INSTITUTO DE CIÊNCIAE TECNOLOGIA,
UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
“JÚLIO DE MESQUITA FILHO”
Campus de São José dos Campos
Profa. Assoc Ana Lia Anbinder
4.
Entender a importânciadas desordens
potencialmente malignas
Identificar as características clínicas e histológicas
das lesões
Relacionar a etiologia e características clínicas
com a prevenção, prognóstico e tratamento
Espectro de alteraçõesepiteliais arquiteturais e
citológicas resultantes do acúmulo de alterações
genéticas, geralmente se iniciando em DPM, que
indicam risco de transformação maligna em
carcinoma de células escamosas
INTRODUÇÃO
OMS, 2022
ALTERAÇÕES
ARQUITETURAIS
ALTERAÇÕES CELULARES
Estratificação irregularVariação anormal do tamanho
dos núcleos
Perda de polaridade
basal
Pleomorfismo nuclear
Cristas em forma de gota Variação anormal do tamanho
celular
Aumento do número de
figuras de mitose
Pleomorfismo celular
Mitoses superficiais Aumento da proporção N:C
Queratinização
prematura em células
individuais
Figuras atípicas de mitose
Pérolas córneas nas
cristas
Aumento do número e tamanho
dos nucléolos
Perda de coesão das
células epiteliais
Hipercromasia
12.
• Variabilidade intrae inter examinador
• Gradação por terços e binária
• Avaliação por dois patologistas
• Carcinoma in situ
INTRODUÇÃO
OMS, 2022
• Malignização 3-50%
•Maior grau de displasia➜ maior risco de
malignização
• 4,9% de risco em displasia discreta e 15,8% em
displasia grave
• LPM sem displasia pode evoluir para CCE
22.
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23.
• Termo clínicousado para descrever uma placa
branca de risco questionável de transformação
para CCE, depois da exclusão de outras doenças
conhecidas
Tipo de leucoplasiamultifocal, persistente e
progressiva, com alta taxa de recorrência e alto
risco de progressão para carcinoma de células
escamosas
Sinonímia: leucoplasia proliferativa, leucoplasia
multifocal proliferativa
37.
Características clínicas
Múltiplas lesõesnão contíguas, uma lesão >40mm
em um sítio ou uma lesão>30mm envolvendo
sítios contíguos
Gengiva, rebordo, mucosa da bochecha, língua e
palato
4M:1H
Idade média 66,8 anos
Etiologia desconhecida
Que o diagnósticode leucoplasia é
clinicopatológico (mande foto!)
Que diagnóstico histológico nunca é
leucoplasia, porque o termo é clínico
Se a lesão é reativa (ou imunologicamente
mediada, de desenvolvimento ou
infecciosa) ou uma desordem
potencialmente maligna?
Hiperqueratose está presente nas lesões
reativas e potencialmente malignas
Conduta
Biópsia sempre
Várias biópsiasem lesões não
homogêneas
Excisão sempre que possível
Acompanhamento, importantíssimo
nos casos de leucoplasia verrucosa
proliferativa
58.
Prognóstico
43-47% das leucoplasiasisoladas possuem
displasia ou já são carcinomas no momento da
biópsia
10-18% das leucoplasias localizadas sofrem
transformação maligna
50-100% das LVP sofrem transformação maligna
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62.
Termo clínico usadopara descrever uma mancha
vermelha que não pode ser caracterizada clínica ou
patologicamente como nenhuma outra lesão
definida.
63.
Eritroleucoplasia, leucoeritroplasia
Mais raraque leucoplasia
Prevalência de 0,01% a 0,83%
H=M
65-74 anos
Assoalho, língua, palato mole e mucosa da
bochecha
Mancha ou erosão, limites definidos
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68.
Desordem que resultado dano solar e afera
as áreas expostas dos lábios, mais
frequentemente o vermelhão do lábio inferior
com apresentação variável de áreas
atróficas, erosivas e placas brancas.
69.
vermelhão do lábiox Sol
pele clara e exposição à luz solar
~ queratose actínica em pele
H>M
Traballho ao ar livre
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82.
Desordem inflamatória crônicade etiologia
desconhecida com recaída e remissão,
apresentando lesões brancas reticulares,
acompanhadas ou não por áreas atróficas, erosivas,
ulcerativas e/ou em placa. As lesões geralmente são
bilaterais e simétricas. Gengivite descamativa pode
estar presente.
Lesões com característicasliquenoides, mas sem as
características clínicas ou histopatológicas de LPO,
ou seja, podem ser assimétricos ou serem reações a
restaurações ou drogas.
Amálgama; hidroclorotiazida (e outros anti-
hipertensivos, levotiroxina, carbamazepina,
alopurinol, sulfasalazina, algumas imunoterapias)
Potencial de malignizaçãocontroverso
0,1 a 1% ou mais
Confusão entre líquen plano e leucoplasia
proliferativa
Displasia liquenoide- controversa
98.
Que o diagnósticode líquen plano é
clinicopatológico (mande foto!)
Muitas vezes é impossível diferenciar
histologicamente o líquen plano idiopático
das lesões liquenoides
Laudo histopatológico geralmente é de
mucosite de interface
99.
• Leucoplasia
• Leucoplasia(verrucosa)
proliferativa
• Eritroplasia
• Líquen plano oral
• Lesões liquenoides orais
INTRODUÇÃO
OMS, 2022
• Fibrose submucosa
• Lesões palatais associadas ao
fumo reverso
• Queratose do tabaco sem
fumaça
• Doença do enxerto versus
hospedeiro
• Lupus eritematoso
• Síndromes familiares
*Queilite actínica