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Epidemiologia Clínica
Gerenciamento da clínica
Ricardo Alexandre de Souza
EPIDEMIOLOGIA CLÍNICA
Conceito de epidemiologia
• Ciência que estuda a distribuição e os determinantes dos
problemas de saúde em populações humanas.
• Ciência que estuda o processo saúde-doença na
sociedade, analisando a distribuição populacional e os
fatores determinantes do risco de doenças, agravos e
eventos associados à saúde, propondo medidas específicas
de prevenção, controle ou erradicação de
enfermidades, danos ou problemas de saúde e de
proteção, promoção ou recuperação as saúde individual e
coletiva, produzindo informação e conhecimento para
apoiar a tomada de decisão no planejamento, na
administração e na avaliação de
sistemas, programas, serviços e ações de saúde
Mais um dia na UBSF
Homem de 52 anos entra no seu consultório
preocupado com dor no peito. Início há 2
semanas, quando ele começou a sentir uma dor em
aperto no peito quando ele subia morros. O aperto
durava de 2 a 3 minutos. Vários desconfortos
similares ocorreram desde então. Ele fuma um
maço de cigarros por dia e foi dito a ele que sua
pressão estava um pouco alta. Ele não tem outras
comorbidades ou algo de nota. Também não tem
uso de medicação. Um exame físico completo e ECG
são normais, exceto por uma pressão de 150/100
Perguntas
• Muitas perguntas estão na mente dessa
pessoa:
• Estou doente? Quão certo está você? Como
isso irá me afetar? O que pode ser feito em
relação a isso? Quanto irá me custar? O que
irá alterar na minha vida? Que exames eu
devo fazer?
Conceito da Epidemiologia Clínica
• É a ciência de fazer predições sobre pacientes
individualmente ao levar em consideração
eventos em grupos de pacientes similares para
assegurar que as predições são acuradas. A
proposta da epidemiologia clínica é
desenvolver e aplicar métodos de observação
clínica que levam a conclusões válidas por
evitar por erros sistemáticos.
GERENCIAMENTO DA CLÍNICA
Gerenciamento da clínica
A o eficiente de qualquer cio
requer alguns requisitos sicos: nio da
tecnologia, uma equipe de trabalho
competente, rigoroso controle de
qualidade, sistema de o na medida
exata, lise de mercado, o da fatia
de mercado a ser conquistada, controle
financeiro, cumprimento de normas legais e
lise de risco.
Mitzenberg (2006) nos ensina que a estrutura de
uma organização é definida como a soma dos
processos pelos quais o trabalho pode ser
dividido e a a coordenação das atividades
realizadas por cada indivíduo.
Abordagem de processos
A abordagem da gestao de processos avalia
aspectos chave do gerenciamento de qualquer
clínica ou consultório. Isso inclui o projeto e a
prestação de serviços relacionados aos
pacientes, os processos de apoio
administrativo, financeiro e aqueles
relacionados aos fornecedores, ou seja, o
gerenciamento de processos envolve todos os
aspectos operacionais da clínica, que devem ser
determinados, coletados e depois analisados
Rotina
Para analisar as rotinas do seu centro de saúde inicie com um levantamento
simples, mensurando tempo para cada atividade, frequência e o tipo ou
função
Função Diári
o
2x
sem
3x
sem
4x
sem
5
sem
Cad
a
15d
Duração Responsável
Acolhimento x 4h Enfermeira
Pré-natal x 4h MFC/Enf
Visita domiciliar x 3h MFC/Enf/TE
Limpeza do
consultório
x 15min/ TE/MFC
Reunião de
equipe
x 2,5h Enfermeira
Reflexão
• Para o mapeamento de atividades, reúna sua
equipe e faça um brainstorming sobre os
processos. Reflita, revise e refaça.
• Descubra que processos existem dentro de
sua unidade e dentro de sua equipe.
