penna.
O gim é famoso não só compor drinques bada-
lados como a gim-tônica, mas também era uma
das bebidas favoritas da rainha britânica Eliza-
beth II – o que fez com que a realeza produzisse
o seu próprio rótulo, feito com 12 botânicos se-
cretos colhidos nos jardins do palácio.
Apesar de o mercado brasileiro ainda ser dom-
inado por marcas estrangeiras, o potencial de
expansão para rótulos nacionais é grande: o con-
sumo de gim no mercado brasileiro saltou de 1,1
milhão de litros em 2016 para 13,1 milhões de
litros em 2021, segundo levantamento da Euro-
monitor. A estimativa é que, até 2026, o volume
triplique para 35,1 milhões de litros/ano.
Criado na Holanda no século 17, o gim gan-
hou popularidade na Inglaterra, onde ganhou
em qualidade. O nome deriva de variantes do
nome zimbro em diversos idiomas (genever, em
holandês; genievre, em francês, e ginepro, em
italiano).
azeta
do Santa Cândida
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8 Fevereiro
2023
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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Lugardecriança
énaescola.Tododia.
Presente!
17 mil profissionais | 185 escolas
Alimentação escolar nutritiva
Melhor IDEB entre as capitais
230 CMEIs | Evasão escolar zero:
A educação em Curitiba está presente. E, para um bom rendimento escolar,
marque presença também. Incentive o comparecimento do aluno na escola.
As faltas prejudicam o aprendizado e a socialização.
Orgulho
de Ser.
Cidade
educadora.
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azeta
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9
Fevereiro
2023
PARTE AZUL DA BORRACHA NÃO É PARA APAGAR CANETA? PARA QUE SERVE?
NOSTALGIA - BACACHERI
A borracha azul é um item icônico que todos nós
conhecemos desde a infância. Você já se pergun-
tou para que serve aquela famosa borracha com
uma parte azul? Mas para que serve exatamente?
Revelo aqui a utilidade desta parte da borracha.
Foi um professor de desenho quem me expli-
cou a sua verdadeira utilidade. E devo dizer que
fiquei impressionado com a explicação.
Não! A borracha azul não apaga a tinta da cane-
ta, como nos ensinaram na escola. Será que nos
enganaram? Não me diga que você nunca tentou
remover a tinta de suas cópias com essa parte
da borracha. O resultado? Um grande buraco.
Isso ocorre porque, ao contrário do que algumas
marcas de material escolar afirmam, essa parte
azul não serve para isso.
Então, para que serve a parte azul de uma bor-
racha?
Pois é, ao contrário do que acreditávamos
quando éramos crianças, a borracha azul não
apaga tinta de caneta, mas ela tem outras util-
idades incríveis. Aqui estão 4 usos surpreen-
dentes da parte azul de nossas borrachas:
1ºApagar lápis na madeira
Todo mundo que trabalha com madeira sabe
que a borracha azul é útil. Para quem tra-
balha com madeira, a borracha azul é uma
ferramenta útil, pois apaga traços de lápis em
tábua ou madeira crua. Isso acontece graças às
partículas de pedra-pomes em sua composição.
2º Apagar medidas de lápis em paredes
Os pedreiros e pintores podem dizer que a bor-
racha azul é útil para eles. Pedreiros e pintores
também utilizam a borracha azul para apa-
Rua Monteiro Tourinho, foto 01, próximo a Casa China, 1975; foto 02 mostra o contraste da Colônia Santa Cândida, as carroças e os carros e
caminhões ( FNM e ford) próximo ao Mercado Boni, 1950, ao fundo aparece as três casas que, ainda configuram como paisagem atual.
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gar medidas e outros marcadores nas paredes.
Isso se deve à sua composição granulada, que
é muito útil em paredes de concreto ou gesso.
3º Apagar lápis na tapeçaria
Pintores e decoradores também utilizam esse ob-
jetoemseuofício.Pintoresedecoradorestambém
usam a borracha azul para tirar as dimensões ou
medidas a lápis na tapeçaria. Mas é importante
ter cuidado para não apertar demais, pois essa
parte é áspera e pode danificar o papel de parede.
4º Apagar lápis de cera na caixa
Para quem trabalha com artes plásticas e diver-
sos materiais, a borracha azul é uma ótima opção
para apagar o lápis de cera sem danificar o pa-
pelão. Além disso, ela elimina vestígios de graxa
de lápis e outros giz de cera, sem deteriorar a
superfície.
Mas por que essa parte da borracha ainda está
sendo vendida para crianças em idade escolar, se
ela não é tão utilizada por elas?
A resposta é simples: os consumidores estão
apegados a ela. Um estudo realizado pela marca
de material escolar Maped da Haute Savoie mos-
trou que os pais compram essa borracha como
prioridade porque é um símbolo do colegial e
uma lembrança de sua infância.
Evelin Leone
azeta
do Santa Cândida
O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R
10 Fevereiro
2023
O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR
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Há ocasiões em que, para certas situações, parece
não haver solução fácil à mão, e não conseguim-
os vislumbrar uma saída adequada. Uma situ-
ação recente, no entanto, revelou uma analogia
encorajadora. Eu estava caminhando na praia e
decidi nadar um pouco. Mergulhei abaixo das
ondas, bem fundo, e ouvi sons fortes — o canto
das baleias! Eu estava rodeado pelo canto de in-
úmeras baleias. Enquanto caminhava pela praia,
as baleias migratórias lá estavam, cantando, mas
eu não tinha ideia do que estava acontecendo,
até mergulhar bem fundo, abaixo da superfície.
Então ouvi as baleias. Essa experiência me fez
pensar. Dei- -me conta de que
a oração tem efeito semelhante.
Quando nos defrontamos com
situações difíceis na família, no
trabalho, contas a pagar, o not-
iciário, ou qualquer outro prob-
lema, a oração é a maneira de ir
mais a fundo no pensamento e
ouvir soluções espirituais que
não são perceptíveis quando
permanecemos na superfície material.
Com base na oração, Cristo Jesus mostrou para
todos nós uma maneira de ver e ouvir mais do
que apenas as ondas. Quando Jesus e os discípu-
los estavam em um barco em meio a uma tem-
pestade, deu esta ordem: “…Acalma-te, emu-
dece” e fez-se grande bonança (Marcos 4:39).
Jesus compreendia que Deus, o Amor divino,
estava ali com eles, mesmo em meio à tempesta-
de, e sua oração fez com que todos sentissem a
calma que na realidade estava presente. No Anti-
go Testamento, o profeta Eliseu também teve um
vislumbre semelhante, quando seu servo viu que
a cidade estava rodeada por aqueles que plane-
javam capturar Eliseu. Este, no entanto, com a
clareza da compreensão espiritual, assegurou
ao servo que “…mais são os que estão conos-
co do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16).
Então o servo também viu a legião de anjos que
os cercava. Como é que podemos fazer isso?
Como podemos ver soluções que não víamos,
ou sentir-nos calmos diante de uma tempestade
ameaçadora? A Descobridora da Ciência Cristã,
Mary Baker Eddy, escreveu: “Temos de examinar
profundamente o que é real, em vez de aceitar
apenas o senso exterior das coisas” (Ciência e
Saúde com a Chave das Escrituras,
p. 129).
O ponto de partida é a oração em
que esperamos a direção de Deus
— aquietamos nosso pensamento,
reconhecemos a presença e o poder
divinos, deixamos que Deus entre
na conversa, e escutamos. A partir
daí estamos abertos para ouvir o
“canto” da Ciência divina, que nos
dá o poder de pensar a partir de uma base total-
mente diferente daquilo que a superfície materi-
al revela. Essa base é a verdade sobre o cuidado
de Deus para com cada um de nós, Seus filhos
inteiramente espirituais, que refletem o bem
infinito de Deus. À medida que compreendem-
os e passamos a pensar a partir dessa realidade
espiritual, ela tem efeito sanador. Certa ocasião
eu estava me sentindo frustrado pelo esforço
que estava dedicando a um relacionamento e o
pouco retorno que recebia em troca. Sem con-
seguir ir adiante com essa linha de pensamento,
percebi que precisava olhar mais a fundo e orar.
Minha oração foi simples: “Mostra- -me, Deus, o
que preciso compreender”. A resposta foi imedi-
ata: “Será que o bem está em falta, em sua vida?”
Dei-me conta de que eu estava olhando para o
que parecia me faltar. No entanto, espiritual-
mente já temos tudo de que precisamos, porque
nossa verdadeira natureza é inseparável de Deus.
Parecia-me que Deus estava dizendo: “As baleias
estão cantando — mergulhe e ouça”. Com esse
alerta fui em frente e consegui dar mais de mim
com liberdade, o que beneficiou minha inter-
ação com os outros.
Ter a disposição de desafiar, com o apoio da
oração, nossas próprias suposições, e raciocinar
a partir do que Deus, a Mente divina, está reve-
lando a nosso respeito e a respeito da situação,
habilita- -nos a perceber soluções possíveis,
bem ao nosso alcance. A Sra. Eddy aludiu a esse
discernimento, quando escreveu: “O efeito des-
sa Ciência consiste em sacudir a mente huma-
na, levando-a a uma mudança de base, sobre a
qual possa ceder à harmonia da Mente divina”
(Ciência e Saúde, p. 162). Quer estejamos nos
defrontando com uma questão pessoal, quer seja
mundial, mesmo que pareça não haver uma di-
reção visível, temos a capacidade, outorgada por
Deus, de olhar mais a fundo, escutar abaixo do
ruído da superfície, e ouvir o canto das soluções
espirituais que chegam até nós.
Bobby Lewis
https://www.cienciacrista.com
O CANTO DAS BALEIAS
Como podemos
ver soluções que
não víamos,
ou sentir-nos
calmos diante de
uma tempestade
ameaçadora?
O Paraná pode apresentar em 2023 a maior que-
da de arrecadação da série histórica. Segundo o
secretário de Estado da Fazenda, Renê Garcia
Júnior, que apresentou na Assembleia Legislati-
va do Paraná os dados relativos ao cumprimento
das metas fiscais do 3º quadrimestre de 2022, o
declínio pode chegar 10,8%. De acordo com ele,
o impacto gerado pela a Lei Complementar Fed-
eral 194/2022 pode resultar em uma perda de R$
6,8 bilhões aos cofres públicos neste ano. Con-
siderando apenas os setores afetados, o prejuízo
foi de R$ 3,2 bilhões de agosto a dezembro de
2022. Os números foram apresentados aos dep-
utados estaduais paranaenses na sessão plenária
desta terça-feira (28).
O fato pode ocorrer mesmo com o aumento da
alíquota do Imposto sobre Circulação de Mer-
cadorias e Serviços (ICMS) para 19%. De acor-
do com Garcia, o aumento no ICMS compensa
menos de 15% das perdas geradas pela a Lei
Complementar Federal 194/2022, que reduziu a
alíquota paranaense da gasolina, energia elétri-
ca e comunicações de 29% para 18%. De acordo
com a apresentação, o Paraná passou a registrar
uma queda permanente superior a 15% no ICMS
a partir de julho/2022, quando a LC 194/2022 foi
aprovada. Em comparação, a queda em 2020,
durante a pandemia do novo coronavírus, foi de
3%.
No entendimento da pasta, a Lei Complementar
194/2022 afeta de forma permanente a estrutura
de arrecadação dos estados brasileiros. De acor-
do com a apresentação, a LC 194 desconsider-
ou a natureza pontual da melhora nas contas e
impôs redução brusca das alíquotas sobre seto-
res chave para arrecadação.
Mesmo assim, afirma a Secretaria da Fazenda, o
Estado do Paraná conseguiu fazer frente às suas
obrigações, garantindo a continuidade aos inves-
timentos, programas e projetos. O secretário de-
stacou que “a boa gestão fiscal contribuiu na bus-
ca do equilíbrio das contas públicas”. “Com todos
os aumentos das despesas que pressionaram as
contas em 2022, conseguimos manter as finanças
equilibradas e cumprir com nossos deveres, ga-
rantindo serviços públicos de qualidade aos pa-
ranaenses”, explicou Garcia Junior.
