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Recife, Fevereiro de 2017 - Ano III - nº 20
CH Notícias
Recife, Fevereiro de 2017 - Ano III - nº 20
CH Notícias
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EMBALAGEM VERBAL
Emmanuel
Nota com que revestes
O que escreves ou falas.
Aspereza no verbo
Cria mais aspereza.
Sarcasmo na palavra
Gera obscenidade.
Muita gente adoece
Da emoção maltratada.
Nem doçura demais,
Nem crônico azedume.
O conselho só vale
Na embalagem que mostra.
(Mensagem extraída do livro DOUTRINA-ESCOLA, de
Francisco Cândido Xavier – autores diversos)
O PROBLEMA DOS RELACIONAMENTOS
Aline Etiene de Arruda Jordão
“O ser humano de forma alguma pode viver sem os relacionamentos que lhe constituem fatores
básicos para o enfrentamento dos desafios e o desenvolvimentodos valores que lhe jazem interior-
mente de forma embrionária”. 1
Como bem afirmou Joanna de Ângelis, o ser humano precisa da interação com os outros para sobreviver, se com-
pletar e ser feliz. O compartilhamento da vida com a família e com os amigos é essencial para o desenvolvimento do
indivíduo. Apesar de já ter se passado milênios, o homem ainda não aprendeu a conviver bem com seu semelhante.
Há situações em que o isolamento é bem vindo, como por exemplo: para avaliar o momento que se está passando,
para desenvolver a criatividade, para estudar profundamente determinado assunto. Mas a solidão total deve ser evi-
tada, pois pode causar depressão, levar a diversos vícios e a outros malefícios.
É certamente um dos assuntos mais complexos de se entender, pois amores e ódios surgem a partir dos relacio-
namentos, uma vez que da interação entre as pessoas, afloram emoções, impressões, preconceitos... Ensina ainda
Joanna de Ângelis, que
“Todo relacionamento é um compromisso de intercâmbio, de doação e de oferta, de generosida-
de e de libertação”. 2
No dia a dia a interação se dá em diferentes ocasiões: em casa, com os familiares; na escola, com professores e
colegas; no trabalho, com subordinados e superiores; e ainda: no supermercado, no trânsito etc. E nestas diferentes
ocasiões, muda-se o modo de dialogar, de reagir. Muda-se até o humor, conforme as circunstâncias.
Relacionar-se é difícil, pois envolve a troca de sentimentos e de ideias, e nem sempre há compreensão com relação
ao ponto de vista ou com o jeito de ser do outro.
Porém, é convivendo com as outras pessoas que se aprende, pois relacionar-se bem envolve uma grande dose de
aceitação, de perdão, de tolerância, de respeito.
“A intolerância, por exemplo, filha espúria do egoísmo, é uma das grandes responsáveis pelo afas-
tamento das pessoas, dificultando os relacionamentos que poderiam ser produtivos e compensa-
dores”.3
E que dizer quando no mesmo lar há antipatias sem explicação? Irmãos que não se suportam, pai que não tolera o
filho (às vezes desde o nascimento), inimizades gratuitas que sabemos existir, que por mais que uma das partes se
esforce, não consegue relacionar-se bem com a outra?
Há situações que não tem como se explicar de forma satisfatória sem a chave do Espiritismo. Já disse Emmanuel:
“Nos elos da consanguinidade, reavemos o convívio de todos aqueles que se nos associaram ao
destino, pelos vínculos do bem ou do mal, através das portas benditas da reencarnação”. 4
A reencarnação de pessoas que foram adversárias em outras existências no mesmo seio familiar provoca essas anti-
patias ditas gratuitas, mas na verdade o que ocorre é que os espíritos reencarnantes se “reconhecem” inconsciente-
mente, gerando ainda mágoas e rancores sem explicação aparente.
Isso acontece porque:
“Representando a família a mais valiosa célula do organismo social, é nela que se encontram os
Espíritos necessitados de entendimento, de intercâmbio de sentimentos e de experiências, de for-
ma que o lar se faz sempre a escola na qual os hábitos irão definir todo o rumo existencial do ser
humano.”5
Da mesma forma se dá com aqueles indivíduos que se amaram em outra existência e que se reencontram, não na
mesma família, mas há enorme sintonia entre eles, como se fossem “irmãos de sangue”.
Aceitar os defeitos do outro, conviver com pessoas que nos desejam o mal é tarefa muito difícil. Por isso aconselha
Emmanuel:
“Se a presença de alguém nos é penosa ou difícil ao coração, anulemos os impulsos negativos que
nos surjam na lama e convertamos as nossas relações com esse alguém numa sementeira constan-
te de paz e luz”.6
Quem conhece a Lei de Causa e Efeito consegue identificar as situações de encontro de almas para o resgate das
faltas e para o exercício do perdão. O esforço para tolerar o adversário de outras vidas, que agora é forçado a conviver,
é a prova que deve ser cumprida, para o adiantamento moral.
“O desafio do relacionamento é um gigantesco convite ao amor, a fim de alcançar a plenitude
existencial”.7
Então, qual a receita para relacionar-se bem com os outros? Jesus, há mais de dois mil anos, já ensinava à humani-
dade: “amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo”. Esta é a fórmula para se relacionar
bem com todos. Fiquem com Deus.
_____________________________________________________________________________________________
1
O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco.
2
Garimpo de Amor. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco.
3
Idem.
4
Leis de Amor. Emmanuel, psicografado por Francisco Xavier.
5
O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco.
6
Leis de Amor. Emmanuel, psicografado por Francisco Xavier.
7
O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco
FRANCISCO PEIXOTO LINS, filho de Miguel Peixoto Lins e de Joana Alves Peixoto, nasceu
na cidade de Pacatuba, Ceará, no dia 1º de fevereiro do ano de 1905 constando, entretan-
to, em seu Registro Civil, o ano de 1907.
Perdendo a mãe ainda em terna idade, foi morar com os tios maternos na cidade de For-
taleza, onde passou a infância e estudou o curso primário.
Foi também por influência dos tios que entrou num Seminário Católico para estudar e se-
guir carreira eclesiástica. Foi aí que começou a questionar o porquê das diferenças sociais
tão marcantes; dos motivos das anomalias dos seres humanos e outros temas peculiares.
Não aceitava as explicações e justificativas que recebia, e nem encontrava respostas que o convencesse, levando a
ter sérias dúvidas acerca da existência de Deus, de Sua bondade e dos dogmas da Igreja. Indagava: “Se somos filhos
de Deus, porque tantas diversidades?” Porque razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros defor-
mados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter?”. Dizia então: “Se Deus existe,
não é esse ser unilateral de que fala a religião católica”. Com isso, passou a sofrer dos seus educadores, perseguições,
penas e castigos disciplinares e a pagar penitências como corretivo para indagações tão “irrefletidas”, levando-o a
desistir do Seminário.
Contava com 14 anos de idade quando saiu do Seminário e, com a permissão dos tios, deixou o Ceará e foi morar
no Amazonas para trabalhar nos seringais na extração da borracha na busca por uma melhor situação financeira.
Era destemido, mas estava sozinho, sem parentes e amigos para enfrentar os perigos da região e o sofrimento do
trabalho árduo.
Após dois anos, decidiu regressar para Fortaleza.
Nessa época começou a sofrer as primeiras influências de uma séria obsessão. Tinha um porte infantil, franzino.
