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1
2
O Movimento “Literatura Clandestina”
apresenta:
em: Caricatura do Caos
3
Meus sinceros agradecimentos
aos poetas/escritores:
Luiz Nazcimentto
Tonho dos Anjos (Açucena)
Danniel Valente
Anorkinda Neide
Mavie Louzada
Marilda Amaral
Nelmara Cosmo
Elenilson Nascimento
e muitos outros,
pelo apoio, incentivo e etc.
Obrigado.
4
Movimento “Literatura Clandestina”
CARICATURA
DO CAOS
1ª edição
2013
Salvador – Bahia
Editor independente
Copyright by A.J. Cardiais
5
http://ajcardiais.blogspot.com.br
ajcardiais@gmail.com
CARICATURA
DO CAOs
Capa: A.J. Cardiais
www.clubedeautores.com.br
São Paulo – SP
Textos registrados no Escritório de Direitos Autorais da Fundação
Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura. Podem ser copiados,
contanto que seja mantido o nome do autor.
6
ÍNDICE
Algumas palavras sobre o autor 08
Obrigado poeta 09
Minha ousadia 10
Encontros e perdas 11
Inspiração 12
Um péssimo otimismo 13
Amiga morte 14
Confissão 15
Paz e harmonia 16
Mancha de batom 17
Gatos e gatunos 18
Manifestação 19
El catador 20
Sem inspiração 21
Garimpo literário 22
Fim da tristeza 23
A ferro e fogo 24
O animal em mim 25
Cada dia 26
Maquiagem 27
Superstição 28
Desilusão total 29
Batalha dos princípios 30
Deus é quem sabe 31
Da favela, o céu 32
Ponto de interrogação 33
Rei mídias 34
Vida, nosso patrimônio 35
Um quase náufrago 36
Desarmando o circo do amor 37
Ser o que sou 38
O c.d.f. 39
Antes que seja tarde 40
7
É bom dizer que te amo 41
Quando não existe amor 42
As probabilidades de te ganhar 43
Doce amor mordaz 44
O carrilhão do amor 45
Sobrevoando sentimentos 46
Nem tudo devemos entregar ao tempo 47
Amor barato 48
Não me quis mais 49
Assaltos 50
Será que ela virá? 51
Soneto de amor a arte 52
Momento convidativo 53
Livre como as nuvens 54
Entretenimento de amor 55
Tratamento poético 56
Calmaria das horas 57
Viagens 58
A poesia voltou 59
A caravana da noite 60
Poema abortado 61
Tudo em paz 62
Sonho de consumo 63
Uma hora 64
A zorra 65
Só o tempo dirá 66
Intervalo 67
Grilos 68
Canção do auxílio 69
Era da velocidade 70
A voz do coração 71
Matinal ilógica 72
Perambulações 73
Na espreita 74
Amar é adrenalina pura 75
8
Jarro de flores 76
Foi tudo um sonho 77
Ao sabor dos ventos 78
Qual é o santo dela? 79
Abracadabra 80
Acerte na poesia 81
Nos meus sentimentos, as palavras 82
Falso amigo 83
A vida passando 84
A poesia em si 85
Um voo na imaginação 86
Carta de apresentação 87
A preocupação nossa de cada dia 88
Ora iê iê (um devaneio) 89
Palavras são de vento 90
Um beijo – Poetar é um vício 91
Na hora de dormir – Recado da poesia para o poeta 92
Estilo estalo – Depois do ato sexual 93
Brincando de existir 94
Telhado de vidro 95
O oculto da vida 96
O fingidor 97
Está escrito 98
Desilusão 99
Cada dia uma poesia 100
A poesia da vida 101
9
Algumas Palavras Sobre o Autor
Os poemas de A.J. Cardiais, nós podemos muito bem dizer que são
livres, leves e soltos, pois eles não carregam aquela “sisudez”
Acadêmica. Não tem aquele rigor, aquela preocupação em ser uma
“obra prima”. A.J. Cardiais brinca com as palavras. Como ele mesmo
diz: “Eu não domino as palavras, eu brinco com as palavras. Não faço
das pobrezinhas escravas”. A.J. faz poemas, como se estivesse
expurgando seus sentimentos, sem se importar se são momentos bons,
ruins ou loucos. Ele solta-os (ou prende?) em forma de versos, para a
posteridade. Os poemas de A.J., de alguma forma, são pedradas na
cabeça da Sociedade. Ora diretas, ora indiretas. Às vezes ele escreve um
“poeminha tolo”, mas pode ser enquadrado como “crime de dolo”, pois
é proposital mesmo. Ele não usa um avental para fazer poemas. Ele
mete a mão na massa e se lambuza. Como disse o poeta Cacaso em uma
das suas musicas: “Faço versos por pirraça e também por precisão”. A
professora, poeta e escritora Nelmara Cosmo, escreveu (no site
Palafraseando), se referindo a A.J.: “Você tem um estilo às vezes
contemporâneo, às vezes marginal, às vezes parnasiano, mas sempre
original. Cada poeta tem seu estilo e assim vamos fazendo a renovação
literária”.
