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DROGAS EM UTI
• Comumente empregadas nos
pacientes graves, as drogas
vasoativas são de uso corriqueiro
nas unidades de terapia intensiva
e o conhecimento exato da sua
farmacocinética e farmacodinâmica
é de vital importância para a
equipe de enfermagem, pois daí
decorre o sucesso ou mesmo o
insucesso de sua utilização.
CARACTERÍSTICAS
Os medicamentos desta classe modificam o calibre dos
vasos e, por isso, a sua diluição e dosagens precisam ser
calculadas com bastante cuidado e a administração deve
ser feita por bomba de infusão por uma via venosa central.
O acesso central se faz necessário pelo fato de que o
extravasamento desses medicamentos pode lesar a pele.
Este acesso central deve ser usados exclusivamente para
as drogas vasoativas.
PONTOS IMPORTANTES
Sempre que estes medicamentos forem utilizados no
paciente a Enfermagem deve:
- Monitorar PA e nível de consciência
- Comunicar agitação ou confusão mental
- Controlar diurese
- Observar arritmias ou taquicardia fazendo ECG
- Observar permeabilidade do cateter, pois se a droga
extravasar pode causar necrose ou escarificação no local
da infiltração.
Droga vasoativa é atribuído às
substâncias que apresentam
efeitos vasculares periféricos,
pulmonares ou cardíacos,
sejam eles diretos ou indiretos,
atuando em pequenas doses e
com respostas dose-dependente,
de efeito rápido e curto, através
de receptores situados no
endotélio vascular. Na maioria
das vezes, é necessário o uso da
monitorização hemodinâmica.
As catecolaminas exibem efeitos de acordo com a dose utilizada, podendo
estimular receptores alfa, beta e dopa. Essas drogas são, então,
classificadas como:
• alfa adrenérgicas: utilizados no tratamento da hipertensão arterial
sistêmica, disfunção erétil, bexiga neurogênica e da hiperplasia prostática
benigna.
• beta adrenérgicas: antiarrítmicos, anti-hipertensores e na proteção
cardíaca após enfarte do miocárdio.
São proibições para Equipe de Enfermagem
• Ministrar medicamentos sem
certificar-se da natureza
das drogas que compõem
e da existência de risco
para o cliente.
• Executar prescrições
terapêuticas quando
contrárias á segurança do
cliente.
DOPAMINA
• Dopamina é o precursor imediato da
noradrenalina.
• Trata-se de uma substância que age através
da estimulação direta nos receptores beta 1
(coração) e, indiretamente, nos demais
receptores, através da liberação de
Noradrenalina que, por sua vez, também
estimula receptores beta 1.
• DOPAMINA
• Possui inúmeros efeitos, pois
estimula todos os tipos de
receptores, sendo estes dose
dependentes. Por ser uma molécula
polar, não atravessa a barreira
hematoencefálica, não apresentando
assim, ação no sistema nervoso
central (SNC). Possui vida média
de 1,7 minutos. Os seus metabólitos
são eliminados por via renal.
Drogas Vasoativas na UTI (1) (1).pptxvigilanciaprincipal
• DOPAMINA / Diluição
•
A diluição padrão é de cinco (5) ampolas
em 200 ml de solução (ringer simples ou
lactato), soro fisiológico (SF 0,9%), soro
glicosado (SG 5%) sendo somente
incompatível com soluções alcalinas.
• A dose deve ser administrada de acordo
com o efeito desejado e individualizada
para cada paciente.
• DOPAMINA / CUIDADOS
• Deve ser utilizada somente para uso
endovenoso com o cuidado de não haver
extravasamento tissular, o que poderá acarretar
uma intensa vasoconstrição local, com necrose
tecidual.
• Os efeitos colaterais da dopamina incluem:
náuseas, vômitos, arritmias
(supraventriculares 4% e ventriculares 1 a 1,5%)
e agravamento da vasoconstrição pulmonar.
