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Esboço de Lucas
ANÁLISE DE LUCAS
Welington Corporation
Lucas é o evangelho de um apóstolo grego, ou melhor, um
evangelista grego, natural da Síria, que possui a finalidade de
evangelização a um povo que é caracterizado pelo amor a cultura e
pelo desenvolvimento de aspectos humanos de sua sociedade. A
linguagem de Lucas demonstra domínio de linguagem e sua formação
médica que vinha de uma família cujos antepassados também
praticavam a medicina. Na Grécia antiga o ofício médico era passado
para os filhos e parentes próximos, a formação de novos médicos era
principalmente familiar, apesar de não ser exclusiva para familiares.
A Escola de medicina vigente na época de Lucas remontava a
Hipócrates que é um considerado o pai da medicina moderna,
possuindo sua escola uma metodologia de estudo semelhante a
metodologia científica de nossos dias. Já havia uma técnica cirúrgica
desenvolvida, conhecimento sobre dietas e sobre sua influencia na
saúde, conhecimento sobre higiene e sanitarismo, nomes técnicos e
classificação de doenças, entrevista com o doente, procedimentos e
farmacologia, noções de fisionomia e fisiologia admiráveis para a
época. Incluindo a dissecação de animais e mesmo mortos como nas
atuais faculdades médicas como uma disciplina a ser ensinada e
treinada desde os primeiros contatos com a ciência médica. Lucas
pensava como um médico moderno. A formação médica significava
também que ele possuía a formação clássica de um grego, que
aprendia gramática, música, ginástica, matemática, retórica, filosofia,
ética. Dois conceitos eram fundamentais para formação do homem
grego: Arete que é a desenvolvimento de virtudes, tais como a
nobreza, coragem inteligência, oratória, capacidade de discernimento,
justiça. Paidéia, ou o modelo de formação que equivalia ao
acompanhamento pessoal de um pedagogo que inicialmente era o
escravo que conduzia o jovem grego para os locais onde recebia
ensino, e ajudando-o com vestimentas, alimentação. Lucas deveria
ter uma formação semelhante, uma capacitação pedagógica que
muito lhe ajudaria no propósito deste evangelho, pois é a pessoas
com este tipo de formação que esse evangelho seria dirigido.
Entender a alma do povo grego e suas aspirações é a chave para
entender o modo profundo como o evangelho de Lucas tocou seus
corações.
O evangelho de Lucas é aquele que apresenta Jesus como o homem
perfeito, que declara a humanidade de Cristo e sua participação na
raça humana, vivendo um padrão de vida segundo o coração de
Deus. Os gregos possuíam representações de deuses que agiam com
as paixões e erros humanos. Eles retratavam sua imagem na imagem
de seus deuses. Cristo, na pessoa de um homem, manifestaria as
perfeições do caráter divino, num caminho inverso. O grego vivia em
função dos túmulos de seus pais, oferecendo libações e sacrifícios em
troca de proteção. Jesus ofereceria a si mesmo como sacrifício
perfeito, sendo também poderoso para ressuscitar dos mortos,
vivendo eternamente para proteger aos seus. Cada cidade possuía
seu próprio deus, seus ritos e sua religião, um sacerdócio exclusivo
do qual os estrangeiros estavam banidos e excluídos de participar. O
estrangeiro era sempre visto como indigno de participar da adoração
de uma cidade. Jesus era aquele que é digno de adoração,
convidando o estrangeiro a participar de seu culto e de comunhão
com seu Pai, não distinguindo o natural do estrangeiro. Os gregos
almejavam o heroísmo, o grande feito, ensinados desde pequenos
pelos contadores de estórias e cânticos dos feitos valorosos de
Perseu, Hércules, Aquiles, e tantos outros. Em Jesus eles veriam o
herói dos heróis, como vaticinado no salmo 88.
(Salmos 88,20)
Outrora, em visão, falastes aos vossos santos e dissestes-lhes: Impus
a coroa a um herói, escolhi meu eleito dentre o povo.
