SlideShare uma empresa Scribd logo
Docente: Ticiane Parente Aragão
Discentes autores: Bárbara Oliveira Soares
Breno Borges do Nascimento
Cleiton Rone dos Santos Lima
Leonildo de Santana Silva
Farmacologia, no curso de Fisioterapia 2016/2
FARMACOLOGIA DO
SISTEMA
OSTEOMUSCULAR
CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Sistema
muscular
Sistema
ósseo
Sistema
músculo
esquelético
Fonte:Googleimagens
Fonte: Google imagens
02
FARMACOLOGI
A DO SISTEMA
MUSCULAR
Fonte:Googleimagens
03
JUNÇÃO NEUROMUSCULAR
Fonte: Google imagens
04
BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES
Bloqueadores Neuromusculares (BNM’s) são utilizados em anestesia para
prejudicar a transmissão neuromuscular e proporcionar relaxamento da
musculatura. Essas drogas permitem ao anestesiologista realizar diversos
procedimentos. BNM’s podem ser agonistas (BNM’s “Despolarizantes”) e
Antagonistas (BNM “não-despolarizantes”) do receptor nicotínico.
Drogas anticolinestesáricas, também conhecidas como inibidores da
acetilcolinesterase, são usadas para reverter os efeitos dos BNM’s não-
despolarizantes. Essas drogas aumentam a concentração de Acetilcolina na
Junção Neuromuscular mediante a inibição da enzima acetilcolinesterase.
05
BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES
Mecanismo de ação: Os
fármacos BNMs não-
despolarizantes se
combinam com o receptor
nicotínico e impedem a
ligação da acetilcolina.
Usos Terapêuticos: Usados
como fármacos adjuvantes
da anestesia, durante a
cirurgia, para relaxar os
músculos esqueléticos.
Ações:
Os músculos pequenos de contração rápida da
face e dos olhos são mais suscetíveis e são
paralisados primeiro seguidos pelos dedos.
Depois, os músculos dos membros, do
pescoço e do tronco são paralisados, então os
intercostais e finalmente o diafragma. Os
fármacos que liberam histamina, podem
produzir uma redução da pressão arterial,
vermelhidão e broncoconstrição.
06
EFEITOS
ADVERSOS
BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES
tubocurarina: ↓ da pressão arterial,
resultante do bloqueio ganglionar,
liberação de histamina dos mastócitos.
Os demais não apresentam esses
efeitos colaterais e,
consequentemente, causam menos
hipotensão.
galamina: bloqueia os receptores
muscarínicos, particularmente do
coração, acarretando taquicardia.
07
BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES
D – TUBOCURARINA (curare)
• É o representante mais antigo desta categoria;
• Não tem ação sobre receptores muscarinicos
• Aplicada por via endovenosa promove flacidez progressiva
• Seu uso clínico depende de acompanhamento ventilatório
• Promove liberação da histamina
• Causa hipotensão
PANCURÔNIO (pavulon)
• Promove aumento da frequência cardíaca, na pressão arterial, e do débito
cardíaco, nas doses terapêuticas.
• Não promove liberação de histamina.
• É cinco vezes mais potente do que a d-Tubocurarina;
08
BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES
ATRACÚRIO
• É indicado em pacientes portadores de insuficiência hepática, pois
não sofre metabolização hepática e renal.
• Em paciente idosos também tem sua prescrição indicada.
• Ocorre liberação da histamina dependente de dose e velocidade de
injeção.
• Seu efeito é revertido rapidamente sem utilização de
anticolinesterásico;
VECURÔNIO
• Não libera histamina e está livre de efeitos hemodinâmicos
vasculares.
• Pode ser utilizado em pacientes com insuficiência renal;
• Pode causar bradicardia quando associado a opióides;
09
BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES
DOXACÚRIO
•É considerado o BNM mais potente da atualidade.
•Em doses clínicas, é praticamente desprovido de efeitos autonômicos e
não libera histamina;
•Como é desprovido de efeitos cardiovasculares indesejáveis pode ser
utilizado em pacientes que necessitam de estabilidade hemodinâmica;
MIVACÚRIO
•É o primeiro despolarizante de curta duração;
•Possui potencial capacidade de liberar histamina;
•Promove hipotensão e aumento da FC, independente do esquema
anestésico.
10
BLOQUEADORES DESPOLARIZANTES
■ Ações: A sequência de paralisia pode ser
ligeiramente diferente, mas como ocorre com os
bloqueadores competitivos, os músculos
respiratórios são paralisados por último. A
Succinilcolina inicialmente produz fasciculações
musculares, seguidas de paralisia.
■ Usos Terapêuticos: Devido ao rápido início e à curta
duração de ação, a Succinilcolina é útil quando a
rápida intubação endotraqueal é necessária
durante a indução da anestesia. Ela também é
empregada durante tratamento com choque
eletroconvulsivo.
■ Efeitos Adversos
– Apnéia: a administração de Succinilcolina a
um paciente que é deficiente genético de
colinesterase plasmática ou tem uma forma
atípica da enzima pode levar à apnéia
prolongada devido à paralisia do diafragma.
MECANISMO DE AÇÃO
Os bloqueadores neuromusculares
despolarizantes como a Succinicolina
ligam-se ao receptor nicotínico e
atuam como a acetilcolina
despolarizando a junção. Ao contrário
da acetilcolina, que é
instantaneamente destruída pelas
acetilcolinesterases, o fármaco
despolarizante persiste em
concentração elevada na fenda
sináptica, permanecendo ligada ao
receptor por um tempo relativamente
maior e causando uma estimulação
constante no receptor.
11
BLOQUEADORES DESPOLARIZANTES
Fonte: Google imagens
SUCCINILCOLINA
Administrada por via endovenosa pois tem carga elétrica e não
atravessa facilmente a membrana;
Sofre ação da butirilcolinesterase
Não age no músculo liso, não atravessa a barrreira placentária, não
tem ação no SNC.
Ação farmacológica ultra-curta 1min-10min: utilizada em
procedimentos de curta duração
Efeitos adversos: Arritmias e parada cardíaca (hipotassemia);
Contra-indicação: Hipertemia Maligna;
Bloqueadores Neuromusculares Despolarizantes ligam-se ao receptor
nicotínico e atuam como um agonista, despolarizando-o.
12
RELAXANTES MUSCULARES
De ação
central
De ação
periférica
De ação
direta
Fonte:Googleimagens
13
Atuação e utilização
SNC,
Encefálico ou
Medular
Dor músculo-
esquelética,
espasmos
Parkinson,
paralisia
cerebral,
esclerose
múltipla
RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO CENTRAL
Fonte: Google imagens
14
De acordo com a estrutura química:
Ésteres do ácido carbâmico, Derivados
do oxazol, tiazina e triazina, Ésteres
quimicamente semelhantes aos anti-
histamínicos
RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO CENTRAL
Subdivisão de grupos
15
LIORESAL
Mododeação
Atuação:
Diminui a
espasticidade,
relaxando a
musculatura;
Farmacologia:
Via de
administração:
•Oral
Substância
ativa:
•bacofleno
Mecanismode
ação
Deprime
transmissão do
reflexo
monossináptico
