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Universal Studios apresenta: ANUNNAKI THE MOVIE
Milhares de anos antes das escrituras bíblicas, os antigos sumérios, a primeira civilização da Terra,
forneceram registros detalhados dos deuses que vieram para a Terra e criaram a humanidade segundo
sua imagem. Esses deuses antigos estão retornando para despertar a humanidade. Os sumérios
chamavam esses antigos sábios deuses ANUNNAKI.

      1 ANUNNAKI – PORQUE O FILME FOI CANCELADO?
Darwin... estava errado!

... E Deus disse: "... Façamos o homem à nossa imagem e semelhança ... "

Em 2006, um diretor/produtor desconhecido norte-americano de nome Jon Gress, começou a produzir o
que deveria ser o filme mais polêmico do século. Uma trilogia sobre a permanência temporária dos
Anunnaki na Terra! Desde a sua chegada há 450.000 anos atrás, os impérios pré e pós dilúvio, sua saída
e seu regresso depois 2012. Um filme independente e muito preciso, baseado nos livros de Zecharia
Sitchin, que deveria ter sido lançado em 2007, 2008 e 2009. O site oficial do filme era desconcertante e
havia fotos da pré-produção. Mas, algo aconteceu. Foi encerrado, bem como qualquer link relacionado
com o filme. Todas as imagens, vídeos e informações foram banidos da internet. A conta de e-mail de
Jon Gress foi também encerrada. O filme nunca foi lançado e as trilhas de sua filmagem foram
apagadas da media.

É obvio que tal produção pudesse derrubar o presente status quo mantido pelo TPTB1 e finalmente
despertar as pessoas para esses surpreendentes eventos da história humana. Muitos com certeza
despertariam para outra realidade ou pelo menos ficariam com uma grande pulga atrás da orelha,
incomodando e, quem sabe, fazendo o povo dorminhoco sair à procura de respostas.

O vídeo (banido do YOUTUBE) mostra raras evidências deste filme e uma entrevista (ainda ativa no
link abaixo) com o produtor Jon Gress.

                           1Anunnaki interview with Jon Gress
Jon Gress é produtor e diretor do filme 1Anunnaki, sobre a vinda dos Anunnaki para a Terra 400.000
anos atrás, e sua partida, 550 anos a.C..Inspirado nos trabalhos de Zecharia Sitchin e em todo tipo de
registros históricos, este controverso filme aborda a criação da humanidade pelos Anunnaki.




1
  A expressão inglesa “the powers that be (TPTB)” é uma frase usada para se referir aos
indivíduos ou grupos que coletivamente detêm autoridade sobre determinado assunto, por
exemplo, aqueles que controlam a disseminação de informação.
A seguir alguns comentários meus sobre os Anunnaki
Em Gênesis 1:26, Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.”

Pelo tempo verbal empregado na passagem bíblica acima, “façamos” e “nossa”, é certo que esse Deus não
estava falando sozinho, a menos que fosse desconhecedor de gramática básica! Entretanto, a Bíblia, como a
“palavra de Deus”, como querem alguns, em Gênesis 11:5-8, insiste na concordância verbal incorreta:

Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o
povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo
o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a
língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a
cidade.

Estaria Deus, ou o Senhor, quando fala “desçamos” e “confundamos”, novamente falando sozinho? Se não,
quem seriam seus companheiros?

O livro de Gênesis da bíblia foi escrito pelos judeus quando no cativeiro babilônico tomaram contato com a
babilônica/assíria Epopéia da Criação, herdada da suméria, intitulada Enûma Elish (Quando no Alto).
Curiosamente, este épico – que fora publicado por George Smith, do Museu Britânico, sob o título The
Chaldean Account of Gênesis (O Registro do Gênesis Caldeu), e que não afirma que a Terra fora criada em
seis dias com o sétimo para descanso2 –, não menciona Deus, e sim, Deuses, como podemos comprovar em
seu texto inicial abaixo:

e-nu-ma e-liš la na-bu-ú šá-ma-mu                    Quando no alto não se nomeava o céu, e em baixo
šap-liš am-ma-tum šu-ma la zak-rat                   a terra não tinha nome, do oceano primordial
ZU.AB-ma reš-tu-ú za-ru-šu-un                        (Apsu), seu pai; e da tumultuosa Tiamat, a mãe de
mu-um-mu ti-amat mu-al-li-da-at gim-ri-šú-un         todos, suas águas se fundiam numa, e nenhum
A.MEŠ-šú-nu iš-te-niš i-ḫi-qu-ú-šú-un                campo estava formado, nem pântanos eram vistos;
gi-pa-ra la ki-is-su-ru su-sa-a la she-'u-ú          quando nenhum dos deuses tinha sido chamado a
e-nu-ma dingir dingir la šu-pu-u ma-na-ma            existência.

Para entender a introdução do Enûma Elish acima citado, o texto esquerdo é o texto transliterado da
original escrita cuneiforme suméria, ou seja, após a transformação dos símbolos cuneiformes para os
símbolos do alfabeto latino. O da direita é a tradução para o português da transliteração.

A escrita cuneiforme é uma escrita formada por cunhas, daí o nome cuneiforme, assim, como podemos
ver na tabela abaixo do dicionário sumério da Universidade da Pensilvânia, o símbolo cuneiforme para
a palavra deus é uma estrela formada por quatro cunhas cruzadas formando uma estrela de 8 pontas.




2
 A idéia fantástica dos seis dias da criação nada mais fora que uma corrupção introduzida pelos
escribas hebreus aproveitando-se do fato de que o épico babilônico/assírio estava descrito em 6
partes, cada uma delas em um tablete de barro, com o sétimo pedaço devotado a reverência e
celebração pelo feito da criação.
No sumério, assim como em outras línguas, várias regras são utilizadas para formação do plural. No
caso dos substantivos, só os animados possuem plural; os inanimados tanto podem ser singular ou
plural dependendo do contexto. No caso dos substantivos animados, novamente, existem várias regras,
mas aqui, veremos apenas duas que são similares, uma das quais aplica-se ao atual caso do substantivo
Deus.

   1. substantivo seguido de adjetivo como atributo: a palavra substantiva rei em sumério é lugal. Se
      atribuirmos o adjetivo grande que em sumério é gal como atributo de rei, teremos grande rei que
      em sumério é lugal.gal. O plural de um substantivo seguido de adjetivo como atributo é formado
      pela duplicação do adjetivo, logo, o plural de lugal.gal (grande rei) é lugal.gal.gal (grandes
      reis). Outros exemplos são:
Subst.         Subst.       Subst. c/ adjet.    Subst. c/ adjet. Plural português Plural sumério
  português       sumério         português            sumério
   Senhora          Nin         Grande senhora         Nin.gal       Grandes senhoras   Nin.gal.gal
    Casa             E           Grande casa            E.gal          Grandes casas    Sem plural
   Palácio          Egal        Grande palácio         Egal.gal       Grandes palácios  Sem plural
   Filho/a         Dumu         Grande filho/a        Dumu.gal       Grandes filhos/as Dumu.gal.gal
   Deus/a          Dingir       Grande Deus/a         Dingir.gal     Grandes Deuses/as Dingir.gal.gal
   2. Substantivos sem adjetivos como atributo: o plural de uma palavra substantiva sem atributo de
      adjetivo é formado apenas pela duplicação do substantivo:
           Subst. português      Subst. sumério       Plural português      Plural sumério
                  Rei                Lugal                  Reis             Lugal.lugal
               Deus/a               Dingir               Deuses/as           Dingir.dingir
Retornando ao texto do Enuma Elish (Quando no Alto) e observando-se a última frase do texto esquerdo
transliterado, podemos identificar as palavras dingir dingir que, conjuntamente, nada mais são que o
plural da palavra dingir (deus), ou seja, dingir dinjir significa deuses. Como pode ser confirmado abaixo:




Esta é a confirmação irrefutável de que os deuses criaram o homem, e não apenas um só deus. Podemos
também confirmar na mesma tabela do dicionário ePSD acima apresentada que a palavra suméria
dingir (deus) na língua acádia era ilu, donde evoluiu para o cananeu el que, por sua vez, evoluiu para o
hebreu eloah (deus), cujo plural é elohim (deuses).