• Traga eficiência para os processos atuais
A GESTÃO DA CLÍNICA
A Gestão da Clínica
• Tem como objetivo assegurar padrões clínicos
ótimos e, conseqüentemente, melhorar a
qualidade das práticas clínicas
(Department of Health, 1998)
É o conjunto de instrumentos tecnológicos que
permite integrar os diversos pontos de atenção à
saúde para conformar uma rede de atenção à
saúde, capaz de prestar a atenção no lugar certo,
no tempo certo, com o custo certo e a qualidade
certa
(Mendes, 2002)
A GESTÃO DA CLÍNICA
Os instrumentos tecnológicos:
 Gestão de patologia (Gestão da condição de saúde)
Gestão de casos
Auditoria clínica
Listas de espera
Diretrizes Clínicas
Diretrizes clínicas
São instrumentos de normalização do padrão
do cuidado em saúde.
Propósito: orientar os profissionais de saúde
quanto às intervenções clínicas, pautadas em
evidência científica.
Busca: alcançar melhoria do atendimento.
(EDDY, 1990)
Diretrizes clínicas
Funções primordiais:
Gerencial
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(MENDES, 2002)
Diretrizes clínicas
Funções gerencial:
Controlar a variabilidade clínica nos serviços de
saúde;
Instrumentalizar os profissionais na tomada de
decisões;
Homogeneizar as condutas clínicas.
(MENDES, 2002)
Diretrizes clínicas
Funções educacional:
Instrumentos de normalização: devem ser
transformados em produtos de educação para
profissionais e usuários.
(MENDES, 2002)
Diretrizes clínicas
Funções comunicacional:
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profissionais e dos usuários em relação à doença
ou condição, alterando os indicadores de saúde.
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Diretrizes clínicas
Diretrizes clínicas:
Dois instrumentos:
Linhas-guia.
Protocolos clínicos
(MENDES, 2002)
Linhas-guia
Normalizam todo o processo de atenção, em
todos os pontos de atenção, considerando-se a
APS como coordenadora
(MENDES, 2002)
Linhas-guia
Normalizam todo o processo de atenção à
saúde,em todos os pontos de atenção.
Protocolos clínicos
Normalizam o padrão de atendimento à
determinada patologia ou condição, identificando
as ações de prevenção, diagnóstico, cura/cuidado
ou reabilitação em um ponto de atenção
específico.
(MENDES, 2002)
Protocolos clínicos
Objetivo de prestar a atenção à saúde
adequada em relação a partes do processo da
condição/patologia e em um ponto de atenção à
saúde específico.
Protocolos clínicos e
linhas-guia
Exemplo:
Normalização da atenção ao pré-natal, ao parto
e ao puerpério, em todos os pontos de atenção à
saúde: linha-guia
Detalhamento do diagnóstico e tratamento da
toxoplasmose, uma parte de todo o processo:
protocolo clínico.
Protocolos clínicos e
linhas-guia
Linha-guia: desenvolvida por grau de risco,
envolve a estratificação de risco.
Ex: uma linha-guia não normaliza ações para
gestante em geral, mas procura estratificar essa
condição em grupos de risco que implicam em
manejos clínicos diferentes.
Protocolos clínicos e
linhas-guia
Protocolos clínicos: normalizam parte do
processo da condição ou patologia, num único
ponto de atenção do sistema integrado de
serviços de saúde.
Ex: protocolo pode ser desenvolvido para o uso
de determinado medicamento para uma
população com uma dada condição
Diretrizes clínicas
Assim, pode-se dizer que as diretrizes clínicas
devem orientar as equipes de saúde quanto ao
planejamento local, fornecendo indicadores,
parâmetros e elementos para a construção de um
sistema de informação gerencial, permitindo o
monitoramento e avaliação das ações.
(MENDES, 2002)
DIRETRIZ
CLÍNICA
MUDANÇA DE
COMPORTAMENTO
DOS PROFISSIONAIS
MUDANÇA DE
COMPORTAMENTO
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MELHORIA GERENCIAL
 EDUCAÇÃO PERMANENTE
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CLÍNICO, AUDITORIA CLÍNICA,
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CONTRATUALIZAÇÃO DAS
EQUIPES
FONTE: MENDES (2004)
A IMPLANTAÇÃO DAS
LINHAS-GUIA
AS DIRETRIZES CLÍNICAS DA SES
A GESTÃO DE PATOLOGIAS
(Gestão da condição de saúde)
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
Consiste no desenvolvimento de um conjunto de
intervenções educacionais e gerenciais,
relativas a determinada condição ou patologia,
definidas pelas diretrizes clínicas, com o objetivo
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eficiência dos serviços.
