SlideShare uma empresa Scribd logo
Análise de Pontos de Função



                   Uma visão geral do mundo das Métricas


                            “Não se consegue controlar o que não se consegue medir.¹”
                                    Tom de Marco - Controlling Software Projects, Yourdon Press, 1982.




Humbertho Mattar
Agenda

          Por que medir?

          Indicadores derivativos do PF

          Medida do Tamanho do Produto

          ISO 14143-1

          Visão Geral da Análise de Pontos de Função

          Práticas de Contagens Estimadas

          Análise do Mercado de Métrica no Brasil e no Mundo




Humbertho Mattar
Por que medir?

         Estimar custos e recursos de projetos

         Avaliar a aquisição de pacotes (make-or-buy)

         Suportar análises de produtividade e qualidade

         Remunerar fornecedores

         Apoiar a gerência de escopo do projeto

         Apoiar a gerência de requisitos do projeto

         Benchmarking

         Tornar o gerenciamento de projetos baseado em fatos, não em
         “achismos”




Humbertho Mattar
Indicadores derivativos do PF

         A APF, junto com outras métricas permite a geração de vários
         indicadores para o GP

             Horas / PF

             PF / Homem Mês

             R$ / PF

             Defeitos / PF

             Estabilidade dos requisitos

             Baseline da organização

             Tamanho do backlog



Humbertho Mattar
Medida do Tamanho do Produto
         Os Pontos de Função podem ser utilizados para medir sistemas em várias
         fases do ciclo de vida, no desenvolvimento ou na manutenção.

         Quadro comparativo:

                   Fase do Ciclo de vida   Estimado         Medido
                         Proposta            Sim              Não
                        Requisitos           Sim              Sim
                          Projeto            Sim              Sim
                        Construção           Sim              Sim
                        Implantação          Sim              Sim
                   Manutenção Adaptativa     Sim              Sim
                   Manutenção Corretiva      Não              Não
                   Manutenção Perfectiva     Não              Não




Humbertho Mattar
ISO 14143-1/2007 – Medição Funcional
            Definição de Conceitos
            Avaliação da Conformidade de Métodos de Medição de Software com
            Relação ao padrão ISO/IEC 14143-1:1998
            Verificação de um Método de Medição Funcional de Tamanho
            Modelo de Referência para Medição Funcional de Tamanho
            Determinação de Domínios Funcionais para uso com Medição Funcional de
            Tamanho.
                                                                        Uso da APF




Humbertho Mattar
Histórico da Análise de Pontos de Função


         1979 Allan Albrecht (IBM) cria as primeiras regras da APF

         1983 primeiro curso de APF no Brasil (Unisys)
         1984 primeiro manual de APF

         1986 criação da primeira diretoria do IFPUG *
         1996 primeiro exame CFPS no Brasil

         1998 criação do BFPUG

         2004 CFPS no Brasil = 200
         2007 CPM (Manual de Práticas de Contagem) versão 4.2.1 em
         português



Humbertho Mattar
Análise de Pontos de Função


         Análise de Pontos de Função (APF) é um método padrão para medir o
         desenvolvimento de software do ponto de vista do usuário.

         A APF mede o software através da quantificação da funcionalidade que o
         software provê ao usuário com base principalmente no projeto lógico

         Objetivo do processo de Contagem de Pontos de Função:

             Suficientemente simples para minimizar a sobrecarga no processo de
             medição;

             Uma medida consistente entre os vários projetos e organizações.




Humbertho Mattar
APF - Objetivos e Benefícios

         Objetivos
             Medir a funcionalidade que o usuário solicita e recebe
             Independe da tecnologia e considerações técnicas


         Benefícios
             Fator de normalização e comparação de softwares
             Estimativa de custos e recursos
             Linguagem comum usuário x desenvolvedor
             Transparente
             Reduz conflitos de negociação
             Permite auditagem
             Possibilita geração de histórico de projetos
             Indicador de qualidade de projetos



Humbertho Mattar
APF - Processo de Contagem


   • Diagrama do Procedimento de Contagem:




Humbertho Mattar
APF – Propósito

         O propósito significa o porquê da análise

         Determina algumas premissas para o processo de contagem;

         Determina o tipo de contagem, ou seja, se ela abrangerá uma ou mais
         aplicações ou então apenas parte de uma aplicação

         Afeta o posicionamento da fronteira da aplicação

         Define o nível de detalhe da contagem
            Ex.: Uma contagem está sujeita a uma auditoria posterior, será
            necessário que cada etapa do processo esteja bem documentada para
            facilitar a tarefa.




Humbertho Mattar
APF – Tipo de Contagem
        Projeto de Desenvolvimento
            Referencia as funcionalidades disponíveis na primeira instalação
            Incluem as funcionalidades de conversão de dados

        Projeto de Melhoria
            Modificações (inclusões, alterações, exclusões e conversão)

        Aplicação (Baseline)
            Funcionalidades já disponíveis
            Esta contagem é inicializada quando a contagem de pontos de função
            do projeto de desenvolvimento é finalizado e é atualizado sempre ao
            final de um projeto de melhoria da aplicação.




Humbertho Mattar
APF – Fronteira e Escopo da Contagem

         Definição:
             Fronteira:
                   A fronteira da aplicação indica o limite entre o sistema que
                   está sendo medido e o usuário.
             Escopo:
                   Escopo da Contagem define as funcionalidades que serão
                   incluídas em uma contagem específica.
         A fronteira da aplicação é independente do escopo da contagem




Humbertho Mattar
APF – Fronteira da Contagem

         Define o que é externo à aplicação
         É uma interface conceitual entre a aplicação “interna” e o mundo
         “externo” do usuário
         Atua como uma “membrana” através da qual os dados processados
         pelas transações (EEs, SEs e CEs) passam para dentro e para fora
         da aplicação
         Inclui dados lógicos mantidos pela aplicação (ALIs)
         Ajuda na identificação dos dados lógicos referenciados mas não
         mantidos dentro da aplicação (AIEs)
         Depende da visão externa do negócio do usuário da aplicação. É
         independente de considerações técnicas ou de implementação.