Parece não haver uma interação
medicamentosa, importante, com outras drogas,
podendo ser associada a corticóides,
catecolaminas e diuréticos.
• DOBUTAMINA
Esta droga vasoativa, ao contrário da dopamina, a ação farmacológica da
dobutamina não depende das reservas liberáveis de noradrenalina.
DOBUTAMINA
• A dobutamina possui vida
média de dois (2) minutos,
seu início de ação é rápido,
não havendo, então,
necessidade de dose de
ataque.
• A sua excreção é renal.
Além disso, a dobutamina
apresenta poucos efeitos
sobre a FC, aumenta a
contratilidade miocárdica e
o índice cardíaco, não
agindo sobre a resistência
vascular periférica.
• Indicações
• A droga é utilizada para melhorar a
função ventricular e o
desempenho cardíaco, por
exemplo, choque cardiogênico e
insuficiência cardíaca congestiva.
• A estimulação dos betarreceptores
provoca leve queda da pressão
arterial (PA) por vasodilatação
periférica.
DOBUTAMINA
DOBUTAMINA
• Diluição
• A dobutamina é disponível na forma de
hidrocloridrato de dobutamina, em ampolas
de 20 ml, com 250 mg da droga.
• Sua utilização é sempre diluída,
endovenosamente, em infusão contínua,
deverá ser individualizada para cada
paciente de acordo com o efeito
hemodinâmico que se espera obter. O início
da ação ocorre em dois (2) minutos, com
efeito máximo em dez (10) minutos.
DOBUTAMINA
• Deve ser administrada
preferentemente por um
acesso venoso central.
• Os efeitos colaterais da
dobutamina incluem
arritmias, dores de cabeça,
ansiedade, tremores,
aumentos ou reduções
excessivas da PA.
NORADRENALINA
• A noradrenalina (NA) é o neurotransmissor do
sistema nervoso simpático e precursor da
adrenalina.
• A NA possui atividade tanto no receptor alfa,
como beta 1 adrenérgico, com pouca ação sobre
receptores beta 2 ( coração e vasos)
• Importante vasoconstrição periférica, com
aumento da PA.
NORADRENALINA
• A noradrenalina é também um
potente vasoconstritor visceral e
renal, o que limita sobre a rede
vascular, sistêmica e pulmonar, e
deve ser usada com prudência,
em pacientes com hipertensão
pulmonar.
• Indicações
• noradrenalina é uma droga de eleição no
choque séptico, cuja finalidade é elevar a
PA em pacientes hipotensos, que não
responderam à ressuscitação por volume e a
outros inotrópicos menos potentes.
• Além disso, essa potente droga vasoativa é
quase sempre utilizada logo após as
manobras da ressuscitação cardiopulmonar
(RCP), como droga vasoconstritora.
• A droga é rapidamente eliminada do plasma
após a sua administração intravenosa, com
vida média de dois (2) a dois e meio (2,5)
minutos, embora haja grande variação
individual.
NORADRENALINA
NORADRENALINA
• Diluição
• Utilizam-se, normalmente, cinco (5) ampolas (2
mg) diluídas em 250 ml de qualquer solução
rotineira (exceto em soluções alcalinas)
• A droga é disponível sob a forma de bitartarato de
noradrenalina, sendo que a infusão endovenosa,
contínua é, geralmente, iniciada em doses de 0,05
a 0,1 mg/kg/min, até que o efeito hemodinâmico
desejado seja alcançado e não haja efeitos
colaterais importantes. As doses administradas
podem atingir um máximo de 1,5 a 2 mg/kg/min.
NORADRENALINA
• Cuidados
• As infusões de NA devem ser administradas
preferivelmente através de uma veia central, a PA deve
ser monitorizada a cada quinze (15) minutos,
principalmente durante o ajuste da dose. A função renal
também deve ser monitorizada através de dosagens de
uréia, creatinina e volume de diurese.