Era pequeno e muito magro e, apesar disso, era metido a valentão. Os espíritos menos esclarecidos que o envolviam
davam-lhe uma excepcional força tornando-o capaz de lutar e vencer vários homens, fato este que começou a se
tornar constante no seu dia a dia. Certa feita, após travar uma luta com vários rapazes, foi transportado, ileso, para
uma praia deserta e distante.
Peixotinho, como passou a ser conhecido por todos, temendo consequências mais sérias, decidiu não mais sair de
casa.
Seus obsessores, entretanto, estavam dispostos a não lhe dar trégua. Peixotinho foi acometido por um estranho
caso de desprendimento em que permaneceu, por mais de 20 horas, completamente cataléptico, já sendo conside-
rado quase morto. Por pouco não foi sepultado vivo.
Após esse fato, outro mais, veio para lhe constranger. Passou a sofrer de uma paralisia debilitante que o prostrou,
com dores, no leito pelo período de seis meses. Nenhum tratamento médico prestado surtia qualquer melhora no
quadro clínico. Não restavam muitas esperanças para seu restabelecimento.
Nenhum amigo ou ninguém da família estava preparado para ajudá-lo. Não praticavam e sequer conheciam, os fe-
nômenos espíritas Eram católicos fervorosos e temiam envolver-se com o Espiritismo.
Entretanto, um vizinho, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, comovido com seu sofrimento solicitou
permissão à família para prestar-lhe socorro com preces e aplicação de passes.
Permissão dada, o tratamento foi iniciado com o Evangelho no Lar, aplicação de passe e uso da água fluidificada e,
como forma de distração, Peixotinho passou a ler alguns romances Espíritas que atiçaram sua sede de conhecimento
e o levaram a procurar a Codificação Kardequina como forma de se aprofundar e entender melhor o que lia.
Em menos de um mês a melhora já era visível e, pouco a pouco seu estado físico foi voltando à normalidade tornan-
do-o liberto da enfermidade.
Logo que voltou a andar, Peixotinho passou a frequentar um Centro Espírita onde iniciou seu desenvolvimento
mediúnico sob a orientação do major Vianna de Carvalho, que na época prestava serviço ao Exército Nacional em
Fortaleza. Lá começou a dirimir, também, todas as dúvidas que o atormentavam no passado sobre encarnações, sobre
Deus e Sua infinita bondade que dava diversas oportunidades aos filhos na caminhada para a evolução espiritual.
Não parou mais de estudar a doutrina e de praticar suas diretrizes. Tornou-se, a partir daí um excelente médium de
materialização e de efeitos físicos. Por seu intermédio, dentro dos mais puros preceitos da doutrina, foram produzidas
materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos.
Em 1926 transferiu-se para o Rio de Janeiro, então capital da República se alistando no Exército Brasileiro e apresen-
tando-se para servir na Fortaleza de Santa Cruz da Barra.
Tempos depois foi transferido para a cidade Fluminense de Macaé, litoral do Estado. Sempre sensível e interessado
na causa espírita, decidiu fundar o Centro Espírita Pedro, como uma oficina de trabalho, e onde, a partir de então,
passou a exercer com total zelo, respeito e amor o Espiritismo.
Foi ainda residindo em Macaé que casou, em 1993, com D. Benedita Vieira Fernandes, carinhosamente apelidada,
por ele, de “Baby”.
Por exercer carreira militar, foi transferido diversas vezes chegando a residir, ainda, em Santa Catarina, São Paulo,
Distrito Federal, e também em Imbituba, em Santos e em Campos dos Goitacazes. Nunca abandonou os estudos nem
a prática doutrinária sempre fundando, por onde passava, um posto de receituário homeopata, onde atuava em so-
corro aos doentes e necessitados.
Ao ser novamente transferido de Imbituba para a Fortaleza de São João no Rio de Janeiro, em 1945, encontrou-se
com Antônio Alves Ferreira, um velho confrade do Grupo Espírita Pedro, de Macaé.
Na casa desse amigo teve início um culto doméstico que tinha reuniões semanais. Em poucos meses, já se fazia ne-
cessário um local mais amplo. Assim, fundaram, junto com mais outros dois amigos, Jacques Aboab e Amadeu Santos,
o Grupo Espírita André Luiz que teve, por sede provisória, o escritório de representações de Jacques localizado à Rua
Moncorvo Filho, 27, Sobrado, Rio de Janeiro. Nele, Peixotinho exercia sua mediunidade como receitista e curador. As
sessões de materializações luminosas também aconteciam rotineiramente.
Em 1948, numa viagem a cidade de Pedro Leopoldo, Peixotinho teve seu primeiro encontro com Francisco Cândido
Xavier. Juntos puderam realizar várias reuniões de materializações e de tratamento.
Ainda em 1948 foi transferido, dessa vez para Santos, onde frequentou o Centro Espírita Ismênia de Jesus.
No final do ano de 1949 ao ter sido transferido definitivamente para a cidade de Campos passou a frequentar o
Grupo Espírita Joana D’Arc sem nunca abandonar o culto doméstico da leitura do Evangelho que fazia com familiares
e amigos.
Com o crescimento da frequência desse estudo, logo surgiu o Grupo Espírita Aracy, o qual Peixotinho dedicou seus
últimos anos da última encarnação. O nome Aracy foi por referência ao guia espiritual que se apresentou como tendo
sido, na última encarnação, uma filha de Peixotinho.
Como todo médium praticante sério, Peixotinho também foi vítima de muitas calúnias. Entretanto, nunca se abateu.
Manteve grande zelo pelos princípios da doutrina que abraçara. Nunca aceitou qualquer influência alheia à pureza
da doutrina. Dedicou-se aos casos de obsessão chegando a hospedar, em seu próprio lar, os doentes que dele ne-
cessitavam. Deu, de graça, o que de graça sempre recebeu: auxílio, dedicação, amparo e amor. Usava os dons me-
diúnicos para ajudar. Jamais para tirar proveito próprio. Apesar das ingratidões pelas quais passou, nunca reclamou
de ninguém e sempre soube perdoar. Era sempre alegre e brincalhão, considerado como uma verdadeira criança por
muitos. Seguia servindo sempre com humildade, respeito e grande satisfação por servir os irmãos sofredores.
Nunca cobrou por seus dons mediúnicos. Viveu exclusivamente de seus vencimentos de oficial, no posto de capitão,
da reserva do Exército.
Peixotinho, apesar de receitista, padeceu de sérias crises asmáticas, aceitando-as como uma provação. Mesmo so-
frendo, jamais parou de servir nem desanimou da sua caminhada a serviço do bem.
Seus dons mediúnicos atingiram uma extensa variação de fenômenos, entre eles: o transporte e materialização de
pedras e de cristais1
, oriundas de lugares bem remotos e diversos como do Oceano Pacífico, Paraguai, Inglaterra e Mar
Morto, algumas delas ainda impregnadas de perfume e odores totalmente desconhecidos, mas agradáveis ao olfato.
A ele era comum também, o fenômeno da “escrita direta no papel” não havendo nem papel, caneta ou lápis por per-
to. As escritas que se davam de “forma invertida” sendo necessário um espelho para lê-las, além das comunicações
em outras línguas e dialetos somados, a tudo isso, as famosas materializações iluminadas e demais fenômenos de
efeitos físicos.2
Por toda essa sua excepcional qualidade mediúnica, destacou-se nos movimentos espíritas brasileiros tornando-se
conhecido, principalmente, pelas materializações luminosas e pelo seu comportamento ilibado, sério e comprome-
tido com a verdade e a caridade. Atualmente é reconhecido como o “maior médium de materialização do Brasil”.
