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Conceito de  Vetor Diz-se do animal que transporta um agente infeccioso e o transmite de um hospedeiro a outro. Hospedeiro intermediário de agentes infecciosos.
Exemplos dos principais mosquitos  vetores Filariose bancroftiana (linfárica) Culex quinquefasciatus     vetor da  Wuchereria bancrofti Dengue e Febre Amarela Urbana Aedes aegypti     vetor do vírus da dengue (Flavivirus) Febre amarela Silvestre Aedes albopictus     vetor do vírus da febre amarela (Flavivirus) Leishmaniose Insetos do gênero  Lutzomyia     vetor de   parasitos do gênero  Leishmania Malária Espécies do gêneros  Anopheles      vetor do  Plasmodium  sp
Exemplos dos principais mosquitos  vetores Aedes aegypti :   vetor da  Dengue
Exemplos dos principais mosquitos  vetores Aedes albopictus :   vetor da  Febre amarela
Mosquitos  (características gerais) Dependendo da região, são chamados de  muriçocas ,  pernilongos  ou  carapanãs Apresentam curto ciclo biológico Possuem alta fecundidade, com rápida sucessão de gerações Adaptam-se facilmente às mais diferentes condições Passam por duas fases: pré-imaginal (no ambiente aquático) e imaginal (aérea) Difícil controle; erradicação “impossível”
Mosquitos  (Ciclo biológico) Desenvolvimento 8 a 12 dias 4 estádios larvais (L1-L2-L3-L4) Adulto :    45 dias Adulto emergindo Ovos Larvas Pupas
4 estádios larvais L1-L2-L3-L4 Ciclo Biológico de  Culex quinquefasciatus Desenvolvimento 9 a 12 dias* Vetor da filariose bancroftiana nas Américas Adulto:    45 dias * Fonte : Oliveira, C.M.F.., 1996 Pupas Adulto emergindo Jangada (grupo de ovos) Larvas
Culex quinquefasciatus Curto ciclo de desenvolivmento (9 a 12 dias) Alta fecundidade (rápida recuperação da densidade populacional) Rápida sucessão de gerações (17 a 20 gerações/ano)* Coloniza habitats instáveis, com água estagnada e elevada carga de matéria orgânica (preferidos: fossas e caixas de inspeção/passagem) * Fonte : Oliveira, C.M.F.., 1996
Culex quinquefasciatus Endofílicos (procura o interior das casas) e preferencialmente antropofílicos (afinidade pelo homem) Fêmea: hematófaga (se alimenta de sangue), de hábito noturno Macho: fitófago (se alimenta de seiva vegetal) Tendência a ovipositar em locais conspecíficos (com presença de exúvias e outros elementos da espécie)  e com elevada carga de matéria orgânica
Ovos de  Culex quinquefasciatus Deposita os ovos em grupo, na superfície aquática do criadouro Média de 200-250 ovos/jangada Eclosão após cerca de 36-48 horas Jangada
Larvas de  Culex quinquefasciatus Hábitos alimentares Filtradoras-coletoras Deslocam-se continuamente na coluna d’água Zona trófica (alimentar) preferencial: 25-30 cm, na superfície,  onde permanecem mais tempo Ingerem indiscriminadamente partículas em suspensão (seleção pelo tamanho) Larvas
Pupas de  Culex quinquefasciatus Não se alimentam, portanto, não são atingidas por larvicidas de ação oral. No criadouro, sua presença é o principal indicativo da perda de atividade larvicida de um produto
Criadouro Diz-se do ambiente aquático utilizado pelos mosquitos para seu desenvolvimento Os criadouros poder ser REAIS ou POTENCIAIS CRIADOURO REAL  - quando há presença de larvas ou pupas de mosquitos (ou seja, quando está positivo) CRIADOURO POTENCIAL  - é o local que, embora sem larvas/pupas, podem ser usados como local de desenvolvimento de mosquitos
Criadouros de  Culex quinquefasciatus Características gerais - Água estagnada  - Elevada carga de matéria orgânica, que serve de alimento às larvas - Geralmente protegido de sol, vento, chuva Tipos mais freqüentes (por ordem de preferência) Fossas, caixas de inspeção, valetas, canais, poças
Alguns criadouros de  Culex quinquefasciatus Caixas de inspeção/passagem Frestas
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Canal Alguns criadouros de  Culex quinquefasciatus Procedimento para  inspeção  em todos  os criadouros