e polissináptico;
Inibe a
liberação dos
aminoácidos
excitatórios,
glutamato e
aspartato.
Efeitosadversos
Náuseas,
Vômitos
Tontura, Boca
seca,
Sonolência;
* Problemas
respiratórios,
Convulsões,
tremores,
bradicardia
Fonte:Googleimagens
16
TIZANIDINAMododeação
Diminui o tônus
muscular,
relaxa a
musculatura;
Farmacologia:
Via de
administração:
Oral
Substância
ativa:
tizanidina
Mecanismode
ação
Principal local de
ação:
Medula espinhal
- A estimulação de
receptores alfa2
pré-sinápticos,
- Estimulam os
receptores N-metil-
D-aspartato
- Transmissão do
sinal polissináptico
aos interneurônios
espinhais
Efeitosadversos
Sonolência,
Fadiga, Tontura,
Naúseas,
Insônia,
Diminuição da
PA;
* Dificuldade
respiratória,
Hipotensão,
alucinações,
hepatite,
falência
hepática.
Fonte:Googleimagens
17
RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO
PERIFÉRICA Atuação e utilização
Relaxantes musculares de ação periférica ou bloqueadores
neuromusculares
Atuam interferindo na transmissão a nível da junção neuromuscular
Não têm atividade a nível do SNC
Usados em cirurgia e nas Unidades de Cuidados Intensivos
Em conjunto com anestésicos
18
PAVULON
Mododeação
Relaxa a
musculatura
durante
anestesia;
Farmacologia
Via de
administração:
Intravenosa
Substância
ativa:
brometo de
pancurónio
Mecanismode
ação
Principal local de
ação:
O Pancurônio
antagoniza a
acetilcolina,
ligando-se
competitivamente
aos receptores
colinérgicos da
placa motora,
bloqueando a
transmissão
neuromuscular
Efeitosadversos
Fraqueza
muscular;
salivação
excessiva;
discreta
elevação da
presssão
arterial
Fonte:Googleimagens
19
RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO DIRETA
Atuação e utilização
Acessível
Constituídos de anti-inflamatórios e
analgésicos
Atuam diretamente nos músculos
20
DANTROLENO
Mododeação
Relaxa a
musculatura.
O Dantrolen é
utilizado no
tratamento da
hipertermia
maligna Farmacologia
Via de
administração:
Intravenosa,
oral
Substância
ativa: dantrolen
Mecanismode
ação
Principal local de
ação: inibe a
liberação de Ca ++
# Os receptores de
rianodina
# Os processos de
contração muscular
e de reabsorção
desse excesso de
Ca2+ (Hipertermia)
# A diminuição da
concentração de
ATP causa rigidez
muscular
Efeitosadversos
Sonolência,
tontura, fadiga,
diarreia,
vômito,
fraqueza
muscular.
Menos
comumente
podem ocorrer
convulsão,
necrose
hepática,
hepatite.
Fonte:Googleimagens
21
FARMACOLOGIA
DO SISTEMA
ÓSSEO
Fonte: Google imagens
22
INTRODUÇÃO
Osteoblastos Osteoclastos
Osteócitos
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte:Googleimagens
23
INTRODUÇÃO
Atividade dos
osteoblastos
e
osteoclastos
Ações de
várias
citocinas
Reciclagem
dos minerais:
cálcio e
fosfato
Ações de
vários
hormônios
Remodelagem
óssea envolve:
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
24
MECANISMO DE AÇÃO (O ciclo de remodelagem óssea e a ação dos
hormônios e citocinas)
1
2
3*
4
5
5
6*
7
3*
Libera íons de hidrogênio e
enzimas proteolíticas,
principalmente a catepsina K
6*
Sintetiza e secreta o osteoide,
e secreta IGF-1 e TGF-β
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Farmacologia, Rang&Dale 8ed
25
MECANISMO DE AÇÃO (Esquema do papel dos osteoblastos e das citocinas
na diferenciação e ativação dos osteoclastos)
Fundamentais para o processo de remodelagem
óssea
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Farmacologia, Rang&Dale 8ed
26
EFEITOS NO SISTEMA ÓSSEO
* *
*Estrôncio
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Próprios autores
27
Grupo de medicamentos
utilizados para a
prevenção e tratamento
de doenças de
reabsorção óssea
São análogos do
pirofosfato
BISFOSFONATOS
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte:GoogleImagens
28
MECANISMO DE AÇÃO DOS BISFOSFONATOS
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Os compostos simples, tais como etidronato e clodronato são
capturados pelos osteoclastos e convertidos em análogos
tóxicos de ATP; se acumulam nos osteoclastos e promovem sua
apoptose.
Os mais potentes atuam por prenilação, ancorando-se nas
proteínas celulares de superfícies e impedindo o ligamento dos
osteoclastos ao osso.
29
MECANISMO DE AÇÃO DOS BISFOSFONATOS
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte:GoogleImagens
30
MODO DE ADMINISTRAÇÃO E RECOMENDAÇÕES
Geralmente são ingeridos
por via oral
A infusão intravenosa reduz
efeitos adversos sobre o
trato digestivo.
Idealmente, a administração
deve ser a primeira coisa na
manhã, após período de jejum
durante a noite.
Volume suficiente de água
para favorecer a sua
dispersão
Evitar tomar outros
líquidos ou alimentos por
pelo menos meia hora
seguinte.
* Os bisfosfonatos possuem baixa biodisponibilidade *
Fonte:GoogleImagens
31
USO CLÍNICO
Administração
por via oral
Profilaxia e
tratamento de
osteoporose
Fonte:GoogleImagens
32
USO CLÍNICO
Administração
por via oral
Profilaxia e
tratamento de
osteoporose
Infusão
intravenosa
Doença Paget
Fonte:GoogleImagens
32
USO CLÍNICO
Infusão
intravenosa a
cada 3-4
semanas
Pacientes com
câncer de mama
metastático ósseo
Fonte:GoogleImagens
32
USO CLÍNICO
Intravenosa
Malignidades
avançadas ósseas,
DP e em alguns
casos osteoporose
Fonte:GoogleImagens
32
EFEITOS COLATERAIS
Os principais efeitos adversos
são os distúrbios
gastrointestinais
(especialmente esofágicos).
A administração endovenosa
rápida de bisfosfonatos pode
causar toxicidade renal.
Um efeito adverso raro, mas
grave, dos fármacos mais
potentes é a osteonecrose da
mandíbula.
Fonte: Google Imagens
33
PROTEINAS ÓSSEAS MORFOGÊNICAS
■ BMPs são glicoproteínas responsáveis pelo recrutamento
de células osteoprogenitoras para os locais de formação
óssea.
■ Mais de 20 tipos
■ São fundamentais para a reparação das fraturas e durante
o desenvolvimento do esqueleto ósseo
34
MECANISMO DE AÇÃO DAS BMP’s
As BMP se unem a específicos
receptores das Células Mesenquimais
Indiferenciadas (CMI) e transformá-las
em células ósseas formadoras.
Fonte: Site Machado & Miranda odontologia
35
USO CLÍNICO
■ Enxerto ósseo dentário em tratamento
ortodônticos (implantes)
■ As principais vantagens desta técnica,
são que ela reduz o risco de
complicações cirúrgicas, como infecções
e hemorragias (que ocasionalmente
poderiam ocorrer nos procedimentos
cirúrgicos de enxerto ósseo autógenos).
Fonte:GoogleImagens
36
TERIPARATIDA
PTC 09/2015; Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Stolnicki e Oliveira, 2016
Mododeação
Estimula a
atividade
dos
osteoblastos
Farmacocinética
Absorção:
• Amplamente
absorvida, com
biodisponibilidade
de 95%
Via de
administração:
• Subcutânea
Eliminação:
• Rápida e sem
acumular no
organismo
Efeitos
Estimula a
formação óssea;