A Peixotinho também, muito se deve à consolidação, no Brasil, da Homeopatia, atualmente já admitida nos meios
acadêmicos e no tratamento de diversas patologias.
Desencarnou na cidade de Campos – RJ, em 16 de junho de 1966, às seis horas da manhã, deixando aos cuidados da
viúva, D. Benedita, seus nove filhos.
_______________________________________________________________________________________________
1
Fenômeno muito raro denominado de “Aporte”.
2
Muitos dos objetos materializados por Peixotinho encontram-se no Museu Allan Kardec, no município de Campos. Lá podem
ser vistos também fotos e cartas escritas por Chico Xavier para o médium.
Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20
girantes&pasta=ano%20196
Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20
girantes&pasta=ano%20196
Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969.
Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20
girantes&pasta=ano%20196
“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de
nossos propósitos”. – Bezerra de Menezes
(Extraída do Reformador: nov-dez /1980, mensagem: “Unificação” – Bezerra de Menezes, psicografia de Francisco
Xavier)
“Espírito algum construirá a escada de ascensão sem atender às determinações do auxílio mútuo”. – Bezerra de
Menezes
(Extraída do livro: Cartas do Coração, mensagem: “Mediunidade” - Bezerra de Menezes, psicografia de Francisco
Xavier)
Fatalidade [do latim fatalitate]
1. Que tem de ser, irrevogável, inevitável; destino. 2. Desgra-
ça; sucesso ruinoso. 3. Para o Espiritismo, a única fatalidade
da vida material é a morte biológica, com a consequente de-
sencarnação do Espírito. Ver: Livre-arbítrio.
Formas-pensamento
São as ideias projetadas pela mente humana e materializa-
das no mundo espiritual, construções substanciais na esfera
da alma que se mantêm pela força de sustentação de nossos
pensamentos. Ver: Ideoplastia.
Ideoplastia [do grego idéa + plásso ou plát-
to + -ia]
1. Modelagem da matéria pelo pensamento. 2. A materiali-
zação do pensamento, criando formas que pode ter grande
durabilidade. Imagens-molde.
Palingenesia - [do grego palin + genes (e) +
-ia]
Renascimentos sucessivos dos mesmos indivíduos. Ver: Re-
encarnação.
ESPÍRITAS INSTRUÍ-VOS
A necessidade do estudo se faz presente em todas as áreas de nossa existência, seja quando estamos na pátria espi-
ritual, ou enquanto estamos encarnados; estudos no âmbito profissional, pessoal e, como não poderia deixar de ser,
espiritual. O consolador prometido nos trouxe a oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre a vida espiritual e
seus diversos aspectos.
A literatura espírita, que tem como base a Codificação, é ampla e pode nos auxiliar, desde que saibamos usufruir da
mesma com sabedoria. Assim como outras áreas de conhecimentos, é necessário discernimento na hora de eleger a
fonte do conteúdo consultada. Devendo-se ter o cuidado de investigar as fontes e não tomar o conteúdo lido como
uma verdade absoluta. Ainda se está em um patamar evolutivo no qual existe muita dificuldade para se compreender
os ensinamentos evangélicos, devido às limitações humanas. Aceitar tudo o que se lê ou se escuta, apenas por se
colocar a palavra “espiritismo” no texto/discurso, é incorrer no erro da fé cega.
Posto ainda existirem irmãos que se comprazem em atuar como “falsos Cristos” e “falsos profetas”, por isso escre-
vem obras de cunho duvidoso, primando pela mistificação e mesmo buscando se aproveitar da credulidade de seu
próximo para escreverem livros fantasiosos. Levando muitos a uma visão distorcida acerca do que é a realidade espi-
ritual, incutindo medo ou devaneios em seus leitores. Eis aí necessidade do estudo crítico, investigativo, questionador
e amparado pelo bom senso.
Portanto irmãos, estudem, contudo, busquem autores sérios, cuja conduta e obra literária condiga com os ensina-
mentos da doutrina espírita. Vive-se a era da tecnologia, não existem desculpas para se permitir ludibriar. Inspiremo-
nos em Kardec que enquanto estava recebendo as mensagens que iriam compor a Codificação, fez questão de buscar
diferentes médiuns, de repetir de modo distinto os mesmos questionamentos, para poder aceitar aquela mensagem
como verdadeira.
Fé raciocinada, é o que propõe a doutrina espírita, que sigamos guiados por essa diretriz, rumo à evolução!
XENOGLOSSIA
Xenoglossia (do grego xen(o) = estranho, estrangeiro + gloss(o) (a) + -ia = língua) consiste no falar, de forma espontânea, lín-
gua ou línguas, estranhas ao próprio médium.
Segundo Ernesto Bozzano, pesquisador dos fenômenos metapsiquicos e escritor do Livro Xe-
noglossia, “é o ato, muito raro, de alguém ser capaz de falar, fluentemente, idiomas que nunca
aprendeu ou estudou, como, por exemplo, falar alemão sem ser um nativo ou convivido com al-
gum”. Pode até mesmo acontecer de se falar línguas que só existiram no passado sendo, por isso,
totalmente estranha na sociedade atual.
No Livro dos Médiuns, Capítulo XVI e Capítulo XIX, item 23, 15º, 16º temos a resposta dos espí-
ritos para a questão.
15ª Os Espíritos só têm a linguagem do pensamento; não dispõem da linguagem articulada, pelo
que só há para eles uma língua. Assim sendo, poderia um Espírito exprimir-se, por via mediúnica,
numa língua que jamais falou quando vivo? E, nesse caso, de onde tira as palavras de que se serve?
“Acabaste tu mesmo de responder à pergunta que formulaste, dizendo que os Espíritos só têm uma língua, que é a do pensa-
mento. Essa língua todos a compreendem, tanto os homens como os Espíritos. O Espírito errante, quando se dirige ao Espírito
encarnado do médium, não lhe fala francês, nem inglês, porém, a língua universal que é a do pensamento. Para exprimir suas
ideias numa língua articulada, transmissível, toma as palavras ao vocabulário do médium.”
16ª Se é assim, só na língua do médium deveria ser possível ao Espírito exprimir-se. Entretanto, é sabido que escreve em idio-
mas que o médium desconhece. Não há aí uma contradição? “Nota, primeiramente, que nem todos os médiuns são aptos a esse
gênero de exercício e, depois, que os Espíritos só acidentalmente a ele se prestam, quando julgam que isso pode ter alguma uti-
lidade. Para as comunicações usuais e de certa extensão, preferem servir-se de uma língua que seja familiar ao médium, porque
lhes apresenta menos dificuldades materiais a vencer.”
Temos, ainda, referências desse fenômeno, no livro: “Nos Domínios da Mediunidade” – psicografado por Chico Xavier, quando,
em uma sessão, André Luiz (autor) presencia uma entidade se manifestando num linguajar que nenhum dos presentes entendia.
Tratava-se de um antigo dialeto falado na velha Toscana (Itália).
O termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet1
como contraponto ao termo Glossolalia que já era conhecido. En-
quanto a Xenoglossia refere-se a falar línguas desconhecidas (ou mediunidade poliglota, pois quem fala, através do médium, é
uma Entidade Espiritual) a Glossolalia diz respeito a pacientes sonambúlicos que falam ou escrevem pseudolínguas desconheci-
das para quem ouve e só conhecidas nas mentes dos que as elaboram (própria personalidade).