O nascimento sobrenatural, o anúncio profético de seu nascimento, a
tentativa de assassinato do recém nascido para que não cumprisse
sua missão, sua condição humilde, os seus dons sobrenaturais, sua
inteligência e sabedoria espetaculares, todos esses FATOS descritos
na pessoa de Cristo eram narrados em FÁBULAS de seus mais
preciosos heróis. Eles lima a narração da vida de um homem,
testemunhada pelos seus próximos, documentada e acontecida não
em lugares lendários, mas em cidades conhecidas, causaram um
impacto tremendo nos ouvintes. Os heróis gregos sempre estavam
numa condição de rejeição e revolta contra seus deuses, que na
maioria das vezes agiam injustamente. Este Jesus, herói dos heróis,
de descendência divina, tinha a TOTAL aprovação para seus feitos
poderosos, e entregava-se voluntariamente ao trabalho da salvação,
não de uma urbe ou cidade, mas de toda a humanidade pelas ordens
de um Deus justo. Sua missão era a mais sublime das missões. Sua
dignidade e ideais de justiça deixavam para trás as mais excelentes
expectativas gregas. Assim como os judeus e a maioria das nações,
entendiam como perfeita justiça o amor ao amigo e o completo
desprezo e ódio ao inimigo, como altos padrões de justiça. Esse Jesus
ensinava a amar indistintamente ao amigo assim como ao inimigo.
Ensinava o perdão de dívidas. Ensinava a virtude de que um homem
poderia brincar como uma criança e ainda assim ser perfeito.
Os feitos de Cristo encheram de assombro o coração de um grego.
Esse Jesus é para apresentado para os gregos, assim como para toda
a humanidade como o mais formoso dentre os homens. O grego
aprendia a buscar o belo, a possuir um apurado senso estético, de
beleza, e de perfeição, desde a área física a intelectual, da
integridade moral até a percepção musical. São os gregos que
estudam a harmonia e o relacionamento dos elementos musicais, as
distancias e relações entre as notas. Essa busca fanática pelo
perfeccionismo conduzia a um caminho às vezes sombrio. A criança
grega ao nascer era apresentada diante dos sacerdotes que
verificavam se nela existia alguma imperfeição física, a semelhança
com que os sacerdotes judeus analisavam a perfeição do bezerro ou
carneiro a ser sacrificado no tabernáculo. Só que se houvesse alguma
deformidade física, num costume bárbaro que perdurou até os
tempos romanos, a criança seria morta. Não admitiam o aleijado, o
cego de nascença, ou com quaisquer deformidades físicas. A oratória
era ensinada ás crianças porque a palavra, o logos, era parte da vida
pública adulta, a todos os instantes “mestres” da oratória seriam
desafiados para expor suas idéias com lógica e estruturas gramaticais
incorrigíveis. Somente os homens gregos com grande capacidade de
oratória poderiam assumir determinados cargos públicos, somente
estes poderiam ensinar ou ter alunos. Os gregos, antes da essência,
adoravam a forma do discurso. É diante de uma cultura que é capaz
de nos escandalizar com seu fanatismo pela perfeição, que o retrato
de Cristo ganhará evidencia. Porque ninguém jamais reuniu em si
suas qualidades. A escola de oratória iniciada séculos antes pelos
filósofos já estava bem desenvolvida na época de Jesus, e foi
incorporada pelos romanos como disciplina de formação cívica. Os
romanos tiveram também sua própria escola de oratória. É neste
contexto que devemos nos escandalizar quando os guardas do
templo, acostumados às pelejas verbais de seus patrícios, tanto em
latim quanto em grego, afirmam veementemente, debaixo do risco de
punição por desobediência de ordens da prisão de Jesus:
45 Voltaram os guardas para junto dos príncipes dos sacerdotes e
fariseus, que lhes perguntaram: Por que não o trouxestes?
46. Os guardas responderam: Jamais homem algum falou como
este homem!...
Nos símbolos do Velho Testamento, o tabernáculo representaria a
presença divina no meio de Israel, apontaria para a pessoa de Cristo
e também para a igreja. Verificando o tabernáculo como
representação da pessoa de Cristo, temos basicamente quatro tipos
de materiais:
- metal
- madeira
- peles de animais
- tecidos
O metal fala da Deidade, Divindade, Ele reflete a luz, ele é
incadescente quanto aquecido no fogo de uma fornalha e não se
destrói. A madeira é esculpida manualmente, tem diversas
qualidades, nos fala de humanidade. As peles de animais lembram
sacrifício, morte, serviço. Os tecidos são caros, difíceis de fazer,
pintados de várias matizes, em especial o púrpura que nos lembra
imediatamente na época as vestimentas de um rei. O azul era usado
pelos nobres e pela realeza em festivais. Quatro aspectos: Deidade,
humanidade, Serviço, Realeza.
