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Introdução Esboço Capítulo 1 
INTRODUÇÃO 
Ocasião e Tema. Paulo escreveu esta carta em favor de Onésimo, 
escravo de Filemom, que, depois de fugir do seu senhor, converteu-se 
sob o ministério de Paulo. Recentes conjeturas de John Knox, o notável 
escritor contemporâneo (Philemon Among the Letters of Paul) faz de 
Arquipo o proprietário do escravo (e principal destinatário da carta) e 
Filemom, um simples superintendente das igrejas do Vale de Licus. O 
ponto de vista tradicional, entretanto, que considera Arquipo o filho de 
Filemom e Áfia, continua sendo o mais convincente. 
Na providência divina, diversos fatores são importantes para o 
reconhecimento desta carta pela igreja, não como simples 
correspondência particular de Paulo, mas como um ensino apostólico a 
ser aceito nas Escrituras: 1) "A igreja" está incluída entre os 
destinatários. 2) O relacionamento senhor-escravo apresentou um 
importante problema para toda a igreja, não apenas para Filemom 
pessoalmente. (Filemom não era o único senhor de escravos na igreja 
colossense; cons. Kyrioi, Cl. 4:1). Fazendo voltar o escravo que, depois 
de fugir, tornou-se cristão e servo de Paulo, o apóstolo não só nos 
instruiu em relação aos princípios que regem o relacionamento entre os 
irmãos cristãos, como faz-nos lembrar também que estes princípios não 
devem ser "por força, mas voluntários" (Fm. 14). Em Cristo há uma 
estrutura de referência completamente diferente que transforma todos os 
relacionamentos terrestres; a fraternidade é o ponto central sobre o qual 
todos os outros relacionamentos devem ser avaliados. Paulo não faz 
polêmica contra a escravidão, mas no decorrer dos séculos, a fé cristã 
chegou a compreender que a prática da escravidão é incompatível com
Filemom (Comentário Bíblico Moody) 2 
os princípios aqui enunciados por Paulo. Para origem e data desta cana, 
veja Introdução aos Colossenses. 
ESBOÇO 
I. Introdução. Fm. 1-3. 
II. Ação de Graças. Fm. 4-7. 
III. Paulo Intercede por Onésimo. Fm. 8-21. 
IV. Conclusão. Fm. 22-25. 
Filemom 1 
COMENTÁRIO 
I. Introdução. Fm. 1-3. 
1. Contrastando com "apóstolo", o termo mais costumeiro, a 
designação que Paulo dá a si mesmo, prisioneiro de Cristo Jesus (cons. 
v. 13), tem uma ligação direta com o tema da carta (veja coment. de Cl. 
4: 18). 
2, 3. Os destinatários não eram apenas os membros de uma família 
cristã, mas a igreja que se reunia na casa deles. Era costume, e às vezes 
se tornava necessidade, que as igrejas locais se reunissem na casa de um 
dos membros (cons. Atos 18:7). 
II. Ação de Graças. Fm. 4-7. 
4,5. Nas orações de Paulo a menção de Filemom (sou) sempre 
trazia aos lábios do apóstolo uma palavra de gratidão. Filemom se 
caracterizava pelo amor e fé; essas atitudes eram primeiramente 
dirigidas a (pros) Cristo mas encontravam sua expressão na (eis) igreja 
(cons. J.B. Lightfoot, St. Paul's Epistles to the Colossians and to 
Philemon). 
6,7. Para que seja eficiente, a comunhão ou participação da fé 
deve ser no pleno conhecimento (epignosis; veja coment. sobre Cl. 1:9; 
2:1-3); isto é, um crente deve ter a devida percepção do bem que ele tem 
em Cristo. O versículo é de difícil interpretação; compare comentário de
Moule (C.F.D. Moule, The Epistles to Colossians and Philemon). O 
ministério de Filemom era ativado pela percepção que tinha do amor e 
verdade cristãs. Paulo se regozija nisto e deseja que esta motivação possa 
influenciar a atitude de Filemom para com seu escravo fugitivo. 
Coração (splagchna; cons. vs. 12, 20). Sentimentos mais íntimos, "o 
âmago do ser" (Moule). 
