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DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA FARMÁCIA
CLÍNICA EM FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS NA
CIDADE DE SALVADOR - BA
Discente: Helen Ramos
Orientador: Dr. Douglas Rambo
Introdução
• Todas as farmácias podem ser consideradas comunitárias, sejam
homeopáticas, magistrais, públicas e privadas, com exceção das farmácias
hospitalares (ÁLVARES, 2011);
• Acesso ao medicamento;
• Implementação da Farmácia Comunitária no SUS;
• Redução de custos/uso racional;
• Bellafiore (1971, p. 291) comenta sobre a importância de se estenderem os
serviços da farmácia clínica para a farmácia comunitária.
Objetivos
Geral
• Descrever quais os obstáculos para a
implementação do serviço clínico em
farmácia comunitária na cidade de
Salvador – BA.
Específicos
• Realizar um levantamento de
farmacêuticos existentes e se eles
desempenham atividades voltadas para a
farmácia clínica;
• Traçar o perfil dos profissionais
entrevistados;
• Avaliar a estrutura física deste tipo de
serviço;
• Verificar se os farmacêuticos cumprem a
RDC nº 585;
• Aplicar um questionário abordando as
principais metas do serviço clínico, e se
essas metas estão sendo alcançadas.
Referencial Teórico
 O Mercado Farmacêutico – Varejo
• O setor farmacêutico brasileiro é regulado pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA), lei de criação nº 9.872/99, e pelo Ministério da Saúde;
• Boticas - Preparo e armazenamento de medicamentos;
• O crescimento e diversificação da demanda, conduziram a uma mudança no
padrão de vendas no varejo farmacêutico;
• Adição de novos serviços;
• Expansão econômica/Envelhecimento da população.
https://www.febrafar.com.br/varejo-farmaceutico-bons-resultados/
Referencial Teórico
 Drogaria e as Estratégias do Mercado
 Como a concorrência no setor é cada vez mais acirrada, as empresas têm
adotado diversas estratégias para superar os obstáculos encontrados:
Serviços adicionais
Mix de produtos
Marca própria
Referencial Teórico
 As Mudanças das Farmácias Comunitárias
• As farmácias comunitárias, por um lado, atendem a uma comunidade porque se
destinam a atenção primária à saúde;
• Visam o bem estar dos usuários;
• Muitas farmácias comunitárias perceberam que precisavam ser diferentes, e
resolveram adotar a atuação clínica do profissional como diferencial competitivo
(CFF, 2009).
Comunidade Local
Referencial Teórico
 O Programa Farmácia Popular do Brasil
• O Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) foi criado por meio da Lei 10.858, de 13 de
Abril de 2004 (BRASIL, 2004);
• Garantir o acesso a medicamentos mais baratos pela população brasileira nas farmácias
públicas sob gestão da Fiocruz (BRASIL, 2004);
• Parceria com Farmácias privadas  subsídio de 100%;
• Atualmente, o PFPB está regulamentado pela Portaria nº 111 de 24/01/2016 (MINISTÉRIO DA
SAÚDE, 2016).
http://redehumanizasus.net/94657-programa-farmacia-popular-do-brasil/
Referencial Teórico
 Atenção Primária a Saúde
• A Atenção Primária a Saúde (APS), segundo a clássica definição de Starfield
(2002), representa o primeiro contato na rede assistencial dentro do sistema de
saúde;
 Primeiro contato
 Continualidade
 Integralidade
 Coordenação
• Os serviços farmacêuticos na atenção primária à saúde objetivam garantir uma
atenção integral;
• Foco eficácia e segurança.
