SlideShare uma empresa Scribd logo
De vez em quando surge-nos uma criança excessivamente irrequieta, incapaz de se concentrar, que nos parece
preguiçosa ou sem interesse pelo que quer que seja; desajeitada, cai com frequência, faz de palhaço... não
sabemos o que fazer com ela. Conversamos com os pais e vemo-los mais desnorteados do que nós. No entanto,
se estivermos atentos, será fácil de despistar... Pode ser uma dislexia.
A chamada dislexia de evolução é uma disfunção perceptiva que consiste numa dificuldade de descodificar,
pois existe no cérebro uma zona cega que desorganiza o campo visual e cuja causa pode ser uma torção
cervical. Existe um tratamento para a dislexia (cuja investigação se deve ao Prof. Henrique Martins da Cunha),
no Centro Psicológico e Terapêutico de Dislexia (Lisboa) que se compõe de cinco etapas:
1 - Programação postural;
2 - Correção do sistema proprioceptivo;
3 - Colocação de um prisma durante três meses;
4 - Apoio psicopedagógico;
5 - Tratamento psicomotor.
Quando é que se pode suspeitar de uma dislexia?
A criança cai com frequência; tem descoordenação motora, uma linguagem imatura; troca o p pelo b, o v pelo
f, o d pelo t, etc... Não consegue copiar; tem má postura à mesa; dificuldade em identificar direita e esquerda; é
hiperativa... Alguns destes sinais conjugados pode efetivamente, indiciar uma dislexia.
O que se deve fazer
Após suspeitar uma possível dislexia, falar com o médico para ele observar melhor a criança e encaminhar
para o melhor tratamento a seguir.
Parotidite
Conhecida vulgarmente por “papeira”, é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus e de
transmissão respiratória. Pode propagar-se pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra.
Caracteriza-se por um inchaço doloroso de uma ou das duas glândulas parotídeas, produtoras da
saliva e que se encontram situadas à frente dos pavilhões auriculares.
A doença tem um período de incubação de 12 a 24 dias, durante os quais não aparece nenhum
sintoma que faça suspeitar da doença. Esta inicia-se bruscamente com o aparecimento de inchaço
num ou em ambos os lados da cara, com dor na zona e febre variável. Por vezes a papeira produz
outras inflamações como a das glândulas submaxilares e sublinguais, caso em que a cara da criança
se apresenta completamente deformada.
A evolução da papeira é em regra muito favorável, não requerendo tratamento além do sintomático:
antipiréticos e anti-inflamatórios, conforme a intensidade da febre e do inchaço. Por vezes surgem
complicações como a orquite (inflamação dos testículos) que, sendo rara na criança, é frequente no
adulto e a meningite provocada por vírus da papeira (meningite linfocitária).
Recomenda-se a vacina da papeira a crianças depois dos 12 meses de idade, sendo necessária uma
segunda dose dos 4 aos 6 anos. Em geral a vacina do sarampo é dada juntamente com a vacina do
sarampo e da rubéola.
Quem já teve papeira costuma ficar imune para toda a vida.
Doença infeciosa produzida por um vírus e que no aspeto geral lembra o sarampo; mas a sua benignidade é
maior, é mais curta e é menos espetacular.
A contagiosidade é inferior à do sarampo, motivo pelo qual muitas vezes só era contraído na idade adulta, o que
se revestia de particular gravidade se uma mulher grávida fosse atacada pela rubéola durante o primeiro
trimestre da gravidez, pois o feto podia ser gravemente lesado.
O contacto é direto e a doença produz imunidade permanente.
O período de incubação varia entre treze e vinte e um dias, não aparecendo qualquer sintoma durante esse
tempo, ao contrário do sarampo.
A doença aparece bruscamente com sinais catarrais leves, dores de cabeça, febre pouco elevada, dores nos
músculos e articulações e erupção similar à do sarampo, mais clara e menos intensa. Coincidindo com a erupção é
frequente a presença de inchaço dos gânglios da nuca e do pescoço, especialmente atrás das orelhas.
A duração é de três ou quatro dias, a sua evolução é benigna, e afeta pouco o estado geral. A única complicação é
a que já se referiu em relação ao feto quando a grávida tem rubéola durante os três primeiros meses de gravidez.
Contudo, se a grávida contacta com uma criança com rubéola mas ela própria já a teve não há qualquer perigo
para o feto em desenvolvimento.
A vacina contra a Rubéola é administrada no Programa Nacional de Vacinação em combinação com a vacina da
Parotidite (papeira) e do Sarampo. Presentemente, recomenda-se a 1ª dose da VASPR aos 12 meses e a 2ª dose aos
5-6 anos, antes da escolaridade obrigatória.