III. Paulo Intercede por Onésimo. Fm. 8-21. 
8,9. Paulo evita invocar sua autoridade apostólica para ordenar 
Filemom fazer o que convém, isto é, a coisa certa. Antes, ele apela para 
o seu amigo em nome do amor, como alguém que tem direito de ser 
ouvido: ele é Paulo, "um embaixador" (presbytes) e agora um prisioneiro 
de Jesus Cristo. Embora presbytes signifique estritamente velho ou 
idoso, aqui a variante na ortografia e no significado provavelmente está 
correta (cons. Ef. 6:20). Se o apóstolo está fazendo distinção entre a 
autoridade apostólica e o tipo de autoridade exercida pelos outros líderes 
cristãos não o sabemos com certeza. Em qualquer dos casos, ele dá o 
exemplo de como a verdadeira liderança cristã pode funcionar de 
maneira mais eficiente. 
10,11. Como em outras passagens (I Co. 4:15; cons. Gl. 4:19) Paulo 
se refere ao seu convertido dizendo tê-lo gerado. Embora fosse escravo 
em uma família cristã, presumivelmente Onésimo não abraçou a fé cristã 
até que fugiu e se colocou sob a influência de Paulo. Na qualidade de 
cristão, Onésimo, isto é, Útil (um nome bastante comum para um 
escravo naquele tempo e região), que antes fora inútil, agora vivia à 
altura do seu nome. John Knox especula que Paulo poderia ter dado o 
nome de "Onésimo" ao escravo diante de sua conversão (cons. Is. 62:2; 
Gn. 17:5, 15; 32:28; Atos 13:9). O costume de dar um novo nome no 
momento da conversão, existe ainda hoje entre crentes em civilizações 
não-cristãs. 
12. O verbo traduzido para envio de volta pode ter o significado 
técnico jurídico de "transferir o caso", isto é, deixar que Filemom mesmo
julgue a questão da liberdade de Onésimo (cons. Lc. 23:7, 11; Atos 
25:21). Mas o significado mais comum é o mais provável aqui. Paulo 
compara o enviar do escravo como se enviasse o seu próprio coração. 
13,14. Onésimo foi de considerável ajuda a Paulo em suas 
algemas... por causa do evangelho. O apóstolo queria continuar 
fazendo uso dos seus préstimos – préstimos que Filemom teria 
alegremente aprovado. Mas Paulo, sendo sensível à ética da situação, 
recusou-se a tomar liberdades com a estima de Filemom. Ele queria que 
seu amigo agisse segundo o seu próprio consentimento e 
voluntariamente, sem se sentir forçado ou acuado. Quando um homem 
presta um "serviço cristão" porque os amigos fizeram com que a situação 
se tomasse difícil para dizer não, seu serviço deixa de ser genuinamente 
cristão. Será que Filemom libertou Onésimo e o enviou de volta a Paulo? 
Será que o antigo escravo tornou-se um ministro e, mais tarde, bispo da 
igreja em Éfeso? (Cons. a carta de Inácio aos efésios, 1). Knox (in loc.) e 
Harrison (P.N. Harrison, "Onesimus and Philemon", AThR, XXXIII, 
Oct., 1953) pensam assim. Ainda que uma resposta certa não possa ser 
dada a estas perguntas, a suposição por elas despertada é tentadora. 
15,16. Temporariamente. Literalmente, por uma hora. Uma perda 
insignificante resultou em um ganho imensurável. Para sempre. 
Permanentemente. O termo é reminiscência da provisão feita para a 
escravidão voluntária em Êx. 21:6 (cons. SBK, IV, 746; Lv. 25:46). Mas 
o relacionamento não devia mais ser encarado em termos de senhor e 
servo. Ser cristão é ser irmão dos outros crentes. E este é o fator 
determinante em todos os outros relacionamentos humanos, quer sejam 
na carne, isto é, no plano natural, quer no Senhor, isto é, no plano 
espiritual, na esfera da "nova geração" (veja Introdução a Colossenses). 
Entretanto, os relacionamentos de ambos os planos devem ser 
desenvolvidos simultaneamente. Filemom era irmão e senhor; Onésimo 
era irmão e escravo. Tal relacionamento duplo fazia surgir problemas 
difíceis na igreja primitiva. E tais problemas ainda complicam o
relacionamento econômico e social dos cristãos hoje em dia (I Tm. 6:2; 
veja coment. sobre Cl. 3:11). 
17. Tendo narrado a história e tendo gentilmente reformulado 
alguns princípios cristãos, agora Paulo faz um apelo direto: "Recebe 
Onésimo como se recebesses a mim mesmo (cons. Mt. 25:40; Atos 9:4); 
por amor a ti eu o manteria comigo em teu lugar (Fm. 13), mas em vez 
disso eu o envio a ti em meu lugar". Companheiro (koinonon). Não 
apenas um companheiro Cristão, mas alguém com quem muitas 
experiências foram partilhadas. 
