SlideShare uma empresa Scribd logo
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
CURSO: Engenharia de Produção
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
Curso: Engenharia de Produção Semestre: 9º/10º
Objetivos da
Aprendizagem:
A produção textual é um procedimento metodológico de ensino
aprendizagem que tem por objetivos:
• Instigar os alunos, apoiados nas informações presentes
na BNCC sobre a área da linguagem como ferramenta
norteadora, para o planejamento de atividades
diferenciadas.
• Relacionar teoria e prática, a fim de proporcionar
embasamento para atuação em atividades
extracurriculares.
• Desenvolver os estudos independentes, sistemáticos e o
autoaprendizado.
• Favorecer a aprendizagem.
• Promover a aplicação da teoria e conceitos para a
solução de problemas práticos relativos à profissão.
Prezados(as) Alunos(as),
Sejam bem-vindos a este semestre!
A proposta de Produção Textual Interdisciplinar em Grupo (PTG) terá como temática “Uma
usina de açúcar e etanol”. Com essa temática objetivamos possibilitar a vocês, estudantes, a
aprendizagem interdisciplinar de conteúdos contemplados nas disciplinas desse semestre.
Neste trabalho vocês desenvolverão a atitude de investigação e prática, sistematizando
julgamentos baseados em critérios e padrões qualitativos e quantitativos relacionados a uma
situação geradora de aprendizagem (SGA) e embasados em conhecimentos construídos em cada
disciplina.
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
SITUAÇÃO FERADORA DE APRENDIZAGEM (SGA)
No Brasil, a cana-de-açúcar se destaca por ser a matéria-prima com maior rendimento para
produção de açúcar e etanol, sendo responsável por 43% da exportação de açúcar mundial. E será
que existem muitas diferenças entre os processos produtivos do açúcar e do etanol? Para essa
pergunta, vamos conhecer a Usina Monte Dulce e seus respectivos processos.
A Usina de açúcar e etanol Monte Dulce é uma empresa familiar à qual iniciou suas atividades
no final da década de 80. Ela está localizada em na cidade de Pirassununga-SP e trabalha com as duas
vertentes de produtos e distribuição (açúcar e etanol) e conta com o apoio de 94 colaboradores em
sua totalidade (produção e administrativo). Para entender melhor os problemas pelos quais a “Monte
Dulce” está passando, vamos conhecer o processo da usina desde a colheita da cana.
A cana-de-açúcar, após colhida, chega na usina por meio de caminhões. No parque industrial,
o caminhão é pesado em uma balança que tem como objetivo precisar a quantidade de cana que ele
carrega. O próximo passo é a análise da quantidade de açúcar que aquela cana específica possui. Isto
é feito com a retirada de uma pequena amostra do carregamento por meio de sondas que podem
ser oblíquas ou horizontais. A amostra da cana é direcionada para um laboratório que diagnosticará
o índice de ATR (Açúcares Totais Recuperáveis), ou seja, a quantidade de açúcar efetiva que aquela
cana possui.
Depois de pesada, a cana poderá ter dois destinos distintos: encaminhada diretamente para
a mesa alimentadora da usina onde, se colhida manualmente, poderá ser lavada ou ventilada para a
remoção das impurezas, ou, no caso da cana colhida mecanicamente, segue direto para a moenda
ou difusor. Algumas usinas trabalham com pátios de recepção de cana e estocagem, onde a cana é
depositada ou fica aguardando nos próprios caminhões até ser encaminhada à mesa alimentadora.
Os passos seguintes consistem em preparar a cana para a extração do caldo aumentando
assim sua densidade e capacidade de moagem. Neste processo, objetiva-se também romper as
células para a liberação do caldo nelas contido. Assim, a cana é passada por um jogo de facas num
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
processo de preparação até entrar em um desfibrador onde 85 a 92% de suas células são rompidas,
o que facilitará a extração do caldo.
Constituída basicamente de fibras e caldo, o que interessa para a cadeia produtiva da cana-
de-açúcar é o açúcar contido na matéria-prima que se encontra dissolvido no caldo. Portanto, o
objetivo principal é extrair o máximo de caldo da cana. A extração do caldo ocorre por duas diferentes
técnicas: a utilização de moendas ou por meio de um difusor de cana.
Nas moendas, formadas por vários ternos com dimensões diferentes, a cana é esmagada.
Cada terno, ou “castelo” como também são conhecidos, possui quatro rolos principais denominados
rolos de entrada, rolo superior, rolo de pressão e rolo de saída. No primeiro terno, são extraídas as
maiores quantidades de caldo. Depois disso, a cana é embebecida com água e passa pelos demais
ternos até que cerca de 94 a 97% do seu caldo seja extraído. O número de ternos varia de quatro a
sete. Outra forma de extração do caldo é o difusor de cana onde a extração ocorre por meio da
ruptura das células no preparo da cana onde se encontra a sacarose e a lavagem destas com água ou
caldo da própria cana.
Neste processo, os índices de extração podem chegar a até 98%. Após a extração do caldo, o
processo se divide em três diferentes estágios. De um lado, o bagaço que sobra é dirigido para uma
esteira, ou direcionado diretamente para as caldeiras onde será queimado e seu vapor transformado
em energia, em um processo conhecido por cogeração de energia ou bioeletricidade. As usinas
brasileiras são autossuficientes em energia no período da safra e ainda exportam um excedente para
as redes de distribuição vendendo, assim, créditos de carbono em conformidade com o protocolo de
Kyoto.
Cada tonelada de cana processada gera em média 260 quilos de bagaço e a energia cogerada
pode acionar as moendas dos processos elétricos ou o vapor utilizado para o acionamento que
transforma energia térmica em mecânica. Depois de extraído o caldo da cana, o próximo passo será
um tratamento neste caldo que tem como finalidade a retirada de impurezas solúveis e insolúveis
nele encontradas. O tratamento pode ocorrer em várias fases desde a passagem deste caldo por
peneiras, por meio de força centrífuga para separar os materiais sólidos do líquido, pesagem do
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
caldo, permitindo melhor controle químico do processo e tratamento químico do caldo. Depois de
tratado, o caldo pode ser encaminhado para a fabricação de açúcar ou de etanol. No primeiro caso,
o caldo passa por um processo conhecido como “sulfitação”, que tem por objetivo inibir reações que
causam formação de cor como, por exemplo, o escurecimento do caldo, coagulação de coloides e
ainda, diminuir a viscosidade do caldo. Após isso, o caldo é submetido à calagem que tem como
objetivo diminuir o PH e eliminar corantes. Enfim, o caldo é preparado para a próxima fase: o
aquecimento.
Nela, o caldo é aquecido à aproximadamente 105 ºC com a finalidade de acelerar e facilitar a
coagulação aumentando a eficiência da decantação e possibilitando a degasagem, ou seja, a retirada
dos gases que ainda possam constar neste caldo que está sendo preparado. Depois de aquecido, o
caldo é purificado em um processo chamado decantação ou clarificação.
O caldo decantado é retirado da parte superior de cada compartimento e enviado ao setor de
evaporação para concentração. As impurezas sedimentadas constituem o lodo, que normalmente é
retirado do decantador pelo fundo e enviado ao setor de filtração para que o açúcar ainda existente
neste lodo possa ser retirado. Na sequência, o caldo passa por evaporadores para ser depois cozido,