Relatório
O relatório do desempenho do Executivo apre-
sentado é referente ao terceiro quadrimestre de
2022 (ou seja, do período de setembro a dezem-
bro) e o consolidado do ano passado. A apresen-
tação do secretário da Fazenda é prevista na Lei
de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar
nº 101/2000), que exige a demonstração e aval-
iação periódica do cumprimento de metas fis-
cais. Acompanhado por uma equipe de técnicos
do Governo, o secretário detalhou as receitas,
despesas e resultados referentes à contabilidade
do Estado e respondeu aos questionamentos dos
deputados.
De acordo com os dados apresentados, a re-
ceita corrente realizada no período entre janei-
ro e dezembro de 2022 foi de R$ 58,4 bilhões,
contra R$ 49,9 bilhões no mesmo período de
2021. A arrecadação de impostos (ICMS, IPVA
e ITCMD), taxas e contribuições apresentou um
crescimento de 11% em valores nominais e 5%
(R$ 32,3 bilhões) em valores reais em relação a
2021 (R$ 29,1 bilhões). Dessa forma, o Estado
obteve um superávit primário na ordem de R$
5,5 bilhões, permitindo ao Governo garantir a
continuidade aos investimentos, programas e
projetos para este ano.
A Secretaria da Fazenda informou que na pri-
meira metade do ano, a arrecadação cresceu 22%
nominal em relação ao mesmo período de 2021.
Somente a arrecadação de combustíveis cresceu
30% nominal no período, sendo responsável por
26% do total de ICMS no primeiro semestre. Em
relação as despesas, o Governo elevou os gastos
com investimentos públicos e fechou o ano com
R$ 6,2 bilhões, o que representa um aumento
real de 37% em relação ao ano de 2021 (R$ 4,2
bilhões). Já dívida pública teve queda e está na
faixa de R$ 24 bilhões.
Saúde e Educação
Ainda na apresentação, Garcia Junior afirmou
que em 2022 o Governo do Estado investiu
12,40% em Saúde, com as despesas já empenha-
das para o limite, e 32,01% em Educação, cum-
prindo os percentuais mínimos estabelecidos
por Lei para as duas áreas - 12% e 30%, respec-
tivamente. Os gastos com Saúde em 2022 chega-
ram ao total executado de R$ 5,4 bilhões. Já em
educação o valor é de R$ 14,1 bilhões no ano.
Mercado de trabalho
Pelo 8º trimestre consecutivo, a taxa de desem-
prego no Paraná segue em queda. A taxa regis-
trou novo recuo, passando de 6,1% para 5,3%.
Por outro lado, a massa salarial apresentou
crescimento. O rendimento médio real dos tra-
balhadores avançou 2,6% no 3º trimestre frente
ao 2º trimestre. Combinada com melhora no
emprego, massa salarial apresentou o segundo
avanço consecutivo.
Devido a um mal-estar, o secretário de Fazen-
da acabou deixando a audiência pública logo
após o término da apresentação. Com isso, após
um acordo entre as lideranças do Governo e da
Oposição, os questionamentos por parte dos
parlamentares serão encaminhados à pasta.
Alep
Foto: Dálie Felberg/Alep
GOVERNO DO PARANÁ PREVÊ R$ 6,8 BILHÕES DE PERDAS NA ARRECADAÇÃO
SOBRE COMBUSTÍVEIS NESTE ANO
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do Santa Cândida
O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R
11
Fevereiro
2023
“Um livro é um mudo que fala, um surdo que re-
sponde, um cego que guia, um morto que vive’’,
(Padre Antônio Vieira).
Com eles você tem a possibilidade de conhecer,
dominar um assunto ou será um puro entreten-
imento, acrescenta e faz nos refletirmos sobre a
direção de nossas vidas. São destacados aqui al-
guns livros com estórias, nesta lista não temos as
obras religiosas, filosóficas e nem políticas que
são de muitas vendas em todos os países.
Dom Quixote, de Miguel Cervantes, publicado
em 1600. É estimado que mais de 630 milhões
de cópias tenham sido vendidas, por mais difícil
que seja estabelecer um número assim devido à
idade do livro.
O espanhol Miguel Cervantes publicou uma
história em que Dom Quixote, um homem de
meia ideia que se tornou cavaleiro depois de ler
diversos romances de cavalaria. A linguagem
e o diálogo do autor e personagens leva a uma
grande aventura, o seu escudeiro Sancho Pança e
o cavalo de Dom Quixote; Rocinante.
Era dramaturgo e poeta, nasceu em 1547, na atu-
al Alcalá de Henares, um município da Espanha.
Faleceu na capital Madrid, em 1616.
Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K Rowling
Coletânea organizada pelo escritor Eduardo
Bueno traz artigos a respeito da importância da
árvore em diversas áreas
Como um bom cidadão informado, deveríamos
saber muito mais sobre a Constituição Federal,
sobre valores e princípios, do Cristianismo dos
4 livros do novo testamento na Bíblia. Acho que
um pouco menos então; como cidadão podería-
mos ter um conhecimento da origem do nome
de nosso país.
Pau-de-tinta, pau-brasil, um lenho tintorial que
chegou a ser moeda de garantia de pagamento
de dívida com a Inglaterra; mais tarde somente
os juros da dívida. Um corante artificial decre-
tou a obsolescência definitiva do primeiro ‘’ciclo
econômico’’ do Brasil.
O que há por trás das simplistas ligações feitas
no período escolar entre pau-brasil, economia
do período colonial deste país e o próprio nome
do mesmo? Segundo o livro “Pau-Brasil”, relatos
sobre o desbravamento de terras distantes, cho-
que de civilizações e pistas sobre as controvér-
sias envolvendo a maior façanha portuguesa, o
Descobrimento.
Para detalhar a relevância da árvore na história
do Brasil, o jornalista e escritor gaúcho Eduardo
Bueno, autor dos best-sellers da coleção “Terra
Brasilis”, convidou especialistas de diversas sear-
as, indo da botânica à navegação, passando pela
moda.
A pesquisa organizada por Bueno trilha o camin-
ho até a origem da palavra “brasil”, que veio dos
celtas -não foi por galhofa de companheiros que
havia na seleção escocesa da Copa de 1982 um
jogador com o sobrenome Brazil.
Os celtas davam o nome de “breazail” ao es-
tanho, que era matéria-prima para obtenção da
cor púrpura vista no manto de reis e sacerdotes
e era comercializada com os fenícios, cuja terra
não se conhecia a localização.
Quando estes últimos interromperam os
negócios do produto, surgiu na mitologia celta
(500 milhões de cópias vendidas)
Até mesmo quem nunca leu os livros, pode já
ter visto algum filme da saga Harry Potter. O
livro acima é o primeiro lançado pela escritora.
Harry Potter é um garoto órfão, que em algum
momento recebe uma carta que contém um con-
vite para ingressar em Hogwarts. Lá dentro, ele
vai aprender sobre magia e tornar-se um bruxo.
Um conto de duas cidades, de Charles Dickens
(200 milhões de cópias vendidas)
Mais uma obra clássica da lista, o romance
histórico se passa na época da Revolução Fran-
cesa. De acordo com a descrição do livro, são
retratadas as sociedades inglesas e francesas
naqueles tempos. É também abordado o impacto
delas na camada social do período.
O livro foi publicado em novembro de 1859 pelo
britânico Charles Dickens, considerado como o
mais popular romancista inglês da era vitoriana.
O senhor dos Anéis: A sociedade do Anel, por
J.R.R Tolkien (150 milhões de cópias vendidas)
A saga de ficção que foi para outras mídias, tor-
nando-se mundialmente conhecido até os dias
de hoje, com diversas adaptações.
Frodo, um jovem hobbit e seus amigos, deixam o
a imagem da ilha de Hy Breazail, depois O’Bra-
zil, a “nação dos vermelhos”, onde viveriam os
fenícios.
Curiosidades à parte, o que a história registrou à
exaustão foi o valor comercial do pau-brasil no
século 16, que teria sido identificado imediata-
mente pela expedição de Pedro Álvares Cabral.
Mas o artigo “O Enigma do Pau-Brasil” do
pesquisador Fernando Lourenço Fernandes,
presente no livro, afirma que não foi bem assim.
A teoria é de que seria improvável que os portu-
gueses percebessem logo de cara o potencial da
árvore sem empreender uma intensa pesquisa, o
que reforçaria a tese de um pré-Descobrimento.
Outra ideia defendida por Fernandes, e que
Eduardo Bueno diz ser a grande novidade tra-
zida pelo livro, é a de que a primeira feitoria (As
feitorias portuguesas eram basicamente locais
nos quais os portugueses armazenavam toda a
madeira extraída) construída pelos portugueses
não foi erguida em Cabo Frio (RJ), e sim na atual
Ilha do Governador, na zona norte carioca.
Bueno, porém, é cético quanto à resposta de
acadêmicos e da mídia a essa nova formulação:
“Eu acho que ninguém vai dar muita bola,
porque o Brasil é o Brasil. Lá fora, a revista “Na-
tional Geographic” investiu milhões e milhões
de dólares para descobrir a primeira ilha que
[Cristóvão” Colombo aportou. Mas aqui, quan-
do se trata da primeira feitoria construída no
hemisfério Sul...”.
Os nove artigos que compõem “Pau-Brasil” são
acompanhados por uma extensa pesquisa in-
fográfica -são cerca de 200 fotos, ilustrações e
mapas. “É o maior trabalho desse tipo já feito
sobre o assunto”, diz Bueno.
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trar um anel e o destruir por completo. O livro é
o primeiro volume da trilogia de sucesso.
O escritor, J.R.R Tolkien foi também professor
universitário e filólogo. Nascido na atual África
do Sul, faleceu em 1979.
O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Ex-
upéry (150 milhões de cópias vendidas)
Por mais que seja um livro infantil, o pequeno
príncipe possui um público bem diversificado
e a história contém diálogos e argumentos de
sabedoria tanto para jovens como para idosos.
Escrito em 1943, o livro conta a história de um
piloto de avião que cai num deserto onde encon-
tra um pequeno príncipe que lhe pede para de-
senhar uma ovelha. Uma curiosidade: o escritor
também foi piloto. Ele nasceu em 1900 em Lyon
e morreu aos 44 anos.
