SlideShare uma empresa Scribd logo
DOENÇAS DA  PELE, UNHAS  E CABELOS PATRICIA PRESTES - 2007
Bromidrose (cecê, chulé)   Miliária ("Brotoeja") Foliculite   Dermatite Seborréica   Intertrigo "frieira".  Larva migrans ("Bicho Geográfico")   Micoses superficiais da pele   Pitiríase versicolor ("micose de praia", "pano branco") Escabiose (Sarna) Pediculose da cabeça (Piolhos) Tungíase ("bicho de pé") Unha encravada Onicomicose (micose da unha) Acne (Cravos e espinhas)   Doenças mais freqüentes de pele, unhas e cabelos PATRICIA PRESTES - 2007
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],PATRICIA PRESTES - 2007
Miliária ("Brotoeja") Se apresenta como uma erupção cutânea relacionada com as glândulas sudoríparas (que produzem o suor). Afeta principalmente as crianças, mas também pode atingir os adultos.  O quadro está relacionado com o aumento do calor e da produção do suor que, extravasando dentro da pele, antes de atingir a superfície, provoca um processo inflamatório.  A localização mais comum é o tronco e a região cervical. As lesões geralmente são acompanhadas por coceira. Formam-se "bolinhas avermelhadas" ou vesículas (pequeninas bolhas) sobre pele avermelhada, podendo, em alguns casos, formar lesões mais exuberantes. PATRICIA PRESTES - 2007
PATRICIA PRESTES - 2007
Foliculite   Infecção dos folículos pilosos causadas por bactérias do tipo estafilococos. A invasão bacteriana pode ocorrer espontaneamente ou favorecida pelo excesso de umidade ou suor, raspagem dos pêlos ou depilação. Atinge crianças e adultos podendo surgir em qualquer localização onde existam pêlos, sendo freqüente na área da barba (homens) e na virilha (mulheres). Quando superficial, a foliculite caracteriza-se pela formação de pequenas pústulas ("bolhinhas de pus") centradas por pêlo com discreta vermelhidão ao redor. Alguns casos não apresentam pus, aparecendo apenas vermelhidão ao redor dos pêlos. Pode haver dor e coceira no local afetado. Tratamento  O tratamento é feito com antibióticos de uso local ou sistêmico específicos para a bactéria causadora e cuidados antissépticos.  PATRICIA PRESTES - 2007
Dermatite Seborréica  Trata-se inflamação crônica da pele que surge em indivíduos geneticamente predispostos. As erupções cutâneas características da doença ocorrem predominantemente nas áreas de maior produção de oleosidade pelas glândulas sebáceas.   A causa da dermatite seborréica é a oleosidade excessiva e um fungo (Pityrosporum ovale) presente na pele afetada estão envolvidos no processo. A maior atividade das glândulas sebáceas ocorre sob a ação dos hormônios androgênicos, por isso, o início dos sintomas ocorre geralmente após a puberdade.  A dermatite seborréica tem caráter crônico, com tendência a períodos de melhora e de piora. A doença costuma se agravar no inverno e em situações de fadiga ou estresse emocional.   As manifestações mais frequentes ocorrem no couro cabeludo e são caracterizadas por intensa produção de oleosidade (seborréia), descamação (caspa) e prurido (coceira). A caspa pode variar desde fina descamação até a formação de grandes crostas aderidas ao couro cabeludo. A coceira, que pode ser intensa, é um sintoma frequente nesta região e também pode estar presente com menor intensidade nas outras localizações.  PATRICIA PRESTES - 2007
Quando atingem a pele, as lesões da dermatite seborréica são avermelhadas e com descamação gordurosa. As áreas mais atingidas são a face (principalmente o contorno nasal, supercílios e fronte), pavilhões auriculares e região retroauricular e o centro da região torácica anterior e posterior.   Outras manifestações são a blefarite seborréica, que atinge as pálpebras, e a presença de lesões em áreas de dobra de pele, como as axilas e regiões inframamárias. Casos graves de dermatite seborréica podem evoluir para a generalização das lesões, atingindo extensas áreas da pele. Tratamento Não existe medicação que acabe definitivamente com a dermatite seborréica porém seus sintomas podem ser controlados. Deve-se evitar a ingestão de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas e o banho muito quente.  O tratamento geralmente é feito com medicações de uso local na forma de sabonetes, xampus, loções capilares ou cremes, que podem conter anti-fúngicos ou corticoesteróides, entre outros componentes.
Larva migrans ("Bicho Geográfico")   A   larva migrans, conhecida vulgarmente como bicho geográfico, é uma doença causada por parasitas intestinais do cão e do gato. Ao defecar na terra ou areia, os ovos eliminados nas fezes transformam-se em larvas. Estas, penetram na pele do homem causando a doença.  Por estar em pele humana, a larva não consegue se aprofundar para atingir o intestino (o que ocorreria no cão e no gato), e caminha sob a pele formando um túnel tortuoso e avermelhado.  Mais comum em crianças, as lesões são geralmente acompanhadas de muita coceira. Os locais mais comumente atingidos são os pés e as nádegas. Pode ocorrer como lesão única ou múltiplas lesões. Devido ao ato de coçar é frequente a infecção secundária das lesões. Tratamento Dependendo da extensão da doença, o tratamento pode ser feito por via oral para os casos mais extensos ou com o uso de medicação tópica nos casos mais brandos. Para prevenir a infecção pela larva migrans deve-se evitar andar descalço em locais freqüentados por cães e gatos e cobrir as caixas de areia durante a noite para evitar sua utilização por gatos para defecar. Recolha as fezes de seu cachorro e estimule os outros donos de animais a fazerem o mesmo. Não leve animais para a praia. PATRICIA PRESTES - 2007