cristalizado, centrifugado e secado. Depois deste processo, o açúcar, que pode então ser refinado ou
ganhar outras formas e especificações é ensacado, pesado e armazenado até ser transportado para
o mercado consumidor.
Já no caso do etanol, após passar pelo tratamento primário de peneiramento, o caldo é
submetido a um tratamento mais complexo que implica na adição de cal, aquecimento e posterior
decantação, ou seja, um tratamento semelhante àquele utilizado na fabricação do açúcar. Livre de
impurezas e devidamente esterilizado o caldo está pronto para ser encaminhado para a fermentação
onde os açúcares são transformados em álcool. As reações ocorrem em tanques denominados
“dornas de fermentação”.
O tempo de fermentação varia de seis a dez horas e ao final deste período, praticamente todo
o açúcar já foi consumido com a consequente redução da liberação de gases e multiplicação do
fermento. Após a fermentação, o caldo agora chamado de “vinho”, é enviado à centrífugas para a
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
recuperação do fermento que é tratado novamente e utilizado para a continuidade do processo
fermentativo.
O excedente de fermento pode ser encaminhado para a secagem dando origem a um novo
produto: a levedura seca que será comercializada como complemento alimentar animal ou humano
como fonte de proteínas. O “vinho” centrifugado é encaminhado para a destilaria, processo este que
se utiliza dos diferentes pontos de ebulição nas diversas substâncias voláteis presentes, separando-
as. A operação é realizada com o auxílio de colunas distribuídas em vários troncos.
Uma coluna tem por finalidade esgotar a maior quantidade possível de álcool do seu produto
de fundo, que é denominado vinhaça. Após extraído o álcool, essa vinhaça, composta basicamente
de água e sais minerais, ainda é utilizada na agricultura como fertilizante.
O álcool, produto final dos processos de destilação e retificação é chamado de álcool
hidratado, uma mistura binária por ser composto tanto por álcool (96%) quanto por água (4%). Este
álcool hidratado pode ser comercializado desta forma ou passar por um processo de desidratação
transformando-se no álcool anidro, que é utilizado no Brasil como aditivo para a gasolina. Depois de
pronto, o álcool produzido é armazenado em tanques de grande volume situados nos parques
industriais para serem embarcados e enviados aos seus respectivos pontos de vendas. Diante disso,
a Figura 1, ilustra um modelo de cadeia produtiva da cana-de-açúcar.
Figura 1 – Cadeia produtiva da cana-de-açúcar
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
Fonte: OLIVEIRA, 2017. Disponível em:
https://www.researchgate.net/publication/321479558_Investimentos_no_setor_sucroenergetico_analise_do_perfil_das_operac
oes_automaticas_de_financiamento_contratadas_com_o_sistema_BNDES_no_periodo_de_2000_a_2015
Após o entendimento de todo o processo da usina “Monte Dulce”, você e sua equipe foram
contratados para prestar serviços de consultoria para a Usina. Após algumas análises preliminares,
vocês perceberam que a usina deve estar com a questão orçamentária em dia, ou seja, a empresa
deve ter um planejamento financeiro adequado, entender seus custos de produção, entre outros.
Também é necessário verificar a capacidade de produção, para isto será necessário saber qual que é
o tempo de produção.
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
Para que a família dona da Usina fique satisfeita com os serviços prestados, vocês deverão
resolver os passos a seguir e apresentar os resultados.
Agora, é com vocês!
Bom trabalho!
Passo 1:
Conforme descrito na situação geradora de aprendizagem, a Usina “Monte Dulce”, possui
processos complexos para obter seus produtos finais (açúcar e álcool). Logo, para que a “Monte
Dulce”, tenha eficiência em sua produção é necessário que seus colaboradores tenham o devido
conhecimento de suas atribuições, além de ter equipamentos, máquinas, tecnologia da informação
e uma gestão adequada para aumentar sua produtividade.
Portanto, você e sua equipe devem auxiliar a Usina “Monte Dulce”, nos seguintes
questionamentos:
1.1) Vocês devem esclarecer para a alta administração da “Monte Dulce”, que o
conhecimento é fundamental em toda e qualquer empresa, logo, devem explicar o que é o
conhecimento explícito e o conhecimento tácito, além de explicar as dimensões cognitivas e técnicas
do conhecimento tácito.
1.2) Sabe-se que a espiral do conhecimento mostra como se dá a criação do conhecimento
mediante a interação dinâmica entre conhecimento tácito e conhecimento explícito. De acordo com
Takeuchi e Nonaka (2008), que a conversão do conhecimento pode ser representada por um ciclo,
que geralmente é referenciado como modelo SECI ou espiral SECI (sigla originada das iniciais
socialização, externalização, combinação e internalização do conhecimento. Portanto, explique as
etapas desse modelo:
Socialização:
Internalização:
Externalização:
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
Combinação
1.3) Sabendo que a Usina “Monte Dulce” possui concorrentes, logo ela precisa tomar decisões
rápidas e assertivas. Nesse contexto, a tecnologia da informação possui um papel fundamental para
as organizações manterem vantagem competitiva perante a concorrência. Portanto, você e sua
equipe, analisaram e indicaram que a Usina “Monte Dulce” tenha um sistema de BI (Business
Intelligence ou Inteligência de Negócios). Agora, vocês devem explicar para a alta administração da
Usina “Monte Dulce” o que é o BI e como ele pode contribuir nas tomadas de decisões.
Bibliografia recomendada:
AKKARI, Alessandra Cristina Santos. Gestão do conhecimento e da tecnologia da informação.
Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018.
Passo 2:
1- Você e sua equipe de consultoria, ao visitarem a Usina "Monte Dulce”, detectaram a
necessidade de realizar um estudo de tempo e métodos em uma das operações manuais (realizada
apenas por um operador) da usina, de modo a aumentar a produtividade dessa operação. Esse
estudo de tempos e métodos teve como objetivo definir o tempo padrão e por meio deste, definir a
capacidade produtivo desse setor em estudo.
Diante disto, você e sua equipe realizaram 30 tomadas de tempos (em minutos), conforme
demonstra a tabela 1.
Tabela 1 - Tempos cronometrados em minutos
5,45 5,38 5,54 5,62 5,41
5,37 5,5 5,27 5,42 5,18
4,98 5,23 5,86 5,21 5,74
5,25 4,92 4,97 5,14 5,55
5,68 5,35 4,95 5,33 5,12
5,67 5,45 5,12 4,99 5,21
Fonte: elaborada pelos autores.
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
OBS: O expediente de trabalho é de 8 horas por turno e a usina opera em um único turno.
Diante dos valores apresentados na tabela, agora é necessário calcular:
1.1) O Tempo Médio (TM).
1.2) O Tempo Normal (TN).
OBS: Para o FR (Fator de Ritmo) utilizar o valor de 95% (0,95)
1.3) O Fator de tolerância (FT).
OBS: Para a tolerância total, considerar o tempo de 180 minutos.
1.4) O Tempo Padrão (TP)
2 – A Usina Monte Dulce, apesar de ter bastante processos mecanizados e automatizados, conta com
colaboradores para realizarem determinados processos. Logo, vocês devem explicar para a alta
administração a importância em se analisar a Carga de trabalho.
Bibliografia recomendada:
PINTO, Valdir Rogério Corrêa. Engenharia de métodos. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional
S.A., 2016.
Passo 3:
As organizações são formadas por pessoas, logo é essencial planejar o valor que será gasto
em mão de obra na organização. O orçamento de mão de obra tem o objetivo de quantificar e