10
Obrigado Poeta
Depois de ler: Rumen Stoyanov,
Manoel de Barros, Paulo Leminski,
Humberto Ak'abal e etc e tal,
inflo-me de dúvidas
sobre minha condição:
??????????????????????
Mario Quintana é quem me salva
desse mar de interrogação,
quando diz na sua crônica
A Poesia é Necessária: *¹
“... Todos deveriam fazer versos.
Ainda que sejam maus.
É preferível, para a alma humana,
fazer maus versos
a não fazer nenhum...”
Bem, o Poeta falou,
aqui estou.
*¹ A Poesia é Necessária
Mario Quintana
Em: A Vaca e o Hipógrifo.
11
Minha Ousadia
Pensei ter escondido as asneiras,
mas elas estavam expostas:
penduradas em minha costa.
E eu carregando este fardo,
exibindo-me como um bardo...
Um bardo? Mama mia...
É muita ousadia.
Ousadia de Poeta
é expor sua meta
sem paz, sem pão, sem nada.
Ousadia de Poeta
é atirar sua seta
em qualquer direção...
Sem medo, sem manha, sem perdão.
12
Encontros e Perdas
Já me encontrei várias vezes...
E o mesmo tanto me perdi.
Não sei porquê
não me segurei e me atraquei
para não me perder,
quando me encontrei...
Fui fraco e deixei-me fugir.
Não sei se faz parte da vida,
viver toda essa intensidade:
Ser poeta, pra buscar saída,
e ser poema, pra falar verdade.
13
Inspiração
Não escrevo quando quero.
Também não sento e espero
que o poema venha...
Procuro.
Provoco.
Invoco.
Fico feito fogo,
procurando lenha.
14
Um Péssimo Otimismo
Fico observando
os pormenores da vida,
que essa gente distraída
deixa passar em branco.
A vida tem seus encantos,
mas é uma bola dividida:
às vezes, quem sorri na ida,
volta chorando aos prantos.
A vida é boa, mas nem tanto...
Tem muita gente ruim...
Tem muita gente afim
de desafinar qualquer canto.
15
Amiga Morte
Não sei como a morte
irá me levar...
Se eu tiver sorte,
ela me levará dormindo.
Aí morrerei sorrindo...
Sonhando que estou partindo,
quando na verdade já parti.
Se eu tiver sorte também,
ela me levará quando eu estiver
escutando música.
Aí morrerei sentado.
Quando todos pensarem
que estou dormindo,
já passei para o outro lado.
Amiga Morte,
quero morrer forte.
Não quero morrer definhando
ou então lutando
para continuar aqui...
Quero, de uma vez, partir.
Depois eu volto
pra dizer que morri.
16
A.J. Cardiais
(O Anarquista Literário)
Um poeta, um sonhador, um buscador, um hippie...
Um vagabundo, tentando melhorar o mundo.