Equipamentos básicos para inspeção em criadouros de  Culex quinquefasciatus Luvas   (EPI) Pé-de-cabra e/ou alavanca   - para auxiliar na remoção da(s) tampa(s) do criadouro Concha  - para coleta de amostra do criadouro
Procedimentos para inspeção em criadouros de  Culex quinquefasciatus 1.  Retirar cuidadosamente a tampa do criadouro (em caso de criadouro fechado, não-vedado) 2.  Aguardar alguns minutos (2-3), para retomada da tranqüilidade no criadouro. 3.  Mergulhar cuidadosamente a concha, retirando uma amostra da água. 4.  Observar na amostra coletada presença de ovos, larvas ou pupas de  C. quinquefasciatus  (ou ainda de mosquitos adultos, geralmente recém-emergidos) 5.  Registrar em boletim próprio o observado Criadouro positivo =com larvas ou pupas;  negativo = ausentes
Ciclo Biológico de  Aedes aegypti 4 estádios larvais L1-L2-L3-L4 Desenvolvimento 8 a 11 dias Vetor do dengue Adulto:    35 dias Larvas Ovos Fêmea em hematofagia Muda larva-pupa
Aedes aegypti Mosquito urbano Fêmea hematófaga (se alimenta de sangue); macho é fitófago (se alimenta de seiva vegetal) Hábitos:  endofílico  (busc o interior das casas, para se abrigar, repousar e se alimentar) e  antropofílico  (tem preferência pelo contato e sangue humano) Hábito alimentar: diurno, sendo encontrado se alimentando também à noite (até ± 20 h)
Aedes aegypti Coloniza criadouros diversos  (alguns instáveis, que sofrem interferências várias)  Apresenta capacidade de adaptação impressionante Apresenta tendência a ovipositar em locais conspecíficos (já colonizados pela espécie, com resquícios de larvas/pupas)
Ovos de  Aedes aegypti Ovos são depositados isoladamente, em substrato úmido (parede do criadouro). Fêmea seleciona vários sítios para oviposição (espalha a postura em diferentes locais). Ovos são bastante resistentes à dessecação (suporta vários meses em ambiente seco -  até 450 dias ). Essas características dificultam vigilância entomológica e controle. Ovos
Larvas de  Aedes aegypti 4 estádios larvais: L1-L2-L3-L4 Apresentam 4 estádios (ou fases) larvais: L1, L2, L3 e L4. São conhecidas como “martelo”, “martelinho”, “cabeça-de-pego” São raspadoras-filtradoras (parede e fundo dos criadouros). Selecionam o alimento mais pelo tamanho do que pelo tipo Larvas
Larvas de  Aedes aegypti 4 estádios larvais: L1-L2-L3-L4 Ficam mais no fundo dos recipientes que na superfície, embora respirem o oxigênio do ambiente. Fogem da luz (fotofobia) Movimento característico em  “S”  (serpentiforme) Posição característica em repouso na superfície: VERTICAL Larvas
Pupas de  Aedes aegypti Última fase aquática Fase onde ocorre a metamorfose Não se alimentam Passam cerca de 36 horas nessa fase
Criadouros de  Aedes aegypti Características gerais -  Água limpa ou suja (preferencial), em pequena ou grande quantidade, com ou sem cloro (baixa concentração) ou outras substâncias - Com ou sem proteção de sol, vento, chuva Tipos Caixas d’água, tanques, tonéis e similares, vasos de plantas e suportes (pratos), calhas, pneus, garrafas, copos descartáveis, terrenos baldios, construções, cemitérios,...
Alguns criadouros domésticos de  Aedes aegypti
Procedimento durante inspeção em criadouros de  Aedes aegypti 1.  Retirar cuidadosamente a tampa do criadouro (em caso de criadouro fechado, não-vedado) 2.  Aguardar  alguns  minutos  (2-3),  para  retomada  da tranqüilidade no criadouro 3.  Observar atentamente o interior do criadouro, procurando percorrer toda a coluna d’água 4.  Se possível, desativar o criadouro, orientando o morador a fazer o mesmo 5.   Não sendo possível desativar, nem tratar naquele momento, registrar em boletim próprio o observado e notificar o supervisor (se houver) ou a gerência do Distrito para acionar a equipe operacional

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Dengue (apresentação)

  • 1. Conceito de Vetor Diz-se do animal que transporta um agente infeccioso e o transmite de um hospedeiro a outro. Hospedeiro intermediário de agentes infecciosos.