Humbertho Mattar
APF – Escopo da Contagem


         Define um (sub)grupo do software que está sendo medido

         É determinado pelo propósito de executar a contagem de pontos de
         função

         Identifica na contagem de pontos de função para fornecer respostas
         relevantes ao propósito da contagem

         Pode incluir mais de uma aplicação

         Escopo de:
           Pontos de função de melhoria
           Pontos de função de desenvolvimento
           Pontos de função de aplicação


Humbertho Mattar
APF – Funções de Dados

       As funções de dados representam a funcionalidade fornecida ao
       usuário para satisfazer requisitos de dados internos e externos.
           Arquivos Lógico Internos (ALIs)
           Arquivos de Interface Externa (AIEs)
       O termo “arquivo” não significa arquivo no sentido tradicional de
       processamento de dados. Neste caso, para a APF, arquivo refere-se a um
       grupo de dados logicamente relacionados e não à implementação física
       destes grupos de dados.
       Diferença principal entre ALIs e AIEs, é que o arquivo lógico interno está
       dentro da fronteira da aplicação e é mantido por processos elementares
       enquanto o AIE não é. Necessariamente o AIE deverá ser um ALI de outra
       aplicação.




Humbertho Mattar
APF – Arquivos Lógico Internos


         Um arquivo Lógico (ALI) é um grupo de Dados ou de informações
         de controle logicamente relacionados, reconhecido pelo usuário,
         mantido dentro da fronteira da aplicação. A intenção primária de
         uma ALI é armazenar dados mantidos através de um ou mais
         processos elementares da aplicação que está sendo contada.

         Regras de identificação:

             O Grupo de dados ou informações de controle é lógico e
             reconhecido pelo usuário

             O grupo de dados é mantido através de um processo elementar
             dentro da fronteira da aplicação que está sendo contada




Humbertho Mattar
APF – Arquivo de Interface Externa

         Um arquivo de interface externa (AIE) é um grupo de dados ou de
         informações de controle logicamente relacionados, reconhecido pelo
         usuário, referenciado pela aplicação, porém mantido dentro da fronteira
         de uma outra aplicação. A intenção primária de um AIE é armazenar
         dados referenciados através de um ou mais processos elementares
         dentro da fronteira da aplicação que está sendo contada. Isto significa
         que um AIE contado para uma aplicação deve ser um ALI em outra
         aplicação.
         Regras de identificação:
             O grupo de dados ou de informações de controle é lógico e reconhecido
             pelo usuário.
             O grupo de dados é referenciado por, e externo à aplicação que está sendo
             contada.
             O grupo de dados não é mantido pela aplicação que está sendo contada.
             O grupo de dados é mantido em um ALI de outra aplicação.




Humbertho Mattar
APF – Contar Funções de Dados

         DER – Dado Elementar Referenciado
             Campo único não repetido e reconhecido por usuário

         RLR – Registro Lógico Referenciado
             Subgrupo de dados reconhecidos pelo usuário dentro de ALI/AIE

                     Complexidade                                Contribuição

         RLRs/DETs     1-19   20-50    >50                 #          AIE       ALI
              1       Baixa   Baixa    Média             Baixa         5        7
            2–5       Baixa   Média    Alta              Média         7        10
             >5       Média    Alta    Alta               Alta        10        15




Humbertho Mattar
APF – Arquivos Lógicos

             Exemplos:

               Arquivos de configuração mantidos pela aplicação      ALI
               Dados de negócio mantidos pela aplicação              ALI
               Arquivos mantidos pela aplicação e por outra também   ALI
               Arquivos mantidos por outra aplicação                 AIE
               Arquivos de backup                                     -
               Tabelas de dado de código (dados do desenvolvedor)     -

               Arquivo movimento para manter dados de negócio         -
               Arquivos de segurança mantidos pela aplicação         ALI
               Arquivos de help, mantidos por outra aplicação        AIE
               Arquivo para processamento em outra aplicação          -




Humbertho Mattar
APF – Funções de Transação

         As funções de transação representam a funcionalidade fornecida ao
         usuário para o processamento de dados por uma aplicação


             Entrada Externas (EE)

             Saídas Externas (SE)

             Consultas Externas (CE)


         A diferença principal entre os tipos de função transação é a sua
             intenção primária.




Humbertho Mattar
APF – Funções de Transação

         EE – Entradas Externas

             Uma entrada externa (EE) é um processo elementar que processa dados ou informações de controle que
             vêm de fora da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma EE é manter um ou mais ALIs e/ou alterar
             o comportamento do sistema.

         SE – Saídas Externas

             Uma saída externa (SE) é um processo elementar que envia dados ou informações de controle para fora da
             fronteira da aplicação. A intenção primária de uma SE é apresentar informações ao usuário através de lógica
             de processamento que pode incluir, ou não, a recuperação de dados ou informações de controle. O
             processamento lógico deve conter pelo menos uma fórmula matemática ou cálculo, criar dados derivados,
             manter um ou mais ALIs ou alterar o comportamento do sistema.

         CE – Saídas Externas

             Uma consulta externa (CE) é um processo elementar que envia dados ou informações de controle para fora
             da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma CE é apresentar informações ao usuário através da
             recuperação de dados ou informações de controle de um ALI ou AIE. O processamento lógico não deve
             conter fórmulas matemáticas ou cálculos, nem criar dados derivados. Nenhum ALI é mantido durante o
             processamento e nem o comportamento do sistema é alterado.




Humbertho Mattar
APF – Contar Funções de Transação
         DER Dado Elementar Referenciado
             Campo único não repetido e reconhecido por usuário
             Capacidade de envio de mensagem de resposta
             Habilidade de especificar uma ação a ser executada
         ALR Arquivo Lógico Referenciado
             ALI mantido ou AIE referenciado pela função de transação

          Complexidade                            Contribuição
            ALRs/ DERs   1–4     5 – 15   > 16        #          EE     CE   SE
              0–1        Baixa   Baixa    Média     Baixa         3     3    4
   EE
                   2     Baixa   Média    Alta      Média         4     4    5
               >3        Média    Alta    Alta       Alta         6     6    7

            ALRs/ DERs   1–5     6 – 19   > 20
              0–1        Baixa   Baixa    Média
 SE/CE
                   2     Baixa   Média    Alta
               >3        Média    Alta    Alta



Humbertho Mattar
APF – Contar Funções de Transação
     Regras de Identificação


                    Lógicas                      EE           SE               CE
     Alterar Comportamento                    Principal      Deve*        Nunca
     Apresentar Informações                   Pode ser      Principal    Principal
     Cálculos                                 Pode ser       Deve*        Nunca
     Manter ALIs                                Deve         Deve*        Nunca
     Referenciar AIE / ALI                    Pode ser     Pode ser        Deve
     Travessia de dados – fronteira            Recebe        Envia         Envia


      Deve* - O processo elementar deve conter pelo menos uma das lógicas de
      processamento listadas acima.