Todas as mulheres grávidas devem realizar serologia para a Rubéola e as não imunes devem ser imunizadas após
o parto. A amamentação não contra-indica a vacinação.
É uma doença infecciosa de evolução aguda, causada por um vírus e altamente infeccioso, transmitido por
secreções respiratórias como espirros e tosse. O período de incubação é de oito a quinze dias e o de transmissão é
entre os três e os cinco dias antes, e os cinco dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea como
consequência de doenças provocadas por um vírus ou bactéria).
As manifestações iniciais são febre alta, tosse rouca e persistente, nariz congestionado, conjuntivite e fotofobia
(dificuldade em olhar a luz). A febre é habitualmente o primeiro sinal notado pelos pais. Neste período o sarampo
é muito contagioso.
Após dois dias surge na mucosa bucal um sinal do sarampo, chamado Sinal de Koplik ou seja, pequenas lesões com
cerca de 1-2mm. São manchas brancas circundadas por um halo vermelho. Cerca de 12 a 24h após este sinal surge
o exantema geralmente na face, estendendo-se depois a todo o corpo. Depois de 4/5 dias o exantema
começa a desaparecer.
O sarampo pode ter várias complicações como a encefalite (infecção do cérebro) ou a pneumonia (infecção
pulmonar), otite ou laringite. Em Portugal devido à elevada taxa de vacinação o Sarampo é uma
doença rara, pelo que todo o diagnóstico clínico de Sarampo deve ser sempre confirmado em laboratório.
O tratamento é sintomático (antipirético e hidratação). Quando não ocorrem complicações, o doente fica curado
em poucos dias.
Vacinação - A vacina contra o Sarampo é de vírus vivo atenuado. É administrada no Programa Nacional de Vacinação
(PNV) numa vacina trivalente VASPR em combinação com a vacina da Parotidite (papeira) e da Rubéola.
Presentemente, recomenda-se a 1ª dose da VASPR aos 12 meses e, a 2ª dose aos 5-6 anos, antes da escolaridade
obrigatória.
Meningite
É a inflamação das meninges, umas membranas que envolvem o cérebro e a espinal medula. Esta alteração
pode ser muito grave porque as meninges, ao aumentar de tamanho, pressionam o cérebro (que é um órgão
vital) e também os vasos sanguíneos que o irrigam.
A meningite é uma doença grave, que deve ser tratada como emergência clínica
Como se manifesta?
Existem dois tipos de sintomas: os que são comuns a outras infecções, como:
- A febre,
- A falta de apetite,
- Dor de cabeça,
- Irritabilidade,
-Vómitos violentos,
- Convulsões e dilatação da fontanela dos bebés.
Um sinal inequívoco da meningite é a rigidez da nuca, e assim, no caso de se pensar que a criança pode ter
meningite, é preciso pedir á criança que incline o pescoço para a frente (ou tente incliná-lo) para comprovar
se tem mobilidade.
É uma doença infecciosa aguda produzida por uma bactéria e caracteriza-se pela
presença de angina e de erupção sob forma de manchas pequenas e vermelhas com
febre alta e alteração do estado geral.
Atualmente a Escarlatina é uma doença em franca regressão, tanto no que respeita à
frequência como à gravidade. Apesar de tudo, a frequência das suas complicações
renais e cardíacas torna-a perigosa.
O tratamento adequado consiste na ministração de antibióticos do tipo da penicilina
que curam rapidamente a doença.
Doença aguda e infecciosa provocada por uma bactéria, que se caracteriza pela
presença de acessos de tosse intensa e congestiva.
Os acessos de tosse caracterizam-se por um início com inspiração profunda e
ruidosa seguida de uma série de golpes de tosse, durante os quais a criança fica
congestionada; a este acesso de tosse segue-se outra inspiração profunda seguida
de nova crise de tosse e assim várias vezes; o acesso termina com a emissão de
abundante mucosidade.
A doença dura entre 3 e 6 semanas, durante as quais a criança tem vómitos
durante e depois dos acessos.
O prognóstico é em regra favorável salvo nos lactentes pequenos ainda não
vacinados. As outras crianças, devido à vacinação, apresentam, em caso de
contágio, uma tosse convulsa muito ligeira e tão modificada que muitas vezes
nem é diagnosticável.
Vacina
Não existe uma vacina contra todos os vírus e bactérias que
possam causar uma meningite, mas sim três vacinas contra as
três bactérias mais comuns:
Contra a Haemophilus influenzae b,
Contra pneumococo,
contra o meningococo C (a antiga vacina contra os
meningococos A e C tinha uma eficácia temporária).
As duas primeiras administram-se a todas as crianças, e a
terceira está prestes a ser introduzida.
Os pacientes que recebem o diagnóstico e o tratamento
adequado têm um bom prognóstico (cerca de 90% de cura).