Referencial Teórico
 Histórico da Farmácia Clínica
• Influência da indústria farmacêutica;
• Mero “distribuidor”
• Movimento denominado “Farmácia Clínica” (MENEZES, 2000);
• Atendimento ao paciente - Otimização a medicação, terapia, prevenção, bem
estar.
https://blog.ipog.edu.br/saude/principais-areas-de-atuacao-em-farmacia-clinica/
Referencial Teórico
 Atribuições do Farmacêutico na Área Clínica
• De acordo com a RDC nº 585, de 29 de agosto de 2013, farmácia clínica (FC):
“Teve início no âmbito hospitalar, nos Estados Unidos, a partir da década de
sessenta, atualmente incorpora a filosofia do Pharmaceutical Care e, como tal,
expande-se a todos os níveis de atenção à saúde. Esta prática pode ser
desenvolvida em hospitais, ambulatórios, unidades de atenção primária à
saúde, farmácias comunitárias, instituições de longa permanência e domicílios
de pacientes, entre outros.”
• Cuidado centrado no paciente;
• Promoção, proteção e recuperação;
• Farmacoterapia;
• Consulta Farmacêutica;
• Solicitação de exames;
• Identificar e Intervir;
• Registro no prontuário.
Referencial Teórico
 Papel do Farmacêutico Nas Farmácias Comunitárias
Aconselhamento Farmacêutico
Atenção Farmacêutica
Assistência Farmacêutica
Metodologia
 O estudo descritivo de cárater exploratório foi realizado após a aprovação no Comitê de Ética
e Pesquisa da Universidade Salvador – UNIFACS;
 Voluntários – Leitura e assinatura do TCLE e Anuência;
 Foram coletados dados como, orientações para o uso de medicamentos, se há a presença de
consultório para anamnese, encaminhamento dos pacientes aos profissionais de saúde,
solicitações de exames, acompanhamento farmacoterapêutico e entre outros;
 Bases de dados: Mendeley, Lilacs e Scielo;
 Artigos selecionados em inglês, português e espanhol;
 Descritores: Atenção farmacêutica, farmácia comunitária e farmácia clínica;
 Análise e organização dos resultados: Excel.
Resultados e Discussão
Fonte: A autora.
0
1
2
3
4
5
6
7
Riscos de Automedicação Efeitos Colaterais Interações Medicamentosas Horário e Dose
5
4
3
7
Orientações relacionadas aos medicamentos
• Finalidade do tratamento;
• Administrar os medicamentos;
• Reduzindo os problemas;
• Adesão e eficácia terapêutica.
Resultados e Discussão
40%
60%
COMUNICAÇÃO COM O PRESCRITOR
Sim Não
Fonte: A autora.
• Acesso ao prescritor é difícil;
• Enviar uma carta ao prescritor através do
paciente;
• O farmacêutico deve entrar em contato com
o prescritor;
• Anotadas, corrigidas e registradas;
• Livro de Receituário.
Resultados e Discussão
Fonte: A autora.
33%
17%
33%
17%
AMBIENTE FÍSICO PARA ANAMNESE
Histórico medicamentoso Exames antigos Alergia Alimentação
• Perfil do paciente, história clínica e
história farmacoterapêutica;
• Entendimento dos pacientes;
• Uso correto de medicamentos;
• Espaço: Atendimento privativo e
semiprivativo.
Resultados e Discussão
 Os farmacêuticos informaram que a solicitação de exames não é feita em nenhum momento
com o paciente, sendo este um indicador mais acessível para a identificação de doenças ou
qualquer condição de saúde não identificada.
 Os avisos sobre o descarte e armazenamento são passados ao paciente no momento da
dispensação, na maioria das vezes realizada no balcão da farmácia.
Resultados e Discussão
50%50%
ACOMPANHAMENTO FARMACOTERAPÊUTICO
Sim Não
Fonte: A autora.
• Farmácias de bairro;
• Não é algo registrado;
• Problema de má utilização de
medicamentos;
• Melhor controle da farmacoterapia.
Resultados e Discussão
 No que se refere ao encaminhamento médico, (70%) dos farmacêuticos afirmaram realizar
esse procedimento.
 Embora haver divergências sobre o perfil dos profissionais em questão, todos orientam sobre
a realização da atividade fisíca e da alimentação saudável.