monetizar todos os gastos relacionados a demanda de mão de obra para a produção de um bem ou
serviço, bem como a mão de obra exigida nas operações dos departamentos de apoio
(administrativo, comercial, financeiro, etc...). A mão de obra pode ser classifica em mão de obra
direta (MOD) e em mão de obra indireta (MOI).
Segundo Hoji (2018) o orçamento de mão de obra direta (MOD) busca determinar a
quantidade e o valor total de horas de mão de obra que está relacionada diretamente com a
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
produção. Por outro lado, a mão de obra indireta está relacionada as atividades de supervisão e de
apoio à produção, mas que não tem relação direta com o produto, porém, é essencial para a sua
fabricação e comercialização.
E você, na qualidade de consultor, em uma reunião com a empresa Monte Dulce, deverá
calcular os gastos total que a empresa terá no próximo ano com a mão de obra (mão de obra direta
+ mão de obra indireta).
A Monte Dulce para produzir o açúcar refinado, precisa de uma equipe que custa R$700,00
por hora de produção. Para produzir 1 toneladas desse produto, é necessário 0,25 horas de produção.
A Usina de açúcar e etanol Monte Dulce pretende vender cerca de 20.000 toneladas sob encomenda
no próximo ano e gostaria de orçar os gastos com Mão de Obra Direta (MOD) e com (MOI). A empresa
conta ainda com um gerente de produção que custa 2% de cada tonelada produzida.
Com as informações apresentadas, espera-se que você realize o orçamento de mão de obra
para a empresa Monte Dulce para os próximos seis meses.
Para resolução dessa atividade, segue uma sugestão para preenchimento:
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
Bibliografia recomendada:
PADOVEZE, Clóvis Luís. Planejamento orçamentário. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2010. (Minha Biblioteca).
Passo 4:
O bagaço da cana-de-açúcar, considerado um subproduto, é o maior resíduo da agroindústria
brasileira. Estima-se que, a cada ano, sobrem de 5 a 12 milhões de toneladas deste material, que
corresponde a aproximadamente 30% da cana moída. As próprias usinas utilizam de 60% a 90% do
bagaço produzido como fonte energética (substitui o óleo combustível no processo de aquecimento
das caldeiras) e para a geração de energia elétrica.
Os proprietários da usina sempre se preocuparam na redução e aproveitamento dos resíduos
oriundos do processo de extração do caldo da cana-de-açúcar. Assim, nesta etapa do projeto, você e
sua equipe terão de explicitar alguns questionamentos a respeito da utilização do bagaço de cana, já
que a usina tem apresentado elevado custo para destinar adequadamente os resíduos, podendo
tratá-los internamente. Dessa forma:
a) Explique o que são fonte alternativas de energia e quais as suas perspectivas. Cite 3
exemplos descrevendo suas principais aplicações, vantagens e desvantagens.
b) Explique o processo de cogeração de energia ou bioeletricidade. Esse processo pode ser
considerado como fonte alternativa de energia? Por quê?
c) O bagaço tem sido utilizado em outras aplicações em nosso cotidiano, fora a geração de
energia e adubagem. Cite pelo menos duas aplicações e suas características.
Bibliografia recomendada:
http://www.biomassaworld.com.br/wp-content/uploads/2016/04/a-importncia-da-utilizao-do-
bagao-de-cana-de-acar.pdf, acesso em 23/06/2022.
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
https://revistapesquisa.fapesp.br/propriedades-do-bagaco-da-cana-de-
acucar/#:~:text=O%20baga%C3%A7o%20da%20cana%2Dde,maior%20res%C3%ADduo%20da%20ag
roind%C3%BAstria%20brasileira.&text=As%20pr%C3%B3prias%20usinas%20utilizam%20de,a%20ge
ra%C3%A7%C3%A3o%20de%20energia%20el%C3%A9trica. Acesso em 23/06/2022.
Passo 5:
Na visão da Engenharia de Produção, o Projeto de Fábrica, conceitualmente também
denominado de projeto do sistema produtivo, é um conjunto de questões estratégicas estruturais
que devem ser projetadas pelos Engenheiros de Produção, visando criar uma vantagem competitiva
de longo prazo para a empresa, uma vez que os elementos principais do Projeto de Fábrica podem
ser, nesta fase, projetados e reprojetados para melhor posicioná-lo no mercado (NEUMANN, 2015).
Pensando neste contexto e na nossa SGA, responda:
a. Quais são as etapas que compõem o projeto de uma fábrica? Descreva cada uma delas.
Lembre-se de citar a(s) fonte(s) de pesquisa no formato ABNT.
Bibliografia recomendada:
NEUMANN, Clóvis. Projeto de fábrica e layout. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.
PANSONATO, Roberto. Projeto de fábrica e arranjo físico. Curitiba: Contentus, 2020
POUND, Edward S.; BELL, Jeffrey H., SPEARMAN, Mark L. A ciência da fábrica para gestores: como
líderes melhoram o desempenho em um mundo pós-Lean Seis Sigma. Porto Alegre: Bookman, 2015.
NORMAS PARA ELABORAÇÃO E ENTREGA DA PRODUÇÃO TEXTUAL
1. O trabalho será realizado em grupos, de 02 a 07 alunos, no máximo.
2. A formação dos grupos é de responsabilidade dos alunos; no entanto, solicitamos que sigam
as orientações do Tutor Presencial, responsável por cadastrar os grupos no sistema.
PRODUÇÃO TEXTUAL
INTERDISCIPLINAR
EM GRUPO – PTG
Engenharia de Produção
3. Importante: somente o líder do grupo conseguirá cadastrar o trabalho finalizado no sistema,
o que deverá ser feito na pasta específica (“atividades interdisciplinares”), obedecendo ao
prazo limite de postagem, conforme disposto no cronograma do curso. Não existe
prorrogação para a postagem da atividade.
4. O trabalho final deve conter, depois de pronto, capa e folha de rosto padrão da Universidade,
sendo organizado no que tange à sua apresentação visual (tipos e tamanhos de fontes,
alinhamento do texto, espaçamentos, adentramento de parágrafos, apresentação correta de
citações e referências, entre outros elementos importantes), conforme modelo disponível no
AVA.
5. A produção textual é um trabalho original e, portanto, não poderá haver trabalhos idênticos
aos de outros alunos ou com reprodução de materiais extraídos da internet. Os trabalhos
plagiados serão invalidados, sendo os alunos reprovados na atividade. Lembre-se de que a
prática do plágio constitui crime, com pena prevista em lei (Lei n.º 9.610), e deve ser evitada
no âmbito acadêmico.
6. Importante: O trabalho deve ser enviado em formato Word. Não serão aceitos, sob nenhuma
hipótese, trabalhos enviados em PDF.
A seguir, apresentamos a vocês alguns dos critérios avaliativos que nortearão a análise do
Tutor a Distância para atribuir o conceito à produção textual:
• Normalização correta do trabalho, em respeito às normas da ABNT, com atendimento ao
número de páginas solicitadas.
• Apresentação de estrutura condizente com a proposta apresentada (com introdução,
desenvolvimento e conclusão).
• Uso de linguagem acadêmica adequada, com clareza e correção, atendendo à norma
padrão.
• Atendimento à proposta, contemplando todos os itens solicitados, com objetividade,
criatividade, originalidade e autenticidade.
• Fundamentação teórica do trabalho, com as devidas referências dos autores
eventualmente citados.
Lembre-se de que seu Tutor a Distância está à disposição para lhes atender em suas dúvidas
e, também, para repassar orientações sempre que vocês precisarem. Aproveite esta oportunidade
para realizar um trabalho com a qualidade acadêmica de nível universitário.
Bom trabalho a todos!
Equipe de professores.
TEMOS A PRONTA ENTREGA
WhatsApp: (91) 98764-0830
E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Engenharia de Produção - Uma usina de açúcar e etanol.pdf