• Cuidados com necrose e escaras, no local da injeção
intravenosa, devem ser prevenidos, evitando-se o
extravasamento da droga. A infusão deve ser efetuada
em veia de grosso calibre (quando usado acesso
periférico) e a localização desta deve ser alterada, no
mínimo, a cada doze (12) horas.
NORADRENALINA
• Cuidados
• A droga deve ser evitada em grávidas pelo
seu efeito contrátil sobre o útero gravídico. A
administração de altas concentrações também
pode precipitar hipotensão acentuada, infarto
do miocárdio ou hemorragia cerebral. O uso
da noradrenalina, em altas doses e por
tempo prolongado, pode provocar graves
lesões renais, cutâneas e mesmo cardíacas
devido à vasoconstrição excessiva.
• No choque cardiogênico, o seu uso é limitado
devido ao aumento do trabalho cardíaco,
provocado pelo incremento da pós-carga no
miocárdio isquêmico.
• A falência circulatória aguda
possui muitas etiologias, porém
os mecanismos determinantes
são:
1.diminuição do volume
circulante;
2.diminuição do DC;
3.diminuição da resistência
vascular periférica.
VASODILATADORES
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
• O nitroprussiato de sódio é um
vasodilatador misto, com efeitos sobre os
territórios arterial e venoso. Age
diretamente na musculatura lisa vascular.
• A droga promove, então, diminuição da
resistência periférica total, diminuição
da PA, pouca alteração da FC e
diminuição da resistência vascular
pulmonar.
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
• INDICAÇÕES
• Indicado no tratamento das
emergências hipertensivas e como
droga auxiliar nos estados de choque
circulatório, com pressões de
enchimento ventricular e resistência
periférica aumentadas como o edema
agudo de pulmão.
• DILUIÇÃO
• O nitroprussiato de sódio é utilizado em
infusão endovenosa contínua e,
exclusivamente, em doses que variam
de 1 a 5 mg/kg/min.
• Como existe uma sensibilidade da
substância à luz, apenas soluções
recentes (no máximo, seis horas após o
preparo) devem ser utilizadas e o frasco
deve ser envolvido por material opaco,
pois a droga é fotossensível, e deve-se
utilizar equipo próprio.
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
O equipo fotossensível tem por finalidade proteger os fármacos
fotossensíveis, que necessitam de cuidados específicos e
podem perder suas características medicamentosas se expostos
diretamente à luz (solar ou de lâmpada artificial).
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
• CUIDADOS
• Constituem-se sinais de intoxicação pelo
tiocianato: náuseas, fraqueza, espasmos
musculares, confusão mental, cefaleia, diarreia,
e taquicardia.
• Esses efeitos são minimizados logo que a infusão
da droga é interrompida ou sua velocidade de
eliminação aumentada. A droga deve ser utilizada
com prudência em pacientes com hepatopatias e
nefropatias, e os níveis plasmáticos de tiocianato
devem ser monitorizados, não excedendo 10
mg/dl.
NITROPRUSSIATO DE SÓDIO
É um medicamento fotossensível e que deve, então, ser
protegido da luz.
Além disso, a Enfermagem deve:
- Estar atenta a alterações bruscas de PA;
- Caso haja cefaleia persistente administrar analgésico já
prescrito;
- Efeitos colaterais como hipotensão, confusão mental e até
convulsões podem acontecer. Então, a Enfermagem deve ficar
atenta aos sinais que indicam a presença ou início desses efeitos.
SEDAÇÃO EM
UTI
• Objetivos da sedação incluem
reduzir a resistência à
ventilação mecânica,
redução da ansiedade,
facilitação do sono e
redução do metabolismo.
• Em casos de traumatismo
craniano, o objetivo da
sedação pode incluir a
indução do coma, a fim de
promover o “silêncio elétrico”
(EEC burst supression, do
inglês) do cérebro, reduzindo
sua necessidade metabólica.