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Doenças exantemáticas
Doenças exantemáticasDoenças exantemáticas
Doenças exantemáticas
João Silva
 
A poliomielite
A poliomieliteA poliomielite
A poliomielite
Filipe Simão Kembo
 
Poliomielite
PoliomielitePoliomielite
Poliomielite
Fernanda Dias
 
Trabalho vacinas
Trabalho vacinas Trabalho vacinas
Trabalho vacinas
Vânia Batista
 
Trabalho vacinas-2
Trabalho vacinas-2Trabalho vacinas-2
Trabalho vacinas-2
Vânia Batista
 
Doenças prevalentes
Doenças prevalentesDoenças prevalentes
Doenças prevalentes
Rodrigo Abreu
 
Parasitoses
ParasitosesParasitoses
Parasitoses
salgadokk
 
Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas da mãe e do bebê
Vacinas da mãe e do bebêVacinas da mãe e do bebê
Vacinas da mãe e do bebê
Ailton Borba
 
Formas de contágios de doenças infeciosas
Formas de contágios de doenças infeciosasFormas de contágios de doenças infeciosas
Formas de contágios de doenças infeciosas
salgadokk
 
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e EpidemiologiaSarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
Carlos Wallace Souza Pereira
 
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP) A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
Ana Paula Ribeiro da Fonseca Lopes
 
Vacinas
Vacinas Vacinas
Vacinas
Júlia Moreira
 
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
Eduardo Gomes da Silva
 
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASILPOLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
Alberto Bittencourt
 
Aula 14
Aula 14Aula 14
Doenças mais comuns na infância
Doenças mais comuns na infânciaDoenças mais comuns na infância
Doenças mais comuns na infância
Rúben Freitas
 
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil - Sintomas de Doença
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil -  Sintomas de Doença U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil -  Sintomas de Doença
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil - Sintomas de Doença
I.Braz Slideshares
 
Apresentação de biologia!
Apresentação de biologia!Apresentação de biologia!
Apresentação de biologia!
2° Ta - cotuca
 
Imunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhadorImunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhador
Ismael Costa
 

Mais procurados (20)

Doenças exantemáticas
Doenças exantemáticasDoenças exantemáticas
Doenças exantemáticas
 
A poliomielite
A poliomieliteA poliomielite
A poliomielite
 
Poliomielite
PoliomielitePoliomielite
Poliomielite
 
Trabalho vacinas
Trabalho vacinas Trabalho vacinas
Trabalho vacinas
 
Trabalho vacinas-2
Trabalho vacinas-2Trabalho vacinas-2
Trabalho vacinas-2
 
Doenças prevalentes
Doenças prevalentesDoenças prevalentes
Doenças prevalentes
 
Parasitoses
ParasitosesParasitoses
Parasitoses
 
Vacinas
VacinasVacinas
Vacinas
 
Vacinas da mãe e do bebê
Vacinas da mãe e do bebêVacinas da mãe e do bebê
Vacinas da mãe e do bebê
 
Formas de contágios de doenças infeciosas
Formas de contágios de doenças infeciosasFormas de contágios de doenças infeciosas
Formas de contágios de doenças infeciosas
 
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e EpidemiologiaSarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
Sarampo - Patogênese, Profilaxia, Tratamento e Epidemiologia
 
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP) A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
A DOENÇA POLIOMIELITE: Vacinas (VIP) e (VOP)
 
Vacinas
Vacinas Vacinas
Vacinas
 
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
SaúDe Coletiva ImunizaçãO Parte 2
 
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASILPOLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
POLIO NUNCA MAIS - 21 ANOS DE ERRADICAÇÃO DA POLIOMIELITE NO BRASIL
 
Aula 14
Aula 14Aula 14
Aula 14
 
Doenças mais comuns na infância
Doenças mais comuns na infânciaDoenças mais comuns na infância
Doenças mais comuns na infância
 
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil - Sintomas de Doença
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil -  Sintomas de Doença U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil -  Sintomas de Doença
U. 21 - Cuidados na Saúde Infantil - Sintomas de Doença
 
Apresentação de biologia!
Apresentação de biologia!Apresentação de biologia!
Apresentação de biologia!
 
Imunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhadorImunização em saúde do trabalhador
Imunização em saúde do trabalhador
 

Destaque

IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
Aleitamento materno
Aleitamento maternoAleitamento materno
Aleitamento materno
Géssica Freire
 
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
Brincadeiras infantis
Brincadeiras infantisBrincadeiras infantis
Brincadeiras infantis
izaxavier
 
2011 02 doenças exantemáticas na infância
2011 02 doenças exantemáticas na infância2011 02 doenças exantemáticas na infância
2011 02 doenças exantemáticas na infância
Leonardo Savassi
 
Exercícios substantivos
Exercícios substantivosExercícios substantivos
Exercícios substantivos
Dul Moa
 
Aleitamento materno
Aleitamento maternoAleitamento materno
Aleitamento materno
NadjadBarros
 
Urgencias de pediatria
Urgencias de pediatriaUrgencias de pediatria
Urgencias de pediatria
docenciaaltopalancia
 
Adição e Subtraçao
Adição e SubtraçaoAdição e Subtraçao
Adição e Subtraçao
fabiomatufrj
 
ALEITAMENTO MATERNO
ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO
ALEITAMENTO MATERNO
Lara Martins
 
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Eduardo Gomes da Silva
 
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
chirlei ferreira
 
Gravidez E Desenvolvimento Fetal
Gravidez E Desenvolvimento FetalGravidez E Desenvolvimento Fetal
Gravidez E Desenvolvimento Fetal
luandrade
 
Doenças infecto contagiosas
Doenças infecto contagiosasDoenças infecto contagiosas
Doenças infecto contagiosas
flavialoli
 
Transformações na gestação
Transformações na gestaçãoTransformações na gestação
Transformações na gestação
Alinebrauna Brauna
 
As classes de palavras: substantivo
As classes de palavras: substantivoAs classes de palavras: substantivo
As classes de palavras: substantivo
nixsonmachado
 
Operações com Números Naturais
Operações com Números NaturaisOperações com Números Naturais
Operações com Números Naturais
rubensdiasjr07
 

Destaque (17)

IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
 
Aleitamento materno
Aleitamento maternoAleitamento materno
Aleitamento materno
 
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
Calendário de ALEITAMENTO MATERNO 2016 OPAS/OMS
 
Brincadeiras infantis
Brincadeiras infantisBrincadeiras infantis
Brincadeiras infantis
 
2011 02 doenças exantemáticas na infância
2011 02 doenças exantemáticas na infância2011 02 doenças exantemáticas na infância
2011 02 doenças exantemáticas na infância
 
Exercícios substantivos
Exercícios substantivosExercícios substantivos
Exercícios substantivos
 
Aleitamento materno
Aleitamento maternoAleitamento materno
Aleitamento materno
 
Urgencias de pediatria
Urgencias de pediatriaUrgencias de pediatria
Urgencias de pediatria
 
Adição e Subtraçao
Adição e SubtraçaoAdição e Subtraçao
Adição e Subtraçao
 
ALEITAMENTO MATERNO
ALEITAMENTO MATERNOALEITAMENTO MATERNO
ALEITAMENTO MATERNO
 
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
Pediatria Aula Emergencias Pediatricas[ Revisado]
 
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DA GRAVIDEZ
 
Gravidez E Desenvolvimento Fetal
Gravidez E Desenvolvimento FetalGravidez E Desenvolvimento Fetal
Gravidez E Desenvolvimento Fetal
 
Doenças infecto contagiosas
Doenças infecto contagiosasDoenças infecto contagiosas
Doenças infecto contagiosas
 
Transformações na gestação
Transformações na gestaçãoTransformações na gestação
Transformações na gestação
 
As classes de palavras: substantivo
As classes de palavras: substantivoAs classes de palavras: substantivo
As classes de palavras: substantivo
 
Operações com Números Naturais
Operações com Números NaturaisOperações com Números Naturais
Operações com Números Naturais
 

Semelhante a Doenças contagiosas na infância apresentação

Patologias Virais III
Patologias Virais IIIPatologias Virais III
Patologias Virais III
Luciana Oliveira
 