  • 2. Exemplos dos principais mosquitos vetores Filariose bancroftiana (linfárica) Culex quinquefasciatus  vetor da Wuchereria bancrofti Dengue e Febre Amarela Urbana Aedes aegypti  vetor do vírus da dengue (Flavivirus) Febre amarela Silvestre Aedes albopictus  vetor do vírus da febre amarela (Flavivirus) Leishmaniose Insetos do gênero Lutzomyia  vetor de parasitos do gênero Leishmania Malária Espécies do gêneros Anopheles  vetor do Plasmodium sp
  • 3. Exemplos dos principais mosquitos vetores Aedes aegypti : vetor da Dengue
  • 4. Exemplos dos principais mosquitos vetores Aedes albopictus : vetor da Febre amarela
  • 5. Mosquitos (características gerais) Dependendo da região, são chamados de muriçocas , pernilongos ou carapanãs Apresentam curto ciclo biológico Possuem alta fecundidade, com rápida sucessão de gerações Adaptam-se facilmente às mais diferentes condições Passam por duas fases: pré-imaginal (no ambiente aquático) e imaginal (aérea) Difícil controle; erradicação “impossível”
  • 6. Mosquitos (Ciclo biológico) Desenvolvimento 8 a 12 dias 4 estádios larvais (L1-L2-L3-L4) Adulto :  45 dias Adulto emergindo Ovos Larvas Pupas
  • 7. 4 estádios larvais L1-L2-L3-L4 Ciclo Biológico de Culex quinquefasciatus Desenvolvimento 9 a 12 dias* Vetor da filariose bancroftiana nas Américas Adulto:  45 dias * Fonte : Oliveira, C.M.F.., 1996 Pupas Adulto emergindo Jangada (grupo de ovos) Larvas
  • 8. Culex quinquefasciatus Curto ciclo de desenvolivmento (9 a 12 dias) Alta fecundidade (rápida recuperação da densidade populacional) Rápida sucessão de gerações (17 a 20 gerações/ano)* Coloniza habitats instáveis, com água estagnada e elevada carga de matéria orgânica (preferidos: fossas e caixas de inspeção/passagem) * Fonte : Oliveira, C.M.F.., 1996
  • 9. Culex quinquefasciatus Endofílicos (procura o interior das casas) e preferencialmente antropofílicos (afinidade pelo homem) Fêmea: hematófaga (se alimenta de sangue), de hábito noturno Macho: fitófago (se alimenta de seiva vegetal) Tendência a ovipositar em locais conspecíficos (com presença de exúvias e outros elementos da espécie) e com elevada carga de matéria orgânica
  • 10. Ovos de Culex quinquefasciatus Deposita os ovos em grupo, na superfície aquática do criadouro Média de 200-250 ovos/jangada Eclosão após cerca de 36-48 horas Jangada
  • 11. Larvas de Culex quinquefasciatus Hábitos alimentares Filtradoras-coletoras Deslocam-se continuamente na coluna d’água Zona trófica (alimentar) preferencial: 25-30 cm, na superfície, onde permanecem mais tempo Ingerem indiscriminadamente partículas em suspensão (seleção pelo tamanho) Larvas
  • 12. Pupas de Culex quinquefasciatus Não se alimentam, portanto, não são atingidas por larvicidas de ação oral. No criadouro, sua presença é o principal indicativo da perda de atividade larvicida de um produto
  • 13. Criadouro Diz-se do ambiente aquático utilizado pelos mosquitos para seu desenvolvimento Os criadouros poder ser REAIS ou POTENCIAIS CRIADOURO REAL - quando há presença de larvas ou pupas de mosquitos (ou seja, quando está positivo) CRIADOURO POTENCIAL - é o local que, embora sem larvas/pupas, podem ser usados como local de desenvolvimento de mosquitos
  • 14. Criadouros de Culex quinquefasciatus Características gerais - Água estagnada - Elevada carga de matéria orgânica, que serve de alimento às larvas - Geralmente protegido de sol, vento, chuva Tipos mais freqüentes (por ordem de preferência) Fossas, caixas de inspeção, valetas, canais, poças
  • 15. Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus Caixas de inspeção/passagem Frestas
  • 16. Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus Fossa Frestas
  • 17. Valeta Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus
  • 18. Vala Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus
  • 19. Canal (pequeno porte) Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus
  • 20. Canal Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus
  • 21. Canal Alguns criadouros de Culex quinquefasciatus Procedimento para inspeção em todos os criadouros
  • 22. Equipamentos básicos para inspeção em criadouros de Culex quinquefasciatus Luvas (EPI) Pé-de-cabra e/ou alavanca - para auxiliar na remoção da(s) tampa(s) do criadouro Concha - para coleta de amostra do criadouro
  • 23. Procedimentos para inspeção em criadouros de Culex quinquefasciatus 1. Retirar cuidadosamente a tampa do criadouro (em caso de criadouro fechado, não-vedado) 2. Aguardar alguns minutos (2-3), para retomada da tranqüilidade no criadouro. 3. Mergulhar cuidadosamente a concha, retirando uma amostra da água. 4. Observar na amostra coletada presença de ovos, larvas ou pupas de C. quinquefasciatus (ou ainda de mosquitos adultos, geralmente recém-emergidos) 5. Registrar em boletim próprio o observado Criadouro positivo =com larvas ou pupas; negativo = ausentes
  • 24. Ciclo Biológico de Aedes aegypti 4 estádios larvais L1-L2-L3-L4 Desenvolvimento 8 a 11 dias Vetor do dengue Adulto:  35 dias Larvas Ovos Fêmea em hematofagia Muda larva-pupa
  • 25. Aedes aegypti Mosquito urbano Fêmea hematófaga (se alimenta de sangue); macho é fitófago (se alimenta de seiva vegetal) Hábitos: endofílico (busc o interior das casas, para se abrigar, repousar e se alimentar) e antropofílico (tem preferência pelo contato e sangue humano) Hábito alimentar: diurno, sendo encontrado se alimentando também à noite (até ± 20 h)
  • 26. Aedes aegypti Coloniza criadouros diversos (alguns instáveis, que sofrem interferências várias) Apresenta capacidade de adaptação impressionante Apresenta tendência a ovipositar em locais conspecíficos (já colonizados pela espécie, com resquícios de larvas/pupas)
  • 27. Ovos de Aedes aegypti Ovos são depositados isoladamente, em substrato úmido (parede do criadouro). Fêmea seleciona vários sítios para oviposição (espalha a postura em diferentes locais). Ovos são bastante resistentes à dessecação (suporta vários meses em ambiente seco - até 450 dias ). Essas características dificultam vigilância entomológica e controle. Ovos
  • 28. Larvas de Aedes aegypti 4 estádios larvais: L1-L2-L3-L4 Apresentam 4 estádios (ou fases) larvais: L1, L2, L3 e L4. São conhecidas como “martelo”, “martelinho”, “cabeça-de-pego” São raspadoras-filtradoras (parede e fundo dos criadouros). Selecionam o alimento mais pelo tamanho do que pelo tipo Larvas
  • 29. Larvas de Aedes aegypti 4 estádios larvais: L1-L2-L3-L4 Ficam mais no fundo dos recipientes que na superfície, embora respirem o oxigênio do ambiente. Fogem da luz (fotofobia) Movimento característico em “S” (serpentiforme) Posição característica em repouso na superfície: VERTICAL Larvas
  • 30. Pupas de Aedes aegypti Última fase aquática Fase onde ocorre a metamorfose Não se alimentam Passam cerca de 36 horas nessa fase
  • 31. Criadouros de Aedes aegypti Características gerais - Água limpa ou suja (preferencial), em pequena ou grande quantidade, com ou sem cloro (baixa concentração) ou outras substâncias - Com ou sem proteção de sol, vento, chuva Tipos Caixas d’água, tanques, tonéis e similares, vasos de plantas e suportes (pratos), calhas, pneus, garrafas, copos descartáveis, terrenos baldios, construções, cemitérios,...
  • 32. Alguns criadouros domésticos de Aedes aegypti
  • 33. Procedimento durante inspeção em criadouros de Aedes aegypti 1. Retirar cuidadosamente a tampa do criadouro (em caso de criadouro fechado, não-vedado) 2. Aguardar alguns minutos (2-3), para retomada da tranqüilidade no criadouro 3. Observar atentamente o interior do criadouro, procurando percorrer toda a coluna d’água 4. Se possível, desativar o criadouro, orientando o morador a fazer o mesmo 5. Não sendo possível desativar, nem tratar naquele momento, registrar em boletim próprio o observado e notificar o supervisor (se houver) ou a gerência do Distrito para acionar a equipe operacional