Na Bíblia, em Atos dos Apóstolos (2, v.1 - 6). O dia de Pentecostes2
, (movimentos Pentecostais) faz referência ao dia em que,
estando os apóstolos reunidos, de repente, veio um som como de um vento forte e “línguas de fogo” pousaram sobre eles que,
imediatamente, puseram-se a falar em outras línguas, conforme o mesmo Espírito lhes concedia que falassem. Nascia aí o cris-
tianismo e a manifestação do fenômeno da Xenoglossia.
Já para os Protestantes (movimentos Pentecostalistas), o que ocorre é o fenômeno da Glossolalia, bem diferente, portanto.
Na Xenoglossia as experiências mediúnicas sofrem a influência de entidades extrínsecas aos médiuns e aos presentes nas
sessões.
Considere, por fim, que a Xenoglossia pode ser classificada da seguinte maneira:
# Falante – pela incorporação ou materialização;
# Audiente – quando o médium escuta os espíritos em outros idiomas;
# Escrevente – psicografia ou tiptologia, inclusive com grafia de caracteres estranhos.
# Direta – pela voz (Pneumatofonia) que é o mais frequente desse tipo de fenômeno.
__________________________________________________________________________
1
Charles Robert Richet ( 1850 —1935) foi um médico fisiologista francês descobridor da soroterapia
e da anafilaxia (uma reação alérgica), e um interessado por fenômenos paranormais, tendo criado a
metapsíquica.
2
10 dias depois de Cristo ascender ao céu.
Fotos do médium Peixotinho
Sessões de materialização
Carta escrita por Chico Xavier, com-
provando a veracidade do trabalho
de Peixotinho
Filha de Peixotinho
Foto com Chico Xavier
Foto em família
Pintura de Aracy - Guia Espiritual e filha de Peixoti-
nho em encarnação anterior
Bibliografia do Pentateuco
05 livros fundamentais na Doutrina Espírita
Por Allan Kardec
Garimpo de Amor, de Joanna de Ângelis psicografia de Divaldo
Franco.
Ao navegar pelas páginas deste livro, o leitor ficará deslumbrado
com trinta reveladoras facetas deste fascinante assunto que é o
amor.
Tão antigo quanto recente, o amor é tema que continua desafian-
do homens e mulheres na arte de bem viver.
E amor e Jesus são termos da mesma realidade.
Hipnotismo e Mediunidade, de César Lombroso.
O grande cientista italiano, célebre no campo da psiquiatria e crimi-
nologia, no início do século XX, relata suas pesquisas com fenôme-
nos de natureza hipnótica e mediúnica, visando à comprovação da
comunicação entre os mundos espiritual e físico.
Cita experiências com Eusápia Paladino e assuntos como casas mal
-assombradas, estigmas e levitação de santos, premonição, telepa-
tia e outros temas para análise de estudiosos.
Associação Espírita Casa dos Humildes
www.casadoshumildes.com
Bruno Tavares Expositor Espírita
www.blogdobrunotavares.wordpress.com
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Peixoto_Lins
http://www.ceak.org.br/script/espiritabiografias.asp?codigo=13
http://fraterluz.blogspot.com.br/2013/06/francisco-peixoto-lins-peixotinho.html
http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Peixoto-Lins.pdf
http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=59:peixotinho&Itemid=54
https://hugolapa.wordpress.com/2012/01/06/peixotinho/
http://www.portalkardec.com.br/Livros/Dicionario%20Espirita.htm
http://www.bvespirita.com/Livros-Menu.html
http://www.ceismael.com.br/artigo/grandes-vultos-do-espiritismo.htm
http://bvespirita.com/Xenoglossia%20(Ernesto%20Bozzano).pdf
autoresespiritasclassicos.com
Revista Cristã de Espiritismo, edição 31.
Revista Reformador, Agosto 1966 pg. 18 e 19
https://pt.wikipedia.org/wiki/Xenoglossia
https://www.mundoespirita.net/Xenoglossia.html
http://www.autoresespiritasclassicos.com/autores%20espiritas%20classicos%20%20diversos/Ernesto%20Bozza-
no/16/Ernesto%20Bozzano%20-%20Xenoglossia.htm
CONTATO
Rua Henrique Machado, nº 110
Casa Forte - Recife/PE
(81) 3268-3954
casadoshumildes.com
blogchnoticias.blogspot.com.br
chnoticias@yahoo.com.br
EXPEDIENTE
CH Notícias
Nº 20 – Circulação mensal
Distribuição on-line
Recife-PE, 14/Fevereiro/2017
Presidente: Albonize de França.
Vice-Presidente: Rosa Carneiro.
Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares.
Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho.
Edição: Bruno Tavares, Julio Rêgo,
	 Mônica Porto e Aline Jordão.	
Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti.
ATIVIDADES
ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA
Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. 1º e 3º Domingo de cada mês – 8 h.
Evangelização Infanto-Juvenil
Habilidades na área de educação e de ativi-
dades lúdicas. Boa interação com crianças
e jovens.
Domingo – 16 h.
Passes e vibração Ter feito o curso de passes.
Segundas antes das reuniões
públicas;
Terças, Quartas e Sextas após as reuniões;
Domingos antes e depois das reuniões.
Recepção e atendimento fraterno
Ter feito o curso de passes e ser doutrina-
dor.
Segunda e Quarta – 19 h;
Domingo – 16 h.
Assistência a gestantes
Querer compartilhar saberes e acolher o
próximo.
Quarta – 13 h 30 min e
Um Domingo no mês.
Trabalho mediúnico e doutrinário
Ter feito todos os cursos
básicos e o de passes.
Segunda e Quarta – 19 h 45 min;
Domingo – 16 h
Instrutor e dirigente de reunião
Ter feito os cursos básicos e de passes. Para
instrutor, experiência e comunicação.
Nos dias de curso e de reunião no auditó-
rio.
Assistência às vovozinhas da Casa
dos Humildes
Formação na área da saúde. Para lazer,
nenhum requisito.
De acordo com a disponibilidade.
Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas.
TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.
CURSOS
Segunda-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Curso de Passe
Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM
Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade
Terça-feira
(a cada 15 dias)
19 h 45 min
EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita
ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita
Quarta-feira 19 h 45 min
Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo
Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação
Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação
REUNIÕES PÚBLICAS
Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual.
Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”.
Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais.
Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão.
Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa.
Sexta-feira
19 h 30
Reunião Pública de Estudos Espíritas:
1ª Sexta do mês: André Luiz > Estudando também Chico Xavier;
2ª Sexta: Emmanuel > Estudando também Amélia Rodrigues;
3ª sexta: Joanna de Ângelis > Estudando também Divaldo Franco;
4ª sexta: Bezerra de Menezes > Estudando também Herculano Pires.
Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita.