Micoses superficiais da pele   As micoses superficiais da pele, são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos.  Os fungos estão em toda parte podendo ser encontrados no solo e em animais.  Até mesmo na nossa pele existem fungos convivendo "pacificamente" conosco, sem causar doença.   A queratina, substância encontrada na superfície cutânea, unhas e cabelos, é o "alimento" para estes fungos. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como: calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo (alteram o equilíbrio da pele), estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.   Existem várias formas de manifestação das micoses cutâneas superficiais, dependendo do local afetado e também do tipo de fungo causador da micose.  PATRICIA PRESTES - 2007
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],PATRICIA PRESTES - 2007
Pitiríase versicolor ("micose de praia", "pano branco") Também vulgarmente conhecida como "micose de praia" ou "pano branco", é uma micose mas, ao contrário do que se pensa, não é adquirida na praia ou piscina.  O fungo causador da doença habita a pele de todas as pessoas e, em algumas delas, é capaz de se desenvolver provocando as manchas.   Muitas vezes, a doença é percebida poucos dias após a exposição da pele ao sol, porque nas áreas da pele afetadas pela micose, a pele não se bronzeia. Com o bronzeamento da pele ao redor, ficam perceptíveis as áreas mais claras onde está a doença e a pessoa acha que pegou a micose na praia ou piscina. Entretanto, o sol apenas mostrou aonde estava a micose. Vem daí o nome "micose de praia".  As áreas de pele mais oleosa, como a face, couro cabeludo, pescoço e a porção superior do tronco são as mais frequentemente atingidas.  A doença se manifesta formando manchas claras, acastanhadas ou avermelhadas que se iniciam pequenas e podem se unir formando manchas maiores.   As lesões são recobertas por fina descamação que, às vezes, só é percebida quando se estica a pele. Geralmente, é assintomática, mas alguns pacientes podem apresentar coceira. PATRICIA PRESTES - 2007
Tratamento é uma micose que responde bem ao tratamento, que pode ser feito com medicamentos de uso via oral (comprimidos) ou local (sabonetes, xampus, locões, sprays ou cremes), dependendo do grau de comprometimento da pele.  Devido a ser causada por um fungo que habita normalmente a pele, é possível a micose voltar a aparecer, mesmo após um tratamento bem sucedido.  Em algumas pessoas, pode ocorrer de forma recidivante, voltando a crescer logo após o tratamento. Estes casos exigem cuidados especiais para a prevenção do retorno da doença, cuja orientação deve ser dada pelo médico dermatologista.  PATRICIA PRESTES - 2007
Escabiose (Sarna) A escabiose ou sarna é uma doença parasitária, causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei (foto). É uma doença contagiosa transmitida pelo contato direto interpessoal ou através do uso de roupas contaminadas. O parasita escava túneis sob a pele onde a fêmea deposita seus ovos que eclodirão em cerca de 7 a 10 dias dando origem a novos parasitas.  A doença tem como característica principal a coceira intensa que, geralmente, piora durante a noite. A lesão típica da sarna é um pequeno trajeto linear pouco elevado, da cor da pele ou ligeiramente avermelhado e que corresponde aos túneis sob a pele. Esta lesão dificilmente é encontrada, pois a escoriação causada pelo ato de coçar a torna irreconhecível. O que se encontra na maioria dos casos são pequenos pontos escoriados ou recobertos por crostas em conseqüência da coçadura. É possível a infecção secundária destas lesões com surgimento de pústulas e crostas amareladas.  PATRICIA PRESTES - 2007
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],PATRICIA PRESTES - 2007
Acne (Cravos e espinhas)  A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos.  A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais freqüente em mulheres. As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.  A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas.  Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade.  PATRICIA PRESTES - 2007
Tratamento Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas seqüelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na auto-estima de jovens acometidos pela acne.  O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção ou, no caso de pacientes do sexo feminino, terapia hormonal com medicações anti-androgênicas.  A limpeza de pele, que pode ser realizada por esteticistas devidamente capacitadas, tem ação importante para o esvaziamento de lesões não inflamatórias (cravos), evitando a sua transformação em espinhas. PATRICIA PRESTES - 2007
Pediculose da cabeça (Piolhos) Atinge principalmente crianças em idade escolar e mulheres e é transmitida pelo contato direto interpessoal ou pelo uso de utensílios como bonés, escovas ou pentes de pessoas contaminadas. A doença tem como característica principal a coceira intensa no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça e que pode atingir também o pescoço e a região superior do tronco, onde se observam pontos avermelhados semelhantes a picadas de mosquitos.  Com a coçadura das lesões pode ocorrer a infecção secundária por bactérias, levando inclusive ao surgimento de gânglios no pescoço.  Geralmente a doença é causada por poucos parasitas, o que torna difícil encontrá-los, mas em alguns casos, principalmente em pessoas com maus hábitos higiênicos, a infestação ocorre em grande quantidade. Achado comum que fecha o diagnóstico de pediculose são as  lêndeas , ovos de cor esbranquiçada depositados pelas fêmeas nos fios de cabelo. PATRICIA PRESTES - 2007
