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Doenças relacionadas com a má alimentação !
Com este trabalho pretendemos informar-vos de todos as doenças relacionadas com a má alimentação e também para vocês se aperceberem daquilo que comem nem sempre é o melhor. Esperemos que gostem, tanto quanto nós gostámos de o ter realizado!!!
Gastrite  3 O que é a gastrite?  4 O que provoca uma gastrite?  5 Hipertensão  6 Definição de hipertensão  7 Causas de hipertensão  8 Factores de risco  9 Prevenir a hipertensão  10 Os sintomas de hipertensão  11 Como diagnosticar a hipertensão  12 Formas de tratamento  13 Obesidade  14 O que é?  15 Causas  16 Formas clínicas de obesidade  17 Complicações que a obesidade pode trazer  18 Colesterol  19 O que é o colestrol?  20
 
O estômago é um tipo de bolsa que recebe o que ingerimos. Internamente, é forrada por mucosa, uma camada rosada parecida com a que temos em nossa boca. Gastrite é a inflamação da mucosa do estômago.
Podemos dizer de acordo com estudos realizados, que a confirmação final de gastrite só pode  ser feita através do exame microscópico. O que acontece muitas vezes é que durante um  exame endoscópico os sinais são tão exuberantes que a biopsia é  dispensada para um segundo exame de controle do tratamento.  Actualmente a biopsia gástrica é realizada como rotina na grande maioria dos serviços de  endoscopia para pesquisar a presença do helicobater pylori.  Hoje em dia, esta é a bactéria responsável pela maioria das gastrites e úlceras.
 
Hipertensão Arterial
Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg.  Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas.
Na maior parte dos casos , não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperal dos teronismo primário, a hipertensão reno vascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia.  A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente.
Obesidade;  Consumo exagerado de sal e de álcool;  Sedentarismo;  Má alimentação;  Tabagismo;  Stress.
Redução da ingestão de sal na alimentação;  Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas;  Prática regular de exercício físico;  Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres);  Cessação do hábito de fumar; aconselhável uma redução de peso.  A ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença faz da medição regular da tensão arterial um hábito a seguir. Todos os adultos, em particular os obesos, os diabéticos e os fumadores ou com história de doença cardiovascular na família, devem medir a sua pressão arterial pelo menos uma vez por ano.
Regra geral, nos primeiros anos, a hipertensão arterial não provoca quaisquer sintomas, à excepção de valores tencionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial.  Em alguns casos, a hipertensão arterial pode, contudo, manifestar-se através de sinais como a ocorrência de cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças. Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas e sinais de alertas.
O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e pela verificação de que os seus níveis estão acima do limite normal. Contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo de doença. Só é considerado hipertenso um indivíduo que tenha valores elevados em, pelo menos, três avaliações seriadas.  Compete ao médico fazer o diagnóstico da doença, uma vez que a pressão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou o stress, sem que tal signifique que o indivíduo sofre de hipertensão arterial
Não há uma cura para a hipertensão arterial. Contudo, apesar de ser uma doença crónica, na maioria dos casos é controlável.  A adopção de um estilo de vida saudável proporciona geralmente uma descida significativa da pressão arterial.  A diminuição do consumo do sal reduz a pressão arterial em grande número de hipertensos. A prática regular de exercício físico pode reduzir significativamente a pressão arterial.  Felizmente, já existem muitos medicamentos eficazes na redução da pressão arterial. Compete ao médico decidir qual o fármaco mais apropriado para iniciar o tratamento.
 
A obesidade é um acúmulo excessivo de gordura corporal, ou seja, quando a energia ingerida (a quantidade de calorias que nós ingerimos) é maior do que a energia dispendida (número de calorias usadas pelo nosso metabolismo, durante actividade física e na formação de calor) por um longo período de tempo associada a problemas de saúde, que trará prejuízos à saúde do indivíduo é também uma doença dispendiosa, de alto risco, crónica e reincidente. Esta doença consegue afectar até as crianças.