Conclusão
 Considerando os resultados obtidos nas pesquisas, conclui-se que as atribuições clínicas dos
farmacêuticos em farmácias comunitárias é um serviço relativamente escasso, entretanto, em
fase evolutiva no Brasil.
Referências
 American College of Clinical Pharmacy, The Definition
of Clinical Pharmacy. Pharmacotherapy. 28, 816–817
(2008)
 OLIVEIRA, Naira. et. al. Atuação profissional dos
farmacêuticos no Brasil: perfil sociodemográfico e
dinâmica de trabalho em farmácias e drogarias privadas.
Revista Saúde e Sociedade. São Paulo, v.26, n.4, p.1105-
1121, 2017
 GALATO, D. et al. A dispensação de medicamentos: uma
reflexão sobre o processo para prevenção, identificação
e resolução de problemas relacionados à farmacoterapia.
Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. Santa
Catarina, vol. 44, n. 3, jul./set., 2008
 CORRER, C. J; PONTAROLO, R; RIBEIRO, A. S. D. C. A
farmácia comunitária no Brasil. In: CORRER, C. J.; OTUKI,
M. F. (ORG.). A prática farmacêutica na farmácia
comunitária. Porto Alegre: Editora Artmed, 2013. p. 3
 ORLANDE, Gabriel. et al. Relacionamentos com clientes
do setor farmacêutico em vitória – ES: uma análise dos
impactos do nível de serviço esperado e ofertado na
fidelização dos clientes. Revista Eletrônica de
Administração, vol. 20, núm. 1, enero-abril, 2014, pp. 64-89
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre,
Brasil
 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e
Insumos Estratégicos. Capacitação para implantação dos
serviços de clínica farmacêutica. Brasília, 2014. Acesso
em: 22/04/2018.
Muito obrigada!
DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA FARMÁCIA
CLÍNICA EM FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS NA
CIDADE DE SALVADOR - BA
Discente: Helen Ramos
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Desafios Para a Implantação da Farmácia Clínica em Farmácias Comunitárias na Cidade de Salvador - BA

  • 1. DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA FARMÁCIA CLÍNICA EM FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS NA CIDADE DE SALVADOR - BA Discente: Helen Ramos Orientador: Dr. Douglas Rambo
  • 2. Introdução • Todas as farmácias podem ser consideradas comunitárias, sejam homeopáticas, magistrais, públicas e privadas, com exceção das farmácias hospitalares (ÁLVARES, 2011); • Acesso ao medicamento; • Implementação da Farmácia Comunitária no SUS; • Redução de custos/uso racional; • Bellafiore (1971, p. 291) comenta sobre a importância de se estenderem os serviços da farmácia clínica para a farmácia comunitária.
  • 3. Objetivos Geral • Descrever quais os obstáculos para a implementação do serviço clínico em farmácia comunitária na cidade de Salvador – BA. Específicos • Realizar um levantamento de farmacêuticos existentes e se eles desempenham atividades voltadas para a farmácia clínica; • Traçar o perfil dos profissionais entrevistados; • Avaliar a estrutura física deste tipo de serviço; • Verificar se os farmacêuticos cumprem a RDC nº 585; • Aplicar um questionário abordando as principais metas do serviço clínico, e se essas metas estão sendo alcançadas.