Tratamento O tratamento consiste na aplicação nos cabelos de medicamentos específicos para o extermínio dos parasitas e deve ser repetido após 7 dias. Existe também um tratamento através de medicação via oral, sob a forma de comprimidos tomados em dose única. Em casos de difícil tratamento, os melhores resultados são obtidos com a associação dos tratamentos oral e local.  A lavagem da cabeça e utilização de pente fino ajuda na retirada dos piolhos. As lêndeas devem ser retiradas uma a uma, já que os medicamentos muitas vezes não eliminam os ovos. Para facilitar a retirada das lêndeas, pode ser usada uma mistura de vinagre e água em partes iguais, embebendo os cabelos por meia hora antes de proceder a retirada. Recomenda-se manter os cabelos curtos e examinar a cabeça em busca de parasitas, usando o pente fino sempre que chegarem da escola que é, geralmente, o principal foco de infecção. As meninas de cabelos compridos devem ir à aula com os cabelos presos. A escola deve ser comunicada quando a criança apresentar a doença para que os outros pais verifiquem a cabeça de seus filhos, de modo que todos sejam tratados ao mesmo tempo, interrompendo assim o ciclo de recontaminação. PATRICIA PRESTES - 2007
Intertrigo "frieira".   É uma alteração da pele que ocorre em áreas de dobras cutâneas, como axilas, virilhas e espaços entre os dedos, principalmente dos pés. As áreas de dobras, por estarem quase sempre cobertas por roupas, são mais úmidas, escuras e quentes, facilitando o desenvolvimento de fungos e bactérias nestes locais.  Alguns fatores podem favorecer o surgimento do intertrigo, como obesidade, diabetes, uso de roupas de tecido sintético e a sudorese excessiva. Nos pés, o uso de calçados fechados durante a maior parte do dia, principalmente os que aproximam os dedos, e de meias de tecido sintético, são os principais fatores desencadeantes do seu surgimento. Quando se localiza nos espaços entre os dedos dos pés, o intertrigo é popularmente conhecido como " frieira ".  Na fase inicial, o intertrigo surge como mancha avermelhada, úmida ou descamativa, geralmente acompanhada de coceira ou ardência. A pele torna-se esbranquiçada, amolecida e podem surgir fissuras (cortes), bastante dolorosas.  PATRICIA PRESTES - 2007
Tungíase ("bicho de pé") Doença causada pela Tunga penetrans, um tipo de pulga encontrada no solo, principalmente em pastos. A pulga fêmea penetra a pele, onde suga o sangue do hospedeiro e começa a produzir ovos que se desenvolvem e serão posteriormente eliminados no solo.  A lesão tem formato circular, é elevada e de cor amarelada, com ponto preto central. As áreas mais afetadas são os pés e é comum haver coceira. Pode ocorrer infecção secundária, com dor local e secreção purulenta. Tratamento Para evitar a contaminação pelo "bicho de pé", evite andar descalço em lugares freqüentados por animais como vacas e porcos.  O tratamento consiste na remoção completa da pulga com agulha cortante ou bisturi. Deve ser feito por um médico. Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos locais.  PATRICIA PRESTES - 2007
Unha encravada A unha encravada ocorre quando uma de suas pontas enterra na pele ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e, como a unha não pára de crescer e é mais dura, ela penetra na pele causando dor e inflamação.  A causa é, geralmente, o hábito errado de se cortar os cantos das unhas. Isto causa a formação de uma ponta na extremidade cortada e permite que, com o peso do corpo, a pele que antes estava embaixo da unha, se projete para cima e entre na frente da mesma.  O uso de sapatos de pontas finas também facilita o encravamento das unhas.  Os dedos mais atingidos são os dos pés, principalmente os "dedões" e as unhas encravam quase sempre pelos cantos. O quadro se inicia com dor local que vai aumentando de intensidade e pode se tornar insuportável. A pele ao redor da unha fica inflamada, inchada e avermelhada, podendo haver eliminação de pus e formação de um granuloma piogênico (carne esponjosa), a área vermelha vista na foto abaixo. PATRICIA PRESTES - 2007
Para evitar o encravamento das unhas, nunca as corte pelos cantos, mantendo sempre as pontas livres. As unhas dos pés devem ser cortadas retas. Evite cortar as unhas curtas demais, deixando sempre uma pequena faixa de borda livre (aquela parte branca). Evite usar calçados apertados. PATRICIA PRESTES - 2007
Onicomicose (micose da unha) É uma infecção que atinge as unhas, causada por fungos.  As fontes de infecção podem ser o solo, animais, outras pessoas ou alicates e tesouras contaminados. As unhas mais comumente afetadas são as dos pés, pois o ambiente úmido, escuro e aquecido, encontrado dentro dos sapatos e tênis, favorece o seu crescimento. Além disso, a queratina, substância que forma as unhas, é o "alimento" dos fungos.  Existem várias formas de manifestação das onicomicoses. Veja abaixo alguns dos tipos mais frequentes:    Descolamento da borda livre:  a unha descola do seu leito, geralmente iniciando pelos cantos e fica ôca. Pode haver acúmulo de material sob a unha. É a forma mais frequente.  Pode ocorrer infecção secundária bacteriana, aumentando a inflamação e levando à formação de abscesso ou erisipela. Tratamento   O tratamento consiste na retirada mecânica da larva, que pode ser conseguida através da expressão da lesão e pinçamento da mesma, o que pode ser difícil de se conseguir. Muitas vezes, é necessário realizar uma incisão para alargar o orifício e visualizar melhor a larva. Um "tratamento tradicional" muito empregado em localidades rurais é a colocação de um pedaço de toucinho sobre a lesão por algumas horas. Impedida de respirar pelo toucinho, a larva tende a penetrar neste, deixando a pele do hospedeiro. PATRICIA PRESTES - 2007
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],PATRICIA PRESTES - 2007
REFERENCIAS http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/foliculite.shtml