FONTE: TODD & NASH (1997); COUCH (1998); MENDES (NO PRELO)
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
Envolve intervenções na promoção da saúde,
na prevenção da condição ou doença e, no seu
tratamento e reabilitação.
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saúde de uma rede assistencial.
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
É uma mudança radical na
abordagem clínica.
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
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ações curativas e reabilitadoras PARA...
Uma abordagem pautada numa população
adscrita, identificando pessoas em risco de
adoecer ou adoecidas.
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
Ênfase: na promoção da saúde e/ou ação
preventiva, ou a atenção adequada, com
intervenção precoce objetivando melhores
resultados e menores custos.
O CONCEITO DE GESTÃO
DE PATOLOGIA
Indicada: para o manejo das condições crônicas
que demandam atenção por longo tempo e em
diferentes pontos de atenção à saúde.
GESTÃO DE CASOS
CONCEITO DE GESTÃO DE
CASOS
 É um processo que se desenvolve entre o gestor de
caso e o usuário do serviço de saúde para planejar,
monitorar e avaliar opções e serviços, de acordo com
as necessidades da pessoa, com o objetivo de
propiciar uma atenção de qualidade, personalizada e
humanizada
CONCEITO DE GESTÃO DE
CASOS
Essência?
 Relação próxima e personalizada entre o um gestor
de caso e um usuário do serviço de saúde.
GESTÃO DE CASOS
Objetivos:
 advogar as necessidades e expectativas de
usuários em situação especial
 prover o serviço certo ao usuário certo
 aumentar a qualidade do cuidado
 diminuir a fragmentação da atenção
GESTÃO DE CASOS
Permite
Identificar as pessoas com maior risco,
acompanhar e controlar o curso da doença.
Assim, é possível minimizar o custo da
doença, melhorar a qualidade e autonomia de
vida.
GESTÃO DE CASOS
Gestor de caso
Pode ser um enfermeiro ou assistente social.
Em alguns casos: grupo de profissionais.
GESTÃO DE CASOS
Um bom gestor de caso?
Fundamental: conhecer a natureza dos
serviços oferecidos em toda a rede
assistencial, ser bom negociador e hábil na
comunicação.
GESTÃO DE CASOS
Gestor de caso?
Responsabiliza-se por uma pessoa em toda a
duração da condição/doença e analisa a
necessidade da atenção e a propriedade dos
serviços ofertados e recebidos.
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GESTÃO DE CASOS
Gestor de caso?
Deve coordenar a atenção, utilizando-se dos
serviços que compõem o sistema e observar o
plano terapêutico.
PRONTUÁRIO CLÍNICO
Ministério da Saúde
“ Prontuário é todo acervo documental
padronizado, organizado e conciso referente
ao registro dos cuidados prestados ao
paciente e também os documentos
relacionados a essa assistência”.
PRONTUÁRIO CLÍNICO
Prontuário Eletrônico
Concentra as distintas interações do paciente
com o sistema da saúde, de forma
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Analisa, de forma sistemática e crítica, a
qualidade da atenção à saúde, avaliando
diagnóstico e tratamento, uso dos recursos e
os resultados para os paciente.
Assim...
Onde estamos ?