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  • 1. DISTRIBUÍDO NOS BAIRROS: SANTA CÂNDIDA, BOA VISTA, BACACHERI, TINGUI, ATUBA, AHÚ, CABRAL, JUVEVÊ E CACHOEIRA DISTRIBUÍDO NOS BAIRROS: SANTA CÂNDIDA, BOA VISTA, BACACHERI, TINGUI, ATUBA, AHÚ, CABRAL, JUVEVÊ E CACHOEIRA EDIÇÃO 145 | FEVEREIRO DE 2023 - CURITIBA BRASILEIRA INVENTA CHIP QUE SERÁ NOVA REVOLUÇÃO DE TECNOLOGIA PREFEITURA RESGA- TA DEZ CÃES E APLI- CA MULTAS DE R$ 26 MIL POR MAUS TRA- TOS NO ABRANCHES E BARREIRINHA Página 2 Página 5 BANCO TERÁ QUE DEVOLVER MAIS DE 27 MIL PARA IDOSO QUE CAIU EM GOLPE DA FALSA CENTRAL TELEFÔNICA Página 4 A MEMÓRIA CULTURAL E RELIGIOSA DE ANTONINA NA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ Página 3 azeta do Santa Cândida www.gazetadosantacandida.com.br O J O R N A L Q U E T E M O Q U E FA L A R CUIDADORA CUIDADORA DE IDOSOS Higiene ● Alimentação ● Remédios ● Interação ● Atividades Lúdica Cuidar de nossos idosos é preservar a nossa história é dar qualidade de vida 41 99980-3530 Rua XV de Novembro, 412 - Loja 12 - Centro - Curitiba - PR SHOPPING QUINZE CENTER MAIS DE 20 ANOS DE EXPERIÊNCIA E COM BOAS REFERÊNCIAS CARRO DE R$ 2 MILHÕES BATE EM LIXEIRA E POSTE NO SANTA C NDIDA, CONDUTOR ABANDONA Página 6 TERMINAL SANTA CÂNDIDA TEM OBRAS PARA INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES Página 6 Foto: Jose Fernando Ogura SMCS PAU-DE-TINTA, PAU-BRASIL, BRASIL; PAU-DE-TINTA, PAU-BRASIL, BRASIL; A RELEVÂNCIA NA HISTÓRIA DO PAÍS A RELEVÂNCIA NA HISTÓRIA DO PAÍS Página 11 Buffet e para viagem, 10 pratos quentes e 5 saladas. RESTAURANTE MeuCantinhoRestauranteCuritiba 41 99684-7710 Rua Delegado Miguel Zacarias, 116, Bairro Boa Vista. CARDÁPIO DASEMANA SEGUNDA-FEIRA: ESTROGONOFE TERÇA-FEIRA: POLENTA COM FRANGO QUARTA-FEIRA: QUIRERA QUINTA-FEIRA: CARNE DE PANELA SEXTA-FEIRA: BUCHINHO SÁBADO: FEIJOADA COMPLETA COM FOGÃO A LENHA
  • 2. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 2 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br EXPEDIENTE AS MATÉRIAS ASSINADAS NÃO REFLETEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL Diretor Adilson da Costa Moreira CNPJ: 12.698.306/0001-42 Diagramação: Ulysses de Melo Site: www.gazetadosantacandida.com.br gazetasantacandida.blogspot.com @adilmoreira gazetadosantacandida azeta do Santa Cândida www.gazetadosantacandida.com.br O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R Empresa Adilson da Costa Moreira Endereço: Rua Hilário Moro, 526, Tingui. Colaborador: José Cândido (In memoriam) Impresso dia: 07 de fevereiro 2023 Departamento Comercial Johana Choinski Fone: 41 99211-8943 E-mail: contato@gazetadosantacandida.com.br adilsongazeta@gmail.com Tiragem: 5.000 exemplares Desde que comecei a trabalhar com a ideologia de que o dinheiro não é tudo na vida, recebo diversas críticas, dizendo que sou “filhinho de mamãe”. Cheguei até a receber de uma grande amiga a resposta de que não preciso do dinheiro. Pois é, em um mundo capitalista, quem se preocupa com o próximo é destituído de seu posto por visões pejorativas e difamatórias, para que sigam todos a mesma lógica individualista e horrenda do neoliberalismo. Quero iniciar afirmando, que sim, tenho uma posição confortável na sociedade brasileira, sem histórico de precisar lutar pelo meu sustento, nunca passei por uma dificuldade, estão todos corretos quando me dizem isso, mas aí que está, por que não olhar de outra forma? Por que não entender que estou aproveitando do meu privilégio branco, não pegando e doan- do milhões para uma instituição e não olhando na cara as pessoas que realmente precisam, pois isso sim é valorizado pelas pessoas de forma ig- norante, até porque, sempre escuto: olha que lin- do, o Neymar doa milhões para instituições de caridade. E o que ele fez para mudar a situação das pessoas carentes? Assistencialismo é muito bonito, até porquê mantém a lógica perversa do capital. Mas olhar para mim como um professor que teve a oportunidade de ter um alto conhecimen- to cultural, uma formação acadêmica adequada, podendo passar essa oportunidade para todas as pessoas, claro, gostaria que fossem todas, mas sei que há pessoas que nem minhas aulas tem condições para realizar. É muito fácil para um professor gabaritado, for- mado em Letras em uma federal ou universidade renomada cobrar uns cem reais por mês e nivelar seus alunos, sem pensar no próximo só dando aula para pessoas de alta renda, fazendo do en- sino algo apenas para uma elite que pode pagar cem reais pela hora de um profissional. Ninguém vê, que este profissional nada mais faz do que nivelar seus alunos pela classe social, pensando no benefício próprio. Sim, benefício próprio. Chamo de benefício próprio, pois um profes- sor que cobra cem reais a hora de sua aula, não precisará de muitos alunos no mês para ter uma renda de um professor como eu, que cobro ape- nas trinta, ou seja, além deste professor estar fazendo do ensino algo para pessoas de até no máximo uma classe médica alta, ele também está pensando no seu luxo. Fazendo uma conta básica, este professor para receber três mil reais no mês, precisará de no Uma pesquisa realizada por cientistas da Uni- versidade de São Paulo (USP) busca desenvolver uma nova maneira de fabricar memórias com- putacionais. Conhecidas como memória resis- tiva (ReRAM), ou simplesmente memristores, o artifício tecnológico retira a divisão das infor- mações dos eletrônicos em unidades de arma- zenamento e memória instantânea. Ou seja, caso você esteja usando um computador essa tecno- logia e a energia cair, os documentos, arquivos e jogos não serão reiniciados. Basicamente, a ideia proposta por Marina Spar- voli, pós-doutoranda do Instituto de Física (IF), pode acabar com o medo mundial de perder os arquivos não salvos porque o computador desli- gou repentinamente. Isso porque atualmente os eletrônicos que usamos durante o dia-a-dia pos- suem as chamadas memórias de acesso aleatório (RAM). Ou seja, as informações são perdidas quando o dispositivo é desligado. Isso porque, com os memristores, não haverá a divisão das informações dos eletrônicos em uni- dade de armazenamento (que não depende de energia) e memória instantânea (que apaga com o aparelho desligado). Para o professor José Fernando Chubaci, super- visor de Sparvoli, a forma que os memristores podem ser criados na USP é inédita e podem ter uma aplicação no mercado internacional nos próximos 10 a 20 anos. “A doutora Marina conseguiu criar memórias DINHEIRO TE VALORIZA? A BRASILEIRA INVENTA CHIP QUE SERÁ NOVA REVOLUÇÃO DE TECNOLOGIA mínimo oito alunos, isso se cada aluno tiver ape- nas uma aula por semana, quatro vezes no mês. Já eu, com o valor de trinta reais a hora, preciso de vinte e cinco alunos para poder suprir os mes- mos gastos. A mas, professor, você estará se desgastando muito mais do que o outro. Sim, com certeza. Digo mais, estarei também muito mais desgasta- do do que esse professor, com certeza, mas para mim a ganância de sempre mais e mais, não faz sentido, me vale mais aproveitar para ajudar a sustentar o que tenho do que morrer em minhas ambições sem sentido. Mas pense por outro lado. Estarei ensinando e podendo passar o conhecimento que tive o priv- ilégio de ter para muito mais pessoas do que o outro professor. Assim, com esse argumento retiro a visão pejo- rativa de que não preciso do dinheiro, pois na suposição, eu preciso para sobreviver o mes- mo valor que o outro professor, o que muda, é a quantidade de alunos pelos quais poderei difundir as aulas e sobretudo, o que é mais im- portante, posso garantir, que com uma aula por semana, pagando cento e vinte reais e não qua- trocentos, estarei dando aula para classes sociais muito mais baixas do que o professor que cobra cem a hora. Vale deixar claro, que com esta escolha, tive que mudar o sonho de morar na capital paulista para morar no interior, pois minha renda não com- portaria viver sozinho onde sempre estive acos- tumando. Um professor dá aula para seu próprio luxo ou para tornar as pessoas cidadãos pensantes? Fica a dúvida, né? *Danilo Espindola Catalano é escritor, pesquisa- dor e professor de espanhol, dedicado a passar a cultura latino-americana aos seus alunos. Grad- uado em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, pós-graduado em Metodologia do Ensino da Língua Espanhola e Especializando em Edu- cação e Cultura pela Faculdade Latino-ameri- cana de Ciências Sociais Brasil. *Danilo Espindola Catalano é escritor, pesquisa- dor e professor de espanhol, dedicado a passar a cultura latino-americana aos seus alunos. Grad- uado em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, pós-graduado em Metodologia do Ensino da Língua Espanhola e Especializando em Edu- cação e Cultura pela Faculdade Latino-ameri- cana de Ciências Sociais Brasil. resistivas usando grafeno com o Iton, o óxido de índio-estanho com dopagem de nitrogênio, am- pliando o espaço de pesquisa na área e trazendo conhecimento ao nosso laboratório”, disse o do- cente, ressaltando que o processo normalmente é feito baseado em dióxido de titânio (TiO2), um sólido branco que inclusive pode ser tóxico. Materiais usados: Uso do grafeno e do ITON é inédito; ITON é uma variação do óxido de índio e estanho, ITO; o “N” a mais na sigla é de Nitrogênio. O grafeno, por sua vez, é uma forma cristalina plana baseada no carbono, que é um dos elemen- tos mais abundantes no planeta. Futuro promissor: Velocidade incrivelmente maior para PCs e até para Smartphones. Menor chance de perda de dados. Aparelhos ainda mais compactos e leves que os atuais. Menor consumo de energia. Outros pesquisadores contribuíram para o es- tudo: Ronaldo Mansano e Guilherme Lenz, da Escola Politécnica da USP, além de Fábio Jorge, do IFUSP, também estão na patente. O professor Arturo Sarmiento, da INAOE de Puebla, ajudou em discussões iniciais do projeto Um novo tipo de memória foi criado por cientistas da USP e teve o pedido de registro aceito pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial Imagem: Pesquisadora Marina Sparvoli – Foto: Marcos Santos / Imagens USP Imagem: Freepik. ANUNCIE AQUI! 41 99211-8943
  • 3. O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 3 Fevereiro 2023 Biblioteca Pública do Paraná, Gzt Stc NA APROPRIAÇÃO INDEVIDA DA BANDEIRA EM ATOS DE REIVINDICAÇÕES, SERÁ QUE OS ‘PATRIOTAS’SABEM SOBRE SEUS SÍMBOLOS E CONTEÚDOS? Conforme a constituição e estipulação da legis- lação especifica do nosso país, a bandeira bra- sileira foi criada por meio de decreto assinado pelo presidente provisório que assumiu após a Proclamação da República, foi implantada no dia 19 de novembro de 1889, cada item da bandeira tem um significado distinto. A última modificação aconteceu em 1992: a bandeira passou a ter mais quatro estrelas, representan- do os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia ficando com 27 estrelas por decreto, a cada novo estado que surgir será mais uma estre- la na bandeira. No céu do Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 1889 e nesta configuração es- trelar deu a posição de cada estrela como a base na bandeira, existem astrônomos que afirma que há imprecisões na posição das estrelas ficando somente a orientação estética. A primeira bandeira de nosso país surgiu logo após a declaração de nossa Independência, que aconteceu em 1822. As cores da bandeira foram escolhidas pelo imperador, e o desenho da bandeira foi executado pelo pintor francês Jean-Baptiste Debret, que se inspirou nas ban- deiras utilizadas pelas tropas militares francesas do período da Revolução Francesa. A bandeira possuía o fundo verde, um losango amarelo e o brasão de Armas do Império, que também foi criado por Debret. Origem das cores Com herança os símbolos do estandarte imperi- al mudam os significados. Também incorporou a frase “Ordem e Progresso”, que foi inspirada em um lema do positivismo, corrente filosófica popular na época. O positivismo ditava que a ciência era a única forma de progresso para a sociedade moderna. A frase original, cunhada pelo positivista Au- gusto Comte, era “o amor por princípio, a ordem por baixo e o progresso por cima”. As cores; verde, amarelo, azul e branco estampa- das na bandeira, a escolha tem uma relação di- reta com a história de Portugal. Verde: era a cor utilizada pelos primeiros povos que habitaram a Lusitânia, região que corresponde