Cerveja
CervejaCerveja
Cerveja
Rubens Costa
 
Apostila1 industriaacucareira2013
Apostila1 industriaacucareira2013Apostila1 industriaacucareira2013
Apostila1 industriaacucareira2013
Aprendizagem Cdac
 
3.a aula epo processos industriais
3.a aula epo processos industriais3.a aula epo processos industriais
3.a aula epo processos industriais
Evellin Enny
 
Turma4 rafaelcarmo final
Turma4 rafaelcarmo finalTurma4 rafaelcarmo final
Turma4 rafaelcarmo final
Rafael Francisco do Carmo
 
Amido de mandioca
Amido de mandiocaAmido de mandioca
Amido de mandioca
Silvana Licodiedoff
 
Encarte 5º ponto_af
Encarte 5º ponto_afEncarte 5º ponto_af
Encarte 5º ponto_af
Renato Villela
 
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.pptcurso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
ssuser2b53fe
 
DESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOLDESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOL
Cristyan Ribeiro
 
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
Lucas Wallace Sousa Alves
 
Etanol apresentacao
Etanol apresentacaoEtanol apresentacao
Etanol apresentacao
Brenda Gonçalves
 
(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia
Agnaldo silva
 
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
Marcelo Martins
 
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarModulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
confidencial
 
óLeos e derivados
óLeos e derivadosóLeos e derivados
óLeos e derivados
confidencial
 
Questões de tecnologia de produção de origem vegetal
Questões de tecnologia de produção de origem vegetalQuestões de tecnologia de produção de origem vegetal
Questões de tecnologia de produção de origem vegetal
André Fontana Weber
 
Sem título 1
Sem título 1Sem título 1
Sem título 1
Janyce Fréo
 
CARTILHAS SENAR 137 queijos
CARTILHAS SENAR 137 queijosCARTILHAS SENAR 137 queijos
CARTILHAS SENAR 137 queijos
Lenildo Araujo
 
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
Arthur Lira
 
Ben hur 20_07_2011
Ben hur  20_07_2011Ben hur  20_07_2011
Ben hur 20_07_2011
Ben Hur Huyer
 
Usinaleite
UsinaleiteUsinaleite
Usinaleite
Jhonas Amaral
 

Semelhante a Engenharia de Produção - Uma usina de açúcar e etanol.pdf (20)

Cerveja
CervejaCerveja
Cerveja
 
Apostila1 industriaacucareira2013
Apostila1 industriaacucareira2013Apostila1 industriaacucareira2013
Apostila1 industriaacucareira2013
 
3.a aula epo processos industriais
3.a aula epo processos industriais3.a aula epo processos industriais
3.a aula epo processos industriais
 
Turma4 rafaelcarmo final
Turma4 rafaelcarmo finalTurma4 rafaelcarmo final
Turma4 rafaelcarmo final
 