aumenta a
densidade
mineral óssea;
Aumenta a força
óssea
melhora a
microarquitetura
óssea;
reduz o risco de
fraturas
Efeitosadversos
Tonturas;
Cãibras;
Náuseas;
Artralgias;
Hipercalcemia
(ocasionamente).
Fonte:GoogleImagens
37
TERIPARATIDA
PTC 09/2015; Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Stolnicki e Oliveira, 2016
Contraindicação Pacientes com história de tumor ósseo,
Hipercalcemia
Doença de Paget,
Pacientes menores de 18 anos
* Seu uso é seguro e bem tolerado tanto para homens como para mulheres
Fonte:GoogleImagens
38
MECANISMO DE AÇÃO
Fonte: Google Imagens
39
MECANISMO DE AÇÃO
Fonte: Google Imagens
39
Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Cummings, et al., 2009; Stopeck et al, 2010
Mododeação
Evita a interação
de RANKL com
RANK, seu
receptor, presente
nos osteoclastos
e seus
precursores
Farmacocinética
Absorção:
• Biodisponibilidade
de 61%
Vias de
administração:
• Intravenosa
• Subcutânea
Biotransformação e
eliminação:
• Vias de depuração
das
imunoglobulinas
Efeitos
Diminui a
reabsorção
óssea
Reduz o risco
de fraturas;
Aumenta a
Densidade
mineral óssea;
Redução nos
marcadores de
turnover ósseo;
Efeitosadversos
Alteração dos
hábitos
intestinais;
Dispneia;
Hipocalcemia;
Hipofosfatemia
;
Infecções ou
errupções
cutâneas;
Osteonecrose
da mandíbula;
DENOSUMAB
Fonte:GoogleImagens
40
MECANISMO DE AÇÃO DO DENOSUMAB
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Google Imagens
41
MECANISMO DE AÇÃO DO DENOSUMAB
Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Google Imagens
41
RANELATO DE ESTRÔNCIO
Mododeação
Inibe a ação
do
osteoclastos
e estimula a
ação dos
osteoblastos Farmacocinética
Absorção:
• Biodisponibilidade
absoluta é cerca de 25%
Distribuição
• Ligação as proteínas
humanas plasmáticas é
baixa;
• Alta afinidade com o
tecido ósseo
Biotransformação:
• Não é metabolizado!
Eliminação:
• Independente da dose e
do tempo, 60 horas.
Efeitos
Reduz fraturas
ósseas;
• Vertebrais
• Colo do fêmur
Aumenta a
formação óssea;
Inibi a reabsorção
óssea
Aumenta o nº e
espessura das
trabéculas de
estrôncio
Aumento da massa
óssea trabecular
Efeitosadversos
Baixa
incidência
de náusea
e diarreia
Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte:GoogleImagens
42
RANELATO DE ESTRÔNCIO
Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Apresenta menos
efeitos colaterais, que
os bisfosfonatos e TRH
Fonte:GoogleImagens
42
RANELATO DE ESTRÔNCIO
Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Farmacologia, Rang&Dale 8ed
CONTRAINDICAÇÕE
S
Hipersensibilidade
Eventos tromboembólicos venosos
Imobilizações
Doença isquêmica cardíaca
Doença arterial periférica
Doença cerebrovascular
Menores de 18 anos
Hipertensão não controlada
43
■ Mimetismo estrutural
assinalado entre o cálcio e o
estrôncio;
■ Aumento da síntese de
colágeno e modula o sistema
OPG/RANKL a favor de OPG.
MECANISMO DE AÇÃO DO RANELATO DE ESTRÔNCIO
Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Google Imagens
44
■ Mimetismo estrutural
assinalado entre o cálcio e o
estrôncio;
■ Aumento da síntese de
colágeno e modula o sistema
OPG/RANKL a favor de OPG.
MECANISMO DE AÇÃO DO RANELATO DE ESTRÔNCIO
Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed
Fonte: Google Imagens
44
Referências
■ Khajuria, D.K., Razdan, R., Mahapatra, D.R. Medicamentos para o tratamento da osteoporose:
revisão. Revista Brasileira de Reumatólogia, 2011; Elsevier Editora Ltda 51(4):365-82
■ Yazbek, M.A. e Marques Neto, J.F. Osteoporose e outras doenças osteometabólicas no idoso.
Einstein. São Paulo, 2008; 6 (Supl1): S74-S8
■ Meunier, P.J et al. The effects of Strontium Ranelate on the risk of vertebral fracture in women with
postmenopausal osteoporosis. N Engl J Med 2004; 350; 459-468| DOI: 10.1056/NEJMoa022436
■ Reginster, J.Y et al. Strontium ranelate reduces the risk of nonvertebral fractures in postmenopausal
women with osteoporosis: Treatment of Peripheral Osteoporosis (TROPOS) study. J Clin Endocrinol
Metab. 2005 May;90(5):2816-22.
■ Meunier, P.J. et al. The effects of strontium ranelate on the risk of vertebral fracture in women with
postmenopausal osteoporosis. N Engl J Med. 2004 Jan 29;350(5):459-68.
■ Rang & Dale : Farmacologia - 8. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2016.
■ SANTOS, Aparecido, et al. O papel das proteinas morfogenéticas na reparação do osso. Scielo;
2005.
■ OLIVEIRA, Juliana Helena Abreu de et al . Teriparatida (PTH[1-34]rh): uma nova perspectiva no
tratamento da osteoporose. Acta ortop. bras., São Paulo , v. 11, n. 3, p. 184-189, Aug. 2003
. Available from < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
78522003000300007&lng=en&nrm=iso>. access
on 27 Jan. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-78522003000300007.
■ ANVISA Agencia Nacional Vigilância Sanitária. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/ > Acesso
em: 15 de janeiro de 2017
45
Referências
■ Cummings, S.R. et al. Denosumab for prevention of fractures in postmenopausal women with
osteoporosis. N Engl J Med 2009;361:756-65.
■ Vieira, I.T., Jorgetti, V., Vieira, I.O. Vitamina D e Análogos para o controle do Hiperparatireodismo
secundário. J Bras Nefrol 2008;30(Supl 1):32-7
■ Nunes. V. et al. Uso de bifosfonatos em pacientes com câncer e sua associação com osteonecrose
dos ossos maxilares – Uma revisão de literatura. R. Periodontia – 20(3) Setembro de 2010: 20-27
■ Oliveira, J.H.A., Bracco, O.L., Kayath, M., Guarniero, R. Teriparatida (PTH[1-34]rh): Uma nova
perspectiva no tratamento da osteoporose. Acta Ortop Bras 11(3), 2003.
■ Mapa Terapeutico, Atlas da Saude. Disponível em: <http://mapaterapeutico.atlasdasaude.pt/atc-
infarmed/m-sistema-musculo-esqueletico > Acesso em: 18 de janeiro de 2017
■ Goldspink, G. Musculoskeletal pharmacology – Muscle and bone – na exercise in drug Discovery.
Current Opinion in Pharmacology 2006, 6:293–294
■ CATES – Centro colaborador do SUS Avaliação de tecnologias & excelência em saúde– Parecer
técnico-científico: Eficácia, segurança e custo-efetividade de teriparatida para o tratamento de
osteoporose. Belo Horizonte, 2015
■ CORREIA, Ana Carolina de Carvalho; SILVA, Polyana Cristina Barros e SILVA, Bagnólia Araújo
da.Hipertermia maligna: aspectos moleculares e clínicos. Rev. Bras. Anestesiol. [online]. 2012,
vol.62, n.6, pp.828-837. ISSN 0034-7094. http://dx.doi.org/10.1590/S0034-
70942012000600007.
46
Docente: Ticiane Parente Aragão
Discentes autores: Bárbara Oliveira Soares
Breno Borges do Nascimento
Cleiton Rone dos Santos Lima
Leonildo de Santana Silva
Farmacologia, no curso de Fisioterapia 2016/2
FARMACOLOGIA DO
SISTEMA
OSTEOMUSCULAR