atualmente à Portugal. A cor também se tornou um símbolo português durante a luta contra os mouros e pas- sou a simbolizar liberdade. Amarelo: fazia parte do brasão de armas de Portugal, sendo adicionado após a conquista do Algarve. Além disso, o amarelo também era uma cor que simbolizava os Habsburgo-Lorena, dinastia da qual D. Leopoldina (esposa do im- perador) fazia parte. Azul e branco: remontam ao Condado Portucale, do qual surgiu Portugal. As cores desse condado Estandarte/ Douglas Fróis/ acervo. MAE- Ufpr A MEMÓRIA CULTURAL E RELIGIOSA DE ANTONINA NA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ Entrou em cartaz dia 28 de fevereiro, na Bibliote- ca Pública do Paraná, a exposição Rogai Por Nós, que apresenta a memória das comunidades fre- quentadoras das capelas e igrejas do município histórico de Antonina, no litoral do estado. São 21 estandartes, além de fotos e imagens religio- sas, organizados por meio de uma parceria entre o Museu de Arqueologia e Etnologia da Uni- versidade Federal do Paraná (MAE-UFPR) e o Grupo Folclórico Boi Barroso. A mostra abre às 14h30, no hall térreo da BPP, e fica disponível para visitação até o dia 1º de abril. A entrada é gratuita. Mostra “Rogai Por Nós” é formada por estand- artes, fotos e imagens religiosas, organizados por meio de uma parceria entre o Museu de Arqueo- logia e Etnologia da UFPR e o Grupo Folclórico Boi Barroso. Já apresentada em Antonina e em espaços da UFPR, Rogai Por Nós busca mostrar que as co- munidades do entorno de cada capela são parte fundamental da configuração da cidade como espaço de memória. A exposição tem curador- ia da Família Pinto, responsável pelas atividades do Boi Barroso e conhecida por seu trabalho de preservação cultural no município, e da profes- sora Deise Picanço — do projeto Mutirão Mais Cultura, da UFPR, que desenvolve ações em par- ceria com associações de moradores de comuni- dades tradicionais de pescadores, quilombolas, indígenas, carnavalescos e artesãos. “Trata-se de um trabalho de pesquisa que revela não só o caráter religioso de Antonina, mas tam- bém a riqueza de sua memória afetiva traduzida pela produção poética, hinos de louvação e oral- idades presentes em cada estandarte”, diz Ronald Pinheiro, produtor-executivo da mostra na BPP. “É uma experiência inconfundível, situada no fluxo entre o passado e o presente”, completa. Serviço: Exposição Rogai Por Nós 28 de fevereiro a 1º de abril, no hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná Visitação de segunda a sexta, das 8h30 às 20h, e aos sábados, das 8h30 às 13h Entrada gratuita foram escolhidas por D. Henrique da Borgonha. A Casa de Bragança (a família de dom Pedro I) remetia a sua marca ao retângulo verde; que passou a representar nossa natureza. Casa de Lo- rena (da arquiduquesa dona Leopoldina, esposa de dom Pedro I) remetia a sua marca ao amarelo, hoje símbolo da riqueza mineral do país. E o cír- culo azul era a esfera armilar, também presente na bandeira portuguesa do Império. Agora, indi- ca nosso céu estrelado que; indaga ao question- amento de astrônomos “ no céu daquele 15 de novembro os astros tinham outra configuração’’. Conclusão que se tira quando vemos alguém se agitando ou se enrolando na bandeira prote- stando nas ruas dizendo ser patriota e luta pelas cores do Brasil e que jamais será de outra cor. Cruz credo, como dizia minha avó; esta falta de consciência e talvez pelo ‘egoelefantismo’ vai na onda de seu ídolo PARA EVITAR A MONARQUIA, OS REPÚBLICANOS MUDARAM OS SIGNIFI- CADOS DAS CORES Ao colocar lado a lado a bandeira imperial e re- publicana, percebe-se muitas coisas em comum. A presença da esfera no meio, o losango ama- relo e o retângulo verde. Isso acontece, pois, a bandeira republicana foi baseada na bandeira imperial. O novo regime precisava conquistar o apoio da população. Mudar um símbolo nacional não se- ria uma boa forma de conseguir isso. Por isso, foi preservada a maior quantidade de elemen- tos possíveis. Para evitar o fortalecimento da memória da monarquia, os republicanos muda- ram o significado das cores: Retângulo verde: deixa de simbolizar os Bra- ganças para representar as matas brasilei- ras; losango amarelo: deixa de simbolizar os Habsburgos para representar o ouro do Brasil; círculo azul: representa o céu brasileiro no dia do golpe republicano (15 de novembro de 1889), cada estrela refere-se a um Estado. Assim, a quantidade de estrelas variou ao longo dos anos. Hoje são 27. É interessante lembrar que a estrela isolada não se trata do distrito federal, mas sim do Estado do Pará A frase escrita: a frase escrita na bandeira “Or- dem e Progresso” refere-se ao lema positivista “O Amor por princípio, a Ordem por base, e o Progresso por fim”. Os elementos referentes à Igreja Católica são re- movidos da bandeira, já que o republicanismo tinha como base o Estado Laico. Para além disso, a bandeira é feita pelos positivistas, eles têm uma religiosidadeprópriaesãocríticosaocatolicismo. Adilson Moreira
  • 4. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 4 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br Um idoso de 85 anos perdeu mais de R$ 27 mil após cair no golpe da falsa central telefônica. Ele acreditou que estava falando com funcionários de um banco quando, na verdade, se tratavam de criminosos. Em posse dos dados do idoso, os golpistas efetuaram saques e pagamentos, de forma sucessiva, em menos de 24 horas. O idoso entrou na Justiça e deve receber o valor perdido, além de uma indenização por danos morais. O caso ocorreu em novembro de 2021 com um idoso que mora em Santos, no litoral de São Paulo. Ele recebeu uma ligação de uma suposta central de segurança do banco, informando que haviam identificado movimentações suspeitas na conta bancária dele. Ele disse à funcionária que desconhecia as operações. A atendente orientou o idoso a ligar para o tele- fone que se encontrava no verso do cartão, para cancelar as operações. Ao entrar em contato, ele foi atendido por uma central de atendimento eletrônico e direcionado a um menu para que informasse o número do cartão e a respectiva senha. A atendente fazia as perguntas, e ele con- firmava os dados. Um novo atendente, se identificando como se fosse do setor de cancelamento de operações do banco, informou ao idoso que ele precisava solicitar o cancelamento dos referentes cartões. Para isso, ele deveria cortar o cartão plástico ao meio, no sentido de inutilizar a tarja magnética, colocar em um envelope lacrado e endereçado ao departamento de fraudes de cartões do banco. O idoso fez todo o procedimento. No dia seguinte, se dirigiu à agência bancária, onde descobriu que tinha caído em um golpe. Em menos de 24 horas, os criminosos efetuaram saques e pagamentos com o cartão de crédito da vítima, de forma sucessiva. “Várias operações de cartões de crédito, uma atrás da outra. Pagamentos em adegas, lava-rápi- do, com valores de R$ 4 mil, R$ 5 mil, R$ 7 mil. Valores muito altos”, explicou o advogado Fabri- cio Posocco, que defende o idoso. Sem apoio do banco Anahi Santos, filha da vítima, falou que o pai não suspeitou do golpe, a princípio. “Logo no dia se- guinte, a gente já percebeu que tinha sido um golpe e já tinham feito o estrago na conta dele. Foi mais de R$ 27 mil”, conta ela. A família entrou em contato com o banco, co- letou todos os documentos e apresentou as ex- plicações do que havia ocorrido. Segundo ela, a instituição se negou a cancelar as operações de saques e pagamentos realizadas pelos crimino- sos. “Mesmo nas faturas seguintes, eles poderiam ter bloqueado e não bloquearam. Falaram que não era possível porque foi feito diretamente no estabelecimento e não tinham como inter- Por não verificar a presença de dolo, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu recurso para ab- solver um catador de recicláveis que foi acusado de furtar móveis residenciais que estavam em uma calçada, ao lado de uma lixeira. Em primeiro grau, o catador foi condenado a um ano de reclusão, em regime aberto, além do pag- amento de 10 dias-multa. De acordo com os au- tos, o réu passou em frente à casa da vítima e en- controu na calçada uma mesa e quatro bancos, que estavam ao lado de uma lixeira. Ele colocou os objetos em seu carrinho e levou para casa. Após ser reconhecido pelas imagens das câmeras de segurança da região, o réu foi preso em fla- grante. A tese defensiva foi de que ele acredita- va que os móveis haviam sido descartados pelo proprietário. Mesmo assim, foi condenado pelo juízo de origem. O TJ-SP, por sua vez, entendeu que não houve a intenção de cometer o delito e absolveu o catador. agir. Eles deixaram o prejuízo no colo dele, sem nenhum apoio, nenhum acolhimento”, disse ela. Abalado Anahi conta que o pai ficou extremamente ab- alado com a situação. “Ele estava muito con- strangido, até meio deprimido. Ele se achou responsável, que foi ingênuo, por ser uma pes- soa de idade. Eu falei: vamos atrás”. Por isso, a família entrou na Justiça para tentar recuperar o valor perdido. Segundo o advogado do idoso, o banco deveria estar ciente das movimentações realizadas pelos golpistas porque claramente destoaram do perfil de consumo e do padrão financeiro do aposen- tado. “O banco tem por força de lei a obrigatoriedade de poder fazer o monitoramento de operações. Quando acontece [com] essa velocidade, o ban- co tem que saber. Existe um sistema de monito- ramento do banco que analisa o perfil do cliente e falhou. Além da falha, a guarda dos dados da pessoa”, falou Posocco. Sentença A sentença foi publicada em fevereiro deste ano. O juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos, entendeu que estava nítido o caráter fraudulento das operações e que o blo- queio das ações deveria ter sido feito pela central do banco. Martinez declarou que a inexistência de débito referente às compras no cartão de crédito do idoso. Ele condenou o banco a devolver os va- lores debitados da conta do idoso e as parcelas pagas do cartão de crédito, totalizando o valor de R$ 27.861,02. Além disso, arbitrou uma indeni- zação no valor R$ 5 mil por danos morais. Os golpistas, segundo Posocco, ainda não foram identificados. O pagamento da indenização tam- bém ainda não foi realizado, mas Anahi espera que os valores sejam devolvidos ao pai, que ainda sofre ao lembrar de toda a situação que passou. “O banco tem responsabilidade e a gente preci- sa acioná-los para isso. Não pode deixar como se fosse a responsabilidade do cliente, única e exclusivamente. Principalmente, se tratando de um correntista de tanto tempo, com histórico e movimentação muito claro, sem nenhum desvio. Caso aconteça [com alguém], procure seus dire- itos também”, falou. Banco Por meio de nota, o Banco do Brasil informou que avalia o teor da decisão mencionada e que somente se manifestará sobre os seus termos nos autos do processo. Por Mariane Rossi, g1 Santos O relator, desembargador J. E. S. Bittencourt Rodrigues, destacou em seu voto que, apesar da autoria e materialidade serem indiscutíveis, é preciso levar em consideração a falta da intenção de cometer o furto, uma vez que o catador acred- itava que os objetos haviam sidos descartados. “O fato de os objetos estarem na calçada, do lado da lixeira e do poste, bem como ser coletor de material reciclável é o que milita a favor da ação equivocada em supor que se tratava de descarte de lixo”, disse o magistrado, lembrando que não há modalidade culposa para o crime de furto, sendo a absolvição a única solução cabível ao caso. Assim, diante do quadro probatório, o relator afirmou que não ficou demonstrado, “de forma estreme de dúvidas”, o dolo do agente de subtrair “coisa alheia móvel”, conforme tipifica o artigo 155 do Código Penal. A decisão se deu por una- nimidade. Foto: Arquivo Pessoal Casal de idosos foi vítima de golpe da falsa central telefônica em Santos, SP Imagem; divulgação. O Tribunal do Júri de Curitiba condenou a 25 anos de prisão o homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pela morte da ex-esposa em Curitiba em um caso de homicídio triplamente qualificado. O crime ocorreu no dia 22 de junho de 2021, quando a vítima foi mor- ta a tiros quando chegava em sua residência, no bairro Santa Cândida, na capital. Ela deixou três filhos, de 16, 11 e 9 anos. Na sessão de julgamento, que teve início na quin- ta-feira (23) e