VOLTADO PARA
INDIVÍDUOS
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VOLTADO PARA
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A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE
SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
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Assim, as transformações são
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Epidemiologia clínica e gerenciamento da clínica

  • 1. Epidemiologia Clínica Gerenciamento da clínica Ricardo Alexandre de Souza
  • 3. Conceito de epidemiologia • Ciência que estuda a distribuição e os determinantes dos problemas de saúde em populações humanas. • Ciência que estuda o processo saúde-doença na sociedade, analisando a distribuição populacional e os fatores determinantes do risco de doenças, agravos e eventos associados à saúde, propondo medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de enfermidades, danos ou problemas de saúde e de proteção, promoção ou recuperação as saúde individual e coletiva, produzindo informação e conhecimento para apoiar a tomada de decisão no planejamento, na administração e na avaliação de sistemas, programas, serviços e ações de saúde
  • 4. Mais um dia na UBSF Homem de 52 anos entra no seu consultório preocupado com dor no peito. Início há 2 semanas, quando ele começou a sentir uma dor em aperto no peito quando ele subia morros. O aperto durava de 2 a 3 minutos. Vários desconfortos similares ocorreram desde então. Ele fuma um maço de cigarros por dia e foi dito a ele que sua pressão estava um pouco alta. Ele não tem outras comorbidades ou algo de nota. Também não tem uso de medicação. Um exame físico completo e ECG são normais, exceto por uma pressão de 150/100
  • 5. Perguntas • Muitas perguntas estão na mente dessa pessoa: • Estou doente? Quão certo está você? Como isso irá me afetar? O que pode ser feito em relação a isso? Quanto irá me custar? O que irá alterar na minha vida? Que exames eu devo fazer?
  • 6. Conceito da Epidemiologia Clínica • É a ciência de fazer predições sobre pacientes individualmente ao levar em consideração eventos em grupos de pacientes similares para assegurar que as predições são acuradas. A proposta da epidemiologia clínica é desenvolver e aplicar métodos de observação clínica que levam a conclusões válidas por evitar por erros sistemáticos.
  • 8. Gerenciamento da clínica A o eficiente de qualquer cio requer alguns requisitos sicos: nio da tecnologia, uma equipe de trabalho competente, rigoroso controle de qualidade, sistema de o na medida exata, lise de mercado, o da fatia de mercado a ser conquistada, controle financeiro, cumprimento de normas legais e lise de risco.
  • 9. Mitzenberg (2006) nos ensina que a estrutura de uma organização é definida como a soma dos processos pelos quais o trabalho pode ser dividido e a a coordenação das atividades realizadas por cada indivíduo.
  • 10. Abordagem de processos A abordagem da gestao de processos avalia aspectos chave do gerenciamento de qualquer clínica ou consultório. Isso inclui o projeto e a prestação de serviços relacionados aos pacientes, os processos de apoio administrativo, financeiro e aqueles relacionados aos fornecedores, ou seja, o gerenciamento de processos envolve todos os aspectos operacionais da clínica, que devem ser determinados, coletados e depois analisados
  • 11. Rotina Para analisar as rotinas do seu centro de saúde inicie com um levantamento simples, mensurando tempo para cada atividade, frequência e o tipo ou função Função Diári o 2x sem 3x sem 4x sem 5 sem Cad a 15d Duração Responsável Acolhimento x 4h Enfermeira Pré-natal x 4h MFC/Enf Visita domiciliar x 3h MFC/Enf/TE Limpeza do consultório x 15min/ TE/MFC Reunião de equipe x 2,5h Enfermeira
  • 12. Reflexão • Para o mapeamento de atividades, reúna sua equipe e faça um brainstorming sobre os processos. Reflita, revise e refaça. • Descubra que processos existem dentro de sua unidade e dentro de sua equipe. • Traga eficiência para os processos atuais
  • 13. A GESTÃO DA CLÍNICA
  • 14. A Gestão da Clínica • Tem como objetivo assegurar padrões clínicos ótimos e, conseqüentemente, melhorar a qualidade das práticas clínicas (Department of Health, 1998) É o conjunto de instrumentos tecnológicos que permite integrar os diversos pontos de atenção à saúde para conformar uma rede de atenção à saúde, capaz de prestar a atenção no lugar certo, no tempo certo, com o custo certo e a qualidade certa (Mendes, 2002)
  • 15. A GESTÃO DA CLÍNICA Os instrumentos tecnológicos:  Gestão de patologia (Gestão da condição de saúde) Gestão de casos Auditoria clínica Listas de espera Diretrizes Clínicas
  • 16. Diretrizes clínicas São instrumentos de normalização do padrão do cuidado em saúde. Propósito: orientar os profissionais de saúde quanto às intervenções clínicas, pautadas em evidência científica. Busca: alcançar melhoria do atendimento. (EDDY, 1990)
  • 18. Diretrizes clínicas Funções gerencial: Controlar a variabilidade clínica nos serviços de saúde; Instrumentalizar os profissionais na tomada de decisões; Homogeneizar as condutas clínicas. (MENDES, 2002)
  • 19. Diretrizes clínicas Funções educacional: Instrumentos de normalização: devem ser transformados em produtos de educação para profissionais e usuários. (MENDES, 2002)
  • 20. Diretrizes clínicas Funções comunicacional: Contribuir para mudar o comportamento dos profissionais e dos usuários em relação à doença ou condição, alterando os indicadores de saúde. (MENDES, 2002)
  • 21. Diretrizes clínicas Diretrizes clínicas: Dois instrumentos: Linhas-guia. Protocolos clínicos (MENDES, 2002)
  • 22. Linhas-guia Normalizam todo o processo de atenção, em todos os pontos de atenção, considerando-se a APS como coordenadora (MENDES, 2002)
  • 23. Linhas-guia Normalizam todo o processo de atenção à saúde,em todos os pontos de atenção.