Sarampo parasitologia
Sarampo parasitologiaSarampo parasitologia
Sarampo parasitologia
Auggoustt Eddson Jose
 
Slides rubéola
Slides rubéolaSlides rubéola
Slides rubéola
Guilherme Ferrari
 
Rubéola descrição
Rubéola descriçãoRubéola descrição
Rubéola descrição
Eliene Meira
 
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
Adriana Bonadia dos Santos
 
Gripe E Resfriado
Gripe E ResfriadoGripe E Resfriado
Gripe E Resfriado
ecsette
 
Rubéola
RubéolaRubéola
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela trabalho de bruno e david
Varicela trabalho de bruno e davidVaricela trabalho de bruno e david
Varicela trabalho de bruno e david
brunomachado666121
 
Seminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradoresSeminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradores
Laíz Coutinho
 
Varicela na infância
Varicela na infânciaVaricela na infância
Varicela na infância
Bruno Machado
 
Rubéola
RubéolaRubéola
Rubéola
Patricia Nunes
 
Doencas em geral
Doencas em geralDoencas em geral
Doencas em geral
escola
 
Gripe e Influenza A (H1N1)
Gripe e Influenza A (H1N1)Gripe e Influenza A (H1N1)
Gripe e Influenza A (H1N1)
Aluisio Junior
 
Assistência à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
Assistência  à criança nas disfunções respiratórias e cardiovascularesAssistência  à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
Assistência à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
Tércio David
 
saude publica.pdf
saude publica.pdfsaude publica.pdf
saude publica.pdf
ANA FONSECA
 
Caxumba
CaxumbaCaxumba
Doencas infetocontagiosas
Doencas infetocontagiosasDoencas infetocontagiosas
Doencas infetocontagiosas
Valéria Teixeira
 

Semelhante a Doenças contagiosas na infância apresentação (20)

Patologias Virais III
Patologias Virais IIIPatologias Virais III
Patologias Virais III
 
Sarampo parasitologia
Sarampo parasitologiaSarampo parasitologia
Sarampo parasitologia
 
Slides rubéola
Slides rubéolaSlides rubéola
Slides rubéola
 
Rubéola descrição
Rubéola descriçãoRubéola descrição
Rubéola descrição
 
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
Saúde coletiva - Caxumba (Parotidite infecciosa)
 
Gripe E Resfriado
Gripe E ResfriadoGripe E Resfriado
Gripe E Resfriado
 
Rubéola
RubéolaRubéola
Rubéola
 
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
 
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
 
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
 
Varicela trabalho de bruno e david
Varicela trabalho de bruno e davidVaricela trabalho de bruno e david
Varicela trabalho de bruno e david
 
Seminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradoresSeminário tópicos integradores
Seminário tópicos integradores
 
Varicela na infância
Varicela na infânciaVaricela na infância
Varicela na infância
 
Rubéola
RubéolaRubéola
Rubéola
 
Doencas em geral
Doencas em geralDoencas em geral
Doencas em geral
 
Gripe e Influenza A (H1N1)
Gripe e Influenza A (H1N1)Gripe e Influenza A (H1N1)
Gripe e Influenza A (H1N1)
 
Assistência à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
Assistência  à criança nas disfunções respiratórias e cardiovascularesAssistência  à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
Assistência à criança nas disfunções respiratórias e cardiovasculares
 
saude publica.pdf
saude publica.pdfsaude publica.pdf
saude publica.pdf
 
Caxumba
CaxumbaCaxumba
Caxumba
 
Doencas infetocontagiosas
Doencas infetocontagiosasDoencas infetocontagiosas
Doencas infetocontagiosas
 

Mais de fergwen

Joao de deus
Joao de deusJoao de deus
Joao de deus
fergwen
 
Apresentação curso efa secundário
Apresentação curso efa secundárioApresentação curso efa secundário
Apresentação curso efa secundário
fergwen
 
Apresentação de segurança rodoviária slides
Apresentação de segurança rodoviária slidesApresentação de segurança rodoviária slides
Apresentação de segurança rodoviária slides
fergwen
 
Psicologia duas sociedades
Psicologia   duas sociedadesPsicologia   duas sociedades
Psicologia duas sociedades
fergwen
 
Doenças contagiosas na infância apresentação
Doenças contagiosas na infância apresentaçãoDoenças contagiosas na infância apresentação
Doenças contagiosas na infância apresentação
fergwen
 