Humbertho Mattar
APF – Contar Funções de Transação

         Exemplos

          Relatório sem totalizador e que não atualiza ALI              CE
          Drop-down que não acessa ALI ou AIE                           -
          Drop-down que recupera dados de um arquivo lógico             CE
          Função de inclusão, alteração ou exclusão em arquivo lógico   EE
          Script de atualização de ALI, a partir de arquivo movimento   EE
          Telas estáticas de help                                       -
          Menus gerados dinamicamente                                   CE
          Mensagens de confirmação de uma transação                     -
          Relatórios com campos calculados ou que atualizem ALIs        SE
          Receber dados externos utilizados na manutenção de ALIs       EE
          Consulta com totalização de dado                              SE
          Menus estáticos                                               -




Humbertho Mattar
APF – Fator de Ajuste

        Calculado com base em pesos entre 0 e 5, atribuídos à 14
        Características Gerais do Sistema. Ajusta a contagem em +/- 35%.
        Para fins de auditoria cada peso atribuído deverá ser justificado.

     CGS – Características Gerais dos Sistemas:

         • Comunicação de Dados          • Processamento Distribuído
         • Performance                   • Configuração Intensa utilizada
         • Taxa de Transação             • Entrada de dados online
         • Eficiência do Usuário Final   • Atualização online
         • Processamento Complexo        • Reutilização
         • Facilidade de Instalação
         • Múltiplos Locais
         • Facilidade de Operação
         • Facilidade de Mudança



Humbertho Mattar
APF – Calcular Ponto de Função Ajustado
     Estimada

         Para estimar a complexidade do processo elementar e por conseqüência
         sua contribuição a NESMA normatiza o uso da seguinte fórmula:


                   UFP = # EE * 4 + # SE * 5 + # CE * 4 + # ALI * 7 + # AIE * 5

     Sendo:
          • UFP, total de pontos de função não-ajustados
          • #, Número de processos elementares categorizados por tipo de transação

      • Exemplo:
            UFP = (12 EE * 4) + (7 SE * 5) + (8 CE * 4) + (5 ALI * 7) + (2 AIE * 5)
            UFP = 160




Humbertho Mattar
APF – Calcular Ponto de Função Ajustado
     Estimada

         A contagem estimada da aplicação cabe para o início do projeto e durante
         boa parte do ciclo de desenvolvimento do projeto. Esta contagem é
         importante para criar insumos de prazo e esforço que será demandado.

        • Valor do fator de ajuste [VAF]
              • Nível de Influência Total [TDI] = Somatório dos Valores atribuídos nas CGS
              • Fator de Ajuste [VAF] = [TDI]*0,01+0,65

         • Cálculo do Ponto de Função Ajustado [AFP], para projeto de desenvolvimento:
              • DFP = (UFP + CFP) X VAF
              • Sendo CFP, total de pontos de função incluídos para conversão de dados.

          Exemplo:
                     DFP = (160 + 0) X 0,95 = 152 FP



Humbertho Mattar
APF – Quadro Comparativo

      • Exemplos de aplicativos e suas dimensões:


               Produtos de Software                 Sistemas Comerciais Diversos
                   Aplicação            PF              Aplicação             PF
     Ferramenta Case IEF              20.000 Imposto de Renda Pessoal        2.000
     Compilador VB (MS)                3.000   Contabilidade Geral           1.500
     SGBD IMS (IBM)                    3.500   Processamento de Pedidos      1.250
     Gerenciador CICS (IBM)            2.000   Recursos Humanos              1.200
     Word 7.0 (MS)                     2.500   Suporte a Vendas               975
     Excel 6.0 (MS)                    2.500   Preparação de Orçamento        750
     MS Project (MS)                   3.500




Humbertho Mattar
Quem usa APF em contratos

                   BNDES               PETROBRÁS
                   CEF                 EMBRATEL
                   SERPRO              PRODEB
                   PM- SP              EDS
                   DATAPREV            POLITEC
                   CORREIOS            MSAInfor
                   BRADESCO            DBA
                   ABN/REAL            CPM
                   EXÉRCITO            STEFANINI
                   STJ                 ANVISA

        Vem tornando-se padrão no mercado de contratação de
        desenvolvimento de software


Humbertho Mattar
Quanto custa o Ponto de Função?

       O valor R$/PF irá variar de acordo com o trabalho exigido para a entrega das
       funcionalidades do software;
       Padrão técnico e de qualidade solicitado pelo cliente
       Quantidade de entregáveis (artefatos, documentos, modelos, etc)
       Em resumo, tudo aquilo que afeta custo de forma significativa mas que não tem
       relação direta com o tamanho medido pela APF acaba sendo computado no
       preço do ponto de função.
           Exemplo : Ao se contratar uma empresa apenas para o trabalho de
           codificação e testes de um sistema espera-se que o preço do ponto de função
           seja inferior ao caso da contratação da mesma empresa para a realização de
           todo o ciclo de desenvolvimento do sistema, desde o levantamento de
           requisitos até a implantação.
           Outra possibilidade para se obter essa tabela de preços é recorrer às
           organizações que mantém base histórica de projetos de software (exemplo:
           ISBG - www.isbsg.or) e efetuar uma conversão dos indicadores de taxa de
           entrega (H/PF) para preço (R$/PF). Porém mesmo que se consiga obter uma
           tabela de valores R$/PF, a variação dos números é tão significativa que
           facilmente se encontra uma faixa de valores cuja variação entre o mínimo e o
           máximo pode ser de até 10 vezes, por exemplo de R$100/PF a R$1.000/PF.



Humbertho Mattar
Mercado de Métrica?

         CFPS - Certified Function Point Specialist - é a certificação conferida pelo
         International Function Point Users Group às pessoas aprovadas no exame
         de certificação CFPS

         A certificação CFPS é reconhecida internacionalmente e é válida por até 3
         (três) anos. A Prova é dividida em três partes e o êxito na prova é obtido
         com 90% de aproveitamento

             CFPS no Mundo = 995                        Mercado
             CFPS no Brasil = 269                      Restrito mas
                                                        valoroso.
         Número de CFPS por País (5 maiores):

                   1º Brasil - 269
                   2º Coréia - 264
                   3º India - 176
                   4º Itália - 99
                   5º EUA - 93


Humbertho Mattar
Perguntas?