Metal – Divindade
Madeira – Humanidade
Peles – Serviço
Tecidos - Realeza
Quatro cores possuíam os tecidos: Azul, púrpura, carmesim e branco.
O azul fala do céu, daquilo que é celeste, o púrpura a cor das
vestimentas reais, o carmesim é vermelho escuro, lembra-nos
sangue derramado e o branco era usado em todas as religiões da
antiguidade pelos sacerdotes e oficiais de culto para representar a
pureza e a santidade. Assim também se vestiam os senadores gregos
e romanos na sua investidura, para mostrar seu compromisso de
pureza de intenções.
O azul nos remete a Deidade, o carmesim ao serviço, o branco a
santidade e o púrpura a realeza.
Azul - Cristo como Deus,
Carmesim - Como Servo,
Branco - Como homem santo,
Púrpura - Como rei
O tabernáculo possuía em si divisões.
Cristo como Deus
Um lugar separado por uma cortina dentro da tenda, onde ficava a
arca do concerto, o santíssimo ou santo dos santos. Ele representa
com relação a Cristo o seu mistério, o mais oculto, o mais santo.
Mostra seu caráter divino, Cristo é Deus, fala-nos deste tremendo
mistério, sua essência sobrenatural.
Cristo como homem
O segundo lugar é a sala logo após o santíssimo, nos fala da
humanidade de Cristo. Ali há um altar que simboliza a intercessão, o
altar de incenso, uma mesa que simboliza a ministração da Palavra, a
mesa da Proposição, assim como um candelabro de 7 braços com
óleo e que permaneciam acesas continuamente, que nos mostra o
ministério do Messias, do homem ungido com sete capacitações
especiais pelo Espírito Santo, conforme Isaías. Fala-nos de sua
humanidade na dependência do Espírito de Deus.
Cristo como servo
Logo após este lugar, uma cortina e após esta a parte externa, visível
para todos os israelitas, onde estava o altar do sacrifício, lugar do
serviço sacerdotal contínuo, do holocausto da manhã e do entardecer.
Mostra-nos o sacerdócio, o sacrifício da cruz, a humilhação e a morte
daquele que sendo semelhante a Deus, não levou em conta a si
mesmo, antes se esvaziou a si mesmo, sendo obediente até a morte
e morte de cruz. Mostra a pessoa de Cristo como Servo.
Cristo como rei
Afastando-se ainda mais, teríamos uma visão de todo o tabernáculo.
Ele era a mais diferente das construções entre as tendas israelitas,
ele ficava no centro do acampamento, circundado de maneira
organizada por todas as tribos, o lugar de onde procedia as ordens e
orientações divinas para o povo. Representa o caráter da realeza, do
senhorio e do Governo de Cristo na igreja, no universo.
No livro de Ezequiel a forma estranha dos querubins nos é apresentada.
Ele possui quatro faces. Na esquerda vemos a face de um boi, á sua direita a
face de um leão, A sua frente a face de um homem e atrás da cabeça a face de
uma águia. Os querubins foram criados antes da existência do mundo. Desde a
eternidade passada mostravam figuras de coisas que um dia viriam a existir.
Quando o mundo é criado, Deus concede funções aos seres segundo o
conselho de sua vontade. E eles realizam coisas e são capacitados de modo
distinto. E possuem mensagens para nós. A águia nos faz refletir sobre o
celestial, o sobrenatural. Os antigos entendiam como seres divinos, possuíam a
liberdade dos céus, algo mágico. Elas nos falam de transcendência, nos
remetem a Deidade. O boi desde os primórdios foi usado para o serviço de
arar a terra. No auxílio a agricultura, sendo OBRIGADO pelo homem a carregar
pesadas CANGAS e a carroças cheias de mantimentos. Sendo castigado com
chicotes, tendo sua carne usada na alimentação. Sua pele de vestimenta. Ele
nos fala de SERVIÇO. A face de leão nos lembra as insígnias reais da
antiguidade, a bandeira dos exércitos com a figura do mais poderoso dos
animais. Ele é símbolo da realeza desde a antiguidade. A face de homem
nos fala da humanidade, fala-nos do ser humano.