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

E-book Procedimento Spa do Pé
E-book Procedimento Spa do PéE-book Procedimento Spa do Pé
E-book Procedimento Spa do Pé
Shinsei Cosmeticos
 
Princípios ativos clareadores de a z
Princípios ativos clareadores de a zPrincípios ativos clareadores de a z
Princípios ativos clareadores de a z
Fernanda Esteves
 
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTOFISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
MARIA ELIZABETE DE LIMA MONTEIRO
 
Dermatofitoses
DermatofitosesDermatofitoses
Dermatofitoses
gisa_legal
 
Lesões Fundamentais da Pele
Lesões Fundamentais da PeleLesões Fundamentais da Pele
Lesões Fundamentais da Pele
pauloalambert
 
História da podologia
História da podologiaHistória da podologia
História da podologia
MARIA ELIZABETE DE LIMA MONTEIRO
 
Podologia e sua Importância
Podologia e sua ImportânciaPodologia e sua Importância
Podologia e sua Importância
Francisca Maria
 
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e UnhasAula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
Herbert Cristian de Souza
 
Aula limpeza de pele
Aula limpeza de peleAula limpeza de pele
Aula limpeza de pele
Dry Rodrigues
 
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
Jauru Freitas
 
Doenças, Causas e Tratamentos do Pé
Doenças, Causas e Tratamentos do PéDoenças, Causas e Tratamentos do Pé
Doenças, Causas e Tratamentos do Pé
Cesar Russo
 
Doenças de pele
Doenças de peleDoenças de pele
Doenças de pele
Louise Tavares
 
Fissura plantar
Fissura plantarFissura plantar
Fissura plantar
Cíntia Luna
 
Microagulhamento
MicroagulhamentoMicroagulhamento
Doenças das unhas
Doenças das unhasDoenças das unhas
Doenças das unhas
LuisaArti
 
Escabiose e Pediculose
Escabiose e PediculoseEscabiose e Pediculose
Escabiose e Pediculose
Sandro Sans
 
Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas
robson lucas pontes
 
Acne
AcneAcne
A eletroterapia aplicada na estética facial
A eletroterapia aplicada na estética facialA eletroterapia aplicada na estética facial
A eletroterapia aplicada na estética facial
Rosiane Bezerra
 
Doenças q podemos pegar na manicure
 Doenças q podemos pegar na manicure Doenças q podemos pegar na manicure
Doenças q podemos pegar na manicure
Samanta Da Silva Gomes
 

Mais procurados (20)

E-book Procedimento Spa do Pé
E-book Procedimento Spa do PéE-book Procedimento Spa do Pé
E-book Procedimento Spa do Pé
 
Princípios ativos clareadores de a z
Princípios ativos clareadores de a zPrincípios ativos clareadores de a z
Princípios ativos clareadores de a z
 
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTOFISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
FISSURA PLANTAR E FORMAS DE TRATAMENTO
 
Dermatofitoses
DermatofitosesDermatofitoses
Dermatofitoses
 
Lesões Fundamentais da Pele
Lesões Fundamentais da PeleLesões Fundamentais da Pele
Lesões Fundamentais da Pele
 
História da podologia
História da podologiaHistória da podologia
História da podologia
 
Podologia e sua Importância
Podologia e sua ImportânciaPodologia e sua Importância
Podologia e sua Importância
 
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e UnhasAula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
Aula: Pele, Glândulas, Pelos e Unhas
 
Aula limpeza de pele
Aula limpeza de peleAula limpeza de pele
Aula limpeza de pele
 
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
Aula lesões elementares e_tumores_cutâneos_-
 
Doenças, Causas e Tratamentos do Pé
Doenças, Causas e Tratamentos do PéDoenças, Causas e Tratamentos do Pé
Doenças, Causas e Tratamentos do Pé
 
Doenças de pele
Doenças de peleDoenças de pele
Doenças de pele
 
Fissura plantar
Fissura plantarFissura plantar
Fissura plantar
 
Microagulhamento
MicroagulhamentoMicroagulhamento
Microagulhamento
 
Doenças das unhas
Doenças das unhasDoenças das unhas
Doenças das unhas
 
Escabiose e Pediculose
Escabiose e PediculoseEscabiose e Pediculose
Escabiose e Pediculose
 
Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas Fungos e doenças relacionadas
Fungos e doenças relacionadas
 
Acne
AcneAcne
Acne
 
A eletroterapia aplicada na estética facial
A eletroterapia aplicada na estética facialA eletroterapia aplicada na estética facial
A eletroterapia aplicada na estética facial
 
Doenças q podemos pegar na manicure
 Doenças q podemos pegar na manicure Doenças q podemos pegar na manicure
Doenças q podemos pegar na manicure
 

Semelhante a Doenças de pele, unhas e cabelos

Anatomia - sistema tegumentar
Anatomia -  sistema tegumentarAnatomia -  sistema tegumentar
Anatomia - sistema tegumentar
Luis Antonio Cezar Junior
 
3ª aula higiene individual
3ª aula   higiene individual3ª aula   higiene individual
3ª aula higiene individual
Jeremias Salomão
 
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdfAULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
calielbigc
 
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
CleitonPacificodosSa
 
Como se pega micose de pele
Como se pega micose de peleComo se pega micose de pele
Como se pega micose de pele
Aiwny Antonino
 
4ª aula saúde & beleza refeito
4ª aula  saúde & beleza refeito4ª aula  saúde & beleza refeito
4ª aula saúde & beleza refeito
Jeremias Salomão
 
Como prevenir as frieiras
Como prevenir as frieirasComo prevenir as frieiras
Como prevenir as frieiras
martimmendes
 
Aula micologia basica.pdf
Aula micologia basica.pdfAula micologia basica.pdf
Aula micologia basica.pdf
AllefAquino1
 