A construçao da autonomia até aos 2 anos
A construçao da autonomia   até aos 2 anosA construçao da autonomia   até aos 2 anos
A construçao da autonomia até aos 2 anos
fergwen
 
Nee hiperatividade jessica fer
Nee hiperatividade jessica ferNee hiperatividade jessica fer
Nee hiperatividade jessica fer
fergwen
 
Vestígios arqueologicos em lisboa
Vestígios arqueologicos em lisboaVestígios arqueologicos em lisboa
Vestígios arqueologicos em lisboa
fergwen
 
Psicologia alteraçoes do sono
Psicologia alteraçoes do sonoPsicologia alteraçoes do sono
Psicologia alteraçoes do sono
fergwen
 
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupo
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupoPsicologia infantil 2013 trabalo de grupo
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupo
fergwen
 

Mais de fergwen (10)

Joao de deus
Joao de deusJoao de deus
Joao de deus
 
Apresentação curso efa secundário
Apresentação curso efa secundárioApresentação curso efa secundário
Apresentação curso efa secundário
 
Apresentação de segurança rodoviária slides
Apresentação de segurança rodoviária slidesApresentação de segurança rodoviária slides
Apresentação de segurança rodoviária slides
 
Psicologia duas sociedades
Psicologia   duas sociedadesPsicologia   duas sociedades
Psicologia duas sociedades
 
Doenças contagiosas na infância apresentação
Doenças contagiosas na infância apresentaçãoDoenças contagiosas na infância apresentação
Doenças contagiosas na infância apresentação
 
A construçao da autonomia até aos 2 anos
A construçao da autonomia   até aos 2 anosA construçao da autonomia   até aos 2 anos
A construçao da autonomia até aos 2 anos
 
Nee hiperatividade jessica fer
Nee hiperatividade jessica ferNee hiperatividade jessica fer
Nee hiperatividade jessica fer
 
Vestígios arqueologicos em lisboa
Vestígios arqueologicos em lisboaVestígios arqueologicos em lisboa
Vestígios arqueologicos em lisboa
 
Psicologia alteraçoes do sono
Psicologia alteraçoes do sonoPsicologia alteraçoes do sono
Psicologia alteraçoes do sono
 
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupo
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupoPsicologia infantil 2013 trabalo de grupo
Psicologia infantil 2013 trabalo de grupo
 

Último

Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Danielle Fernandes Amaro dos Santos
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
MateusTavares54
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
JuliaMachado73
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Centro Jacques Delors
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
AntonioVieira539017
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
analuisasesso
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
Giovana Gomes da Silva
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
edivirgesribeiro1
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
AdrianoMontagna1
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
livrosjovert
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
Suzy De Abreu Santana
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptxForças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
Forças e leis de Newton 2024 - parte 1.pptx
 
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - AlfabetinhoAtividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
Atividades de Inglês e Espanhol para Imprimir - Alfabetinho
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptxapresentação sobre Clarice Lispector .pptx
apresentação sobre Clarice Lispector .pptx
 
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
Folheto | Centro de Informação Europeia Jacques Delors (junho/2024)
 
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptxQUIZ - HISTÓRIA  9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
QUIZ - HISTÓRIA 9º ANO - PRIMEIRA REPÚBLICA_ERA VARGAS.pptx
 
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de CarvalhoO sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
O sentimento nacional brasiliero, segundo o historiador Jose Murlo de Carvalho
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática0002_matematica_6ano livro de matemática
0002_matematica_6ano livro de matemática
 
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptxAula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
Aula história , caracteristicas e esteriótipos em relação a DANÇA DE SALAO.pptx
 
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...“A classe operária vai ao paraíso  os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
“A classe operária vai ao paraíso os modos de produzir e trabalhar ao longo ...
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.pptEstrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
Estrutura Pedagógica - Laboratório de Educação a Distância.ppt
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinhaatividade 8º ano entrevista - com tirinha
atividade 8º ano entrevista - com tirinha
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 