18,19. Paulo não menciona a verdadeira ofensa praticada por 
Onésimo, mas parece que foi mais do que simplesmente fugir. A oferta 
de Paulo de pagar algum dano sugere que há algum dinheiro envolvido 
– roubo, desfalque, ou talvez simplesmente um imprudente emprego de 
fundos. A ti mesmo. Ao que parece Filemom também era um convertido 
do apóstolo. Este delicado lembrete tinha a intenção de aquietar qualquer 
exigência de "justiça" e para reaproximar os dois, Filemom e Onésimo; 
eles tinham o mesmo pai espiritual. 
20,21. Demonstrando amor cristão a Onésimo, Filemom reanimada 
e alegraria o próprio Paulo. Com base nisto o apóstolo faz o seu apelo, 
certo de uma boa reação. Mais do que estou pedindo. Isto pode se 
referir a1) devolver a Onésimo a sua liberdade ou 2) devolvê-lo a Paulo 
(cons. vs. 13, 14). 
IV. Conclusão. Fm. 22-25. 
22. A confiança de Paulo de que seria solto de sua prisão faz eco 
aos seus sentimentos em Fp. 1:25, 26 (veja Introdução a Colossenses). 
Por vossas orações. É digno de nota que o apóstolo, sendo tão insistente 
sobre a soberania de Deus (cons. Gl. 1:15,16; Rm. 8:29), esteja 
igualmente convencido de que Deus realiza Seus propósitos através de 
instrumentos humanos. O apóstolo não pede orações; ele tem por certo 
que o seu "companheiro" (Fm. 17) lembra-se dele em suas orações. 
23,24. Veja coment. sobre Cl. 4:10-14, 15-17.
25. Vosso (hymon) espírito (cons. Gl. 6:18; II Tm. 4:22). O plural 
indica que a referência foi feita a todo o grupo incluído na saudação (vs. 
1, 2). Espírito parece ser um termo empregado com referência ao todo 
do homem - no estado ou na aparência de sua "nova geração" (cons. I Pe. 
4:6; II Co. 2:13; 7:5; I Co. 2:11-16, Phillips).
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Filemom (moody)

  • 1. FILEMOM Introdução Esboço Capítulo 1 INTRODUÇÃO Ocasião e Tema. Paulo escreveu esta carta em favor de Onésimo, escravo de Filemom, que, depois de fugir do seu senhor, converteu-se sob o ministério de Paulo. Recentes conjeturas de John Knox, o notável escritor contemporâneo (Philemon Among the Letters of Paul) faz de Arquipo o proprietário do escravo (e principal destinatário da carta) e Filemom, um simples superintendente das igrejas do Vale de Licus. O ponto de vista tradicional, entretanto, que considera Arquipo o filho de Filemom e Áfia, continua sendo o mais convincente. Na providência divina, diversos fatores são importantes para o reconhecimento desta carta pela igreja, não como simples correspondência particular de Paulo, mas como um ensino apostólico a ser aceito nas Escrituras: 1) "A igreja" está incluída entre os destinatários. 2) O relacionamento senhor-escravo apresentou um importante problema para toda a igreja, não apenas para Filemom pessoalmente. (Filemom não era o único senhor de escravos na igreja colossense; cons. Kyrioi, Cl. 4:1). Fazendo voltar o escravo que, depois de fugir, tornou-se cristão e servo de Paulo, o apóstolo não só nos instruiu em relação aos princípios que regem o relacionamento entre os irmãos cristãos, como faz-nos lembrar também que estes princípios não devem ser "por força, mas voluntários" (Fm. 14). Em Cristo há uma estrutura de referência completamente diferente que transforma todos os relacionamentos terrestres; a fraternidade é o ponto central sobre o qual todos os outros relacionamentos devem ser avaliados. Paulo não faz polêmica contra a escravidão, mas no decorrer dos séculos, a fé cristã chegou a compreender que a prática da escravidão é incompatível com