Algumas considerações importantes:
1. O símbolo sumério cuneiforme para deus é uma evolução do anterior símbolo pictográfico
   formado por quatro linhas cruzadas formando uma estrela de 8 braços.




2. Na suméria não existia o conceito teológico de deus como conhecemos hoje; o significado
   original e exato para o símbolo sumério da cruz era céu (sky), firmamento (heaven), mais elevado
   ou superior ou mais alto (upper); se na interpretação do texto a palavra estivesse relacionada a
   um Anunnaki, este era denominado an, ou seja os Anunnaki eram referidos como os elevados, os
   superiores, os altíssimos, (daí o termo Sua Alteza) etc., mas nunca como deuses no sentido
   teológico posteriormente surgido e que temos até hoje.




3. O símbolo cuneiforme para deus formado pela estrela de 8 braços também é o símbolo do mais
   alto alien Anunnaki, Anu. Helena Blavatsky apresenta prova conclusiva deste fato incontroverso
   em seu Glossário Teosófico (Editora Ground) na página 42, onde sob o verbete caldeu Anu ela
   afirma: “Uma das mais altas divindades dos babilônicos, ‘Rei de Anjos e Espíritos’, ‘Senhor da
cidade de Erech’, é o Governador e Deus dos Céus e da Terra, cujos símbolos são uma estrela e
      uma espécie de Cruz de Malta, emblemas da divindade e soberania”.

Conclusão: O Gênesis hebraico foi corrompido para satisfazer interesses de doutrinação monoteísta na
humanidade. E ainda há aqueles que afirmam que o maior legado do judaísmo para o cristianismo foi o
monoteísmo. Mais detalhes sobre os companheiros do “Deus” bíblico em Gênese dos Reis do Graal
aqui neste mesmo canal SLIDESHARE.