Domingo 16h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

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Edição n. 20 do CH Notícias - Fevereiro / 2017

  • 1. Recife, Fevereiro de 2017 - Ano III - nº 20 CH Notícias Recife, Fevereiro de 2017 - Ano III - nº 20 CH Notícias Leia todas as edições do CH Notícias no Blog: blogchnoticias.blogspot.com.br EMBALAGEM VERBAL Emmanuel Nota com que revestes O que escreves ou falas. Aspereza no verbo Cria mais aspereza. Sarcasmo na palavra Gera obscenidade. Muita gente adoece Da emoção maltratada. Nem doçura demais, Nem crônico azedume. O conselho só vale Na embalagem que mostra. (Mensagem extraída do livro DOUTRINA-ESCOLA, de Francisco Cândido Xavier – autores diversos)
  • 2. O PROBLEMA DOS RELACIONAMENTOS Aline Etiene de Arruda Jordão “O ser humano de forma alguma pode viver sem os relacionamentos que lhe constituem fatores básicos para o enfrentamento dos desafios e o desenvolvimentodos valores que lhe jazem interior- mente de forma embrionária”. 1 Como bem afirmou Joanna de Ângelis, o ser humano precisa da interação com os outros para sobreviver, se com- pletar e ser feliz. O compartilhamento da vida com a família e com os amigos é essencial para o desenvolvimento do indivíduo. Apesar de já ter se passado milênios, o homem ainda não aprendeu a conviver bem com seu semelhante. Há situações em que o isolamento é bem vindo, como por exemplo: para avaliar o momento que se está passando, para desenvolver a criatividade, para estudar profundamente determinado assunto. Mas a solidão total deve ser evi- tada, pois pode causar depressão, levar a diversos vícios e a outros malefícios. É certamente um dos assuntos mais complexos de se entender, pois amores e ódios surgem a partir dos relacio- namentos, uma vez que da interação entre as pessoas, afloram emoções, impressões, preconceitos... Ensina ainda Joanna de Ângelis, que “Todo relacionamento é um compromisso de intercâmbio, de doação e de oferta, de generosida- de e de libertação”. 2 No dia a dia a interação se dá em diferentes ocasiões: em casa, com os familiares; na escola, com professores e colegas; no trabalho, com subordinados e superiores; e ainda: no supermercado, no trânsito etc. E nestas diferentes ocasiões, muda-se o modo de dialogar, de reagir. Muda-se até o humor, conforme as circunstâncias. Relacionar-se é difícil, pois envolve a troca de sentimentos e de ideias, e nem sempre há compreensão com relação ao ponto de vista ou com o jeito de ser do outro. Porém, é convivendo com as outras pessoas que se aprende, pois relacionar-se bem envolve uma grande dose de aceitação, de perdão, de tolerância, de respeito. “A intolerância, por exemplo, filha espúria do egoísmo, é uma das grandes responsáveis pelo afas- tamento das pessoas, dificultando os relacionamentos que poderiam ser produtivos e compensa- dores”.3 E que dizer quando no mesmo lar há antipatias sem explicação? Irmãos que não se suportam, pai que não tolera o filho (às vezes desde o nascimento), inimizades gratuitas que sabemos existir, que por mais que uma das partes se esforce, não consegue relacionar-se bem com a outra? Há situações que não tem como se explicar de forma satisfatória sem a chave do Espiritismo. Já disse Emmanuel: “Nos elos da consanguinidade, reavemos o convívio de todos aqueles que se nos associaram ao destino, pelos vínculos do bem ou do mal, através das portas benditas da reencarnação”. 4 A reencarnação de pessoas que foram adversárias em outras existências no mesmo seio familiar provoca essas anti- patias ditas gratuitas, mas na verdade o que ocorre é que os espíritos reencarnantes se “reconhecem” inconsciente- mente, gerando ainda mágoas e rancores sem explicação aparente. Isso acontece porque: “Representando a família a mais valiosa célula do organismo social, é nela que se encontram os Espíritos necessitados de entendimento, de intercâmbio de sentimentos e de experiências, de for- ma que o lar se faz sempre a escola na qual os hábitos irão definir todo o rumo existencial do ser humano.”5
  • 3. Da mesma forma se dá com aqueles indivíduos que se amaram em outra existência e que se reencontram, não na mesma família, mas há enorme sintonia entre eles, como se fossem “irmãos de sangue”. Aceitar os defeitos do outro, conviver com pessoas que nos desejam o mal é tarefa muito difícil. Por isso aconselha Emmanuel: “Se a presença de alguém nos é penosa ou difícil ao coração, anulemos os impulsos negativos que nos surjam na lama e convertamos as nossas relações com esse alguém numa sementeira constan- te de paz e luz”.6 Quem conhece a Lei de Causa e Efeito consegue identificar as situações de encontro de almas para o resgate das faltas e para o exercício do perdão. O esforço para tolerar o adversário de outras vidas, que agora é forçado a conviver, é a prova que deve ser cumprida, para o adiantamento moral. “O desafio do relacionamento é um gigantesco convite ao amor, a fim de alcançar a plenitude existencial”.7 Então, qual a receita para relacionar-se bem com os outros? Jesus, há mais de dois mil anos, já ensinava à humani- dade: “amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo”. Esta é a fórmula para se relacionar bem com todos. Fiquem com Deus. _____________________________________________________________________________________________ 1 O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco. 2 Garimpo de Amor. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco. 3 Idem. 4 Leis de Amor. Emmanuel, psicografado por Francisco Xavier. 5 O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco. 6 Leis de Amor. Emmanuel, psicografado por Francisco Xavier. 7 O Despertar do Espírito. Joanna de Ângelis, psicografado por Divaldo Franco FRANCISCO PEIXOTO LINS, filho de Miguel Peixoto Lins e de Joana Alves Peixoto, nasceu na cidade de Pacatuba, Ceará, no dia 1º de fevereiro do ano de 1905 constando, entretan- to, em seu Registro Civil, o ano de 1907. Perdendo a mãe ainda em terna idade, foi morar com os tios maternos na cidade de For- taleza, onde passou a infância e estudou o curso primário. Foi também por influência dos tios que entrou num Seminário Católico para estudar e se- guir carreira eclesiástica. Foi aí que começou a questionar o porquê das diferenças sociais tão marcantes; dos motivos das anomalias dos seres humanos e outros temas peculiares. Não aceitava as explicações e justificativas que recebia, e nem encontrava respostas que o convencesse, levando a ter sérias dúvidas acerca da existência de Deus, de Sua bondade e dos dogmas da Igreja. Indagava: “Se somos filhos de Deus, porque tantas diversidades?” Porque razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros defor- mados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter?”. Dizia então: “Se Deus existe, não é esse ser unilateral de que fala a religião católica”. Com isso, passou a sofrer dos seus educadores, perseguições, penas e castigos disciplinares e a pagar penitências como corretivo para indagações tão “irrefletidas”, levando-o a desistir do Seminário. Contava com 14 anos de idade quando saiu do Seminário e, com a permissão dos tios, deixou o Ceará e foi morar no Amazonas para trabalhar nos seringais na extração da borracha na busca por uma melhor situação financeira. Era destemido, mas estava sozinho, sem parentes e amigos para enfrentar os perigos da região e o sofrimento do trabalho árduo. Após dois anos, decidiu regressar para Fortaleza.