Humbertho Mattar
Obrigado!
         Humbertho Mattar
Humbertho.mattar@bsb.politec.com.br


       Maiores informações:
         www.bfpug.com.br
          www.ifpug.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
GAC Gestão de Apoio para Corporações
 
Aula 1 sistema de gestão integrada
Aula 1 sistema de gestão integradaAula 1 sistema de gestão integrada
Aula 1 sistema de gestão integrada
frank encarnacão
 
Garantia da qualidade cap.7
Garantia da qualidade   cap.7Garantia da qualidade   cap.7
Garantia da qualidade cap.7
emc5714
 
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
Adeildo Caboclo
 
Guia de Implantação da ISO 9001:2015
Guia de Implantação da ISO 9001:2015Guia de Implantação da ISO 9001:2015
Guia de Implantação da ISO 9001:2015
QUALIENG Consultoria, Auditoria e Treinamento
 
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
Q2 Management
 
Normas e Padrões para a Qualidade de Software
Normas e Padrões para a Qualidade de SoftwareNormas e Padrões para a Qualidade de Software
Normas e Padrões para a Qualidade de Software
Danilo Sousa
 
Apresentação sgi
Apresentação sgiApresentação sgi
Apresentação sgi
Roberto Lopes
 
Estimativa de software usando pontos de função
Estimativa de software usando pontos de funçãoEstimativa de software usando pontos de função
Estimativa de software usando pontos de função
Claudio Martins
 
Tabelas de referência para FMEA
Tabelas de referência para FMEATabelas de referência para FMEA
Tabelas de referência para FMEA
Dimas Campos de Aguiar, PhD
 
Postos de combustiveis
Postos de combustiveisPostos de combustiveis
Postos de combustiveis
Rogerio Eduardo de Faria
 
Check list 9001 adq
Check list 9001 adqCheck list 9001 adq
Check list 9001 adq
Adqualiti Treinamento
 
FMEA e FTA
FMEA e FTAFMEA e FTA
FMEA e FTA
Carlos Yukimura
 
Auditoria de inspeção de layout
Auditoria de inspeção de layoutAuditoria de inspeção de layout
Auditoria de inspeção de layout
Carlos Eduardo
 
KickOff ISO9001 Veleiro Litoral
KickOff ISO9001 Veleiro LitoralKickOff ISO9001 Veleiro Litoral
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
Pricha Leelanukrom
 
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry ExpertsGap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
himalya sharma
 
Cronograma de Atividades para Implantação do QSB
Cronograma de Atividades para Implantação do QSBCronograma de Atividades para Implantação do QSB
Cronograma de Atividades para Implantação do QSB
Rogério Souza
 
Resumo QSB
Resumo QSBResumo QSB
Resumo QSB
Rogério Souza
 
Ps 4.2.3 controle de documentos e dados
Ps 4.2.3   controle de documentos e dadosPs 4.2.3   controle de documentos e dados
Ps 4.2.3 controle de documentos e dados
Fernanda Reis
 

Mais procurados (20)

Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
Gestor Sistema Integrado - SGI ( ISO 9001- ISO 14001 - 45001)
 
Aula 1 sistema de gestão integrada
Aula 1 sistema de gestão integradaAula 1 sistema de gestão integrada
Aula 1 sistema de gestão integrada
 
Garantia da qualidade cap.7
Garantia da qualidade   cap.7Garantia da qualidade   cap.7
Garantia da qualidade cap.7
 
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
Apresentacao mudanças ISO 9001:2015
 
Guia de Implantação da ISO 9001:2015
Guia de Implantação da ISO 9001:2015Guia de Implantação da ISO 9001:2015
Guia de Implantação da ISO 9001:2015
 
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
ISO 9001:2015 - O que vem por aí?
 
Normas e Padrões para a Qualidade de Software
Normas e Padrões para a Qualidade de SoftwareNormas e Padrões para a Qualidade de Software
Normas e Padrões para a Qualidade de Software
 
Apresentação sgi
Apresentação sgiApresentação sgi
Apresentação sgi
 
Estimativa de software usando pontos de função
Estimativa de software usando pontos de funçãoEstimativa de software usando pontos de função
Estimativa de software usando pontos de função
 
Tabelas de referência para FMEA
Tabelas de referência para FMEATabelas de referência para FMEA
Tabelas de referência para FMEA
 
Postos de combustiveis
Postos de combustiveisPostos de combustiveis
Postos de combustiveis
 
Check list 9001 adq
Check list 9001 adqCheck list 9001 adq
Check list 9001 adq
 
FMEA e FTA
FMEA e FTAFMEA e FTA
FMEA e FTA
 
Auditoria de inspeção de layout
Auditoria de inspeção de layoutAuditoria de inspeção de layout
Auditoria de inspeção de layout
 
KickOff ISO9001 Veleiro Litoral
KickOff ISO9001 Veleiro LitoralKickOff ISO9001 Veleiro Litoral
KickOff ISO9001 Veleiro Litoral
 
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
Iatf 16949 2016 block diagram flow (aug 7, 2018)
 
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry ExpertsGap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
Gap Analysis | ISO 13485 | Medical Devices QMS | By Industry Experts
 
Cronograma de Atividades para Implantação do QSB
Cronograma de Atividades para Implantação do QSBCronograma de Atividades para Implantação do QSB
Cronograma de Atividades para Implantação do QSB
 
Resumo QSB
Resumo QSBResumo QSB
Resumo QSB
 
Ps 4.2.3 controle de documentos e dados
Ps 4.2.3   controle de documentos e dadosPs 4.2.3   controle de documentos e dados
Ps 4.2.3 controle de documentos e dados
 

Destaque

Curso de APF - Básico
Curso de APF - BásicoCurso de APF - Básico
Curso de APF - Básico
Marcus Costa
 
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de FunçãoMedida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
Álvaro Farias Pinheiro
 
APF
APFAPF
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso RealImplantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
gssimoes
 
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
Fatto Consultoria e Sistemas
 
USC COCOMO II
USC COCOMO IIUSC COCOMO II
USC COCOMO II
humberthomattar
 
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
Emerson Schenatto
 
Slide sobre o estudo do MPS.BR
Slide sobre o estudo do MPS.BRSlide sobre o estudo do MPS.BR
Slide sobre o estudo do MPS.BR
laisgrazielly
 