Doenças contagiosas na infância apresentação

  • 1.
  • 2. De vez em quando surge-nos uma criança excessivamente irrequieta, incapaz de se concentrar, que nos parece preguiçosa ou sem interesse pelo que quer que seja; desajeitada, cai com frequência, faz de palhaço... não sabemos o que fazer com ela. Conversamos com os pais e vemo-los mais desnorteados do que nós. No entanto, se estivermos atentos, será fácil de despistar... Pode ser uma dislexia. A chamada dislexia de evolução é uma disfunção perceptiva que consiste numa dificuldade de descodificar, pois existe no cérebro uma zona cega que desorganiza o campo visual e cuja causa pode ser uma torção cervical. Existe um tratamento para a dislexia (cuja investigação se deve ao Prof. Henrique Martins da Cunha), no Centro Psicológico e Terapêutico de Dislexia (Lisboa) que se compõe de cinco etapas: 1 - Programação postural; 2 - Correção do sistema proprioceptivo; 3 - Colocação de um prisma durante três meses; 4 - Apoio psicopedagógico; 5 - Tratamento psicomotor. Quando é que se pode suspeitar de uma dislexia? A criança cai com frequência; tem descoordenação motora, uma linguagem imatura; troca o p pelo b, o v pelo f, o d pelo t, etc... Não consegue copiar; tem má postura à mesa; dificuldade em identificar direita e esquerda; é hiperativa... Alguns destes sinais conjugados pode efetivamente, indiciar uma dislexia. O que se deve fazer Após suspeitar uma possível dislexia, falar com o médico para ele observar melhor a criança e encaminhar para o melhor tratamento a seguir.
  • 3. Parotidite Conhecida vulgarmente por “papeira”, é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus e de transmissão respiratória. Pode propagar-se pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra. Caracteriza-se por um inchaço doloroso de uma ou das duas glândulas parotídeas, produtoras da saliva e que se encontram situadas à frente dos pavilhões auriculares. A doença tem um período de incubação de 12 a 24 dias, durante os quais não aparece nenhum sintoma que faça suspeitar da doença. Esta inicia-se bruscamente com o aparecimento de inchaço num ou em ambos os lados da cara, com dor na zona e febre variável. Por vezes a papeira produz outras inflamações como a das glândulas submaxilares e sublinguais, caso em que a cara da criança se apresenta completamente deformada. A evolução da papeira é em regra muito favorável, não requerendo tratamento além do sintomático: antipiréticos e anti-inflamatórios, conforme a intensidade da febre e do inchaço. Por vezes surgem complicações como a orquite (inflamação dos testículos) que, sendo rara na criança, é frequente no adulto e a meningite provocada por vírus da papeira (meningite linfocitária). Recomenda-se a vacina da papeira a crianças depois dos 12 meses de idade, sendo necessária uma segunda dose dos 4 aos 6 anos. Em geral a vacina do sarampo é dada juntamente com a vacina do sarampo e da rubéola. Quem já teve papeira costuma ficar imune para toda a vida.
  • 4. Doença infeciosa produzida por um vírus e que no aspeto geral lembra o sarampo; mas a sua benignidade é maior, é mais curta e é menos espetacular. A contagiosidade é inferior à do sarampo, motivo pelo qual muitas vezes só era contraído na idade adulta, o que se revestia de particular gravidade se uma mulher grávida fosse atacada pela rubéola durante o primeiro trimestre da gravidez, pois o feto podia ser gravemente lesado. O contacto é direto e a doença produz imunidade permanente. O período de incubação varia entre treze e vinte e um dias, não aparecendo qualquer sintoma durante esse tempo, ao contrário do sarampo. A doença aparece bruscamente com sinais catarrais leves, dores de cabeça, febre pouco elevada, dores nos músculos e articulações e erupção similar à do sarampo, mais clara e menos intensa. Coincidindo com a erupção é frequente a presença de inchaço dos gânglios da nuca e do pescoço, especialmente atrás das orelhas. A duração é de três ou quatro dias, a sua evolução é benigna, e afeta pouco o estado geral. A única complicação é a que já se referiu em relação ao feto quando a grávida tem rubéola durante os três primeiros meses de gravidez. Contudo, se a grávida contacta com uma criança com rubéola mas ela própria já a teve não há qualquer perigo para o feto em desenvolvimento. A vacina contra a Rubéola é administrada no Programa Nacional de Vacinação em combinação com a vacina da Parotidite (papeira) e do Sarampo. Presentemente, recomenda-se a 1ª dose da VASPR aos 12 meses e a 2ª dose aos 5-6 anos, antes da escolaridade obrigatória. Todas as mulheres grávidas devem realizar serologia para a Rubéola e as não imunes devem ser imunizadas após o parto. A amamentação não contra-indica a vacinação.