Visite minha pagina no Clube de Autores:
https://www.clubedeautores.com.br/authors/96437
17
Clube de Autores Publicações S/A
CNPJ: 16.779.786/0001-27
Rua Otto Boehm, 756 – sala 02, América
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Caricatura do Caos

  • 1. 1
  • 2. 2 O Movimento “Literatura Clandestina” apresenta: em: Caricatura do Caos
  • 3. 3 Meus sinceros agradecimentos aos poetas/escritores: Luiz Nazcimentto Tonho dos Anjos (Açucena) Danniel Valente Anorkinda Neide Mavie Louzada Marilda Amaral Nelmara Cosmo Elenilson Nascimento e muitos outros, pelo apoio, incentivo e etc. Obrigado.
  • 4. 4 Movimento “Literatura Clandestina” CARICATURA DO CAOS 1ª edição 2013 Salvador – Bahia Editor independente Copyright by A.J. Cardiais
  • 5. 5 http://ajcardiais.blogspot.com.br ajcardiais@gmail.com CARICATURA DO CAOs Capa: A.J. Cardiais www.clubedeautores.com.br São Paulo – SP Textos registrados no Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura. Podem ser copiados, contanto que seja mantido o nome do autor.
  • 6. 6 ÍNDICE Algumas palavras sobre o autor 08 Obrigado poeta 09 Minha ousadia 10 Encontros e perdas 11 Inspiração 12 Um péssimo otimismo 13 Amiga morte 14 Confissão 15 Paz e harmonia 16 Mancha de batom 17 Gatos e gatunos 18 Manifestação 19 El catador 20 Sem inspiração 21 Garimpo literário 22 Fim da tristeza 23 A ferro e fogo 24 O animal em mim 25 Cada dia 26 Maquiagem 27 Superstição 28 Desilusão total 29 Batalha dos princípios 30 Deus é quem sabe 31 Da favela, o céu 32 Ponto de interrogação 33 Rei mídias 34 Vida, nosso patrimônio 35 Um quase náufrago 36 Desarmando o circo do amor 37 Ser o que sou 38 O c.d.f. 39 Antes que seja tarde 40
  • 7. 7 É bom dizer que te amo 41 Quando não existe amor 42 As probabilidades de te ganhar 43 Doce amor mordaz 44 O carrilhão do amor 45 Sobrevoando sentimentos 46 Nem tudo devemos entregar ao tempo 47 Amor barato 48 Não me quis mais 49 Assaltos 50 Será que ela virá? 51 Soneto de amor a arte 52 Momento convidativo 53 Livre como as nuvens 54 Entretenimento de amor 55 Tratamento poético 56 Calmaria das horas 57 Viagens 58 A poesia voltou 59 A caravana da noite 60 Poema abortado 61 Tudo em paz 62 Sonho de consumo 63 Uma hora 64 A zorra 65 Só o tempo dirá 66 Intervalo 67 Grilos 68 Canção do auxílio 69 Era da velocidade 70 A voz do coração 71 Matinal ilógica 72 Perambulações 73 Na espreita 74 Amar é adrenalina pura 75
  • 8. 8 Jarro de flores 76 Foi tudo um sonho 77 Ao sabor dos ventos 78 Qual é o santo dela? 79 Abracadabra 80 Acerte na poesia 81 Nos meus sentimentos, as palavras 82 Falso amigo 83 A vida passando 84 A poesia em si 85 Um voo na imaginação 86 Carta de apresentação 87 A preocupação nossa de cada dia 88 Ora iê iê (um devaneio) 89 Palavras são de vento 90 Um beijo – Poetar é um vício 91 Na hora de dormir – Recado da poesia para o poeta 92 Estilo estalo – Depois do ato sexual 93 Brincando de existir 94 Telhado de vidro 95 O oculto da vida 96 O fingidor 97 Está escrito 98 Desilusão 99 Cada dia uma poesia 100 A poesia da vida 101
  • 9. 9 Algumas Palavras Sobre o Autor Os poemas de A.J. Cardiais, nós podemos muito bem dizer que são livres, leves e soltos, pois eles não carregam aquela “sisudez” Acadêmica. Não tem aquele rigor, aquela preocupação em ser uma “obra prima”. A.J. Cardiais brinca com as palavras. Como ele mesmo diz: “Eu não domino as palavras, eu brinco com as palavras. Não faço das pobrezinhas escravas”. A.J. faz poemas, como se estivesse expurgando seus sentimentos, sem se importar se são momentos bons, ruins ou loucos. Ele solta-os (ou prende?) em forma de versos, para a posteridade. Os poemas de A.J., de alguma forma, são pedradas na cabeça da Sociedade. Ora diretas, ora indiretas. Às vezes ele escreve um “poeminha tolo”, mas pode ser enquadrado como “crime de dolo”, pois é proposital mesmo. Ele não usa um avental para fazer poemas. Ele mete a mão na massa e se lambuza. Como disse o poeta Cacaso em uma das suas musicas: “Faço versos por pirraça e também por precisão”. A professora, poeta e escritora Nelmara Cosmo, escreveu (no site Palafraseando), se referindo a A.J.: “Você tem um estilo às vezes contemporâneo, às vezes marginal, às vezes parnasiano, mas sempre original. Cada poeta tem seu estilo e assim vamos fazendo a renovação literária”.