SEDAÇÃO EM UTI
• Os dois principais benzodiazepínicos
disponíveis para administração intravenosa
no brasil são o midazolam (dormonid ®) e
o diazepam (valium®).
SEDAÇÃO EM UTI
SEDAÇÃO EM UTI
• Os opióides são drogas que, além do seu
efeito analgésico, promovem sedação
importante e são empregados em
pacientes requerendo ventilação
mecânica, pois inibem a ventilação, bem
como o reflexo de tosse.
• São empregados em associação com os
benzodiazepínicos ou com o propofol. O
uso prolongado induz à ocorrência de
tolerância. O mais comumente
empregado é o fentanil.
SEDAÇÃO EM UTI
• Possuem excelentes
qualidades sedativas
hipnóticas e
ansiolíticas, associadas
à ação anticonvulsivante
e relaxante muscular.
• A amnésia constitui-se
num efeito colateral
desses compostos.
SEDAÇÃO EM UTI
• O propofol (diprivan ®) é uma droga
anestésica, capaz de induzir desde a
sedação até uma hipnose profunda. Em
razão do seu metabolismo elevado, possui
curta meia-vida de eliminação.
• A frequência cardíaca pode ser reduzida.
• Outras indicações para o uso do propofol
incluem a redução do espasmotetânico,
broncodilatação, em pacientes pneumopatas,
tratamento do estado de mal epiléptico
refratário a outras medicações, redução de
náuseas e vômitos e do prurido, e
cardioversão.
SANGUE E HEMODERIVADOS
Inicialmente precisamos entender o que é a hemotransfusão?
É a transferência de sangue ou de um hemocomponente
(componente do sangue) de um indivíduo (doador) a outro
(receptor). As transfusões são realizadas para aumentar a
capacidade do sangue de transportar oxigênio, para restaurar o
volume sanguíneo do organismo, para melhorar a imunidade ou
para corrigir distúrbios de coagulação.
Os pacientes críticos muitas vezes estão dentro dessa situação e
precisam receber sangue ou hemoderivados. Os hemocomponentes
são:
• Concentrado de hemácias, indicação: Hemorragias, anemias.
• Concentrado de plaquetas, indicação: Doenças neoplásicas,
leucemias, procedimentos cirúrgicos e disfunção plaquetária.
• Plasma fresco congelado Indicação: Reposição de fatores de
coagulação, onde não estão disponíveis ou indicados os fatores
liofilizados, doenças hepáticas, hemorragias.
Como a equipe de Enfermagem deve proceder
durante a hemotransfusão? Quais são os
cuidados necessários
Quando o técnico receber a bolsa de hemocomponente para ser transfundida
deve sempre conferir o tipo de sangue da bolsa com o tipo de sangue do
paciente que irá recebê-la.
Conferir o nome do paciente na bolsa e no prontuário e se é aquele hemoderivado que está mesmo
prescrito para o paciente.
• Verificar os sinais vitais;
• Lavar as mãos;
• Calçar as luvas;
• Selecionar a veia observando que a região a ser puncionada deve estar livre de lesões cutâneas;
O paciente de UTI já possui vários acessos venosos. Neste caso utiliza-se o melhor acesso periférico
que ele tiver;
• Observar as condições do produto relativas à estocagem, aspecto, validade e liberação.
• Fazer a rechecagem de todos os dados
• Observar o cliente durante todo o procedimento a fim de detectar sinais
e sintomas de reações adversas
• Em caso de redução do fluxo, reposicionar agulha e observar o
sistema para detectar coágulos.
• Estar atento a sinais e alarmes dos equipamentos
• Registrar todas as intercorrências. Atenção: O tempo de infusão de
uma bolsa não deve exceder às 4h.
ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM
São anotações ou registros realizados pelos integrantes da
equipe de enfermagem contendo todas as informações do
paciente, observações feitas sobre o seu estado de saúde,
prescrições de enfermagem e sua implantação, da evolução de
enfermagem e de outros cuidados, entre eles a execução das
prescrições médicas. Cada anotação deve vir acompanhada da
assinatura e do número do registro do COREN e do profissional
que a realizou. Devem ser escritas de maneira clara, completa,
precisa, abordando aspectos biológicos, psicológico e espiritual.
Obrigada!

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  • 2. • Comumente empregadas nos pacientes graves, as drogas vasoativas são de uso corriqueiro nas unidades de terapia intensiva e o conhecimento exato da sua farmacocinética e farmacodinâmica é de vital importância para a equipe de enfermagem, pois daí decorre o sucesso ou mesmo o insucesso de sua utilização.
  • 3. CARACTERÍSTICAS Os medicamentos desta classe modificam o calibre dos vasos e, por isso, a sua diluição e dosagens precisam ser calculadas com bastante cuidado e a administração deve ser feita por bomba de infusão por uma via venosa central. O acesso central se faz necessário pelo fato de que o extravasamento desses medicamentos pode lesar a pele. Este acesso central deve ser usados exclusivamente para as drogas vasoativas.
  • 4. PONTOS IMPORTANTES Sempre que estes medicamentos forem utilizados no paciente a Enfermagem deve: - Monitorar PA e nível de consciência - Comunicar agitação ou confusão mental - Controlar diurese - Observar arritmias ou taquicardia fazendo ECG - Observar permeabilidade do cateter, pois se a droga extravasar pode causar necrose ou escarificação no local da infiltração.
  • 5. Droga vasoativa é atribuído às substâncias que apresentam efeitos vasculares periféricos, pulmonares ou cardíacos, sejam eles diretos ou indiretos, atuando em pequenas doses e com respostas dose-dependente, de efeito rápido e curto, através de receptores situados no endotélio vascular. Na maioria das vezes, é necessário o uso da monitorização hemodinâmica.
  • 6. As catecolaminas exibem efeitos de acordo com a dose utilizada, podendo estimular receptores alfa, beta e dopa. Essas drogas são, então, classificadas como: • alfa adrenérgicas: utilizados no tratamento da hipertensão arterial sistêmica, disfunção erétil, bexiga neurogênica e da hiperplasia prostática benigna. • beta adrenérgicas: antiarrítmicos, anti-hipertensores e na proteção cardíaca após enfarte do miocárdio.
  • 7. São proibições para Equipe de Enfermagem • Ministrar medicamentos sem certificar-se da natureza das drogas que compõem e da existência de risco para o cliente. • Executar prescrições terapêuticas quando contrárias á segurança do cliente.
  • 8. DOPAMINA • Dopamina é o precursor imediato da noradrenalina. • Trata-se de uma substância que age através da estimulação direta nos receptores beta 1 (coração) e, indiretamente, nos demais receptores, através da liberação de Noradrenalina que, por sua vez, também estimula receptores beta 1.
  • 9. • DOPAMINA • Possui inúmeros efeitos, pois estimula todos os tipos de receptores, sendo estes dose dependentes. Por ser uma molécula polar, não atravessa a barreira hematoencefálica, não apresentando assim, ação no sistema nervoso central (SNC). Possui vida média de 1,7 minutos. Os seus metabólitos são eliminados por via renal.
  • 11. • DOPAMINA / Diluição • A diluição padrão é de cinco (5) ampolas em 200 ml de solução (ringer simples ou lactato), soro fisiológico (SF 0,9%), soro glicosado (SG 5%) sendo somente incompatível com soluções alcalinas. • A dose deve ser administrada de acordo com o efeito desejado e individualizada para cada paciente.
  • 12. • DOPAMINA / CUIDADOS • Deve ser utilizada somente para uso endovenoso com o cuidado de não haver extravasamento tissular, o que poderá acarretar uma intensa vasoconstrição local, com necrose tecidual. • Os efeitos colaterais da dopamina incluem: náuseas, vômitos, arritmias (supraventriculares 4% e ventriculares 1 a 1,5%) e agravamento da vasoconstrição pulmonar. Parece não haver uma interação medicamentosa, importante, com outras drogas, podendo ser associada a corticóides, catecolaminas e diuréticos.