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MGOtimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
Samyr Abdo
 
Metricas tecnicas del software
Metricas tecnicas del softwareMetricas tecnicas del software
Metricas tecnicas del software
Gabriel Romero Pastrana
 
Segurança de software na Administração Pública Federal
Segurança de software na Administração Pública FederalSegurança de software na Administração Pública Federal
Segurança de software na Administração Pública Federal
OWASP Brasília
 
Fi ti- aula 10
Fi ti- aula 10Fi ti- aula 10
Fi ti- aula 10
Universal.org.mx
 
COCOMO II
COCOMO IICOCOMO II
COCOMO II
FRAYOCALLE
 
Guia Prático em Análise de Ponto de Função
Guia Prático em Análise de Ponto de FunçãoGuia Prático em Análise de Ponto de Função
Guia Prático em Análise de Ponto de Função
Fernando Palma
 
Estimativa de Esforço
Estimativa de EsforçoEstimativa de Esforço
Estimativa de Esforço
elliando dias
 
COCOMO E COCOMO II
COCOMO E COCOMO IICOCOMO E COCOMO II
COCOMO E COCOMO II
IsraelCunha
 
Eng.Software-Métricas
Eng.Software-MétricasEng.Software-Métricas
Eng.Software-Métricas
elliando dias
 
ITFT - Cocomo model
ITFT -  Cocomo modelITFT -  Cocomo model
ITFT - Cocomo model
Shruti Kunwar
 
Estimativas em projetos de software
Estimativas em projetos de softwareEstimativas em projetos de software
Estimativas em projetos de software
Synergia - Engenharia de Software e Sistemas
 
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetosMétricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
José Claudemir Pacheco Júnior
 

Destaque (20)

Curso de APF - Básico
Curso de APF - BásicoCurso de APF - Básico
Curso de APF - Básico
 
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de FunçãoMedida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
Medida de Esforço de Software com Análise de Ponto de Função
 
APF
APFAPF
APF
 
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso RealImplantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
Implantação da APF: Obstáculos e Boas Práticas em um Caso Real
 
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
APF - Fundamentos, aplicação como base para medição em contratos de software ...
 
USC COCOMO II
USC COCOMO IIUSC COCOMO II
USC COCOMO II
 
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
TDC 2015 Porto Alegre - Preciso estimar mesmo?
 
Slide sobre o estudo do MPS.BR
Slide sobre o estudo do MPS.BRSlide sobre o estudo do MPS.BR
Slide sobre o estudo do MPS.BR
 
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MGOtimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
Otimização do Desempenho de Times Ágeis - UaiJUG techdays - Uberlândia - MG
 
Metricas tecnicas del software
Metricas tecnicas del softwareMetricas tecnicas del software
Metricas tecnicas del software
 
Segurança de software na Administração Pública Federal
Segurança de software na Administração Pública FederalSegurança de software na Administração Pública Federal
Segurança de software na Administração Pública Federal
 
Fi ti- aula 10
Fi ti- aula 10Fi ti- aula 10
Fi ti- aula 10
 
COCOMO II
COCOMO IICOCOMO II
COCOMO II
 
Guia Prático em Análise de Ponto de Função
Guia Prático em Análise de Ponto de FunçãoGuia Prático em Análise de Ponto de Função
Guia Prático em Análise de Ponto de Função
 
Estimativa de Esforço
Estimativa de EsforçoEstimativa de Esforço
Estimativa de Esforço
 
COCOMO E COCOMO II
COCOMO E COCOMO IICOCOMO E COCOMO II
COCOMO E COCOMO II
 
Eng.Software-Métricas
Eng.Software-MétricasEng.Software-Métricas
Eng.Software-Métricas
 
ITFT - Cocomo model
ITFT -  Cocomo modelITFT -  Cocomo model
ITFT - Cocomo model
 
Estimativas em projetos de software
Estimativas em projetos de softwareEstimativas em projetos de software
Estimativas em projetos de software
 
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetosMétricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
Métricas de software: modelos de contratação e planejamento de projetos
 

Semelhante a Fundamentos APF

Resumo Sobre Análise de Pontos de Função
Resumo Sobre Análise de Pontos de FunçãoResumo Sobre Análise de Pontos de Função
Resumo Sobre Análise de Pontos de Função
Gustavo Adolfo Alencar
 
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos ÁgeisWeb aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
Projetos e TI
 
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
Fatto Consultoria e Sistemas
 
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de softwareA contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
gssimoes
 
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Fatto Consultoria e Sistemas
 
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Fatto Consultoria e Sistemas
 
Planejamento projeto masiero
Planejamento projeto masieroPlanejamento projeto masiero
Planejamento projeto masiero
Maitsudá Matos
 
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produtoISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
Fatto Consultoria e Sistemas
 
Ponto de função
Ponto de funçãoPonto de função
Ponto de função
Eduardo Salinas
 
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de FuncaoCurso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
Grupo Treinar
 
Azure api app monitoramento, métricas e cotas
Azure api app   monitoramento, métricas e cotasAzure api app   monitoramento, métricas e cotas
Azure api app monitoramento, métricas e cotas
Nicolas Takashi
 
Ponto de função
Ponto de funçãoPonto de função
Ponto de função
Eduardo Salinas
 
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitosProdemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
Gustavo Lopes
 
Plano de Projeto - OUTLAY
Plano de Projeto - OUTLAYPlano de Projeto - OUTLAY
Plano de Projeto - OUTLAY
Jocelino Neto
 
Nesma
NesmaNesma
Apresentação Final
Apresentação FinalApresentação Final
Apresentação Final
betinho87
 
Aula4
Aula4Aula4
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
Marcelo Schumacher
 
Planificação do Projeto de Software
Planificação do Projeto de SoftwarePlanificação do Projeto de Software
Planificação do Projeto de Software
Rogerio P C do Nascimento
 
01 introducaocaats
01 introducaocaats01 introducaocaats
01 introducaocaats
Portal_do_Estudante_aud
 

Semelhante a Fundamentos APF (20)

Resumo Sobre Análise de Pontos de Função
Resumo Sobre Análise de Pontos de FunçãoResumo Sobre Análise de Pontos de Função
Resumo Sobre Análise de Pontos de Função
 
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos ÁgeisWeb aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
Web aula 49 - Utilizando Análise de Pontos de Função em Projetos Ágeis
 
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software -...
 