Amido de mandioca
Amido de mandiocaAmido de mandioca
Amido de mandioca
 
Encarte 5º ponto_af
Encarte 5º ponto_afEncarte 5º ponto_af
Encarte 5º ponto_af
 
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.pptcurso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
curso de açucar e alcool produção de etanol.ppt
 
DESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOLDESTILAÇÃO ALCOOL
DESTILAÇÃO ALCOOL
 
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
PRODUÇÃO DE ÁLCOOL DA MANDIOCA E DA CANA
 
Etanol apresentacao
Etanol apresentacaoEtanol apresentacao
Etanol apresentacao
 
(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia(Q) tecnologia alimenticia
(Q) tecnologia alimenticia
 
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
apostila de procução de açúcar álcool bioenergia 1
 
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarModulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
 
óLeos e derivados
óLeos e derivadosóLeos e derivados
óLeos e derivados
 
Questões de tecnologia de produção de origem vegetal
Questões de tecnologia de produção de origem vegetalQuestões de tecnologia de produção de origem vegetal
Questões de tecnologia de produção de origem vegetal
 
Sem título 1
Sem título 1Sem título 1
Sem título 1
 
CARTILHAS SENAR 137 queijos
CARTILHAS SENAR 137 queijosCARTILHAS SENAR 137 queijos
CARTILHAS SENAR 137 queijos
 
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
Relatório de Estágio - LIRA, A. B.
 
Ben hur 20_07_2011
Ben hur  20_07_2011Ben hur  20_07_2011
Ben hur 20_07_2011
 
Usinaleite
UsinaleiteUsinaleite
Usinaleite
 

Mais de HELENO FAVACHO

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEMPRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
HELENO FAVACHO
 
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdfProjeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina BachareladoPROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIAPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURAPROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
HELENO FAVACHO
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADOPROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciaturaPROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
HELENO FAVACHO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
HELENO FAVACHO
 

Mais de HELENO FAVACHO (20)

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEMPRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
PRÁTICAS PEDAGÓGICAS GESTÃO DA APRENDIZAGEM
 
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdfProjeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
Projeto_de_Extensao_-_PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_BIOMEDICINA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_CRIMINOLOGIA.pdf
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina BachareladoPROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
PROJETO DE EXTENSÃO I - Biomedicina Bacharelado
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_FISIOTERAPIA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_FINANCEIRA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_HOSPITALAR.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_PUBLICA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIAPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_LOGISTICA TECNOLOGIA
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_SEGURANCA_PUBLICA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_-_MATEMATICA_2a_LICENCIATURA.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_PROCESSOS_GERENCIAIS.pdf
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURAPROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
PROJETO DE EXTENSÃO I - PEDAGOGIA LICENCIATURA
 
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADOPROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
PROJETO DE EXTENSÃO I - NUTRIÇÃO BACHARELADO
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ANALISE_E_DESENVOLVIMENTO_DE_SISTEMAS.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_ADMINISTRACAO.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_DE_TURISMO.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_GESTAO_AMBIENTAL.pdf
 
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciaturaPROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
PROJETO_DE_EXTENSÃO MATEMÁTICA licenciatura
 
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdfPROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
PROJETO_DE_EXTENSAO_I_-_Engenharia_Mecanica.pdf
 