  • 13. • DOBUTAMINA Esta droga vasoativa, ao contrário da dopamina, a ação farmacológica da dobutamina não depende das reservas liberáveis de noradrenalina.
  • 14. DOBUTAMINA • A dobutamina possui vida média de dois (2) minutos, seu início de ação é rápido, não havendo, então, necessidade de dose de ataque. • A sua excreção é renal. Além disso, a dobutamina apresenta poucos efeitos sobre a FC, aumenta a contratilidade miocárdica e o índice cardíaco, não agindo sobre a resistência vascular periférica.
  • 15. • Indicações • A droga é utilizada para melhorar a função ventricular e o desempenho cardíaco, por exemplo, choque cardiogênico e insuficiência cardíaca congestiva. • A estimulação dos betarreceptores provoca leve queda da pressão arterial (PA) por vasodilatação periférica. DOBUTAMINA
  • 16. DOBUTAMINA • Diluição • A dobutamina é disponível na forma de hidrocloridrato de dobutamina, em ampolas de 20 ml, com 250 mg da droga. • Sua utilização é sempre diluída, endovenosamente, em infusão contínua, deverá ser individualizada para cada paciente de acordo com o efeito hemodinâmico que se espera obter. O início da ação ocorre em dois (2) minutos, com efeito máximo em dez (10) minutos.
  • 17. DOBUTAMINA • Deve ser administrada preferentemente por um acesso venoso central. • Os efeitos colaterais da dobutamina incluem arritmias, dores de cabeça, ansiedade, tremores, aumentos ou reduções excessivas da PA.
  • 18. NORADRENALINA • A noradrenalina (NA) é o neurotransmissor do sistema nervoso simpático e precursor da adrenalina. • A NA possui atividade tanto no receptor alfa, como beta 1 adrenérgico, com pouca ação sobre receptores beta 2 ( coração e vasos) • Importante vasoconstrição periférica, com aumento da PA.
  • 19. NORADRENALINA • A noradrenalina é também um potente vasoconstritor visceral e renal, o que limita sobre a rede vascular, sistêmica e pulmonar, e deve ser usada com prudência, em pacientes com hipertensão pulmonar.
  • 20. • Indicações • noradrenalina é uma droga de eleição no choque séptico, cuja finalidade é elevar a PA em pacientes hipotensos, que não responderam à ressuscitação por volume e a outros inotrópicos menos potentes. • Além disso, essa potente droga vasoativa é quase sempre utilizada logo após as manobras da ressuscitação cardiopulmonar (RCP), como droga vasoconstritora. • A droga é rapidamente eliminada do plasma após a sua administração intravenosa, com vida média de dois (2) a dois e meio (2,5) minutos, embora haja grande variação individual. NORADRENALINA
  • 21. NORADRENALINA • Diluição • Utilizam-se, normalmente, cinco (5) ampolas (2 mg) diluídas em 250 ml de qualquer solução rotineira (exceto em soluções alcalinas) • A droga é disponível sob a forma de bitartarato de noradrenalina, sendo que a infusão endovenosa, contínua é, geralmente, iniciada em doses de 0,05 a 0,1 mg/kg/min, até que o efeito hemodinâmico desejado seja alcançado e não haja efeitos colaterais importantes. As doses administradas podem atingir um máximo de 1,5 a 2 mg/kg/min.
  • 22. NORADRENALINA • Cuidados • As infusões de NA devem ser administradas preferivelmente através de uma veia central, a PA deve ser monitorizada a cada quinze (15) minutos, principalmente durante o ajuste da dose. A função renal também deve ser monitorizada através de dosagens de uréia, creatinina e volume de diurese. • Cuidados com necrose e escaras, no local da injeção intravenosa, devem ser prevenidos, evitando-se o extravasamento da droga. A infusão deve ser efetuada em veia de grosso calibre (quando usado acesso periférico) e a localização desta deve ser alterada, no mínimo, a cada doze (12) horas.