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Drogas que atuam no sistema nervoso central
Drogas que atuam no sistema nervoso centralDrogas que atuam no sistema nervoso central
Drogas que atuam no sistema nervoso central
Lorena Albuquerque Vieira
 
Espectro agonista-antagonista
Espectro agonista-antagonistaEspectro agonista-antagonista
Espectro agonista-antagonista
Caio Maximino
 
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e SimpatolíticosAula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Aula 7 Cf1
Aula 7 Cf1Aula 7 Cf1
Aula 7 Cf1
Caio Maximino
 
5ª aula vias de administração
5ª aula   vias de administração5ª aula   vias de administração
5ª aula vias de administração
Claudio Luis Venturini
 
Farmacologia farmacocinética
Farmacologia farmacocinéticaFarmacologia farmacocinética
Farmacologia farmacocinética
Leonardo Souza
 
Aula farmacocinética 2 distribuição
Aula farmacocinética 2 distribuiçãoAula farmacocinética 2 distribuição
Aula farmacocinética 2 distribuição
Bia Gneiding
 
Aula - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
Aula  - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de FármacosAula  - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
Aula - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
analgesicos
analgesicosanalgesicos
analgesicos
josi uchoa
 
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticosAula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Aula - SNC - Antipsicóticos
Aula -  SNC - AntipsicóticosAula -  SNC - Antipsicóticos
Aula - SNC - Antipsicóticos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Farmacologia dos Analgésicos
Farmacologia dos Analgésicos Farmacologia dos Analgésicos
Farmacologia dos Analgésicos
Ricardo Augusto Tenfen Carneiro
 
Antihipertensivos
AntihipertensivosAntihipertensivos
Antihipertensivos
resenfe2013
 
Aula de Farmacocinética e Vias de Administração
Aula de Farmacocinética e Vias de AdministraçãoAula de Farmacocinética e Vias de Administração
Aula de Farmacocinética e Vias de Administração
Jaqueline Almeida
 
Aula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
Aula - Farmacologia básica - FarmacodinâmicaAula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
Aula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Farmacodinâmica
FarmacodinâmicaFarmacodinâmica
Farmacodinâmica
Leonardo Souza
 
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
William Damasceno
 
Adrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicosAdrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicos
Rosangela Helena Sizilio
 
Farmacos do sistema cardiovascular
Farmacos do sistema cardiovascularFarmacos do sistema cardiovascular
Farmacos do sistema cardiovascular
Joel Santos Nogueira
 
Anti-hipertensivos
Anti-hipertensivosAnti-hipertensivos
Anti-hipertensivos
resenfe2013
 

Mais procurados (20)

Drogas que atuam no sistema nervoso central
Drogas que atuam no sistema nervoso centralDrogas que atuam no sistema nervoso central
Drogas que atuam no sistema nervoso central
 
Espectro agonista-antagonista
Espectro agonista-antagonistaEspectro agonista-antagonista
Espectro agonista-antagonista
 
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e SimpatolíticosAula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
Aula - SNA - Farmacologia Adrenérgica - Simpatomiméticos e Simpatolíticos
 
Aula 7 Cf1
Aula 7 Cf1Aula 7 Cf1
Aula 7 Cf1
 
5ª aula vias de administração
5ª aula   vias de administração5ª aula   vias de administração
5ª aula vias de administração
 
Farmacologia farmacocinética
Farmacologia farmacocinéticaFarmacologia farmacocinética
Farmacologia farmacocinética
 
Aula farmacocinética 2 distribuição
Aula farmacocinética 2 distribuiçãoAula farmacocinética 2 distribuição
Aula farmacocinética 2 distribuição
 
Aula - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
Aula  - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de FármacosAula  - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
Aula - Farmacologia Básica - Metabolismo e Eliminação de Fármacos
 
analgesicos
analgesicosanalgesicos
analgesicos
 
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticosAula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
Aula - Farmacologia básica - Parâmetros farmacocinéticos
 
Aula - SNC - Antipsicóticos
Aula -  SNC - AntipsicóticosAula -  SNC - Antipsicóticos
Aula - SNC - Antipsicóticos
 
Farmacologia dos Analgésicos
Farmacologia dos Analgésicos Farmacologia dos Analgésicos
Farmacologia dos Analgésicos
 
Antihipertensivos
AntihipertensivosAntihipertensivos
Antihipertensivos
 
Aula de Farmacocinética e Vias de Administração
Aula de Farmacocinética e Vias de AdministraçãoAula de Farmacocinética e Vias de Administração
Aula de Farmacocinética e Vias de Administração
 
Aula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
Aula - Farmacologia básica - FarmacodinâmicaAula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
Aula - Farmacologia básica - Farmacodinâmica
 
Farmacodinâmica
FarmacodinâmicaFarmacodinâmica
Farmacodinâmica
 
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
Anestésicos gerais e locais(farmacologia)(1)
 
Adrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicosAdrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicos
 
Farmacos do sistema cardiovascular
Farmacos do sistema cardiovascularFarmacos do sistema cardiovascular
Farmacos do sistema cardiovascular
 
Anti-hipertensivos
Anti-hipertensivosAnti-hipertensivos
Anti-hipertensivos
 

Destaque

Sistema Osteomuscular
Sistema OsteomuscularSistema Osteomuscular
Sistema Osteomuscular
USAT
 
Ação muscular
Ação muscularAção muscular
Ação muscular
Adele Janie
 
Farma sn
Farma snFarma sn
Farma sn
Jenny Alheli
 
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusicaTerapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
Lénise Parreira
 
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios HidroeletroliticosHidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Renato Bach
 
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distoniaAção farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
Adriana Quevedo
 
Farmacología del hueso y las articulaciones
Farmacología del hueso y las articulacionesFarmacología del hueso y las articulaciones
Farmacología del hueso y las articulaciones
Eduardo Palmeño
 
Manejo de lesiones osteomusculares
Manejo de lesiones osteomuscularesManejo de lesiones osteomusculares
Manejo de lesiones osteomusculares
jenifer apreza
 
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOSDENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
Camilla Bringel
 
Sistema óSseo
Sistema óSseoSistema óSseo
Sistema óSseo
Eduardo Gomes da Silva
 
Apresentação administração de medicamentos (1)
Apresentação administração de medicamentos (1)Apresentação administração de medicamentos (1)
Apresentação administração de medicamentos (1)
ANDRESSA POUBEL
 