De muitos modos Deus nos deixou símbolos e representações da Obra e do
Ministério de Cristo, divulgando isso antes que o mundo viesse a existir para os
anjos e desde que o homem foi criado, através de diversas profecias e figuras,
ressaltando para todo o universo o momento mais crucial da história da
eternidade, que é a vinda do filho do homem, seu ministério, sua pregação, sua
manifestação. A obra que Jesus realizou é tamanha que Deus a expõe de
diversos modos, em todas as eras, mesmo antes do início delas, para que
possamos conhecer a grandeza daquilo que realizou.
Lucas é o evangelho que então representa a mesma dimensão de Cristo que
está simbolizada no mistério da madeira do tabernáculo, nos seus véus feitos
de linho branco, no mistério do santo lugar e no mistério da face humana do
Querubim de Ezequiel.
O Evangelho da humanidade perfeita, do homem segundo o coração de Deus,
do homem sem pecado, do ungido, do desejado das nações, do herói dos
heróis, do libertador.
(1) O HOMEM "Fosse semelhante aos irmãos," Hebreus 2:17 - Caps.
1 a 3
• Um como nós, na sua descendência de Adão, cabeça da
humanidade. 3:23-38.
• Um homem como nós, nas relações comuns à humanidade,
com todos os deveres e responsabilidades que as acompanham.
(Os primeiros dois capítulos tratam dos primos de Maria).
• Um de nós, na nossa vergonha, pela união do batismo.
Submetendo-se à ordenança do batismo, Ele arruinou sua
reputação em relação à estima do mundo judaico.
Notar: Aqui se preservaram os primeiros germens preciosos da
Hinologia Cristã.
1:68-79, 1:46-55, 2:14, 2:29-32
(2) O HOMEM "Um que, como nós, em tudo foi tentado" Hebreus
4:15 - Cap. 4:1-13
Lucas encara a tentação do ponto de vista humano.
"O diabo desafiou ao primeiro Adão, o segundo Adão desafia ao
diabo". O diabo arruinou o primeiro homem, o diabo foi despojado
pelo Homem Cristo Jesus.
O primeiro Adão envolveu a raça na sua derrota, o último Adão
incluiu a raça na Sua vitória.
(3) O HOMEM "Que se compadece das nossas fraquezas" Hebreus
4:15 - Caps. 4:14 - 19:28
O Senhor Jesus, como:
• O homem dos interesses cosmopolitas. Este Evangelho narra os
incidentes na vida de Nosso Senhor, os quais mostram Seu
interesse por toda raça humana e não somente pelos judeus:
2:10, 2:31,32, 17:18, 19:2.
• O homem de sabedoria, como o revela em seus ensinos.
4:14,15,32. O mais sábio de todos os mestres: 5:30,39. Caps.
6 e 10:25-37 e 20:2-8.
• O homem de capacidade, 4:33-37, caps. 5, 8 e 9:37-43.
• O homem cheio de simpatia humana.
1. Pelos caídos e desprezados: 5:27-29, 7:36,37.
2. Pelos desamparados: 7:11, 8:42, 9:38.
3. Pelos desanimados: 7:19.
4. Pelos doentes: 4:38-41, 5:12 e 7. (Notai o forte elemento
humano em todas as parábolas de Lucas).
• O homem de oração mostrando sua inteira dependência de Deus,
em todas as grandes crises de sua vida: 3:21, 5:16, 6:12,
9:18,29, 11:1,2, 9:29.
• O homem social: 7:36, 11:37, 14:1 e 19:7.
• O homem de Beleza e Glória: 9:28-36.
(4) O HOMEM "Como nosso parente mais chegado, remindo-nos." -
Caps. 19:28 - 23
• Como bom patriota, chorando sobre Jerusalém, 19:41.
• Como homem, recebendo o ministério do anjo e isto em
resposta à oração, 22:43.
• Como nosso parente mais chegado, fazendo a parte do parente.
(Veja Levítico 25:47-55, Rute 2 - 3:10-18, 4:1-10).
(5) O HOMEM "Ainda como homem na glória da ressurreição e
ascensão." - Cap. 24
• O Senhor ressuscitado, porém ainda Homem.