  • 24. Protocolos clínicos Normalizam o padrão de atendimento à determinada patologia ou condição, identificando as ações de prevenção, diagnóstico, cura/cuidado ou reabilitação em um ponto de atenção específico. (MENDES, 2002)
  • 25. Protocolos clínicos Objetivo de prestar a atenção à saúde adequada em relação a partes do processo da condição/patologia e em um ponto de atenção à saúde específico.
  • 26. Protocolos clínicos e linhas-guia Exemplo: Normalização da atenção ao pré-natal, ao parto e ao puerpério, em todos os pontos de atenção à saúde: linha-guia Detalhamento do diagnóstico e tratamento da toxoplasmose, uma parte de todo o processo: protocolo clínico.
  • 27. Protocolos clínicos e linhas-guia Linha-guia: desenvolvida por grau de risco, envolve a estratificação de risco. Ex: uma linha-guia não normaliza ações para gestante em geral, mas procura estratificar essa condição em grupos de risco que implicam em manejos clínicos diferentes.
  • 28. Protocolos clínicos e linhas-guia Protocolos clínicos: normalizam parte do processo da condição ou patologia, num único ponto de atenção do sistema integrado de serviços de saúde. Ex: protocolo pode ser desenvolvido para o uso de determinado medicamento para uma população com uma dada condição
  • 29. Diretrizes clínicas Assim, pode-se dizer que as diretrizes clínicas devem orientar as equipes de saúde quanto ao planejamento local, fornecendo indicadores, parâmetros e elementos para a construção de um sistema de informação gerencial, permitindo o monitoramento e avaliação das ações. (MENDES, 2002)
  • 30. DIRETRIZ CLÍNICA MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DOS PROFISSIONAIS MUDANÇA DE COMPORTAMENTO DOS USUÁRIOS MELHORIA GERENCIAL  EDUCAÇÃO PERMANENTE  EDUCAÇÃO EM SAÚDE  DESENVOLVIMENTO GERENCIAL  INSTRUMENTOS GERENCIAIS: PRONTUÁRIO CLÍNICO, AUDITORIA CLÍNICA, SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL CONTRATUALIZAÇÃO DAS EQUIPES FONTE: MENDES (2004) A IMPLANTAÇÃO DAS LINHAS-GUIA
  • 32. A GESTÃO DE PATOLOGIAS (Gestão da condição de saúde)
  • 33. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA Consiste no desenvolvimento de um conjunto de intervenções educacionais e gerenciais, relativas a determinada condição ou patologia, definidas pelas diretrizes clínicas, com o objetivo de melhorar a qualidade da atenção à saúde e a eficiência dos serviços. FONTE: TODD & NASH (1997); COUCH (1998); MENDES (NO PRELO)
  • 34. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA Envolve intervenções na promoção da saúde, na prevenção da condição ou doença e, no seu tratamento e reabilitação. Engloba o conjunto de pontos de atenção à saúde de uma rede assistencial.