  • 23. NORADRENALINA • Cuidados • A droga deve ser evitada em grávidas pelo seu efeito contrátil sobre o útero gravídico. A administração de altas concentrações também pode precipitar hipotensão acentuada, infarto do miocárdio ou hemorragia cerebral. O uso da noradrenalina, em altas doses e por tempo prolongado, pode provocar graves lesões renais, cutâneas e mesmo cardíacas devido à vasoconstrição excessiva. • No choque cardiogênico, o seu uso é limitado devido ao aumento do trabalho cardíaco, provocado pelo incremento da pós-carga no miocárdio isquêmico.
  • 24. • A falência circulatória aguda possui muitas etiologias, porém os mecanismos determinantes são: 1.diminuição do volume circulante; 2.diminuição do DC; 3.diminuição da resistência vascular periférica. VASODILATADORES
  • 25. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO • O nitroprussiato de sódio é um vasodilatador misto, com efeitos sobre os territórios arterial e venoso. Age diretamente na musculatura lisa vascular. • A droga promove, então, diminuição da resistência periférica total, diminuição da PA, pouca alteração da FC e diminuição da resistência vascular pulmonar.
  • 26. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO • INDICAÇÕES • Indicado no tratamento das emergências hipertensivas e como droga auxiliar nos estados de choque circulatório, com pressões de enchimento ventricular e resistência periférica aumentadas como o edema agudo de pulmão. • DILUIÇÃO • O nitroprussiato de sódio é utilizado em infusão endovenosa contínua e, exclusivamente, em doses que variam de 1 a 5 mg/kg/min.
  • 27. • Como existe uma sensibilidade da substância à luz, apenas soluções recentes (no máximo, seis horas após o preparo) devem ser utilizadas e o frasco deve ser envolvido por material opaco, pois a droga é fotossensível, e deve-se utilizar equipo próprio. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO O equipo fotossensível tem por finalidade proteger os fármacos fotossensíveis, que necessitam de cuidados específicos e podem perder suas características medicamentosas se expostos diretamente à luz (solar ou de lâmpada artificial).
  • 28. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO • CUIDADOS • Constituem-se sinais de intoxicação pelo tiocianato: náuseas, fraqueza, espasmos musculares, confusão mental, cefaleia, diarreia, e taquicardia. • Esses efeitos são minimizados logo que a infusão da droga é interrompida ou sua velocidade de eliminação aumentada. A droga deve ser utilizada com prudência em pacientes com hepatopatias e nefropatias, e os níveis plasmáticos de tiocianato devem ser monitorizados, não excedendo 10 mg/dl.
  • 29. NITROPRUSSIATO DE SÓDIO É um medicamento fotossensível e que deve, então, ser protegido da luz. Além disso, a Enfermagem deve: - Estar atenta a alterações bruscas de PA; - Caso haja cefaleia persistente administrar analgésico já prescrito; - Efeitos colaterais como hipotensão, confusão mental e até convulsões podem acontecer. Então, a Enfermagem deve ficar atenta aos sinais que indicam a presença ou início desses efeitos.
  • 30. SEDAÇÃO EM UTI • Objetivos da sedação incluem reduzir a resistência à ventilação mecânica, redução da ansiedade, facilitação do sono e redução do metabolismo. • Em casos de traumatismo craniano, o objetivo da sedação pode incluir a indução do coma, a fim de promover o “silêncio elétrico” (EEC burst supression, do inglês) do cérebro, reduzindo sua necessidade metabólica.
  • 31. SEDAÇÃO EM UTI • Os dois principais benzodiazepínicos disponíveis para administração intravenosa no brasil são o midazolam (dormonid ®) e o diazepam (valium®).