• Como Homem, em caminho para Emaús com dois discípulos.
• Como Homem, comendo, no cenáculo e mostrando, ainda, sua
perfeita humanidade.
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Notar: O livro começa e termina em regozijo e tudo tocante a Jesus.
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  • 1. Esboço de Lucas ANÁLISE DE LUCAS Welington Corporation Lucas é o evangelho de um apóstolo grego, ou melhor, um evangelista grego, natural da Síria, que possui a finalidade de evangelização a um povo que é caracterizado pelo amor a cultura e pelo desenvolvimento de aspectos humanos de sua sociedade. A linguagem de Lucas demonstra domínio de linguagem e sua formação médica que vinha de uma família cujos antepassados também praticavam a medicina. Na Grécia antiga o ofício médico era passado para os filhos e parentes próximos, a formação de novos médicos era principalmente familiar, apesar de não ser exclusiva para familiares. A Escola de medicina vigente na época de Lucas remontava a Hipócrates que é um considerado o pai da medicina moderna, possuindo sua escola uma metodologia de estudo semelhante a metodologia científica de nossos dias. Já havia uma técnica cirúrgica desenvolvida, conhecimento sobre dietas e sobre sua influencia na saúde, conhecimento sobre higiene e sanitarismo, nomes técnicos e classificação de doenças, entrevista com o doente, procedimentos e farmacologia, noções de fisionomia e fisiologia admiráveis para a época. Incluindo a dissecação de animais e mesmo mortos como nas atuais faculdades médicas como uma disciplina a ser ensinada e treinada desde os primeiros contatos com a ciência médica. Lucas pensava como um médico moderno. A formação médica significava
  • 2. também que ele possuía a formação clássica de um grego, que aprendia gramática, música, ginástica, matemática, retórica, filosofia, ética. Dois conceitos eram fundamentais para formação do homem grego: Arete que é a desenvolvimento de virtudes, tais como a nobreza, coragem inteligência, oratória, capacidade de discernimento, justiça. Paidéia, ou o modelo de formação que equivalia ao acompanhamento pessoal de um pedagogo que inicialmente era o escravo que conduzia o jovem grego para os locais onde recebia ensino, e ajudando-o com vestimentas, alimentação. Lucas deveria ter uma formação semelhante, uma capacitação pedagógica que muito lhe ajudaria no propósito deste evangelho, pois é a pessoas com este tipo de formação que esse evangelho seria dirigido. Entender a alma do povo grego e suas aspirações é a chave para entender o modo profundo como o evangelho de Lucas tocou seus corações. O evangelho de Lucas é aquele que apresenta Jesus como o homem perfeito, que declara a humanidade de Cristo e sua participação na raça humana, vivendo um padrão de vida segundo o coração de Deus. Os gregos possuíam representações de deuses que agiam com as paixões e erros humanos. Eles retratavam sua imagem na imagem de seus deuses. Cristo, na pessoa de um homem, manifestaria as perfeições do caráter divino, num caminho inverso. O grego vivia em função dos túmulos de seus pais, oferecendo libações e sacrifícios em troca de proteção. Jesus ofereceria a si mesmo como sacrifício perfeito, sendo também poderoso para ressuscitar dos mortos, vivendo eternamente para proteger aos seus. Cada cidade possuía seu próprio deus, seus ritos e sua religião, um sacerdócio exclusivo do qual os estrangeiros estavam banidos e excluídos de participar. O estrangeiro era sempre visto como indigno de participar da adoração de uma cidade. Jesus era aquele que é digno de adoração, convidando o estrangeiro a participar de seu culto e de comunhão com seu Pai, não distinguindo o natural do estrangeiro. Os gregos almejavam o heroísmo, o grande feito, ensinados desde pequenos pelos contadores de estórias e cânticos dos feitos valorosos de Perseu, Hércules, Aquiles, e tantos outros. Em Jesus eles veriam o herói dos heróis, como vaticinado no salmo 88. (Salmos 88,20) Outrora, em visão, falastes aos vossos santos e dissestes-lhes: Impus a coroa a um herói, escolhi meu eleito dentre o povo. O nascimento sobrenatural, o anúncio profético de seu nascimento, a tentativa de assassinato do recém nascido para que não cumprisse sua missão, sua condição humilde, os seus dons sobrenaturais, sua inteligência e sabedoria espetaculares, todos esses FATOS descritos