  • 2. Filemom (Comentário Bíblico Moody) 2 os princípios aqui enunciados por Paulo. Para origem e data desta cana, veja Introdução aos Colossenses. ESBOÇO I. Introdução. Fm. 1-3. II. Ação de Graças. Fm. 4-7. III. Paulo Intercede por Onésimo. Fm. 8-21. IV. Conclusão. Fm. 22-25. Filemom 1 COMENTÁRIO I. Introdução. Fm. 1-3. 1. Contrastando com "apóstolo", o termo mais costumeiro, a designação que Paulo dá a si mesmo, prisioneiro de Cristo Jesus (cons. v. 13), tem uma ligação direta com o tema da carta (veja coment. de Cl. 4: 18). 2, 3. Os destinatários não eram apenas os membros de uma família cristã, mas a igreja que se reunia na casa deles. Era costume, e às vezes se tornava necessidade, que as igrejas locais se reunissem na casa de um dos membros (cons. Atos 18:7). II. Ação de Graças. Fm. 4-7. 4,5. Nas orações de Paulo a menção de Filemom (sou) sempre trazia aos lábios do apóstolo uma palavra de gratidão. Filemom se caracterizava pelo amor e fé; essas atitudes eram primeiramente dirigidas a (pros) Cristo mas encontravam sua expressão na (eis) igreja (cons. J.B. Lightfoot, St. Paul's Epistles to the Colossians and to Philemon). 6,7. Para que seja eficiente, a comunhão ou participação da fé deve ser no pleno conhecimento (epignosis; veja coment. sobre Cl. 1:9; 2:1-3); isto é, um crente deve ter a devida percepção do bem que ele tem em Cristo. O versículo é de difícil interpretação; compare comentário de
  • 3. Moule (C.F.D. Moule, The Epistles to Colossians and Philemon). O ministério de Filemom era ativado pela percepção que tinha do amor e verdade cristãs. Paulo se regozija nisto e deseja que esta motivação possa influenciar a atitude de Filemom para com seu escravo fugitivo. Coração (splagchna; cons. vs. 12, 20). Sentimentos mais íntimos, "o âmago do ser" (Moule). III. Paulo Intercede por Onésimo. Fm. 8-21. 8,9. Paulo evita invocar sua autoridade apostólica para ordenar Filemom fazer o que convém, isto é, a coisa certa. Antes, ele apela para o seu amigo em nome do amor, como alguém que tem direito de ser ouvido: ele é Paulo, "um embaixador" (presbytes) e agora um prisioneiro de Jesus Cristo. Embora presbytes signifique estritamente velho ou idoso, aqui a variante na ortografia e no significado provavelmente está correta (cons. Ef. 6:20). Se o apóstolo está fazendo distinção entre a autoridade apostólica e o tipo de autoridade exercida pelos outros líderes cristãos não o sabemos com certeza. Em qualquer dos casos, ele dá o exemplo de como a verdadeira liderança cristã pode funcionar de maneira mais eficiente. 10,11. Como em outras passagens (I Co. 4:15; cons. Gl. 4:19) Paulo se refere ao seu convertido dizendo tê-lo gerado. Embora fosse escravo em uma família cristã, presumivelmente Onésimo não abraçou a fé cristã até que fugiu e se colocou sob a influência de Paulo. Na qualidade de cristão, Onésimo, isto é, Útil (um nome bastante comum para um escravo naquele tempo e região), que antes fora inútil, agora vivia à altura do seu nome. John Knox especula que Paulo poderia ter dado o nome de "Onésimo" ao escravo diante de sua conversão (cons. Is. 62:2; Gn. 17:5, 15; 32:28; Atos 13:9). O costume de dar um novo nome no momento da conversão, existe ainda hoje entre crentes em civilizações não-cristãs. 12. O verbo traduzido para envio de volta pode ter o significado técnico jurídico de "transferir o caso", isto é, deixar que Filemom mesmo
  • 4. julgue a questão da liberdade de Onésimo (cons. Lc. 23:7, 11; Atos 25:21). Mas o significado mais comum é o mais provável aqui. Paulo compara o enviar do escravo como se enviasse o seu próprio coração. 13,14. Onésimo foi de considerável ajuda a Paulo em suas algemas... por causa do evangelho. O apóstolo queria continuar fazendo uso dos seus préstimos – préstimos que Filemom teria alegremente aprovado. Mas Paulo, sendo sensível à ética da situação, recusou-se a tomar liberdades com a estima de Filemom. Ele queria que seu amigo agisse segundo o seu próprio consentimento e voluntariamente, sem se sentir forçado ou acuado. Quando um homem presta um "serviço cristão" porque os amigos fizeram com que a situação se tomasse difícil para dizer não, seu serviço deixa de ser genuinamente cristão. Será que Filemom libertou Onésimo e o enviou de volta a Paulo? Será que o antigo escravo tornou-se um ministro e, mais tarde, bispo da igreja em Éfeso? (Cons. a carta de Inácio aos efésios, 1). Knox (in loc.) e Harrison (P.N. Harrison, "Onesimus and Philemon", AThR, XXXIII, Oct., 1953) pensam assim. Ainda que uma resposta certa não possa ser dada a estas perguntas, a suposição por elas despertada é tentadora. 