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Aula 9   Biomec Ossos e ArticulaçãoAula 9   Biomec Ossos e Articulação
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Felipe P Carpes - Universidade Federal do Pampa
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
Guilherme Terra
 
Anestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbulaAnestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbula
politocasi
 
Lesiones osteomusculares
Lesiones osteomuscularesLesiones osteomusculares
Lesiones osteomusculares
CARLOS ANDRES CARDONA OSPINA
 
Farmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do sncFarmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do snc
Julia Martins Ulhoa
 
Inmovilizaciones
InmovilizacionesInmovilizaciones
Inmovilizaciones
Jesus M Quintero
 
Sistema osteomuscular
Sistema osteomuscularSistema osteomuscular
Estrutura trabalho academico
Estrutura trabalho academicoEstrutura trabalho academico
Estrutura trabalho academico
marceloedf
 
Aula Sistema Muscular
Aula Sistema MuscularAula Sistema Muscular
Aula Sistema Muscular
guest9307a3e0
 

Destaque (20)

Sistema Osteomuscular
Sistema OsteomuscularSistema Osteomuscular
Sistema Osteomuscular
 
Ação muscular
Ação muscularAção muscular
Ação muscular
 
Farma sn
Farma snFarma sn
Farma sn
 
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusicaTerapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
Terapêutica Farmacológica da Osteoporose pós-menopáusica
 
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios HidroeletroliticosHidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
 
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distoniaAção farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
Ação farmacológica de medicamentos para tratamento de espasticidade e distonia
 
Farmacología del hueso y las articulaciones
Farmacología del hueso y las articulacionesFarmacología del hueso y las articulaciones
Farmacología del hueso y las articulaciones
 
Manejo de lesiones osteomusculares
Manejo de lesiones osteomuscularesManejo de lesiones osteomusculares
Manejo de lesiones osteomusculares
 
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOSDENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
DENTES INCLUSOS E IMPACTADOS
 
Sistema óSseo
Sistema óSseoSistema óSseo
Sistema óSseo
 
Apresentação administração de medicamentos (1)
Apresentação administração de medicamentos (1)Apresentação administração de medicamentos (1)
Apresentação administração de medicamentos (1)
 
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
Aula 9   Biomec Ossos e ArticulaçãoAula 9   Biomec Ossos e Articulação
Aula 9 Biomec Ossos e Articulação
 
Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013Estudo dos dentes inclusos 2013
Estudo dos dentes inclusos 2013
 
Anestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbulaAnestesia em mandíbula
Anestesia em mandíbula
 
Lesiones osteomusculares
Lesiones osteomuscularesLesiones osteomusculares
Lesiones osteomusculares
 
Farmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do sncFarmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do snc
 
Inmovilizaciones
InmovilizacionesInmovilizaciones
Inmovilizaciones
 
Sistema osteomuscular
Sistema osteomuscularSistema osteomuscular
Sistema osteomuscular
 
Estrutura trabalho academico
Estrutura trabalho academicoEstrutura trabalho academico
Estrutura trabalho academico
 
Aula Sistema Muscular
Aula Sistema MuscularAula Sistema Muscular
Aula Sistema Muscular
 

Semelhante a Farmacologia do sistema Osteomuscular

Bloqueadores Neuromusculares Light
Bloqueadores Neuromusculares LightBloqueadores Neuromusculares Light
Bloqueadores Neuromusculares Light
avpantoja1
 
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptxAula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
ericoliveira63
 
Agonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgicoAgonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgico
tatiany ferreira de oliveira
 
SNAP.pptx
SNAP.pptxSNAP.pptx
SNAP.pptx
SNAP.pptxSNAP.pptx
Bloqueadores Neuromusculares
Bloqueadores NeuromuscularesBloqueadores Neuromusculares
Bloqueadores Neuromusculares
avpantoja1
 
Aula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - AnestésicosAula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - Anestésicos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Neurologia – caso clínico
Neurologia – caso clínicoNeurologia – caso clínico
Neurologia – caso clínico
Gisele Doula
 
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptxpowerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
ProfYasminBlanco
 
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de GoiásBloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
Erik Ricardo Gonçalves Araújo
 
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdfAnticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
PAULOVINICIUSDOSSANT1
 
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesiaFármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
Karen Kaline
 
Spinal Anesthesia and Adjuvants
Spinal Anesthesia and AdjuvantsSpinal Anesthesia and Adjuvants
Spinal Anesthesia and Adjuvants
Carlos D A Bersot
 
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Karen Zanferrari
 
Farmacologia
FarmacologiaFarmacologia
Farmacologia
Dalvânia Santos
 
Local anesthetics questions pbl
Local anesthetics questions pblLocal anesthetics questions pbl
Local anesthetics questions pbl
Carlos D A Bersot
 
Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos
Ivanilson Gomes
 
Power point anestesia (1) (1)
Power point anestesia (1) (1)Power point anestesia (1) (1)
Power point anestesia (1) (1)
Cláudia Sofia
 
1334746904protocolo sedacao
1334746904protocolo sedacao1334746904protocolo sedacao
1334746904protocolo sedacao
italofg
 
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
Leandro Carvalho
 

Semelhante a Farmacologia do sistema Osteomuscular (20)

Bloqueadores Neuromusculares Light
Bloqueadores Neuromusculares LightBloqueadores Neuromusculares Light
Bloqueadores Neuromusculares Light
 
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptxAula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
Aula 8 - Bloqueadores neuromusculares.pptx
 
Agonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgicoAgonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgico
 
SNAP.pptx
SNAP.pptxSNAP.pptx
SNAP.pptx
 
SNAP.pptx
SNAP.pptxSNAP.pptx
SNAP.pptx
 
Bloqueadores Neuromusculares
Bloqueadores NeuromuscularesBloqueadores Neuromusculares
Bloqueadores Neuromusculares
 
Aula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - AnestésicosAula - SNC - Anestésicos
Aula - SNC - Anestésicos
 
Neurologia – caso clínico
Neurologia – caso clínicoNeurologia – caso clínico
Neurologia – caso clínico
 
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptxpowerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
powerpointanestesia11-140308085741-phpapp01.pptx
 
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de GoiásBloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
Bloqueadores neuromusculares - Farmacologia - Universidade Estadual de Goiás
 
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdfAnticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
Anticonvulsivante / Hipnoanalgésicos.pdf
 
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesiaFármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
Fármacos utilizados-para-a-inducao-da-anestesia
 
Spinal Anesthesia and Adjuvants
Spinal Anesthesia and AdjuvantsSpinal Anesthesia and Adjuvants
Spinal Anesthesia and Adjuvants
 
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
 
Farmacologia
FarmacologiaFarmacologia
Farmacologia
 
Local anesthetics questions pbl
Local anesthetics questions pblLocal anesthetics questions pbl
Local anesthetics questions pbl
 
Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos Antiepiléticos e Hipnóticos
Antiepiléticos e Hipnóticos
 
Power point anestesia (1) (1)
Power point anestesia (1) (1)Power point anestesia (1) (1)
Power point anestesia (1) (1)
 
1334746904protocolo sedacao
1334746904protocolo sedacao1334746904protocolo sedacao
1334746904protocolo sedacao
 
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
Farmacologia dos anestésicos venosos (farmacodinâmica, farmacocinética) usado...
 