Ser obeso não significa necessariamente que o indivíduo se alimente em excesso. O peso excessivo resulta da combinação de uma série de factores , tais como : -genéticos (crianças cujo os pais são obesos tendem ter um peso excessivo) ; -sexo (os homens têm mais massa muscular e menos gordura corporal – queimam 15% a 20% mais calorias do que as mulheres em descanso)  -idade (metabolismo atenua-se com a idade/diminui a massa muscular – diminuem as necessidades calóricas);
-Problemas de saúde  -tabaco; -ausência de um correcto regime alimentar (aumento da quantidade de alimentos ingeridos, em particular gorduras); - inactividade física (habitualmente, as pessoas obesas são menos activas, fazem pouco exercício físico, levando uma vida muito sedentária);
-genóide : a gordura concentra-se na região subcutânea, particularmente na região dos quadris e coxas sendo mais frequente na mulher. Apresenta maior risco de artrose e varizes. -andróide : a gordura concentra-se no abdómen, sendo mais frequente nos homens. Apresenta um maior risco de problemas cardiovasculares.
-Doenças:  -Distúrbios: -hipertensão arterial;  -distúrbios lípidicos; -doenças cardiovasculares;  -hipercolestrolémia; -cancro;  -apneia do sono. -coledocolítiase. Como prevenir da obesidade: -beber muita água; -dieta; -exercício físico; -terapia farmacológica; -cirurgia bariátrica.
 
Colesterol é um álcool poli cíclico de cadeia longa, usualmente considerado um esferóide, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais. É um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos. O colesterol é o principal esterol sintetizado pelos animais, mas pequenas quantidades são também sintetizadas por outros eucaristias, como plantas e fungos. Não existe colesterol em nenhum produto de origem vegetal. Plantas apresentam um produto similar chamado de estigma esterol, que não é absorvido pelo corpo humano. A maior parte do colesterol presente no corpo é sintetizada pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida pela dieta. Portanto, ao contrário de como se pensava antigamente, o nível de colesterol no sangue não aumenta se aumentar a quantidade de colesterol na dieta. O colesterol é mais abundante nos tecidos que mais sintetizam ou têm membranas densamente agrupadas em maior número, como o fígado, medula espinhal, cérebro e placas ateromatosas (nas artérias). O colesterol tem um papel central em muitos processos bioquímicos, mas é mais conhecido pela associação existente entre doenças cardiovasculares e as diversas lipoproteínas que o transportam, e os altos níveis de colesterol no sangue (hipercolesterolemia).
Depois de termos realizado este trabalho chegámos à conclusão de que é bastante importante ter e manter uma alimentação saudável, para nós próprios sermos saudáveis. Obrigada pela atenção.  Trabalho realizado por: Bárbara Neves nº4, Daniela Freitas nº10, Filipe Vieira nº12 e Lídia Baptista nº20

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  • 2. Com este trabalho pretendemos informar-vos de todos as doenças relacionadas com a má alimentação e também para vocês se aperceberem daquilo que comem nem sempre é o melhor. Esperemos que gostem, tanto quanto nós gostámos de o ter realizado!!!
  • 3. Gastrite 3 O que é a gastrite? 4 O que provoca uma gastrite? 5 Hipertensão 6 Definição de hipertensão 7 Causas de hipertensão 8 Factores de risco 9 Prevenir a hipertensão 10 Os sintomas de hipertensão 11 Como diagnosticar a hipertensão 12 Formas de tratamento 13 Obesidade 14 O que é? 15 Causas 16 Formas clínicas de obesidade 17 Complicações que a obesidade pode trazer 18 Colesterol 19 O que é o colestrol? 20
  • 4.  
  • 5. O estômago é um tipo de bolsa que recebe o que ingerimos. Internamente, é forrada por mucosa, uma camada rosada parecida com a que temos em nossa boca. Gastrite é a inflamação da mucosa do estômago.