  • 10. 10 Obrigado Poeta Depois de ler: Rumen Stoyanov, Manoel de Barros, Paulo Leminski, Humberto Ak'abal e etc e tal, inflo-me de dúvidas sobre minha condição: ?????????????????????? Mario Quintana é quem me salva desse mar de interrogação, quando diz na sua crônica A Poesia é Necessária: *¹ “... Todos deveriam fazer versos. Ainda que sejam maus. É preferível, para a alma humana, fazer maus versos a não fazer nenhum...” Bem, o Poeta falou, aqui estou. *¹ A Poesia é Necessária Mario Quintana Em: A Vaca e o Hipógrifo.
  • 11. 11 Minha Ousadia Pensei ter escondido as asneiras, mas elas estavam expostas: penduradas em minha costa. E eu carregando este fardo, exibindo-me como um bardo... Um bardo? Mama mia... É muita ousadia. Ousadia de Poeta é expor sua meta sem paz, sem pão, sem nada. Ousadia de Poeta é atirar sua seta em qualquer direção... Sem medo, sem manha, sem perdão.
  • 12. 12 Encontros e Perdas Já me encontrei várias vezes... E o mesmo tanto me perdi. Não sei porquê não me segurei e me atraquei para não me perder, quando me encontrei... Fui fraco e deixei-me fugir. Não sei se faz parte da vida, viver toda essa intensidade: Ser poeta, pra buscar saída, e ser poema, pra falar verdade.
  • 13. 13 Inspiração Não escrevo quando quero. Também não sento e espero que o poema venha... Procuro. Provoco. Invoco. Fico feito fogo, procurando lenha.
  • 14. 14 Um Péssimo Otimismo Fico observando os pormenores da vida, que essa gente distraída deixa passar em branco. A vida tem seus encantos, mas é uma bola dividida: às vezes, quem sorri na ida, volta chorando aos prantos. A vida é boa, mas nem tanto... Tem muita gente ruim... Tem muita gente afim de desafinar qualquer canto.
  • 15. 15 Amiga Morte Não sei como a morte irá me levar... Se eu tiver sorte, ela me levará dormindo. Aí morrerei sorrindo... Sonhando que estou partindo, quando na verdade já parti. Se eu tiver sorte também, ela me levará quando eu estiver escutando música. Aí morrerei sentado. Quando todos pensarem que estou dormindo, já passei para o outro lado. Amiga Morte, quero morrer forte. Não quero morrer definhando ou então lutando para continuar aqui... Quero, de uma vez, partir. Depois eu volto pra dizer que morri.
  • 16. 16 A.J. Cardiais (O Anarquista Literário) Um poeta, um sonhador, um buscador, um hippie... Um vagabundo, tentando melhorar o mundo. Visite minha pagina no Clube de Autores: https://www.clubedeautores.com.br/authors/96437
  • 17. 17 Clube de Autores Publicações S/A CNPJ: 16.779.786/0001-27 Rua Otto Boehm, 756 – sala 02, América Joinville / SC - CEP: 89201-700
  • 18. 18