  • 35. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA É uma mudança radical na abordagem clínica.
  • 36. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA Supera o modelo médico individual a um doente, ações curativas e reabilitadoras PARA... Uma abordagem pautada numa população adscrita, identificando pessoas em risco de adoecer ou adoecidas.
  • 37. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA Ênfase: na promoção da saúde e/ou ação preventiva, ou a atenção adequada, com intervenção precoce objetivando melhores resultados e menores custos.
  • 38. O CONCEITO DE GESTÃO DE PATOLOGIA Indicada: para o manejo das condições crônicas que demandam atenção por longo tempo e em diferentes pontos de atenção à saúde.
  • 40. CONCEITO DE GESTÃO DE CASOS  É um processo que se desenvolve entre o gestor de caso e o usuário do serviço de saúde para planejar, monitorar e avaliar opções e serviços, de acordo com as necessidades da pessoa, com o objetivo de propiciar uma atenção de qualidade, personalizada e humanizada
  • 41. CONCEITO DE GESTÃO DE CASOS Essência?  Relação próxima e personalizada entre o um gestor de caso e um usuário do serviço de saúde.
  • 42. GESTÃO DE CASOS Objetivos:  advogar as necessidades e expectativas de usuários em situação especial  prover o serviço certo ao usuário certo  aumentar a qualidade do cuidado  diminuir a fragmentação da atenção
  • 43. GESTÃO DE CASOS Permite Identificar as pessoas com maior risco, acompanhar e controlar o curso da doença. Assim, é possível minimizar o custo da doença, melhorar a qualidade e autonomia de vida.
  • 44. GESTÃO DE CASOS Gestor de caso Pode ser um enfermeiro ou assistente social. Em alguns casos: grupo de profissionais.
  • 45. GESTÃO DE CASOS Um bom gestor de caso? Fundamental: conhecer a natureza dos serviços oferecidos em toda a rede assistencial, ser bom negociador e hábil na comunicação.
  • 46. GESTÃO DE CASOS Gestor de caso? Responsabiliza-se por uma pessoa em toda a duração da condição/doença e analisa a necessidade da atenção e a propriedade dos serviços ofertados e recebidos. Assim...
  • 47. GESTÃO DE CASOS Gestor de caso? Deve coordenar a atenção, utilizando-se dos serviços que compõem o sistema e observar o plano terapêutico.
  • 48. PRONTUÁRIO CLÍNICO Ministério da Saúde “ Prontuário é todo acervo documental padronizado, organizado e conciso referente ao registro dos cuidados prestados ao paciente e também os documentos relacionados a essa assistência”.
  • 49. PRONTUÁRIO CLÍNICO Prontuário Eletrônico Concentra as distintas interações do paciente com o sistema da saúde, de forma estruturada.
  • 50. AUDITORIA NA CLÍNICA Analisa, de forma sistemática e crítica, a qualidade da atenção à saúde, avaliando diagnóstico e tratamento, uso dos recursos e os resultados para os paciente.
  • 52. Onde estamos ? VOLTADO PARA INDIVÍDUOS Onde pretendemos chegar ? VOLTADO PARA UMA POPULAÇÃO FONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007) A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  • 53. Onde estamos ? O SUJEITO É O PACIENTE Onde pretendemos chegar ? O SUJEITO É AGENTE DE SUA SAÚDE FONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007) A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  • 54. Onde estamos ? REATIVO Onde pretendemos chegar ? PROATIVO FONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007) A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  • 55. Onde estamos ? ÊNFASE NAS AÇÕES CURATIVAS Onde pretendemos chegar ? ATENÇÃO INTEGRAL FONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007) A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI
  • 56. A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI Assim, as transformações são necessárias para que ocorra melhoria da qualidade da atenção à saúde.
  • 57. Onde estamos ? CUIDADO PROFISSIONAL Onde pretendemos chegar ? CUIDADO MULTIPROFISSIONAL FONTE: FERNANDEZ (2003) MENDES (2007) A GESTÃO DOS SISTEMAS DE SERVIÇOS DE SAÚDE NO INÍCIO DO SÉCULO XXI