  • 6. Podemos dizer de acordo com estudos realizados, que a confirmação final de gastrite só pode ser feita através do exame microscópico. O que acontece muitas vezes é que durante um exame endoscópico os sinais são tão exuberantes que a biopsia é dispensada para um segundo exame de controle do tratamento. Actualmente a biopsia gástrica é realizada como rotina na grande maioria dos serviços de endoscopia para pesquisar a presença do helicobater pylori. Hoje em dia, esta é a bactéria responsável pela maioria das gastrites e úlceras.
  • 7.  
  • 9. Designam-se de hipertensão arterial todas as situações em que se verificam valores de tensão arterial aumentados. Para esta caracterização, consideram-se valores de tensão arterial sistólica superiores ou iguais a 140 mm Hg (milímetros de mercúrio) e/ou valores de tensão arterial diastólica superiores a 90 mm Hg. Com frequência, apenas um dos valores surge alterado. Quando os valores da “máxima” estão alterados, diz-se que o doente sofre de hipertensão arterial sistólica; quando apenas os valores da “mínima” se encontram elevados, o doente sofre de hipertensão arterial diastólica. A primeira é mais frequente em idades avançadas.
  • 10. Na maior parte dos casos , não há uma causa conhecida para a hipertensão arterial, embora em algumas situações seja possível encontrar uma doença associada que é a verdadeira causa da hipertensão arterial. Por exemplo: a apneia do sono, a doença renal crónica, o hiperal dos teronismo primário, a hipertensão reno vascular, a síndroma de Cushing ou terapêutica esteróide, a feocromocitoma, a coarctação da aorta ou a doença tiroideia e paratiroideia. A hereditariedade e a idade são dois factores a ter também em atenção. Em geral, quanto mais idosa for a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver hipertensão arterial. Cerca de dois terços das pessoas com idade superior a 65 anos são hipertensas, sendo este o grupo em que a hipertensão sistólica isolada é mais frequente.
  • 11. Obesidade; Consumo exagerado de sal e de álcool; Sedentarismo; Má alimentação; Tabagismo; Stress.
  • 12. Redução da ingestão de sal na alimentação; Preferência por uma dieta rica em frutos, vegetais e com baixo teor de gorduras saturadas; Prática regular de exercício físico; Consumo moderado do álcool (um máximo de 30 ml etanol/dia nos homens e 15 ml/dia para as mulheres); Cessação do hábito de fumar; aconselhável uma redução de peso. A ausência de quaisquer sintomas durante a fase inicial da doença faz da medição regular da tensão arterial um hábito a seguir. Todos os adultos, em particular os obesos, os diabéticos e os fumadores ou com história de doença cardiovascular na família, devem medir a sua pressão arterial pelo menos uma vez por ano.
  • 13. Regra geral, nos primeiros anos, a hipertensão arterial não provoca quaisquer sintomas, à excepção de valores tencionais elevados, os quais se detectam através da medição da pressão arterial. Em alguns casos, a hipertensão arterial pode, contudo, manifestar-se através de sinais como a ocorrência de cefaleias, tonturas ou um mal-estar vago e difuso, que são comuns a muitas outras doenças. Com o decorrer dos anos, a pressão arterial acaba por lesar os vasos sanguíneos e os órgãos vitais (o cérebro, o coração e os rins), provocando sintomas e sinais de alertas.
  • 14. O diagnóstico é feito através da medição da pressão arterial e pela verificação de que os seus níveis estão acima do limite normal. Contudo, um valor elevado isolado não é sinónimo de doença. Só é considerado hipertenso um indivíduo que tenha valores elevados em, pelo menos, três avaliações seriadas. Compete ao médico fazer o diagnóstico da doença, uma vez que a pressão arterial num adulto pode variar devido a factores como o esforço físico ou o stress, sem que tal signifique que o indivíduo sofre de hipertensão arterial
  • 15. Não há uma cura para a hipertensão arterial. Contudo, apesar de ser uma doença crónica, na maioria dos casos é controlável. A adopção de um estilo de vida saudável proporciona geralmente uma descida significativa da pressão arterial. A diminuição do consumo do sal reduz a pressão arterial em grande número de hipertensos. A prática regular de exercício físico pode reduzir significativamente a pressão arterial. Felizmente, já existem muitos medicamentos eficazes na redução da pressão arterial. Compete ao médico decidir qual o fármaco mais apropriado para iniciar o tratamento.