  • 4. Nessa época começou a sofrer as primeiras influências de uma séria obsessão. Tinha um porte infantil, franzino. Era pequeno e muito magro e, apesar disso, era metido a valentão. Os espíritos menos esclarecidos que o envolviam davam-lhe uma excepcional força tornando-o capaz de lutar e vencer vários homens, fato este que começou a se tornar constante no seu dia a dia. Certa feita, após travar uma luta com vários rapazes, foi transportado, ileso, para uma praia deserta e distante. Peixotinho, como passou a ser conhecido por todos, temendo consequências mais sérias, decidiu não mais sair de casa. Seus obsessores, entretanto, estavam dispostos a não lhe dar trégua. Peixotinho foi acometido por um estranho caso de desprendimento em que permaneceu, por mais de 20 horas, completamente cataléptico, já sendo conside- rado quase morto. Por pouco não foi sepultado vivo. Após esse fato, outro mais, veio para lhe constranger. Passou a sofrer de uma paralisia debilitante que o prostrou, com dores, no leito pelo período de seis meses. Nenhum tratamento médico prestado surtia qualquer melhora no quadro clínico. Não restavam muitas esperanças para seu restabelecimento. Nenhum amigo ou ninguém da família estava preparado para ajudá-lo. Não praticavam e sequer conheciam, os fe- nômenos espíritas Eram católicos fervorosos e temiam envolver-se com o Espiritismo. Entretanto, um vizinho, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, comovido com seu sofrimento solicitou permissão à família para prestar-lhe socorro com preces e aplicação de passes. Permissão dada, o tratamento foi iniciado com o Evangelho no Lar, aplicação de passe e uso da água fluidificada e, como forma de distração, Peixotinho passou a ler alguns romances Espíritas que atiçaram sua sede de conhecimento e o levaram a procurar a Codificação Kardequina como forma de se aprofundar e entender melhor o que lia. Em menos de um mês a melhora já era visível e, pouco a pouco seu estado físico foi voltando à normalidade tornan- do-o liberto da enfermidade. Logo que voltou a andar, Peixotinho passou a frequentar um Centro Espírita onde iniciou seu desenvolvimento mediúnico sob a orientação do major Vianna de Carvalho, que na época prestava serviço ao Exército Nacional em Fortaleza. Lá começou a dirimir, também, todas as dúvidas que o atormentavam no passado sobre encarnações, sobre Deus e Sua infinita bondade que dava diversas oportunidades aos filhos na caminhada para a evolução espiritual. Não parou mais de estudar a doutrina e de praticar suas diretrizes. Tornou-se, a partir daí um excelente médium de materialização e de efeitos físicos. Por seu intermédio, dentro dos mais puros preceitos da doutrina, foram produzidas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos. Em 1926 transferiu-se para o Rio de Janeiro, então capital da República se alistando no Exército Brasileiro e apresen- tando-se para servir na Fortaleza de Santa Cruz da Barra. Tempos depois foi transferido para a cidade Fluminense de Macaé, litoral do Estado. Sempre sensível e interessado na causa espírita, decidiu fundar o Centro Espírita Pedro, como uma oficina de trabalho, e onde, a partir de então, passou a exercer com total zelo, respeito e amor o Espiritismo. Foi ainda residindo em Macaé que casou, em 1993, com D. Benedita Vieira Fernandes, carinhosamente apelidada, por ele, de “Baby”. Por exercer carreira militar, foi transferido diversas vezes chegando a residir, ainda, em Santa Catarina, São Paulo, Distrito Federal, e também em Imbituba, em Santos e em Campos dos Goitacazes. Nunca abandonou os estudos nem a prática doutrinária sempre fundando, por onde passava, um posto de receituário homeopata, onde atuava em so- corro aos doentes e necessitados. Ao ser novamente transferido de Imbituba para a Fortaleza de São João no Rio de Janeiro, em 1945, encontrou-se com Antônio Alves Ferreira, um velho confrade do Grupo Espírita Pedro, de Macaé.
  • 5. Na casa desse amigo teve início um culto doméstico que tinha reuniões semanais. Em poucos meses, já se fazia ne- cessário um local mais amplo. Assim, fundaram, junto com mais outros dois amigos, Jacques Aboab e Amadeu Santos, o Grupo Espírita André Luiz que teve, por sede provisória, o escritório de representações de Jacques localizado à Rua Moncorvo Filho, 27, Sobrado, Rio de Janeiro. Nele, Peixotinho exercia sua mediunidade como receitista e curador. As sessões de materializações luminosas também aconteciam rotineiramente. Em 1948, numa viagem a cidade de Pedro Leopoldo, Peixotinho teve seu primeiro encontro com Francisco Cândido Xavier. Juntos puderam realizar várias reuniões de materializações e de tratamento. Ainda em 1948 foi transferido, dessa vez para Santos, onde frequentou o Centro Espírita Ismênia de Jesus. No final do ano de 1949 ao ter sido transferido definitivamente para a cidade de Campos passou a frequentar o Grupo Espírita Joana D’Arc sem nunca abandonar o culto doméstico da leitura do Evangelho que fazia com familiares e amigos. Com o crescimento da frequência desse estudo, logo surgiu o Grupo Espírita Aracy, o qual Peixotinho dedicou seus últimos anos da última encarnação. O nome Aracy foi por referência ao guia espiritual que se apresentou como tendo sido, na última encarnação, uma filha de Peixotinho. Como todo médium praticante sério, Peixotinho também foi vítima de muitas calúnias. Entretanto, nunca se abateu. Manteve grande zelo pelos princípios da doutrina que abraçara. Nunca aceitou qualquer influência alheia à pureza da doutrina. Dedicou-se aos casos de obsessão chegando a hospedar, em seu próprio lar, os doentes que dele ne- cessitavam. Deu, de graça, o que de graça sempre recebeu: auxílio, dedicação, amparo e amor. Usava os dons me- diúnicos para ajudar. Jamais para tirar proveito próprio. Apesar das ingratidões pelas quais passou, nunca reclamou de ninguém e sempre soube perdoar. Era sempre alegre e brincalhão, considerado como uma verdadeira criança por muitos. Seguia servindo sempre com humildade, respeito e grande satisfação por servir os irmãos sofredores. Nunca cobrou por seus dons mediúnicos. Viveu exclusivamente de seus vencimentos de oficial, no posto de capitão, da reserva do Exército. Peixotinho, apesar de receitista, padeceu de sérias crises asmáticas, aceitando-as como uma provação. Mesmo so- frendo, jamais parou de servir nem desanimou da sua caminhada a serviço do bem. Seus dons mediúnicos atingiram uma extensa variação de fenômenos, entre eles: o transporte e materialização de pedras e de cristais1 , oriundas de lugares bem remotos e diversos como do Oceano Pacífico, Paraguai, Inglaterra e Mar Morto, algumas delas ainda impregnadas de perfume e odores totalmente desconhecidos, mas agradáveis ao olfato. A ele era comum também, o fenômeno da “escrita direta no papel” não havendo nem papel, caneta ou lápis por per- to. As escritas que se davam de “forma invertida” sendo necessário um espelho para lê-las, além das comunicações em outras línguas e dialetos somados, a tudo isso, as famosas materializações iluminadas e demais fenômenos de efeitos físicos.2 Por toda essa sua excepcional qualidade mediúnica, destacou-se nos movimentos espíritas brasileiros tornando-se conhecido, principalmente, pelas materializações luminosas e pelo seu comportamento ilibado, sério e comprome- tido com a verdade e a caridade. Atualmente é reconhecido como o “maior médium de materialização do Brasil”. A Peixotinho também, muito se deve à consolidação, no Brasil, da Homeopatia, atualmente já admitida nos meios acadêmicos e no tratamento de diversas patologias. Desencarnou na cidade de Campos – RJ, em 16 de junho de 1966, às seis horas da manhã, deixando aos cuidados da viúva, D. Benedita, seus nove filhos. _______________________________________________________________________________________________ 1 Fenômeno muito raro denominado de “Aporte”. 2 Muitos dos objetos materializados por Peixotinho encontram-se no Museu Allan Kardec, no município de Campos. Lá podem ser vistos também fotos e cartas escritas por Chico Xavier para o médium.