Aula micologia basica slide.pptx
Aula micologia basica slide.pptxAula micologia basica slide.pptx
Aula micologia basica slide.pptx
AllefAquino1
 
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
JooHenriqueCarvallho
 
Ga mesc 009_pele e atopia
Ga mesc 009_pele e atopiaGa mesc 009_pele e atopia
Ga mesc 009_pele e atopia
Carla Martins
 
Fungos
FungosFungos
Fungos
Ana Karoline
 
4- FUNGOS.pptx
4- FUNGOS.pptx4- FUNGOS.pptx
4- FUNGOS.pptx
RayanneKaroline
 
Higiene e saúde
Higiene e saúdeHigiene e saúde
Higiene e saúde
Adelissa Pedro AmorEterno
 
Anatomia da estrutura da pele
Anatomia da estrutura da peleAnatomia da estrutura da pele
Anatomia da estrutura da pele
MAYCONABENICIO
 
Sistema Tegumentar tati senac-ma
Sistema Tegumentar tati senac-ma Sistema Tegumentar tati senac-ma
Sistema Tegumentar tati senac-ma
Anne Ribeiro
 
slide 5 tipos de Doenças de pele
slide 5 tipos de Doenças de peleslide 5 tipos de Doenças de pele
slide 5 tipos de Doenças de pele
jovanny2014
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
Alberto205764
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
Alberto205764
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
Alberto205764
 

Semelhante a Doenças de pele, unhas e cabelos (20)

Anatomia - sistema tegumentar
Anatomia -  sistema tegumentarAnatomia -  sistema tegumentar
Anatomia - sistema tegumentar
 
3ª aula higiene individual
3ª aula   higiene individual3ª aula   higiene individual
3ª aula higiene individual
 
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdfAULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
AULA DOENÇAS DE PELE (2).pdf
 
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
podology 122539a30a568ad146e2bee017c45db8b26bfd4655f9edde01e56e14c68842ef5935...
 
Como se pega micose de pele
Como se pega micose de peleComo se pega micose de pele
Como se pega micose de pele
 
4ª aula saúde & beleza refeito
4ª aula  saúde & beleza refeito4ª aula  saúde & beleza refeito
4ª aula saúde & beleza refeito
 
Como prevenir as frieiras
Como prevenir as frieirasComo prevenir as frieiras
Como prevenir as frieiras
 
Aula micologia basica.pdf
Aula micologia basica.pdfAula micologia basica.pdf
Aula micologia basica.pdf
 
Aula micologia basica slide.pptx
Aula micologia basica slide.pptxAula micologia basica slide.pptx
Aula micologia basica slide.pptx
 
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
1358-doença causadas por fungos marcia.pdf
 
Ga mesc 009_pele e atopia
Ga mesc 009_pele e atopiaGa mesc 009_pele e atopia
Ga mesc 009_pele e atopia
 
Fungos
FungosFungos
Fungos
 
4- FUNGOS.pptx
4- FUNGOS.pptx4- FUNGOS.pptx
4- FUNGOS.pptx
 
Higiene e saúde
Higiene e saúdeHigiene e saúde
Higiene e saúde
 
Anatomia da estrutura da pele
Anatomia da estrutura da peleAnatomia da estrutura da pele
Anatomia da estrutura da pele
 
Sistema Tegumentar tati senac-ma
Sistema Tegumentar tati senac-ma Sistema Tegumentar tati senac-ma
Sistema Tegumentar tati senac-ma
 
slide 5 tipos de Doenças de pele
slide 5 tipos de Doenças de peleslide 5 tipos de Doenças de pele
slide 5 tipos de Doenças de pele
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
 
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdfDERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
DERMATOSES ERITEMETODESCAMATIVAS UEM1S 21.pdf
 

Mais de Patricia Prestes patyprestes

Para Você!
Para Você!Para Você!
Desenho de animação (Trem)
 Desenho de animação (Trem)  Desenho de animação (Trem)
Desenho de animação (Trem)
Patricia Prestes patyprestes
 
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdadeQuando me amei de verdade
Quando me amei de verdade
Patricia Prestes patyprestes
 
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudosPartes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
Patricia Prestes patyprestes
 
Ilusões de ótica
Ilusões de óticaIlusões de ótica
Ilusões de ótica
Patricia Prestes patyprestes
 
Ds ts doenças sexualmente transmissíveis
Ds ts   doenças sexualmente transmissíveisDs ts   doenças sexualmente transmissíveis
Ds ts doenças sexualmente transmissíveis
Patricia Prestes patyprestes
 
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGARARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
Patricia Prestes patyprestes
 

Mais de Patricia Prestes patyprestes (7)

Para Você!
Para Você!Para Você!
Para Você!
 
Desenho de animação (Trem)
 Desenho de animação (Trem)  Desenho de animação (Trem)
Desenho de animação (Trem)
 
Quando me amei de verdade
Quando me amei de verdadeQuando me amei de verdade
Quando me amei de verdade
 
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudosPartes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
Partes do todo. copo quase cheio ou quase vazio? olhares desnudos
 
Ilusões de ótica
Ilusões de óticaIlusões de ótica
Ilusões de ótica
 
Ds ts doenças sexualmente transmissíveis
Ds ts   doenças sexualmente transmissíveisDs ts   doenças sexualmente transmissíveis
Ds ts doenças sexualmente transmissíveis
 
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGARARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
ARTE DE OUVIR E A ARTE DE DIALOGAR
 

Último

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
SILVIAREGINANAZARECA
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 

Último (20)

Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
1_10_06_2024_Criança e Cultura Escrita, Ana Maria de Oliveira Galvão.pdf
 