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FILME ANUNNAKI BANIDO

  • 1.
  • 2. Universal Studios apresenta: ANUNNAKI THE MOVIE Milhares de anos antes das escrituras bíblicas, os antigos sumérios, a primeira civilização da Terra, forneceram registros detalhados dos deuses que vieram para a Terra e criaram a humanidade segundo sua imagem. Esses deuses antigos estão retornando para despertar a humanidade. Os sumérios chamavam esses antigos sábios deuses ANUNNAKI. 1 ANUNNAKI – PORQUE O FILME FOI CANCELADO? Darwin... estava errado! ... E Deus disse: "... Façamos o homem à nossa imagem e semelhança ... " Em 2006, um diretor/produtor desconhecido norte-americano de nome Jon Gress, começou a produzir o que deveria ser o filme mais polêmico do século. Uma trilogia sobre a permanência temporária dos Anunnaki na Terra! Desde a sua chegada há 450.000 anos atrás, os impérios pré e pós dilúvio, sua saída e seu regresso depois 2012. Um filme independente e muito preciso, baseado nos livros de Zecharia Sitchin, que deveria ter sido lançado em 2007, 2008 e 2009. O site oficial do filme era desconcertante e havia fotos da pré-produção. Mas, algo aconteceu. Foi encerrado, bem como qualquer link relacionado com o filme. Todas as imagens, vídeos e informações foram banidos da internet. A conta de e-mail de Jon Gress foi também encerrada. O filme nunca foi lançado e as trilhas de sua filmagem foram apagadas da media. É obvio que tal produção pudesse derrubar o presente status quo mantido pelo TPTB1 e finalmente despertar as pessoas para esses surpreendentes eventos da história humana. Muitos com certeza despertariam para outra realidade ou pelo menos ficariam com uma grande pulga atrás da orelha, incomodando e, quem sabe, fazendo o povo dorminhoco sair à procura de respostas. O vídeo (banido do YOUTUBE) mostra raras evidências deste filme e uma entrevista (ainda ativa no link abaixo) com o produtor Jon Gress. 1Anunnaki interview with Jon Gress Jon Gress é produtor e diretor do filme 1Anunnaki, sobre a vinda dos Anunnaki para a Terra 400.000 anos atrás, e sua partida, 550 anos a.C..Inspirado nos trabalhos de Zecharia Sitchin e em todo tipo de registros históricos, este controverso filme aborda a criação da humanidade pelos Anunnaki. 1 A expressão inglesa “the powers that be (TPTB)” é uma frase usada para se referir aos indivíduos ou grupos que coletivamente detêm autoridade sobre determinado assunto, por exemplo, aqueles que controlam a disseminação de informação.
  • 3. A seguir alguns comentários meus sobre os Anunnaki Em Gênesis 1:26, Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” Pelo tempo verbal empregado na passagem bíblica acima, “façamos” e “nossa”, é certo que esse Deus não estava falando sozinho, a menos que fosse desconhecedor de gramática básica! Entretanto, a Bíblia, como a “palavra de Deus”, como querem alguns, em Gênesis 11:5-8, insiste na concordância verbal incorreta: Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e disse: Eis que o povo é um e todos têm uma só língua; e isto é o que começam a fazer; agora não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos, e confundamos ali a sua linguagem, para que não entenda um a língua do outro. Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade. Estaria Deus, ou o Senhor, quando fala “desçamos” e “confundamos”, novamente falando sozinho? Se não, quem seriam seus companheiros? O livro de Gênesis da bíblia foi escrito pelos judeus quando no cativeiro babilônico tomaram contato com a babilônica/assíria Epopéia da Criação, herdada da suméria, intitulada Enûma Elish (Quando no Alto). Curiosamente, este épico – que fora publicado por George Smith, do Museu Britânico, sob o título The Chaldean Account of Gênesis (O Registro do Gênesis Caldeu), e que não afirma que a Terra fora criada em seis dias com o sétimo para descanso2 –, não menciona Deus, e sim, Deuses, como podemos comprovar em seu texto inicial abaixo: e-nu-ma e-liš la na-bu-ú šá-ma-mu Quando no alto não se nomeava o céu, e em baixo šap-liš am-ma-tum šu-ma la zak-rat a terra não tinha nome, do oceano primordial ZU.AB-ma reš-tu-ú za-ru-šu-un (Apsu), seu pai; e da tumultuosa Tiamat, a mãe de mu-um-mu ti-amat mu-al-li-da-at gim-ri-šú-un todos, suas águas se fundiam numa, e nenhum A.MEŠ-šú-nu iš-te-niš i-ḫi-qu-ú-šú-un campo estava formado, nem pântanos eram vistos; gi-pa-ra la ki-is-su-ru su-sa-a la she-'u-ú quando nenhum dos deuses tinha sido chamado a e-nu-ma dingir dingir la šu-pu-u ma-na-ma existência. Para entender a introdução do Enûma Elish acima citado, o texto esquerdo é o texto transliterado da original escrita cuneiforme suméria, ou seja, após a transformação dos símbolos cuneiformes para os símbolos do alfabeto latino. O da direita é a tradução para o português da transliteração. A escrita cuneiforme é uma escrita formada por cunhas, daí o nome cuneiforme, assim, como podemos ver na tabela abaixo do dicionário sumério da Universidade da Pensilvânia, o símbolo cuneiforme para a palavra deus é uma estrela formada por quatro cunhas cruzadas formando uma estrela de 8 pontas. 