Engenharia de Produção - Uma usina de açúcar e etanol.pdf

  • 1. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção CURSO: Engenharia de Produção PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
  • 2. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção Curso: Engenharia de Produção Semestre: 9º/10º Objetivos da Aprendizagem: A produção textual é um procedimento metodológico de ensino aprendizagem que tem por objetivos: • Instigar os alunos, apoiados nas informações presentes na BNCC sobre a área da linguagem como ferramenta norteadora, para o planejamento de atividades diferenciadas. • Relacionar teoria e prática, a fim de proporcionar embasamento para atuação em atividades extracurriculares. • Desenvolver os estudos independentes, sistemáticos e o autoaprendizado. • Favorecer a aprendizagem. • Promover a aplicação da teoria e conceitos para a solução de problemas práticos relativos à profissão. Prezados(as) Alunos(as), Sejam bem-vindos a este semestre! A proposta de Produção Textual Interdisciplinar em Grupo (PTG) terá como temática “Uma usina de açúcar e etanol”. Com essa temática objetivamos possibilitar a vocês, estudantes, a aprendizagem interdisciplinar de conteúdos contemplados nas disciplinas desse semestre. Neste trabalho vocês desenvolverão a atitude de investigação e prática, sistematizando julgamentos baseados em critérios e padrões qualitativos e quantitativos relacionados a uma situação geradora de aprendizagem (SGA) e embasados em conhecimentos construídos em cada disciplina. TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
  • 3. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção SITUAÇÃO FERADORA DE APRENDIZAGEM (SGA) No Brasil, a cana-de-açúcar se destaca por ser a matéria-prima com maior rendimento para produção de açúcar e etanol, sendo responsável por 43% da exportação de açúcar mundial. E será que existem muitas diferenças entre os processos produtivos do açúcar e do etanol? Para essa pergunta, vamos conhecer a Usina Monte Dulce e seus respectivos processos. A Usina de açúcar e etanol Monte Dulce é uma empresa familiar à qual iniciou suas atividades no final da década de 80. Ela está localizada em na cidade de Pirassununga-SP e trabalha com as duas vertentes de produtos e distribuição (açúcar e etanol) e conta com o apoio de 94 colaboradores em sua totalidade (produção e administrativo). Para entender melhor os problemas pelos quais a “Monte Dulce” está passando, vamos conhecer o processo da usina desde a colheita da cana. A cana-de-açúcar, após colhida, chega na usina por meio de caminhões. No parque industrial, o caminhão é pesado em uma balança que tem como objetivo precisar a quantidade de cana que ele carrega. O próximo passo é a análise da quantidade de açúcar que aquela cana específica possui. Isto é feito com a retirada de uma pequena amostra do carregamento por meio de sondas que podem ser oblíquas ou horizontais. A amostra da cana é direcionada para um laboratório que diagnosticará o índice de ATR (Açúcares Totais Recuperáveis), ou seja, a quantidade de açúcar efetiva que aquela cana possui. Depois de pesada, a cana poderá ter dois destinos distintos: encaminhada diretamente para a mesa alimentadora da usina onde, se colhida manualmente, poderá ser lavada ou ventilada para a remoção das impurezas, ou, no caso da cana colhida mecanicamente, segue direto para a moenda ou difusor. Algumas usinas trabalham com pátios de recepção de cana e estocagem, onde a cana é depositada ou fica aguardando nos próprios caminhões até ser encaminhada à mesa alimentadora. Os passos seguintes consistem em preparar a cana para a extração do caldo aumentando assim sua densidade e capacidade de moagem. Neste processo, objetiva-se também romper as células para a liberação do caldo nelas contido. Assim, a cana é passada por um jogo de facas num TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
  • 4. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção processo de preparação até entrar em um desfibrador onde 85 a 92% de suas células são rompidas, o que facilitará a extração do caldo. Constituída basicamente de fibras e caldo, o que interessa para a cadeia produtiva da cana- de-açúcar é o açúcar contido na matéria-prima que se encontra dissolvido no caldo. Portanto, o objetivo principal é extrair o máximo de caldo da cana. A extração do caldo ocorre por duas diferentes técnicas: a utilização de moendas ou por meio de um difusor de cana. Nas moendas, formadas por vários ternos com dimensões diferentes, a cana é esmagada. Cada terno, ou “castelo” como também são conhecidos, possui quatro rolos principais denominados rolos de entrada, rolo superior, rolo de pressão e rolo de saída. No primeiro terno, são extraídas as maiores quantidades de caldo. Depois disso, a cana é embebecida com água e passa pelos demais ternos até que cerca de 94 a 97% do seu caldo seja extraído. O número de ternos varia de quatro a sete. Outra forma de extração do caldo é o difusor de cana onde a extração ocorre por meio da ruptura das células no preparo da cana onde se encontra a sacarose e a lavagem destas com água ou caldo da própria cana. Neste processo, os índices de extração podem chegar a até 98%. Após a extração do caldo, o processo se divide em três diferentes estágios. De um lado, o bagaço que sobra é dirigido para uma esteira, ou direcionado diretamente para as caldeiras onde será queimado e seu vapor transformado em energia, em um processo conhecido por cogeração de energia ou bioeletricidade. As usinas brasileiras são autossuficientes em energia no período da safra e ainda exportam um excedente para as redes de distribuição vendendo, assim, créditos de carbono em conformidade com o protocolo de Kyoto. Cada tonelada de cana processada gera em média 260 quilos de bagaço e a energia cogerada pode acionar as moendas dos processos elétricos ou o vapor utilizado para o acionamento que transforma energia térmica em mecânica. Depois de extraído o caldo da cana, o próximo passo será um tratamento neste caldo que tem como finalidade a retirada de impurezas solúveis e insolúveis nele encontradas. O tratamento pode ocorrer em várias fases desde a passagem deste caldo por peneiras, por meio de força centrífuga para separar os materiais sólidos do líquido, pesagem do
  • 5. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção caldo, permitindo melhor controle químico do processo e tratamento químico do caldo. Depois de tratado, o caldo pode ser encaminhado para a fabricação de açúcar ou de etanol. No primeiro caso, o caldo passa por um processo conhecido como “sulfitação”, que tem por objetivo inibir reações que causam formação de cor como, por exemplo, o escurecimento do caldo, coagulação de coloides e ainda, diminuir a viscosidade do caldo. Após isso, o caldo é submetido à calagem que tem como objetivo diminuir o PH e eliminar corantes. Enfim, o caldo é preparado para a próxima fase: o aquecimento. Nela, o caldo é aquecido à aproximadamente 105 ºC com a finalidade de acelerar e facilitar a coagulação aumentando a eficiência da decantação e possibilitando a degasagem, ou seja, a retirada dos gases que ainda possam constar neste caldo que está sendo preparado. Depois de aquecido, o caldo é purificado em um processo chamado decantação ou clarificação. O caldo decantado é retirado da parte superior de cada compartimento e enviado ao setor de evaporação para concentração. As impurezas sedimentadas constituem o lodo, que normalmente é retirado do decantador pelo fundo e enviado ao setor de filtração para que o açúcar ainda existente neste lodo possa ser retirado. Na sequência, o caldo passa por evaporadores para ser depois cozido, cristalizado, centrifugado e secado. Depois deste processo, o açúcar, que pode então ser refinado ou ganhar outras formas e especificações é ensacado, pesado e armazenado até ser transportado para o mercado consumidor. Já no caso do etanol, após passar pelo tratamento primário de peneiramento, o caldo é submetido a um tratamento mais complexo que implica na adição de cal, aquecimento e posterior decantação, ou seja, um tratamento semelhante àquele utilizado na fabricação do açúcar. Livre de impurezas e devidamente esterilizado o caldo está pronto para ser encaminhado para a fermentação onde os açúcares são transformados em álcool. As reações ocorrem em tanques denominados “dornas de fermentação”. O tempo de fermentação varia de seis a dez horas e ao final deste período, praticamente todo o açúcar já foi consumido com a consequente redução da liberação de gases e multiplicação do fermento. Após a fermentação, o caldo agora chamado de “vinho”, é enviado à centrífugas para a