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de softwareA contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
A contribuição de Pontos de Função para um programa de métricas de software
 
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
 
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
Software na medida certa: desmistificando pontos de função - apresentado no I...
 
Planejamento projeto masiero
Planejamento projeto masieroPlanejamento projeto masiero
Planejamento projeto masiero
 
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produtoISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
ISMA 5 - Ponto de função como unidade de produto
 
Ponto de função
Ponto de funçãoPonto de função
Ponto de função
 
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de FuncaoCurso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
Curso Completo em APF - Analise de Ponto de Funcao
 
Azure api app monitoramento, métricas e cotas
Azure api app   monitoramento, métricas e cotasAzure api app   monitoramento, métricas e cotas
Azure api app monitoramento, métricas e cotas
 
Ponto de função
Ponto de funçãoPonto de função
Ponto de função
 
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitosProdemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
Prodemge WTQS - Minicurso técnicas de verificação de requisitos
 
Plano de Projeto - OUTLAY
Plano de Projeto - OUTLAYPlano de Projeto - OUTLAY
Plano de Projeto - OUTLAY
 
Nesma
NesmaNesma
Nesma
 
Apresentação Final
Apresentação FinalApresentação Final
Apresentação Final
 
Aula4
Aula4Aula4
Aula4
 
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
Gerenciamento de Requisitos como Alternativa de Otimização na Manutenção de S...
 
Planificação do Projeto de Software
Planificação do Projeto de SoftwarePlanificação do Projeto de Software
Planificação do Projeto de Software
 