2 A idéia fantástica dos seis dias da criação nada mais fora que uma corrupção introduzida pelos escribas hebreus aproveitando-se do fato de que o épico babilônico/assírio estava descrito em 6 partes, cada uma delas em um tablete de barro, com o sétimo pedaço devotado a reverência e celebração pelo feito da criação.
  • 4. No sumério, assim como em outras línguas, várias regras são utilizadas para formação do plural. No caso dos substantivos, só os animados possuem plural; os inanimados tanto podem ser singular ou plural dependendo do contexto. No caso dos substantivos animados, novamente, existem várias regras, mas aqui, veremos apenas duas que são similares, uma das quais aplica-se ao atual caso do substantivo Deus. 1. substantivo seguido de adjetivo como atributo: a palavra substantiva rei em sumério é lugal. Se atribuirmos o adjetivo grande que em sumério é gal como atributo de rei, teremos grande rei que em sumério é lugal.gal. O plural de um substantivo seguido de adjetivo como atributo é formado pela duplicação do adjetivo, logo, o plural de lugal.gal (grande rei) é lugal.gal.gal (grandes reis). Outros exemplos são:
  • 5. Subst. Subst. Subst. c/ adjet. Subst. c/ adjet. Plural português Plural sumério português sumério português sumério Senhora Nin Grande senhora Nin.gal Grandes senhoras Nin.gal.gal Casa E Grande casa E.gal Grandes casas Sem plural Palácio Egal Grande palácio Egal.gal Grandes palácios Sem plural Filho/a Dumu Grande filho/a Dumu.gal Grandes filhos/as Dumu.gal.gal Deus/a Dingir Grande Deus/a Dingir.gal Grandes Deuses/as Dingir.gal.gal 2. Substantivos sem adjetivos como atributo: o plural de uma palavra substantiva sem atributo de adjetivo é formado apenas pela duplicação do substantivo: Subst. português Subst. sumério Plural português Plural sumério Rei Lugal Reis Lugal.lugal Deus/a Dingir Deuses/as Dingir.dingir Retornando ao texto do Enuma Elish (Quando no Alto) e observando-se a última frase do texto esquerdo transliterado, podemos identificar as palavras dingir dingir que, conjuntamente, nada mais são que o plural da palavra dingir (deus), ou seja, dingir dinjir significa deuses. Como pode ser confirmado abaixo: Esta é a confirmação irrefutável de que os deuses criaram o homem, e não apenas um só deus. Podemos também confirmar na mesma tabela do dicionário ePSD acima apresentada que a palavra suméria dingir (deus) na língua acádia era ilu, donde evoluiu para o cananeu el que, por sua vez, evoluiu para o hebreu eloah (deus), cujo plural é elohim (deuses). Algumas considerações importantes:
  • 6. 1. O símbolo sumério cuneiforme para deus é uma evolução do anterior símbolo pictográfico formado por quatro linhas cruzadas formando uma estrela de 8 braços. 2. Na suméria não existia o conceito teológico de deus como conhecemos hoje; o significado original e exato para o símbolo sumério da cruz era céu (sky), firmamento (heaven), mais elevado ou superior ou mais alto (upper); se na interpretação do texto a palavra estivesse relacionada a um Anunnaki, este era denominado an, ou seja os Anunnaki eram referidos como os elevados, os superiores, os altíssimos, (daí o termo Sua Alteza) etc., mas nunca como deuses no sentido teológico posteriormente surgido e que temos até hoje. 3. O símbolo cuneiforme para deus formado pela estrela de 8 braços também é o símbolo do mais alto alien Anunnaki, Anu. Helena Blavatsky apresenta prova conclusiva deste fato incontroverso em seu Glossário Teosófico (Editora Ground) na página 42, onde sob o verbete caldeu Anu ela afirma: “Uma das mais altas divindades dos babilônicos, ‘Rei de Anjos e Espíritos’, ‘Senhor da
  • 7. cidade de Erech’, é o Governador e Deus dos Céus e da Terra, cujos símbolos são uma estrela e uma espécie de Cruz de Malta, emblemas da divindade e soberania”. Conclusão: O Gênesis hebraico foi corrompido para satisfazer interesses de doutrinação monoteísta na humanidade. E ainda há aqueles que afirmam que o maior legado do judaísmo para o cristianismo foi o monoteísmo. Mais detalhes sobre os companheiros do “Deus” bíblico em Gênese dos Reis do Graal aqui neste mesmo canal SLIDESHARE.