terminou na noite de sexta-feira (24), o Conselho de Sentença reconheceu todas as qualificadoras sustentadas pela Promotoria de Justiça quando do oferecimento da denúncia: o fato de ter sido praticado em razão do sexo fem- inino da vítima (feminicídio), ter sido utilizado recurso de dissimulação que dificultou sua def- esa e o motivo torpe (não aceitar que a vítima estava em um novo relacionamento, com uma mulher). Além do ex-marido – apontado como mandante do crime –, o autor dos disparos foi condenado a 28 anos de prisão, também por homicídio quali- ficado, e a um ano por fraude processual. Relembre o caso – A denúncia do Ministério Público foi proposta em julho de 2021 pela 1ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida e teve como base as investigações conduz- idas pela Polícia Civil, que concluiu que o réu contratou uma pessoa para matar a ex-esposa. Assim, foram denunciados o ex-marido, o agres- sor contratado e um terceiro elemento que, a pe- dido do responsável pelos tiros, teria apagado do celular conversas mantidas com o mandante do homicídio para induzir os peritos e autoridades judiciais a erro. Câmeras desligadas – O MPPR sustentou a mo- tivação de lesbofobia para o crime, na medida em que, por conta do novo relacionamento da vítima com uma mulher, o acusado teria passa- do a “empreender diversos constrangimentos e problemas”, dificultando o livre acesso dela aos filhos do casal (alienação parental) e aos bens adquiridos na constância do casamento (ocul- tação de bens). “Assim, motivado pela lesbofobia demonstrada com o inconformismo perante o novo relacionamento da ofendida […] e munido de egoísmo ao não acatar às reiteradas decisões judiciais em prol da devida divisão de bens entre os ex cônjuges”, o denunciado teria decidido pa- gar recompensa no valor de R$ 38 mil em troca da morte da ex-esposa. Processo nº 0001031-84.2021.8.16.0006 Sem apoio do banco, o idoso entrou na Justiça e deve receber o valor perdido, além de uma indenização por danos morais. BANCO TERÁ QUE DEVOLVER MAIS DE 27 MIL PARA IDOSO QUE CAIU EM GOLPE DA FALSA CENTRAL TELEFÔNICA CATADOR DE RECICLÁVEIS É ABSOLVIDO PELO TJ-SP POR FURTO DE MÓVEIS QUE ESTAVAM NA CALÇADA HOMEM QUE MATOU A EX-ESPOSA, CRIME MOTIVADO POR LESBOFOBIA NO SANTA CÂNDIDA É CONDENADO A 25 ANOS DE PRISÃO
  • 5. O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 5 Fevereiro 2023 A Rede de Proteção Animal e a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, deflagraram oper- ação em imóveis em que havia suspeita de um criadouro de cães na região do bairro Abranches, e de maus tratos a animais no bairro Barreirinha. A Rede de Proteção Animal da Prefeitura de Curitiba e a Delegacia de Proteção ao Meio Am- biente da Polícia Civil (DPMA) deflagraram, na tarde de hoje, uma operação em dois imóveis suspeitos de funcionar como criadouro de cães, no bairro Abranches, e de maus-tratos a animais, no Barreirinha. A ação aconteceu após uma série de denúncias feitas à DPMA e registros de vizinhos pela Cen- tral 156 e resultou na apreensão de dez animais. O proprietário do imóvel do Abranches foi mul- tado em R$ 12 mil, por criação e venda irreg- ulares e maus-tratos aos animais. No segundo local, com a constatação de maus-tratos, além da apreensão, foi aplicada a multa de R$ 14 mil. A chefe da Rede de Proteção Animal, Sueli Sa- saoka, lembrou que a lei 13.914/2011 proíbe a criação e disciplina o comércio de animais de es- timação no município de Curitiba. “O comércio precisa ter a liberação de funcionamento com o alvará da atividade e indicar o criadouro de ori- gem fora do município”, reforçou. Comprar animais de estabelecimentos regular- izados e fiscalizados pelo município é mais uma garantia de que não houve maus-tratos. Os ani- mais não podem ficar expostos por mais de seis horas e devem ser comercializados com micro- chip para que possam receber as informações dos responsáveis. Futura adoção Os cães resgatados agora ficam sob responsab- ilidade da ONG Projeto Ajudei como fiel de- positária. Com o fim dos prazos do processo administrativo, poderão seguir para adoção re- sponsável. Animal doméstico exige responsabilidade. Por isso, antes de assumir a tutela de um é impor- tante que: Esteja certo de que todos da família concordam. Prepare-se para ficar com ele por muito tempo (12 anos, dependendo da espécie). Assuma a responsabilidade pelo conforto e bem-estar do seu animal de estimação, garantin- do alimentação, saúde, higiene, lazer e atividades apropriadas ao crescimento. Planeje o que fará com o animal quando não estiver em casa ou viajar. Certifique-se de que existem recursos necessári- os para mantê-lo. O carinho, a alegria e a com- panhia compensam os cuidados com o animal de estimação. Se você está pronto para ter o seu, prefira adota do que comprar. PREFEITURA RESGATA DEZ CÃES E APLICA MULTAS DE R$ 26 MIL POR MAUS TRATOS NO ABRANCHES E BARREIRINHA Imagem: divulgação. A EDUCAÇÃO DO PARANÁ É OUTRA HISTÓRIA. CONHEÇA ALGUNS PROGRAMAS. GANHANDO O MUNDO Leva os melhores alunos para intercâmbio internacional (Canadá e Nova Zelândia). MAIS MERENDA 3 refeições por período nas escolas. O maior programa de segurança alimentar do Brasil. EDUTECH 150 mil alunos com aulas de programação e robótica. É preparação para as profissões do futuro. ENSINO TÉCNICO E PROFISSIONAL Educação que cria oportunidades e colabora com o futuro dos alunos paranaenses.
  • 6. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 6 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br Com o avanço constante da tecnologia e do uso dos recursos naturais, a preocupação com a preservação do meio ambiente também cresce, a gestão do prefeito está avante no uso de recursos limpos, gerando, energias renováveis e promov- endo o desenvolvimento de forma sustentável; desde os primeiros dias de sua gestão o prefeito pauta a responsabilidade ambiental e a economia sustentável para Curitiba. O Curitiba Mais Energia, programa da Prefei- tura de Curitiba que tem como objetivo ampliar o uso de fontes renováveis e menos poluentes na cidade, avança com as obras no terminal do Santa Cândida. Equipes trabalham no reforço da estrutura que vai receber 900 módulos fotovolta- icos para geração de energia elétrica. De acordo com o diretor de eficiência Energética e Geração de Energias Renováveis da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, João Carlos Fer- nandes, a previsão é que as obras estejam final- izadas em cerca de seis meses. “A partir desse prazo, o sistema entra em op- eração e passa a injetar a energia produzida na rede da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), e será compensada nos prédios do município, o que, além de sustentabilidade, representa economia aos cofres públicos”, lem- bra o diretor. Assim do Santa Cândida, outros dois terminais de ônibus devem se tornar usinas de energia so- lar em breve: o do Boqueirão, que já tem o can- teiro de obras montado; e o do Pinheirinho, em fase final de licitação. O programa Curitiba Mais Energia já contem- plou com painéis o Palácio 29 de Março, o Salão de Atos do Parque Barigui e a Galeria das Qua- tro Estações do Jardim Botânico. Além da CGH Nicolau Klüppel, que gera energia a partir da queda d’água do Parque Barigui. A entrega da Pirâmide Solar do Caximba, pre- vista para o aniversário de Curitiba, em 29 de março, também faz parte das ações do programa. E há planos de licitar a instalação de módulos fo- tovoltaicos também na rodoferroviária de Curitiba. De acordo com a Polícia Militar (PM), a batida foi no fim da tarde. Segundo a tabela Fipe, o car- ro é avaliado em cerca de R$ 2 milhões. Segundo a Policia Militar, o carro bateu contra uma lixei- ra, que tinha base de concreto e estava instalada na calçada de uma casa. Uma Ferrari 458 ficou Por não verificar a presença de dolo, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo acolheu recurso para ab- solver um catador de recicláveis que foi acusado de furtar móveis residenciais que estavam em uma calçada, ao lado de uma lixeira. Em primeiro grau, o catador foi condenado a um ano de reclusão, em regime aberto, além do pag- amento de 10 dias-multa. De acordo com os au- tos, o réu passou em frente à casa da vítima e en- controu na calçada uma mesa e quatro bancos, que estavam ao lado de uma lixeira. Ele colocou os objetos em seu carrinho e levou para casa. Após ser reconhecido pelas imagens das câmeras de segurança da região, o réu foi preso em fla- grante. A tese defensiva foi de que ele acredita- va que os móveis haviam sido descartados pelo proprietário. Mesmo assim, foi condenado pelo juízo de origem. O TJ-SP, por sua vez, entendeu que não houve a intenção de cometer o delito e absolveu o catador. Município de Colombo oferece atrações cul- turais históricas da imigração italiana e gas- tronômia e muitas aventuras nas propriedades rurais e vinícolas, são mais de 20 anos do tur- ismo rural com o Circuito Italiano de Turismo Rural Com quase 100 anos de história, a Casa de Cul- tura do município de Colombo está ganhando um novo telhado. Isso faz parte dos serviços de reforma que o espaço receberá neste ano de 2023. A troca do telhado, madeiramento e calhas é só o início dos serviços de reforma que estão sendo Com todos os projetos em funcionamento, a Prefeitura terá uma economia estimada de 60% na fatura de energia elétrica dos prédios públi- cos municipais. “Precisamos lembrar também que, além dos investimentos em infraestrutura, o município promoveu treinamentos em eficiência energética para o uso mais sustentável dos recur- sos”, comentou Fernandes. Durante a movimentação de trabalhadores no terminal do Santa Cândida para o reforço das estruturas, os usuários precisarão ter atenção a possíveis interdições em algumas áreas, que estarão devidamente isoladas e sinalizadas. No momento, não há interferência no acesso e, sempre que isso for necessário, a população será avisada com antecedência. Outro cuidado que vem sendo tomado é a ex- ecução de serviços que causem mais transtornos apenas fora do horário de pico. parcialmente destruída, chamando a atenção de curiosos.A dona da residência onde o aciden- te aconteceu acionou a polícia, mas quando as equipes chegaram ao local o condutor e o veículo não estavam mais lá. O relator, desembargador J. E. S. Bittencourt Rodrigues, destacou em seu voto que, apesar da autoria e materialidade serem indiscutíveis, é preciso levar em consideração a falta da intenção de cometer o furto, uma vez que o catador acred- itava que os objetos haviam sidos descartados. “O fato de os objetos estarem na calçada, do lado da lixeira e do poste, bem como ser coletor de material reciclável é o que milita a favor da ação equivocada em supor que se tratava de descarte de lixo”, disse o magistrado, lembrando que não há modalidade culposa para o crime de furto, sendo a absolvição a única solução cabível ao caso. Assim, diante do quadro probatório, o relator afirmou que não ficou demonstrado, “de forma estreme de dúvidas”, o dolo do agente de subtrair “coisa alheia móvel”, conforme tipifica o artigo 155 do Código Penal. A decisão se deu por una- nimidade. realizados. No espaço será trocado o piso, reparo das rachaduras e por fim o espaço ganhará uma nova pintura. A Casa é um patrimônio histórico da cidade, re- sponsável por manter o acervo cultural do mu- nicípio e atender ao público diariamente. Além disso, o espaço também recebe exposições de trabalhos de artistas da cidade de tempos em tempos. A reforma visa trazer melhorias e manter em boas condições a Casa de Cultura que carrega muitas histórias de Colombo Preparação para os futuros painéis fotovoltaicos no Terminal Sta. Cândida. Foto: Levy Ferreira/SMCS Programa Curitiba Mais Energia no Santa Cândida Foto: Levy Ferreira/SMCS Foto: Jefferson Jaremtchuk Imagem: divulgação. TERMINAL SANTA CÂNDIDA TEM OBRAS PARA INSTALAÇÃO DE PAINÉIS SOLARES CARRO DE R$ 2 MILHÕES EM FRENTE DESTRUIDA EM LIXEIRA E POSTE, NO SANTA CÂNDIDA CATADOR DE RECICLÁVEIS É ABSOLVIDO PELO TJ-SP POR FURTO DE MÓVEIS QUE ESTAVAM NA CALÇADA PATRIMÔNIO HISTÓRICO MAIS ANTIGO DA CIDADE DE COLOMBO, CASA DA CULTURA PASSA POR REVITALIZAÇÃO Polícia foi acionada, mas quando chegou ao local, motorista e carro não estavam mais lá. Acidente aconteceu no bairro Santa Cândida, fato ocorrido no dia 18 de fevereiro.