  • 33. SEDAÇÃO EM UTI • Os opióides são drogas que, além do seu efeito analgésico, promovem sedação importante e são empregados em pacientes requerendo ventilação mecânica, pois inibem a ventilação, bem como o reflexo de tosse. • São empregados em associação com os benzodiazepínicos ou com o propofol. O uso prolongado induz à ocorrência de tolerância. O mais comumente empregado é o fentanil.
  • 34. SEDAÇÃO EM UTI • Possuem excelentes qualidades sedativas hipnóticas e ansiolíticas, associadas à ação anticonvulsivante e relaxante muscular. • A amnésia constitui-se num efeito colateral desses compostos.
  • 35. SEDAÇÃO EM UTI • O propofol (diprivan ®) é uma droga anestésica, capaz de induzir desde a sedação até uma hipnose profunda. Em razão do seu metabolismo elevado, possui curta meia-vida de eliminação. • A frequência cardíaca pode ser reduzida. • Outras indicações para o uso do propofol incluem a redução do espasmotetânico, broncodilatação, em pacientes pneumopatas, tratamento do estado de mal epiléptico refratário a outras medicações, redução de náuseas e vômitos e do prurido, e cardioversão.
  • 36. SANGUE E HEMODERIVADOS Inicialmente precisamos entender o que é a hemotransfusão? É a transferência de sangue ou de um hemocomponente (componente do sangue) de um indivíduo (doador) a outro (receptor). As transfusões são realizadas para aumentar a capacidade do sangue de transportar oxigênio, para restaurar o volume sanguíneo do organismo, para melhorar a imunidade ou para corrigir distúrbios de coagulação.
  • 37. Os pacientes críticos muitas vezes estão dentro dessa situação e precisam receber sangue ou hemoderivados. Os hemocomponentes são: • Concentrado de hemácias, indicação: Hemorragias, anemias. • Concentrado de plaquetas, indicação: Doenças neoplásicas, leucemias, procedimentos cirúrgicos e disfunção plaquetária. • Plasma fresco congelado Indicação: Reposição de fatores de coagulação, onde não estão disponíveis ou indicados os fatores liofilizados, doenças hepáticas, hemorragias.
  • 38. Como a equipe de Enfermagem deve proceder durante a hemotransfusão? Quais são os cuidados necessários Quando o técnico receber a bolsa de hemocomponente para ser transfundida deve sempre conferir o tipo de sangue da bolsa com o tipo de sangue do paciente que irá recebê-la. Conferir o nome do paciente na bolsa e no prontuário e se é aquele hemoderivado que está mesmo prescrito para o paciente. • Verificar os sinais vitais; • Lavar as mãos; • Calçar as luvas; • Selecionar a veia observando que a região a ser puncionada deve estar livre de lesões cutâneas; O paciente de UTI já possui vários acessos venosos. Neste caso utiliza-se o melhor acesso periférico que ele tiver; • Observar as condições do produto relativas à estocagem, aspecto, validade e liberação.
  • 39. • Fazer a rechecagem de todos os dados • Observar o cliente durante todo o procedimento a fim de detectar sinais e sintomas de reações adversas • Em caso de redução do fluxo, reposicionar agulha e observar o sistema para detectar coágulos. • Estar atento a sinais e alarmes dos equipamentos • Registrar todas as intercorrências. Atenção: O tempo de infusão de uma bolsa não deve exceder às 4h.
  • 40. ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM São anotações ou registros realizados pelos integrantes da equipe de enfermagem contendo todas as informações do paciente, observações feitas sobre o seu estado de saúde, prescrições de enfermagem e sua implantação, da evolução de enfermagem e de outros cuidados, entre eles a execução das prescrições médicas. Cada anotação deve vir acompanhada da assinatura e do número do registro do COREN e do profissional que a realizou. Devem ser escritas de maneira clara, completa, precisa, abordando aspectos biológicos, psicológico e espiritual.