  • 3. na pessoa de Cristo eram narrados em FÁBULAS de seus mais preciosos heróis. Eles lima a narração da vida de um homem, testemunhada pelos seus próximos, documentada e acontecida não em lugares lendários, mas em cidades conhecidas, causaram um impacto tremendo nos ouvintes. Os heróis gregos sempre estavam numa condição de rejeição e revolta contra seus deuses, que na maioria das vezes agiam injustamente. Este Jesus, herói dos heróis, de descendência divina, tinha a TOTAL aprovação para seus feitos poderosos, e entregava-se voluntariamente ao trabalho da salvação, não de uma urbe ou cidade, mas de toda a humanidade pelas ordens de um Deus justo. Sua missão era a mais sublime das missões. Sua dignidade e ideais de justiça deixavam para trás as mais excelentes expectativas gregas. Assim como os judeus e a maioria das nações, entendiam como perfeita justiça o amor ao amigo e o completo desprezo e ódio ao inimigo, como altos padrões de justiça. Esse Jesus ensinava a amar indistintamente ao amigo assim como ao inimigo. Ensinava o perdão de dívidas. Ensinava a virtude de que um homem poderia brincar como uma criança e ainda assim ser perfeito. Os feitos de Cristo encheram de assombro o coração de um grego. Esse Jesus é para apresentado para os gregos, assim como para toda a humanidade como o mais formoso dentre os homens. O grego aprendia a buscar o belo, a possuir um apurado senso estético, de beleza, e de perfeição, desde a área física a intelectual, da integridade moral até a percepção musical. São os gregos que estudam a harmonia e o relacionamento dos elementos musicais, as distancias e relações entre as notas. Essa busca fanática pelo perfeccionismo conduzia a um caminho às vezes sombrio. A criança grega ao nascer era apresentada diante dos sacerdotes que verificavam se nela existia alguma imperfeição física, a semelhança com que os sacerdotes judeus analisavam a perfeição do bezerro ou carneiro a ser sacrificado no tabernáculo. Só que se houvesse alguma deformidade física, num costume bárbaro que perdurou até os tempos romanos, a criança seria morta. Não admitiam o aleijado, o cego de nascença, ou com quaisquer deformidades físicas. A oratória era ensinada ás crianças porque a palavra, o logos, era parte da vida pública adulta, a todos os instantes “mestres” da oratória seriam desafiados para expor suas idéias com lógica e estruturas gramaticais incorrigíveis. Somente os homens gregos com grande capacidade de oratória poderiam assumir determinados cargos públicos, somente estes poderiam ensinar ou ter alunos. Os gregos, antes da essência, adoravam a forma do discurso. É diante de uma cultura que é capaz de nos escandalizar com seu fanatismo pela perfeição, que o retrato de Cristo ganhará evidencia. Porque ninguém jamais reuniu em si suas qualidades. A escola de oratória iniciada séculos antes pelos filósofos já estava bem desenvolvida na época de Jesus, e foi incorporada pelos romanos como disciplina de formação cívica. Os
  • 4. romanos tiveram também sua própria escola de oratória. É neste contexto que devemos nos escandalizar quando os guardas do templo, acostumados às pelejas verbais de seus patrícios, tanto em latim quanto em grego, afirmam veementemente, debaixo do risco de punição por desobediência de ordens da prisão de Jesus: 45 Voltaram os guardas para junto dos príncipes dos sacerdotes e fariseus, que lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? 