  • 6. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção recuperação do fermento que é tratado novamente e utilizado para a continuidade do processo fermentativo. O excedente de fermento pode ser encaminhado para a secagem dando origem a um novo produto: a levedura seca que será comercializada como complemento alimentar animal ou humano como fonte de proteínas. O “vinho” centrifugado é encaminhado para a destilaria, processo este que se utiliza dos diferentes pontos de ebulição nas diversas substâncias voláteis presentes, separando- as. A operação é realizada com o auxílio de colunas distribuídas em vários troncos. Uma coluna tem por finalidade esgotar a maior quantidade possível de álcool do seu produto de fundo, que é denominado vinhaça. Após extraído o álcool, essa vinhaça, composta basicamente de água e sais minerais, ainda é utilizada na agricultura como fertilizante. O álcool, produto final dos processos de destilação e retificação é chamado de álcool hidratado, uma mistura binária por ser composto tanto por álcool (96%) quanto por água (4%). Este álcool hidratado pode ser comercializado desta forma ou passar por um processo de desidratação transformando-se no álcool anidro, que é utilizado no Brasil como aditivo para a gasolina. Depois de pronto, o álcool produzido é armazenado em tanques de grande volume situados nos parques industriais para serem embarcados e enviados aos seus respectivos pontos de vendas. Diante disso, a Figura 1, ilustra um modelo de cadeia produtiva da cana-de-açúcar. Figura 1 – Cadeia produtiva da cana-de-açúcar
  • 7. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção Fonte: OLIVEIRA, 2017. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/321479558_Investimentos_no_setor_sucroenergetico_analise_do_perfil_das_operac oes_automaticas_de_financiamento_contratadas_com_o_sistema_BNDES_no_periodo_de_2000_a_2015 Após o entendimento de todo o processo da usina “Monte Dulce”, você e sua equipe foram contratados para prestar serviços de consultoria para a Usina. Após algumas análises preliminares, vocês perceberam que a usina deve estar com a questão orçamentária em dia, ou seja, a empresa deve ter um planejamento financeiro adequado, entender seus custos de produção, entre outros. Também é necessário verificar a capacidade de produção, para isto será necessário saber qual que é o tempo de produção.
  • 8. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção Para que a família dona da Usina fique satisfeita com os serviços prestados, vocês deverão resolver os passos a seguir e apresentar os resultados. Agora, é com vocês! Bom trabalho! Passo 1: Conforme descrito na situação geradora de aprendizagem, a Usina “Monte Dulce”, possui processos complexos para obter seus produtos finais (açúcar e álcool). Logo, para que a “Monte Dulce”, tenha eficiência em sua produção é necessário que seus colaboradores tenham o devido conhecimento de suas atribuições, além de ter equipamentos, máquinas, tecnologia da informação e uma gestão adequada para aumentar sua produtividade. Portanto, você e sua equipe devem auxiliar a Usina “Monte Dulce”, nos seguintes questionamentos: 1.1) Vocês devem esclarecer para a alta administração da “Monte Dulce”, que o conhecimento é fundamental em toda e qualquer empresa, logo, devem explicar o que é o conhecimento explícito e o conhecimento tácito, além de explicar as dimensões cognitivas e técnicas do conhecimento tácito. 1.2) Sabe-se que a espiral do conhecimento mostra como se dá a criação do conhecimento mediante a interação dinâmica entre conhecimento tácito e conhecimento explícito. De acordo com Takeuchi e Nonaka (2008), que a conversão do conhecimento pode ser representada por um ciclo, que geralmente é referenciado como modelo SECI ou espiral SECI (sigla originada das iniciais socialização, externalização, combinação e internalização do conhecimento. Portanto, explique as etapas desse modelo: Socialização: Internalização: Externalização:
  • 9. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção Combinação 1.3) Sabendo que a Usina “Monte Dulce” possui concorrentes, logo ela precisa tomar decisões rápidas e assertivas. Nesse contexto, a tecnologia da informação possui um papel fundamental para as organizações manterem vantagem competitiva perante a concorrência. Portanto, você e sua equipe, analisaram e indicaram que a Usina “Monte Dulce” tenha um sistema de BI (Business Intelligence ou Inteligência de Negócios). Agora, vocês devem explicar para a alta administração da Usina “Monte Dulce” o que é o BI e como ele pode contribuir nas tomadas de decisões. Bibliografia recomendada: AKKARI, Alessandra Cristina Santos. Gestão do conhecimento e da tecnologia da informação. Londrina : Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2018. Passo 2: 1- Você e sua equipe de consultoria, ao visitarem a Usina "Monte Dulce”, detectaram a necessidade de realizar um estudo de tempo e métodos em uma das operações manuais (realizada apenas por um operador) da usina, de modo a aumentar a produtividade dessa operação. Esse estudo de tempos e métodos teve como objetivo definir o tempo padrão e por meio deste, definir a capacidade produtivo desse setor em estudo. Diante disto, você e sua equipe realizaram 30 tomadas de tempos (em minutos), conforme demonstra a tabela 1. Tabela 1 - Tempos cronometrados em minutos 5,45 5,38 5,54 5,62 5,41 5,37 5,5 5,27 5,42 5,18 4,98 5,23 5,86 5,21 5,74 5,25 4,92 4,97 5,14 5,55 5,68 5,35 4,95 5,33 5,12 5,67 5,45 5,12 4,99 5,21 Fonte: elaborada pelos autores.
  • 10. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção OBS: O expediente de trabalho é de 8 horas por turno e a usina opera em um único turno. Diante dos valores apresentados na tabela, agora é necessário calcular: 1.1) O Tempo Médio (TM). 1.2) O Tempo Normal (TN). OBS: Para o FR (Fator de Ritmo) utilizar o valor de 95% (0,95) 1.3) O Fator de tolerância (FT). OBS: Para a tolerância total, considerar o tempo de 180 minutos. 1.4) O Tempo Padrão (TP) 2 – A Usina Monte Dulce, apesar de ter bastante processos mecanizados e automatizados, conta com colaboradores para realizarem determinados processos. Logo, vocês devem explicar para a alta administração a importância em se analisar a Carga de trabalho. Bibliografia recomendada: PINTO, Valdir Rogério Corrêa. Engenharia de métodos. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. Passo 3: As organizações são formadas por pessoas, logo é essencial planejar o valor que será gasto em mão de obra na organização. O orçamento de mão de obra tem o objetivo de quantificar e monetizar todos os gastos relacionados a demanda de mão de obra para a produção de um bem ou serviço, bem como a mão de obra exigida nas operações dos departamentos de apoio (administrativo, comercial, financeiro, etc...). A mão de obra pode ser classifica em mão de obra direta (MOD) e em mão de obra indireta (MOI). Segundo Hoji (2018) o orçamento de mão de obra direta (MOD) busca determinar a quantidade e o valor total de horas de mão de obra que está relacionada diretamente com a