Farmacologia do sistema Osteomuscular

  • 1. Docente: Ticiane Parente Aragão Discentes autores: Bárbara Oliveira Soares Breno Borges do Nascimento Cleiton Rone dos Santos Lima Leonildo de Santana Silva Farmacologia, no curso de Fisioterapia 2016/2 FARMACOLOGIA DO SISTEMA OSTEOMUSCULAR
  • 5. BLOQUEADORES NEUROMUSCULARES Bloqueadores Neuromusculares (BNM’s) são utilizados em anestesia para prejudicar a transmissão neuromuscular e proporcionar relaxamento da musculatura. Essas drogas permitem ao anestesiologista realizar diversos procedimentos. BNM’s podem ser agonistas (BNM’s “Despolarizantes”) e Antagonistas (BNM “não-despolarizantes”) do receptor nicotínico. Drogas anticolinestesáricas, também conhecidas como inibidores da acetilcolinesterase, são usadas para reverter os efeitos dos BNM’s não- despolarizantes. Essas drogas aumentam a concentração de Acetilcolina na Junção Neuromuscular mediante a inibição da enzima acetilcolinesterase. 05
  • 6. BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES Mecanismo de ação: Os fármacos BNMs não- despolarizantes se combinam com o receptor nicotínico e impedem a ligação da acetilcolina. Usos Terapêuticos: Usados como fármacos adjuvantes da anestesia, durante a cirurgia, para relaxar os músculos esqueléticos. Ações: Os músculos pequenos de contração rápida da face e dos olhos são mais suscetíveis e são paralisados primeiro seguidos pelos dedos. Depois, os músculos dos membros, do pescoço e do tronco são paralisados, então os intercostais e finalmente o diafragma. Os fármacos que liberam histamina, podem produzir uma redução da pressão arterial, vermelhidão e broncoconstrição. 06
  • 7. EFEITOS ADVERSOS BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES tubocurarina: ↓ da pressão arterial, resultante do bloqueio ganglionar, liberação de histamina dos mastócitos. Os demais não apresentam esses efeitos colaterais e, consequentemente, causam menos hipotensão. galamina: bloqueia os receptores muscarínicos, particularmente do coração, acarretando taquicardia. 07
  • 8. BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES D – TUBOCURARINA (curare) • É o representante mais antigo desta categoria; • Não tem ação sobre receptores muscarinicos • Aplicada por via endovenosa promove flacidez progressiva • Seu uso clínico depende de acompanhamento ventilatório • Promove liberação da histamina • Causa hipotensão PANCURÔNIO (pavulon) • Promove aumento da frequência cardíaca, na pressão arterial, e do débito cardíaco, nas doses terapêuticas. • Não promove liberação de histamina. • É cinco vezes mais potente do que a d-Tubocurarina; 08
  • 9. BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES ATRACÚRIO • É indicado em pacientes portadores de insuficiência hepática, pois não sofre metabolização hepática e renal. • Em paciente idosos também tem sua prescrição indicada. • Ocorre liberação da histamina dependente de dose e velocidade de injeção. • Seu efeito é revertido rapidamente sem utilização de anticolinesterásico; VECURÔNIO • Não libera histamina e está livre de efeitos hemodinâmicos vasculares. • Pode ser utilizado em pacientes com insuficiência renal; • Pode causar bradicardia quando associado a opióides; 09
  • 10. BLOQUEADORES NÃO-DESPOLARIZANTES DOXACÚRIO •É considerado o BNM mais potente da atualidade. •Em doses clínicas, é praticamente desprovido de efeitos autonômicos e não libera histamina; •Como é desprovido de efeitos cardiovasculares indesejáveis pode ser utilizado em pacientes que necessitam de estabilidade hemodinâmica; MIVACÚRIO •É o primeiro despolarizante de curta duração; •Possui potencial capacidade de liberar histamina; •Promove hipotensão e aumento da FC, independente do esquema anestésico. 10
  • 11. BLOQUEADORES DESPOLARIZANTES ■ Ações: A sequência de paralisia pode ser ligeiramente diferente, mas como ocorre com os bloqueadores competitivos, os músculos respiratórios são paralisados por último. A Succinilcolina inicialmente produz fasciculações musculares, seguidas de paralisia. ■ Usos Terapêuticos: Devido ao rápido início e à curta duração de ação, a Succinilcolina é útil quando a rápida intubação endotraqueal é necessária durante a indução da anestesia. Ela também é empregada durante tratamento com choque eletroconvulsivo. ■ Efeitos Adversos – Apnéia: a administração de Succinilcolina a um paciente que é deficiente genético de colinesterase plasmática ou tem uma forma atípica da enzima pode levar à apnéia prolongada devido à paralisia do diafragma. MECANISMO DE AÇÃO Os bloqueadores neuromusculares despolarizantes como a Succinicolina ligam-se ao receptor nicotínico e atuam como a acetilcolina despolarizando a junção. Ao contrário da acetilcolina, que é instantaneamente destruída pelas acetilcolinesterases, o fármaco despolarizante persiste em concentração elevada na fenda sináptica, permanecendo ligada ao receptor por um tempo relativamente maior e causando uma estimulação constante no receptor. 11
  • 12. BLOQUEADORES DESPOLARIZANTES Fonte: Google imagens SUCCINILCOLINA Administrada por via endovenosa pois tem carga elétrica e não atravessa facilmente a membrana; Sofre ação da butirilcolinesterase Não age no músculo liso, não atravessa a barrreira placentária, não tem ação no SNC. Ação farmacológica ultra-curta 1min-10min: utilizada em procedimentos de curta duração Efeitos adversos: Arritmias e parada cardíaca (hipotassemia); Contra-indicação: Hipertemia Maligna; Bloqueadores Neuromusculares Despolarizantes ligam-se ao receptor nicotínico e atuam como um agonista, despolarizando-o. 12
  • 13. RELAXANTES MUSCULARES De ação central De ação periférica De ação direta Fonte:Googleimagens 13
  • 14. Atuação e utilização SNC, Encefálico ou Medular Dor músculo- esquelética, espasmos Parkinson, paralisia cerebral, esclerose múltipla RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO CENTRAL Fonte: Google imagens 14
  • 15. De acordo com a estrutura química: Ésteres do ácido carbâmico, Derivados do oxazol, tiazina e triazina, Ésteres quimicamente semelhantes aos anti- histamínicos RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO CENTRAL Subdivisão de grupos 15
  • 16. LIORESAL Mododeação Atuação: Diminui a espasticidade, relaxando a musculatura; Farmacologia: Via de administração: •Oral Substância ativa: •bacofleno Mecanismode ação Deprime transmissão do reflexo monossináptico e polissináptico; Inibe a liberação dos aminoácidos excitatórios, glutamato e aspartato. Efeitosadversos Náuseas, Vômitos Tontura, Boca seca, Sonolência; * Problemas respiratórios, Convulsões, tremores, bradicardia Fonte:Googleimagens 16