  • 7. O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 7 Fevereiro 2023 Neste dia 28 de fevereiro, Rafael Greca confere o andamento das obras da primeira etapa do Complexo do Tarumã, no viaduto da Avenida Vitor Ferreira do Amaral, que está sendo alar- gado para receber duas novas estações de ônibus (Tarumã e Victor do Amaral), propiciar a ampli- ação da integração do transporte coletivo e mel- horar as condições no trânsito local. As intervenções incluem a requalificação de vias do entorno e das praças públicas Cova da Iria e Mauro Ferreira, além de novo paisagismo e ilu- minação. Os serviços são coordenados pela Sec- retaria Municipal de Obras Públicas. “A ideia é fazer no viaduto o novo terminal de transportes da região do Tarumã, com esta- cas cravadas que vão ampliar a estrutura viária de maneira a permitir a linha expressa sobre a Linha Verde e a transposição da Avenida Vitor Ferreira do Amaral sem a necessidade de escav- ação. Vamos ter orgulho dessa obra que ficará pronta ao longo do meu mandato”, disse Greca. Setran orienta motoristas em novos bloqueios de trânsito para as obras do Complexo do Tarumã O prefeito esteve no local acompanhado do secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo Araújo Rodrigues, do superintendente da Trail Infraestrutura, Luiz Eduardo Guerra, do ger- ente de contrato da Trail, Antônio Carlos Costa Marques. A empreiteira foi a vencedora da lici- tação para a execução da obra cujo valor do con- trato é de R$ 92,8 milhões. Também participaram da inspeção o diretor do Departamento de Pavimentação da Smop, Lívio O gim, destilado à base de zimbro e de cereais, é a base de coquetéis com a cara do verão, como gim-tônica. Mas a bebida destilada ainda tem a produção incipiente no Brasil e, na maior parte dos casos, é feita por homens. A curitibana Thais Romfeld de Lima, 34 anos, quebrou a regra. Ela percebeu o potencial da bebida e decidiu desen- volver sua própria marca. Assim, tornou-se a primeira mulher produtora de gim do Brasil. Para chegar à produção do Route Gin, criado em 2019 e produzido no município de Colombo, Thais trocou uma carreira de sucesso no Direito pelos desbravamentos no mundo do microem- preendedorismo. Nessa jornada, contou com o apoio do programa Bom Negócio da Prefeitura de Curitiba, realizado pelo Vale do Pinhão. “Faço o gim até com o pé nas costas, mas eu precisava pensar no crescimento da empresa. O Bom Negócio foi essencial para eu projetar custos, precificar o produto e, principalmente, ampliar meus contatos comerciais. Três meses depois do programa, eu já tinha dobrado meu lucro”, conta Thais. Foram dois anos de preparação para entrar no mercado. Entre 2020 e 2021, cuidou da definição da receita autoral, na produção artesanal da bebida, na montagem da estrutura na área rural de Colombo para instalar o alambique de cobre, na regularização e aprovação técnica do produto. Em 2022, a Route Gin acelerou: com uma pro- dução de 50 garrafas a cada lote, iniciou as ven- das em feiras e via internet, diretamente ao con- sumidor. O gim produzido por Thais também está na carta de drinks de nove bares de Curitiba e da Ilha do Mel. Petterle Neto, e a engenheira e fiscal da obra, Manuela Marqueño. Iniciada em 25 de janeiro, a partir da interdição da passagem de veículos sob o viaduto, a obra está na etapa de cravação das 152 estacas metáli- cas (76 em cada um dos lados) necessárias à fundação e ampliação da estrutura viária. Os pilares têm em média 19 metros de compri- mento e começaram a ser cravados no lado norte do viaduto, na lateral da CCV Veículos. Até o fim da manhã desta quarta-feira, 32 estacas já haviam sido fixadas. O trabalho se estenderá ao longo das próximas semanas. Para que as estacas sejam cravadas no local foi necessário fazer o bloqueio total do viaduto, nos lados sul e norte. O diretor da CCV Veículos, Mário Veiga, foi ao encontro do prefeito para ressaltar a importân- cia da obra que vai provocar o desenvolvimento da região. “Entendemos que é uma intervenção necessária para o progresso da região, da cidade e até dos municípios vizinhos”, disse Veiga. A execução da obra impactou na rotina dos fun- cionários e clientes do estabelecimento. “Sabe- mos que podemos contar com o apoio da Pre- feitura para minimizar a alteração das rotinas, especialmente no trânsito, que com a conclusão da obra ficará muito melhor”, completou. Para quem circula pela região, a orientação da Prefeitura é ficar atento aos boletins informati- vos sobre o andamento da obra, novos desvios e bloqueios e seguir as orientações de segurança nas imediações dos canteiros e das atividades “Ver a evolução de cada participante do Bom Negócio é uma grande alegria porque, além de transformarem a própria história, promovem o desenvolvimento do seu entorno. A história da Route Gin tem muito do Vale do Pinhão: mostra o empreender feminino e que extrapolou Curi- tiba, beneficiando também a Região Metropoli- tana”, destaca a coordenadora do Programa Bom Negócio na Agência Curitiba de Desenvolvi- mento e Inovação, Daniela Vitório Del Puente. Lugar de mulher é ... Quando decidiu que lugar de mulher também é na destilaria, Thais decidiu começar do começo: aprender como é feito o gim. No primeiro cur- so para destilar a bebida, era a única mulher. A maioria masculina, por vezes, intimida, ela diz, mas não o suficiente para desmotivá-la. “Senti algumas resistências por ser mulher neste meio. Nas negociações, quando meu marido vai junto negociar a distribuição dos lotes com outros homens, flui melhor, embora quem saiba tudo sobre o produto seja eu”, contra a microem- preendedora. Para que outras não passem por isso, ela tem priorizado parcerias femininas: são mulheres as suas representantes comerciais e a responsável técnica do produto. Sabor local e sustentável A marca paranaense de gim aposta na sustent- abilidade ambiental e no uso de produtos locais Foto: Pedro Ribas/SMCS Curitibana Thais Romfeld de Lima, primeira mulher produtora de gim do país. Curitiba. Foto: Ricardo Marajó/SMCS. COMPLEXO TARUMÃ VAI AMPLIAR INTEGRAÇÃO DO TRANSPORTE COLETIVO; RAFAEL GRECA VISTORIA OBRAS PRIMEIRA MULHER PRODUTORA DE GIM DO PAÍS É DE CURITIBA E TEVE APOIO DO BOM NEGÓCIO de máquinas e operários. Em caso de dúvida, é possível entrar em contato pela Central 156, pelo WhatsApp 41 99876-2903 ou com a Adminis- tração Regional mais próxima. Paralelamente aos trabalhos para ampliar o via- duto acontecem obras nas vias que vão formar as alças de acesso ao viaduto. Equipes executam serviços de drenagem e terra- planagem nas ruas Bandeirantes Dias Cortes, no trecho compreendido desde a Linha Verde até a Avenida Affonso Penna, também contempla- da com as melhorias. As duas vias estão sendo preparadas para receber a nova pavimentação em 340 metros de extensão. Rodrigo Araújo Rodrigues, secretário municipal de Obras Pùblicas, destaca uma série de outras melhorias que acontecem no Tarumã, a partir do Programa Asfalto Novo, de revitalização da mal- ha viária da cidade. “Estamos requalificando 11 para se sedimentar e expandir no mercado. A produtora incluiu a mexerica e o limão rosa na receita para ter um saber mais intimista e de qualidade e que identifique a região onde foi produzido. Seu gim também leva o obrigatório zimbro, coentro, angélica, alcaçuz, pimenta Ja- maica, jasmim e cardamomo. A água usada vem do Aquífero Karst e tem baixo teor de impurezas, facilitando a filtragem, o que contribui para a qualidade do produto final. A produção sustentável é outro diferencial. Thais e o marido, João Rafael Bernardelli Gouveia, 42 anos, criaram um sistema de resfriamento que reutiliza a água, evitando desperdícios. Os resíduos sólidos estão sendo testados como compostagem e os líquidos têm descarte correto. Os clientes também podem retornar as garrafas de vidro, que passam por um processo de higie- nização específico e podem ser reaproveitadas. O favorito da rainha ruas da região, assegurando 4.169 metros de as- falto novo para melhorar os caminhos de quem circula pelo bairro”, disse Rodrigues. São obras a partir da reciclagem do antigo antipó desgastado pela ação do tempo e que estão alca- nçando as ruas Frei Orlando, General Polli Coel- ho, Maria Ficinska, Olga Graleska de Oliveira Lima, Jacob Bertinato, Alexandre de Gusmão, Raul Joaquim Quadros Gomes, Nagib Daher, Presidente Epitácio Pessoa, Monte Castelo e Affonso Penna. O gim é famoso não só compor drinques bada- lados como a gim-tônica, mas também era uma das bebidas favoritas da rainha britânica Eliza- beth II – o que fez com que a realeza produzisse o seu próprio rótulo, feito com 12 botânicos se- cretos colhidos nos jardins do palácio. Apesar de o mercado brasileiro ainda ser dom- inado por marcas estrangeiras, o potencial de expansão para rótulos nacionais é grande: o con- sumo de gim no mercado brasileiro saltou de 1,1 milhão de litros em 2016 para 13,1 milhões de litros em 2021, segundo levantamento da Euro- monitor. A estimativa é que, até 2026, o volume triplique para 35,1 milhões de litros/ano. Criado na Holanda no século 17, o gim gan- hou popularidade na Inglaterra, onde ganhou em qualidade. O nome deriva de variantes do nome zimbro em diversos idiomas (genever, em holandês; genievre, em francês, e ginepro, em italiano).
  • 8. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 8 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br Lugardecriança énaescola.Tododia. Presente! 17 mil profissionais | 185 escolas Alimentação escolar nutritiva Melhor IDEB entre as capitais 230 CMEIs | Evasão escolar zero: A educação em Curitiba está presente. E, para um bom rendimento escolar, marque presença também. Incentive o comparecimento do aluno na escola. As faltas prejudicam o aprendizado e a socialização. Orgulho de Ser. Cidade educadora.