46. Os guardas responderam: Jamais homem algum falou como este homem!... Nos símbolos do Velho Testamento, o tabernáculo representaria a presença divina no meio de Israel, apontaria para a pessoa de Cristo e também para a igreja. Verificando o tabernáculo como representação da pessoa de Cristo, temos basicamente quatro tipos de materiais: - metal - madeira - peles de animais - tecidos O metal fala da Deidade, Divindade, Ele reflete a luz, ele é incadescente quanto aquecido no fogo de uma fornalha e não se destrói. A madeira é esculpida manualmente, tem diversas qualidades, nos fala de humanidade. As peles de animais lembram sacrifício, morte, serviço. Os tecidos são caros, difíceis de fazer, pintados de várias matizes, em especial o púrpura que nos lembra imediatamente na época as vestimentas de um rei. O azul era usado pelos nobres e pela realeza em festivais. Quatro aspectos: Deidade, humanidade, Serviço, Realeza. Metal – Divindade Madeira – Humanidade Peles – Serviço Tecidos - Realeza Quatro cores possuíam os tecidos: Azul, púrpura, carmesim e branco. O azul fala do céu, daquilo que é celeste, o púrpura a cor das vestimentas reais, o carmesim é vermelho escuro, lembra-nos sangue derramado e o branco era usado em todas as religiões da
  • 5. antiguidade pelos sacerdotes e oficiais de culto para representar a pureza e a santidade. Assim também se vestiam os senadores gregos e romanos na sua investidura, para mostrar seu compromisso de pureza de intenções. O azul nos remete a Deidade, o carmesim ao serviço, o branco a santidade e o púrpura a realeza. Azul - Cristo como Deus, Carmesim - Como Servo, Branco - Como homem santo, Púrpura - Como rei O tabernáculo possuía em si divisões. Cristo como Deus Um lugar separado por uma cortina dentro da tenda, onde ficava a arca do concerto, o santíssimo ou santo dos santos. Ele representa com relação a Cristo o seu mistério, o mais oculto, o mais santo. Mostra seu caráter divino, Cristo é Deus, fala-nos deste tremendo mistério, sua essência sobrenatural. Cristo como homem O segundo lugar é a sala logo após o santíssimo, nos fala da humanidade de Cristo. Ali há um altar que simboliza a intercessão, o altar de incenso, uma mesa que simboliza a ministração da Palavra, a mesa da Proposição, assim como um candelabro de 7 braços com óleo e que permaneciam acesas continuamente, que nos mostra o ministério do Messias, do homem ungido com sete capacitações especiais pelo Espírito Santo, conforme Isaías. Fala-nos de sua humanidade na dependência do Espírito de Deus.
  • 6. Cristo como servo Logo após este lugar, uma cortina e após esta a parte externa, visível para todos os israelitas, onde estava o altar do sacrifício, lugar do serviço sacerdotal contínuo, do holocausto da manhã e do entardecer. Mostra-nos o sacerdócio, o sacrifício da cruz, a humilhação e a morte daquele que sendo semelhante a Deus, não levou em conta a si mesmo, antes se esvaziou a si mesmo, sendo obediente até a morte e morte de cruz. Mostra a pessoa de Cristo como Servo. Cristo como rei Afastando-se ainda mais, teríamos uma visão de todo o tabernáculo. Ele era a mais diferente das construções entre as tendas israelitas, ele ficava no centro do acampamento, circundado de maneira organizada por todas as tribos, o lugar de onde procedia as ordens e orientações divinas para o povo. Representa o caráter da realeza, do senhorio e do Governo de Cristo na igreja, no universo.
  • 7. No livro de Ezequiel a forma estranha dos querubins nos é apresentada. Ele possui quatro faces. Na esquerda vemos a face de um boi, á sua direita a face de um leão, A sua frente a face de um homem e atrás da cabeça a face de uma águia. Os querubins foram criados antes da existência do mundo. Desde a eternidade passada mostravam figuras de coisas que um dia viriam a existir. Quando o mundo é criado, Deus concede funções aos seres segundo o conselho de sua vontade. E eles realizam coisas e são capacitados de modo distinto. E possuem mensagens para nós. A águia nos faz refletir sobre o celestial, o sobrenatural. Os antigos entendiam como seres divinos, possuíam a liberdade dos céus, algo mágico. Elas nos falam de transcendência, nos remetem a Deidade. O boi desde os primórdios foi usado para o serviço de arar a terra. No auxílio a agricultura, sendo OBRIGADO pelo homem a carregar pesadas CANGAS e a carroças