  • 17. TIZANIDINAMododeação Diminui o tônus muscular, relaxa a musculatura; Farmacologia: Via de administração: Oral Substância ativa: tizanidina Mecanismode ação Principal local de ação: Medula espinhal - A estimulação de receptores alfa2 pré-sinápticos, - Estimulam os receptores N-metil- D-aspartato - Transmissão do sinal polissináptico aos interneurônios espinhais Efeitosadversos Sonolência, Fadiga, Tontura, Naúseas, Insônia, Diminuição da PA; * Dificuldade respiratória, Hipotensão, alucinações, hepatite, falência hepática. Fonte:Googleimagens 17
  • 18. RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO PERIFÉRICA Atuação e utilização Relaxantes musculares de ação periférica ou bloqueadores neuromusculares Atuam interferindo na transmissão a nível da junção neuromuscular Não têm atividade a nível do SNC Usados em cirurgia e nas Unidades de Cuidados Intensivos Em conjunto com anestésicos 18
  • 19. PAVULON Mododeação Relaxa a musculatura durante anestesia; Farmacologia Via de administração: Intravenosa Substância ativa: brometo de pancurónio Mecanismode ação Principal local de ação: O Pancurônio antagoniza a acetilcolina, ligando-se competitivamente aos receptores colinérgicos da placa motora, bloqueando a transmissão neuromuscular Efeitosadversos Fraqueza muscular; salivação excessiva; discreta elevação da presssão arterial Fonte:Googleimagens 19
  • 20. RELAXANTE MUSCULAR DE AÇÃO DIRETA Atuação e utilização Acessível Constituídos de anti-inflamatórios e analgésicos Atuam diretamente nos músculos 20
  • 21. DANTROLENO Mododeação Relaxa a musculatura. O Dantrolen é utilizado no tratamento da hipertermia maligna Farmacologia Via de administração: Intravenosa, oral Substância ativa: dantrolen Mecanismode ação Principal local de ação: inibe a liberação de Ca ++ # Os receptores de rianodina # Os processos de contração muscular e de reabsorção desse excesso de Ca2+ (Hipertermia) # A diminuição da concentração de ATP causa rigidez muscular Efeitosadversos Sonolência, tontura, fadiga, diarreia, vômito, fraqueza muscular. Menos comumente podem ocorrer convulsão, necrose hepática, hepatite. Fonte:Googleimagens 21
  • 24. INTRODUÇÃO Atividade dos osteoblastos e osteoclastos Ações de várias citocinas Reciclagem dos minerais: cálcio e fosfato Ações de vários hormônios Remodelagem óssea envolve: Farmacologia, Rang&Dale 8ed 24
  • 25. MECANISMO DE AÇÃO (O ciclo de remodelagem óssea e a ação dos hormônios e citocinas) 1 2 3* 4 5 5 6* 7 3* Libera íons de hidrogênio e enzimas proteolíticas, principalmente a catepsina K 6* Sintetiza e secreta o osteoide, e secreta IGF-1 e TGF-β Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Farmacologia, Rang&Dale 8ed 25
  • 26. MECANISMO DE AÇÃO (Esquema do papel dos osteoblastos e das citocinas na diferenciação e ativação dos osteoclastos) Fundamentais para o processo de remodelagem óssea Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Farmacologia, Rang&Dale 8ed 26
  • 27. EFEITOS NO SISTEMA ÓSSEO * * *Estrôncio Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Próprios autores 27
  • 28. Grupo de medicamentos utilizados para a prevenção e tratamento de doenças de reabsorção óssea São análogos do pirofosfato BISFOSFONATOS Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte:GoogleImagens 28
  • 29. MECANISMO DE AÇÃO DOS BISFOSFONATOS Farmacologia, Rang&Dale 8ed Os compostos simples, tais como etidronato e clodronato são capturados pelos osteoclastos e convertidos em análogos tóxicos de ATP; se acumulam nos osteoclastos e promovem sua apoptose. Os mais potentes atuam por prenilação, ancorando-se nas proteínas celulares de superfícies e impedindo o ligamento dos osteoclastos ao osso. 29
  • 30. MECANISMO DE AÇÃO DOS BISFOSFONATOS Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte:GoogleImagens 30
  • 31. MODO DE ADMINISTRAÇÃO E RECOMENDAÇÕES Geralmente são ingeridos por via oral A infusão intravenosa reduz efeitos adversos sobre o trato digestivo. Idealmente, a administração deve ser a primeira coisa na manhã, após período de jejum durante a noite. Volume suficiente de água para favorecer a sua dispersão Evitar tomar outros líquidos ou alimentos por pelo menos meia hora seguinte. * Os bisfosfonatos possuem baixa biodisponibilidade * Fonte:GoogleImagens 31
  • 32. USO CLÍNICO Administração por via oral Profilaxia e tratamento de osteoporose Fonte:GoogleImagens 32
  • 33. USO CLÍNICO Administração por via oral Profilaxia e tratamento de osteoporose Infusão intravenosa Doença Paget Fonte:GoogleImagens 32
  • 34. USO CLÍNICO Infusão intravenosa a cada 3-4 semanas Pacientes com câncer de mama metastático ósseo Fonte:GoogleImagens 32
  • 35. USO CLÍNICO Intravenosa Malignidades avançadas ósseas, DP e em alguns casos osteoporose Fonte:GoogleImagens 32
  • 36. EFEITOS COLATERAIS Os principais efeitos adversos são os distúrbios gastrointestinais (especialmente esofágicos). A administração endovenosa rápida de bisfosfonatos pode causar toxicidade renal. Um efeito adverso raro, mas grave, dos fármacos mais potentes é a osteonecrose da mandíbula. Fonte: Google Imagens 33
  • 37. PROTEINAS ÓSSEAS MORFOGÊNICAS ■ BMPs são glicoproteínas responsáveis pelo recrutamento de células osteoprogenitoras para os locais de formação óssea. ■ Mais de 20 tipos ■ São fundamentais para a reparação das fraturas e durante o desenvolvimento do esqueleto ósseo 34
  • 38. MECANISMO DE AÇÃO DAS BMP’s As BMP se unem a específicos receptores das Células Mesenquimais Indiferenciadas (CMI) e transformá-las em células ósseas formadoras. Fonte: Site Machado & Miranda odontologia 35
  • 39. USO CLÍNICO ■ Enxerto ósseo dentário em tratamento ortodônticos (implantes) ■ As principais vantagens desta técnica, são que ela reduz o risco de complicações cirúrgicas, como infecções e hemorragias (que ocasionalmente poderiam ocorrer nos procedimentos cirúrgicos de enxerto ósseo autógenos). Fonte:GoogleImagens 36
  • 40. TERIPARATIDA PTC 09/2015; Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Stolnicki e Oliveira, 2016 Mododeação Estimula a atividade dos osteoblastos Farmacocinética Absorção: • Amplamente absorvida, com biodisponibilidade de 95% Via de administração: • Subcutânea Eliminação: • Rápida e sem acumular no organismo Efeitos Estimula a formação óssea; aumenta a densidade mineral óssea; Aumenta a força óssea melhora a microarquitetura óssea; reduz o risco de fraturas Efeitosadversos Tonturas; Cãibras; Náuseas; Artralgias; Hipercalcemia (ocasionamente). Fonte:GoogleImagens 37