  • 16.  
  • 17. A obesidade é um acúmulo excessivo de gordura corporal, ou seja, quando a energia ingerida (a quantidade de calorias que nós ingerimos) é maior do que a energia dispendida (número de calorias usadas pelo nosso metabolismo, durante actividade física e na formação de calor) por um longo período de tempo associada a problemas de saúde, que trará prejuízos à saúde do indivíduo é também uma doença dispendiosa, de alto risco, crónica e reincidente. Esta doença consegue afectar até as crianças.
  • 18. Ser obeso não significa necessariamente que o indivíduo se alimente em excesso. O peso excessivo resulta da combinação de uma série de factores , tais como : -genéticos (crianças cujo os pais são obesos tendem ter um peso excessivo) ; -sexo (os homens têm mais massa muscular e menos gordura corporal – queimam 15% a 20% mais calorias do que as mulheres em descanso) -idade (metabolismo atenua-se com a idade/diminui a massa muscular – diminuem as necessidades calóricas);
  • 19. -Problemas de saúde -tabaco; -ausência de um correcto regime alimentar (aumento da quantidade de alimentos ingeridos, em particular gorduras); - inactividade física (habitualmente, as pessoas obesas são menos activas, fazem pouco exercício físico, levando uma vida muito sedentária);
  • 20. -genóide : a gordura concentra-se na região subcutânea, particularmente na região dos quadris e coxas sendo mais frequente na mulher. Apresenta maior risco de artrose e varizes. -andróide : a gordura concentra-se no abdómen, sendo mais frequente nos homens. Apresenta um maior risco de problemas cardiovasculares.
  • 21. -Doenças: -Distúrbios: -hipertensão arterial; -distúrbios lípidicos; -doenças cardiovasculares; -hipercolestrolémia; -cancro; -apneia do sono. -coledocolítiase. Como prevenir da obesidade: -beber muita água; -dieta; -exercício físico; -terapia farmacológica; -cirurgia bariátrica.
  • 22.  
  • 23. Colesterol é um álcool poli cíclico de cadeia longa, usualmente considerado um esferóide, encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais. É um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos. O colesterol é o principal esterol sintetizado pelos animais, mas pequenas quantidades são também sintetizadas por outros eucaristias, como plantas e fungos. Não existe colesterol em nenhum produto de origem vegetal. Plantas apresentam um produto similar chamado de estigma esterol, que não é absorvido pelo corpo humano. A maior parte do colesterol presente no corpo é sintetizada pelo próprio organismo, sendo apenas uma pequena parte adquirida pela dieta. Portanto, ao contrário de como se pensava antigamente, o nível de colesterol no sangue não aumenta se aumentar a quantidade de colesterol na dieta. O colesterol é mais abundante nos tecidos que mais sintetizam ou têm membranas densamente agrupadas em maior número, como o fígado, medula espinhal, cérebro e placas ateromatosas (nas artérias). O colesterol tem um papel central em muitos processos bioquímicos, mas é mais conhecido pela associação existente entre doenças cardiovasculares e as diversas lipoproteínas que o transportam, e os altos níveis de colesterol no sangue (hipercolesterolemia).
  • 24. Depois de termos realizado este trabalho chegámos à conclusão de que é bastante importante ter e manter uma alimentação saudável, para nós próprios sermos saudáveis. Obrigada pela atenção. Trabalho realizado por: Bárbara Neves nº4, Daniela Freitas nº10, Filipe Vieira nº12 e Lídia Baptista nº20