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 

Doenças de pele, unhas e cabelos

  • 1. DOENÇAS DA PELE, UNHAS E CABELOS PATRICIA PRESTES - 2007
  • 2. Bromidrose (cecê, chulé) Miliária ("Brotoeja") Foliculite Dermatite Seborréica Intertrigo "frieira". Larva migrans ("Bicho Geográfico") Micoses superficiais da pele Pitiríase versicolor ("micose de praia", "pano branco") Escabiose (Sarna) Pediculose da cabeça (Piolhos) Tungíase ("bicho de pé") Unha encravada Onicomicose (micose da unha) Acne (Cravos e espinhas) Doenças mais freqüentes de pele, unhas e cabelos PATRICIA PRESTES - 2007
  • 3.
  • 4. Miliária ("Brotoeja") Se apresenta como uma erupção cutânea relacionada com as glândulas sudoríparas (que produzem o suor). Afeta principalmente as crianças, mas também pode atingir os adultos. O quadro está relacionado com o aumento do calor e da produção do suor que, extravasando dentro da pele, antes de atingir a superfície, provoca um processo inflamatório. A localização mais comum é o tronco e a região cervical. As lesões geralmente são acompanhadas por coceira. Formam-se "bolinhas avermelhadas" ou vesículas (pequeninas bolhas) sobre pele avermelhada, podendo, em alguns casos, formar lesões mais exuberantes. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 6. Foliculite Infecção dos folículos pilosos causadas por bactérias do tipo estafilococos. A invasão bacteriana pode ocorrer espontaneamente ou favorecida pelo excesso de umidade ou suor, raspagem dos pêlos ou depilação. Atinge crianças e adultos podendo surgir em qualquer localização onde existam pêlos, sendo freqüente na área da barba (homens) e na virilha (mulheres). Quando superficial, a foliculite caracteriza-se pela formação de pequenas pústulas ("bolhinhas de pus") centradas por pêlo com discreta vermelhidão ao redor. Alguns casos não apresentam pus, aparecendo apenas vermelhidão ao redor dos pêlos. Pode haver dor e coceira no local afetado. Tratamento O tratamento é feito com antibióticos de uso local ou sistêmico específicos para a bactéria causadora e cuidados antissépticos. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 7. Dermatite Seborréica Trata-se inflamação crônica da pele que surge em indivíduos geneticamente predispostos. As erupções cutâneas características da doença ocorrem predominantemente nas áreas de maior produção de oleosidade pelas glândulas sebáceas.  A causa da dermatite seborréica é a oleosidade excessiva e um fungo (Pityrosporum ovale) presente na pele afetada estão envolvidos no processo. A maior atividade das glândulas sebáceas ocorre sob a ação dos hormônios androgênicos, por isso, o início dos sintomas ocorre geralmente após a puberdade. A dermatite seborréica tem caráter crônico, com tendência a períodos de melhora e de piora. A doença costuma se agravar no inverno e em situações de fadiga ou estresse emocional.  As manifestações mais frequentes ocorrem no couro cabeludo e são caracterizadas por intensa produção de oleosidade (seborréia), descamação (caspa) e prurido (coceira). A caspa pode variar desde fina descamação até a formação de grandes crostas aderidas ao couro cabeludo. A coceira, que pode ser intensa, é um sintoma frequente nesta região e também pode estar presente com menor intensidade nas outras localizações. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 8. Quando atingem a pele, as lesões da dermatite seborréica são avermelhadas e com descamação gordurosa. As áreas mais atingidas são a face (principalmente o contorno nasal, supercílios e fronte), pavilhões auriculares e região retroauricular e o centro da região torácica anterior e posterior.  Outras manifestações são a blefarite seborréica, que atinge as pálpebras, e a presença de lesões em áreas de dobra de pele, como as axilas e regiões inframamárias. Casos graves de dermatite seborréica podem evoluir para a generalização das lesões, atingindo extensas áreas da pele. Tratamento Não existe medicação que acabe definitivamente com a dermatite seborréica porém seus sintomas podem ser controlados. Deve-se evitar a ingestão de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas e o banho muito quente. O tratamento geralmente é feito com medicações de uso local na forma de sabonetes, xampus, loções capilares ou cremes, que podem conter anti-fúngicos ou corticoesteróides, entre outros componentes.
  • 9. Larva migrans ("Bicho Geográfico") A larva migrans, conhecida vulgarmente como bicho geográfico, é uma doença causada por parasitas intestinais do cão e do gato. Ao defecar na terra ou areia, os ovos eliminados nas fezes transformam-se em larvas. Estas, penetram na pele do homem causando a doença. Por estar em pele humana, a larva não consegue se aprofundar para atingir o intestino (o que ocorreria no cão e no gato), e caminha sob a pele formando um túnel tortuoso e avermelhado.  Mais comum em crianças, as lesões são geralmente acompanhadas de muita coceira. Os locais mais comumente atingidos são os pés e as nádegas. Pode ocorrer como lesão única ou múltiplas lesões. Devido ao ato de coçar é frequente a infecção secundária das lesões. Tratamento Dependendo da extensão da doença, o tratamento pode ser feito por via oral para os casos mais extensos ou com o uso de medicação tópica nos casos mais brandos. Para prevenir a infecção pela larva migrans deve-se evitar andar descalço em locais freqüentados por cães e gatos e cobrir as caixas de areia durante a noite para evitar sua utilização por gatos para defecar. Recolha as fezes de seu cachorro e estimule os outros donos de animais a fazerem o mesmo. Não leve animais para a praia. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 10. Micoses superficiais da pele As micoses superficiais da pele, são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos.  Os fungos estão em toda parte podendo ser encontrados no solo e em animais.  Até mesmo na nossa pele existem fungos convivendo "pacificamente" conosco, sem causar doença.  A queratina, substância encontrada na superfície cutânea, unhas e cabelos, é o "alimento" para estes fungos. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como: calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo (alteram o equilíbrio da pele), estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.  Existem várias formas de manifestação das micoses cutâneas superficiais, dependendo do local afetado e também do tipo de fungo causador da micose.  PATRICIA PRESTES - 2007