  • 4. Referencial Teórico  O Mercado Farmacêutico – Varejo • O setor farmacêutico brasileiro é regulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), lei de criação nº 9.872/99, e pelo Ministério da Saúde; • Boticas - Preparo e armazenamento de medicamentos; • O crescimento e diversificação da demanda, conduziram a uma mudança no padrão de vendas no varejo farmacêutico; • Adição de novos serviços; • Expansão econômica/Envelhecimento da população. https://www.febrafar.com.br/varejo-farmaceutico-bons-resultados/
  • 5. Referencial Teórico  Drogaria e as Estratégias do Mercado  Como a concorrência no setor é cada vez mais acirrada, as empresas têm adotado diversas estratégias para superar os obstáculos encontrados: Serviços adicionais Mix de produtos Marca própria
  • 6. Referencial Teórico  As Mudanças das Farmácias Comunitárias • As farmácias comunitárias, por um lado, atendem a uma comunidade porque se destinam a atenção primária à saúde; • Visam o bem estar dos usuários; • Muitas farmácias comunitárias perceberam que precisavam ser diferentes, e resolveram adotar a atuação clínica do profissional como diferencial competitivo (CFF, 2009). Comunidade Local
  • 7. Referencial Teórico  O Programa Farmácia Popular do Brasil • O Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) foi criado por meio da Lei 10.858, de 13 de Abril de 2004 (BRASIL, 2004); • Garantir o acesso a medicamentos mais baratos pela população brasileira nas farmácias públicas sob gestão da Fiocruz (BRASIL, 2004); • Parceria com Farmácias privadas  subsídio de 100%; • Atualmente, o PFPB está regulamentado pela Portaria nº 111 de 24/01/2016 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2016). http://redehumanizasus.net/94657-programa-farmacia-popular-do-brasil/
  • 8. Referencial Teórico  Atenção Primária a Saúde • A Atenção Primária a Saúde (APS), segundo a clássica definição de Starfield (2002), representa o primeiro contato na rede assistencial dentro do sistema de saúde;  Primeiro contato  Continualidade  Integralidade  Coordenação • Os serviços farmacêuticos na atenção primária à saúde objetivam garantir uma atenção integral; • Foco eficácia e segurança.
  • 9. Referencial Teórico  Histórico da Farmácia Clínica • Influência da indústria farmacêutica; • Mero “distribuidor” • Movimento denominado “Farmácia Clínica” (MENEZES, 2000); • Atendimento ao paciente - Otimização a medicação, terapia, prevenção, bem estar. https://blog.ipog.edu.br/saude/principais-areas-de-atuacao-em-farmacia-clinica/
  • 10. Referencial Teórico  Atribuições do Farmacêutico na Área Clínica • De acordo com a RDC nº 585, de 29 de agosto de 2013, farmácia clínica (FC): “Teve início no âmbito hospitalar, nos Estados Unidos, a partir da década de sessenta, atualmente incorpora a filosofia do Pharmaceutical Care e, como tal, expande-se a todos os níveis de atenção à saúde. Esta prática pode ser desenvolvida em hospitais, ambulatórios, unidades de atenção primária à saúde, farmácias comunitárias, instituições de longa permanência e domicílios de pacientes, entre outros.” • Cuidado centrado no paciente; • Promoção, proteção e recuperação; • Farmacoterapia; • Consulta Farmacêutica; • Solicitação de exames; • Identificar e Intervir; • Registro no prontuário.
  • 11. Referencial Teórico  Papel do Farmacêutico Nas Farmácias Comunitárias Aconselhamento Farmacêutico Atenção Farmacêutica Assistência Farmacêutica
  • 12. Metodologia  O estudo descritivo de cárater exploratório foi realizado após a aprovação no Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Salvador – UNIFACS;  Voluntários – Leitura e assinatura do TCLE e Anuência;  Foram coletados dados como, orientações para o uso de medicamentos, se há a presença de consultório para anamnese, encaminhamento dos pacientes aos profissionais de saúde, solicitações de exames, acompanhamento farmacoterapêutico e entre outros;  Bases de dados: Mendeley, Lilacs e Scielo;  Artigos selecionados em inglês, português e espanhol;  Descritores: Atenção farmacêutica, farmácia comunitária e farmácia clínica;  Análise e organização dos resultados: Excel.