  • 6. Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969. Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20 girantes&pasta=ano%20196
  • 7. Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969. Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20 girantes&pasta=ano%20196
  • 8. Artigo publicado no DIÁRIO DE NOTÍCIAS em 06/04/1969. Fonte: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=093718_04&pesq=mesas%20 girantes&pasta=ano%20196
  • 9. “Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos”. – Bezerra de Menezes (Extraída do Reformador: nov-dez /1980, mensagem: “Unificação” – Bezerra de Menezes, psicografia de Francisco Xavier) “Espírito algum construirá a escada de ascensão sem atender às determinações do auxílio mútuo”. – Bezerra de Menezes (Extraída do livro: Cartas do Coração, mensagem: “Mediunidade” - Bezerra de Menezes, psicografia de Francisco Xavier) Fatalidade [do latim fatalitate] 1. Que tem de ser, irrevogável, inevitável; destino. 2. Desgra- ça; sucesso ruinoso. 3. Para o Espiritismo, a única fatalidade da vida material é a morte biológica, com a consequente de- sencarnação do Espírito. Ver: Livre-arbítrio. Formas-pensamento São as ideias projetadas pela mente humana e materializa- das no mundo espiritual, construções substanciais na esfera da alma que se mantêm pela força de sustentação de nossos pensamentos. Ver: Ideoplastia. Ideoplastia [do grego idéa + plásso ou plát- to + -ia] 1. Modelagem da matéria pelo pensamento. 2. A materiali- zação do pensamento, criando formas que pode ter grande durabilidade. Imagens-molde. Palingenesia - [do grego palin + genes (e) + -ia] Renascimentos sucessivos dos mesmos indivíduos. Ver: Re- encarnação.
  • 10. ESPÍRITAS INSTRUÍ-VOS A necessidade do estudo se faz presente em todas as áreas de nossa existência, seja quando estamos na pátria espi- ritual, ou enquanto estamos encarnados; estudos no âmbito profissional, pessoal e, como não poderia deixar de ser, espiritual. O consolador prometido nos trouxe a oportunidade de ampliar os conhecimentos sobre a vida espiritual e seus diversos aspectos. A literatura espírita, que tem como base a Codificação, é ampla e pode nos auxiliar, desde que saibamos usufruir da mesma com sabedoria. Assim como outras áreas de conhecimentos, é necessário discernimento na hora de eleger a fonte do conteúdo consultada. Devendo-se ter o cuidado de investigar as fontes e não tomar o conteúdo lido como uma verdade absoluta. Ainda se está em um patamar evolutivo no qual existe muita dificuldade para se compreender os ensinamentos evangélicos, devido às limitações humanas. Aceitar tudo o que se lê ou se escuta, apenas por se colocar a palavra “espiritismo” no texto/discurso, é incorrer no erro da fé cega. Posto ainda existirem irmãos que se comprazem em atuar como “falsos Cristos” e “falsos profetas”, por isso escre- vem obras de cunho duvidoso, primando pela mistificação e mesmo buscando se aproveitar da credulidade de seu próximo para escreverem livros fantasiosos. Levando muitos a uma visão distorcida acerca do que é a realidade espi- ritual, incutindo medo ou devaneios em seus leitores. Eis aí necessidade do estudo crítico, investigativo, questionador e amparado pelo bom senso. Portanto irmãos, estudem, contudo, busquem autores sérios, cuja conduta e obra literária condiga com os ensina- mentos da doutrina espírita. Vive-se a era da tecnologia, não existem desculpas para se permitir ludibriar. Inspiremo- nos em Kardec que enquanto estava recebendo as mensagens que iriam compor a Codificação, fez questão de buscar diferentes médiuns, de repetir de modo distinto os mesmos questionamentos, para poder aceitar aquela mensagem como verdadeira. Fé raciocinada, é o que propõe a doutrina espírita, que sigamos guiados por essa diretriz, rumo à evolução!
  • 11. XENOGLOSSIA Xenoglossia (do grego xen(o) = estranho, estrangeiro + gloss(o) (a) + -ia = língua) consiste no falar, de forma espontânea, lín- gua ou línguas, estranhas ao próprio médium. Segundo Ernesto Bozzano, pesquisador dos fenômenos metapsiquicos e escritor do Livro Xe- noglossia, “é o ato, muito raro, de alguém ser capaz de falar, fluentemente, idiomas que nunca aprendeu ou estudou, como, por exemplo, falar alemão sem ser um nativo ou convivido com al- gum”. Pode até mesmo acontecer de se falar línguas que só existiram no passado sendo, por isso, totalmente estranha na sociedade atual. No Livro dos Médiuns, Capítulo XVI e Capítulo XIX, item 23, 15º, 16º temos a resposta dos espí- ritos para a questão. 15ª Os Espíritos só têm a linguagem do pensamento; não dispõem da linguagem articulada, pelo que só há para eles uma língua. Assim sendo, poderia um Espírito exprimir-se, por via mediúnica, numa língua que jamais falou quando vivo? E, nesse caso, de onde tira as palavras de que se serve? “Acabaste tu mesmo de responder à pergunta que formulaste, dizendo que os Espíritos só têm uma língua, que é a do pensa- mento. Essa língua todos a compreendem, tanto os homens como os Espíritos. O Espírito errante, quando se dirige ao Espírito encarnado do médium, não lhe fala francês, nem inglês, porém, a língua universal que é a do pensamento. Para exprimir suas ideias numa língua articulada, transmissível, toma as palavras ao vocabulário do médium.” 16ª Se é assim, só na língua do médium deveria ser possível ao Espírito exprimir-se. Entretanto, é sabido que escreve em idio- mas que o médium desconhece. Não há aí uma contradição? “Nota, primeiramente, que nem todos os médiuns são aptos a esse gênero de exercício e, depois, que os Espíritos só acidentalmente a ele se prestam, quando julgam que isso pode ter alguma uti- lidade. Para as comunicações usuais e de certa extensão, preferem servir-se de uma língua que seja familiar ao médium, porque lhes apresenta menos dificuldades materiais a vencer.” Temos, ainda, referências desse fenômeno, no livro: “Nos Domínios da Mediunidade” – psicografado por Chico Xavier, quando, em uma sessão, André Luiz (autor) presencia uma entidade se manifestando num linguajar que nenhum dos presentes entendia. Tratava-se de um antigo dialeto falado na velha Toscana (Itália). O termo foi criado pelo fisiologista Charles Robert Richet1 como contraponto ao termo Glossolalia que já era conhecido. En- quanto a Xenoglossia refere-se a falar línguas desconhecidas (ou mediunidade poliglota, pois quem fala, através do médium, é uma Entidade Espiritual) a Glossolalia diz respeito a pacientes sonambúlicos que falam ou escrevem pseudolínguas desconheci- das para quem ouve e só conhecidas nas mentes dos que as elaboram (própria personalidade). Na Bíblia, em Atos dos Apóstolos (2, v.1 - 6). O dia de Pentecostes2 , (movimentos Pentecostais) faz referência ao dia em que, estando os apóstolos reunidos, de repente, veio um som como de um vento forte e “línguas de fogo” pousaram sobre eles que, imediatamente, puseram-se a falar em outras línguas, conforme o mesmo Espírito lhes concedia que falassem. Nascia aí o cris- tianismo e a manifestação do fenômeno da Xenoglossia. Já para os Protestantes (movimentos Pentecostalistas), o que ocorre é o fenômeno da Glossolalia, bem diferente, portanto. Na Xenoglossia as experiências mediúnicas sofrem a influência de entidades extrínsecas aos médiuns e aos presentes nas sessões. Considere, por fim, que a Xenoglossia pode ser classificada da seguinte maneira: # Falante – pela incorporação ou materialização; # Audiente – quando o médium escuta os espíritos em outros idiomas; # Escrevente – psicografia ou tiptologia, inclusive com grafia de caracteres estranhos. # Direta – pela voz (Pneumatofonia) que é o mais frequente desse tipo de fenômeno. __________________________________________________________________________ 1 Charles Robert Richet ( 1850 —1935) foi um médico fisiologista francês descobridor da soroterapia e da anafilaxia (uma reação alérgica), e um interessado por fenômenos paranormais, tendo criado a metapsíquica. 2 10 dias depois de Cristo ascender ao céu.