  • 5. É uma doença infecciosa de evolução aguda, causada por um vírus e altamente infeccioso, transmitido por secreções respiratórias como espirros e tosse. O período de incubação é de oito a quinze dias e o de transmissão é entre os três e os cinco dias antes, e os cinco dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea como consequência de doenças provocadas por um vírus ou bactéria). As manifestações iniciais são febre alta, tosse rouca e persistente, nariz congestionado, conjuntivite e fotofobia (dificuldade em olhar a luz). A febre é habitualmente o primeiro sinal notado pelos pais. Neste período o sarampo é muito contagioso. Após dois dias surge na mucosa bucal um sinal do sarampo, chamado Sinal de Koplik ou seja, pequenas lesões com cerca de 1-2mm. São manchas brancas circundadas por um halo vermelho. Cerca de 12 a 24h após este sinal surge o exantema geralmente na face, estendendo-se depois a todo o corpo. Depois de 4/5 dias o exantema começa a desaparecer. O sarampo pode ter várias complicações como a encefalite (infecção do cérebro) ou a pneumonia (infecção pulmonar), otite ou laringite. Em Portugal devido à elevada taxa de vacinação o Sarampo é uma doença rara, pelo que todo o diagnóstico clínico de Sarampo deve ser sempre confirmado em laboratório. O tratamento é sintomático (antipirético e hidratação). Quando não ocorrem complicações, o doente fica curado em poucos dias. Vacinação - A vacina contra o Sarampo é de vírus vivo atenuado. É administrada no Programa Nacional de Vacinação (PNV) numa vacina trivalente VASPR em combinação com a vacina da Parotidite (papeira) e da Rubéola. Presentemente, recomenda-se a 1ª dose da VASPR aos 12 meses e, a 2ª dose aos 5-6 anos, antes da escolaridade obrigatória.
  • 6. Meningite É a inflamação das meninges, umas membranas que envolvem o cérebro e a espinal medula. Esta alteração pode ser muito grave porque as meninges, ao aumentar de tamanho, pressionam o cérebro (que é um órgão vital) e também os vasos sanguíneos que o irrigam. A meningite é uma doença grave, que deve ser tratada como emergência clínica Como se manifesta? Existem dois tipos de sintomas: os que são comuns a outras infecções, como: - A febre, - A falta de apetite, - Dor de cabeça, - Irritabilidade, -Vómitos violentos, - Convulsões e dilatação da fontanela dos bebés. Um sinal inequívoco da meningite é a rigidez da nuca, e assim, no caso de se pensar que a criança pode ter meningite, é preciso pedir á criança que incline o pescoço para a frente (ou tente incliná-lo) para comprovar se tem mobilidade.
  • 7. É uma doença infecciosa aguda produzida por uma bactéria e caracteriza-se pela presença de angina e de erupção sob forma de manchas pequenas e vermelhas com febre alta e alteração do estado geral. Atualmente a Escarlatina é uma doença em franca regressão, tanto no que respeita à frequência como à gravidade. Apesar de tudo, a frequência das suas complicações renais e cardíacas torna-a perigosa. O tratamento adequado consiste na ministração de antibióticos do tipo da penicilina que curam rapidamente a doença.
  • 8. Doença aguda e infecciosa provocada por uma bactéria, que se caracteriza pela presença de acessos de tosse intensa e congestiva. Os acessos de tosse caracterizam-se por um início com inspiração profunda e ruidosa seguida de uma série de golpes de tosse, durante os quais a criança fica congestionada; a este acesso de tosse segue-se outra inspiração profunda seguida de nova crise de tosse e assim várias vezes; o acesso termina com a emissão de abundante mucosidade. A doença dura entre 3 e 6 semanas, durante as quais a criança tem vómitos durante e depois dos acessos. O prognóstico é em regra favorável salvo nos lactentes pequenos ainda não vacinados. As outras crianças, devido à vacinação, apresentam, em caso de contágio, uma tosse convulsa muito ligeira e tão modificada que muitas vezes nem é diagnosticável.
  • 9. Vacina Não existe uma vacina contra todos os vírus e bactérias que possam causar uma meningite, mas sim três vacinas contra as três bactérias mais comuns: Contra a Haemophilus influenzae b, Contra pneumococo, contra o meningococo C (a antiga vacina contra os meningococos A e C tinha uma eficácia temporária). As duas primeiras administram-se a todas as crianças, e a terceira está prestes a ser introduzida. Os pacientes que recebem o diagnóstico e o tratamento adequado têm um bom prognóstico (cerca de 90% de cura).