  • 11.
  • 12. Pitiríase versicolor ("micose de praia", "pano branco") Também vulgarmente conhecida como "micose de praia" ou "pano branco", é uma micose mas, ao contrário do que se pensa, não é adquirida na praia ou piscina. O fungo causador da doença habita a pele de todas as pessoas e, em algumas delas, é capaz de se desenvolver provocando as manchas.  Muitas vezes, a doença é percebida poucos dias após a exposição da pele ao sol, porque nas áreas da pele afetadas pela micose, a pele não se bronzeia. Com o bronzeamento da pele ao redor, ficam perceptíveis as áreas mais claras onde está a doença e a pessoa acha que pegou a micose na praia ou piscina. Entretanto, o sol apenas mostrou aonde estava a micose. Vem daí o nome "micose de praia". As áreas de pele mais oleosa, como a face, couro cabeludo, pescoço e a porção superior do tronco são as mais frequentemente atingidas. A doença se manifesta formando manchas claras, acastanhadas ou avermelhadas que se iniciam pequenas e podem se unir formando manchas maiores.  As lesões são recobertas por fina descamação que, às vezes, só é percebida quando se estica a pele. Geralmente, é assintomática, mas alguns pacientes podem apresentar coceira. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 13. Tratamento é uma micose que responde bem ao tratamento, que pode ser feito com medicamentos de uso via oral (comprimidos) ou local (sabonetes, xampus, locões, sprays ou cremes), dependendo do grau de comprometimento da pele. Devido a ser causada por um fungo que habita normalmente a pele, é possível a micose voltar a aparecer, mesmo após um tratamento bem sucedido. Em algumas pessoas, pode ocorrer de forma recidivante, voltando a crescer logo após o tratamento. Estes casos exigem cuidados especiais para a prevenção do retorno da doença, cuja orientação deve ser dada pelo médico dermatologista. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 14. Escabiose (Sarna) A escabiose ou sarna é uma doença parasitária, causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei (foto). É uma doença contagiosa transmitida pelo contato direto interpessoal ou através do uso de roupas contaminadas. O parasita escava túneis sob a pele onde a fêmea deposita seus ovos que eclodirão em cerca de 7 a 10 dias dando origem a novos parasitas. A doença tem como característica principal a coceira intensa que, geralmente, piora durante a noite. A lesão típica da sarna é um pequeno trajeto linear pouco elevado, da cor da pele ou ligeiramente avermelhado e que corresponde aos túneis sob a pele. Esta lesão dificilmente é encontrada, pois a escoriação causada pelo ato de coçar a torna irreconhecível. O que se encontra na maioria dos casos são pequenos pontos escoriados ou recobertos por crostas em conseqüência da coçadura. É possível a infecção secundária destas lesões com surgimento de pústulas e crostas amareladas. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 15.
  • 16. Acne (Cravos e espinhas) A acne é uma doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. Devido a isso, as lesões começam a surgir na puberdade, época em que estes hormônios começam a ser produzidos pelo organismo, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. A doença não atinge apenas adolescentes, podendo persistir na idade adulta e, até mesmo, surgir nesta fase, quadro mais freqüente em mulheres. As manifestações da doença (cravos e espinhas) ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido. A doença manifesta-se principalmente na face e no tronco, áreas do corpo ricas em glândulas sebáceas.  Os sintomas variam de pessoa para pessoa, sendo, na maioria da vezes de pequena e média intensidade. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 17. Tratamento Sendo doença de duração prolongada e algumas vezes desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo, de modo a evitar as suas seqüelas, que podem ser cicatrizes na pele ou distúrbios emocionais, devido à importante alteração na auto-estima de jovens acometidos pela acne. O tratamento pode ser feito com medicações de uso local, visando a desobstrução dos folículos e o controle da proliferação bacteriana e da oleosidade. Podem ser usados também medicamentos via oral, dependendo da intensidade do quadro, geralmente antibióticos para controlar a infecção ou, no caso de pacientes do sexo feminino, terapia hormonal com medicações anti-androgênicas. A limpeza de pele, que pode ser realizada por esteticistas devidamente capacitadas, tem ação importante para o esvaziamento de lesões não inflamatórias (cravos), evitando a sua transformação em espinhas. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 18. Pediculose da cabeça (Piolhos) Atinge principalmente crianças em idade escolar e mulheres e é transmitida pelo contato direto interpessoal ou pelo uso de utensílios como bonés, escovas ou pentes de pessoas contaminadas. A doença tem como característica principal a coceira intensa no couro cabeludo, principalmente na parte de trás da cabeça e que pode atingir também o pescoço e a região superior do tronco, onde se observam pontos avermelhados semelhantes a picadas de mosquitos. Com a coçadura das lesões pode ocorrer a infecção secundária por bactérias, levando inclusive ao surgimento de gânglios no pescoço. Geralmente a doença é causada por poucos parasitas, o que torna difícil encontrá-los, mas em alguns casos, principalmente em pessoas com maus hábitos higiênicos, a infestação ocorre em grande quantidade. Achado comum que fecha o diagnóstico de pediculose são as lêndeas , ovos de cor esbranquiçada depositados pelas fêmeas nos fios de cabelo. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 19. Tratamento O tratamento consiste na aplicação nos cabelos de medicamentos específicos para o extermínio dos parasitas e deve ser repetido após 7 dias. Existe também um tratamento através de medicação via oral, sob a forma de comprimidos tomados em dose única. Em casos de difícil tratamento, os melhores resultados são obtidos com a associação dos tratamentos oral e local. A lavagem da cabeça e utilização de pente fino ajuda na retirada dos piolhos. As lêndeas devem ser retiradas uma a uma, já que os medicamentos muitas vezes não eliminam os ovos. Para facilitar a retirada das lêndeas, pode ser usada uma mistura de vinagre e água em partes iguais, embebendo os cabelos por meia hora antes de proceder a retirada. Recomenda-se manter os cabelos curtos e examinar a cabeça em busca de parasitas, usando o pente fino sempre que chegarem da escola que é, geralmente, o principal foco de infecção. As meninas de cabelos compridos devem ir à aula com os cabelos presos. A escola deve ser comunicada quando a criança apresentar a doença para que os outros pais verifiquem a cabeça de seus filhos, de modo que todos sejam tratados ao mesmo tempo, interrompendo assim o ciclo de recontaminação. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 20. Intertrigo "frieira". É uma alteração da pele que ocorre em áreas de dobras cutâneas, como axilas, virilhas e espaços entre os dedos, principalmente dos pés. As áreas de dobras, por estarem quase sempre cobertas por roupas, são mais úmidas, escuras e quentes, facilitando o desenvolvimento de fungos e bactérias nestes locais. Alguns fatores podem favorecer o surgimento do intertrigo, como obesidade, diabetes, uso de roupas de tecido sintético e a sudorese excessiva. Nos pés, o uso de calçados fechados durante a maior parte do dia, principalmente os que aproximam os dedos, e de meias de tecido sintético, são os principais fatores desencadeantes do seu surgimento. Quando se localiza nos espaços entre os dedos dos pés, o intertrigo é popularmente conhecido como " frieira ". Na fase inicial, o intertrigo surge como mancha avermelhada, úmida ou descamativa, geralmente acompanhada de coceira ou ardência. A pele torna-se esbranquiçada, amolecida e podem surgir fissuras (cortes), bastante dolorosas. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 21. Tungíase ("bicho de pé") Doença causada pela Tunga penetrans, um tipo de pulga encontrada no solo, principalmente em pastos. A pulga fêmea penetra a pele, onde suga o sangue do hospedeiro e começa a produzir ovos que se desenvolvem e serão posteriormente eliminados no solo. A lesão tem formato circular, é elevada e de cor amarelada, com ponto preto central. As áreas mais afetadas são os pés e é comum haver coceira. Pode ocorrer infecção secundária, com dor local e secreção purulenta. Tratamento Para evitar a contaminação pelo "bicho de pé", evite andar descalço em lugares freqüentados por animais como vacas e porcos. O tratamento consiste na remoção completa da pulga com agulha cortante ou bisturi. Deve ser feito por um médico. Em caso de infecção secundária, pode ser necessário o uso de antibióticos locais. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 22. Unha encravada A unha encravada ocorre quando uma de suas pontas enterra na pele ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao seu crescimento e, como a unha não pára de crescer e é mais dura, ela penetra na pele causando dor e inflamação. A causa é, geralmente, o hábito errado de se cortar os cantos das unhas. Isto causa a formação de uma ponta na extremidade cortada e permite que, com o peso do corpo, a pele que antes estava embaixo da unha, se projete para cima e entre na frente da mesma. O uso de sapatos de pontas finas também facilita o encravamento das unhas. Os dedos mais atingidos são os dos pés, principalmente os "dedões" e as unhas encravam quase sempre pelos cantos. O quadro se inicia com dor local que vai aumentando de intensidade e pode se tornar insuportável. A pele ao redor da unha fica inflamada, inchada e avermelhada, podendo haver eliminação de pus e formação de um granuloma piogênico (carne esponjosa), a área vermelha vista na foto abaixo. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 23. Para evitar o encravamento das unhas, nunca as corte pelos cantos, mantendo sempre as pontas livres. As unhas dos pés devem ser cortadas retas. Evite cortar as unhas curtas demais, deixando sempre uma pequena faixa de borda livre (aquela parte branca). Evite usar calçados apertados. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 24. Onicomicose (micose da unha) É uma infecção que atinge as unhas, causada por fungos.  As fontes de infecção podem ser o solo, animais, outras pessoas ou alicates e tesouras contaminados. As unhas mais comumente afetadas são as dos pés, pois o ambiente úmido, escuro e aquecido, encontrado dentro dos sapatos e tênis, favorece o seu crescimento. Além disso, a queratina, substância que forma as unhas, é o "alimento" dos fungos. Existem várias formas de manifestação das onicomicoses. Veja abaixo alguns dos tipos mais frequentes:   Descolamento da borda livre: a unha descola do seu leito, geralmente iniciando pelos cantos e fica ôca. Pode haver acúmulo de material sob a unha. É a forma mais frequente. Pode ocorrer infecção secundária bacteriana, aumentando a inflamação e levando à formação de abscesso ou erisipela. Tratamento O tratamento consiste na retirada mecânica da larva, que pode ser conseguida através da expressão da lesão e pinçamento da mesma, o que pode ser difícil de se conseguir. Muitas vezes, é necessário realizar uma incisão para alargar o orifício e visualizar melhor a larva. Um "tratamento tradicional" muito empregado em localidades rurais é a colocação de um pedaço de toucinho sobre a lesão por algumas horas. Impedida de respirar pelo toucinho, a larva tende a penetrar neste, deixando a pele do hospedeiro. PATRICIA PRESTES - 2007
  • 25.