01 introducaocaats
01 introducaocaats01 introducaocaats
01 introducaocaats
 

Fundamentos APF

  • 1. Análise de Pontos de Função Uma visão geral do mundo das Métricas “Não se consegue controlar o que não se consegue medir.¹” Tom de Marco - Controlling Software Projects, Yourdon Press, 1982. Humbertho Mattar
  • 2. Agenda Por que medir? Indicadores derivativos do PF Medida do Tamanho do Produto ISO 14143-1 Visão Geral da Análise de Pontos de Função Práticas de Contagens Estimadas Análise do Mercado de Métrica no Brasil e no Mundo Humbertho Mattar
  • 3. Por que medir? Estimar custos e recursos de projetos Avaliar a aquisição de pacotes (make-or-buy) Suportar análises de produtividade e qualidade Remunerar fornecedores Apoiar a gerência de escopo do projeto Apoiar a gerência de requisitos do projeto Benchmarking Tornar o gerenciamento de projetos baseado em fatos, não em “achismos” Humbertho Mattar
  • 4. Indicadores derivativos do PF A APF, junto com outras métricas permite a geração de vários indicadores para o GP Horas / PF PF / Homem Mês R$ / PF Defeitos / PF Estabilidade dos requisitos Baseline da organização Tamanho do backlog Humbertho Mattar
  • 5. Medida do Tamanho do Produto Os Pontos de Função podem ser utilizados para medir sistemas em várias fases do ciclo de vida, no desenvolvimento ou na manutenção. Quadro comparativo: Fase do Ciclo de vida Estimado Medido Proposta Sim Não Requisitos Sim Sim Projeto Sim Sim Construção Sim Sim Implantação Sim Sim Manutenção Adaptativa Sim Sim Manutenção Corretiva Não Não Manutenção Perfectiva Não Não Humbertho Mattar
  • 6. ISO 14143-1/2007 – Medição Funcional Definição de Conceitos Avaliação da Conformidade de Métodos de Medição de Software com Relação ao padrão ISO/IEC 14143-1:1998 Verificação de um Método de Medição Funcional de Tamanho Modelo de Referência para Medição Funcional de Tamanho Determinação de Domínios Funcionais para uso com Medição Funcional de Tamanho. Uso da APF Humbertho Mattar
  • 7. Histórico da Análise de Pontos de Função 1979 Allan Albrecht (IBM) cria as primeiras regras da APF 1983 primeiro curso de APF no Brasil (Unisys) 1984 primeiro manual de APF 1986 criação da primeira diretoria do IFPUG * 1996 primeiro exame CFPS no Brasil 1998 criação do BFPUG 2004 CFPS no Brasil = 200 2007 CPM (Manual de Práticas de Contagem) versão 4.2.1 em português Humbertho Mattar
  • 8. Análise de Pontos de Função Análise de Pontos de Função (APF) é um método padrão para medir o desenvolvimento de software do ponto de vista do usuário. A APF mede o software através da quantificação da funcionalidade que o software provê ao usuário com base principalmente no projeto lógico Objetivo do processo de Contagem de Pontos de Função: Suficientemente simples para minimizar a sobrecarga no processo de medição; Uma medida consistente entre os vários projetos e organizações. Humbertho Mattar
  • 9. APF - Objetivos e Benefícios Objetivos Medir a funcionalidade que o usuário solicita e recebe Independe da tecnologia e considerações técnicas Benefícios Fator de normalização e comparação de softwares Estimativa de custos e recursos Linguagem comum usuário x desenvolvedor Transparente Reduz conflitos de negociação Permite auditagem Possibilita geração de histórico de projetos Indicador de qualidade de projetos Humbertho Mattar
  • 10. APF - Processo de Contagem • Diagrama do Procedimento de Contagem: Humbertho Mattar
  • 11. APF – Propósito O propósito significa o porquê da análise Determina algumas premissas para o processo de contagem; Determina o tipo de contagem, ou seja, se ela abrangerá uma ou mais aplicações ou então apenas parte de uma aplicação Afeta o posicionamento da fronteira da aplicação Define o nível de detalhe da contagem Ex.: Uma contagem está sujeita a uma auditoria posterior, será necessário que cada etapa do processo esteja bem documentada para facilitar a tarefa. Humbertho Mattar
  • 12. APF – Tipo de Contagem Projeto de Desenvolvimento Referencia as funcionalidades disponíveis na primeira instalação Incluem as funcionalidades de conversão de dados Projeto de Melhoria Modificações (inclusões, alterações, exclusões e conversão) Aplicação (Baseline) Funcionalidades já disponíveis Esta contagem é inicializada quando a contagem de pontos de função do projeto de desenvolvimento é finalizado e é atualizado sempre ao final de um projeto de melhoria da aplicação. Humbertho Mattar
  • 13. APF – Fronteira e Escopo da Contagem Definição: Fronteira: A fronteira da aplicação indica o limite entre o sistema que está sendo medido e o usuário. Escopo: Escopo da Contagem define as funcionalidades que serão incluídas em uma contagem específica. A fronteira da aplicação é independente do escopo da contagem Humbertho Mattar
  • 14. APF – Fronteira da Contagem Define o que é externo à aplicação É uma interface conceitual entre a aplicação “interna” e o mundo “externo” do usuário Atua como uma “membrana” através da qual os dados processados pelas transações (EEs, SEs e CEs) passam para dentro e para fora da aplicação Inclui dados lógicos mantidos pela aplicação (ALIs) Ajuda na identificação dos dados lógicos referenciados mas não mantidos dentro da aplicação (AIEs) Depende da visão externa do negócio do usuário da aplicação. É independente de considerações técnicas ou de implementação. Humbertho Mattar
  • 15. APF – Escopo da Contagem Define um (sub)grupo do software que está sendo medido É determinado pelo propósito de executar a contagem de pontos de função Identifica na contagem de pontos de função para fornecer respostas relevantes ao propósito da contagem Pode incluir mais de uma aplicação Escopo de: Pontos de função de melhoria Pontos de função de desenvolvimento Pontos de função de aplicação Humbertho Mattar
  • 16. APF – Funções de Dados As funções de dados representam a funcionalidade fornecida ao usuário para satisfazer requisitos de dados internos e externos. Arquivos Lógico Internos (ALIs) Arquivos de Interface Externa (AIEs) O termo “arquivo” não significa arquivo no sentido tradicional de processamento de dados. Neste caso, para a APF, arquivo refere-se a um grupo de dados logicamente relacionados e não à implementação física destes grupos de dados. Diferença principal entre ALIs e AIEs, é que o arquivo lógico interno está dentro da fronteira da aplicação e é mantido por processos elementares enquanto o AIE não é. Necessariamente o AIE deverá ser um ALI de outra aplicação. Humbertho Mattar
  • 17. APF – Arquivos Lógico Internos Um arquivo Lógico (ALI) é um grupo de Dados ou de informações de controle logicamente relacionados, reconhecido pelo usuário, mantido dentro da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma ALI é armazenar dados mantidos através de um ou mais processos elementares da aplicação que está sendo contada. Regras de identificação: O Grupo de dados ou informações de controle é lógico e reconhecido pelo usuário O grupo de dados é mantido através de um processo elementar dentro da fronteira da aplicação que está sendo contada Humbertho Mattar
  • 18. APF – Arquivo de Interface Externa Um arquivo de interface externa (AIE) é um grupo de dados ou de informações de controle logicamente relacionados, reconhecido pelo usuário, referenciado pela aplicação, porém mantido dentro da fronteira de uma outra aplicação. A intenção primária de um AIE é armazenar dados referenciados através de um ou mais processos elementares dentro da fronteira da aplicação que está sendo contada. Isto significa que um AIE contado para uma aplicação deve ser um ALI em outra aplicação. Regras de identificação: O grupo de dados ou de informações de controle é lógico e reconhecido pelo usuário. O grupo de dados é referenciado por, e externo à aplicação que está sendo contada. O grupo de dados não é mantido pela aplicação que está sendo contada. O grupo de dados é mantido em um ALI de outra aplicação. Humbertho Mattar
  • 19. APF – Contar Funções de Dados DER – Dado Elementar Referenciado Campo único não repetido e reconhecido por usuário RLR – Registro Lógico Referenciado Subgrupo de dados reconhecidos pelo usuário dentro de ALI/AIE Complexidade Contribuição RLRs/DETs 1-19 20-50 >50 # AIE ALI 1 Baixa Baixa Média Baixa 5 7 2–5 Baixa Média Alta Média 7 10 >5 Média Alta Alta Alta 10 15 Humbertho Mattar