  • 11. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção produção. Por outro lado, a mão de obra indireta está relacionada as atividades de supervisão e de apoio à produção, mas que não tem relação direta com o produto, porém, é essencial para a sua fabricação e comercialização. E você, na qualidade de consultor, em uma reunião com a empresa Monte Dulce, deverá calcular os gastos total que a empresa terá no próximo ano com a mão de obra (mão de obra direta + mão de obra indireta). A Monte Dulce para produzir o açúcar refinado, precisa de uma equipe que custa R$700,00 por hora de produção. Para produzir 1 toneladas desse produto, é necessário 0,25 horas de produção. A Usina de açúcar e etanol Monte Dulce pretende vender cerca de 20.000 toneladas sob encomenda no próximo ano e gostaria de orçar os gastos com Mão de Obra Direta (MOD) e com (MOI). A empresa conta ainda com um gerente de produção que custa 2% de cada tonelada produzida. Com as informações apresentadas, espera-se que você realize o orçamento de mão de obra para a empresa Monte Dulce para os próximos seis meses. Para resolução dessa atividade, segue uma sugestão para preenchimento:
  • 12. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção Bibliografia recomendada: PADOVEZE, Clóvis Luís. Planejamento orçamentário. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. (Minha Biblioteca). Passo 4: O bagaço da cana-de-açúcar, considerado um subproduto, é o maior resíduo da agroindústria brasileira. Estima-se que, a cada ano, sobrem de 5 a 12 milhões de toneladas deste material, que corresponde a aproximadamente 30% da cana moída. As próprias usinas utilizam de 60% a 90% do bagaço produzido como fonte energética (substitui o óleo combustível no processo de aquecimento das caldeiras) e para a geração de energia elétrica. Os proprietários da usina sempre se preocuparam na redução e aproveitamento dos resíduos oriundos do processo de extração do caldo da cana-de-açúcar. Assim, nesta etapa do projeto, você e sua equipe terão de explicitar alguns questionamentos a respeito da utilização do bagaço de cana, já que a usina tem apresentado elevado custo para destinar adequadamente os resíduos, podendo tratá-los internamente. Dessa forma: a) Explique o que são fonte alternativas de energia e quais as suas perspectivas. Cite 3 exemplos descrevendo suas principais aplicações, vantagens e desvantagens. b) Explique o processo de cogeração de energia ou bioeletricidade. Esse processo pode ser considerado como fonte alternativa de energia? Por quê? c) O bagaço tem sido utilizado em outras aplicações em nosso cotidiano, fora a geração de energia e adubagem. Cite pelo menos duas aplicações e suas características. Bibliografia recomendada: http://www.biomassaworld.com.br/wp-content/uploads/2016/04/a-importncia-da-utilizao-do- bagao-de-cana-de-acar.pdf, acesso em 23/06/2022. TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com
  • 13. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção https://revistapesquisa.fapesp.br/propriedades-do-bagaco-da-cana-de- acucar/#:~:text=O%20baga%C3%A7o%20da%20cana%2Dde,maior%20res%C3%ADduo%20da%20ag roind%C3%BAstria%20brasileira.&text=As%20pr%C3%B3prias%20usinas%20utilizam%20de,a%20ge ra%C3%A7%C3%A3o%20de%20energia%20el%C3%A9trica. Acesso em 23/06/2022. Passo 5: Na visão da Engenharia de Produção, o Projeto de Fábrica, conceitualmente também denominado de projeto do sistema produtivo, é um conjunto de questões estratégicas estruturais que devem ser projetadas pelos Engenheiros de Produção, visando criar uma vantagem competitiva de longo prazo para a empresa, uma vez que os elementos principais do Projeto de Fábrica podem ser, nesta fase, projetados e reprojetados para melhor posicioná-lo no mercado (NEUMANN, 2015). Pensando neste contexto e na nossa SGA, responda: a. Quais são as etapas que compõem o projeto de uma fábrica? Descreva cada uma delas. Lembre-se de citar a(s) fonte(s) de pesquisa no formato ABNT. Bibliografia recomendada: NEUMANN, Clóvis. Projeto de fábrica e layout. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. PANSONATO, Roberto. Projeto de fábrica e arranjo físico. Curitiba: Contentus, 2020 POUND, Edward S.; BELL, Jeffrey H., SPEARMAN, Mark L. A ciência da fábrica para gestores: como líderes melhoram o desempenho em um mundo pós-Lean Seis Sigma. Porto Alegre: Bookman, 2015. NORMAS PARA ELABORAÇÃO E ENTREGA DA PRODUÇÃO TEXTUAL 1. O trabalho será realizado em grupos, de 02 a 07 alunos, no máximo. 2. A formação dos grupos é de responsabilidade dos alunos; no entanto, solicitamos que sigam as orientações do Tutor Presencial, responsável por cadastrar os grupos no sistema.
  • 14. PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO – PTG Engenharia de Produção 3. Importante: somente o líder do grupo conseguirá cadastrar o trabalho finalizado no sistema, o que deverá ser feito na pasta específica (“atividades interdisciplinares”), obedecendo ao prazo limite de postagem, conforme disposto no cronograma do curso. Não existe prorrogação para a postagem da atividade. 4. O trabalho final deve conter, depois de pronto, capa e folha de rosto padrão da Universidade, sendo organizado no que tange à sua apresentação visual (tipos e tamanhos de fontes, alinhamento do texto, espaçamentos, adentramento de parágrafos, apresentação correta de citações e referências, entre outros elementos importantes), conforme modelo disponível no AVA. 5. A produção textual é um trabalho original e, portanto, não poderá haver trabalhos idênticos aos de outros alunos ou com reprodução de materiais extraídos da internet. Os trabalhos plagiados serão invalidados, sendo os alunos reprovados na atividade. Lembre-se de que a prática do plágio constitui crime, com pena prevista em lei (Lei n.º 9.610), e deve ser evitada no âmbito acadêmico. 6. Importante: O trabalho deve ser enviado em formato Word. Não serão aceitos, sob nenhuma hipótese, trabalhos enviados em PDF. A seguir, apresentamos a vocês alguns dos critérios avaliativos que nortearão a análise do Tutor a Distância para atribuir o conceito à produção textual: • Normalização correta do trabalho, em respeito às normas da ABNT, com atendimento ao número de páginas solicitadas. • Apresentação de estrutura condizente com a proposta apresentada (com introdução, desenvolvimento e conclusão). • Uso de linguagem acadêmica adequada, com clareza e correção, atendendo à norma padrão. • Atendimento à proposta, contemplando todos os itens solicitados, com objetividade, criatividade, originalidade e autenticidade. • Fundamentação teórica do trabalho, com as devidas referências dos autores eventualmente citados. Lembre-se de que seu Tutor a Distância está à disposição para lhes atender em suas dúvidas e, também, para repassar orientações sempre que vocês precisarem. Aproveite esta oportunidade para realizar um trabalho com a qualidade acadêmica de nível universitário. Bom trabalho a todos! Equipe de professores. TEMOS A PRONTA ENTREGA WhatsApp: (91) 98764-0830 E-mail:direcionamentouniversitario@gmail.com