  • 9. O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 9 Fevereiro 2023 PARTE AZUL DA BORRACHA NÃO É PARA APAGAR CANETA? PARA QUE SERVE? NOSTALGIA - BACACHERI A borracha azul é um item icônico que todos nós conhecemos desde a infância. Você já se pergun- tou para que serve aquela famosa borracha com uma parte azul? Mas para que serve exatamente? Revelo aqui a utilidade desta parte da borracha. Foi um professor de desenho quem me expli- cou a sua verdadeira utilidade. E devo dizer que fiquei impressionado com a explicação. Não! A borracha azul não apaga a tinta da cane- ta, como nos ensinaram na escola. Será que nos enganaram? Não me diga que você nunca tentou remover a tinta de suas cópias com essa parte da borracha. O resultado? Um grande buraco. Isso ocorre porque, ao contrário do que algumas marcas de material escolar afirmam, essa parte azul não serve para isso. Então, para que serve a parte azul de uma bor- racha? Pois é, ao contrário do que acreditávamos quando éramos crianças, a borracha azul não apaga tinta de caneta, mas ela tem outras util- idades incríveis. Aqui estão 4 usos surpreen- dentes da parte azul de nossas borrachas: 1ºApagar lápis na madeira Todo mundo que trabalha com madeira sabe que a borracha azul é útil. Para quem tra- balha com madeira, a borracha azul é uma ferramenta útil, pois apaga traços de lápis em tábua ou madeira crua. Isso acontece graças às partículas de pedra-pomes em sua composição. 2º Apagar medidas de lápis em paredes Os pedreiros e pintores podem dizer que a bor- racha azul é útil para eles. Pedreiros e pintores também utilizam a borracha azul para apa- Rua Monteiro Tourinho, foto 01, próximo a Casa China, 1975; foto 02 mostra o contraste da Colônia Santa Cândida, as carroças e os carros e caminhões ( FNM e ford) próximo ao Mercado Boni, 1950, ao fundo aparece as três casas que, ainda configuram como paisagem atual. PRÓ CONT SOLUÇÕES EMPRESARIAIS Contador: Sandro da Silva Constituição e Encerramento de Empresas - Imposto de Renda Assessoria Contábil, Empresarial, Financeira, RH Tel: 3357-3601 | 8462-3354 | 9910-5357 Rua Ilda C. Manasczuk, 444, Jardim Aliança - Santa Cândida - Curitiba Rua Delegado Miguel Zacarias, 116, Bairro Boa Vista 41 99684-7710 gar medidas e outros marcadores nas paredes. Isso se deve à sua composição granulada, que é muito útil em paredes de concreto ou gesso. 3º Apagar lápis na tapeçaria Pintores e decoradores também utilizam esse ob- jetoemseuofício.Pintoresedecoradorestambém usam a borracha azul para tirar as dimensões ou medidas a lápis na tapeçaria. Mas é importante ter cuidado para não apertar demais, pois essa parte é áspera e pode danificar o papel de parede. 4º Apagar lápis de cera na caixa Para quem trabalha com artes plásticas e diver- sos materiais, a borracha azul é uma ótima opção para apagar o lápis de cera sem danificar o pa- pelão. Além disso, ela elimina vestígios de graxa de lápis e outros giz de cera, sem deteriorar a superfície. Mas por que essa parte da borracha ainda está sendo vendida para crianças em idade escolar, se ela não é tão utilizada por elas? A resposta é simples: os consumidores estão apegados a ela. Um estudo realizado pela marca de material escolar Maped da Haute Savoie mos- trou que os pais compram essa borracha como prioridade porque é um símbolo do colegial e uma lembrança de sua infância. Evelin Leone
  • 10. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 10 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br Há ocasiões em que, para certas situações, parece não haver solução fácil à mão, e não conseguim- os vislumbrar uma saída adequada. Uma situ- ação recente, no entanto, revelou uma analogia encorajadora. Eu estava caminhando na praia e decidi nadar um pouco. Mergulhei abaixo das ondas, bem fundo, e ouvi sons fortes — o canto das baleias! Eu estava rodeado pelo canto de in- úmeras baleias. Enquanto caminhava pela praia, as baleias migratórias lá estavam, cantando, mas eu não tinha ideia do que estava acontecendo, até mergulhar bem fundo, abaixo da superfície. Então ouvi as baleias. Essa experiência me fez pensar. Dei- -me conta de que a oração tem efeito semelhante. Quando nos defrontamos com situações difíceis na família, no trabalho, contas a pagar, o not- iciário, ou qualquer outro prob- lema, a oração é a maneira de ir mais a fundo no pensamento e ouvir soluções espirituais que não são perceptíveis quando permanecemos na superfície material. Com base na oração, Cristo Jesus mostrou para todos nós uma maneira de ver e ouvir mais do que apenas as ondas. Quando Jesus e os discípu- los estavam em um barco em meio a uma tem- pestade, deu esta ordem: “…Acalma-te, emu- dece” e fez-se grande bonança (Marcos 4:39). Jesus compreendia que Deus, o Amor divino, estava ali com eles, mesmo em meio à tempesta- de, e sua oração fez com que todos sentissem a calma que na realidade estava presente. No Anti- go Testamento, o profeta Eliseu também teve um vislumbre semelhante, quando seu servo viu que a cidade estava rodeada por aqueles que plane- javam capturar Eliseu. Este, no entanto, com a clareza da compreensão espiritual, assegurou ao servo que “…mais são os que estão conos- co do que os que estão com eles” (2 Reis 6:16). Então o servo também viu a legião de anjos que os cercava. Como é que podemos fazer isso? Como podemos ver soluções que não víamos, ou sentir-nos calmos diante de uma tempestade ameaçadora? A Descobridora da Ciência Cristã, Mary Baker Eddy, escreveu: “Temos de examinar profundamente o que é real, em vez de aceitar apenas o senso exterior das coisas” (Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, p. 129). O ponto de partida é a oração em que esperamos a direção de Deus — aquietamos nosso pensamento, reconhecemos a presença e o poder divinos, deixamos que Deus entre na conversa, e escutamos. A partir daí estamos abertos para ouvir o “canto” da Ciência divina, que nos dá o poder de pensar a partir de uma base total- mente diferente daquilo que a superfície materi- al revela. Essa base é a verdade sobre o cuidado de Deus para com cada um de nós, Seus filhos inteiramente espirituais, que refletem o bem infinito de Deus. À medida que compreendem- os e passamos a pensar a partir dessa realidade espiritual, ela tem efeito sanador. Certa ocasião eu estava me sentindo frustrado pelo esforço que estava dedicando a um relacionamento e o pouco retorno que recebia em troca. Sem con- seguir ir adiante com essa linha de pensamento, percebi que precisava olhar mais a fundo e orar. Minha oração foi simples: “Mostra- -me, Deus, o que preciso compreender”. A resposta foi imedi- ata: “Será que o bem está em falta, em sua vida?” Dei-me conta de que eu estava olhando para o que parecia me faltar. No entanto, espiritual- mente já temos tudo de que precisamos, porque nossa verdadeira natureza é inseparável de Deus. Parecia-me que Deus estava dizendo: “As baleias estão cantando — mergulhe e ouça”. Com esse alerta fui em frente e consegui dar mais de mim com liberdade, o que beneficiou minha inter- ação com os outros. Ter a disposição de desafiar, com o apoio da oração, nossas próprias suposições, e raciocinar a partir do que Deus, a Mente divina, está reve- lando a nosso respeito e a respeito da situação, habilita- -nos a perceber soluções possíveis, bem ao nosso alcance. A Sra. Eddy aludiu a esse discernimento, quando escreveu: “O efeito des- sa Ciência consiste em sacudir a mente huma- na, levando-a a uma mudança de base, sobre a qual possa ceder à harmonia da Mente divina” (Ciência e Saúde, p. 162). Quer estejamos nos defrontando com uma questão pessoal, quer seja mundial, mesmo que pareça não haver uma di- reção visível, temos a capacidade, outorgada por Deus, de olhar mais a fundo, escutar abaixo do ruído da superfície, e ouvir o canto das soluções espirituais que chegam até nós. Bobby Lewis https://www.cienciacrista.com O CANTO DAS BALEIAS Como podemos ver soluções que não víamos, ou sentir-nos calmos diante de uma tempestade ameaçadora? O Paraná pode apresentar em 2023 a maior que- da de arrecadação da série histórica. Segundo o secretário de Estado da Fazenda, Renê Garcia Júnior, que apresentou na Assembleia Legislati- va do Paraná os dados relativos ao cumprimento das metas fiscais do 3º quadrimestre de 2022, o declínio pode chegar 10,8%. De acordo com ele, o impacto gerado pela a Lei Complementar Fed- eral 194/2022 pode resultar em uma perda de R$ 6,8 bilhões aos cofres públicos neste ano. Con- siderando apenas os setores afetados, o prejuízo foi de R$ 3,2 bilhões de agosto a dezembro de 2022. Os números foram apresentados aos dep- utados estaduais paranaenses na sessão plenária desta terça-feira (28). O fato pode ocorrer mesmo com o aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mer- cadorias e Serviços (ICMS) para 19%. De acor- do com Garcia, o aumento no ICMS compensa menos de 15% das perdas geradas pela a Lei Complementar Federal 194/2022, que reduziu a alíquota paranaense da gasolina, energia elétri- ca e comunicações de 29% para 18%. De acordo com a apresentação, o Paraná passou a registrar uma queda permanente superior a 15% no ICMS a partir de julho/2022, quando a LC 194/2022 foi aprovada. Em comparação, a queda em 2020, durante a pandemia do novo coronavírus, foi de 3%. No entendimento da pasta, a Lei Complementar 194/2022 afeta de forma permanente a estrutura de arrecadação dos estados brasileiros. De acor- do com a apresentação, a LC 194 desconsider- ou a natureza pontual da melhora nas contas e impôs redução brusca das alíquotas sobre seto- res chave para arrecadação. Mesmo assim, afirma a Secretaria da Fazenda, o Estado do Paraná conseguiu fazer frente às suas obrigações, garantindo a continuidade aos inves- timentos, programas e projetos. O secretário de- stacou que “a boa gestão fiscal contribuiu na bus- ca do equilíbrio das contas públicas”. “Com todos os aumentos das despesas que pressionaram as contas em 2022, conseguimos manter as finanças equilibradas e cumprir com nossos deveres, ga- rantindo serviços públicos de qualidade aos pa- ranaenses”, explicou Garcia Junior. Relatório O relatório do desempenho do Executivo apre- sentado é referente ao terceiro quadrimestre de 2022 (ou seja, do período de setembro a dezem- bro) e o consolidado do ano passado. A apresen- tação do secretário da Fazenda é prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), que exige a demonstração e aval- iação periódica do cumprimento de metas fis- cais. Acompanhado por uma equipe de técnicos do Governo, o secretário detalhou as receitas, despesas e resultados referentes à contabilidade do Estado e respondeu aos questionamentos dos deputados. De acordo com os dados apresentados, a re- ceita corrente realizada no período entre janei- ro e dezembro de 2022 foi de R$ 58,4 bilhões, contra R$ 49,9 bilhões no mesmo período de 2021. A arrecadação de impostos (ICMS, IPVA e ITCMD), taxas e contribuições apresentou um crescimento de 11% em valores nominais e 5% (R$ 32,3 bilhões) em valores reais em relação a 2021 (R$ 29,1 bilhões). Dessa forma, o Estado obteve um superávit primário na ordem de R$ 5,5 bilhões, permitindo ao Governo garantir a continuidade aos investimentos, programas e projetos para este ano. A Secretaria da Fazenda informou que na pri- meira metade do ano, a arrecadação cresceu 22% nominal em relação ao mesmo período de 2021. Somente a arrecadação de combustíveis cresceu 30% nominal no período, sendo responsável por 26% do total de ICMS no primeiro semestre. Em relação as despesas, o Governo elevou os gastos com investimentos públicos e fechou o ano com R$ 6,2 bilhões, o que representa um aumento real de 37% em relação ao ano de 2021 (R$ 4,2 bilhões). Já dívida pública teve queda e está na faixa de R$ 24 bilhões. Saúde e Educação Ainda na apresentação, Garcia Junior afirmou que em 2022 o Governo do Estado investiu 12,40% em Saúde, com as despesas já empenha- das para o limite, e 32,01% em Educação, cum- prindo os percentuais mínimos estabelecidos por Lei para as duas áreas - 12% e 30%, respec- tivamente. Os gastos com Saúde em 2022 chega- ram ao total executado de R$ 5,4 bilhões. Já em educação o valor é de R$ 14,1 bilhões no ano. Mercado de trabalho Pelo 8º trimestre consecutivo, a taxa de desem- prego no Paraná segue em queda. A taxa regis- trou novo recuo, passando de 6,1% para 5,3%. Por outro lado, a massa salarial apresentou crescimento. O rendimento médio real dos tra- balhadores avançou 2,6% no 3º trimestre frente ao 2º trimestre. Combinada com melhora no emprego, massa salarial apresentou o segundo avanço consecutivo. Devido a um mal-estar, o secretário de Fazen- da acabou deixando a audiência pública logo após o término da apresentação. Com isso, após um acordo entre as lideranças do Governo e da Oposição, os questionamentos por parte dos parlamentares serão encaminhados à pasta. Alep Foto: Dálie Felberg/Alep GOVERNO DO PARANÁ PREVÊ R$ 6,8 BILHÕES DE PERDAS NA ARRECADAÇÃO SOBRE COMBUSTÍVEIS NESTE ANO