  • 12. Fotos do médium Peixotinho Sessões de materialização Carta escrita por Chico Xavier, com- provando a veracidade do trabalho de Peixotinho
  • 13. Filha de Peixotinho Foto com Chico Xavier Foto em família Pintura de Aracy - Guia Espiritual e filha de Peixoti- nho em encarnação anterior
  • 14. Bibliografia do Pentateuco 05 livros fundamentais na Doutrina Espírita Por Allan Kardec Garimpo de Amor, de Joanna de Ângelis psicografia de Divaldo Franco. Ao navegar pelas páginas deste livro, o leitor ficará deslumbrado com trinta reveladoras facetas deste fascinante assunto que é o amor. Tão antigo quanto recente, o amor é tema que continua desafian- do homens e mulheres na arte de bem viver. E amor e Jesus são termos da mesma realidade. Hipnotismo e Mediunidade, de César Lombroso. O grande cientista italiano, célebre no campo da psiquiatria e crimi- nologia, no início do século XX, relata suas pesquisas com fenôme- nos de natureza hipnótica e mediúnica, visando à comprovação da comunicação entre os mundos espiritual e físico. Cita experiências com Eusápia Paladino e assuntos como casas mal -assombradas, estigmas e levitação de santos, premonição, telepa- tia e outros temas para análise de estudiosos.
  • 15. Associação Espírita Casa dos Humildes www.casadoshumildes.com Bruno Tavares Expositor Espírita www.blogdobrunotavares.wordpress.com https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Peixoto_Lins http://www.ceak.org.br/script/espiritabiografias.asp?codigo=13 http://fraterluz.blogspot.com.br/2013/06/francisco-peixoto-lins-peixotinho.html http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Francisco-Peixoto-Lins.pdf http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=59:peixotinho&Itemid=54 https://hugolapa.wordpress.com/2012/01/06/peixotinho/ http://www.portalkardec.com.br/Livros/Dicionario%20Espirita.htm http://www.bvespirita.com/Livros-Menu.html http://www.ceismael.com.br/artigo/grandes-vultos-do-espiritismo.htm http://bvespirita.com/Xenoglossia%20(Ernesto%20Bozzano).pdf autoresespiritasclassicos.com Revista Cristã de Espiritismo, edição 31. Revista Reformador, Agosto 1966 pg. 18 e 19 https://pt.wikipedia.org/wiki/Xenoglossia https://www.mundoespirita.net/Xenoglossia.html http://www.autoresespiritasclassicos.com/autores%20espiritas%20classicos%20%20diversos/Ernesto%20Bozza- no/16/Ernesto%20Bozzano%20-%20Xenoglossia.htm CONTATO Rua Henrique Machado, nº 110 Casa Forte - Recife/PE (81) 3268-3954 casadoshumildes.com blogchnoticias.blogspot.com.br chnoticias@yahoo.com.br EXPEDIENTE CH Notícias Nº 20 – Circulação mensal Distribuição on-line Recife-PE, 14/Fevereiro/2017 Presidente: Albonize de França. Vice-Presidente: Rosa Carneiro. Deptº de Divulgação Doutrinária: Bruno Tavares. Deptº de Mediúnico: Amaro Carvalho. Edição: Bruno Tavares, Julio Rêgo, Mônica Porto e Aline Jordão. Projeto Gráfico: Ingrid Cavalcanti. ATIVIDADES ATIVIDADES REQUISITOS DIA/HORA Campanha do Quilo Boa vontade e tolerância. 1º e 3º Domingo de cada mês – 8 h. Evangelização Infanto-Juvenil Habilidades na área de educação e de ativi- dades lúdicas. Boa interação com crianças e jovens. Domingo – 16 h. Passes e vibração Ter feito o curso de passes. Segundas antes das reuniões públicas; Terças, Quartas e Sextas após as reuniões; Domingos antes e depois das reuniões. Recepção e atendimento fraterno Ter feito o curso de passes e ser doutrina- dor. Segunda e Quarta – 19 h; Domingo – 16 h. Assistência a gestantes Querer compartilhar saberes e acolher o próximo. Quarta – 13 h 30 min e Um Domingo no mês. Trabalho mediúnico e doutrinário Ter feito todos os cursos básicos e o de passes. Segunda e Quarta – 19 h 45 min; Domingo – 16 h Instrutor e dirigente de reunião Ter feito os cursos básicos e de passes. Para instrutor, experiência e comunicação. Nos dias de curso e de reunião no auditó- rio. Assistência às vovozinhas da Casa dos Humildes Formação na área da saúde. Para lazer, nenhum requisito. De acordo com a disponibilidade. Biblioteca e Livraria Ser trabalhador da Casa Antes das reuniões públicas. TI e eletroeletrônicos, manutenção Habilidade na área e vontade de aprender. Antes das reuniões públicas.
  • 16. CURSOS Segunda-feira 19 h 45 min Sala 1 – Curso de Passe Sala 2 – Curso Trabalhadores: ESTEM Sala 3 – Iniciantes Curso de Mediunidade Terça-feira (a cada 15 dias) 19 h 45 min EADE – Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita ESDE – Estudo Sistemático da Doutrina Espírita Quarta-feira 19 h 45 min Sala 1 – Iniciantes Básico do Espiritismo Sala 2 – Curso Trabalhadores: Doutrinação Sala 3 – Iniciantes Curso de Doutrinação REUNIÕES PÚBLICAS Segunda-feira 19 h 45 min Reunião de Consulta espiritual. Terça-feira 20 h Reunião Pública de Estudo de “O Livro dos Espíritos”. Terça-feira 20 h Reunião de Vibrações Espirituais. Quarta-feira 19 h 45 min Reunião Pública de Desobsessão. Quinta-feira (apenas a 1ª do mês) 19 h 45 min Desobsessão dos Trabalhadores da Casa. Sexta-feira 19 h 30 Reunião Pública de Estudos Espíritas: 1ª Sexta do mês: André Luiz > Estudando também Chico Xavier; 2ª Sexta: Emmanuel > Estudando também Amélia Rodrigues; 3ª sexta: Joanna de Ângelis > Estudando também Divaldo Franco; 4ª sexta: Bezerra de Menezes > Estudando também Herculano Pires. Domingo 16 h Evangelização Infantil e Reunião da Juventude Espírita. Domingo 16h Reunião Pública de Estudo de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.