  • 13. Resultados e Discussão Fonte: A autora. 0 1 2 3 4 5 6 7 Riscos de Automedicação Efeitos Colaterais Interações Medicamentosas Horário e Dose 5 4 3 7 Orientações relacionadas aos medicamentos • Finalidade do tratamento; • Administrar os medicamentos; • Reduzindo os problemas; • Adesão e eficácia terapêutica.
  • 14. Resultados e Discussão 40% 60% COMUNICAÇÃO COM O PRESCRITOR Sim Não Fonte: A autora. • Acesso ao prescritor é difícil; • Enviar uma carta ao prescritor através do paciente; • O farmacêutico deve entrar em contato com o prescritor; • Anotadas, corrigidas e registradas; • Livro de Receituário.
  • 15. Resultados e Discussão Fonte: A autora. 33% 17% 33% 17% AMBIENTE FÍSICO PARA ANAMNESE Histórico medicamentoso Exames antigos Alergia Alimentação • Perfil do paciente, história clínica e história farmacoterapêutica; • Entendimento dos pacientes; • Uso correto de medicamentos; • Espaço: Atendimento privativo e semiprivativo.
  • 16. Resultados e Discussão  Os farmacêuticos informaram que a solicitação de exames não é feita em nenhum momento com o paciente, sendo este um indicador mais acessível para a identificação de doenças ou qualquer condição de saúde não identificada.  Os avisos sobre o descarte e armazenamento são passados ao paciente no momento da dispensação, na maioria das vezes realizada no balcão da farmácia.
  • 17. Resultados e Discussão 50%50% ACOMPANHAMENTO FARMACOTERAPÊUTICO Sim Não Fonte: A autora. • Farmácias de bairro; • Não é algo registrado; • Problema de má utilização de medicamentos; • Melhor controle da farmacoterapia.
  • 18. Resultados e Discussão  No que se refere ao encaminhamento médico, (70%) dos farmacêuticos afirmaram realizar esse procedimento.  Embora haver divergências sobre o perfil dos profissionais em questão, todos orientam sobre a realização da atividade fisíca e da alimentação saudável.
  • 19. Conclusão  Considerando os resultados obtidos nas pesquisas, conclui-se que as atribuições clínicas dos farmacêuticos em farmácias comunitárias é um serviço relativamente escasso, entretanto, em fase evolutiva no Brasil.
  • 20. Referências  American College of Clinical Pharmacy, The Definition of Clinical Pharmacy. Pharmacotherapy. 28, 816–817 (2008)  OLIVEIRA, Naira. et. al. Atuação profissional dos farmacêuticos no Brasil: perfil sociodemográfico e dinâmica de trabalho em farmácias e drogarias privadas. Revista Saúde e Sociedade. São Paulo, v.26, n.4, p.1105- 1121, 2017  GALATO, D. et al. A dispensação de medicamentos: uma reflexão sobre o processo para prevenção, identificação e resolução de problemas relacionados à farmacoterapia. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. Santa Catarina, vol. 44, n. 3, jul./set., 2008  CORRER, C. J; PONTAROLO, R; RIBEIRO, A. S. D. C. A farmácia comunitária no Brasil. In: CORRER, C. J.; OTUKI, M. F. (ORG.). A prática farmacêutica na farmácia comunitária. Porto Alegre: Editora Artmed, 2013. p. 3  ORLANDE, Gabriel. et al. Relacionamentos com clientes do setor farmacêutico em vitória – ES: uma análise dos impactos do nível de serviço esperado e ofertado na fidelização dos clientes. Revista Eletrônica de Administração, vol. 20, núm. 1, enero-abril, 2014, pp. 64-89 Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre, Brasil  Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Capacitação para implantação dos serviços de clínica farmacêutica. Brasília, 2014. Acesso em: 22/04/2018.
  • 22. DESAFIOS PARA A IMPLANTAÇÃO DA FARMÁCIA CLÍNICA EM FARMÁCIAS COMUNITÁRIAS NA CIDADE DE SALVADOR - BA Discente: Helen Ramos Orientador: Dr. Douglas Rambo