cheias de mantimentos. Sendo castigado com chicotes, tendo sua carne usada na alimentação. Sua pele de vestimenta. Ele nos fala de SERVIÇO. A face de leão nos lembra as insígnias reais da antiguidade, a bandeira dos exércitos com a figura do mais poderoso dos animais. Ele é símbolo da realeza desde a antiguidade. A face de homem nos fala da humanidade, fala-nos do ser humano. De muitos modos Deus nos deixou símbolos e representações da Obra e do Ministério de Cristo, divulgando isso antes que o mundo viesse a existir para os anjos e desde que o homem foi criado, através de diversas profecias e figuras, ressaltando para todo o universo o momento mais crucial da história da eternidade, que é a vinda do filho do homem, seu ministério, sua pregação, sua
  • 8. manifestação. A obra que Jesus realizou é tamanha que Deus a expõe de diversos modos, em todas as eras, mesmo antes do início delas, para que possamos conhecer a grandeza daquilo que realizou. Lucas é o evangelho que então representa a mesma dimensão de Cristo que está simbolizada no mistério da madeira do tabernáculo, nos seus véus feitos de linho branco, no mistério do santo lugar e no mistério da face humana do Querubim de Ezequiel. O Evangelho da humanidade perfeita, do homem segundo o coração de Deus, do homem sem pecado, do ungido, do desejado das nações, do herói dos heróis, do libertador. (1) O HOMEM "Fosse semelhante aos irmãos," Hebreus 2:17 - Caps. 1 a 3 • Um como nós, na sua descendência de Adão, cabeça da humanidade. 3:23-38. • Um homem como nós, nas relações comuns à humanidade, com todos os deveres e responsabilidades que as acompanham. (Os primeiros dois capítulos tratam dos primos de Maria). • Um de nós, na nossa vergonha, pela união do batismo. Submetendo-se à ordenança do batismo, Ele arruinou sua reputação em relação à estima do mundo judaico. Notar: Aqui se preservaram os primeiros germens preciosos da Hinologia Cristã. 1:68-79, 1:46-55, 2:14, 2:29-32 (2) O HOMEM "Um que, como nós, em tudo foi tentado" Hebreus 4:15 - Cap. 4:1-13 Lucas encara a tentação do ponto de vista humano. "O diabo desafiou ao primeiro Adão, o segundo Adão desafia ao diabo". O diabo arruinou o primeiro homem, o diabo foi despojado pelo Homem Cristo Jesus. O primeiro Adão envolveu a raça na sua derrota, o último Adão incluiu a raça na Sua vitória. (3) O HOMEM "Que se compadece das nossas fraquezas" Hebreus
  • 9. 4:15 - Caps. 4:14 - 19:28 O Senhor Jesus, como: • O homem dos interesses cosmopolitas. Este Evangelho narra os incidentes na vida de Nosso Senhor, os quais mostram Seu interesse por toda raça humana e não somente pelos judeus: 2:10, 2:31,32, 17:18, 19:2. • O homem de sabedoria, como o revela em seus ensinos. 4:14,15,32. O mais sábio de todos os mestres: 5:30,39. Caps. 6 e 10:25-37 e 20:2-8. • O homem de capacidade, 4:33-37, caps. 5, 8 e 9:37-43. • O homem cheio de simpatia humana. 1. Pelos caídos e desprezados: 5:27-29, 7:36,37. 2. Pelos desamparados: 7:11, 8:42, 9:38. 3. Pelos desanimados: 7:19. 4. Pelos doentes: 4:38-41, 5:12 e 7. (Notai o forte elemento humano em todas as parábolas de Lucas). • O homem de oração mostrando sua inteira dependência de Deus, em todas as grandes crises de sua vida: 3:21, 5:16, 6:12, 9:18,29, 11:1,2, 9:29. • O homem social: 7:36, 11:37, 14:1 e 19:7. • O homem de Beleza e Glória: 9:28-36. (4) O HOMEM "Como nosso parente mais chegado, remindo-nos." - Caps. 19:28 - 23 • Como bom patriota, chorando sobre Jerusalém, 19:41. • Como homem, recebendo o ministério do anjo e isto em resposta à oração, 22:43. • Como nosso parente mais chegado, fazendo a parte do parente. (Veja Levítico 25:47-55, Rute 2 - 3:10-18, 4:1-10). (5) O HOMEM "Ainda como homem na glória da ressurreição e ascensão." - Cap. 24 • O Senhor ressuscitado, porém ainda Homem. • Como Homem, em caminho para Emaús com dois discípulos.
  • 10. • Como Homem, comendo, no cenáculo e mostrando, ainda, sua perfeita humanidade. • Ascendendo no ato de abençoar. Notar: O livro começa e termina em regozijo e tudo tocante a Jesus. http://wellcorp.blogspot.com