  • 11. O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 11 Fevereiro 2023 “Um livro é um mudo que fala, um surdo que re- sponde, um cego que guia, um morto que vive’’, (Padre Antônio Vieira). Com eles você tem a possibilidade de conhecer, dominar um assunto ou será um puro entreten- imento, acrescenta e faz nos refletirmos sobre a direção de nossas vidas. São destacados aqui al- guns livros com estórias, nesta lista não temos as obras religiosas, filosóficas e nem políticas que são de muitas vendas em todos os países. Dom Quixote, de Miguel Cervantes, publicado em 1600. É estimado que mais de 630 milhões de cópias tenham sido vendidas, por mais difícil que seja estabelecer um número assim devido à idade do livro. O espanhol Miguel Cervantes publicou uma história em que Dom Quixote, um homem de meia ideia que se tornou cavaleiro depois de ler diversos romances de cavalaria. A linguagem e o diálogo do autor e personagens leva a uma grande aventura, o seu escudeiro Sancho Pança e o cavalo de Dom Quixote; Rocinante. Era dramaturgo e poeta, nasceu em 1547, na atu- al Alcalá de Henares, um município da Espanha. Faleceu na capital Madrid, em 1616. Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K Rowling Coletânea organizada pelo escritor Eduardo Bueno traz artigos a respeito da importância da árvore em diversas áreas Como um bom cidadão informado, deveríamos saber muito mais sobre a Constituição Federal, sobre valores e princípios, do Cristianismo dos 4 livros do novo testamento na Bíblia. Acho que um pouco menos então; como cidadão podería- mos ter um conhecimento da origem do nome de nosso país. Pau-de-tinta, pau-brasil, um lenho tintorial que chegou a ser moeda de garantia de pagamento de dívida com a Inglaterra; mais tarde somente os juros da dívida. Um corante artificial decre- tou a obsolescência definitiva do primeiro ‘’ciclo econômico’’ do Brasil. O que há por trás das simplistas ligações feitas no período escolar entre pau-brasil, economia do período colonial deste país e o próprio nome do mesmo? Segundo o livro “Pau-Brasil”, relatos sobre o desbravamento de terras distantes, cho- que de civilizações e pistas sobre as controvér- sias envolvendo a maior façanha portuguesa, o Descobrimento. Para detalhar a relevância da árvore na história do Brasil, o jornalista e escritor gaúcho Eduardo Bueno, autor dos best-sellers da coleção “Terra Brasilis”, convidou especialistas de diversas sear- as, indo da botânica à navegação, passando pela moda. A pesquisa organizada por Bueno trilha o camin- ho até a origem da palavra “brasil”, que veio dos celtas -não foi por galhofa de companheiros que havia na seleção escocesa da Copa de 1982 um jogador com o sobrenome Brazil. Os celtas davam o nome de “breazail” ao es- tanho, que era matéria-prima para obtenção da cor púrpura vista no manto de reis e sacerdotes e era comercializada com os fenícios, cuja terra não se conhecia a localização. Quando estes últimos interromperam os negócios do produto, surgiu na mitologia celta (500 milhões de cópias vendidas) Até mesmo quem nunca leu os livros, pode já ter visto algum filme da saga Harry Potter. O livro acima é o primeiro lançado pela escritora. Harry Potter é um garoto órfão, que em algum momento recebe uma carta que contém um con- vite para ingressar em Hogwarts. Lá dentro, ele vai aprender sobre magia e tornar-se um bruxo. Um conto de duas cidades, de Charles Dickens (200 milhões de cópias vendidas) Mais uma obra clássica da lista, o romance histórico se passa na época da Revolução Fran- cesa. De acordo com a descrição do livro, são retratadas as sociedades inglesas e francesas naqueles tempos. É também abordado o impacto delas na camada social do período. O livro foi publicado em novembro de 1859 pelo britânico Charles Dickens, considerado como o mais popular romancista inglês da era vitoriana. O senhor dos Anéis: A sociedade do Anel, por J.R.R Tolkien (150 milhões de cópias vendidas) A saga de ficção que foi para outras mídias, tor- nando-se mundialmente conhecido até os dias de hoje, com diversas adaptações. Frodo, um jovem hobbit e seus amigos, deixam o a imagem da ilha de Hy Breazail, depois O’Bra- zil, a “nação dos vermelhos”, onde viveriam os fenícios. Curiosidades à parte, o que a história registrou à exaustão foi o valor comercial do pau-brasil no século 16, que teria sido identificado imediata- mente pela expedição de Pedro Álvares Cabral. Mas o artigo “O Enigma do Pau-Brasil” do pesquisador Fernando Lourenço Fernandes, presente no livro, afirma que não foi bem assim. A teoria é de que seria improvável que os portu- gueses percebessem logo de cara o potencial da árvore sem empreender uma intensa pesquisa, o que reforçaria a tese de um pré-Descobrimento. Outra ideia defendida por Fernandes, e que Eduardo Bueno diz ser a grande novidade tra- zida pelo livro, é a de que a primeira feitoria (As feitorias portuguesas eram basicamente locais nos quais os portugueses armazenavam toda a madeira extraída) construída pelos portugueses não foi erguida em Cabo Frio (RJ), e sim na atual Ilha do Governador, na zona norte carioca. Bueno, porém, é cético quanto à resposta de acadêmicos e da mídia a essa nova formulação: “Eu acho que ninguém vai dar muita bola, porque o Brasil é o Brasil. Lá fora, a revista “Na- tional Geographic” investiu milhões e milhões de dólares para descobrir a primeira ilha que [Cristóvão” Colombo aportou. Mas aqui, quan- do se trata da primeira feitoria construída no hemisfério Sul...”. Os nove artigos que compõem “Pau-Brasil” são acompanhados por uma extensa pesquisa in- fográfica -são cerca de 200 fotos, ilustrações e mapas. “É o maior trabalho desse tipo já feito sobre o assunto”, diz Bueno. ENCONTRE ESTE EXEMPLAR NA Livraria do Chain. Há mais de 50 anos contribuindo para a educação do Brasil. Rua Gal. Carneiro, 3264- 3484. Ao lado da Ufpr - Reitoria condado e vão atrás de uma jornada para encon- trar um anel e o destruir por completo. O livro é o primeiro volume da trilogia de sucesso. O escritor, J.R.R Tolkien foi também professor universitário e filólogo. Nascido na atual África do Sul, faleceu em 1979. O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Ex- upéry (150 milhões de cópias vendidas) Por mais que seja um livro infantil, o pequeno príncipe possui um público bem diversificado e a história contém diálogos e argumentos de sabedoria tanto para jovens como para idosos. Escrito em 1943, o livro conta a história de um piloto de avião que cai num deserto onde encon- tra um pequeno príncipe que lhe pede para de- senhar uma ovelha. Uma curiosidade: o escritor também foi piloto. Ele nasceu em 1900 em Lyon e morreu aos 44 anos. AS 5 OBRAS LITERÁRIAS MAIS VENDIDAS EM TODO O MUNDO PAU-DE-TINTA,PAU-BRASIL,BRASIL; ARELEVÂNCIANAHISTÓRIADOPAÍS
  • 12. azeta do Santa Cândida O J O R N A L Q U E T E M O Q U E F A L A R 12 Fevereiro 2023 O JORNAL QUE TEM O QUE FALAR www.gazetadosantacandida.com.br COMÉRCIO COMÉRCIO & &DELIVERY DELIVERY ANÚNCIO ECONÔMICO PARA PRESTADORES DE SERVIÇOS E COMÉRCIO EM GERAL A oportunidade de fazer-se conhecido, levar sua oferta, o seu negóciio nos bairros: Santa Cândida, Boa Vista, Atuba, Bacacheri, Tingui, Cachoeira, Ahú, Cabral, Juvevê, e parte do Bairro Alto. SOLDAS E TORNEARIA LGM T O R N E A R I A SERVIÇOS DE TORNO SOLDAS EM GERAL RUA SÃO JOÃO, 64, TINGUI 3144-6292 AUDIÇÃO Audimax Rua Barão do Rio Branco, 222, LJ. 06, 3029-9090 Centro BAR Bar Makiolka Av. Monteiro Tourinho, 1000, 3257-5603 Tingui Bar do Mauro - Jogos televisivos, lanches epetiscos Av. Paraná, 2531, 99680-8793 Boa Vista CABELEIREIROS Elói - Cabeleireiros Unissex Galeria Andrade - Rua Riachuelo, 90 lj 08, 98825-5700 - 99611-0658 - 3257-1395 Centro CAFETERIA Dreon - Panificadora e Cafeteria Fast Food - Restaurante Rua Fernando de Noronha, 301, 3019-5841 Boa Vista CLUBE Rio Branco Faça parte desta família Rua Fernando de Noronha, 692, 3256-4445 Boa Vista CONTABILIDADE Pró Contabilidade Soluções Empresariais Imposto de Renda - Assessoria Contábil 98462-3354 - 99910-5354 Santa Cândida DISTRIBUIDORA Distribuidora Ramos Av. Erasto Gaetner , 1457, 3079-7744 Bacacheri ESPETINHOS Loja de Espetinhos Curitiba Hambúrgueres - Açai - Mais de 60 sabores de espetinhos Atacado, Varejo e em Delivery 99270-0016 Curitiba GÁS E ÁGUA Gás e Água Rocio 99993-7963 Santa Cândida INFORMÁTICA | LAN HOUSE Informática e papelaria Colorir Rua Fernando de Noronha, 390, Lj.01, 99189-0575 - 3030-3513 Santa Cândida JORNAL Gazeta do Santa Cândida 99211-8943 Tingui LANCHES Bem Brasil Lanches, Hamburguer Artesanal e Porções Solicite nosso cardápio 99538-1286 Boa Vista MATERIAIS PARA CONSTRUÇÃO Empório do Pedreiro Rua Guilherme Ihlenfeldt, 376, 3503-2131 Bacacheri MECÂNICA J.Gaveliki 99975-2964 Boa Vista ODONTOLOGIA Dra Nádia 3030-2705 - 99930-9078 Santa Cândida CUIDAR DE NOSSOS IDOSOS É PRESERVAR A NOSSA HISTÓRIA É DAR QUALIDADE DE VIDA 41 99892-7874 41 98461-6119 CUIDADOR CUIDADOR DE IDOSOS Higiene ● Alimentação ● Remédios ● interação ● Lúdica Oferece diversas atividades Esportivas e de Lazer, Espaço para Eventos, Academia de Natação, Hidroginástica e Musculação, entre outras. ATENDIMENTO Segunda a sexta: 9h00 às 20h00 Sábado: 9h00 às 18h00 TELEFONES 41 3256-4445 41 3356-6155 CLUBE RIO BRANCO FAÇA PARTE DESTA FAMÍLIA CONHEÇA AS ATIVIDADES OFERTADAS PELO CLUBE PARA SÓCIO E NÃO-SÓCIOS Papelaria Colorir ASSISTÊNCIA TÉCNICA EM COMPUTADORES E NOTEBOOK MATERIAL ESCOLAR E PRESENTES (41) 3030-3513 (41) 99189-0575 ÓTICA Audimax Rua Alfredo Bufren, 255 Lj.47, 3024-2818 Centro PANIFICADORA Dreon - Panificadora e Cafeteria Fast Food - Resturante Rua Fernando de Noronha, 301, 3019-5841 Boa Vista PAPELARIA Papelaria Colorir e informática Rua Fernando de Noronha, 390 lj.01, 3030-3513 - 99189-0575 Boa Vista PANFLETOS E CARTÕES Serviços de Gráfica e Lan House 99770-6422 Santa Cândida PIZZA Barolla 99264-1462 Tingui PET SHOP Casa da Mel - Banho, tosa e Cafuné Rua Brigadeiro Arthur C. Peralta, 35 lj.03, 99116-4615 Boa Vista RADIADORES Moacir Radiadores 99740-0669 - 3357-9272 Tingui RESTAURANTE Meu Cantinho - Buffet Rua Del. Miguel Zacarias, 116, 99684-7710 Boa Vista Restaurante Meu Cantinho Rua Del. Miguel Zacarias, 116, 99684-7710 Boa Vista RESTAURANTE DELIVERY Nhoque and Roll 99743-9754 VETERINÁRIO Clinicão Rua Vicente Geronasso, 1480, 3257-8791 - 99963-0233 Boa Vista SAPATEIRO Oficina do Calçados Rua Guilherme Ilhenfeldt, 957, 99987-3298 Tingui