15,16. Temporariamente. Literalmente, por uma hora. Uma perda insignificante resultou em um ganho imensurável. Para sempre. Permanentemente. O termo é reminiscência da provisão feita para a escravidão voluntária em Êx. 21:6 (cons. SBK, IV, 746; Lv. 25:46). Mas o relacionamento não devia mais ser encarado em termos de senhor e servo. Ser cristão é ser irmão dos outros crentes. E este é o fator determinante em todos os outros relacionamentos humanos, quer sejam na carne, isto é, no plano natural, quer no Senhor, isto é, no plano espiritual, na esfera da "nova geração" (veja Introdução a Colossenses). Entretanto, os relacionamentos de ambos os planos devem ser desenvolvidos simultaneamente. Filemom era irmão e senhor; Onésimo era irmão e escravo. Tal relacionamento duplo fazia surgir problemas difíceis na igreja primitiva. E tais problemas ainda complicam o
  • 5. relacionamento econômico e social dos cristãos hoje em dia (I Tm. 6:2; veja coment. sobre Cl. 3:11). 17. Tendo narrado a história e tendo gentilmente reformulado alguns princípios cristãos, agora Paulo faz um apelo direto: "Recebe Onésimo como se recebesses a mim mesmo (cons. Mt. 25:40; Atos 9:4); por amor a ti eu o manteria comigo em teu lugar (Fm. 13), mas em vez disso eu o envio a ti em meu lugar". Companheiro (koinonon). Não apenas um companheiro Cristão, mas alguém com quem muitas experiências foram partilhadas. 18,19. Paulo não menciona a verdadeira ofensa praticada por Onésimo, mas parece que foi mais do que simplesmente fugir. A oferta de Paulo de pagar algum dano sugere que há algum dinheiro envolvido – roubo, desfalque, ou talvez simplesmente um imprudente emprego de fundos. A ti mesmo. Ao que parece Filemom também era um convertido do apóstolo. Este delicado lembrete tinha a intenção de aquietar qualquer exigência de "justiça" e para reaproximar os dois, Filemom e Onésimo; eles tinham o mesmo pai espiritual. 20,21. Demonstrando amor cristão a Onésimo, Filemom reanimada e alegraria o próprio Paulo. Com base nisto o apóstolo faz o seu apelo, certo de uma boa reação. Mais do que estou pedindo. Isto pode se referir a1) devolver a Onésimo a sua liberdade ou 2) devolvê-lo a Paulo (cons. vs. 13, 14). IV. Conclusão. Fm. 22-25. 22. A confiança de Paulo de que seria solto de sua prisão faz eco aos seus sentimentos em Fp. 1:25, 26 (veja Introdução a Colossenses). Por vossas orações. É digno de nota que o apóstolo, sendo tão insistente sobre a soberania de Deus (cons. Gl. 1:15,16; Rm. 8:29), esteja igualmente convencido de que Deus realiza Seus propósitos através de instrumentos humanos. O apóstolo não pede orações; ele tem por certo que o seu "companheiro" (Fm. 17) lembra-se dele em suas orações. 23,24. Veja coment. sobre Cl. 4:10-14, 15-17.
  • 6. 25. Vosso (hymon) espírito (cons. Gl. 6:18; II Tm. 4:22). O plural indica que a referência foi feita a todo o grupo incluído na saudação (vs. 1, 2). Espírito parece ser um termo empregado com referência ao todo do homem - no estado ou na aparência de sua "nova geração" (cons. I Pe. 4:6; II Co. 2:13; 7:5; I Co. 2:11-16, Phillips).
  • 7. 25. Vosso (hymon) espírito (cons. Gl. 6:18; II Tm. 4:22). O plural indica que a referência foi feita a todo o grupo incluído na saudação (vs. 1, 2). Espírito parece ser um termo empregado com referência ao todo do homem - no estado ou na aparência de sua "nova geração" (cons. I Pe. 4:6; II Co. 2:13; 7:5; I Co. 2:11-16, Phillips).