  • 20. APF – Arquivos Lógicos Exemplos: Arquivos de configuração mantidos pela aplicação ALI Dados de negócio mantidos pela aplicação ALI Arquivos mantidos pela aplicação e por outra também ALI Arquivos mantidos por outra aplicação AIE Arquivos de backup - Tabelas de dado de código (dados do desenvolvedor) - Arquivo movimento para manter dados de negócio - Arquivos de segurança mantidos pela aplicação ALI Arquivos de help, mantidos por outra aplicação AIE Arquivo para processamento em outra aplicação - Humbertho Mattar
  • 21. APF – Funções de Transação As funções de transação representam a funcionalidade fornecida ao usuário para o processamento de dados por uma aplicação Entrada Externas (EE) Saídas Externas (SE) Consultas Externas (CE) A diferença principal entre os tipos de função transação é a sua intenção primária. Humbertho Mattar
  • 22. APF – Funções de Transação EE – Entradas Externas Uma entrada externa (EE) é um processo elementar que processa dados ou informações de controle que vêm de fora da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma EE é manter um ou mais ALIs e/ou alterar o comportamento do sistema. SE – Saídas Externas Uma saída externa (SE) é um processo elementar que envia dados ou informações de controle para fora da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma SE é apresentar informações ao usuário através de lógica de processamento que pode incluir, ou não, a recuperação de dados ou informações de controle. O processamento lógico deve conter pelo menos uma fórmula matemática ou cálculo, criar dados derivados, manter um ou mais ALIs ou alterar o comportamento do sistema. CE – Saídas Externas Uma consulta externa (CE) é um processo elementar que envia dados ou informações de controle para fora da fronteira da aplicação. A intenção primária de uma CE é apresentar informações ao usuário através da recuperação de dados ou informações de controle de um ALI ou AIE. O processamento lógico não deve conter fórmulas matemáticas ou cálculos, nem criar dados derivados. Nenhum ALI é mantido durante o processamento e nem o comportamento do sistema é alterado. Humbertho Mattar
  • 23. APF – Contar Funções de Transação DER Dado Elementar Referenciado Campo único não repetido e reconhecido por usuário Capacidade de envio de mensagem de resposta Habilidade de especificar uma ação a ser executada ALR Arquivo Lógico Referenciado ALI mantido ou AIE referenciado pela função de transação Complexidade Contribuição ALRs/ DERs 1–4 5 – 15 > 16 # EE CE SE 0–1 Baixa Baixa Média Baixa 3 3 4 EE 2 Baixa Média Alta Média 4 4 5 >3 Média Alta Alta Alta 6 6 7 ALRs/ DERs 1–5 6 – 19 > 20 0–1 Baixa Baixa Média SE/CE 2 Baixa Média Alta >3 Média Alta Alta Humbertho Mattar
  • 24. APF – Contar Funções de Transação Regras de Identificação Lógicas EE SE CE Alterar Comportamento Principal Deve* Nunca Apresentar Informações Pode ser Principal Principal Cálculos Pode ser Deve* Nunca Manter ALIs Deve Deve* Nunca Referenciar AIE / ALI Pode ser Pode ser Deve Travessia de dados – fronteira Recebe Envia Envia Deve* - O processo elementar deve conter pelo menos uma das lógicas de processamento listadas acima. Humbertho Mattar
  • 25. APF – Contar Funções de Transação Exemplos Relatório sem totalizador e que não atualiza ALI CE Drop-down que não acessa ALI ou AIE - Drop-down que recupera dados de um arquivo lógico CE Função de inclusão, alteração ou exclusão em arquivo lógico EE Script de atualização de ALI, a partir de arquivo movimento EE Telas estáticas de help - Menus gerados dinamicamente CE Mensagens de confirmação de uma transação - Relatórios com campos calculados ou que atualizem ALIs SE Receber dados externos utilizados na manutenção de ALIs EE Consulta com totalização de dado SE Menus estáticos - Humbertho Mattar
  • 26. APF – Fator de Ajuste Calculado com base em pesos entre 0 e 5, atribuídos à 14 Características Gerais do Sistema. Ajusta a contagem em +/- 35%. Para fins de auditoria cada peso atribuído deverá ser justificado. CGS – Características Gerais dos Sistemas: • Comunicação de Dados • Processamento Distribuído • Performance • Configuração Intensa utilizada • Taxa de Transação • Entrada de dados online • Eficiência do Usuário Final • Atualização online • Processamento Complexo • Reutilização • Facilidade de Instalação • Múltiplos Locais • Facilidade de Operação • Facilidade de Mudança Humbertho Mattar
  • 27. APF – Calcular Ponto de Função Ajustado Estimada Para estimar a complexidade do processo elementar e por conseqüência sua contribuição a NESMA normatiza o uso da seguinte fórmula: UFP = # EE * 4 + # SE * 5 + # CE * 4 + # ALI * 7 + # AIE * 5 Sendo: • UFP, total de pontos de função não-ajustados • #, Número de processos elementares categorizados por tipo de transação • Exemplo: UFP = (12 EE * 4) + (7 SE * 5) + (8 CE * 4) + (5 ALI * 7) + (2 AIE * 5) UFP = 160 Humbertho Mattar
  • 28. APF – Calcular Ponto de Função Ajustado Estimada A contagem estimada da aplicação cabe para o início do projeto e durante boa parte do ciclo de desenvolvimento do projeto. Esta contagem é importante para criar insumos de prazo e esforço que será demandado. • Valor do fator de ajuste [VAF] • Nível de Influência Total [TDI] = Somatório dos Valores atribuídos nas CGS • Fator de Ajuste [VAF] = [TDI]*0,01+0,65 • Cálculo do Ponto de Função Ajustado [AFP], para projeto de desenvolvimento: • DFP = (UFP + CFP) X VAF • Sendo CFP, total de pontos de função incluídos para conversão de dados. Exemplo: DFP = (160 + 0) X 0,95 = 152 FP Humbertho Mattar
  • 29. APF – Quadro Comparativo • Exemplos de aplicativos e suas dimensões: Produtos de Software Sistemas Comerciais Diversos Aplicação PF Aplicação PF Ferramenta Case IEF 20.000 Imposto de Renda Pessoal 2.000 Compilador VB (MS) 3.000 Contabilidade Geral 1.500 SGBD IMS (IBM) 3.500 Processamento de Pedidos 1.250 Gerenciador CICS (IBM) 2.000 Recursos Humanos 1.200 Word 7.0 (MS) 2.500 Suporte a Vendas 975 Excel 6.0 (MS) 2.500 Preparação de Orçamento 750 MS Project (MS) 3.500 Humbertho Mattar
  • 30. Quem usa APF em contratos BNDES PETROBRÁS CEF EMBRATEL SERPRO PRODEB PM- SP EDS DATAPREV POLITEC CORREIOS MSAInfor BRADESCO DBA ABN/REAL CPM EXÉRCITO STEFANINI STJ ANVISA Vem tornando-se padrão no mercado de contratação de desenvolvimento de software Humbertho Mattar
  • 31. Quanto custa o Ponto de Função? O valor R$/PF irá variar de acordo com o trabalho exigido para a entrega das funcionalidades do software; Padrão técnico e de qualidade solicitado pelo cliente Quantidade de entregáveis (artefatos, documentos, modelos, etc) Em resumo, tudo aquilo que afeta custo de forma significativa mas que não tem relação direta com o tamanho medido pela APF acaba sendo computado no preço do ponto de função. Exemplo : Ao se contratar uma empresa apenas para o trabalho de codificação e testes de um sistema espera-se que o preço do ponto de função seja inferior ao caso da contratação da mesma empresa para a realização de todo o ciclo de desenvolvimento do sistema, desde o levantamento de requisitos até a implantação. Outra possibilidade para se obter essa tabela de preços é recorrer às organizações que mantém base histórica de projetos de software (exemplo: ISBG - www.isbsg.or) e efetuar uma conversão dos indicadores de taxa de entrega (H/PF) para preço (R$/PF). Porém mesmo que se consiga obter uma tabela de valores R$/PF, a variação dos números é tão significativa que facilmente se encontra uma faixa de valores cuja variação entre o mínimo e o máximo pode ser de até 10 vezes, por exemplo de R$100/PF a R$1.000/PF. Humbertho Mattar
  • 32. Mercado de Métrica? CFPS - Certified Function Point Specialist - é a certificação conferida pelo International Function Point Users Group às pessoas aprovadas no exame de certificação CFPS A certificação CFPS é reconhecida internacionalmente e é válida por até 3 (três) anos. A Prova é dividida em três partes e o êxito na prova é obtido com 90% de aproveitamento CFPS no Mundo = 995 Mercado CFPS no Brasil = 269 Restrito mas valoroso. Número de CFPS por País (5 maiores): 1º Brasil - 269 2º Coréia - 264 3º India - 176 4º Itália - 99 5º EUA - 93 Humbertho Mattar
  • 34. Obrigado! Humbertho Mattar Humbertho.mattar@bsb.politec.com.br Maiores informações: www.bfpug.com.br www.ifpug.com