  • 41. TERIPARATIDA PTC 09/2015; Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Stolnicki e Oliveira, 2016 Contraindicação Pacientes com história de tumor ósseo, Hipercalcemia Doença de Paget, Pacientes menores de 18 anos * Seu uso é seguro e bem tolerado tanto para homens como para mulheres Fonte:GoogleImagens 38
  • 42. MECANISMO DE AÇÃO Fonte: Google Imagens 39
  • 43. MECANISMO DE AÇÃO Fonte: Google Imagens 39
  • 44. Farmacologia, Rang&Dale 8ed; Cummings, et al., 2009; Stopeck et al, 2010 Mododeação Evita a interação de RANKL com RANK, seu receptor, presente nos osteoclastos e seus precursores Farmacocinética Absorção: • Biodisponibilidade de 61% Vias de administração: • Intravenosa • Subcutânea Biotransformação e eliminação: • Vias de depuração das imunoglobulinas Efeitos Diminui a reabsorção óssea Reduz o risco de fraturas; Aumenta a Densidade mineral óssea; Redução nos marcadores de turnover ósseo; Efeitosadversos Alteração dos hábitos intestinais; Dispneia; Hipocalcemia; Hipofosfatemia ; Infecções ou errupções cutâneas; Osteonecrose da mandíbula; DENOSUMAB Fonte:GoogleImagens 40
  • 45. MECANISMO DE AÇÃO DO DENOSUMAB Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Google Imagens 41
  • 46. MECANISMO DE AÇÃO DO DENOSUMAB Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Google Imagens 41
  • 47. RANELATO DE ESTRÔNCIO Mododeação Inibe a ação do osteoclastos e estimula a ação dos osteoblastos Farmacocinética Absorção: • Biodisponibilidade absoluta é cerca de 25% Distribuição • Ligação as proteínas humanas plasmáticas é baixa; • Alta afinidade com o tecido ósseo Biotransformação: • Não é metabolizado! Eliminação: • Independente da dose e do tempo, 60 horas. Efeitos Reduz fraturas ósseas; • Vertebrais • Colo do fêmur Aumenta a formação óssea; Inibi a reabsorção óssea Aumenta o nº e espessura das trabéculas de estrôncio Aumento da massa óssea trabecular Efeitosadversos Baixa incidência de náusea e diarreia Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte:GoogleImagens 42
  • 48. RANELATO DE ESTRÔNCIO Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed Apresenta menos efeitos colaterais, que os bisfosfonatos e TRH Fonte:GoogleImagens 42
  • 49. RANELATO DE ESTRÔNCIO Blake e Fogelman, 2006, Pierre, et al., 2004, Yazbek e Marques Neto, 2008, Farmacologia, Rang&Dale 8ed CONTRAINDICAÇÕE S Hipersensibilidade Eventos tromboembólicos venosos Imobilizações Doença isquêmica cardíaca Doença arterial periférica Doença cerebrovascular Menores de 18 anos Hipertensão não controlada 43
  • 50. ■ Mimetismo estrutural assinalado entre o cálcio e o estrôncio; ■ Aumento da síntese de colágeno e modula o sistema OPG/RANKL a favor de OPG. MECANISMO DE AÇÃO DO RANELATO DE ESTRÔNCIO Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Google Imagens 44
  • 51. ■ Mimetismo estrutural assinalado entre o cálcio e o estrôncio; ■ Aumento da síntese de colágeno e modula o sistema OPG/RANKL a favor de OPG. MECANISMO DE AÇÃO DO RANELATO DE ESTRÔNCIO Khajuria, Razdan, Mahapatra, 2011, Farmacologia, Rang&Dale 8ed Fonte: Google Imagens 44
  • 52.
  • 53. Referências ■ Khajuria, D.K., Razdan, R., Mahapatra, D.R. Medicamentos para o tratamento da osteoporose: revisão. Revista Brasileira de Reumatólogia, 2011; Elsevier Editora Ltda 51(4):365-82 ■ Yazbek, M.A. e Marques Neto, J.F. Osteoporose e outras doenças osteometabólicas no idoso. Einstein. São Paulo, 2008; 6 (Supl1): S74-S8 ■ Meunier, P.J et al. The effects of Strontium Ranelate on the risk of vertebral fracture in women with postmenopausal osteoporosis. N Engl J Med 2004; 350; 459-468| DOI: 10.1056/NEJMoa022436 ■ Reginster, J.Y et al. Strontium ranelate reduces the risk of nonvertebral fractures in postmenopausal women with osteoporosis: Treatment of Peripheral Osteoporosis (TROPOS) study. J Clin Endocrinol Metab. 2005 May;90(5):2816-22. ■ Meunier, P.J. et al. The effects of strontium ranelate on the risk of vertebral fracture in women with postmenopausal osteoporosis. N Engl J Med. 2004 Jan 29;350(5):459-68. ■ Rang & Dale : Farmacologia - 8. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2016. ■ SANTOS, Aparecido, et al. O papel das proteinas morfogenéticas na reparação do osso. Scielo; 2005. ■ OLIVEIRA, Juliana Helena Abreu de et al . Teriparatida (PTH[1-34]rh): uma nova perspectiva no tratamento da osteoporose. Acta ortop. bras., São Paulo , v. 11, n. 3, p. 184-189, Aug. 2003 . Available from < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413- 78522003000300007&lng=en&nrm=iso>. access on 27 Jan. 2017. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-78522003000300007. ■ ANVISA Agencia Nacional Vigilância Sanitária. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/ > Acesso em: 15 de janeiro de 2017 45
  • 54. Referências ■ Cummings, S.R. et al. Denosumab for prevention of fractures in postmenopausal women with osteoporosis. N Engl J Med 2009;361:756-65. ■ Vieira, I.T., Jorgetti, V., Vieira, I.O. Vitamina D e Análogos para o controle do Hiperparatireodismo secundário. J Bras Nefrol 2008;30(Supl 1):32-7 ■ Nunes. V. et al. Uso de bifosfonatos em pacientes com câncer e sua associação com osteonecrose dos ossos maxilares – Uma revisão de literatura. R. Periodontia – 20(3) Setembro de 2010: 20-27 ■ Oliveira, J.H.A., Bracco, O.L., Kayath, M., Guarniero, R. Teriparatida (PTH[1-34]rh): Uma nova perspectiva no tratamento da osteoporose. Acta Ortop Bras 11(3), 2003. ■ Mapa Terapeutico, Atlas da Saude. Disponível em: <http://mapaterapeutico.atlasdasaude.pt/atc- infarmed/m-sistema-musculo-esqueletico > Acesso em: 18 de janeiro de 2017 ■ Goldspink, G. Musculoskeletal pharmacology – Muscle and bone – na exercise in drug Discovery. Current Opinion in Pharmacology 2006, 6:293–294 ■ CATES – Centro colaborador do SUS Avaliação de tecnologias & excelência em saúde– Parecer técnico-científico: Eficácia, segurança e custo-efetividade de teriparatida para o tratamento de osteoporose. Belo Horizonte, 2015 ■ CORREIA, Ana Carolina de Carvalho; SILVA, Polyana Cristina Barros e SILVA, Bagnólia Araújo da.Hipertermia maligna: aspectos moleculares e clínicos. Rev. Bras. Anestesiol. [online]. 2012, vol.62, n.6, pp.828-837. ISSN 0034-7094. http://dx.doi.org/10.1590/S0034- 70942012000600007. 46
  • 55. Docente: Ticiane Parente Aragão Discentes autores: Bárbara Oliveira Soares Breno Borges do Nascimento Cleiton Rone dos Santos Lima Leonildo de Santana Silva Farmacologia, no curso de Fisioterapia 2016/2 FARMACOLOGIA DO SISTEMA OSTEOMUSCULAR